sexta-feira, 10 de junho de 2016

.: Desabafo de uma compradora da época do Orkut

Por: Mary Ellen Farias dos Santos*
Em junho de 2016



Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, mas é preciso saber respeitar o outro. Quando se é um vendedor, toda essa relação passa a ser ainda mais complicada. Não! Não é preciso lamber o chão daquele comprador que lhe é fiel desde o Orkut, mas manter o respeito, embora a sua empresa tenha melhorado, deixado de ser um simples perfil numa rede social extinta e passado a vender em um site profissional.

Elos criados com seus compradores têm a obrigação de serem mantidos, inclusive para o seu bem, assim como o da empresa que lhe mantém. Propaganda enganosa que é questionada e respondida com sarcasmo e/ou grosseria é a declaração do fim de seus negócios. 

Sei que não é algo pessoal, pois já ouvi muitas queixas de outros bons compradores. Logo, trata-se de má educação. Desta forma, a dica que fica é a de se rever a forma de tratar os clientes que ainda são fiéis, apesar de toda estupidez e tiradas desnecessárias.

Eu? Não quero mais!! Dei três chances e nelas, na condição de compradora, fui e me senti espezinhada. Chega!! Somente desejo sorte com o péssimo tratamento que insiste em dar aos que ainda toleram irredutível arrogância. Afinal, os itens à venda não são exclusivos e vendedores sérios, confiáveis, e o melhor, agradáveis, têm aos montes. 


*Editora do site cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm

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