segunda-feira, 25 de setembro de 2017

.: Clarice Lispector é tema de monólogo em SP nos 40 anos de morte

A atriz Lilian Prado apresentará o espetáculo Epifania, da escritora Maria Shu, em quatro apresentações no Viga Espaço Cênico


No aniversário de 40 anos de morte da escritora brasileira Clarice Lispector, a atriz Lilian Prado apresentará o monólogo “Epifania – Onde reside a esperança de uma autora?” durante todas as sextas-feiras do mês de outubro (dias 6, 13, 20 e 27), às 21h, no Viga Espaço Cênico, localizado na Rua Capote Valente, 1323, Pinheiros. O texto da escritora Maria Shu propõe uma imersão na consciência de Clarice, a exposição de suas aflições, seus questionamentos sobre a esperança quando descobre que está doente e o diálogo entre ela e Macabéa, uma de suas principais personagens. A primeira versão da peça foi apresentada durante o Festival Soma Teatro na cidade de São Vicente em Cabo Verde. Para a estreia em São Paulo, o texto será inédito.  

O projeto do espetáculo foi concebido por Lilian Prado que, além da formação em direção e atuação pela SP Escola de Teatro, é graduada como atriz e arte educadora em artes cênicas, tem bacharelado e licenciatura pela Universidade Anhembi Morumbi e é formada como bailarina clássica pelo método internacional da cidade de Londres, Royal Academy Of Dance. Trabalhou como atriz nos espetáculos Slavianski Bazaar, com direção Beto Bellini, Folias Conta Galileu com direção de Dagoberto Feliz, Brasilien.13 caixas com direção de Karin Beier, e “La Bohème” no Theatro Municipal de São Paulo com direção de Arnaud Bernard. Desde 2013 faz parte do Grupo Onironautas, onde trabalhou como encenadora e atriz nos espetáculos Saman (2014), Navegança (2016) e El Justiciero. No cinema participou como atriz do filme Dá Licença de Contar (2014), com direção de Pedro Serrano, que conquistou o Prêmio do Público ZINEBI 57), Melhor Curta- Metragem do Juri de Crítica do 43º Festival de Gramado e o Pêmio Canal Brasil de Curtas.


Serviço 
Monólogo Epifania – Onde reside a esperança de uma escritora?
Datas: dias 6, 13, 20 e 27 de outubro
Horário: 21h
Ingressos: R$20,00 (R$10,00)
Venda: na bilheteria com 1h de antecedência
Local: Espaço Cênico Viga
Endereço: Rua Capote Valente, 1323, Pinheiros

Ficha técnica
Atuação solo: Lilian Prado
Texto: Maria Shu
         Direção e sonoplastia: Bruno Carboni
         Produção Joana Pegorari
Design de aparência: Adriana Vaz
Concepção de iluminação e operação de luz: Igor Sully 
         Duração: 50 minutos
         Classificação: 12 anos


Atriz Lilian Prado: Além da formação em direção e atuação pela SP Escola de Teatro, é graduada como atriz e arte educadora em artes cênicas, tem bacharelado e licenciatura pela Universidade Anhembi Morumbi e é formada como bailarina clássica pelo método internacional da cidade de Londres, Royal Academy Of Dance. Trabalhou como atriz nos espetáculos Slavianski Bazaar, com direção Beto Bellini, Folias Conta Galileu com direção de Dagoberto Feliz, Brasilien.13 caixas com direção de Karin Beier, e “La Bohème” no Theatro Municipal de São Paulo com direção de Arnaud Bernard. Desde 2013 faz parte do Grupo Onironautas, onde trabalhou como encenadora e atriz nos espetáculos Saman (2014), Nave gança (2016) e El Justiciero. No cinema participou como atriz do filme Dá Licença de Contar (2014), com direção de Pedro Serrano, que conquistou o Prêmio do Público ZINEBI 57), Melhor Curta- Metragem do Juri de Crítica do 43º Festival de Gramado e o Pêmio Canal Brasil de Curtas. 

Diretor Bruno Carboni: É graduado em licenciatura em História pela UNESP – campus Assis e formado como Diretor pela SP Escola de Teatro (2012). Ingressou na área teatral, no entanto, em 2002 e desde então atuou como ator, iluminador, diretor e dramaturgo, principalmente em grupos de Assis - SP e Botucatu - SP. Foi um dos fundadores e ministrante de oficinas do grupo Gru.T.A Marginal (Grupo de Teatro Amador Marginal) em Assis, participando de montagens de Anomalia em Phobos, A Chave de Plutão e Vírus 3.0. Ingressou na Quadrilha de Teatro Notívagos Burlescos (Botucatu) em 2009, onde participou da montagem de “O Grito da Borboleta” e do processo de pesquisa de Frei Fidelis. Foi diretor, junto com Pablo Calazans dos Reis, do espetáculo “Você devia ter fechado a porta” (em conjunto com Piterson Rocha) em 2012. Foi fundador da Cia Rizomática, no qual é dramaturgo e diretor do espetáculo “Placebo” que realizou sua primeira temporada em Março de 2014. Ator no espetáculo Cachorro Urubu com direção de Pablo Calazans dos Reis, do Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica  em 2015.

Escritora Maria Shu: Maria Shu é professora e dramaturga. Já teve textos encenados na Suécia, Cabo Verde e em Portugal. É autora dos espetáculos “Cabaret Stravaganza”, com a Cia de Teatro Os Satyros, direção de Rodolfo Garcia Vasquez; “Giz”, com a GAL (Grupo Arte Livre), direção Marcelo Valle; "A Cobradora", com a Trupe Sinhá Zózima, "Peça para quem não veio", parceria entre a brasileira Cia. Pau D’Arco e a francesa Compagnie Nie Wiem, “Mofo”, direção Alex Araújo. Sua peça “Ar Rarefeito” ganhou primeiro lugar do Concurso “Feminina Dramaturgia” e “relógios de areia” foi publicada na “Revista A[L]berto - #especial Dramaturgias”. Está em processo de montagem de duas peças: “Sobre Alices”, com a Cia Pau D’arco e “Leoa na Baia”. 

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