quarta-feira, 6 de setembro de 2017

.: Frustração plena: É difícil aceitar para doer menos

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2017


Imagine você festejar que o seu seriado favorito vai passar na gringa, não mais nas noites de quarta para quinta-feira, dia em que, enquanto professora, dou aula de manhã. Sim! O novo dia de exibição é toda terça-feira. Faço uma tremenda festa interna, ainda mais que a estreia é dia 5 de setembro. Mais perfeito que isso, impossível!

Contudo, a felicidade de pobre é assim, somente em curtíssima temporada. É daquele tipo que quando você começa a perceber que está feliz, a desgraça já chega e toma o melhor assento na janelinha do busão. De fato, eis que no dia tem pré-estreia de filme brasileiro. Ok! Não é problema, afinal após a exibição da série, sempre há reprise. Fico tranquila.

Saio da sala de cinema feito uma bala, velocímetro do carro pertinho do limite das placas indicativas. Eis que ao chegar em casa, abro o link indicado pela página brasileira da série e... Conecto, mas o meu telefone toca. É minha mãe. Que alegria! Enquanto ela fala de um lado, a série acontece em inglês. Resumo: Não entendo as falas de nenhum dos lados.

Entretanto, a internet de casa é a mais fraca que a NET oferece e o sinal cai, mas quando retorna é a vez do maridão pedir para levar a toalha de banho. Não bastando isso, afinal, ainda não era a reprise do episódio. O mesmo diz ter que digitar as notas dos alunos. Ora! Ora! Não é uma graça? Se a internet para apenas um computador é uma lástima, quem dirá para aproveitar um streamming gringo. Resultado: Não consegui assistir a estreia da sétima temporada de Americana Horror Story. Mais frustração que a minha? Nesse momento, posso garantir que não existe!


*Editora do site cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm

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