domingo, 17 de junho de 2018

.: #DOM09: As confissões de Lucas Jagger para a mãe, Luciana Gimenez

Por Helder Moraes Miranda, em junho de 2018.


“Sempre foi isso, nunca foi outra coisa, então não é estranho”, diz Lucas Jagger para a mãe
Pela primeira vez, Luciana Gimenez recebeu no talk show "Luciana By Night" o primogênito Lucas Jagger, fruto de seu relacionamento com o astro do rock Mick Jagger. No bate-papo que foi ao ar na última terça-feira, 12 de junho, Lucas relembrou momentos da infância e revelou algumas curiosidades da rotina de um jovem de 19 anos, como o fato da mãe o seguir em tempo real com a ajuda de um aplicativo. "Minha mãe recentemente colocou um programa no meu celular que dá para saber onde estou o tempo todo, um localizador. Ela colocou e falou: 'ai, vou conseguir te ver e tudo'. Na primeira semana fiquei até preocupado: 'será que ela vai encher o saco?'. Mas aí percebi que não faço nada de errado, o que ela vai ver?", diz.

Depois de um tempo, o jovem notou que, por meio do mesmo aplicativo, também conseguia saber onde Gimenez estava. “Ela finalmente me mandou um negócio no aplicativo e percebi que também dava para vê-la, e agora parece que fui eu que instalei no celular dela, porque eu uso muito mais do que ela para saber onde está", diverte-se.

Lucas demonstra naturalidade ao lidar com a fama dos pais. "Nunca foi outra coisa, sempre foi o trabalho da minha mãe e o trabalho do meu pai. Eu vinha muito acompanhar as gravações, parei há uns três anos. É legal, mas igual visitar seu pai no trabalho dele. Sempre foi isso, nunca foi outra coisa, então não é estranho", revela.

Neto da atriz Vera Gimenez, Lucas diverte a plateia ao compartilhar momentos com a avó. "Ela fica mandando aqueles vídeos do Facebook de motivação sabe, 'você vai conseguir'. (...) Outra coisa da vovó é esse negócio de que mãe acha toda foto do filho bonita. Minha avó postou uma foto minha horrorosa, eu estava meio que mastigando e ela postou: 'Foi uma época tão boa'. Ok, a época era ótima, mas a foto, não (risos)".

Luciana conta que “Bu” - como chama carinhosamente o primogênito - só corta o cabelo duas vezes por ano.  "Até os 13 anos eu andava bagaceiro. Depois melhorou. Minha mãe me colocava de terninho, na minha festa de seis anos não dava para eu me mexer. (...) Tem uma história, me colocaram de terno branco na minha festa de quatro anos, daí eu fui num jardim que tinha barro e me joguei lá para me sujar todo", relembra ele, dizendo ainda sobre o tratamento da mãe com o irmão mais novo: “No Lorenzo você não coloca (terno), né. (Se deixar) Ele vai para a festa de sunga”.

Com mais de 1,6 milhão de seguidores em sua conta no Instagram, Luciana compartilha a rotina com os fãs e, muitas vezes, fotos de suas produções para eventos especiais. Sobre os vestidos, por vezes ousados, que a mãe usa, Lucas explica: "Não é ciúme, lógico que não é ciúme, só não quero que minha mãe saia pelada de casa. Não é ciúme, é bom senso”...


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As "Notas Contemporâneas" de Toquinho no MIS
O programa Notas Contemporâneas do MIS, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, convida o cantor e compositor Toquinho. Autor de grandes clássicos da música brasileira, como "Aquarela" e "Tarde em Itapuã", ele recebe o público para um bate-papo musical sobre sua carreira, mediado pelo curador do projeto, Cleber Papa, enquanto a Banda MIS interpreta suas canções. Em meio à conversa, a Banda MIS interpreta os sucessos dele no palco. O público presente também poderá interagir e enviar perguntas a Toquinho durante o evento. O evento acontece no dia 20, quarta-feira, às 20h, no Auditório MIS (172 lugares). O ingresso, gratuito, deve ser retirado com 1h de antecedência na bilheteria do Museu. Na avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo.

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“Não há muitos personagens para atores de mais idade”, reclama ator
Fulvio Stefanini falou da situação da dramaturgia atualmente e comentou, no programa "Mariana Godoy Entrevista" da RedeTV!, a falta de papeis para atores mais velhos. “Isso é complicado porque não há muitos personagens para atores de mais idade. Geralmente os conflitos acontecem entre os 30 e 50 anos. São as idades em que as coisas realmente acontecem na vida, problemas com a família, com os filhos, problemas econômicos, então tem muito texto para atores dessa idade e isso não é uma coisa brasileira, é algo no mundo inteiro”, compartilhou.

Ainda sobre o assunto, Fulvio, que possui mais de 60 anos de carreira, ressalta as oportunidades que o teatro traz. “A gente vê notícias de atores famosíssimos que reclamam que não têm papel. Claro que existem algumas peças que tem atores mais velhos e geralmente esses personagens são escritos para a idade. Isso é fantástico”.

Atualmente em cartaz com a peça "O Pai", o ator defende o ofício e explica porque o valor dos ingressos não são geralmente tão caros. “Hoje em dia o teatro está barato porque as outras coisas ficaram caras e ele manteve um preço acessível. O teatro é de quem ama teatro”, afirma.

Ao falar sobre algum trabalho que gostaria de ter participado, mas não pôde, Fulvio relembrou o filme "Dona Flor e Seus Dois Maridos", feito em 1976 e baseado na obra do escritor Jorge Amado. “Eu não pude fazer e quem acabou fazendo foi o Zé Wilker. Na época fui convidado e não pude porque estava gravando uma novela. Ele seria feito no Bahia e não pude ir, mas o Zé fez maravilhosamente bem, até melhor do que eu faria”, diz.

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Dedé Santana não queria que filha fosse atriz
Para o mesmo programa, o eterno Trapalhão Dedé Santana, considerado até hoje um ícone do humor brasileiro, falou sobre a filha Yasmim Sant’anna e explicou porque não gostaria que ela fosse atriz. “É uma profissão sofrida porque não depende só do talento, depende da sorte também”, disse ele, que ainda recordou a primeira vez que viu a herdeira no palco. “Quando vi, ela já estava numa peça, era uma comédia. Minha filha mais velha me levou e dei muita risada com ela (Yasmim). Depois fui ao camarim e ficou um suspense. Quando entrei, ela ficou me olhando e eu falei: 'é, minha filha, você não podia fazer outra coisa na vida', e ela me abraçou e chorou”.

Oitava geração de uma família de artistas circenses, Dedé relembra também a perda do pai quando tinha apenas 14 anos de idade. “Ele morreu atropelado quase que na porta do circo e nós não tínhamos dinheiro. O circo estava lotado e minha mãe falou: 'se a gente não trabalhar, não vamos ter dinheiro para enterrar seu pai'. Era o público aplaudindo e a gente chorando”, relembra.

Com participação em sete filmes e três peças de teatro nos últimos três anos, Dedé afirma que se considera realizado na profissão. “É uma felicidade tão grande para mim estar no palco, uma honra. (…) Faço 83 anos e só tenho que agradecer muito a Deus e a vocês, que fizeram de mim o eterno Trapalhão”, diz ele, que no próximo dia 7, estreará no espetáculo "Circo da Turma da Mônica – O Primeiro Circo do Novo Mundo", em parceria com Mauricio de Sousa.

Após ficar entre a vida e a morte por problemas cardíacos, o artista contou que passou a se relacionar mais com Deus. “Descobri que meu filho era evangélico e trouxeram uns pastores até o hospital, eles oraram por mim e no outro dia eu estava bem. Os médicos disseram que foi um milagre e de lá para cá eu falei: 'Deus é bom, é maravilhoso'. Sempre oro, antes da peça chamo todo o elenco e faço uma oração com eles”, pontuou Dedé, que garantiu “não ter medo da morte”.


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Música: Mc Trans retorna a música com “Mulher Evoluída”
A funkeira Mc Trans que iniciou sua carreira como cantora em 2014 no Rio de Janeiro lançando hits como “Pára Menino”, “Brilho Não é Pra Todas” e “Lacração” que somam milhões de visualizações e streamings nas plataformas digitais, retomou sua carreira musical com a nova canção “Mulher Evoluída” em participação com Lady Chokey, considerada a nova aposta no meio LGBTQ+. A nova música é uma composição de Renato Brewster e foi produzido por Rick Joe, produtor que trabalha com Anitta e Ludmilla.

Em quatro anos de carreira como cantora, Mc Trans que é criadora do bordão “Não sou obrigada a nada”, já participou de diversos programas em rede nacional contando sua história de vida, onde expôs transexualidade e vida íntima. Após sua história de vida ser revelada, a cantora realizou turnê por todo o Brasil com suas canções autorais, atualmente mora em São Paulo, onde não nega em recente entrevista que ainda vive da prostituição para sobreviver, conciliando juntamente com sua carreira de funkeira e digital influencer.

A canção “Mulher Evoluída” está disponível em todas as plataformas digitais e promete trazer o frescor e essência do novo momento musical e pessoal da cantora.

Ouça “Mulher Evoluída”: 


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“Viraram amigas especiais, coleguinhas mesmo”, diz Laura Pausini sobre Simone e Simaria
A cantora italiana Laura Pausini relembra a primeira vez em que esteve no Brasil e admite que foi "amor à primeira vista". "Eu me lembro bem que escutei as pessoas falando comigo em português e entendi tudo. Na hora, pensei: ‘é incrível’. Adorei tudo. Quando eu era mais nova, fui ao Rio de Janeiro também e fiquei com os olhos apaixonados”, compartilhou ela, durante entrevista ao programa "Ritmo Brasil", apresentado por Faa Morena na RedeTV!. 

Durante participação no quadro "Faa quer saber", Laura fala sobre o novo projeto "Fatti Sentire" e comentou a parceria com a dupla sertaneja Simone e Simaria, lançada recentemente com a canção 'Novo'. “Gravei o clipe em São Paulo e adorei demais as duas, viraram amigas especiais, coleguinhas mesmo”, brinca. Com shows marcados para agosto em São Paulo, Brasília, Recife e Curitiba. 

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Por amor ou por dinheiro? 
O axé voltou com tudo e, com isso, as bandas do ritmo vem voltando ao foco. Uma delas, É O Tchan, foi a banda de mais sucesso durante muito tempo. Os cantores Compadre Washington e Beto Jamaica foram falar com a apresentadora Daniela Albuquerque no palco do programa "Sensacional". Durante um bate-papo descontraído, a dupla falou sobre seus quase 40 anos de amizade e relembrou histórias divertidas da trajetória do grupo, como a mudança do nome Gera Samba, que os fez parar em uma delegacia em Aracaju.

Com auge do sucesso entre os anos 90 e 2000, o É o Tchan conquistou o público com suas letras bem-humoradas e suas coreografias. Sobre a decisão de trazer dançarinos para o grupo, Beto Jamaica revive. “O Jacaré a gente já tinha contato, porque ele dançava muito no Olodum, aí nós o convidamos. A Débora (Brasil), primeira morena do Tchan, quem convidou foi o Cal Adan, nosso produtor. E a Carla (Perez) foi num show da gente, aí a chamei para dançar. Foi aí que ela subiu e deu o maior show lá”.

Questionados se teriam retornado ao É o Tchan por amor ou dinheiro, eles explicam que sentiam necessidade de estar perto dos filhos e por isso deixaram a banda, mas confessam que os gastos também ajudaram na decisão de voltar aos palcos. “A questão financeira também pegou, porque de onde você tira e não bota, fica faltando”, diz Compadre Washington. “A gente vive da música. Somos apaixonados pelo trabalho que nós criamos, por esse filho que fizemos”, completa Beto.

Sobre pensar em ter mais filhos, Washington, que é pai de 10, brinca: “Se alguém quiser ter filho comigo e assinar um documento dizendo 'eu não quero pensão, não quero nada', porque pensão é que dá problema”. O cantor ainda destaca que o pagamento das pensões aos filhos e seu plano de saúde são suas prioridades. Crédito: Andrea Dallevo/ Divulgação RedeTV!.


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Musa do Brasil, Iara Ferreira posa sexy e revela como lida com o assédio
A campeã do concurso Musa do Brasil, Iara Ferreira, voltou a posar para um ensaio sensual e exibiu suas curvas em fotos de biquíni. A loira, que também é atriz da RedeTV!, assumiu a solteirice em pleno Dia dos Namorados e contou que isso não significa que está disponível. Lidando com o assédio, principalmente nas redes sociais, Iara conta que está mesmo focada no seu trabalho.

“Esse carinho do público pra mim ainda é novo. Antes não era assim. Depois que venci o concurso e que entrei para a televisão, passei a ser reconhecida e mais assediada. No bom sentido, é claro”, diz. “Aprendi a lidar com isso observando artistas da emissora como Luciana Gimenez e Flávia Noronha. Percebi como elas tratavam as pessoas, inclusive na internet, como elas conversavam com todos e estavam sempre sorrindo. Isso me inspirou muito”.

No ar como atriz de pegadinhas no programa "João Kléber Show", Iara confessou que antes de estrear nas telinhas era mais tímida. “Eu era muita assustada, até porque não vivia nesse meio artístico. Mas fui me soltando aos poucos e encarando tudo com naturalidade, principalmente em relação as cantadas”, revela. “Dizer que está solteira parece que dá esperança a algumas pessoas que possam querer algo. Mas tem que lembrar que sou exigente”Foto: Davi Borges / M2 Mídia.


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Frank Jorge lança "Histórias Excêntricas ou Algum Tipo de Urgência"
O ano de 2017 foi marcante na trajetória de Frank Jorge. O artista foi escalado para abrir o show mais recente de Paul McCartney em Porto Alegre. A experiência o marcou tão profundamente que já na semana seguinte entrou em estúdio e começou a trabalhar em um novo álbum. O resultado é "Histórias Excêntricas ou Algum Tipo de Urgência", título que acaba de ser lançado em todas as plataformas digitais de música.

O disco é o quinto na carreira solo de Frank Jorge. Em 11 faixas, o público pode conferir a poética e a musicalidade típica do artista. "É uma síntese de coisas que explorei e busquei a vida inteira. Tem rock, soul, jovem guarda, country, brega, bolero". Frank assina sozinho todas as composições e toca quase todos os instrumentos no álbum, contando com participações em algumas faixas.

O álbum foi antecipado por dois singles, "Vida na Cidade (Allegro Ma Non Tanto)" em dezembro de 2017 e "S.O.S. Maloca" em abril de 2018. Em formato físico, "Histórias Excêntricas ou Algum Tipo de Urgência" ganhará prensagem em CD digipack pelo 180 Selo Fonográfico, também responsável pela distribuição digital. A arte de capa é de Victor Cecatto, responsável pelo visual de discos da Graforréia Xilarmônica e de outros discos de Frank. O rótulo do CD é de autoria de Rafael Escobar, filho do artista. Além do disco, o roqueiro lançou também um site oficial, que pode ser acessado no endereço http://frankjorge.com.br.

Completando 35 anos de carreira em 2018, Frank Jorge participou de diversas bandas aclamadas da cena musical gaúcha. Integrou os grupos Cascavelletes, Graforréia Xilarmônica e Cowboys Espirituais. Seus discos solo são aclamados por público e crítica. Ele também é professor e coordenador do curso de Produção Fonográfica da Unisinos.


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Cine Roxy exibe jogos da Copa 2018
Já imaginou assistir aos jogos da Seleção na Copa da Rússia em um telão, com tecnologia e conforto de uma sala de cinema? Assim como em 2014, o Cine Roxy mostrará os jogos da seleção canarinho. A estreia será no dia 17/06, quando Brasil enfrenta a Suíça, às 15h. Os fãs de futebol já podem comprar os ingressos com toda comodidade através do site www.cineroxy.com.br. O ingresso custa R$ 25, valor promocional de meia-entrada para todos. E também pode ser adquirido nas bilheterias das unidades do Roxy que exibirão as partidas: O Roxy 5, em Santos, e o Roxy 6, em São Vicente.

A partir de um estúdio no Rio de Janeiro, exclusivamente para os cinemas, Gustavo Villani vai comandar a narração das partidas ao lado do ex-jogador Grafite. A dupla também contará com a participação especial de Mari Palma, repórter do Grupo que desde abril passou a integrar a equipe de esporte. As salas serão abertas com antecedência e, a partir de uma hora antes do início dos jogos, o público poderá entrar no clima e acompanhar o pré-jogo com partidas históricas do Brasil em mundiais, gols marcantes e a preparação de cada jogo. Data jogos da primeira fase: 17 de junho, às 15h; 22 de junho, às 8h, 27 de junho, às 14h. Local: Cine Roxy 5 (Av. Ana Costa, 443, Gonzaga) e Cine Roxy 6 (Rua Frei Gaspar, 365, Brisamar Shopping, São Vicente).

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*Helder Moraes Miranda escreve desde os seis anos e publicou um livro de poemas, "Fuga", aos 17. É bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.


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