sábado, 14 de julho de 2018

.: As mazelas que os modelos de desenvolvimento causam à Terra


.: As mazelas que os modelos de desenvolvimento socioeconômico e não-sustentável causam à Terra! (Parte I) - #Sustentabilidade, por Marcio Costa

Por Marcio Costa*, em julho de 2018.

Existe uma grande preocupação acerca do modelo socioeconômico constituído atualmente, pois é um modelo que não favorece às políticas de igualdade social e nem às políticas de desenvolvimento sustentável da sociedade. Esse atual modelo favorece apenas às grandes corporações, grandes empresários e os detentores do poder (políticos e partidos). Mas qual o custo a ser pago pelo planeta por esse deficit nos modelos?

Não só o planeta se desgasta mas também a própria humanidade. Vários pensadores contemporâneos veem o planeta e todos os seres viventes como um único sistema, nesse contexto defendido principalmente por alguns filósofos da ciência, a menor bactéria é necessária para o desenvolvimento geral. Seria basicamente o que acontece no filme "Avatar", quando uma parte do sistema é afetada drasticamente, o restante perece ou padece.

Esse atual modelo não-sustentável seguido por vários países, é o que causará vários males à população no futuro. Em 23 de setembro de 2008, o planeta ultrapassou em 30% sua capacidade de reposição de recursos, no que foi chamado: "The Earth Overshoot Day" ou, em português, "o Dia da Ultrapassagem da Terra". Quer dizer que a partir daquele dia, é necessário mais de um planeta Terra para dar conta da demanda de recursos dos seres humanos.

Em 2002 foi produzida pela revista "Crônicas de los Tiempos", uma carta redigida por várias pessoas, de vários setores da sociedade, que ilustra uma hipotética situação de desabastecimento de água no ano de 2070. Essa “carta” apenas mostra um dos possíveis problemas enfrentados no futuro (o da água), mas que indiretamente afeta todos os outros.



É necessário começarmos a pensar em modelos de desenvolvimento socioeconômicos igualitários e modelos de desenvolvimento sustentável para assim, podermos cobrar atitudes de nossos governos, mas além disso, é necessário cada um fazer a sua parte e evitar desperdícios.

*Marcio Costa é ex-publicitário, dono de um canal de gastronomia no YouTube (AntiGourmet TV). Está cursando Licenciatura em Filosofia pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Apaixonado por Filosofia, Biologia, Sociologia, Política, Astrofísica e Gastronomia.

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