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Síndrome
de Satã
Por:
Marcelino Rodriguez
Em setembro de 2007
Se observarmos as pessoas de um modo realista e analítico,
veremos que o enunciado do Evangelho de João de que "a luz veio ao mundo,
mas os homens amaram mais as trevas que a luz" é de uma exatidão matemática.
O ser humano sem Deus é um predador como outro qualquer, mesmo disfarçado
nas melhores intenções civilizatórias!
Ainda em João é dito que "Deus é caridade". E se assim não fosse, viveríamos
sob a ditadura do duro coração humano que ainda sofre da síndrome de Satã,
doença emocional caracterizada pelos sintomas de "Irreverência",
"Ingratidão", "Presunção", "Egoísmo", "Orgulho", "Impiedade", "indiferença",
"Ambição" e outros desconfortos mais ou menos sutis que o ser humano sem
espírito cultivado cria.
Repare que falta de humildade é diante da grandeza de céus e terra e mares
não procurar saber nem agradecer a procedência nisso. Veja mesmo e observe
que a miséria não é um fenômeno natural; aliás, se houvesse amor em escala
um pouco maior nesse mundo, nem fome existiria. Cercados de luz, a
humanidade em sua maior parte vive nas trevas como o pior dos cegos.
No entanto, está lá no livro sagrado: e para todo aquele que crê nele Deus
deu o poder de torná-los seu filho. Apenas para sintetizar e apontar um
entendimento: por mais gracioso que pareça o homem, ele é um doente, sem
Deus; nesse mundo estamos todos para melhorar o espírito e rendermos graças
ao criador.
Para
aprender a amar. Que tal começarmos por Deus, que é o mais desprezado? Ou é
melhor continuar a inércia de séculos de egolatria? A quem sua alma anda
adorando, amando ou reverenciando? O ministério dos Anjos recomenda: não
leve para casa, nem faça negócio com quem tem sintomas da Síndrome de Satã.
O diabo e seus filhos são ladrões e salteadores por excelência. Eu li certa
vez que para quem não tem amor a terra não é redonda nem quadrada: é chata!
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