|
|
|
Big
Love é um Big livro
Por:
Helder Moraes Miranda
Em outubro de 2005
Mostarda faz ex-namorado transformar-se em monstro. Confira na crítica do
livro que vai virar filme pelas mãos do diretor de
A Múmia e
Van Helsing
A Nova Fronteira mudou o estilo de seus livros editados, e para melhor.
Obras com uma linguagem mais pop começam a fazer parte do selo da editora.
Um deles, é o ótimo Big Love, de Sarah Dunn, que no início prende
atenção pela chamada de capa "porque um namorado bonito é como um sofá
branco: um convite ao desastre".
A história, legal e bem escrita, gira em torno da colunista de
relacionamentos de um jornal de pequeno porte Alison Hopkins, que é
abandonada pelo namorado quando promove um jantar para amigos em sua casa. O
rapaz sai para comprar mostarda e desmancha com ela por meio de um
telefonema, ao dizer que reatou com a ex-namorada, a quem atribui a
característica de "vício".
De volta ao fascinante e confuso mundo dos solteiros, Alison é obrigada a
recomeçar, ao mesmo tempo em que fica tentada a dividir com leitores a
história de sua decepção amorosa e questionamentos como "amar é o
bastante?", "vale a pena investir em encontros que provavelmente não vão dar
em nada?".
E, em busca da felicidade, ela encontra coisas maiores, como o
auto-conhecimento e sabedoria para fazer escolhas. Mais que uma boa leitura,
Big Love é um exemplo para leitores de como as adversidades podem ser
enfrentadas com bom humor.
A autora: Sara Dunn abandonou a bem-sucedida carreira na TV -foi
roteirista e produtora dos seriados Murphy Brown, Veronica1s Closet e Spin
City- para escrever Big Love.
|
|