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visão crítica de estudantes da área de Comunicação
Por: Mary Ellen Farias dos
Santos
Em março de 2005
Seja no conhecido comercial publicitário ou na embalagem, a influência da
publicidade na hora da compra é muito grande sobre os consumidores. Tema
interessante? Sim. Contudo, a oitava edição da
Incomun: Revista de Pesquisa em Comunicação na Graduação, do Centro de
Ciências de Comunicação e Artes da Universidade Católica de Santos, aborda
também a 'inteligente' forma de expor produtos em mercados, o telespetáculo
da notícia e um estudo de comunicação comparada sobre o idoso e a mídia,
este último, realizado por alunos de jornalismo.
Na apresentação da revista, que abre a revista, o professor e coordenador da Editora
Universitária Leopoldianum, Marcelo Luciano Martins Di Renzo, ressalta que
"a edição nº 8 reúne cinco estudos, sendo quatro da área de Publicidade e um
de Jornalismo, cujo traço comum é a atualidade temática, o que pode traduzir
uma visão crítica da sociedade midiática deste século XXI, necessária à
formação profissional e ao exercício ética da cidadania, base de um mundo
melhor e mais justo".
A Classe Baixa Também Compra é o primeiro estudo que a revista
apresenta. O trabalho tem como objetivo analisar o perfil dos consumidores
das classes baixas, além de como as empresas se comunicam com este público.
Em A Embalagem e a Criança: Como Conquistar Esse Público? mostra como
a embalagem de um produto pode influenciar os consumidores de 0 e 10 anos,
estabelecendo até mesmo, um vínculo com o público infantil.
O terceiro estudo, Disposição de Produtos em Supermercados, revela
que o tratamento visual dos produtos, a postura dos vendedores e o fundo
musical são fatores que colaboram para o processo de comunicação entre
consumidor e produtos, o que por fim exerce grande influencia na hora da
compra.
Em seguida, O Idoso na mídia: Estudo de Comunicação Comparada, o
estudo feito por alunos de jornalismo, relembra a novela Mulheres
Apaixonadas, (Rede Globo, 2003) e traz um estudo na mídia sobre a
abordagem positiva da terceira idade, nos veículos, Jornal da Tarde, A
Tribuna e no Jornal Nacional.
Já o último estudo intitulado, A Informação na TV: Tele-espetáculo da
notícia, salienta o quanto a informação, acaba por tornar-se
entretenimento. Um exemplo dado pelos estudantes é o caso do apresentador no
SBT (Sistema Brasileira de Televisão), Augusto Liberato que usou a
informação junto ao entretenimento (infortenimento), ao inventar uma
entrevista com supostos membros do PCC (Primeiro Comando da Capital).
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Revista: INCOMUN - Revista de Pesquisa em Comunicação na Graduação - Nº 8 |
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82 páginas |
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Editora:
Leopoldianum |
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