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“A
Literatura como um todo me faz viajar. É onde encontro muita paz,
conhecimento e busco a sabedoria que ainda não encontrei.” - Umberto Gonçalves
Por: Mary Ellen Farias dos
Santos
Em outubro de 2009
Conheça melhor o escritor Umberto Gonçalves, autor de "Cabo Genaro:
Homem de Honra”, publicado pela Editora Scortecci.
Natural de Moreno, Pernambuco, Umberto Gonçalves, um escritor que
acredita no poder do ser humano em enfrentar os problema da vida, fala ao
site cultural Resenhando sobre o seu livro Cabo Genaro: Homem de Honra,
seus
planos literários, o gosto pela leitura e o seu amor pela escrita. Saiba
um pouco mais deste verdadeiro HOMEM DE HONRA!
RESENHANDO – Na sua visão de escritor o que é ser um HOMEM DE HONRA?
UMBERTO GONÇALVES - Na minha visão, Homem de Honra é todo aquele que tem
“vergonha na cara”. Não se trata de valentia no sentido de violência, mas
para enfrentar os problemas que a vida apresenta.
RESENHANDO – Como surgiu a história de “Cabo Genaro: Homem de Honra”,
publicado pela Editora Scortecci? Comente um pouco sobre o livro.
UMBERTO GONÇALVES - A história de Cabo Genaro: Homem de Honra surgiu com o
intento de contar sobre coisas e costumes do Nordeste do Brasil, aquela
terra tão rica e cheia de coisas pra contar. Melhor saber lendo o livro.
RESENHANDO – Como foi o processo de criação deste livro? Por que você
decidiu escrever um livro com uma temática bastante forte?
UMBERTO GONÇALVES - Ora, o tema não é tão forte assim. Talvez um pouco
cru, sem meias palavras. O livro conta algumas histórias. De todas
conheço um pouco. O resto tive que inventar com a experiência, com a
convivência que tive na Região.
RESENHANDO - Qual o sentimento ao ver um livro publicado?
U. G. – Um sentimento similar ao nascimento de um filho.
RESENHANDO - Como foi despertado o seu gosto pela leitura, e
consequentemente,
pela escrita?
U. G. – Uma vez fui redator de um pequeno jornalzinho (redundância
proposital). Comecei a escrever e não parei mais.
RESENHANDO - O que gostava de ler durante a sua infância e adolescência?
U. G. – De família pobre, não tinha rádio, TV ou qualquer outro
entretenimento que não fosse a revista “O Cruzeiro” e eventuais jornais
atrasados. Lembro que meu primeiro livro, afora os didáticos, foi Antologia
dos Poetas Brasileiros. Ainda o tenho. Foi o primeiro... Responde também a
parte da última pergunta.
RESENHANDO - Atualmente, na hora da leitura, qual o seu estilo preferido?
U. G. – Continuo um sonhador. Amo ficção. Sei que não é verdade hoje.
Amanhã, quem sabe? Gosto mais da prosa.
RESENHANDO - O que a literatura representa em sua vida?
U. G. – A Literatura como um todo me faz viajar. É onde encontro muita
paz, conhecimento e busco a sabedoria que ainda não encontrei.
RESENHANDO - Quais seus planos no meio literário?
U. G. – Depois de publicar o “Dr. Zezinho e o Cabo Genaro – Homem de
Honra, tenho pronto, no prelo, Zapadojna, uma história passada no Rio de
Janeiro, na época da ditadura. Neste, também escrevi sobre os costumes
daquele povo maravilhoso que é o Carioca. Atualmente escrevo uma história
que ocorre em São
Paulo, Santos e São Sebastião, ainda sem título. No mais, é deixar que o
Grande Arquiteto do Universo, que é Deus, nos ilumine e guarde.
PING-PONG
Gosto de: Amigos e Sashimi.
Detesto: Falsos amigos e Limão.
Meus escritores favoritos são: José Lins do Rêgo
(Meu Pé de Laranja
Lima), Jorge Amado (Capitães de Areia), Margot Morrell (Sharckleton), entre
tantos outros bons autores.
Escrevo por: Amor
Mensagem para o público: Como tímido que sou, espero que este meio
traga entretenimento a todos. Me comprometo a trazer aqui, antes que
qualquer lugar, o próximo trabalho (ZAPADOJNA). Que Deus os abençoe!
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