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Remy, um
ratinho cativante
Por: Mary Ellen Farias dos
Santos
Em agosto de 2007
Um ratinho irreverente que garante bons momentos para o público e para a
parceria Disney Pixar.
Você deve estar pensando, mas porque uma crítica de Ratatouille só
agora? A resposta: A vida de uma mulher casada não é fácil. A falta de tempo
é evidente, principalmente, quando o tempo faz o seu dever de passar com grande agilidade e
quando, finalmente, sobra um tempo para sentarmos, notamos como tudo na vida
é voraz. Contudo, Ratatouille tem tanto potencial que permite (mesmo
após mais de um mês de lançado) a publicação de uma crítica no
Resenhando.
Antes da grande atração temos o curta-metragem, fruto da parceria Disney Pixar
que já trouxe belas histórias como O jogo de Geri, do
belíssimo Vida de Inseto e Pular, do corajoso Os
Incríveis. Desta vez, as risadas ficam por conta de Quase Abduzido
(Lifted, de Gary Rysdtrom), a personagem, que com tanto sono, mil e uma coisas acontecem,
mas nem os extra-terrestres acordam o dorminhoco (humano) em foco.
Seguindo com o ratinho, o fantástico colorido Disney, o humor e a ordem dos
acontecimento obedecem os últimos grandes sucessos anteriores do estúdio,
porém Ratatouille vem com o toque de um chefe de cozinha impecável e
hilário: Remy, o ratinho encrenqueiro e revolucionador da história. Este é
um fato bastante curioso, mesmo porque o grande ícone da Disney é também um
rato, mas que atende pelo nome de Mickey. Não que este seja o único depois
de Mickey, pois há o casal Bernardo e Bianca, mas há um peso maior neles já
que há bastante drama na história. Na história Remy nem tanto!
A animação do rato atrapalhado tem nome importado, isto é, este é o nome de
um cozido típico da região de Provence, no sul da França, preparado com
berinjela, tomate, cebola, pimentão e outros legumes a gosto. Além de fazer
a personagem principal, a "ligação" do título do desenho é estabelecida
quase no fim da animação, quando tudo parecia estar perdido e há ainda a
presença do crítico gastronômico Anton Ego (voz original de Peter O'Toole).
Bom, mas vamos para o começo deste enredo bem humorado. Remy (voz original de Patton Oswalt) é
um rato que sonha ser um grande chef. Nosso sonhador vive num sítio onde uma
velhinha ama culinária e passa o dia de frente ao programa do chef Auguste
Gusteau (voz original de Brad Garret), que tem como lema "todo mundo pode
cozinhar", que ainda é dono do Gusteau's, um dos mais renomados restaurantes
do mundo.
É claro que nosso herói acredita que também pode cozinhar. Então com um
queijo diferente roubado ali e um erva encontrada aqui, mais uns temperos da
velhinha, ele cria estouros de sabor. Até que um dia ele e seu irmão são
descobertos pela senhorinha, então, é confusão na certa. Com tiros os ratos
fogem e acabam se separando. Remy fica somente com o livro de receitas de
Gusteau e seu sentido de chef fica tão aguçado que passa a "ver" e a
"conversar" com o falecido chef de cozinha renomado.
Com tanta fome, não é mal roubar um pedaço de pão. É claro que ele sai do
esgoto e... tcharam. Ele está em Paris, local em que está o melhor
restaurante do mundo, o Gusteau's. Lá, vê um ajudante de limpeza da
cozinha arruinando uma sopa. O ratinho, como todo bom cozinheiro, fica
desesperado com a atitude do rapaz. Remy cai na cozinha e "mergulha" em seu
sonho. Os dois acabam amigos e a animação torna-se inesquecível!
É claro que há muita história para ser contada, mas nada melhor do que estar
numa grande sala de cinema diante do colorido Disney e das expressões
criadas pela equipe Disney-Pixar. Tudo é muito descontraído e até
despretensioso, em certos momentos, mas nunca, nunca cai na mesmice de
outros desenhos.
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Avaliação |
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História |
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Animação |
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Visual |
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Direção |
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Nota
Geral: |
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Filme: Ratatouille (EUA) |
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Ano: 2007 |
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Gênero: Animação / Comédia |
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Duração: 110 minutos |
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Direção: Brad Bird |
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Roteiro: Brad Bird |
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Elenco:
Patton Oswalt, Ian Holm, Lou Romano, Brian Dennehy, Peter Sohn, Peter
O'Toole, Brad Garrett, Janeane Garofalo. |
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