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Torne estas férias de verão inesquecíveis
Por: Mary Ellen Farias dos
Santos
Colaboração: Juliana Pereira
Em janeiro de 2008
Quer aproveitar cada segundo destas férias? Então confira o Top 5 de filmes
do Resenhando.com e divirta-se!
As férias de verão tão aguardados chegaram. Agora surge a pergunta: O que fazer
para aproveitar o tempo livre? Siga as dicas de
filmes do site cultural Resenhando.com nestes dias de descanso. Faça cada
dia estas férias tornarem-se inesquecíveis. Para tornar tudo
perfeito, preparamos um Top 5 com os filmes que receberam críticas em 2007
no Resenhando.com.
As dicas de longas passam pela suavidade e encanto de filmes infantis,
mergulham no ódio e vingança de pactos que são rompidos, pousam pelo
suspense e terror de um assassino sanguinário e valoriza uma produção
brasileira que deu pano para as mangas, ou melhor, tornou-se febre nacional. Confira
as dicas, bom filme e não esqueça as pipocas!
A história que todos gostariam de (re)ver em um tom moderno e descontraído.
Encantada, a nova produção dos estúdios Disney é uma fábula romântica
que abocanhou críticas extremamente positivas, além de uma bilheteria de 50
milhões de quinta a domingo e 35 milhões só no fim de semana de estréia nos
Estados Unidos. O que há de
tão legal neste filme? Tudo.
A fantasia é dividida entre atuação e desenho (à moda antiga). Como isso? Simples. De cara
você embarca numa animação (nada de desenho em 3D). A mocinha vive numa casinha no pé de uma
árvore no meio de uma linda floresta habitada por animais amigos. É claro
que quando ela canta, seu amigos animais atendem ao chamado da bela moça,
Gisele (Amy Adams).
Acha que a animação é somente no início? Não. Pode-se dizer que o longa é
70% filme e 30% animação, sendo que enquanto filme há cenas mescladas com
animação. Muitas risadas e até cenas que mexem com a emoção do público, além
de uma parada musical no estilo dos parques Disney: música animada, dança
coreografada e figurinos coloridos, ou seja, tudo o que a Disney faz de
melhor. Encantada é perfeito, pois resgata toda a magia dos estúdios
Disney, principalmente para aqueles, que como eu, cresceram diante de reinos
mágicos, príncipes encantados, bailes em lindos salões entre outros contos
adaptados em animação. Não perca!
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Geral: |
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Filme: Encantada (Enchanted, EUA) |
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Ano: 2007 |
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Gênero: Animação/ |
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Duração: 102 minutos |
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Direção: Kevin Lima |
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Roteiro: Bill Kelly, Rita Hsiao e Todd Alcott |
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Elenco: Amy Adams, Susan Sarandon, James Marsden |
Pacto Quebrado é um filme com cenas fortes e inesperadas que
constroem e destroem as personagens a cada diálogo. Em contrapartida, todos
são envolvidos numa "teia" de problemas como família, lealdade, e claro,
segredos. Quem dá o tom nesta história? Uma trilha sonora de qualidade que
aguça a curiosidade do espectador, levando-o sempre, a criar possíveis
situações para todas as personagens.
Outro ponto importante do filme é o tema: estupro. Sem
banalização o diretor dá o seu recado e mostra as dificuldades emocionais e
psicológicas que uma mulher sofre, chegando até a criar amigos imaginários
com poderes para destruir a quem lhe aflige.
Sinceramente, há um tempo tenho esperado para assistir um filme considerável
e com pelo menos, um pingo de qualidade. Pacto Quebrado veio dar fim
a este meu jejum com chave de ouro porque ele é 100% intrigante e
simplesmente perfeito. Assista porque não irá se arrepender!
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Filme: Pacto Quebrado (One Way, Alemanha)
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Ano: 2006 |
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Gênero: Suspense |
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Duração: 110 minutos |
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Direção: Reto Salimbeni |
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Roteiro: Reto Salimbeni
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Elenco: Til Schweiger, Lauren Lee Smith, Michael Clarke Duncan,
Stephanie Von Pfetten, Sebastien Roberts, Sonia Smits, Art Hindle, Ken Welsh,
Daniel Kash |
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Distribuidora:
Flashstar |
Ratatouille tem
muito potencial.
Antes da grande atração temos o curta-metragem, fruto da parceria Disney Pixar
que já trouxe belas histórias como O jogo de Geri, do
belíssimo Vida de Inseto e Pular, do corajoso Os
Incríveis. Desta vez, as risadas ficam por conta de Quase Abduzido
(Lifted, de Gary Rysdtrom), a personagem, que com tanto sono, mil e uma coisas acontecem,
mas nem os extra-terrestres acordam o dorminhoco (humano) em foco.
Seguindo com o ratinho, o fantástico colorido Disney, o humor e a ordem dos
acontecimento obedecem os últimos grandes sucessos anteriores do estúdio,
porém Ratatouille vem com o toque de um chefe de cozinha impecável e
hilário: Remy, o ratinho encrenqueiro e revolucionador da história. Este é
um fato bastante curioso, mesmo porque o grande ícone da Disney é também um
rato, mas que atende pelo nome de Mickey.
A animação do rato atrapalhado tem nome importado, isto é, este é o nome de
um cozido típico da região de Provence, no sul da França, preparado com
berinjela, tomate, cebola, pimentão e outros legumes a gosto. Além de fazer
a personagem principal, a "ligação" do título do desenho é estabelecida
quase no fim da animação, quando tudo parecia estar perdido e há ainda a
presença do crítico gastronômico Anton Ego (voz original de Peter O'Toole).
É claro que há muita história para ser contada, mas nada melhor do que estar
numa grande sala de cinema diante do colorido Disney e das expressões
criadas pela equipe Disney-Pixar. Tudo é muito descontraído e até
despretensioso, em certos momentos, mas nunca, nunca cai na mesmice de
outros desenhos.
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Filme: Ratatouille (EUA) |
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Ano: 2007 |
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Gênero: Animação / Comédia |
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Duração: 110 minutos |
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Direção: Brad Bird |
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Roteiro: Brad Bird |
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Elenco:
Patton Oswalt, Ian Holm, Lou Romano, Brian Dennehy, Peter Sohn, Peter
O'Toole, Brad Garrett, Janeane Garofalo. |
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Boas doses de violência, o duelo entre bandido e polícia e uma acalorada
discussão nos meios de comunicação fizeram cerca de 180 mil pessoas irem ao
cinema assistir ao Tropa de Elite no dia 5 de outubro, quando o filme
estreou em São Paulo e no Rio de Janeiro. Baseado no livro Elite da Tropa
de André Batista, Luiz Eduardo Soares e Rodrigo Pimentel, o longa, dirigido
por José Padilha, conta a história do capitão do BOPE (Batalha de Operações
Policias Especiais) e mostra uma polícia violenta e imersa em corrupção.
Nos últimos tempos, filmes que abordam a temática da violência social no
Brasil conseguem boas bilheterias. Cidade de Deus (2002) que retratou
a violência e o tráfico de drogas na favela carioca fez 3,2 milhões de
espectadores. Carandiru (2003), que mostra histórias de detentos,
atingiu um público de 4,6 milhões de pessoas.
Tropa de Elite, até o fim de sua exibição nos cinemas, certamente vai
fechar seu balanço de bilheteria com números bem gordos. O filme, que chegou
embalado na polêmica da pirataria, levantou diversos debates e reflexões
sobre questões como o comportamento dos policiais, a segurança pública e a
descriminalização das drogas.
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Filme: Tropa de Elite (Brasil)
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Ano: 2007 |
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Gênero: Ação/ Drama/ Policial |
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Duração: min |
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Direção: José Padilha |
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Roteiro: Baseado no livro Elite da Tropa, de André Batista, Luiz
Eduardo Soares e Rodrigo Pimentel |
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Elenco: Wagner Moura, André Ramiro, Caio Junqueira e Fernanda Machado |
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Um jogo em que a morte é a maior garantia e viver é questão de sorte e
inteligência do competidor. Jogos Mortais IV é o reinício desta série
de jorrar sangue e mostrar em detalhes mortes escatológicas. Ok, todos
sabemos disso, mas não queremos perder a nova maldade do justiceiro Jigsaw (Tobin
Bell). Sim, ele e sua ajudante Amanda morreram em Jogos Mortais III,
mas ainda sim, há alguém usando a máscara de porco e o engenheiro que queria
ensinar as pessoas a dar mais valor às suas vidas consegue deixar sua última
mensagem para que o jogo comece, desta vez pelas mãos de um policial.
Tudo começa na biópsia de John, mortinho, estirado na mesa do necrotério,
ele retalhado (a cena é 100% detalhada na telona) e... tcharaaaaaaaaaam...
dentro de seu estômago, o médico legista, encontra uma microfita. Resultado:
nesta fitinha há um aviso de que os jogos estão apenas começando, claro,
você irá ouvir aquela voz sinistra, sem contar no surgimento de um
substituto à altura. Qual é o candidato?
Eis que surgem dois experientes oficiais do FBI, Agente Strahm (Scott
Petterson) e Agente Perez (Athena Karkanis). Eles chegam à assustada unidade
policial para ajudar o veterano detetive Hoffman a analisar o que sobrou dos
truques de Jigsaw e montar o novo quebra-cabeças. Contudo, quando o
comandante da SWAT Rigg (Lyriq Bent) é aprisionado em uma armadilha, o jogo
recomeça.
A história é toda explicada. Por conta da perda do filho ele revoltou-se e para caprichar, descobriu
estar com câncer. A gota final para que ele decidisse ensinar as pessoas
valorizarem suas saudáveis vidas, nem que isso acontecesse nos segundos
finais, antes da morte de suas vítimas. Esta seqüência é ainda melhor que a
terceira, porém Jogos Mortais II, continua como o melhor dos três. A
primeira película? Foi pura inovação.
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Nota
Geral: |
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Filme: Jogos Mortais IV (Saw IV, EUA) |
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Ano: 2007 |
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Gênero: Terror |
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Duração: 104 minutos |
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Direção: Darren Lynn Bousman |
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Roteiro: Patrick Melton e Marcus Dunstan |
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Elenco: Tobin Bell, Costas Mandylor, Scott Patterson, Betsy Russell,
Lyriq Bent, Athena Karkanis |
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