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Ação,
ação e mais ação
Por:
Mary Ellen Farias dos Santos
Em maio de 2005
Tiros, explosões e o ator Bruce Willis. Não, Refém, história original
de uma obra, não é mais uma
seqüência da trilogia Duro de Matar, apesar de, inconsciente ou
conscientemente, lembrar muito, principalmente pelo uso de clichês
dos filmes de ação, como o filme citado.
Refém traz uma história velha, mas reformulada, isto é, um policial que vive
momentos difíceis, passam-se alguns anos, ele muda totalmente de vida, mas
não de profissão. Seria para poder um dia reviver os maus momentos do
passado?
Parece que sim. O esperado acontece, com uma vida aparentemente boa, apesar
de ter uma filha problemática, Jeff Talley (Bruce Willis) tem a vida de sua
esposa e filha em risco.
O resto? Não é surpreendente. A verdade é que está meio difícil de aparecer
um longa que surpreenda e traga novas visões sobre as histórias já mostradas
na telona.
O problema é que os filmes de ação, norte-americanos, estão parecendo com os
filmes brasileiros antigos sobre a fuga do retirante e sua vitória na cidade
grande: abordam o mesmo tema.
A mesma abordagem sempre. Sem novidades. Parece-me, que até se o
cinema brasileiro arriscar em filmes de ação terá mais êxito do que o
norte-americano. Um exemplo é O Invasor, o qual também originou-se de
um livro.
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Avaliação |
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História |
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Animação |
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Visual |
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Direção |
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Nota
Geral: |
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Filme: Refém (Hostage)
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Ano: 2005 |
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Gênero: Suspense |
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Duração: 102 min |
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Direção: Florent Emilio Siri |
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Roteiro: Doug Richardson, Robert Crais (livro) |
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Elenco: Bruce Willis, Kevin Pollak, Jimmy Bennett, Michelle Horn, Ben
Foster, Jonathan Tucker, Marshall Allman, Serena Scott Thomas, Rumer Willis,
Robert Knepper, Tina Lifford |
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