::Favoritos::
:: Equipe ::
::Promoção::
:: Fale Conosco ::
::Canais              
.: Acústico
.: Gente
.: Legenda
.: Novidades
.: Resenhas
.: R.G.
.: Set
 
 
:: Promoção ::
::Resenhando
 
:: Equipe ::
 
:: Publicidade ::
:: Parceiros ::
                    
:: Privacidade ::
:: Fale Conosco ::

 

::Set de Guerra dos Mundos
 

Alarde excessivo para pouca coisa
Por:  Mary Ellen Farias dos Santos

Em julho de 2005



Que 2005 não está lá aquelas coisas em se tratando de cinema, isso é fato. Salvo exceções, como por exemplo, Constantine e Jogos Mortais. Infelizmente o mais novo longa de Tom Cruise, Guerra dos Mundos, que teve o "mérito" da direção de Steven Spielberg, também acabou decepcionando, não chegou a ser bom como o prometido e o esperado pelo público em geral, como o próprio Batman Begins. Não. Batman Begins e Guerra dos Mundos não chegam a ser ruins como O Grito ou O Pesadelo, mas deixam aquele sentimento de que faltou algo, isto é, não satisfaz a quem os vê.

A proposta do filme mostrou-se bastante interessante: uma verdadeira guerra entre humanos e ETs. Tudo começa com o operário divorciado Ray Ferrier (Tom Cruise) que após o serviço encontra-se com a ex-mulher e os dois filhos, Robbie (Justin Chatwin) e Rachel (Dakota Fanning) que os deixa em sua casa.

Ferrier, que só pensa nele e nele mesmo, tira um cochilo, quando acorda a surpresa: Seu filho saiu com o seu carro. Repentinamente o tempo começa a mudar e raios fortes e seqüenciais caem em um cruzamento próximo a casa dele (levando em conta que ele chega ao lugar a pé). Devido aos raios os carros não andam, inexplicavelmente. Robbie retorna para a casa e fica cuidando de Rachel enquanto que Ray vai buscar o carro que está próximo a local que os raios caíram.

O local que, conseqüentemente, tornou-se uma atração, acumula um grande grupo de pessoas. Eis que o chão começa a ceder, ceder e ceder. Quando assustadoramente emerge um enorme Tripod que anda e dispara raios sob as pessoas, estas por sua vez tem o seu corpo, somente, sugado pela grande máquina. O interessante é que o Tripod nem sempre suga as pessoas, às vezes ele as guarda, algo como os animais fazem com suas bufelas.

Bom, além de saber das várias funções dos "bichinhos", o espectador também descobre um outro lado de Ferrier, ao longo da história ele consegue revelar o seu amor e cuidado pelos filhos. Guerra dos Mundos não preocupa-se apenas com o psicológico das personagens, como o esperado, são muitos os efeitos visuais, tão convincentes que até permitem o espectador, talvez, supor que caso aquilo algum dia venha a acontecer de fato. Desde corpos pulverizados que explodem em cinzas (e nada causam as roupas de seus usuários), ETs xeretas e até "bonitinhos", uma horrível chuva de sangue (que Ray esconde de sua filha), e é claro, gritos agudos de horror.

Após a saída dos "terroristas", que já estavam no subsolo do planeta, há muito tempo, a guerra não só acontece entre homens e ETs, mas entre homens, pois na busca de salvar-se, os homens mostram-se animais, seja em busca de um carro que funcione, para salvar um filho seu ou mesmo para conseguir embarcar para longe dos ataques dos "monstrinhos" muito realistas.

Algumas partes do recheio do longa são muito boas mesmo, porém o abuso do irreal chega a causar gargalhadas no público. Contudo, o mais decepcionante é o final, que revela-se brochante e mais sem graça possível.


 

Avaliação

História

* * * *

Atuação

* * *

Visual

* * * *

Direção

* * *

Nota Geral:

* * * *

Filme: Guerra dos Mundos (War of the Worlds, EUA)             

Ano: 2005

Gênero: Ficção

Duração: 116 min

Direção: Steven Spielberg

Roteiro: Josh Friedman e David Koepp, baseado em livro de HG Wells

Elenco: Tom Cruise, Justin Chatwin, Dakota Fanning, Tim Robbins, Miranda Otto, David Alan Basche, James DuMont, Yul Vazquez









 





:: Mais sobre Tom Cruise...



:: Set de Clássicos da tarde para sempre na lembrança


:: Tom Cruise: a beleza aliada ao talento artístico
 

 
Arquivo
                  

 

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer
meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Resenhando.

Direitos Reservados a Mary Ellen Farias dos Santos -
Página melhor visualizada em 800 x 600 pixels.