Sérgio Mallandro revisita situações inusitadas da carreira e do cotidiano em espetáculo de stand-up que acontece no dia 12 de setembro, em São Paulo
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terça-feira, 1 de setembro de 2026
.: No teatro J. Safra, "Os Perrengues do Mallandro" leva histórias inéditas
Sérgio Mallandro revisita situações inusitadas da carreira e do cotidiano em espetáculo de stand-up que acontece no dia 12 de setembro, em São Paulo
.: "Teatro em Três Pernas" transforma 40 anos de palco em poesia na Bienal
Marcelo Lazzaratto reúne quatro décadas de teatro em 40 poemas e participa de sessão de autógrafos neste sábado, 5 de setembro, na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Foto: João Caldas
.: "Egoísta" leva mulher negra, viagens e liberdade ao palco da CAIXA Cultural SP
Espetáculo protagonizado por Ana Marlene transforma a história real da cearense Josefa Feitosa em uma conversa sobre maternidade, etarismo e o direito de escolher o próprio caminho
Uma história que encontrou o teatro
Espetáculo "Egoísta"
terça-feira, 18 de agosto de 2026
.: Raul Barretto estreia “Despalhaço” e revisita 44 anos de carreira em SP
Em primeiro solo adulto de sua trajetória, artista reúne teatro, circo, improvisação e audiovisual para refletir sobre tempo, envelhecimento, memória e o futuro da arte
Com 44 anos de carreira dedicados ao teatro e à palhaçaria, Raul Barretto transforma a própria trajetória em matéria-prima para “Despalhaço”, primeiro espetáculo solo adulto dele e também seu primeiro texto de autoria. A montagem estreia no dia 27 de agosto, no Auditório do Sesc Vila Mariana, em São Paulo, e segue em cartaz até 5 de setembro. Barretto assina o texto, a atuação, a criação e a direção do espetáculo, que combina teatro, circo, improvisação, malabares e recursos audiovisuais.
Próximo dos 70 anos, o artista revisita experiências pessoais e mudanças vividas pela sociedade para colocar em discussão temas como passagem do tempo, envelhecimento, longevidade, memória e a permanência do artista em cena. A montagem integra as comemorações dos 35 anos do Grupo Parlapatões, do qual Barretto faz parte ao lado de Hugo Possolo. O trabalho também chega 15 anos depois de “O Bricabraque”, seu primeiro solo voltado ao público infantil.
A relação do artista com a formação e a difusão teatral também atravessa a criação. Barretto é sócio cofundador do Espaço Parlapatões, que completa 20 anos, e um dos idealizadores da SP Escola de Teatro, onde coordena há 16 anos a Linha de Estudo em Humor. Em “Despalhaço”, essas experiências ganham novas camadas ao colocar em perspectiva o caminho percorrido e as transformações observadas dentro e fora dos palcos. A passagem do tempo aparece como um dos principais motores da dramaturgia, que também lança questões sobre o futuro em uma sociedade marcada pela velocidade e pela fragmentação.
A narrativa se desenvolve em três planos temporais. No passado, Barretto recupera episódios de sua trajetória e de sua relação com o teatro e a palhaçaria. O presente abre espaço para assuntos como desenvolvimento, sustentabilidade, inteligência artificial e o papel social do artista. Já o futuro surge como território de dúvidas, possibilidades e novas formas de pensar a relação entre humanidade e planeta. “O mais urgente é reafirmar a importância de vivermos em comunidade e em harmonia, conseguindo divergir sem transformar o outro em inimigo. O palhaço mostra o ridículo que vivemos e pode nos levar a alguma consciência”, afirma Barretto.
A encenação aposta também no repertório circense do artista. Texto e improvisação dividem espaço com malabares, monociclo, chicote e facas. O cenário de Diego Dac tem um tecido como elemento central, assumindo diferentes funções ao longo da apresentação. Projeções audiovisuais acompanham a encenação e incorporam imagens, vídeos e depoimentos relacionados à trajetória de Barretto.
A pesquisa para a criação percorre diferentes campos do conhecimento e reúne referências como o filósofo Diógenes, os cientistas Marcelo Gleiser e Carl Sagan, estudos sobre a formação das sociedades humanas, povos indígenas, consciência e inteligência. O espetáculo também estabelece diálogos com o trabalho do artista Jaider Esbell, da arqueóloga Niède Guidon e dos pesquisadores Eduardo Neves e Miguel Nicolelis.
O próprio título “Despalhaço” aponta para as transformações vividas pelo artista ao longo da vida e para a maneira como a palhaçaria continua presente nesse percurso. Para Barretto, preservar o olhar do palhaço significa manter viva uma combinação de inocência, crítica e disposição para o encontro. “O palhaço é uma criança eterna. Manter esse olhar, ao mesmo tempo inocente e crítico, é algo que o ser humano não deveria perder. A permanência no palco também nasce dessa busca pelo diálogo e pelo olho no olho”, afirma.
Ficha técnica
Peça teatral “Despalhaço”
Texto, atuação e criação: Raul Barretto.
Preparação de ator e direção de cena: Antônio Januzelli
Assistência de direção: Helena Cerello.
Direção de produção: Jessica Rodrigues e Carolina Henriques.
Cenário e adereços: Diego Dac, Luana Miyamoto e Xapiri Ateliê Artístico.
Figurino: Claudia Schapira.
Projeto de som e trilha sonora: Deivison Nunes e Raul Barretto.
Iluminação e técnica de luz: Reynaldo Thomaz.
Projeto multimídia e audiovisual: Deivison Nunes e Raul Barretto.
Colaboração no projeto multimídia e audiovisual: Marcelo Machado.
Técnica de audiovisual: Deivison Nunes.
Provocação artística: Suzana Aragão.
Arte gráfica: Werner Schulz.
Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli.
Realização: Sesc.
Produção geral: Companhia Vadabordo e Rodri Produções.
Serviço
Peça teatral “Despalhaço”
Estreia: 27 de agosto de 2026
Temporada: de 27 de agosto a 5 de setembro de 2026
Dias e horário: quinta a sábado, às 20h30
Duração: 70 minutos
Classificação etária: 14 anos
Local: Sesc Vila Mariana – Auditório (Torre A, 1º andar)
Rua Pelotas, 141, Vila Mariana, São Paulo
Capacidade: 130 lugares
Ingressos: R$ 15,00 (credencial plena), R$ 25,00 (meia-entrada) e R$ 50,00 (inteira)
Vendas: sescsp.org.br/programacao/despalhaco
Disponível para compra on-line a partir de 18 de agosto, às 17h00.
segunda-feira, 17 de agosto de 2026
.: "Lady Macbeth: Um Ensaio Sobre o Poder" desloca o olhar de Shakespeare
Espetáculo protagonizado por Aretha Sadick transforma a personagem de William Shakespeare em ponto de partida para discutir poder, raça, desejo, violência e os caminhos percorridos por quem decide conquistar um lugar de comando. Foto: Cacá Bernardes | Bruta Flor Filmes
A atriz Aretha Sadick protagoniza "Lady Macbeth: Um Ensaio Sobre o Poder", espetáculo que revisita uma das personagens mais marcantes de William Shakespeare a partir de uma perspectiva contemporânea. Com direção cênica e de movimento de Tainara Cerqueira e tradução e adaptação de Rodrigo França, a montagem estreia no Sesc Ipiranga nesta sexta-feira, 21 de agosto, e segue em cartaz até 13 de setembro de 2026. A pergunta que conduz a peça é direta: o que uma pessoa está disposta a fazer para chegar ao poder? E, depois de conquistar aquilo que tanto desejou, o que acontece?
O poder começa no corpo
Figurino acompanha a ascensão
Sobre Aretha Sadick
Ficha técnica
Serviço
domingo, 16 de agosto de 2026
.: " João, Joãozinho, Joãozito" transforma infância de Guimarães Rosa em musical
"João, Joãozinho, Joãozito" estreia em 29 de agosto e revisita os primeiros anos de Guimarães Rosa em uma montagem que mistura literatura, música, bonecos e cultura popular brasileira. Foto: Alê Catan
A criança curiosa que descobria o mundo entre livros, animais, histórias e brincadeiras ganhou um novo lugar na cena paulistana. "João, Joãozinho, Joãozito", musical inédito inspirado no livro "João Joãozinho, Joãozito - O Menino Encantado", de Claudio Fragata, estreia em 29 de agosto no Teatro do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp. Com direção artística, texto e adaptação de Marcio Araújo, a montagem acompanha os primeiros anos de João Guimarães Rosa (1908-1967), antes de o menino de Cordisburgo se tornar um dos nomes fundamentais da literatura brasileira.
A temporada segue até 13 de dezembro de 2026, com sessões às quintas e sextas, às 11h00, e aos sábados e domingos, às 15h. Aos fins de semana, todas as apresentações contam com interpretação em Libras e audiodescrição. A produção foi idealizada por Daniel Palmeira e nasceu de sete anos de pesquisa dedicados a construir uma linguagem capaz de aproximar o universo de Guimarães Rosa do público infantil.
A história parte da infância do escritor em Minas Gerais e acompanha sua trajetória desde o nascimento até a mudança para Belo Horizonte. Livros, bichos, natureza, línguas, brincadeiras e as histórias que circulavam em sua cidade natal formam o território de descobertas do pequeno João. A montagem transforma essas experiências em uma aventura musical sobre curiosidade, imaginação e conhecimento.
A relação entre o menino e o futuro escritor também aparece na dramaturgia por meio de referências ao universo literário de Rosa. Elementos associados a "Grande Sertão: Veredas" e um amigo imaginário inspirado em Miguilim entram na narrativa como pistas para quem já conhece a obra do autor e como primeiras portas de entrada para crianças que ainda vão descobrir sua literatura.
Um dos aspectos mais interessantes da encenação está na maneira como João é construído em cena. Os nove integrantes do elenco se alternam na interpretação do protagonista, fazendo com que a figura do menino passe de um corpo a outro. A escolha amplia a ideia de que a infância pertence a todos e transforma o próprio personagem em uma construção coletiva.
“Queremos que toda criança se veja no palco, que possa imaginar que também pode ser cientista, médica, escritora, viajar pelo mundo ou aprender outras línguas. Independentemente de onde venha, ela precisa acreditar que seu futuro também lhe pertence”, afirma Marcio Araújo. A gravata-borboleta, elemento associado à imagem pública de Guimarães Rosa, também ganha função cênica. Ao circular entre os artistas como laço, presilha ou gravata, o objeto funciona como elo entre as diferentes interpretações de João e reforça a ideia de identidade compartilhada. Compre o livro "João Joãozinho, Joãozito - O Menino Encantado", de Claudio Fragata, neste link.
Música que vem da cultura popular
A trilha sonora original, assinada por Tato Fischer e Marcio Araújo, reúne nove canções e mergulha em manifestações tradicionais brasileiras. Folia de Reis, cururu, catira, cantos populares, viola caipira e sanfona ajudam a criar o ambiente sonoro da montagem. A direção musical e os arranjos são de Dagoberto Feliz. A música acompanha a trajetória do personagem e estabelece uma ponte entre as experiências da infância e as tradições culturais que atravessam o interior brasileiro.
No aspecto visual, a montagem aposta em bonecos artesanais, brinquedos antigos e objetos associados à infância do interior do país, especialmente de Minas Gerais. O cenário criado por Bruno Anselmo é formado por estruturas que mudam de função ao longo da apresentação, deixando espaço para que a imaginação do público complete as imagens.
Os figurinos de Clau Carmo seguem a mesma lógica e buscam referências em colchas de retalhos e brinquedos artesanais, criando uma atmosfera de memória e afetividade. Ao todo, são 19 bonecos criados por Jésus Sêda, conhecido também pelo trabalho em "Castelo Rá-Tim-Bum". Em cena, os nove artistas acumulam funções: atuam, cantam, tocam instrumentos, dançam e manipulam bonecos. Integram o elenco Beatriz Amado, Conrado Caputo, Daniel Aureliano, Elix, João Paulo Bienermann, Neusa de Souza, Rita Almeida, Thiago Claro França e Thiago Mota.
Para Tais Lara, diretora do Centro Cultural Fiesp, a montagem aproxima crianças e famílias da trajetória de Guimarães Rosa ao mesmo tempo em que amplia o contato do público com a literatura brasileira. A proposta está alinhada ao compromisso do Sesi-SP com a oferta gratuita de programação cultural e com a formação de novos públicos.
Uma infância antes do escritor
"João, Joãozinho, Joãozito" olha para Guimarães Rosa antes do reconhecimento, dos livros consagrados e da carreira diplomática. É o menino que observa, pergunta, coleciona descobertas e encontra nos livros uma forma de ampliar o mundo ao redor. A montagem utiliza essa perspectiva para apresentar a infância como um período decisivo na formação do artista. A curiosidade do personagem, sua relação com a natureza e o contato com diferentes linguagens aparecem como elementos que ajudam a compreender o escritor que surgiria anos depois.
A proposta também encontra na cultura popular uma maneira de aproximar o universo roseano das crianças. Em vez de apresentar Guimarães Rosa como uma figura distante da literatura, o espetáculo recupera o menino que existiu antes do autor de Grande Sertão: Veredas e transforma suas primeiras experiências em matéria de teatro.
Ficha técnica
Peça teatral "João, Joãozinho, Joãozito", a partir do livro de Claudio Fragata
Texto e adaptação: Marcio Araújo
Direção artística: Marcio Araújo
Músicas compostas: Tato Fischer/Marcio Araújo
Direção musical/arranjos: Dagoberto Feliz
Assistente de direção: Adriana Salcedo
Elenco/músicos: Rita Almeida, João Paulo Bienermann, Daniel Aureliano, Neusa de Souza, Elix, Conrado Caputo, Beatriz Amado, Thiago Claro França e Thiago Mota
Paisagista sonoro: Marcelino Ziggy
Desenho de som: Labsom – Kleber Marques, Juma e Marcelino Ziggy
Microfonista: Juma (Juliana Maria)
Técnico de som: Kleber Marques
Iluminador/desenho de luz: Guilherme Bonfanti
Operador de luz: Felipe Bonfante
Cenografia: Bruno Anselmo
Cenotécnico: Reserva Cênica
Design: Leandro Madeiros
Figurino: Clau Carmo
Costureira/modelista: Salomé Abdala
Aderecista: Nilton Araújo
Bonequeiro: Jésus Sêda
Visagista: Jonathan Faria
Projeto gráfico: André Kitagawa
Fotógrafo: Ale Catan
Assistente de fotografia: Rafael Sá
Vídeos: Sucata Filmes – Vinícius Faé
Preparação corporal: João Paulo Bienermann
Preparação de manipulação de bonecos: Eduardo Alve
Direção de palco: Marco Loureiro
Maquinista: Atila Quirino (Chin)
Contrarregra: Arthur Gerizani
Camareira: Cris Quirino
Assessoria de imprensa: Canal Aberto Comunicação
Mídias sociais: Tatiana Machado
Intérprete de Libras: Fabiano Campos
Áudio-descrição: Ver com Palavras
Produção executiva: William Gibson
Direção de produção: Daniel Palmeira
Coordenação financeira: Cleo Chaves
Assessoria contábil: DW Gonzalez Contábil
Assessoria jurídica: Marcelo Mayer
Coordenação geral/produção: Penta Querobin Produções
Serviço
Peça teatral "João, Joãozinho, Joãozito"
Temporada: 29 de agosto a 13 de dezembro de 2026
Sessões: quintas e sextas, às 11h; sábados e domingos, às 15h
Atenção: Libras e audiodescrição em todos os sábados e domingos da temporada
Local: Centro Cultural Fiesp - Teatro Sesi-SP | Av. Paulista, 1.313, em frente à estação Trianon-Masp do Metrô
Ingressos: gratuitos, com reservas pelo site www.sesisp.org.br/eventos
Classificação indicativa: livre, indicado para todas as idades
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
.: Mirada 2026 homenageia o Equador e celebra os 80 anos do Sesc com 10 dias
Com 41 espetáculos de 15 países e 16 ações formativas, a 8ª edição do festival bienal aborda temas como os deslocamentos territoriais, a festa como rito e ato político, questões ambientais e as relações entre trabalho, ócio e tempo. Foto: Macbeth_ft.Victor Otsuka / Papakuna_ft. Matias Canales / Vovó Surrealista_ft. Isaque Alves
Serviço
Valores ingressos
.: Exposição inédita desvenda a mente de serial killers sob a ótica científica
Após temporadas de sucesso em NY e Dublin, a exposição imersiva "A Mente de um Serial Killer" chega a São Paulo trazendo uma jornada fascinante pela psicologia criminal e ciência forense. A atração propõe desvendar casos famosos do true crime de forma científica e responsável, com realidade virtual e 20 ambientes imersivos. Fotos: divulgação
Após temporadas de sucesso em Nova York, Seattle e Dublin, "A Mente de Um Serial Killer: Uma Experiência Imersiva" chega agora a São Paulo. A Exhibition Hub, produtora e distribuidora de grandes exposições ao redor do mundo, e a Fever, plataforma líder global de descoberta de entretenimento ao vivo, anunciam a chegada da atração ao Shopping Eldorado, seguindo a temporada de sucesso de Titanic: Uma Viagem Imersiva, dos mesmos produtores. Com abertura ao público em 3 de setembro, a exposição propõe uma jornada psicológica e investigativa pelos casos e contextos históricos de alguns dos serial killers mais conhecidos da história.
Após uma estreia internacional de sucesso que despertou ampla discussão entre público e crítica, a experiência chega ao Brasil com uma proposta responsável: transformar a curiosidade pelo true crime em conhecimento. Ao longo de aproximadamente 90 minutos e mais de 20 ambientes imersivos, os visitantes exploram a história, a psicologia criminal, os métodos de investigação e o impacto cultural desses casos, sem glorificar seus autores ou tratar a violência como entretenimento.
A jornada começa no Escritório de Investigação, onde o público conhece os bastidores da criação de perfis criminais, da análise de evidências e do trabalho humano essencial para solucionar casos complexos. Em seguida, documentos oficiais, avaliações psicológicas, réplicas de artefatos, painéis de perfil e recriações de cenas investigativas ajudam a compreender padrões de comportamento e possíveis motivações de nomes como Ted Bundy, Jeffrey Dahmer, John Wayne Gacy e Dennis Rader, conhecido como BTK.
O espaço convida os visitantes a refletir sobre a linha entre fato e ficção e sobre a forma como a mídia transforma criminosos em personagens conhecidos, ao mesmo tempo em que reforça a importância de manter as vítimas e o impacto humano no centro da narrativa. "A Mente de Um Serial Killer: Uma Experiência Imersiva" também inclui uma investigação exclusiva em realidade virtual. Com tecnologia imersiva, o visitante assume o papel de investigador e acompanha diferentes etapas de um caso, do escritório de campo à análise de evidências. A proposta é aproximar o público dos desafios enfrentados por investigadores na busca por justiça, e não recriar a violência como espetáculo.
"Desde o início, nossa visão foi criar uma experiência que educasse, em vez de sensacionalizar. Ao combinar psicologia criminal, ciência forense e narrativa imersiva, convidamos os visitantes a compreender como esses crimes impactaram as vítimas e as comunidades, como as técnicas de investigação evoluíram e por que o universo do true crime continua despertando tanto interesse. Acima de tudo, queremos que o público se envolva com essas histórias de forma responsável e saia da experiência com uma compreensão mais profunda da busca por justiça", afirmou Hamza El Azhar, CEO da Exhibition Hub.
"O interesse do público brasileiro por experiências imersivas e por conteúdos de true crime cresceu de forma significativa nos últimos anos. Nosso objetivo é apresentar uma exposição que vá além da curiosidade e ofereça uma perspectiva educativa, baseada em pesquisa, ciência e reflexão. Estamos muito felizes em trazer essa produção inédita para São Paulo e ampliar o portfólio de experiências culturais que a Fever vem desenvolvendo no país", afirma Thiago Kodic, Diretor de Produções Originais da Fever no Brasil.
Por meio de documentários, entrevistas, arquivos, registros de investigações e outras fontes verificadas, a exposição apresenta os fatores psicológicos, históricos e sociais relacionados aos casos. Ao mesmo tempo, reconhece as vidas perdidas, o trabalho de investigadores e criminologistas e a responsabilidade coletiva de aprender com a história e proteger pessoas vulneráveis. Os ingressos para "A Mente de Um Serial Killer: Uma Experiência Imersiva" já estão disponíveis pelo aplicativo e pelo site da Fever.
Serviço
Exposição "A Mente de Um Serial Killer: Uma Experiência Imersiva"
Abertura ao público: 3 de setembro de 2026
Local: Shopping Eldorado, São Paulo
Duração: aproximadamente 90 minutos
Classificação etária: a partir de 16 anos; menores de 18 anos devem estar acompanhados por um adulto
Horários de funcionamento: das 10h00 às 22h00 - aberto todos os dias, exceto às segundas
Ingressos: a partir de R$ 50,00
.: Companhia das Rosas estreia "Esse-Outro", espetáculo para bebês
A Companhia das Rosas estreia nova obra teatral para bebês e primeiras infâncias, centrada na construção dos primeiros vínculos, desde a gestação até as descobertas iniciais do mundo exterior. Foto: Em Cena Produtora
A Companhia das Rosas investiga os primeiros vínculos entre o eu e o outro por meio de uma narrativa não verbal no espetáculo "Esse-Outro". A montagem é uma criação de teatro para bebês que dialoga também com diversos públicos. Trata-se de um teatro que comunica sem palavras, com trilha sonora original e um cenário de bambus que utiliza recursos acrobáticos e de jogo cênico da dupla de atrizes-circenses de Erica Stoppel e Luara Bolandini, sob a direção de Clarice Cardell. O espetáculo estreia em São Paulo nos dias 14, 15 e 16 de agosto - sexta-feira, às 10h00 e 15h00; sábado e domingo, às 11h00 - no Sesc 24 de maio com sessões gratuitas. E nos dias 22 e 23, 29 e 30 de agosto - sábados, às 15h00, e domingos, às 11h00 - no espaço Chiquita de Teatro Para Bebês.
Ficha técnica
Peça teatral “Esse-Outro”
Serviço
Peça teatral “Esse-Outro”
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
.: Celso Frateschi e Zécarlos Machado em "Dois Papas", no TUCA até setembro
Vista por mais de 25 mil pessoas e sucesso de público e crítica, "Dois Papas"segue em cartaz nos palcos do TUCA. Com direção original de Munir Kanaan, a peça leva aos palcos o encontro entre dois líderes da Igreja Católica com visões de mundo opostas: o conservador Papa Bento XVI, interpretado por Zécarlos Machado, e o progressista argentino Cardeal Jorge Bergoglio - futuro Papa Francisco - vivido por Celso Frateschi. A temporada vai até 27 de setembro de 2026 com sessões sempre sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 18h.
O espetáculo foi vencedor do Prêmio Arcanjo de Cultura como Melhor Drama 2025, e os protagonistas foram indicados ao Prêmio APCA 2025, na categoria Melhor Ator. A peça marca a primeira montagem internacional do texto de Anthony McCarten, autor também do livro homônimo e do roteiro do filme da Netflix dirigido por Fernando Meirelles, indicado a quatro Globos de Ouro, cinco BAFTAs e três Oscars - incluindo o de Melhor Roteiro.
A história parte do momento em que Bergoglio viaja à Roma decidido a pedir sua aposentadoria. Para sua surpresa, é convocado a uma conversa pessoal com Bento XVI, que considera renunciar ao cargo diante das pressões enfrentadas pela Igreja. O que se segue é um diálogo carregado de tensão, respeito e humor, no qual visões antagônicas encontram espaço para escuta, conflito e transformação.
“Em cena, é como se estivessem quatro papas. Temos em segundo plano o Papa Bento XVI e o futuro Papa Francisco, que são os papas públicos, conhecidos pelos grandes eventos e cerimônias, vistos pela TV e pela internet. E temos o mais interessante, o que busquei iluminar, a intimidade desses dois homens, aquilo que não vemos. A possibilidade do diálogo é o que move essa história, são duas visões de mundo completamente diferentes. Apesar de Bento XVI ser mais conservador, é ele quem chama Bergoglio para a conversa, que apesar de ser um homem mais aberto, chega hesitante para ter esse papo reto. São as complexidades desse encontro que conduzem o diálogo sobre a necessidade de mudanças”, enfatiza o diretor Munir Kanaan.
Além de Celso Frateschi e Zécarlos Machado, o espetáculo conta com a voz feminina que fica a cargo das atrizes Carol Godoy e Eliana Guttman, intérpretes de fortes personagens próximas aos protagonistas: Irmã Sofia, freira idealista transformada pela ditadura argentina e pelos ensinamentos de Bergoglio, e Irmã Brigitta, uma mulher rígida, editora de livros religiosos e amiga confidente de Bento XVI.
A encenação aposta em elementos visuais para potencializar a narrativa. O cenário branco, concebido como instalação cênica, se transforma a partir de figurinos, objetos e projeções, construindo desde ambientes sacros até os momentos mais íntimos dos personagens. O videomapping insere conteúdos documentais e amplia o impacto estético do espetáculo, enquanto a trilha sonora ambienta e guia as transições com sutileza.
Os Papas
“A cidade treme com vozes discordantes – marxistas, liberais, conservadores, ateus, agnósticos, místicos – e em cada peito o grito universal: “Eu falo a verdade!”. Essa é uma das falas do Papa Bento XVI que mais impressiona Zécarlos Machado em seu papel. Para o ator, a ideia do texto dialoga em cheio com a contemporaneidade. Bento XVI, ou Joseph Ratzinger, é um homem que tem atribuições enormes, pois a Igreja tem bilhões de fiéis, um líder com responsabilidades maiores que certos presidentes de alguns países.
“Ele é um homem com suas virtudes e contradições dentro do mundo religioso. Está em um momento de fragilidade física diante desse cargo que exige tanto. Apesar de ser um intelectual, ele tem muito humor, características que vão humanizando essa figura. Estamos em uma época em que cada um tem sua verdade. As discordâncias se acirram e se tornam, inclusive, violentas. Se tornam perversas, desrespeitosas, doentias, trazendo uma noção de desumanidade em altíssimo grau. As vozes são discordantes de Bento XVI e de Francisco, mas quando se reconhece o lado humano e se tem uma boa vontade, é possível encontrar um caminho em que a humanidade, de fato, se estabeleça. É uma peça que nos leva a um processo de avaliação desse mundo caótico atual."
Celso Frateschi encarna o cardeal argentino Jorge Bergoglio e volta a trabalhar com temas que permeiam a Igreja Católica, como ocorreu nas peças "O Grande Inquisidor" (adaptação de um trecho do romance "Os Irmãos Karamazov", de Fiódor Dostoiévski) e Processo de Giordano Bruno (texto do italiano Mário Moretti). O ator reforça que "Dois Papas" é bem construído dramaticamente e abre questões filosóficas que não ficam restritas somente ao mundo religioso. “São visões de mundo completamente diferentes, por mais que ambos sejam da mesma religião. Essa dramaturgia acaba falando de nós nesse exato momento em meio às discussões envolvendo polarização”.
Para construir o seu personagem, Frateschi relembra de sua criação católica que dialoga bem com as diretrizes do futuro Papa Francisco na peça. “Ele é um homem que retomou os rumos da Igreja, não tem nenhum limite em avaliar a si mesmo com transparência, possui uma capacidade de mudança e transformação, características que vão continuar durante o seu papado”. A montagem marca um reencontro de Celso Frateschi e Zécarlos Machado nos palcos. A dupla esteve junta em Santa Joana, de Bernard Shaw, direção de José Possi Neto na década de 80. Os dois atuaram juntos na TV em alguns episódios da série "Sessão de Terapia", exibida originalmente pela GNT.
Estreia internacional e trajetória
Com estreia mundial em junho de 2019 no Royal & Derngate Theatre, na Inglaterra, a peça chegou ao Brasil com produção da Gengibre Multimídia. A montagem conta com uma equipe artística de excelência e recursos técnicos que valorizam a experiência do público. O espetáculo teve sua estreia nacional no SESC-SP, com sucesso de público e crítica, e foi convidado para inaugurar a Sala Nobre do Teatro Cultura Artística. Ainda na capital paulista, a peça chegou aos palcos do Itaú Cultural e BTG Pactual Hall, e também passou por outras cidades de São Paulo (Taubaté, Jundiaí, Araraquara, São José do Rio Preto, Jales, Bauru, Birigui e Sertãozinho), e outros estados como Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR).
Ficha técnica
Peça teatral "Dois Papas"
Elenco: Celso Frateschi (Cardeal Bergoglio), Zécarlos Machado (Papa Bento XVI), Carol Godoy (Irmã Sofia) e Eliana Guttman (Irmã Brigitta). Participação em vídeo: Rafa Steinhauser. Direção: Munir Kanaan. Dramaturgia: Anthony McCarten. Tradução: Rui Xavier. Diretor Assistente: Gustavo Trestini. Trilha Sonora: Dan Maia. Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud. Cenário: Eric Lenate. Figurino: Carol Roz. Iluminação: Beto Bruel. Idealização: Munir Kanaan e Rafa Steinhauser. Produção: Gengibre Multimídia. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Patrocínio: La Serenissima e 2S Inovações.
Serviço
Peça teatral "Dois Papas"
Local: TUCA Endereço: Rua Monte Alegre, 1024 - Perdizes, São Paulo - São Paulo.
Duração: 100 minutos.
Classificação: Livre. Indicação: 14+
Datas das apresentações: até dia 27 de setembro de 2026.
Sextas e sábados, às 20h00. Domingos, às 18h00.
Ingressos: R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia-entrada)
Vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/118173/d/373929/s/2499495
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
.: Grátis: a temporada especial de dez anos de “Catadora de Ilusões”
Com direção de Naomi Silman, do LUME Teatro, o espetáculo revela com delicadeza e sensibilidade o universo de uma “recicladora de sonhos” que inventa um reino próprio para continuar existindo. Foto: divulgação
Ao longo dos últimos anos, Gabriela Winter se consolidou como um dos nomes mais atuantes da palhaçaria contemporânea brasileira. Fundadora do Clownbaret (@clownbaretbrasil), companhia criada em 2009, ela também desenvolve trabalhos de direção, formação e pesquisa. Sua investigação mais recente une neurociência e comicidade por meio da PNP – Programação Neuro Palhacística, metodologia criada a partir de sua pós-graduação em Neurociência e Comportamento pela PUCRS.
Serviço
29 e 30 de agosto de 2026 - sábado às 20h30, domingo às 19h30
.: Inspirado em viagem real de bicicleta pelo Brasil, "A Viagem do Jiló" estreia
Espetáculo homenageia a diversidade cultural brasileira a partir da história de um palhaço que viaja de bicicleta com seu cachorro de São Paulo até Olinda. Foto: Herbert Baratella
.: Romance de Annie Ernaux, "Paixão Simples" ganha adaptação para o teatro
Aline Fanju faz estreia paulistana do solo "Paixão Simples", a partir do romance de Annie Ernaux, no Sesc Santana, dia 28 de agosto. Com direção e texto de Alessandra Colassanti e idealização de Pablo Sanábio, peça cria um relato íntimo de uma mulher tomada por um amor avassalador e unilateral. Esta é a primeira adaptação de uma obra da aclamada autora francesa (Prêmio Nobel de Literatura em 2022) no Brasil. Foto: Lia Maciel
A atriz Aline Fanju, que recentemente interpretou a delegada Marise na novela “Três Graças” da Globo, estreia em São Paulo seu primeiro monólogo, "Paixão Simples", inspirado no romance homônimo de Annie Ernaux. O espetáculo tem temporada no Sesc Santana, de 28 de agosto a 3 de outubro. Com direção e dramaturgia de Alessandra Colassanti e idealização de Pablo Sanábio, o solo traz um relato da própria escritora sobre sua paixão e espera por um homem estrangeiro e casado, cujo nome nunca é revelado.
Ficha técnica
Serviço
sábado, 8 de agosto de 2026
.: Instituto Totex traz ao Brasil mais de 100 obras de Joan Miró em exposição
Com pinturas, esculturas, gravuras, tapeçarias e fotografias, “Miró: Mestre das Formas” acontece entre 7 de agosto e 12 de outubro de 2026 e apresenta obras que serão vistas no Brasil pela primeira vez. Na imagem: Joan Miró, Mont-roig III, 1974. Fundació Joan Miró, Barcelona. ©Successió Miró / AUTVIS, Brasil, 2026
Exposição “Miró: Mestre das Formas”
Exposição “Miró: Mestre das Formas”
Ingressos
.: Grupo Triii celebra 18 anos de carreira no show "Dia de Festa" no Teatro Sabesp
Espetáculo para crianças conta com participações especiais de Cris Barulins e Estêvão Marques. Foto: Antônio Bandeira
A criançada pode esperar muita brincadeira, diversão e interatividade nos shows que o Grupo Triii fará para celebrar 18 anos de carreira nos dias 29 e 30 de agosto, no Teatro Sabesp Frei Caneca, com sessões às 11h00, às 14h00 e às 16h00. Além dos integrantes Marina Pittier (voz e percussão), Fê Stok (guitarra e voz) e Ed Encarnação (bateria, percussão e voz), o espetáculo "Dia de Festa" conta com participação de Cris Barulins no sábado e de Estêvão Marques no domingo. Completam a banda neste show os músicos Mari Stefani, no baixo, e Danilo Penteado, nas cordas e sanfona. O repertório da apresentação reúne os principais sucessos do Triii, como “A E I O U”, “Viro, Vira, Virou”, “O Tomate e o Caqui”, “Xote da Dona Ema”, “Bamboleia”, além das novas composições "Bichinho Fofura", "Tchururu" e "Dia de Festa" - que dá nome ao show.
Cheio de interação e brincadeiras, o show conta com a participação de mais “Is” - ou seja de Mari Stefani (baixo) e Danilo Penteado (cordas e sanfona) -, além de percussões variadas e coros divertidos e mirabolantes. O grupo surgiu a partir do encontro entre três pessoas com três coisas em comum: a amizade, a identificação musical e a admiração e respeito pelas crianças. A ideia é criar um contato direto com crianças e adultos através da música e da brincadeira, de forma sensível, divertida e criativa.
Grupo Triii
Formado por Marina Pittier (voz e percussão), Fê Stok (guitarra e voz) e Ed Encarnação (bateria, percussão e voz), o Grupo Triii surgiu em 2008. Com shows que reúnem músicas, brincadeiras e performances, a proposta do Triii é interagir com crianças e pais através da música, de forma sensível, divertida e sempre muito criativa.
Desde o seu início, o grupo realizou diversas apresentações por todo o Brasil, em teatros, SESC´s, parques, praças, centros culturais e escolas, participando também de projetos especiais ligados à educação, sempre com ênfase na música e na criatividade, envolvendo pesquisa e criação de repertório dentro do universo infantil, escolar e familiar. O grupo tem canções e livros lançados, como a Coleção Histórias que Cantam (com três Livros + CDs lançados pela Editora Melhoramentos: “Ei, ei, ei Vanderlei”, “A Sopa Supimpa” e “Pão, pão, pão”), além de outros trabalhos como “Brasil for Children” , “Dia e noite”, entre outros.
Marina Pittier é cantora. Integrante e co-fundadora do Grupo Triii, com quem lançou discos e livros. Fez parte da banda da Palavra Cantada, Barbatuques, Luiz Tatit, Antônio Nóbrega entre outros. É co-autora do livro "Brincadeiras Musicais", da Palavra Cantada e Editora Melhoramentos. Gravou nos CDs de Luiz Tatit, Palavra Cantada, Chico dos Bonecos, Lidia Hortélio, Antônio Nóbrega entre outros. Lançou seu primeiro disco solo “Presente” em 2017.
Fê Stok é cantor, compositor e produtor multi-instrumentista. É co-fundador e integrante do Grupo Triii, formado em 2008. Já fez trilhas para filmes e séries como Vila Sésamo e Lilica Ripilica, tocou com o Palavra Cantada e fez produções por encomenda para a dupla, além de ter produzido com Marina Pittier todas as músicas gravadas pelo Triii.
Ed Encarnação é músico e artista-educador, nascido no recôncavo baiano, onde pôde vivenciar durante sua infância a magia e o encantamento das festas populares com seus batuques, cantos e danças. É integrante do Grupo Triii, além de tocar com outros grupos como Palavra Cantada, com quem realizou shows, musicais infantis e oficinas de formação para educadores em diversos estados brasileiros. Hoje e sempre, acredita que a música e o conjunto dos saberes afro-brasileiros, são essenciais na educação e construção de uma sociedade mais equilibrada e próspera.
Ficha técnica
Show "Dia de Festa"
Voz e percussão: Marina Pittier
Guitarra e voz: Fê Stok
Bateria, percussão e voz: Ed Encarnação
Músicos convidados - Baixo: Mari Stefani
Músicos convidados - Cordas e Sanfona: Danilo Penteado
Convidada especial dia 29 de agosto: Cris Barulins
Convidada especial dia 30 de agosto: Estêvão Marques
Figurinos: Edith Pittier
Cenografia: Marina Pittier e Edith Pittier
Iluminador: Tiê Fabiano
Roadie: Dennys Villas Boas
Técnico de som: Junão Ferreira
Comunicação: Lucas Sancho
Redes sociais: Tatiana Agra
Identidade visual: Laércio Lopo
Fotos: Antônio Brasileiro
Marketing digital: Renato Passos
Produção executiva: Marcos Rinaldi
Produção de campo: Tayná Caldas
Gerente de projetos: Andreia Porto
Direção de produção: Fernando Padilha e Clarissa Rockenbach
Produção: Pad Rok Produções Culturais
Serviço
Show "Dia de Festa", com Grupo Triiii
Apresentações: 29 e 30 de agosto, às 11h00, às 14h00 e às 16h00
Teatro Sabesp Frei Caneca - Shopping Frei Caneca - R. Frei Caneca, 569 - Consolação / São Paulo
Ingressos: Plateia Baixa - R$140 (inteira) e R$70 (meia-entrada) | Plateia - R$120 (inteira) e R$60 (meia-entrada) | Plateia Alta - R$100 (inteira) e R$50 (meia-entrada)
Vendas on-line: https://uhuu.com/comprar-ingressos/sp/sao-paulo/grupo-triii-show-dia-de-festa-15983/#/
Duração: 60 minutos.
Classificação: livre. Menores de 18 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis e crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam
Capacidade: 600 lugares
Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida



























