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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
.: Manual crônico, de Thiago Sobral: O não-retorno da Fênix
Thiago Sobral é escritor. Também publica semanalmente no site Minha Arca Literária e no Instagram @thiago.sobral_.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
.: Nasce-pisca-morre: manual crônico sobre como amarrar o tempo no poste
Thiago Sobral é escritor. Também publica semanalmente no site Minha Arca Literária e no Instagram @thiago.sobral_.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
.: Machado de Assis sabia: um manual crônico para enfrentamentos urgentes
Thiago Sobral é escritor. Também publica semanalmente no site Minha Arca Literária e no Instagram @thiago.sobral_. Na imagem, representações das personagens machadianas Helena, Capitu e Marcela
"Oh, captain, my captain", as notícias que trago hoje não são nada alvissareiras. O mundo, que sempre foi perigoso, anda perigoso e meio. Para as mulheres, perigoso à décima quinta potência. Andar por este vale de lágrimas, para elas, é cair no olho do furacão. Onde vamos parar? "Marcela amou-me por quinze meses e onze contos de réis." Lembra-se, capitão? Pois é… Marcela teve sorte (e, cá entre nós, foi muito esperta). Brás Cubas não era flor que se cheire e, com certeza, não perderia a chance de se tornar um risco iminente para a espanhola. Ela, nada boba, botou prazo de validade e valor de custo.
O Bruxo do Cosme Velho não dava ponto sem nó. Disse o que disse já sabendo o tipo de homem que o defunto viria a ser. Brás desesperou-se enquanto cruzava o Atlântico e, já do outro lado, lançou-se em novas vivências. De volta ao RJ, foi cruel com Eugênia e aproveitador com Virgília. Ainda falando do velho Machado, Capitu é que era das boas! Não deu asas ao lunático Casmurro. Com seus olhos de ressaca, partiu para longe do marido e se salvou. Quem garante que ela continuaria segura? “Por que essa divindade nos dá golpes tão fortes de realidade e parte nossos sonhos?”, perguntava-se ela. Na prática, não é a divindade que dá golpes, meu capitão…
E ainda tem a Helena. Ah, que menina! Não teve medo dos julgamentos e se lançou à vida. Em meio a homens, se impôs e decidiu o próprio destino. Ignorou o patriarcado oitocentista. “E meu espírito gosta, às vezes, de trotar livremente na solidão." Não foi à toa que ela disse isso. Uma mulher dessa, capitão! Com um nome desse! O passado não deu trégua para as mulheres. O presente, não dá tempo. Ele ceifa vidas femininas com crueldade sem limites. E a palavra? A palavra, às vezes falta, não dá conta, mas se sustenta. Não dá para fazer literatura branda.
O que fazer, então, meu capitão? As respostas não chegam de imediato. Braços, para que vos quero, se não para apedrejar a mão vil que finge afagar os lábios de quem a beija? É isso: tirar as pedras do caminho delas e fazer da palavra uma pedra contra quem mata. Antes, esses detratores tivessem sido os filhos que Brás Cubas não teve. Não teriam materializado o legado de nossa miséria. Machado sabia, meu capitão, sabia muito…
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
.: Carta de demissão: um manual prático para desistir de desistir
Thiago Sobral é escritor. Também publica semanalmente no site Minha Arca Literária e no Instagram @thiago.sobral_
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
.: Manual Crônico, de Thiago Sobral: Sujeito moderno
Thiago Sobral é escritor. Também publica semanalmente no site Minha Arca Literária e no Instagram @thiago.sobral_
Sou um sujeito nojentamente moderno e afeito às inovações tecnológicas deste milênio, meu capitão. Não deixo passar nada. Toda e qualquer novidade chega às minhas mãos na velocidade da luz. Porque de luz eu entendo e posso provar: fui eletricista por quatro anos, divididos em duas empresas. Na primeira, o serviço manual durou quatro dias (depois, mandaram-me trabalhar no escritório); na segunda, durou cinco (mandaram-me novamente ao escritório, para não me mandarem a outro lugar).
Não lamentei os ocorridos, apenas sacudi a poeira dos pés e proferi aos meus opositores patronais: se aqui não me querem, o mundo me quererá, porque de luz eu entendo. Fui ao mundo e bradei: “Faça-se a luz!”. E a luz se fez. E assim tem sido, my captain. Sou o lume fumegante que alumia as novidades deste século. Por exemplo: entendo de aparelhos celulares. Celulares, não, smartphones. Há muito abandonei os tijolões. Carrego comigo um arrojado Samsung A21S há cinco anos, e ninguém o domina tão bem quanto eu.
A “artificial intelligence” — ou IA, como dizem por aqui — bebeu das letras de minha pena para se construir. O resto é história. Quem vive sem ela hoje em dia é um verdadeiro espécime dos Australopithecus (perdoe-me a franqueza, capitão, mas essa é a verdade). Este texto mesmo foi escrito sob ímpeto do algoritmo, acredite se quiser. A prova são os travessões. Já me empolguei com os carros elétricos, mas cansei. Não quero ficar para trás e, por isso, já estou tendo aulas de direção em veículos a células de hidrogênio. O capitão ficará boquiaberto quando me vir pelas ruas da Baixada Santista montado numa nave destas.
Há um bom tempo, guardo dólares e libras esterlinas para comprar um apartamento em Marte. Terá sacada gourmet e tudo! Lá do alto, olharei para a Terra retrógrada, da qual não sentirei saudades. Prometo escrever ao senhor, capitão, já que prefere não me acompanhar nas evoluções. Tenho feito contato com médicos da Coreia do Sul e de Cingapura. Levando em consideração meu estado corporal, eles disseram que conseguirão aumentar meu tempo de vida (que era de noventa e cinco anos) em mais três décadas. Isso porque terei acesso a uma pesquisa supersecreta que eles vêm desenvolvendo. Agora, entende por que vivo rindo à toa?
Mas tem uma coisa, meu capitão… que me pega de jeito. É a tecnologia mais sublime de que se tem notícia. Nada a supera, está sempre em evolução e não cansa de me surpreender, lançando luz sobre as trevas o tempo todo — e olha que de luz eu entendo, já disse. O mais curioso é que ela não surgiu hoje, nem ontem e, muito menos, surgirá amanhã. Acho um disparate que tal tecnologia tenha sido criada antes de mim, um sujeito moderno.
Tudo bem, aceito a precedência. Afinal, o que sou eu - apesar de moderno - diante do livro? Como não sou bobo nem nada, há muito tempo estendi a mão em direção às páginas, deitei meus olhos no papel e me pus a ler. É ou não é uma invenção dos diabos, meu capitão? Sei que essa alta tecnologia não está tão na moda assim aqui em nossas terras. Temo que, daqui a algum tempo, um desavisado tente usar um livro arrastando para cima, na capa, ou procure um botão de curtir ou compartilhar. E, por isso mesmo, quero registrar aqui neste Manual o que é e o seu modo de uso, em cinco passos. Vamos lá.
Segundo o dicionário Michaelis:
livro (s.m.). 1. Conjunto de folhas de papel, impressas ou manuscritas, coladas ou costuradas num dos lados, cobertas por uma capa; 2. Considerando-se o seu conteúdo, geralmente de caráter literário, artístico, científico, técnico etc., constituído por um ou mais volumes; 3. Cada um dos volumes que constituem uma determinada obra; 4. Cada uma das partes que compõem uma obra extensa; 5. Etc.
Modo de usar:
1. Aponte os olhos para a capa e identifique o título;
2. Coloque as mãos no objeto, abra-o e decodifique as letras;
3. Penetre “surdamente no reino das palavras”;
4. Desvende o que há por trás das palavras e nas entrelinhas;
5. E seja feliz.
Que este texto não se perca, meu capitão! Tão rara e rica tecnologia não pode se extinguir por falta de adeptos. Nenhuma outra tecnologia seria suficiente para cobrir o rombo que o fim dos livros traria. Caso isso venha a acontecer em algum século, voltarei das profundezas para falar ao mundo aquilo de que mais entendo: “Faça-se a luz”, e então surgirei com a lâmpada nas mãos: um livro.
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
.: Manual Crônico, com Thiago Sobral: no princípio, o verbo
Thiago Sobral é escritor. Também publica semanalmente no site Minha Arca Literária e no Instagram @thiago.sobral_
segunda-feira, 30 de setembro de 2024
.: Crônica: meu discman da adolescência que foi ao chão em pleno 2024
Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2024
Não lembro ao acerto quantos anos eu tinha quando meu pai mandou eu olhar bem no pé da árvore de Natal e encontrei o meu primeiro (e único) discman anti-shock recarregável, pretinho, um Panasonic. Veio com um fone de ouvido grande de arco que logo deixei em casa e passei a usar fone de ouvido simples.
Que felicidade! Momento inesquecível. Lembro até hoje a embalagem embrulhada e o meu desejo tornando-se realidade, afinal eu já tinha um walkman de braço e outro que tocava fita.
Eis que estamos em pleno 2024 e o discman segue em pleno uso. Sim! Conecto as caixinhas de som de um outro aparelho, um sonzinho que imitava um mini som, que meu irmão trouxe para mim, de Aparecida do Norte, uma fonte que na tomada e ouço meus CDs. Pois é! Sou dessas. O som é fraquinho, fraquinho a ponto de meu pai dizer que "liguei a ratoeira".
Estamos reformando para nos mudarmos e, domingo, maridão resolveu subir o discman e todo o aparato para ouvirmos melhor o álbum The Best So Far da Whitney Houston. Para fechar o dia, eu tive a "brilhante" ideia de colocá-lo na beirada da janela gradeada e coloquei de volta o CD One of The Boys, da Katy Perry. Tocou.
Contudo, para fechar a janela, pensando em não me aborrecer com a vizinha que vive de olhos voltados para a nosso quintal e o quartinho dos fundos, rapidamente, fechei sem tirar o aparelho da beirada da janela que foi diretamente ao chão. A tampa de um lado, enquanto aparelho em si, seguiu com o CD de Katy como se nada tivesse acontecido.
Maridão logo soltou que se tratava de uma tragédia anunciada. De fato, não tinha onde deixá-lo seguro ali, somente diretamente no chão, porém estávamos passando massa corrida nos rodapés dos quartos. Achei por bem deixá-lo travado entre o beiral e a grade.
A verdade é que fiquei muito, muito chateada. Fosse por minha total estupidez ou por além de ver as partes soltas, tinha ainda um pedacinho pequeno que parecia ser parte da molinha que faz a tampa abrir. Arrasada?! Totalmente.
Peguei um saquinho transparente e coloquei o aparelho com o CD, as caixinhas de som (que somente uma delas funcionar) e a fonte, trouxe tudo para casa. Limpei. Hoje, logo cedo, maridão foi trabalhar e já peguei meu silicone tentando colar o tal pedacinho que parecia segurar a molinha que faz o movimento de a tampa abrir.
Deixei de lado até que resolvi encaixar a tampa de volta, tendo que remover a minha "colagem" de silicone. O fato é que o discman agiu como se nada tivesse acontecido na noite anterior. Assim que conectei tudo e coloquei na tomada, tocou Katy Perry normalmente. Assim, passei a tarde também ao som de Britney Spears, Roxette e Mariah Carey.
Produto antigo?! Com certeza... eu não devia nem ter 18 anos quando o ganhei e hoje tenho 42. Se fiquei feliz?! Ah! Não tenho nem palavras para tanto. Ficou a lição, quando não tiver onde colocar algo delicado e que tenha apreço, mesmo que o chão não esteja como gostaria, forre um pedaço e coloque seu aparelho, pois do chão, ele não vai passar.
* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Instagram: instagram.com/maryellen.fsm
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terça-feira, 23 de abril de 2024
.: Amazon entrega produto danificado, após devolução faz cobrança de valor
Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em abril de 2024
Mal imaginava eu que uma simples compra iria virar um verdadeiro inferno, sendo que até o presente momento, não há indicação de término. Em janeiro fiz a compra de uma Barbie do filme em macacão rosa, paguei por boleto. Chegou com a caixa amassada. Pedi a troca. Aconteceu.
Eis que dias depois, a mesma boneca baixou R$ 20,00. Optei por pagar em cartão de crédito e foi aí que o meu maior erro começou, em 29 de janeiro. O produto, que veio somente num "plastiquinho" de nada com o símbolo da Amazon, foi entregue na casa dos meus pais. Dias depois fui buscar e, claro, a caixa da boneca colecionável estava amassada -assim como tantas outras compradas via Amazon, recentemente.
Solicitei o código para retirada do produto no site da Amazon, colei com durex a mesma embalagem da Amazon que veio e assim foi deixada para ser retirada. Logo cedo alguém dos Correios a levou, junto com outra boneca, que também havia chegado com a caixa também danificada.
Eis que solicitei a devolução do valor pago, no caso R$ 219,90. Inicialmente, a cobrança do valor foi cancelada. Entrei em contato, eu fui acalmada de que estava tudo certo, pois o reembolso havia sido feito em 19 de fevereiro. O tempo passou -meses- e, certo dia, vendo como estava o reembolso, surgiu a mensagem de que o produto não havia sido devolvido.
Voltei a entrar em contato. Não mais por e-mail -em que as mensagens eram bastante confusas e nada explicativas, uma delas veio até com símbolos misturados no corpo da mensagem-, mas procurei a Amazon no Facebook, quando fui encaminhada a um chat que me tranquilizou, uma vez que o produto havia sido devolvido, sim.
Eis que em abril, recebo um e-mail alegando que pela não devolução do produto, a fatura seria cobrada. De fato, estou sendo cobrada, embora tenha o comprovante dos Correios do item devolvido. O caso está no PROCON e a devolutiva da Amazon (feita à noite, na data limite de resposta, dia 22 de abril) foi de que não devolvi o item. Detalhe: a boneca foi devolvida dia 19 de fevereiro, junto com outra que foi trocada, inclusive.
Respondi que o comprovante foi enviado na reclamação entre os tantos anexos, e que a boneca foi devolvida na mesma embalagem em que foi enviada, assim como destaco em vídeo no canal Photonovelas (publicado em 16 de fevereiro de 2024) sobre o caso. Agora, o próprio PROCON deu uma nova data limite: 03/05/2024.
Resumo: MUITO cuidado ao comprar na Amazon.com.br, pois se enviarem o produto amarrotado e você devolver e pedir reembolso, você pode ser ENROLADO por meses e, passados quase 3 meses, ainda serão capazes de cobrar o produto devolvido alegando a não devolução do item. Atendimento péssimo.
* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm
sábado, 6 de abril de 2024
.: Crônica: Ziraldo parte, mas o autêntico menino maluquinho deixa um legado
Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em abril de 2024
* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm
.: Resenha crítica de "Flicts", peça que mostra o valor de ser diferente
.: 30 motivos para não perder a megaexposição "Quadrinhos", no MIS SP
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.: The Supermãe de Ziraldo comemora 50 anos em almanaque
.: Bienal: Turma da Mônica e O Menino Maluquinho juntos no mesmo livro
.: "O Planeta Lilás", de Ziraldo, ganha reedição com rascunhos do cartunista
.: Melhoramentos comemora 85 anos de idade de Ziraldo
.: Melhoramentos: 85 cartunistas homenageiam Ziraldo em livro
.: MIS SP: megaexposição "Quadrinhos" é prorrogada até maio. Programe-se!
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quarta-feira, 27 de dezembro de 2023
.: "Falar em nome de terceiros é crime" e nada é solucionado
Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em dezembro de 2023
Nunca usamos cartão de crédito aqui em casa. No auge dos nossos 41 anos, fomos "intimados" (ainda que se demonstre total desinteresse em possuir ou usar) pelo banco, por conta do parcelamento de um imóvel. Mesmo a contra gosto, fizemos uma comprinha.
Após nos informarmos, no próprio banco, sobre a necessidade de continuar com o cartão de crédito, quando fomos abater certo valor do parcelamento do imóvel, soubemos de que exista um outro cartão de crédito sem taxas. Para nós que não usamos tal forma de pagamento seria uma boa.
Assim, trocamos de cartão de crédito. Passado algum tempo, do próprio banco, vieram questionar sobre o não uso do mesmo, até o momento. Eis que, por livre e espontânea pressão, uma outra compra foi feita, usando o novo cartão.
Acompanhando pelo app, o pagamento da fatura não liberava. E o tempo foi passando. Eis que dia 27 de dezembro, ao consultar o extrato da conta, em picadinhos foram descontados o total de R$ 200,10, referente ao uso do cartão, sendo que a compra chega ao total de R$ 248,40.
Ao entrar em contato com quem nos fez usar o novo cartão, fomos encaminhado a resolver tal problema usando o 0800 que está atrás do próprio cartão de crédito.
Enquanto meu marido tentava explicar, logo foi informado de que, naquele momento não havia sistema. Contudo, tínhamos uma dúvida sobre o tal débito em conta do próprio cartão. Afinal, o que já foi descontado não totaliza o valor da compra, que também constava como em aberto, sendo que, no app, informa que o vencimento acontece dia 28.
Eis que ao repetir a explicação, mais detalhada, meu marido direcionou o telefone para que eu falasse, quando ouvimos: "que falar em nome de terceiros é crime". Do outro lado, ficamos com cara de interrogação, enquanto que meu marido riu daquela fala.
Em que momento, a minha voz feminina, se fez passar por ele ou disse ser portadora dos documentos?
Enfim, ficou claro que a atendente "não quer trabalhar", como destacou me marido. Assim, a bucha segue em aberto para nós resolvermos.
* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm
segunda-feira, 11 de setembro de 2023
.: Cuidado! Infelizmente, VMEX não é excelência em acabamentos de vidros
Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2023
Contudo, num dia, passando por uma loja, decidi entrar e falar a respeito. A vendedora foi extremamente atenciosa. Comprei, mas ela alertou que o produto não era próprio. Demorou, mas chegou.
Com a conclusão do banheirinho, chegou o momento de instalar o lavatório pequenininho, em 1º de setembro. Foi quando os problemas com o produto ficaram mais nítidos. Entrei em contato com a empresa indicando os defeitos, via WhatsApp, que me passou o e-mail do setor.
"Central de Atendimento
(34) 3219-0594 / 34-98863-7760
de Seg. a Sex. das 08h30 às 18h
www.cubasegabinetes.com.br
contato@cubasegabinetes.com.br
Entre em contato com nosso setor de ecommerce. Eles farão as tratativas para que seja feito o processo de garantia e suporte"
Eis que hoje, dia 11 de stembro, nada foi respondido. Solenemente ignorada diante de um lavatório com os mais variados problemas. Assim que um rapaz entregou ao meu marido, conferi e parecia estar tudo ali. Logo notei que a pontinha de um dos quatro lados da tampa faltava. Mostrei para meu marido, que considerou uma tremenda besteira.
Contudo, ao instalar, apareceriam novos defeitos, além de uma das pontas como que lascada. Ao pegar a cuba, por debaixo, há uma marca funda de risco, começando pouco depois da ponta até quase que o meio da pia. Ok. Foi instalada para o lado esquerdo em que não ficaria em destaque o tal problema. No entanto, como não bastasse, o vidro da prateleira debaixo não é do mesmo tom.
Sem comentários! Observando o produto, no geral, ficou nítido que ali estavam peças defeituosas e a sorteada para recebê-los como compradora, fui eu. Infelizmente, ficou claro que a VMEX não é excelência em acabamentos de vidros, seja pela nítida falta de controle de qualidade nos produtos que vende e ainda o falho atendimento ao consumidor.
* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm
quarta-feira, 9 de agosto de 2023
.: Crônica: despedida de uma vidinha que jamais será esquecida
Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em agosto de 2023
Vejo cada um dos bichinhos que tenho a honra de cuidar, muito além de serem de minha responsabilidade. Não sou dona, mas uma cuidadora que ama demais. Não sou apenas uma tutora que dá amor, um lugar limpo e comidinha, sinto que são vidinhas as quais tenho gigante responsabilidade por longos anos. Sem dúvida, aqueles seres que são mais do que animais representam bênçãos de quatro patas.
Foram chegando sem avisar e deram alegrias imensuráveis, afinal, cada um tem uma personalidade própria -o que só de observar é engraçado. Como algo tão pequenino pode se diferenciar assim?
Tudo começou com Mumuco há quase 25 anos, até que há uns 15, chegou a Tatá. Apesar das investidas, só em 2018 que a expectativa se tornou realidade. Nascendo finalmente cinco rebentos lindos. Que felicidade!
Depois, em 2020, vieram mais três criaturinhas, sendo a última nascida em 25 de março. Tão, tão pequenino, com pelinha nos olhos e restos da bolsinha de alimentação debaixo do casco. Tinha dificuldade para andar, cresceu pouco em três anos e quase cinco meses. Às vezes, era difícil de convencê-lo a comer. Ao menos, eram raras as vezes que negava um belo pedaço de folha de couve.
Amava comer folhas de amora e, claro, a própria folhinha da árvore. Não era muito fã de banana, mas amava laranja e suas variações. Mordia mamão, curtia muito abacate e se esbaldava no caquizinho, além do pêssego. Ficava quietinho nos banhinhos de água morna e deixava secar cada vãozinho entre as patinhas e o casco. Era inegavelmente fofo.
Contudo, a vida é um sopro e em 5 de agosto a vidinha mais delicada simplesmente se foi. Com direito a despedida na sexta-feira, com o cafuné habitual, respondeu levantamento a cabeça. Foi a última interação nossa.
No dia seguinte, percebi algo de errado. Estava ali como que sem alma, numa pose doce e suave. Não era o mesmo bichinho, estava sem vida num sono profundo. O sono eterno que fica para sempre em nossas memórias cheias de afeto. Adeus, Tchuco, Pitchuco ou Projeto de Jabuti!
* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm
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.: Crítica: "Barbie" é esteticamente lindo, mas perde a magia até o desfecho
.: Almanaque dos brinquedos: a boneca Barbie e as tipo Barbie
.: Barbie, ex-Lili, miniatura de mulher, faz 63 anos
.: Almanaque dos brinquedos: Os irmãos da boneca Barbie
sábado, 10 de junho de 2023
.: Crônica: "O Guarda Costas - O Musical" é showzão de Leilah Moreno
* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm
Serviço
"O Guarda-Costas - O Musical"
Temporada até 11 de junho de 2023. Local: Teatro Claro SP – Shopping Vila Olímpia - R. Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia/São Paulo. Capacidade: 799 pessoas Site: teatroclarosp.com.br. Classificação: 12 anos. Duração: 125 minutos. Acessibilidade. Ar-condicionado. Sessões: quinta e sexta-feira, às 21h. Sábado, às 17h30 e 21h. Domingo, às 19h. Ingressos: de R$ 50 a R$ 200. Obs.: confira legislação vigente para meia-entrada. Canais de venda oficiais: www.sympla.com.br - com taxa de serviço. Bilheteria física - sem taxa de serviço. Teatro Claro (Shopping Vila Olímpia). De segunda-feira a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 12h às 20h. Telefone: (11) 3448-5061.
.: Crítica: "O Guarda Costas - O Musical" consegue ser melhor que o filme
.: Sucesso de público: "O Guarda-Costas" prorroga temporada
.: Teatro Claro SP: "O Guarda-Costas, o Musical" abre pré-venda de ingressos
sexta-feira, 9 de junho de 2023
.: "O Guarda Costas - O Musical" em 11 motivos para não perder

Cena de "O Guarda Costas - O Musical" em cartaz no Teatro Claro, São Paulo. Foto: Helena Mello
* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm
Foto: Helena Mello
Serviço
"O Guarda-Costas - O Musical"
Temporada até 11 de junho de 2023. Local: Teatro Claro SP – Shopping Vila Olímpia - R. Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia/São Paulo. Capacidade: 799 pessoas Site: teatroclarosp.com.br. Classificação: 12 anos. Duração: 125 minutos. Acessibilidade. Ar-condicionado. Sessões: quinta e sexta-feira, às 21h. Sábado, às 17h30 e 21h. Domingo, às 19h. Ingressos: de R$ 50 a R$ 200. Obs.: confira legislação vigente para meia-entrada. Canais de venda oficiais: www.sympla.com.br - com taxa de serviço. Bilheteria física - sem taxa de serviço. Teatro Claro (Shopping Vila Olímpia). De segunda-feira a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 12h às 20h. Telefone: (11) 3448-5061.





























