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domingo, 27 de maio de 2018

.: #DOM06: "A graça da profissão é a gente fazer o que a gente não é"


Giovanna Antonelli, protagonista da nova novela da Globo, "Segundo Sol", comentou a polêmica racial envolvendo a trama, que foi acusada de ter um elenco majoritariamente branco em uma história que se passa na Bahia. 

"A graça da profissão é a gente fazer o que a gente não é. Hoje, ali, vivendo na Bahia, fazendo um personagem baiano, todos que estão participando se sentiram tão baianos quanto um baiano e os admirando profundamente", afirma a atriz. 

"Eu, como artista, ficaria muito triste de um dia não poder interpretar uma índia, por exemplo, porque eu não sou uma e não posso me caracterizar para aquilo", disse ela, sobre a patrulha do falso moralismo que transcende dos assuntos da TV para a falta de tolerância na vida real. A entrevista foi ao ar no programa "TV Fama", da RedeTV!.




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Daniel Bydlowski, premiado
Com o filme Bullies, o cineasta brasileiro Daniel Bydlowski levou o prêmio na categoria de produções para família, do renomado Festival de Cinema de Newport Beach. Na 19º edição do evento, que incentiva o cinema clássico e contemporâneo, Bydlowski se destacou entre 2.500 filmes analisados e concorreu ao prêmio com 350 filmes, de 58 países, segundo dados apresentados no jornal Los Angeles Time. "Bullies" alerta a sociedade sobre uma das formas de violência que mais cresce no mundo, o bullying. A intenção com o curta é incentivar a educação para diminuir este tipo de agressão nas escolas.

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Fábio de Melo e a fama de galã
"Meu público é muito feminino. Quando entro nas estatísticas do meu Instagram, 80% são mulheres", disse o Padre Fábio de Melo em entrevista ao TV Fama. "Meu discurso como padre é naturalmente atraente para o público feminino, eu falo com mais ternura. Os homens que se aproximam querem tirar uma foto para dar para tia, para mãe", explica.

A respeito das redes sociais, o sacerdote confessa ainda que as mensagens compartilhadas se tornaram parte de sua rotina: "Aquilo que eu sou em casa, tenho sido também na internet". Diagnosticado com síndrome do pânico em 2015, o religioso alerta sobre a importância da saúde emocional e física andarem juntas e afirma que desde a última crise tenta administrar melhor sua vida. "Não posso dizer que estou curado porque de vez em quando ele (pânico) se manifesta, então tenho que tomar cuidado", compartilha.

Após realizar o cerimônia religiosa que uniu Lexa e Guimê, o padre deixa seu conselho sobre filhos para os recém-casados. "É melhor o casal viver primeiro a experiência de ser marido e mulher e depois começar a multiplicar".

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Hambúrguer cinematográfico
Você já imaginou comer um hamburguer premium dentro de um presídio e servido por graçons vestidos de presidiários e ainda correr o risco de parar na caderia eletrécia caso queira, e não conseguir, cumprir o desafio de comher o Killer Buuger (400 gramas de carne) em oito minutos? Pois esta é a proposta do novo Killer Burger, recém-inaugurado na região da Granja Viana, em São Paulo.

Com um ambiente temático que oferece uma experiência quase turística, a casa tem um clima nova-iorquino percebido de longe, na fachada, que conta com uma escada de incêndio externa típica dos edifícios de Manhattan, que já serviram de palco para invasões, fugas e perseguições cinematográficas.

O ambiente interno é o de uma antiga prisão reformada, com garçons caracterizados como presidiários e até uma cadeira elétrica com pena às avessas, pois para lá serão enviados quem não conseguir cometer a transgressão da gula.

Inspirado nos mais famosos nomes do crime e do terror, o cardápio do Killer Burger conta com ingredientes superpremium e cheio de referências à gastronomia de rua americana. O Jason Burger, inspirado no Jason Voorhees do filme "Sexta-feira 13"; o Tradicional Joe Burger, inspirado no serial killer Joe Metheny; além de pratos e acompanhamentos como as Jack Ribs, inspiradas no Jack Estripador; e as Mortal Fries (R$ 19,90), estão entre as opções.

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“Nos bastidores nem se falam”, dedura Mariano
“Nossa amizade de longa data ajudou muito nisso, porque a gente vê muitas duplas que na TV têm uma relação, mas nos bastidores nem se falam. Eu e o ‘Frango’ (apelido que deu ao Munhoz), a gente consegue entrar numa sala, discutir feio, quebrar tudo, sair dali e falar 'vamos tomar uma cerveja?', como se nada tivesse acontecido. Discutimos só coisas profissionais e nos respeitamos muito”, conta Mariano, da dupla com Munhoz, durante entrevista no programa "Luciana By Night", apresentado por Luciana Gimenez, na Rede TV!.

Conhecidos principalmente pelo single "Camaro Amarelo", os sertanejos relembram grandes momentos ao longo de seus dez anos no meio musical e falam sobre a importância do hit para alavancar a popularidade da dupla. “Ganhamos em 2010 o quadro 'Garagem do Faustão' e foi muito importante para nós. Tínhamos um alicerce muito bom em Campo Grande, no interior de São Paulo também e em 2012 veio a música, que foi um divisor de águas”, explica Mariano, revelando ainda que precisaram comprar o famoso carro tempos depois: “A gente chegava nos lugares e as pessoas falavam: 'cadê o Camaro?' Aí compramos um para o escritório e depois o Munhoz comprou outro para ele”. 

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"Joalheria", a palavra mais difícil

Jornalista correspondente no Brasil, Shannon Sims está morando no país há aproximadamente três meses e já se destacou nas conversas dos brasileiros no Twitter. Em uma sequência de Tweets publicada na última semana, ela conta a dificuldade de aprender a língua portuguesa e lista algumas das palavras mais difíceis de se pronunciar.



No ranking feito por ela, "joalheria" está em primeiro lugar, seguida por "cabeleireiro", "caminhoneiros", "dedetização" e "pães". Na sequência de Tweets, ela conta histórias que já viveu no Brasil enquanto aprende a falar português e interage com brasileiros que tentam ensiná-la outras palavras difíceis.

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Obras inéditas de Ferreira Gullar são apresentadas em exposição
"As coisas na vida acontecem por acaso. Eu embarco nelas ou não", escreveu certa vez o poeta Ferreira Gullar. Os relevos, nascidos do acaso, habitavam um universo particular do artista. 

A beleza e o colorido das obras que criou encantam o olhar: há um surpreendente contorcionismo de verso e reverso que emerge das formas. São esses os trabalhos que o público poderá conferir em "Relevos", exposição organizada pela Dan Galeria em parceria com a UQ! Editions, entre 9 de junho e 14 de julho.

A mostra dá continuidade ao lançamento de "A Revelação do Avesso", livro de arte de edição limitada lançado em 2014, no mesmo espaço. A obra trazia 60 relevos, de três exemplares cada, reproduzidos em aço e acompanhados de um livro com poemas do próprio Gullar. A edição esgotou-se rapidamente. O autor do "Manifesto Neoconcreto" (1959), que lançou as obras de Lygia Clark e Helio Oiticica, estava aos 84 anos de idade, na plenitude do viço e do frescor criativo. Agora os originais em papel destes 60 relevos, nunca mostrados antes, são apresentados pela primeira vez.

As colagens em relevo de Gullar nasceram, de fato, do acaso. Segundo o próprio autor, ele já os fazia há tempos. Divertia-se em meio ao processo de escolhas de cores e surpreendia-se com as formas inesperadas que surgiam enquanto recortava o papel. Em determinado dia, colocou os recortes sobre um desenho para em seguida colá-los. A cena foi interrompida por seu gato, que estapeou abruptamente as folhas de papel, desarrumando os recortes. "Colei-os tal como estavam: disso resultou que o desenho era a ordem e os recortes coloridos, a desordem", escreveu no texto de "A Revelação do Avesso".

Poeta e crítico, Gullar nunca deixou de ser artista - à sua maneira, como ele explica no mesmo texto: "Eles me convenceram, alegando que não importava se eu sou ou não artista plástico; importava é que as colagens em relevo eram bonitas e originais. Tomei-me de entusiasmo e continuei a produzir estas colagens em relevo, que me divertem muito. Se são arte ou não, pouco importa, já que não me pretendo artista mesmo".

Lançada pela UQ!, editora de Leonel Kaz e Lucia Bertazzo, a edição, hoje, é considerada uma raridade entre colecionadores e entusiastas da arte. "Gullar era ético, estético, poético... e muito divertido. Não economizava nada, nem em integridade, nem em gestos ou palavras com que a expressamos. Ele dizia que 'a vida não basta', por isso precisava ser reinventada a cada dia. Dizia também que a criação vinha de um espanto. E do entusiasmo que colocava em tudo. Estes relevos, nascidos do entusiasmo e do acaso, são aqui apresentados como o que são: marcas significativas para a história da arte brasileira", pontua o editor. A Dan Galeria fica na rua Estados Unidos, 1638, em São Paulo.

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"Vivo Pra Você Morrer, Morro Pra Você Viver"
Dando continuidade ao seu calendário anual de exposições, nesse mês de maio, a partir do dia 4 de junho, a OMA Galeria abre a exposição "Vivo Pra Você Morrer, Morro Pra Você Viver" do artista carioca Rodrigo Calixto, sua primeira exposição individual.

As obras trazem algumas marcas de um período peculiar de sua vida, em 2015 um diagnostico de leucemia causou grande impacto em sua vida e produção. Durante o período de tratamento o artista aprofundou sua pesquisa em questões da dialética entre vida e morte, "desde que sai do hospital as pessoas vêm com frequência o quanto eu abordo esse tema, porem sob uma perspectiva diferente do habitual, pois falar da morte não me causa medo ou receio, o caminho que eu escolhi foi de ritualizar vida e morte", Calixto cria uma reciprocidade entre ambos os extremos.

Tema atente em sua obra, para essa mostra o artista apresentará seis trabalhos inéditos, frutos de um processo de experimentação ao qual se utiliza do fogo como elemento transformador, que ao tocar a madeira atribui um novo resultado estético, criando atritos entre forças conflitantes: criação e destruição. O tema surgiu de uma aproximação reflexiva ao mito de Eros e Thanatus, que trazem em seu ímpeto, desejos que movem pessoas, a partir de tais conceitos o artista faz uma reflexão minuciosa sobre materialidade e elementos sensoriais como luz e som. Na OMA Galeria, de terça a sexta-feira, das 12h às 19h, e aos sábados, das 10h às 15h, na rua Carlos Gomes, 69. Centro - São Bernardo do Campo.

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Violência contra a mulher na literatura
Inspirada em situações reais e em vivências de amigas, a carioca Fabiane Alheira lança seu primeiro livro, “O Homem que Mandava Flores”, no Rio e em Portugal. A história de ficção, recheada de misticismo, coincidências, sexo, mulheres, violência moral e crime, inicia em Madri, passa pela Capadócia, Brighton, Londres, Rio de janeiro, Indonésia e Tailândia e narra a relação entre Emma e Luc: ela, uma mulher independente que trabalha numa galeria de arte, e ele, um charmoso sedutor.

“Muito se fala hoje de assédio e abuso sexual. 'O Homem que Mandava Flores' vai além, colocando em pauta a vulnerabilidade da mulher diante da manipulação masculina e da toxicidade de relacionamentos que podem se perpetuar indefinidamente. Trata da temática sobre a manipulação e relacionamentos com sociopatas, onde empatia é algo que não existe, em que a busca pelo poder e desejo não tem limite. Será que você nunca participou desse jogo?”, questiona a autora.

Formada em Direito, Nutrição e mestre em Ciência dos Alimentos, Fabiane decidiu contar um pouco de suas experiências depois de uma conversa de bar, quando sua vida tinha virado de cabeça para baixo. “Foi uma catarse. Voltei para casa e comecei a escrever as primeiras linhas com o objetivo de mostrar que é muito fácil, sempre, julgar o outro quando não sente a sua dor. O intuito inicial era esse, mas no desenrolar eu acabei tomando gosto pela forma como a história estava sendo contada e permiti que a fantasia conduzisse a trama, não me sentindo mais presa aos fatos, nem à minha realidade”, conta a autora que levou dez meses com temporadas em várias cidades até conseguir dar o ponto final na trama. 

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“Crianças não são culpadas”, diz Diego Hypólito
O medalhista olímpico Diego Hypólito foi ao programa "Melhor da Tarde", da Band. Além de relembrar alguns momentos marcantes de sua carreira, o atleta, mais uma vez, abriu o jogo e falou sobre o bullying e assédio que sofreu durante a infância nos centros de treinamento esportivos.

Logo no início do bate-papo, Diego aproveitou para reforçar a importância de denunciar e principalmente a dificuldade de se fazer isso. “Crianças não são culpadas”, pontua o atleta, que prossegue: “O esporte é muito importante, mas o mais importante é a formação das crianças”.

No decorrer da conversa, ao ser questionado pela apresentadora Cátia Fonseca sobre a recepção das pessoas em relação às suas declarações, o campeão contou: “Muitos atletas me procuraram depois que falei, alguns positivamente, outros negativamente”. Ele explicou que muitos sentiram-se expostos ao perceberem que poderiam ser associados às situações narradas por terem treinado com o atleta, no mesmo clube e na mesma época.

Diego ainda relata que disseram que sua intenção era chamar a atenção: “Falaram que eu queria meus dez minutos de fama. Quem com dez anos quer sentar em uma pilha?”. Mesmo diante das críticas e desconfianças o esportista dispara: “Expor isso está sendo me libertar. Não tenho arrependimento nenhum de ter falado, me sinto bem”.

Ao longo do programa, o atleta ainda revelou que decidiu se manifestar em um momento em que não suportava mais, mas que essa não foi a primeira vez em que expôs seus sentimentos: “Na minha biografia, a qual eu estou adiando a publicação há algum tempo, eu relatei todas essas situações e, justamente por isso, tinha medo de publicar”.

Por fim, o ginasta também falou sobre sua agenda de competições e a situação com os patrocinadores: “Estou sem nenhum patrocínio individual e a ‘Caixa’ está deixando o patrocínio do meu clube”...

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A coluna foi publicada mais tarde por falta de gasolina.

domingo, 20 de maio de 2018

.: #DOM05: Dolores Aveiro, mãe de Cristiano Ronaldo lança livro em SP

Por Helder Moraes Miranda, em maio de 2018.


Mãe de Cristiano Ronaldo lança livro em São Paulo

Em tempos que antecedem a Copa do Mundo, Dolores Aveiro, mãe de Cristiano Ronaldo, lança o livro "Mãe Coragem". Escrito pelo jornalista português Paulo Sousa Costa, o livro será lançado na próxima terça-feira, dia 22 de maio, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi. Na obra, a mãe do melhor futebolista do mundo fala das dificuldades que passou e da forma decidida como sempre educou os filhos.


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"Músico mais impressionante do mundo”, Hermeto Pascoal volta ao estúdio

Para celebrar os 30 anos do primeiro (e único) álbum solo “Por Diferentes Caminhos” de Hermeto Pascoal, brasileiro reconhecido mundialmente por seu talento em fazer música a partir de todo tipo de material e considerado “o músico mais impressionante do mundo” por Miles Davis, o instrumentista a volta ao estúdio para gravar musicas inéditas ao melhor estilo de quem “nasceu música”.

Guiada por sua autenticidade e inspirada no experimentalismo singular de Hermeto Pascoal, a cerveja Budweiser desenvolveu, em parceria com o Festival Brasileiro de Música Contemporânea, uma ação que alia a gravação de novas canções com uma experiência interativa para o público. 

Intitulado “Made of Music”, o projeto traduz as distintas melodias e ritmos do músico em dados e linguagem de código para serem convertidas em gráficos e formas visuais. Assim, por meio de uma plataforma online, os fãs poderão enviar suas fotos, selecionar seu instrumento preferido - passando por piano, acordeom, flauta e até mesmo um copo d’água - e ver suas imagens “transformadas” pela musicalidade do artista. O resultado dessa união entre a foto do visitante e a música produzida por Hermeto dará origem a uma imagem exclusiva e personalizada que poderá ser compartilhada nas redes sociais. O projeto tem criação da agência Africa e está disponível no site: www.madeofmusic.org.


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Jun Sakuma e Felipe Folgosi contam a trajetória das HQs em documentário

Os produtores Jun Sakuma e Felipe Folgosi anunciam o lançamento do documentário "Traço Livre - O Quadrinho Independente no Brasil" para o dia 31 de maio, nas plataformas de streaming iTunes, Google Play e NOW. Produzido pela Bravo Cinematográfica, dirigido por Jun Sakuma (de "Médicos da Floresta") e apresentado por Felipe Folgosi, conhecido também por atuar em novelas brasileiras, o longa-metragem de 82 minutos tem distribuição da O2 Play. 

O filme documenta passo a passo como se dá a produção de uma história em quadrinhos, da ideia inicial, passando pelo roteiro, artes, editoração e lançamento e revela, através de entrevistas com nomes de peso, os bastidores, segredos e anseios de se produzir quadrinhos no Brasil hoje. 
Filmado ao longo de todo o ano de 2017 e finalizado em 2018, o filme conta com depoimentos de quadrinistas e outros proofissionais ligados ao mundo das HQs.




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"Quem gosta de sertanejo ainda sofre bullying cultural", diz capa da PLAYBOY

Gabriella Araújo, Musa do Sertanejo, escolhe palco onde ganhou maior notoriedade para lançar o seu primeiro ensaio sensual, o Rodeio de Itu. A vencedora da última edição do concurso ligado a arena estampa a capa da Playboy de Portugal na edição Primavera da publicação, que já estará disponível bancas nos próximos dias em todo território português .

Apesar de construir sua fama através da atração animal, a modelo é alvo de críticas por quem não gosta do estilo da música sertaneja e também de seguidores a favor da proibição dos rodeios no Brasil. O lançamento da sua capa no evento, por exemplo, poderia estimular o acréscimo de público para estas competições.  “Associam a minha imagem a maus tratos aos animais. O evento e a música faz parte da nossa tradição”.

Para o seu primeiro trabalho totalmente nu, a musa expõe sua beleza e corpo escultural com o tema country. “Estou muito feliz, pra mim é importante valorizar o estilo e local que me conquistou e que me abriu muitas portas. Quem gosta de sertanejo ainda sofre bullying cultural’”, comenta a morena.


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Diversidade para todos na República
O Museu da Diversidade Sexual inaugura “Com Muito Orgulho”, exposição com fotos das paradas do orgulho LGBT de vários países. Realizada de maneira colaborativa, a exposição mostra a força do movimento LGBT pelo mundo. São fotos de paradas do orgulho LGBT realizadas em vários países. A mostra, com entrada gratuita, celebra os seis anos do museu e serve de aquecimento para a Parada do Orgulho LGBT, que acontece no domingo, dia 3 de junho.

Realizada em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo e com apoio da Interpride, a exposição foi desenvolvida de maneira colaborativa e conta com imagens registradas em países como Uganda, Cuba, México, Estados Unidos, Holanda, China, Israel, Chile e França. A Parada de São Paulo, cidade em que está localizado o Museu da Diversidade Sexual, tem uma parte reservada em “Com Muito Orgulho”, com fotografias históricas, uma linha do tempo e notícias de suas edições, desde a primeira, realizada em 1997.

“Desde sua primeira edição, com poucas pessoas, até se transformar na maior manifestação da população LGBT, a Parada (do Orgulho LGBT de São Paulo) mostrou que é o espaço genuíno de reinvindicação, visibilidade e celebração do orgulho. E é com muito orgulho que o Museu da Diversidade Sexual homenageia todas as pessoas que de alguma forma contribuem, organizam e participam das Paradas pelo mundo”, declara Franco Reinaudo, diretor do museu.

O espírito de coletividade presente na exposição, com mais de 50 fotos impressas enviadas por amadores e profissionais, e mais de 500 que serão exibidas nos telões. A abertura será na próxima sexta-feira, 25 de maio, das 19h às 22h, na Estação República do Metrô – piso Mezanino. Com curadoria de Franco Reinaudo e projeto expográfico de Flávio Pires, a mostra fica em cartaz de terça a domingo, das 10h às 18h.


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Astor Piazzolla, homenageado no próximo concerto do Quarteto de Cordas
A apresentação de quinta-feira, 24 de maio, do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, às 20h na Sala do Conservatório da Praça das Artes será uma homenagem ao compositor argentino Astor Piazzolla. Formado por Betina Stegmann e Nelson Rios, nos violinos; Marcelo Jaffé, na viola; e Rodrigo Andrade, no violoncelo, o quarteto ainda recebe o pianista André Mehmari e o clarinetista Nailor Proveta para o concerto.

“O André e o Proveta são parte importante do processo de desenvolvimento de uma identidade musical brasileira para o Quarteto”, explica Jaffé. “E Piazzolla é uma inspiração para todos nós. É um elemento aglutinador. Será a apresentação de seis músicos brasileiros revisitando o trabalho de um ídolo argentino de tango”, completa. Entre as obras deste programa, estão Milonga del Angel, La Misma Pena e Michelangelo 70. Ingressos a R$ 20. Sala do Conservatório – Praça das Artes. Av. São João, 281 - Centro de São Paulo.


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Feira de publicações com shows e oficinas gratuitas de arte gráfica
A terceira edição da feira de publicações Tinta Fresca acontece dias 26 e 27 de maio, sábado e domingo, no Espaço Cultural Porto Seguro. O evento gratuito de experiências gráficas e feira de publicações, organizado em parceria com a Lote 42 traz editoras e artistas que exploram os limites do papel e da arte gráfica. Uma programação musical foi especialmente preparada. No sábado, dia 26, a cantora e compositora LaBaq faz show às 15h e a discotecagem fica por conta do DJ Formiga (Vinil é Arte). Já no domingo, 27 de maio, será o show do trio Zé Pereira, também às 15h, e discotecagem de DiMangaba. 

O Complexo Cultural Porto Seguro fica na Alameda Barão de Piracicaba, 610, em Campos Elíseos - São Paulo e oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro Porto Seguro e do Espaço Cultural Porto Seguro. Na Estação da Luz, o ponto de encontro das vans é na saída Rua José Paulino / Praça da Luz / Pinacoteca, em frente ao Parque Jardim da Luz. Há instrutores no local para orientar o embarque. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 3226-7361.


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“The Handmaid’s Tale” continua no Brasil
A Paramount Channel acaba de confirmar a exibição da segunda temporada de "The Handmaid’s Tale – O Conto da Aia", com exclusividade na TV paga. Os novos episódios vão ao ar no segundo semestre deste ano e prometem momentos ainda mais tensos no drama vivido na distópica cidade de Gilead. Com o sucesso de exibição da aclamada série, o Paramount Channel registrou, desde seu lançamento em fevereiro de 2015, o melhor mês de audiência em abril, entre adultos com mais de 18 anos, sendo assistido por mais de 4 milhões de pessoas.

Mais premiada e comentada série dos Estados Unidos, em 2017, a primeira temporada teve 13 indicações ao Emmy e conquistou oito prêmios, incluindo "Melhor Série de Drama", "Melhor Atriz Protagonista em Drama" (Elisabeth Moss), "Melhor Atriz Coadjuvante em Drama" (Ann Dowd), "Melhor Direção de Série Dramática" (Reed Morano) e "Melhor Roteiro para Série Dramática". Além diversos outros prêmios, como Television Critics Association, Critics’ Choice Awards, ACE Eddie Awards, a série levou dois Globos de Ouro, em 2018, como Melhor Série Dramática de TV’ e Melhor Atriz em Série Dramática para a protagonista Elizabeth Moss.

Na segunda temporada, além de se ajustar a um novo modo de vida, Offred (Elisabeth Moss) lida com as consequências de uma decisão perigosa enquanto é assombrada por memórias de seu passado e pelos primórdios violentos de Gilead. A chegada de uma pessoa inesperada perturba as colônias. Uma família é dilacerada pela ascensão de Gilead.


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#CineRoxy
O Cine Roxy, em Santos, foi homenageado com a entrega da Medalha Quintino de Lacerda, na Sala Princesa Isabel, do Paço Municipal (Prefeitura de Santos). A outorga foi oferecida pelo Conselho da Comunidade Negra de Santos.



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A ditadura da diversidade
Entrevistada para o canal do YouTube do jornalista Alvaro Leme, a cantora Paula Lima tocou no assunto do empoderamento racial e outras minorias. Sobre as mudanças de paradigmas que acompanhamos como a ditatura do cabelo liso mencionada por Alvaro, Paula Lima foi enfática. 

"Depois teve uma outra ditatura que dizia que a mulher que tem cabelo crespo ou cacheado tem que manter o cabelo crespo ou cacheado. Em primeiro, lugar a gente tem que ser livre. Eu detesto essa perseguição com um cuidado extra com o que não me interessa achando que a estética vai resolver problemas muito maiores". 

A conversa caminha para o conceito de empoderamento, e a cantora, mais uma vez, dá uma aula e uma resposta direta: "empoderamento é dar o poder da pessoa se sentir livre e feliz para ela fazer o que ela quiser". Mantendo seu alto astral de sempre mesmo ao tocar em temas delicados.




*Helder Moraes Miranda escreve desde os seis anos e publicou um livro de poemas, "Fuga", aos 17. É bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.

domingo, 13 de maio de 2018

#DOM04: Carolina Kasting relembra conselho inusitado de Tony Ramos



Por Helder Moraes Miranda, em maio de 2018.

Carolina Kasting relembra conselho de Tony Ramos: “Fecha os olhos e respira!”
A atriz Carolina Kasting foi a entrevistada de Daniela Albuquerque no programa "Sensacional" desta quinta-feira e, no bate-papo com a apresentadora, ela recorda o sonho de ser bailarina antes de começar a atuar e relembrou histórias de sua carreira na TV, como ter feito seu primeiro par romântico com Tony Ramos, em "Anjo de Mim". 

“Quando eu estreei a gente não gravava em ordem cronológica do que ia ao ar, e a minha primeira cena gravada era com o Tony (Ramos). Imagina, né, eu nos braços do Tony, morrendo! E aí eu pensava 'ai meu Deus do céu, como vou fazer essa cena?'”, recorda a artista, que contou com a ajuda do experiente ator. “Eu deitada assim nos braços dele e eu olhava 'é o Tony Ramos aqui na minha frente'. Eu tinha que falar 'eu te amo, Belmiro', que era o nome do personagem dele, e morrer. Aí o Tony falou bem baixinho pra mim: 'Carol, fecha os olhos e respira, eu estou aqui com você. Respira que a emoção vem'”.

Questionada pela apresentadora, a artista aponta a novela "Terra Nostra" como um dos destaques de sua trajetória. “Foi a novela mais emblemática para mim e foi um momento muito bonito, e difícil também, porque você segurar durante todos aqueles meses uma personagem com credibilidade, dar credibilidade a ela, é difícil. O Thiago Lacerda foi muito importante para mim nesse processo”.

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“Tudo o que a gente faz, mesmo que seja uma homenagem, precisa de respeito”, diz Iza sobre apropriação cultural

“A beleza influencia na carreira. A sociedade tem tantos estereótipos, padrões e rótulos, principalmente com mulheres, e não deveria ser dessa forma. Acho que é assim que funciona, mas não deveria”, afirma a cantora Iza, entrevistada na última sexta-feira pelo programa "Mariana Godoy Entrevista".

Aos 27 anos, ela falou sobre apropriação cultural e aconselha as pessoas ao citar o tema. "Somos livres para nos expressar, embelezar e homenagear, mas acho interessante que, antes de usar um turbante, você procure saber de onde ele vem, por que ele existe e como isso representa um povo. Tudo o que a gente faz, mesmo que seja uma homenagem, precisa de respeito”. Com o cabelo trançado há três anos, ela explica o motivo do estilo e revela intenção de tirar as tranças. “Eu vou tirá-las em algum momento, estou querendo mudar agora. Uso porque estava passando por uma transição capilar. Sempre gostei de cabelão e agora estou em um momento bacana”, diz.

Também publicitária, ela relembra a profissão que exercia antes de se dedicar exclusivamente à música e desabafa: “Estava me sentindo deslocada, mas tenho um olhar mais empresarial da minha carreira. Todas as responsabilidades que uma pessoa tem com um emprego de segunda a sexta, me ajudaram muito na pessoa que sou hoje". Sucesso com o single 'Pesadão', Iza fala do reconhecimento do público: " Canto desde sempre e venho trabalhando duro. Fico muito agradecida pelo reconhecimento tão repentino. Tem muita gente incrível por aí, conheci vários outros artistas tentando essa mesma carreira, então me sinto muito abençoada".

Sobre os próximos projetos, a convidada não descarta a possibilidade de participar do programa "Roberto Carlos Especial" e comenta as parcerias que ainda pretende realizar: “Gostaria muito de gravar com a Karol Conka, é uma mulher incrível. Maria Gadú, acho a voz dela super cheia de emoção, seria uma honra”. Em seu novo disco ‘Dona de mim’, Iza canta ao lado de grandes nomes como Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Rincon Sapiência, Falcão e Thiaguinho.

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Café Filosófico estreia série sobre patriarcado
O Café Filosófico estreia neste domingo a série inédita "Do Paradigma da Dominação ao Paradigma do Cuidado", com curadoria do psicanalista e cientista Carlos Plastino. Neste dia, será exibida a palestra "Uma Concepção Atropológica do Patriarcado". Apresentada por Clarissa Kiste e Kiko Bertholini, a atração vai ao ar às 21h, na TV Cultura, no YouTube e no app Cultura Digital.

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Marielle e Raul Jungmann no centro do "Roda Viva"
O "Roda Viva" desta segunda-feira, 14 de maio, tem em seu centro Raul Jungmann, ministro da Segurança Pública. Entre os temas que serão abordados no programa estão a intervenção federal no Rio de Janeiro e o combate à criminalidade nos demais estados. Com apresentação de Ricardo Lessa, a atração vai ao ar ao vivo, às 22h15, na TV Cultura, no site da emissora, no Facebook, no YouTube e no aplicativo Cultura Digital.

A intervenção federal no Rio de Janeiro teve início no dia 16 de fevereiro deste ano. A efetividade da medida, no entanto, causa divergências e discussões entre setores da sociedade. Entre os questionamentos que a ação levantou, o maior envolve o assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, ainda sem esclarecimento oficial. Marielle havia sido nomeada relatora da comissão responsável por acompanhar as operações militares e avaliar seus resultados. A fim de discutir esses e outros pontos da segurança pública do País, Raul Jungmann é sabatinado nesta edição do "Roda Viva". A foto é de Jair Magri.

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“Nunca vi a Lívia como vilã”, diz Grazi Massafera sobre personagem 
Grazi Massafera falou sobre o fim de seu mais recente trabalho, como a personagem Lívia na novela "O Outro Lado do Paraíso", em conversa com o programa "TV Fama", da RedeTV!, durante um evento de moda no Rio de Janeiro. 

“Feliz da vida! (…) Foram dois anos intensos de trabalho”, comenta ela, que está oficialmente de férias e se prepara para viajar com a família e o namorado, Patrick Bulus. Questionada sobre os rumos de sua personagem, que inicialmente foi apontada pelo autor Walcyr Carrasco como uma vilã, a atriz opina: “Eu nunca li a Lívia como uma vilã, ela sempre foi uma vítima da mãe”. Ao falar sobre a falta que está sentindo de toda a equipe da novela, Grazi ainda ressalta ter contracenado pela primeira vez com Fernanda Montenegro e revela que sentiu um "frio na barriga". “Tive tudo o que você imaginar, até insônia (risos), mas foi muito especial! Eu guardo para sempre”.

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Thereza Collor, mais do que "Musa do Impeachment", 26 anos depois
Convidada pelo programa "Luciana By Night" da última terça-feira, 8 de maio, Thereza Collor, viúva de Pedro Collor, falou sobre a vida do empresário, que denunciou um esquema de corrupção envolvendo Paulo César Farias, tesoureiro de Fernando Collor de Mello, desencadeando o impeachment do então presidente, irmão dele.

Relembrando a época, Thereza revelou que, apesar do ocorrido, Pedro nunca sentiu remorso por ter causado a deposição do irmão. "Ele nunca se arrependeu, nunca voltou atrás, nunca, nunca. E nunca precisou tomar remédio para dormir também. A consciência dele era tranquila porque ele fez tudo o que podia", disse ela, que ainda ressaltou a ruptura criada na família: "Foi dificílimo, deu uma quebrada geral. Dona Leda (mãe de Pedro e Fernando Collor) já estava muito cansada de tudo o que estava acontecendo e ela mesma achava que o Fernando não estava preparado para ser presidente".
A denúncia de Pedro contra o irmão foi feita durante entrevista a uma grande revista do país, publicada em 1992, e Thereza conta que eles não estavam passando por um bom momento no casamento. "Quando ele fez as declarações não estávamos bem. Ele estava muito tenso com essa situação toda e eu tinha pedido um tempo, pedi que ele saísse de casa e ele levou as coisas dele. Então, quando aconteceu tudo isso eu sabia que ele ficaria sozinho, não teria o apoio de ninguém e eu o acolhi. Não sou de ficar em cima do muro, até porque eu sabia que tudo aquilo era verdade. Decidi deixar de lado um problema pessoal por um problema que era da nação", comenta ela, destacando a incerteza que possuíam: "Não sabíamos no que aquilo ia dar porque naquele momento, depois de uma ditadura, um presidente jovem, eleito por voto popular, você jamais imagina que ele vá cair".

Pedro Collor faleceu de câncer em 1994 e Thereza afirma que, mesmo após o descobrimento da doença, ele e o irmão nunca mais se falaram. "Depois disso (denúncia) eles nunca mais se encontraram, nem durante a doença, nada, nada", diz. Após ser considerada a 'musa do impeachment', ela demonstra indiferença em relação ao título e desabafa: "O país numa situação gravíssima, com um assunto delicado, era uma coisa que não tinha nada a ver. Falaram muito, fiquei lisonjeada, mas foi gratificante ver um artigo que o Luís Fernando Veríssimo publicou no Jornal do Brasil, dizendo que a história do impeachment seria rodapé de página da minha história, porque eu era muito mais do que isso, e ele não me conhecia"...

*Helder Moraes Miranda escreve desde os seis anos e publicou um livro de poemas, "Fuga", aos 17. É bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.

domingo, 6 de maio de 2018

.: #DOM03: "Não gostava (de ser modelo)...", diz Isabelli Fontana


Por Helder Moraes Miranda, em maio de 2018.

30 anos

Isabeli Fontana foi a modelo escolhida como protagonista para a edição especial de aniversário de 30 anos da revista ELLE, que traz quatro surpreendentes capas estreladas pela top para celebrar a força da imagem de moda e como ela tem sido desconstruída e reconstruída nos últimos anos. 


A primeira capa exibe um ângulo inusitado e faz parte de um ensaio em que Isabeli serviu como modelo vivo para estudantes de moda e arte. Na segunda, a top surpreende com os cabelos curtos e as sobrancelhas raspadas. Na terceira, sua beleza foi eternizada em um busto de gesso, como na arte clássica. Na quarta e última, o rosto de Isabeli serviu de tela para o maquiador Koichi Sonoda, que criou uma pintura surrealista sobre a sua face. 


Um rico editorial de 70 páginas – incluindo as quatro capas – foi fotografado por alguns dos principais profissionais que fizeram e continuam fazendo parte da história da publicação: Bob Wolfenson, Nicole Heiniger e Hick Duarte. A edição traz ainda uma entrevista com Isabeli, que começou sua carreira aos 13 anos e declarou que passou a gostar da profissão apenas após o nascimento do primeiro filho.



“Não gostava (de ser modelo) e só fui gostar quando o meu primeiro filho nasceu (...). Tinha vergonha de falar que era modelo. Achava que ser modelo era pouco e que eu era mais do que isso. Hoje vejo meu trabalho com outros olhos porque enxergo positivamente a minha profissão. Sei que o que fazemos é arte. E arte é uma das coisas mais lindas que nós temos. É o que me mantém viva hoje”, declarou Isabeli à ELLE –  a primeira revista a estampar seu rosto em uma capa. 




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#ForaTemer na capa da PLAYBOY das terras além-mar

A vencedora da última edição do Miss Bumbum Brasil, Rosie Oliveira, estampa duas capas simultaneamente em dois países diferentes: em Portugal a capa da revista masculina PLAYBOY e na Polônia a capa da revista Twój Weekend. Em ambas as capas o destaque vai para a frase ‘Fora Temer’, utilizada em sua apresentação na final do concurso. Na capa da revista Playboy, eles utilizaram "A Miss bumbum 'Fora Temer’" na chamada. 
Sobre o sucesso internacional, a jornalista e modelo Rosie declara: "Fiquei muito feliz com as duas publicações, o concurso me deu projeção internacional". Nessa última semana Rosie tatuou a frase "Fora Temer" que a deixou famosa no mundo  e declarou: "É uma luta de todos nós. Vai além de uma simples tatuagem, é um símbolo contra a corrupção", disse a moça.

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A boneca Miss Bumbum
...Por falar nisso, uma notícia sobre a última edição do Miss Bumbum foi destaque nos principais tablóides internacionais desta semana, entre eles The Sun, DailyMail e The Mirror: a boneca Miss Bumbum, que ressalta curvas brasileiras e veste o maiô do concurso deste ano, que homenageia o Brasil e a Copa do Mundo. Ela será vendida pelo site oficial por cerca de R$ 30 a partir de agosto, quando iniciarem as votações...

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Gretchen, apaixonada pelos haters
Eterna rainha do rebolado, Gretchen falou sobre as críticas que recebe, afirmando não se importar com isso. “Eu amo meus haters. Sou apaixonada. O que seria de mim sem eles? Não estou nem aí, nunca me incomodo. Sento no sofá, bloqueio e simplesmente deleto”, diz.

Recentemente, Gretchen anunciou a produção de um longa-metragem sobre sua vida, produzido por Antônia Fontenelle. “Ainda não sei [muitos detalhes], mas ela está conduzindo com muito carinho. O filme tem um espaço pequeno, em uma hora e meia não tem como contar uma história inteira de 40 anos, mas estarão os pontos mais importantes e falaremos de assuntos pertinentes neste momento”, compartilha ela, demonstrando ansiedade pelo novo projeto.

Mãe de Thammy, atualmente com 35 anos, ela comentou a relação com o filho e defende a causa: “Ele é muito especial. O que define o homem não é o sexo, é a honestidade, o jeito, o modo de tratar os demais, o caráter. Todo mundo está sempre o alfinentando, nas entrelinhas, com a história do órgão genital. Gente, isso é o de menos. Até porque, hoje em dia, não é mais necessário essas coisas para sentir prazer, então é uma grande besteira e uma forma de magoá-lo e de me magoar”.

No último dia 23 estreou no Multishow o reality 'Os Gretchens', no qual mostra as pessoas mais próximas da morena, incluindo o filho, a nora, o marido e a irmã Sula Miranda, cantora sertaneja. Ao falar sobre o programa, Gretchen compara sua família à família famosa de socialities e explica: “Nossa família é bem Kardashian. Está sendo realmente o sucesso que esperávamos. Trouxemos a alegria da nossa família, a vivência, as superações e acho que é isso que está conquistando o público”. A entrevista foi ao ar na última sexta-feira, durante o programa "Mariana Godoy Entrevista", transmitido pela RedeTV!.



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“Eu chorava direto”, revela Yudi Tamashiro
Conhecido por ter apresentado o 'Bom Dia & Cia' no SBT, e participado de dois realities na TV Record, "A Fazenda" e "Dancing Brasil", em que saiu vencedor,  Yudi Tamashiro destacou o recomeço de sua carreira após ter se tornado evangélico no fim do ano passado e elogia o ex-patrão, Silvio Santos. “Eu acho que cada pessoa tem um dom, se souber aproveitar esse dom da forma certa consegue crescer e ninguém segura. O Silvio [Santos] tem esse feeling de olhar e falar 'isso funciona, isso não funciona. Isso tem um tempo e isso é eterno'”.

Questionado sobre a revelação de que chegou a apresentar o programa infantil bêbado e a respeito da rotina de festas e mulheres, Yudi comenta: “Nosso trabalho era bem intenso, né? As pessoas acham que trabalhar na TV é só glamour, mas não. Eu morava em Santos, então eu saía de casa quatro horas da manhã e tinha dia que voltava às seis, sete da noite. Era tudo muito intenso, só que quando você é muito novo você quer aproveitar. (…) E minha vida realmente estava muito assim, principalmente em balada, em mulherada, enfim, depois que eu saí do Bom Dia & Cia que eu senti realmente a liberdade assim, que eu falei 'pô, tem um mundão fora do estúdio, tem coisas que eu não aproveitei e preciso aproveitar'”.

O ator e apresentador também explica como se sentia na época. “Eu aproveitava bastante, mas hoje vejo que tudo isso é passageiro. Eu procurava minha felicidade em balada, em bebida, em coisas que no dia seguinte eu já acordava com dor de cabeça e arrependido de tudo o que eu fazia”, conta. “Eu chorava direto”. A entrevista foi ao ar no último programa "Sensacional", apresentado por Daniela Albuquerque.

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Com mais de 5 milhões de inscritos, o "Desimpedidos" é o canal de futebol e humor de maior sucesso do YouTube. Para comemorar cinco anos de audiência, Fred e Bolívia ao lado dos companheiros Chico, Alê e Pezão lançam pela Panda Books o "Almanaque Desimpedidos". Com os clássicos momentos protagonizados por eles, um pouco da história do canal, além dos melhores acontecimentos que ocorreram na frente e atrás das câmeras, o almanaque terá seu lançamento nesta segunda, dia 7 de maio, a partir das 17h, na Livraria Saraiva do Shopping Center Norte. 

“A ideia é que a sensação de ler estas páginas, seja a mesma de ver os vídeos”, destaca o jornalista Ubiratan Leal, que foi convidado para selecionar e organizar as melhores histórias. “Estive várias vezes no canal, conversei com quase todo mundo, em alguns casos mais de uma vez. Nisso, saem histórias que muitas vezes não vão ao público, mas que ajudam a entender o que aparece em cada vídeo”, relata Ubiratan.



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"Karatê Kid" e "Cobra Kai" no MISS
Quem foi criança nos anos 80 sabe: grande parte quis, em algum momento daquela década, ser Daniel San (Ralph Macchio), o garoto pobre que chega à nova cidade, é perseguido pelos valentões do colégio, dá a volta por cima e fica com a garota dos sonhos no final. “Karatê Kid: A Hora da Verdade” (1984) marcou uma geração. 

Teve duas continuações estreladas por Daniel e Mr. Miyagi (Pat Morita) respectivamente em 1986 e 1989 e mais uma em 1994 só com o veterano sensei ensinando uma jovem interpretada pela então estreante Hilary Swank (que depois venceria duas vezes o Oscar). Houve, ainda, um remake em 2010 com Jackie Chan e Jaden Smith (filho de Will Smith) reinterpretando professor e aluno.

Na última quarta-feira, 2 de maio, estreou no Youtube Red (plataforma de conteúdo original do Youtube) a série “Cobra Kai”. O seriado retoma 34 anos depois a rivalidade do primeiro filme da franquia e coloca Daniel e Johnny Lawrence (William Zabka) frente a frente. Daniel está casado, é pai e dirige uma rede de lojas de automóveis. Johnny é alcoólatra e encontra chance de redenção ao proteger um garoto de bullers e decide refundar o dojo Cobra Kai. O roteiro é assinado por Josh Heald ("A Ressaca 2"), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg ("American Pie: o Reencontro") e os vídeos de divulgação causaram furor na internet e trazem diversas referências à saga original.

Fãs de “Karatê Kid”, os produtores culturais André Azenha (Santos Film Fest), Renatinho Santos (Santos Comic Expo) e o coordenador dos cinemas da Prefeitura Municipal de Santos, Christian Roberto da S Câmara, são contemporâneos, fãs deste universo e decidiram prestar uma homenagem. Para tanto, na noite da última sesta sexta-feira, na sala de projeção do Museu da Imagem e do Som de Santos, eles exibiram o filme “Karatê Kid: A Hora da Verdade” em uma sessão especial. Houve distribuição gratuita de pipoca e refrigerante, sorteio de brindes e uma sessão surpresa após o longa-metragem. A noite foi um sucesso!




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Se ele chegou antes...
A Fox Film divulgou mais uma ação de pré-venda para o blockbuster "Deadpool 2". Em vídeo inédito, o estúdio apresenta ao público o fã número 1 de "Deadpool", Rubinho Barrichello. No vídeo, Rubinho mostra que se antecipou e chegou na frente, comprando seus ingressos durante a pré-venda, antes de todo o mundo! "Deadpool 2" estreia em cinemas de todo o Brasil em 17 de maio.



*Helder Moraes Miranda escreve desde os seis anos e publicou um livro de poemas, "Fuga", aos 17. É bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.

domingo, 29 de abril de 2018

.: #DOM02 - “De Xuxa à Kardashian, todas foram subcelebridades um dia”


Por Helder Moraes Miranda, em abril de 2018.

Cacau Oliver é um assessor de imprensa cobiçado por quem sonha em ficar famoso. Criador do concurso "Miss Bumbum", mundialmente conhecido, já produziu 116 capas de revistas e colocou nos holofotes mulheres despudoradas e polêmicas. A mais célebre delas foi a vice do concurso, Andressa Urach, antes de se converter evangélica.

O jornalista será a estrela do reality show “O Criador de Celebridades", no Canal E! Entertainment. Antes da estreia, o Brasil conheceu os bastidores das notícias que já renderam milhões de cliques. Como essas notícias foram feitas? O que está por trás?  

Para responder essas e outras questões, ele lançou, na última terça, na Livraria da Vila, em São Paulo, o livro "Make Celebrities", que conta a história de pessoas comuns que fizeram de tudo e foram ao extremo para atingir o estrelato. “A fama é uma droga. Cada notícia equivale a uma dose”, conta Cacau Oliver. “É perigoso quando as pessoas não sabem os limites”...


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Gente que faz
O trabalhador brasileiro merece ser capa de revista, ter seu retrato ligado ao orgulho de sua profissão, seja como trabalhador rural ou engravatado da Avenida Paulista. É esse o conceito da exposição “Lá & Cá”, do reconhecido fotógrafo Paulo Fridman, em cartaz no Sesc Parque Dom Pedro II, no Brás, em São Paulo.

São 108 fotografias impressas, todas na vertical, identificando o trabalhador ao seu oficio, expondo o meio de ganhar a vida e a realidade em todo o país. “O resultado de um ensaio fotográfico sobre os trabalhadores brasileiros começou nas viagens pelo Brasil, observando como o trabalho dava felicidade ao cidadão. De 2014 a 2018, destaquei personagens como se fosse uma capa de revista”, explica Fridman, paulistano, nascido em 1955, com fotos publicadas internacionalmente em mais de 500 capas como a “Time”, “The New York Times Magazine”, “Newsweek” e “Forbes”.




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"Dia do Talento"
O maestro João Carlos Martins acaba de criar o "Dia do Talento", que terá sua primeira comemoração no dia 1º de maio, às 18h, na Vila Madelena. A experiência musical terá música de Tim Maia interpretada de uma forma bem diferente, com a junção de vários estilos sonoros: do funk/soul ao erudito. 


O tenor Jean William cantará acompanhado pelo maestro ao piano. Também haverá apresentações da 
cantora Claudia Noemi, do Madrigal da Emesp e da banda de funk/groove Big Pacha
. 
Tudo 
na rua onde o maestro criou o projeto "Concerto na Garagem", a
 Medeiros de Albuquerque, que fica no Parque da Vila Madalena, em torno do Beco do Batman, onde foi criado um polo de economia criativa  e 
regulamente existem shows de jazz e música clássica. 
O evento é gratuito.

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Crédito: Denise Cruz

Raul Seixas para crianças
No feriado do dia 1º de maio, o Sesc Ipiranga recebe o grupo Rauzitos, às 18h. A banda vem impressionando diferentes gerações com seu show voltado ao público infantil em homenagem ao Raul Seixas. O trio formado por Daniel Xingu (violão voz), Marcelo Dworecki (baixo e vocais) e Ângelo Kanaan (bateria e efeitos) explora o universo cheio de referências míticas e metafóricas criado pelo rei do rock brasileiro. 

Para montar o repertório, a banda reuniu as canções preferidas das crianças. Clássicos como "Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás", "Mosca na Sopa" e "Maluco Beleza" são alguns dos sucessos presentes no show. O figurino adotado pela banda faz referência aos personagens Durango Kid, Sábio Chinês e Carimbador Maluco, que integram algumas das canções de Raulzito. A banda, criada em janeiro do ano passado, já fez mais de 30 apresentações reunindo cerca de 10 mil pessoas. Grátis para crianças até 12 anos. Ingresso: R$ 17 (inteira) | R$ 8,50 (meia) | R$ 5 (credencial plena).

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*Crédito/Fotos: Divulgação/RedeTV!
“Pensei em morrer muitas vezes”, diz padre Fábio de Melo
Diagnosticado com síndrome do pânico em 2017, o padre Fábio de Melo classificou a síndrome do pânico como “o momento mais difícil de sua história”. “Eu pensei em morrer muitas vezes, em deixar de fazer tudo que faço, em acabar com tudo o que eu tinha iniciado. É impressionante como o pânico retira o chão da gente”. 

Ainda sobre o tema, o sacerdote faz um alerta em relação à importância da medicação e do acompanhamento terapêutico para doenças psicológicas e compartilha: “Quando comecei a sentir os primeiros medos, eu não soube identificá-los. Achei que era cansaço, desgaste natural do dia a dia e fico muito assustado que nos dias de hoje a gente tenha se acostumado com algumas patologias mentais que são produzidas por nós mesmos, pelo nosso estilo de vida. A gente não sabe o momento de pedir ajuda”. 


Após decidir falar abertamente sobre a síndrome, ele associa problemas psicológicos à patologias físicas e fala da oração como um meio de auxílio. “É impressionante como as doenças físicas têm uma ligação com esse desassossego espirutal, emocional. Toda vez que começamos a ficar infelizes e não damos uma atenção àquilo, é natural que daqui a um tempo tenhamos doenças físicas que são justamente o que entornou daquilo que não cuidamos emocionalmente”, explica. O bate-papo foi ao ar no programa "Mariana Godoy Entrevista", na última sexta-feira, na RedeTV!.



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"Baseado em Fatos"
É um documentário da Vice Brasil em parceria com a Bem Bolado. Conversas em São Paulo e Rio de Janeiro com ativistas, empresários, traficantes, growers legais e ilegais sobre os recentes avanços e as perspectivas de futuro do uso da cannabis medicinal e social no Brasil. Disponível no YouTube.

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Maconha com Willie Nelson
O cantor Jack Johnson acaba de divulgar uma faixa um tanto inusitada. “Willie Got Me Stoned” conta sobre fumar maconha com a lenda do country Willie Nelson, jogar poker e perder tudo e ter que voltar para casa andando. “Esta canção é sobre uma noite após tocarmos uma vez num festival na cidade de Englewood, nos EUA. Estávamos curtindo com Willie Nelson e foi uma grande honra, nós voltamos para sua casa e esta é uma história verdadeira sobre aquela noite”, declarou Jack.  O sétimo álbum de estúdio do cantor, “All the Light Above It Too”, de setembro de 2017, está disponível em todas as plataformas digitais.

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Plantas & noir
A Livraria da Vila recebe o lançamento do livro "Minhas Plantas: Jardinagem Para Todos (Até Quem Mata Cactos)", de Carol Costa. O evento acontece no dia 2 de maio, quarta-feira, das 19h às 21h30, na loja da Fradique e conta com um bate-papo com a autora. Carol Costa é jornalista especializada em jardinagem e paisagista formada pelo Instituto Brasileiro de Paisagismo. com colunas na BandNews FM e na revista Natureza. 


Na quinta, dia 3 de maio, às 18h30, na loja de Higienópolis, é a vez de Edgar Telles Ribeiro lançar o livro "Uma Mulher Transparente" (editora Todavia). O livro conta a história de um jovem repórter que vive nos anos 1960 e vê seu chefe com uma arma escondida na cintura. Antes mesmo de entender a cena, vê também o corpo de uma mulher estirado na calçada. O episódio continua a assombrá-lo mesmo após duas décadas de ditadura e a morte do chefe acende novamente o mistério sobre o fato de ter ocultado a arma. 



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Recebidos


Os livros “Onde está a banda The Beatles?”, que coloca os meninos de Liverpool escondidos no meio de uma multidão em locais como o Cavern Club, bar londrino em que grupo tocou pela primeira vez em 1961, e “Onde está o Elvis?”, que esconde o rei do rock em Graceland, sua mansão, que hoje é alvo da visitação de milhares de pessoas de todo o mundo. Para os adultos, a coleção é uma forma de relembrar a infância, e para os jovens leitores, um modo de promover o contato com os livros, com a cultura musical, além de estimular a concentração. Ambos da editora Ciranda Cultural. 


A edição bilíngue de "O Médico e o Monstro" ("The Strange Case of. Dr. Jekyl and Mr. Hide"), de Robert Louis Stevenson. Lançamento da Editora do Brasil, com adaptação de Telma Guimarães e ilustrações de Pablo De Bella. Um clássico que merece ser lido. Crítica de ambos em breve.

Sobre o colunista:

*Helder Moraes Miranda escreve desde os seis anos e publicou um livro de poemas, "Fuga", aos 17. É bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.

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