domingo, 10 de fevereiro de 2019

.: "Besta Fera" é tradução precisa de Jards Macalé no Brasil de 2019


*Por Fred Coelho, em fevereiro de 2019.

Apesar do rosto na penumbra, um halo faz com que a foto de Cafi para a capa de Besta Fera seja o registro definitivo de uma iluminação. Após vinte anos sem lançar um trabalho de composições inéditas (o último foi "O Q Faço É Música", de 1998), Jards Macalé apresenta em seu novo disco a expressão exata de sua atualidade provocadora. 

Fruto de um projeto realizado através do programa de patrocínios Natura Musical e gravado nos estúdios Red Bull de São Paulo, Besta Fera aprofunda a excelência de sua discografia, iniciada em 1972 pelo mitológico long-play gravado ao lado de Lanny Gordin e Tuti Moreno. Ao mesmo tempo, ele é um convite irrecusável para que novos ouvintes adentrem um universo sonoro único chamado Jards Macalé. Em tempos de audições fragmentadas em múltiplas frentes e plataformas, "Besta Fera" é um disco que apresenta, simultaneamente, canções que funcionam tanto em sua força única quanto no conjunto de uma verdadeira obra.

Essa sonoridade, impactante já em sua primeira audição, é fruto do encontro entre velhos e novos amigos do músico carioca. Na sua bagagem de 50 anos de estrada com a canção popular, Macalé assume a direção musical do disco para costurar referências como Gregório de Mattos (cuja presença ecoa o parceiro Waly Salomão) e Ezra Pound (que, se o primeiro poema gravado por Macalé foi "Luz", presente no disco "Let's Play That", gravado em 1983, agora, afinado com os tempos que atravessamos, surge com "Trevas"), parcerias históricas como José Carlos Capinam e homenagens como a Renô, amigo do tempo de andanças com Hélio Oiticica. Tais nomes, fazem a síntese, que só um artista como Macalé é capaz, entre a formação crítica de sua geração e a formação noturna, malandra, lírica e violenta do Rio de Janeiro.

Esses velhos companheiros de estrada batem papo com os novos parceiros, cujas trajetórias sólidas nos últimos anos casam perfeitamente com a caminhada de Jards e acrescentam a presença da cena musical contemporânea de São Paulo. A banda é formada por Kiko Dinucci (violão e sintetizadores) e Thomas Harres (bateria e percussão), responsáveis pela produção musical, além de Pedro Dantas (baixo) e Guilherme Held (guitarra). Os quatro foram colaboradores de Jards nos arranjos ao lado de Romulo Fróes (diretor artístico do disco) e Thiago França (responsável pelo arranjo orquestral da música "Buraco da Consolação"). Rodrigo Campos, Juçara Marçal, Ava Rocha, Clima e Tim Bernardes também têm participações brilhantes, sejam como músicos, sejam como compositores (ou ambos, no caso de Tim).

Sobre os arranjos, cada uma das canções traz elementos cujas camadas fazem com que os que conhecem a obra fundamental do músico, cantor e compositor, encontrem referências sutis, sacadas secretas, memórias melódicas. São momentos em que a sonoridade inovadora de seus álbuns antológicos dos anos 1970 e 1980 se faz presente sem precisar soar como passadismo ou homenagem engessada. É o entendimento, por parte dos músicos, produtores e arranjadores, de que a música de Macalé sempre é atual, em qualquer tempo. Além disso, sua dedicação técnica nas gravações de todos os seus trabalhos e sua formação erudita – de copista de orquestras a diretor musical de discos e shows importantes de sua geração – garantem que essa qualidade pessoal seja sempre renovada por ideias em ebulição.

As levadas de diferentes caminhos, forças, tons e timbres, fazem com que Macalé explore todas suas vertentes – do sussurro em voz e violão ao rock rasgado, do clima agônico de Lupicínio Rodrigues e Jamelão ao baile de orquestras como a sua dileta Tabajara, da batida bossa nova redonda ao reggae com rabeca, do samba levado por cavaco, percussão (com Ariane Molina e Thai Halfed) e coro (da Velha guarda musical da Nenê de Vila Matilde, composto por Laurinha, Clara e Irene) ao experimentalismo em sonoplastias, fitas cassetes e samples. Sempre inquieto e em movimento dentre as várias artes que convive, Macalé nunca perdeu de vista o caráter ampliado da canção popular brasileira. Cinema, poesia, teatro, performance, artes visuais, crime, filosofia, literatura, botequins, matas, mares e muitas outras frentes se fazem presentes na obra de Macalé, o que não seria diferen te em Besta Fera.

Vale também ressaltar que o grupo reunido ao redor de Jards Macalé para a gravação de seu novo disco é praticamente o mesmo que, recentemente, revolucionou a obra de Elza Soares em seus trabalhos "A Mulher do Fim do Mundo" (2015) e "Deus É Mulher" (2018). A informação, aqui, serve para lembrarmos que esses músicos escutaram com a máxima atenção a obra dos mestres. Foi a partir dessa audição interessada e atenta que, nos últimos anos, conseguiram criar coletivamente novos momentos artísticos sem perder de vista as identidades sonoras dessas trajetórias. No caso de "Besta Fera", essa fidelidade com a obra está registrada justamente ao encararem todos os desafios de um trabalho em estúdio com Macalé e colaborarem para um resultado contundente de um criador em seu auge. Exigente, experimental e rigoroso, Macalé tem como marca em sua careira tirar o máx imo possível do estúdio, principalmente quando mergulha em um trabalho de canções inéditas, podendo desenvolver suas ideias durante o processo de gravação.

Até tempos atrás, Macalé era um artista cujos supostos fins e maldições eram sempre relembrados ao falarem de seu trabalho. Com oito discos nos últimos vinte anos, todos bem recebidos por público e crítica, não há mais a menor dúvida de que sua produção cresce a cada dia, assim como sua influência sobre novas gerações. Por ser um artista contemporâneo de todos os tempos, Macalé faz de Besta Fera um comentário preciso, lírico e feroz na justa medida sobre o Brasil de hoje. Prepare-se para adentrar um mundo entre trevas, bombas Hs, túneis de cidades más, águas fundas, olhos de sangue, ignorâncias dos homens, beiras e obstáculos. Temas cuja força crítica é iluminada por arranjos e vozes certeiras. Aqui, não há margens, e sim um centro irradiador de canções feitas no calor de quem está sempre pronto para novos combates. Besta Fer a é a prova de que Jards Macalé está vivíssimo, quente, iluminado e bem acompanhado. Um disco que diz, com todas as letras, os delírios e belezas de um faquir da dor. Eis sua versão sobre nossos tempos – e, principalmente, contratempos.

.: Ivete Sangalo e Claudia Leitte cantam juntas em “Lambada (Corpo Molinho)”

Apontadas como rivais no passado, Ivete Sangalo e Claudia Leitte 
agora parecem amigas íntimas. Crédito: Rafa Mattei
O último clipe do EP “Carnaval com Ivete – Live Experience” acaba de ser disponibilizado na página oficial de Ivete Sangalo, no YouTube. Em “Lambada (Corpo Molinho)”, a cantora divide o palco com Claudia Leitte.  

O EP de quatro faixas é só o primeiro lançamento da cantora baiana para divulgar o DVD “Live Experience”, gravado nodia 8 de dezembro passado, em São Paulo. O clipe da primeira faixa, “Teleguiado”, foi lançado de forma inovadora, 30 minutos após a gravação. 

O segundo clipe, da música “Mainha Gosta Assim”, com participação de Leo Santana, foi lançado no mesmo dia do EP, 25 de janeiro. A terceira faixa, o medley “Oba, Se Joga” / “Lambada da Delícia”/ “Cadê Meu Coco”, teve o clipe divulgado no dia 31 de janeiro. “Lambada (Corpo Molinho)” é uma lambada escrita por Samir e Tierry e produzida por Radames Venâncio.


“Lambada (Corpo Molinho)”


“Mainha Gosta Assim”


“Oba, Se Joga” / “Lambada da Delícia”/ “Cadê Meu Coco”

sábado, 9 de fevereiro de 2019

.: "O Quinto Risco", de Michael Lewis, é lançado pela Editora Intrínseca

Autor de best-sellers como Moneyball e Flash Boys, renomado jornalista americano faz uma análise ácida e preocupante do início do governo Trump


“O período entre a eleição e a posse parece uma aula de química à qual metade dos alunos chegou atrasada e se vê forçada a pegar as anotações com a outra metade antes da prova.


Antes de deixar a Presidência dos Estados Unidos, em janeiro de 2017, Barack Obama instruiu funcionários de diversos setores do seu governo a reunir as informações que ajudassem seu sucessor a entender os meandros do funcionamento da máquina estatal. O governo Bush fez o mesmo por Obama, para assegurar uma transferência de poder o mais tranquila possível. Quando a eleição de Donald Trump foi confirmada, todas as agências federais se prepararam para receber a equipe do futuro presidente — mas ninguém apareceu. Após semanas, os poucos enviados demonstraram despreparo e desinteresse totais sobre suas novas funções.

Para escrever o novo livro, "O quinto risco", que chega às livrarias pela Intrínseca, o escritor e jornalista americano Michael Lewis foi atrás de funcionários de administrações anteriores, aos poucos afastados dos cargos, a fim de ouvir o que eles teriam a dizer sobre os riscos e desdobramentos provenientes das atitudes intempestivas de Trump. Ao conversar com especialistas — responsáveis por pastas como Energia, Agricultura e Comércio — ele percebeu que uma das principais ameaças iminentes contra a nação americana (e o mundo) tem a sua personificação máxima na figura do próprio presidente.

Na escala de projeções de situações emergenciais, o quinto risco é tudo aquilo que desconhecemos, e nem sequer cogitamos que possa acontecer. Mas o que fazer quando quem deveria se inteirar de tudo a fim de minimizá-lo simplesmente lava as mãos e prefere se refugiar na ignorância? De que forma o desprezo pelo conhecimento demonstrado por aqueles em posição de liderança ameaça o futuro da humanidade?

Em "O quinto risco", Michael entrevistou experientes profissionais de três departamentos estratégicos, responsáveis por funções essenciais do governo, como proteger o lixo nuclear (departamento de Energia) e garantir a segurança alimentar (Agricultura). Partindo dos relatos desses experientes burocratas federais, ele faz um retrato sombrio do período de transição e dos primeiros meses do governo Trump.

Michael Lewis é escritor e jornalista, formado em história da arte pela Universidade de Princeton e mestre em economia pela London School of Economics. Colunista do site Bloomberg View e colaborador da Vanity Fair, já contribuiu também com as revistas The New York Times Magazine, The New Yorker e Sports Illustrated. Publicou pela Intrínseca Moneyball, Flash Boys e O projeto desfazer. Atualmente mora nos Estados Unidos com a mulher e os três filhos.


Esclarecedor... Sua relevância para os leitores permanecerá para além da era Trump.” — Publishers Weekly

O Quinto Risco
Tradução: Cássio de Arantes Leite
Editora: Intrínseca
192 páginas
Impresso: R$ 49,90
E-Book: R$ 34,90

.: Filipa arma plano para a chapa Universo Jovem ganhar a eleição

A menina forja papéis com votos falsos e pede para Yasmin colocá-los na mochila de Luigi 


Filipa, Éric e Yasmin comemoram a desclassificação da Chapa Contente. Crédito das fotos: Divulgação SBT


No capítulo de As Aventuras de Poliana que vai ao ar na próxima segunda-feira (11/02), Filipa armará um plano que colocará a eleição da Chapa Contente no grêmio estudantil em risco. Inicialmente, a patricinha pedirá para Yasmin escrever votos falsos para a Chapa Universo Jovem, mas, após a amiga questionar se os papéis a mais na urna não gerariam desconfiança na apuração, Filipa resolve mudar seu plano e “beneficiar” a Chapa Contente com os votos, tendo a ideia de colocá-los na mochila de Éric e, com isso, fazer com que todos pensem que o menino quis trapacear na votação. Confira o resumo dos capítulos de quando ocorrerá essa essa confusão!


Capítulo 194, segunda-feira, 11 de fevereiro

Após a briga em frente a toda a escola, Poliana diz a João que os dois precisam conversar. Mirela e Raquel comemoram o bom desempenho da Chapa Contente no debate. Bento tenta consolar Poliana, dizendo que a tristeza faz parte da vida, mas que ela não pode deixar se abater por esse sentimento. Branca realiza uma atividade em grupo na aula de dança, na qual pares precisarão ser formados. Débora manda os capangas que invadiram a casa dela e de Marcelo recolocarem a porta que arrombaram no lugar. João flagra, de trás de uma árvore, Débora combinando algo com os capangas na porta da casa. Guilherme faz par com Brenda na aula de dança e Raquel fica enciumada. João conta tudo o que viu para Marcelo. Claudia sai de casa feliz da vida para seu piquenique com Durval. Débora procura Roger e diz que precisa de sua ajuda para elaborar um belo jantar em família e, com isso, ganhar a confiança de Glória. Éric, convida Paola para repetir o dueto de saxofone e sapateado que fizeram uma vez. Hugo filma tudo, pois isso faz parte de um plano que os dois armaram. Poliana leva Bento até a casa de João para que os dois possam tentar se entender, mas João reage com rispidez. Filipa inventa uma trapaça para a chapa Universo Jovem ganhar as eleições do grêmio e Yasmin ajuda a colocá-la em prática. Guilherme pede um emprego para Durval na padaria. O clubinho MaGaBeLo coloca em prática o plano para arruinar o piquenique.  Débora pede a Marcelo a realização de um jantar para toda a família, e ele aceita. Claudia e Durval vão ao piquenique e tudo dá errado graças às travessuras que as crianças aprontaram. Nadine consegue algumas informações de Roger com Verônica, que conta tudo sem querer.




Filipa conta plano para Yasmin. Crédito das fotos: Divulgação SBT

Capítulo 195, terça-feira, 12 de fevereiro

De longe, o clubinho MaGaBeLo dá muitas risadas de tudo o que acontece no embaraçoso piquenique. Após aceitar um convite para assistir a um teaser de uma série na casa de Luigi, Yasmin coloca papéis forjados com votos falsos para eleição do grêmio na mochila do menino, para incriminá-lo de alterar o resultado final. Poliana sonha que João, triste, volta para o Ceará e acorda desesperada. O jantar na casa de Débora e Marcelo tem início. Durval, chateado, conta para Lorena que o piquenique não foi como o esperado. Claudia desabafa com Joana sobre tudo o que deu errado no encontro também. Pendleton se alegra com a repercussão da entrevista de Otto para a imprensa. Glória leva Luísa ao jantar de família na casa de Marcelo e Débora. Waldisney ameaça Jefferson e Vinícius chega, desconfiando de que há algo errado. Luísa e Glória falam sobre o problema das joias, e Verônica fica em choque. Yasmin confessa para Filipa que está arrependida por ter implantado os papéis com votos falsos na bolsa de Luigi. Luísa conta para Poliana que recuperou o colar que era de sua mãe. O plano de Débora e Roger dá certo e, no fim, a nora consegue impressionar Glória no jantar cheio de "gentilezas". Luísa guarda o colar de volta no cofre. Débora e Marcelo discutem. João procura Kessya e pergunta se ela sabe de algo relacionado à Débora e os capangas que moram na mesma comunidade que a menina. Luigi, na escola, dá um doce de presente para Yasmin. Brenda tenta conquistar Jefferson, que a rejeita. Mirela comemora a possível vitória da Chapa Contente com Raquel e Guilherme que, por outro lado, estão preocupados com o resultado. Branca elogia Poliana e Kessya na aula de dança, incentivando as garotas e sendo muito carinhosa com elas. Arlete se desespera ao saber que terá que devolver o anel que ganhou de Lindomar. Roger confronta Waldisney sobre o colar roubado que comprou dele e diz que envolverá a polícia no caso.

.: Anny Petti lança nacionalmente "Parará" um pop dançante

A multiartista já gravou com nomes como Vinicius D´Black em "Jogo Proibido" e "Foreign" na música Encosta

Foto: Divulgação

"Parará" é o tipo de clipe para você assistir, cantar e dançar muito acompanhando a coreografia da cantora que interage o tempo todo com os dançarinos no clipe. Com uma letra fácil de ser decorada e um ritmo latino, Anny Petti mostra toda a sua essência pop, somada ao toque do Reggaeton deixando o clipe dançante, alegre e com uma dinâmica que contagia. O clipe conta com a direção e fotografia de Mess Santos, um dos mais renomados diretores, que já assinou clipes de grandes nomes da música como Claudia Leite, Anitta, Wesley Safadão, Maiara e Maraisa entre outros. 

O clipe foi gravado em São Paulo, com tomadas em pontos 'turísticos' da cidade como a av. Paulista e o Viaduto do Chá e mostra que todos independente de idade, cor, raça, podem dançar o "Parará". Detalhe para o figurino utilizado no clipe, moderno e colorido, trazendo ainda mais alegria e força para a música. 

Anny Petti conquista a cada dia mais espaço na mídia nacional, assim como do público e críticos do segmento. Anny já lançou três singles “Boom”, “Mais Uma” e “Jogo Proibido”, todos com videoclipe e dois EPs, “First” e “Jogo Proibido”, que alavancaram sua carreira musical. Este é o quarto clipe da carreira.

Aos oito anos, junto com sua irmã, convenceram o pai a formar a dupla infantil, Isi & Livi, que durante quase dois anos fez sucesso e percorreram os principais programas de TV do momento como Xuxa, Angélica, Mara Maravilha, Jackeline, Raul Gil, Video Show, entre outros. 

Mas conciliar os compromissos da dupla mirim com a vida profissional fez com que o pais decidisse por interromper a carreira das meninas e assim o sonho de estar no meio musical precisou ser adiado por um tempo. A vida de Anny seguiu, com duas faculdades no currículo e experiências profissionais diversas. Nesse meio tempo a música não lhe sai da cabeça e nem dos planos para ser, num futuro próximo, seu único caminho. 

Até que Anny se encheu de coragem, juntou sua convicção com o incentivo que teve da família e deciciu abraçar de vez sua vocação: viver de música. Para começar a deixar sua marca no mercado da música, a multiartista lançou "First", seu primeiro EP, acompanhado de um super vídeoclipe do single "Mais Uma". Logo que veio o videoclipe foi lançado no YouTube, Anny não só chamou a atenção do público como também de uma grande gravadora e hoje faz parte do grupo de artistas da Universal Music do Brasil. 

Assim nasceu Anny Petti, a cantora e personagem que deu a vida ao sonho e transformou em realidade o que até então eram só planos. 

Confira o clipe "Parará"


Ficha Técnica

Direção: Mess Santos 
Assistente de Direção: Nathalia Bacci
Direção de Fotografia: Mess Santos 
Produção Geral: Ivo Neto
Edição: Paulo Del Angelo 
Roteiro: Mess Santos
Direção de Arte: Nathalia Bacci
Direção de Set: Victor Xavier 
Figurino: Ziza Calhau
Make: Patricia Mônaco 
Assistente Make: Dell Casagrande
Assistente de Câmera: Mateus Martins
Operador de Foco: Paulo Del Ângelo 
Produtora: Movie3 Filmes 
Bailarinas: Bella Bittencourt, Mayara Rosa, Thaiane Chuvas
Coreografa: Bella Fernandes
Figurantes: Paulo Karryel
Site: annypetti.com.br

.: Ana Clara convida Alexandre Pires para noite especial em São Paulo

A cantora recebe um de seus maiores ídolos em noite intimista de muita música boa no Trabuca


Foto: Divulgação


Na próxima quarta-feira, dia 13, acontecerá no Trabuca Bar, em São Paulo (SP), o show da cantora Ana Clara. Na ocasião, a sambista receberá em seu palco um de seus grandes ídolos da música, Alexandre Pires.

Dona de um timbre de voz diferenciado e considerada revelação no samba, Ana Clara está cada vez mais conquistando espaço no mercado musical e cultivando amizades por onde passa. A artista já dividiu músicas com grandes nomes da música, além de já ter gravado com o convidado da noite, Alexandre Pires ela já cantou com Péricles, Ferrugem, Ludmilla, entre outros.

Hoje, a artista segue divulgando seu DVD, gravado em 2018, com participações de Alcione e Atitude 67.

Serviço:
Local: Trabuca
Endereço: Presidente Juscelino Kubitschek, 1444
Data: 13/02 – quarta-feira
Horário: 21h
Informações: trabuca.com.br/

.: The Four e os quatro finalistas do reality show apresentado por Xuxa

Na próxima semana, eles serão desafiados por novos competidores, que brigam pelo prêmio de R$ 300 mil


Crédito da foto: Blad Meneghel

Encerrado o primeiro episódio do The Four Brasil, que estreou nesta quarta-feira, dia 6 de fevereiro, quatro participantes asseguraram a permanência  na disputa do reality show apresentado por Xuxa Meneghel. Na próxima semana, eles serão desafiados por novos competidores, que não medirão esforços e talento para virarem o jogo e ocuparem a cobiçada cadeira de finalista da atração.

Um dos finalistas é o goiano Manso, de 25 anos, que canta folk, indie e pop. No primeiro episódio, ele não foi desafiado. O segundo finalista é Erik Moraes, de 32 anos e de São Paulo. O roqueiro chegou a ser desafiado por um outro competidor no programa de ontem, mas manteve a cadeira de finalista.

A terceira finalista é a paulista Rully, de 30 anos, que gosta de pop e rock romântico. No episódio que foi ao ar nesta quarta-feira, dia 6, ela conseguiu pegar a vaga da candidata Stanya. O quarto finalista é Arthur Olliver, de Uberlândia, Minas Gerais. O rapaz de 22 anos, que gosta de pop, blues e MPB, roubou a vaga de finalista da candidata Bruna Oliver.

MECÂNICA DO PROGRAMA
Os desafiantes se apresentam no palco principal do The Four Brasil diante dos jurados. O candidato fica no centro do palco, ao lado da apresentadora. Em volta deles, há três círculos projetados no chão. Cada um representa o voto de um jurado. Após o comando de Xuxa, os círculos se acendem conforme o número de aprovações. Caso todos fiquem ligados, o desafiante já se qualifica para o duelo. Caso contrário, ele deixa a competição.

O programa exibe a apresentação do finalista e também de cada desafiante. Os jurados analisam as performances, e a plateia vota, usando um aplicativo, em seu favorito. Xuxa anuncia o resultado. Se o desafiante for o mais votado, toma o lugar do finalista entre os quatro e já fica liberado de duelar até o fim do episódio. Quando o finalista é o mais votado, mantém seu lugar e fica imune dos duelos até o final do episódio. Ou seja, a cada episódio, tudo pode mudar. Os finalistas não estão garantidos e são constantemente convocados a batalhar por seu lugar na disputa.

O The Four Brasil vai ao ar todas as quartas-feiras, a partir das 22h30, com apresentação de Xuxa Meneghel e direção de núcleo de realities de Rodrigo Carelli. A atração também está disponível no PlayPlus, plataforma de streaming e VoD do Grupo Record, que pode ser acessada pelo www.playplus.com

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

.: Crítica de "Amor Profano", embate entre razão e coração

Por Mary Ellen Farias dos Santos*
Em fevereiro de 2019



Extremamente provocativo, o texto do espetáculo "Amor Profano"do israelense Motti Lerner, em cartaz no Teatro Raul Cortez, em São Paulo, de sexta a domingo, até 24 de fevereiro, ressalta o quanto que o sentir precisa ser priorizado. Uma vez que a forte afeição por outra pessoa, nascida de laços de consanguinidade ou de relações sociais, o amor, o mesmo sentimento que gera benevolência, admiração, zelo, também pode originar o caos da dúvida quando instável. 

Na produção Morente Forte, dirigida por de Einat Falbel, o sentimento já destacado no título é exposto por duas visões divergentes e conturbadas, defendidas com a maestria e o talento de Vivianne Pasmanter (Hanna) e Marcello Airoldi (Zvi). Em cena, os dois, em plena parceria, entregam a narrativa de Lerner na intensidade exata, gerando imersão imediata do público na trama, além de incitar os mais variados questionamentos -principalmente ao término do espetáculo. Façanha de somente boas produções

Ela é a mulher que sempre ama a fé, mesmo após a perda do filho com Zvi. Ele, mudado pelo trauma ocorrido na juventude, ama a liberdade fora das leis religiosas. Após 20 anos da separação traumática de Hanna e Zvi, a oportunidade do reencontro surge quando os filhos gerados por eles em relações posteriores, começam a namorar. 

A partir desse gatilho, na casa de Hanna, enquanto a religiosa nem mesmo olha Zvi diretamente -e faz questão de deixar a janela para a rua, aberta-, que a discussão sobre o amor dos filhos expõe as diferenças do passado entre os dois. Assim, fica nítido que a história de amor dos protagonistasem algum momento, foi partilhada e manteve a mesma direção, quando os dois seguiam os preceitos da comunidade judaica ultraortodoxa.

Tal qual a história dos protagonistas de "Romeu e Julieta", há um impedimento para que o amor seja concretizado: a fé. Ao defenderem os respectivos pontos de vista sobre Deus, é que os meandros do amor em profunda reflexão, esbarra na incerteza da dúvida. Contudo, "Amor Profano" promove uma dança das cadeiras, quando já na casa de Zvi, em Tel Aviv, a trama passa a ser espelhada. Sem que cada um abandone o amor maior (a fé e a distância dela), Hanna e Zvi assumem a postura um do outro.

Nos palcos, "Amor Profano" é o resultado do trabalho harmônico, da direção à iluminação. Nada sobra, tudo se completa. Com trilha composta pela cantora e compositora Fortuna, cenários e figurinos de Zé Henrique de Paula e iluminação de Yuri Cumer, o espetáculo não chega a ser um "Romeu e Julieta", pelo fato de ir muito além, principalmente pelo desfecho surpreendente. Convenhamos que é esplêndido ficar inquieto por presenciar um espetáculo impactante. Indubitavelmente imperdível! 


Ficha Técnica
Texto: Motti Lerner
Tradução: Debi Aronis e Diana Berezin
Direção: Einat Falbel
Elenco: Vivianne Pasmanter – Hanna | Marcello Airoldi – Zvi
Cenário e Figurino: Zé Henrique de Paula
Trilha Sonora: Fortuna
Desenho de Luz: Yuri Cumer
Direção Vocal Interpretativa: Lucia Gayotto
Direção Áudio Visual: Amir Admoni e Laerte Késsimos
Assistente de Direção: Léo Birche
Assistente de Cenografia: Cesar Costa
Assistente de Figurino: Paula Martins
Obra de arte do cenário: Fábio Benetti – artista plástico (tela na parede de Zvi)
Coordenação de Comunicação Beth Gallo
Assessoria de Imprensa: Daniela Bustos e Thaís Peres – Morente Forte Comunicações
Projeto Gráfico: Vicka Suarez
Fotos: Priscila Prade
Filmagens e Edição para Web: Jady Forte
Coordenação de Produção: Egberto Simões
Produção Executiva: Martha Lozano
Assistência de Produção: Bárbara Santos
Coordenação Administrativa: Dani Angelotti
Assistência Administrativa: Alcení Braz
Administradora: Magali Morente
Produtoras Associadas: Selma Morente, Célia Forte e Vivianne Pasmanter
Uma produção Morente Forte

Serviço
Amor Profano
Teatro Raul Cortez – Fecomércio (512 lugares)
Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista
Informações: (11) 3254.1631
Bilheteria: terça a quinta das 15h às 20h; sexta a domingo a partir das 15h. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar condicionado e acesso para cadeirantes. Estacionamento do teatro: R$ 23
Vendas: www.ingressorapido.com.br
Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 19h

Ingressos:
Sexta R$ 60 e R$ 40 | Sábado e Domingo R$ 70 e R$ 50
* Todas as apresentações terão descritivo em braile*
*Todas as sextas as apresentações terão intérprete de libras*
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
Gênero: Drama
Estreou dia 12 de outubro de 2018
Temporada 2019: de 19 de janeiro até 24 de fevereiro


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm





.: Escape Hotel dá gratuidade em jogo de fuga para crianças

De 2 a 17 de fevereiro, grupos de pelo menos seis `detetives` mirins pagantes que forem jogar na sala Máfia Kids ganham entrada gratuita para mais um integrante da equipe; promoção é válida para a faixa etária de 7 a 11 anos, em São Paulo


O Escape Hotel, casa dos jogos de fuga mais imersivos do Brasil, anuncia uma promoção pra lá de bacana para a galerinha de 7 a 11 anos. De 2 a 17 de fevereiro, grupos de pelo menos seis `detetives` mirins pagantes cujos pais fizerem reserva pela internet para jogar na sala Máfia Kids ganham entrada gratuita para mais um integrante da equipe.

Máfia Kids é uma divertida aventura que mistura a adrenalina dos jogos de fuga com a lógica dos jogos de tabuleiro. O clima é lúdico e cheio de enigmas, reviravoltas e até passagem secreta. No enredo, os poderosos chefinhos são convocados para uma reunião ultra secreta com o chefão da Máfia e tem uma hora para desvendar mistérios e sair da sala, que conta ainda com um personagem para dar pistas e ajudar nas charadas e brincadeiras. 

Para encarar o desafio e participar da promoção Máfia Kids, que dá gratuidade para um jogador a cada seis crianças pagantes, basta fazer reserva no site www.escapehotel.com.br.

A promo é válida de 2 a 17 de fevereiro, de terças-feiras a domingos, das 10h às 23h, no Escape Hotel (Avenida Pedroso de Moraes 832, São Paulo - SP). O valor para os pagantes é de R$ 79 por pessoa e as crianças devem estar acompanhadas de um adulto.

AGENDA
Promoção Máfia Kids *
Data: 2 a 17 de fevereiro de 2019 (terças-feiras a domingos)
Local: Escape Hotel
Endereço: Avenida Pedroso de Moraes, 832 – Pinheiros – São Paulo (SP)
Funcionamento: 10h às 23h
Entrada: R$ 79 por participante pagante
Reservas: www.escapehotel.com.br
Fone: 11. 3637-0007

* Promoção válida para grupos de ao menos 6 jogadores pagantes que fizerem reserva online para a sala Máfia Kids; promoção não cumulativa com outras promos do Escape Hotel; a sala Máfia Kids é formatada para a faixa etária de 7 a 11 anos e as crianças devem estar acompanhadas de um adulto

.: São Paulo é principal destino dos brasileiros para Carnaval deste ano

Theatro Municipal de São Paulo. Foto: Divulgação


A cidade de São Paulo é o destino mais procurado pelos brasileiros que vão viajar de avião para aproveitar o Carnaval deste ano. É o que aponta uma pesquisa recente da agência virtual de turismo ViajaNet, que apurou o volume de busca de passagens aéreas para o feriado.

Na segunda colocação do ranking do ViajaNet, aparece a famosa cidade do Rio de Janeiro, seguida por Salvador, Brasília e Porto Alegre (veja lista abaixo). 

Do total de procura por passagens aéreas para o Carnaval 2019, as regiões Sudeste e Nordeste aparecem no topo da lista com três destinos cada, enquanto o Sul também tem três cidades procuradas e a região Centro-Oeste aparece com apenas uma localidade.

Segundo o head of marketing do ViajaNet, Gustavo Mariotto, o Carnaval é um dos feriados com maior procura por passagens aéreas ao longo do ano, tanto em viagens domésticas quanto em voos vindos do exterior. “São Paulo, que lidera o ranking, tornou-se, nos últimos anos, uma referência para as festas carnavalescas, sobretudo com os eventos e blocos de rua”, completa o executivo.

As cidades brasileiras mais procuradas para o Carnaval 2019

Ranking
Cidades
1
São Paulo
2
Rio de Janeiro
3
Salvador
4
Brasília
5
Porto Alegre
6
Fortaleza
7
Belo Horizonte
8
Recife
9
Florianópolis
10
Foz do Iguaçu
Fonte: ViajaNet

.: Documentário "Não Estávamos Ali para Fazer Amigos" na faixa Cine Brasil

Neste sábado, dia 9 de fevereiro, a TV Cultura leva ao ar o documentário brasileiro "Não Estávamos Ali para Fazer Amigos", na faixa Cine Brasil, às 23h45. Dirigido por Miguel de Almeida e Luiz R. Cabral, o filme retrata os últimos anos do período de ditadura militar no Brasil. Ele tem como objetivo representar a década de 80 em todas as suas especificidades, tanto no âmbito político, que fervilhou nessa época, quanto na explosão da cultura urbana no país. 

A produção foi feita em parceria com a emissora paulista, que cedeu parte de seu acervo para a montagem do documentário. Em entrevista ao Metrópolis, em 2015, Miguel conta que o longa reflete a inquietação de uma geração inteira e a maneira que isso afetou toda a estrutura do País.

.: Museu do Amanhã celebra Dia Internacional das Mulheres na Ciência

Foto: Divulgação


Além de bate-papo sobre mulheres astronautas que fizeram história, haverá exibição do filme "Estrelas além do tempo". Programação é gratuita


Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres na Ciência (11/2), a partir da próxima terça-feira, 12/2, o Museu do Amanhã apresenta três atividades especiais que exaltarão a conquista do espaço pelas mulheres. No bate-papo que inicia às 15h, a cientista Josephine Rua lembrará grandes personalidades como Jocelyn Bell, descobridora dos pulsares; a primeira cosmonauta mulher Valentina Tereshkova; e Mae Jemison, a primeira astronauta negra da Nasa. O evento encerrará com a exibição do filme "Estrelas além do tempo".

E no sábado (16/2), o Clube de Leitura será dedicado ao livro "Estrelas além do tempo", de Margot Lee Shetterly, que conta a história real de matemáticas negras que trabalharam como "computadores humanos", fazendo cálculos complexos e foram fundamentais para a primeira viagem espacial dos americanos. Toda a programação é gratuita, para participar basta se inscrever no site.

No ano em que a chegada do homem à lua completa 50 anos, o Museu do Amanhã terá algumas atividades em torno desse tema.

O Museu do Amanhã é um equipamento cultural da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG).



← Postagens mais recentes Postagens mais antigas → Página inicial
Tecnologia do Blogger.