segunda-feira, 4 de março de 2019

.: Entrevista com Matheus de Camargo, guitarrista aos 15 anos

Por Helder Moraes Miranda, em março de 2019.

A tatuagem de guitarra no pulso esquerdo perpetua que Matheus de Camargo traz no sangue, nas veias e na alma uma intensa paixão por música. Foi uma maneira desse garoto de 15 anos, nascido em 11 de setembro, marcar nele uma história de amor que tem tudo para ser uma trajetória de sucesso. 

Essa história desse jovem guitarrista de alma sensível e jeito de poeta já vem sendo iniciada no cenário musical de Itanhaém, em que ele vem fazendo sucesso em diversas apresentações solo e em diversas bandas. Grave este nome, você ainda vai ouvir muito sobre Matheus de Camargo. 

RESENHANDO - Qual a lembrança mais antiga que você tem a respeito de música?
Minha lembrança mais antiga no meio musical foi quando tinha meus sete para oito anos. Eu ia em bares ver bandas locais como a banda Troia - tenho contato com os integrantes até hoje - e quando os via tocar. Eu ficava doido, queria aprender a tocar pelo menos algo. Na época, eu era muito ingênuo, então não sabia direito o que eu queria. Anos mais tarde, vim a descobrir. 

RESENHANDO - Quando descobriu que gostaria de ser um artista da música? 
Foi uma transição recente. Quando estava no final de 2017, pude ter a honra de ser convidado a fazer parte da banda local Chinela Brazuca. Até então, ninguém sabia da minha existência e, desde então, decidi que era isso realmente o que eu queria.

RESENHANDO - Aos 15 anos, você tem um histórico de shows inesquecíveis. Quem já foi aos seus shows sempre comenta sobre o seu talento. Até o momento, qual foi o show mais marcante? 
Essa pergunta é um tanto difícil de responder, mas vamos lá: entre os meus 11 anos, idade em que eu comecei a tocar, até os dias de hoje, já tive muitas bandas e muitas apresentações. Mas entre todas essas, eu escolhi a minha participação com a banda Rocksing, pelo simples fato de fazer um som com os meus amigos de infância no qual eu me inspirei para começar a tocar guitarra. Isso me deixa feliz até hoje.

RESENHANDO - O que representa a música em sua vida? 
A música representa todo meu ser. Quando eu escuto, toco alguma música ou realizo outras atividades relacionadas a esta arte, eu deixo de ser o que muitas pessoas pensam que eu sou e consigo ser quem eu realmente quero ser, quem realmente eu sou. Então, para mim, a música me representa em um todo.



RESENHANDO - Quais são os seus ídolos na música?
Meu único ídolo, a pessoa que sigo como um exemplo que eu tento me inspirar ao máximo chama-se Silvano Andrade. Ele simplesmente me apresentou um caminho de salvação, felicidade e uma das únicas coisas que eu preciso ter na minha vida. Tudo o que ele fez por essa paixão que é a música me deixa inspirado a querer ser igual a ele, ou quem sabe até um pouco melhor, o que é quase impossível. Mas ele fez coisas das quais ninguém fez, ou fará. 

RESENHANDO - O que as pessoas que vêem você tocar não imaginam sobre quem você é?
Acho que minha idade ou, às vezes, quem eu realmente sou.

RESENHANDO - Qual é a sensação de se apresentar em um palco? 
São sensações únicas em cada uma das vezes, nenhuma é igual a outra. Há sempre pessoas diferentes te observando e apreciando ou não sua musicalidade, sua técnica e seu feeling. Todas as apresentações são inesquecíveis e ficam para sempre na memória. 

RESENHANDO - Quais são os seus planos?
Gravar discos autorais, fazer meu sonhado conservatório e minha faculdade de música. 

RESENHANDO - O que você diria para um admirador de seu trabalho que está lendo esta entrevista?
Para qualquer coisa que você ame fazer, tente dar o máximo de você, pois senão você pode se arrepender pelo resto da sua vida. Quando as pessoas duvidarem de você, prove o contrário sempre. Surpreenda as pessoas ao seu redor isso te tornará diferente dos outros. Não se apegue a pessoas que só querem te derrubar e também não se acomode, pois quando você achar que está bom em algo, você não evolui.





*Helder Moraes Miranda é bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.



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.: Literatura no Brasil: Quando será que o brasileiro vai ler mais?


Por Uranio Bonoldi, em março de 2019.

Atente-se para este dado: 30% dos brasileiros nunca compraram um livro. O estudo, que faz parte da pesquisa 'Retratos da Leitura no Brasil' (2018), do Instituto Pró-Livro, também mostra que a média de leitura per capita nacional varia de aproximadamente cinco a sete livros, incluindo livros didáticos, por ano. Leitura espontânea não chega a dois livros por ano, enquanto que nos EUA é de cinco e na França sete livros por ano, per capita. A leitura enquanto hábito no Brasil é uma dificuldade e traz diversas consequências, não só de ordem cultural, mas de formação social, de reflexão e linguística.

Mas quais seriam os motivos para que a leitura não seja tão popular no país? É claro que não existe uma só razão, mas um conjunto de fatores que minam o apreço dos brasileiros pelos livros. Contudo, o que considero o principal (e talvez o mais grave) é a falta de hábito da leitura.

E por que isso acontece? Sabemos que os livros didáticos são necessários e sua qualidade, na grande maioria, se mostra suficiente e, portanto, cumpre seu papel educacional de forma efetiva. Porém, o hábito de ler, que orbita os livros didáticos, pode se dar de duas formas: em casa, pelos pais apresentando a seus filhos livros com boas histórias, lendo com eles, despertando a curiosidade das crianças e jovens para o mundo mágico da leitura. Agora, se os pais não têm esse hábito, a escola pode desempenhar um papel fundamental nesse processo através de seus professores.

Esta segunda forma de se criar o hábito da leitura, precisa que o professor seja o grande entusiasta que indicará e discutirá livros e histórias junto a seus alunos. Livros contemporâneos, adequados à idade do aluno, que falam numa linguagem atual e trazem cenários e histórias que o jovem gosta – seja ficção, fantasia ou realidade. 

Porém, da mesma forma, se os professores têm deficiência no hábito de leitura, dificilmente irão despertar em seus alunos esse hábito que traz tantos benefícios ao desenvolvimento de crianças e jovens, além de prepará-los para a idade adulta.

Portanto, é muito importante buscar essa formação, esta competência junto aos professores, em despertar o desejo pela leitura junto às crianças e jovens, principalmente do ensino fundamental e médio, momento em que os alunos podem adquirir o hábito de leitura de forma muito natural.

Há outra questão, com relação aos livros complementares, como exemplo, aqueles que acabam figurando como leitura obrigatória para o vestibular, os chamados clássicos.

É muito mais fácil um jovem vir a gostar de ler e solidificar o hábito da leitura, se ele começar por autores contemporâneos, que falam uma língua mais próxima do jovem e tratam de assuntos atuais.

Claro que devemos ler, estudar e reverenciar os autores clássicos. Porém, os livros clássicos foram escritos há décadas e trazem contexto e forma de comunicação muito diferente da contemporânea.

Nesse sentido, especialistas em educação sugerem que escolas mudem o método de ensino e incluam livros, de vários gêneros, para que os jovens experimentem novas experiências na leitura e, desta forma, desperte entre eles, o amor pelos livros.

Respeitando a idade da criança em formação, é repensar a forma de criar o hábito da leitura, por meio de um equilibrado mix entre literatura clássica e contemporânea, mas lembrando que, o mais adequado para o desenvolvimento do hábito de ler nos jovens, deve passar pelo contemporâneo, para depois entrar no clássico. Desta forma, o jovem irá conseguir comparar e diferenciar linguagens e contextos segundo a época em que o livro foi escrito.

A educação é fundamental para o desenvolvimento de qualquer país e ela passa, inevitavelmente, pela leitura. Quando tivermos melhores leitores, certamente teremos melhores formadores de opinião pela boa reflexão. Isso porque a bagagem adquirida a cada página de um livro estimula o pensamento e a imaginação, mas também a análise crítica e a reflexão sobre a realidade.

.: Estreia "Diários do Abismo", com Maria Padilha, no Sesc 24 de Maio

Maria Padilha estreou seu primeiro monólogo em 2018, comemorando seus 40 anos de carreira. E dá continuidade à comemoração em curta temporada em São Paulo, no Sesc 24 de Maio

“Não é, absolutamente, um diário íntimo, mas tão apenas o diário de uma hospiciada, sem sentir-se com direito a escrever as enormidades que pensa, suas belezas, suas verdades. Seria verdadeiramente escandaloso meu diário íntimo.”
(Maura Lopes Cançado)

Com apenas dois livros publicados e considerada uma das maiores autoras do país, a mineira Maura Lopes Cançado tem uma de suas obras encenada por Maria Padilha, com direção de Sérgio Módena. "Diários do Abismo" é uma adaptação de Pedro Brício para "Hospício É Deus", primeiro livro de Maura. “Ganhei o livro de presente do Ney Latorraca, que disse: aqui tem uma grande personagem”, revela Maria Padilha, que completou 40 anos de carreira em 2018 e estreou seu primeiro monólogo em comemoração. 

O espetáculo é um relato autobiográfico que a escritora fez nos sanatórios e clínicas em que esteve internada, enquanto vivenciava o horror dos tratamentos psiquiátricos da época. “O que Maura escreve sobre a natureza humana, loucura, sanidade e religiosidade impressiona pela assustadora lucidez com que aborda os temas”, descreve Módena.

A escritora mineira de São Gonçalo do Abaeté, que faleceu há 25 anos, foi festeja pela nata da literatura brasileira quando estava prestes a completar 90 anos.  Segundo o escritor Otto Lara Resende, “Maura é um testemunho de que a vida é muito forte, sobretudo quando se encarna em alguém da qualidade e do talento que ela tem. Maura é única e insubstituível”. Para o poeta Ferreira Gullar, “um dos mais contundentes depoimentos humanos já escritos no Brasil”.  Segundo Carlos Heitor Cony, Maura é maior que a autora de "A Hora da Estrela". “Clarice, de certa forma, viveu em sua redoma: Maura não. Maura não é peixe de aquário: é peixe de oceano, que vai fundo.”

Nascida em uma família rica e importante de Minas Gerais, Maura Cançado aos 7 anos de idade já tinha o hábito de inventar personagens para si mesma. Foi nesta época que os ataques epiléticos começaram. Diagnosticada como psicótica, passou por diversos sanatórios e clínicas psiquiátricas. Em seu diário contava fatos determinantes de sua vida antes e durante sua internação, denunciando os terríveis métodos de tratamento praticados. Estreou em 1959 como escritora no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil. Em 1965 foi publicado "Hospício É Deus". Em 68, "O Sofredor do Ver". 

Os títulos foram reeditados pela editora Autêntica em 2015. Teve seu nome maculado na história da literatura ao matar por estrangulamento uma interna grávida. Após o episódio, Maura parou de escrever e foi esquecida por formadores de opinião e escritores. Solta em 1980, ainda passou por outras clínicas nos últimos anos de sua vida. Faleceu no dia 19 de dezembro de 1993 devido a um infarto.

O cenário não realista de André Cortez propõe a visão de Maura em relação ao espaço cênico; como esta “mulher poeta” enxerga o quarto do hospício. Camas de hospital se transformam nas páginas do diário, janelas que são espaço de liberdade e prisão. Os elementos do hospício são componentes da narrativa. O figurino de Marcelo Pies segue a mesma estética. Um uniforme de hospiciado bem longo, que evoca também religiosidade. A trilha de Marcelo H é atemporal e cria atmosferas, ruídos e sonoridades, como se o som reverberasse da cabeça de Maura. O iluminador Paulo César Medeiros completa a ficha técnica.
  
"Diários do Abismo"
Sesc 24 de Maio (216 lugares)
Rua 24 de Maio, 109 - República
Transporte público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m
Informações: 3350-6315
Bilheteria: terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h
Vendas online a partir de 26 de fevereiro, às 12h.
Vendas nas unidades a partir de 27 de fevereiro, às 17h30
Ingressos à venda pelo Portal sescsp.org.br e em toda rede Sesc SP

Quinta a Sábado às 21h | Domingo às 18h
Ingressos: R$ 40
R$ 20 (meia-entrada: estudante, servidor de escola pública, +60 anos, aposentado e pessoa com deficiência)
R$ 12 (credencial plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes)
Duração: 70 minutos
Recomendação: 12 anos
Gênero: monólogo
Estreou em setembro de 2018 no Rio de Janeiro
Estreia dia 15 de março de 2019
Curta Temporada: até 7 de abril

Ficha Técnica:
Obra original: Maura Lopes Cançado
Dramaturgia: Pedro Brício
Elenco: Maria Padilha
Direção: Sergio Módena
Iluminação: Paulo César Medeiros
Cenário: André Cortez
Figurinos: Marcelo Pies
Projeções: Batman Zavareze
Trilha sonora e composição original: Marcelo H
Assessoria de imprensa: Morente Forte Comunicações
Direção de produção: José Luiz Coutinho e Wagner Pacheco
Realização: Cena Dois Produções Artísticas

.: Resumo do 209º ao 213º capítulo de "As Aventuras de Poliana", do SBT

As Aventuras de Poliana  
Resumo dos Capítulos 209 a 213 (04.03 a 08.03) 

Foto: Divulgação /SBT

Segunda-feira, 4 de março
Raquel agradece Durval por ele ter devolvido o emprego a Guilherme e aproveita para perguntar se os dois podem namorar. Débora se faz de vítima para Verônica e Roger, dizendo que Marcelo a expulsou de casa. Roger reluta em aceitá-la como hóspede. Uma travessura é aprontada com a mochila de Yasmin, que pede a ajuda de Filipa. Em vez de ajudar, a patricinha ri da cara dela. Luca procura Ruth e diz que precisa contar algo sobre Jefferson. Débora consegue convencer Roger, que afirma que ela terá que fazer algo em troca. Luigi diz a Yasmin que Filipa não é sua amiga de verdade. As imagens das câmeras de segurança mostram que Jeff é inocente. Roger continua humilhando Sérgio e Claudia dá uma ideia para ajudar o amigo. Luísa e Afonso saem para correr. Salvador faz novas provocações à Sophie, chantageando-a. Mirela, Raquel e Guilherme dão uma força para Jefferson. Guilherme e Luca se enfrentam.


Terça-feira, 5 de março
Helô diz a Glória que Luca precisa, ao menos, de uma suspensão pela mentira que contou. Ruth exige que Luca grave um vídeo se desculpando pelo que fez a Jeff. Marcelo conta a Iuri que está solteiro. Glória vai à casa de Verônica e vê Débora, fazendo provocações com a ex-nora. Buscando por informações de Pendleton e Otto, o clubinho MaGaBeLo encontra várias fotos antigas na casa de máquinas. Yasmin despreza Filipa. O plano de Cláudia dá certo, mas Nadine escuta tudo. Roger promove Waldisney e diz a Sérgio que ele pode trabalhar em outra função diretamente de sua casa. Marcelo vai à casa de Luísa em busca de João e se declara para Luísa, dizendo que ela é a mulher da vida dele. Afonso chega.


Quarta-feira, 6 de março
Afonso e Marcelo discutem e Luísa manda o ex-namorado embora de sua casa, rejeitando-o. João é perseguido pelos capangas de Rato. Luísa fica pensativa e incomoda Afonso. Nanci conta a Antônio tudo o que aconteceu na sala. Verônica vê Guilherme trabalhando na padaria. Marcelo desabafa com Glória, dizendo que demorou demais para terminar com Débora e perdeu Luísa de vez. João consegue entrar no prédio de Filipa e escapa dos capangas. Éric e Bento vão à casa de Kessya para fazerem um trabalho da escola. Poliana, chorando, desabafa com Luísa sobre a ausência de João. Kessya pergunta à Éric se ele vai ou não voltar à dançar. Yasmin pergunta à Claudia se ela quer ajuda para limpar à casa, que fica surpresa com a atitude da filha. Luca perde vários seguidores na internet e decide fazer um vídeo de desculpas à Jeff.


Quinta-feira, 7 de março
Sérgio vai jogar videogame e descobre que seu jogo que estava salvo sumiu, ficando furioso. O clubinho MaGaBeLo tenta brincar com um jogo de tabuleiro misterioso encontrado na casa de máquinas. Vini prepara um jantar especial para que seus pais se reconciliem. Luísa conta sobre a declaração de Marcelo para Joana e Claudia. Poliana reza por João. Roger flagra Guilherme trabalhando na padaria. Pendleton consegue fazer Sara ficar invisível. Mirela descobre que Branca compartilhou várias vezes hashtag contra Luca Tuber por meio de seu Friendbook. O clubinho MaGaBeLo continua as investigações sobre Pendleton.


Sexta-feira, 8 de março
Mário, Luigi e Gael vão à escola e temem que, agora que Sérgio trabalhará de casa, João dê de cara com ele. Raquel diz a Durval que ficou feliz pela atitude que ele tomou diante de Roger e Guilherme. Filipa, brava, vê Yasmin feliz com Poliana, Kessya e Luigi. Sophie, chantageada por Salvador, faz os relatórios do professor e Iuri fica inconformado. Roger manda Ciro seguir Pendleton. Filipa tenta se reaproximar Yasmin, sem sucesso. Luca faz um vídeo se desculpando com Jeff. O pai de Luca é chamado na escola. Marcelo encontra Luísa e se desculpa por ter agido por impulso. Débora chega. Glória e Branca discutem. Pendleton encontra João tocando violão na praça. Ciro observa tudo. Débora joga um produto de limpeza no chão da porta da sala de dança de propósito para Branca cair e se machucar.

.: Livro de Pedro Bandeira traz poesias sob o ponto de vista das crianças


Se o mundo girasse ao contrário, como seria? É possível um sorvete em vez de um castigo? E o que existe em cima das coisas onde não se consegue enxergar por ainda ser muito pequeno? Estas perguntas estão no novo livro de poesias de Pedro Bandeira, um dos escritores infantojuvenis mais consagrados do Brasil e que já vendeu mais de 25 milhões de livros durante a sua carreira. A obra "O Que Eu Quero Pode Acontecer", publicada pela Editora Moderna, traz breves poesias que expressam muitos dos sentimentos das crianças. O livro conta com ilustrações de Attilio.

São 20 pequenos poemas, nos quais Pedro traduz com concisão muitos dilemas, pensamentos, medos e reflexões que fazem parte da vida de meninos e meninas, que se fazem perguntas sobre o mundo, pessoas e regras numa realidade que muitas vezes pode parecer bastante difícil de se compreender.

No fim, o autor convida seu pequeno leitor a aproveitar a vida enquanto é tempo, pois ela passa rápido. Os versão são escritos em redondilha maior e menor, com rimas alternadas. Há também poesias com versos dodecassílabos.

No poema "Não vai embora, Vovô!" a jovem menina tenta lidar com o fato de que seu avô ter lhe dito que um dia irá morrer. "Quem vai me contar histórias, quem vive a me consolar, quando eu fico muito triste, com vontade de chorar?".

Já em outro, intitulado "A cara pintada da tia", o pequeno garoto se indaga por que a sua tia vive cuidando da aparência. "Mas o que eu não entendo é pra que tanto se estica, pois se é pra ficar bonita, por que ela não fica?".

A ideia do autor é mostrar que todos esses sonhos, vontades e dúvidas são compartilhados por todo mundo. E, com o esforço, tudo o que se quer pode, sim, acontecer. Basta desejar com força.

Sobre o autor
Nasceu em Santos, em 1942. Trabalhou em teatro profissional como ator, diretor e cenógrafo. Foi redator, editor e ator de comerciais de televisão. A partir de 1983 tornou-se exclusivamente escritor. Sua obra, direcionada a crianças e jovens, tem ganhado diversos prêmios, como Jabuti, APCA, Adolfo Aizen e Altamente Recomendável, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Já vendeu mais de 20 milhões de exemplares de seus livros.

.: Exposição "Diversidade" - Irmãos Julien e Liam Porisse juntos pela primeira vez

Gêmeos radicados na França, os irmãos apresentam os seus olhares distintos para arte em exposição conjunta no Centro Brasileiro Britânico.

Desde que a declarada paixão pelo Brasil foi descoberta pelos irmãos gêmeos Julien e Liam Porisse, graças à um feliz acaso em 1992, os gêmeos de dupla nacionalidade incluíram a metrópole paulistana como um de seus destinos oficiais. Filhos de uma galerista irlandesa e de um pintor francês, os também artistas, britânicos por nascença, derivam de uma linha sucessória de apreço e intimidade com as várias formas de expressão artística.

À convite do Centro Brasileiro Britânico os irmãos reúnem seus trabalhos de forma inédita na exposição indicada como “Diversidade’’, onde poderão apresentar ao público seus distintos traços, apesar de suas equidades genéticas. A exposição contará com cerca de 30 obras, entre telas à óleo e três esculturas apresentadas por Julien, integrando aos tecidos dos canvas as múltiplas dimensões e texturas de materiais como acrílico, madeira e alumínio. O vernissage acontecerá no dia 9 de março, no Centro Brasileiro Britânico, em Pinheiros, em São Paulo.

O trabalho que Julien apresentará é geométrico e concretista. Suas principais inspirações, como Burle Marx e Volpi, são evidenciadas em suas peças eleitas, graças às suas abstrações e cores concretas. As formas exploradas são inspiradas nos chãos de taco brasileiro, os parquets.

O Liam transforma suas referências pessoais em alusões cromáticas. Suas pinceladas flertam com a onda expressionista e suas aplicações conceituais de materiais diversos em suas telas, o figurativismo. Cores explosivas, contrapostas e muita textura, inseridas num trabalho tridimensional e metatextual.

O ateliê compartilhado dos irmãos Porisse poderia ser mais um fator de conflito ao evidenciarmos as diferentes personalidades profissionais entre eles, mas as manifestações físicas de suas peculiaridades artísticas por todo o ambiente reforçam, ainda mais, a distinção entre o processo criativo e resultado de cada um.

Apesar das décadas que distanciam as vanguardas que abrigam o conceito do trabalho de cada um, ambos insistem na afirmativa de que conseguem enxergar certa conexão entre suas obras, a despeito de suas pinceladas singulares. Talvez a grande São Paulo, que influencia diretamente os trabalhos com sua imensidão, constante renovação e suas cores tenha uma parcela de responsabilidade nesta semelhança sensorial mencionada.

A exposição acontece entre 09 de março até 15 de abril, no Centro Brasileiro Britânico em Pinheiros, São Paulo.

Serviço
Exposição "Diversidade", por Julien Porisse e Liam Porisse
Centro Brasileiro Britânico: Rua Ferreira de Araujo, 741- Pinheiros
Vernissage: 9 de março, das 10h às 16h
De 9 de março até 15 de abril
Segunda a sexta-feira: das 10h às 19h
Sábados, domingos e feriados: das 10h às 16h

.: Com Débora Nascimento, "O Incrível Hulk" será exibido na Record


Nesta terça-feira, dia 5 de março, às 22h30, o Cine Record Especial exibe o filme "O Incrível Hulk" ("The Incredible Hulk") em HD com audiodescrição. Estrelado por Edward Norton e Liv Tyler, o filme conta com participação especial da atriz Débora Nascimento, uma das protagonistas da novela global "Verão 90" e envolta em um polêmico divórcio que vem movimentando a internet.

Vivendo escondido e longe de Betty Ross (Liv Tyler), a mulher que ama, o cientista Bruce Banner (Edward Norton) busca um meio de retirar a radiação gama que está em seu sangue. Ao mesmo tempo ele precisa fugir da perseguição do general Ross (William Hurt), seu grande inimigo, e da máquina militar que tenta capturá-lo, na intenção de explorar o poder que faz com que Banner se transforme no Hulk. 

Dirigido por Louis Leterrier, o longa-metragem tem no elenco Tim Roth, William Hurt, Tim Blake Nelson e Ty Burrell. Programa não recomendado para menores de 10 anos.



domingo, 3 de março de 2019

.: MISSP: um pouco da megaexposição "Quadrinhos". Veja alguns vídeos!

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em março de 2019



Está em cartaz no Museu da Imagem e do Som, de São Paulo,  a megaexposição "Quadrinhos", perfeita homenagem à 9ª Arte com mais de 600 itens acessíveis, incluindo revistas, artes originais e raridades do gênero história em quadrinhos, somente até 31 de março

O espaço que se reinventa a cada exposição apresenta riquezas cheias de curiosidades inimagináveis. Confira a playlist que nós preparamos no YouTube para você ter certeza de que não pode deixar de visitar o espaço que fica na Avenida Europa, número 158, do Jardim Europa.




*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm


Museu da Imagem e do Som
Av. Europa, 158, Jd. Europa 
São Paulo - SP, Brasil 
CEP 01449-000

[11] 2117-4777

.: Temporada no Teatro Raul Cortez: "Forever Young" completa 3 anos

Retratando a terceira idade de forma bonita, poética e bem-humorada, a comédia musical "Forever Young" completa 3 anos de grande sucesso de público, além de ser indicada aos principais prêmios, do teatro musical. Em 2019, a temporada inicia no Teatro Raul Cortez na sexta-feira 8 de março, mesmo local de estreia, com sessões sexta, às 21h30, Sábado, às 21h, e domingo, às 18h, até 31 de março.

A montagem é de Erik Gedeon, estreou em Agosto de 2016, no Teatro Raul Cortez em São Paulo, realizou temporada em 2017 no Rio de Janeiro e passou por mais oito capitais brasileiras, com grandes hits mundiais da música pop e rock’n’roll. O espetáculo foi indicado aos maiores prêmios de teatro musical como Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio Reverência, e entre outros.

De forma bonita, poética e bem-humorada, o musical "Forever Young" aborda seis grandes atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Apesar das dificuldades eles continuam cantando, se divertindo e amando. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, os simpáticos senhores se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades através do bom e velho rock’n’roll e mostram que o sonho ainda não acabou e que eles são eternamente jovens. A comédia musical consegue relatar não apenas o problema da exclusão social na “melhor idade”, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações.

"Forever Young" é uma grande homenagem a todos os artistas que trouxeram tanta magia para as pessoas. E, principalmente, passa a mensagem que ser jovem é algo eterno, que a vida não para, apenas muda-se a frequência das ações.

Os hits são sucessos do rock/pop mundial de diversos anos, passando pelas décadas de 50, 60, 70, 80 até chegar aos anos 90. Músicas que são verdadeiros hinos como "I Love Rock and Roll", "Smells Like a Teen Spirit", “I Wil Survive”, "I Got You Babe", “Roxanne”, “Rehab”, “Satisfaction”, “Sweet Dreams”, “Music”, “San Francisco”, “California Dreamin”, “Let It Be”, “Imagine”, e a emblemática "Forever Young". Já o repertório nacional conta com canções como “Eu nasci há 10 mil anos atrás” de Raul Seixas, “Do Leme ao Pontal” de Tim Maia e “Valsinha” de Chico Buarque.

Forever Young
Teatro Raul Cortez (513 lugares)
R. Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01308-000
Informações: (11) 3254-1700 Bilheteria - Terça a quinta: das 15h às 20h. Sexta a domingo: das 15h até o início do espetáculo.
Pela Internet: https://compre.ingressorapido. com.br/venues/384-2
Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar condicionado e acesso para deficientes. Estacionamento no teatro
CURTÍSSIMA TEMPORADA 08 a 31 de MARÇO
Sexta 21h30/Sábado 21h /Domingo 18h. Ingressos:Sextas e Domingos R$ 60 inteira. R$ 30 meia-entrada Sábados R$ 70,00 inteira. R$ 35,00 meia-entrada. Contatos Grupos: producoeshb@gmail.com. Duração : 100 minutos. Recomendação: 10 anos. Gênero: comédia musical. Observação: Dias 8 e 10 de março, as sessões serão ensaios abertos para a população e ONGs.
Ficha Técnica:
Autor: Erik Gedeon
Direção Geral: Jarbas Homem de Mello
Supervisão Artística/tradução/adaptação: Henrique Benjamin 
Direção Musical e canções adicionais: Miguel Briamonte
Elenco: Marya Bravo, Will Anderson, Janaina Bianchi, Ton Prado, Renata Ricci, Felipe Catão, Fernando Zuben.
Assistência de Direção: Fernanda Lorenzoni Supervisão Cenográfica: Luís Rossi Produtora de Objetos: Rosa Berger
Figurino: Paulette Pink
Visagismo: Hugo Daniel e Paulette Pink Preparação corporal: Renata Mello Designer de Luz: Fran Barros
Designer de Som: Rafael Caetano
Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes
Direção de Produção: Henrique Benjamin
Produtor Executivo: Fabio Hilst
Assistente de Produção: Fernanda Paixão e Miçairi Guimarães

.: Multishow encerra nesta semana a exibição cronológica de "Chaves"


O Multishow exibe às 1h15 na madrugada do próximo domingo para segunda, o último episódio de Chaves, “Antes um tanque funcionando que uma lavadora encrencada”. Com este são 275 exibidos, sendo 39 inéditos dublados e 2 considerados perdidos pelos fãs. 

As reprises são no mesmo dia 4, às 13h e 18h. Antes disso, de sexta para sábado, à 00h, vai ao ar “O Natal na casa do Senhor Madruga”, com reapresentação às 13h. À 00h15 de sábado para domingo, o canal exibe “Hóspedes do Senhor Madruga, terceira parte.”

Chaves e Chapolin voltam para a programação após o do fim do Big Brother Brasil, isto é, em meados de abril. Após a exibição na TV, os episódios ficam disponíveis para assinantes no Multishow Play. 

.: Artigo: "Frutos com vigor", por Oscar D’Ambrosio


Por Oscar D’Ambrosio*, em março de 2019. 

Não é de hoje que vivemos na era do Fla-Fu no mundo e, por consequência, no Brasil. O mundo da arte não está isento disso. O artigo publicado na revista Veja de 8 de março de 2019, de Marcelo Marthe, intitulado “Raízes sem força “, sobre a exposição da pintora Djanira no Museu de Arte de São Paulo, é prova disso.

A frase final do texto (“ela era uma artista medíocre”) traz à tona algumas importantes questões sobre as maneiras de se olhar a arte. Esse tipo de juízo de valor tem todo o direito de ser feito, é claro, pois o que garante a democracia é justamente a capacidade de opinar. No entanto, o tom derrisório do artigo gera algumas questões.

A principal está no fato de argumentações como as expostas no texto parecem ser feitas justamente para gerar respostas igualmente apaixonadas e virulentas na direção contrária. E certamente haverá aqueles que defenderão a arte de Djanira no mesmo tom, só que de exaltação.

Arte não é jogo de futebol em que existe um campeão e muitos derrotados. Cada artista tem uma origem, uma história e uma expressão visual. Considerar a somatória dessas instâncias “medíocre” não me parece contribuir positivamente com a arte nacional.

Não precisamos de heróis ou de marginais. Precisamos de debates ponderados e de qualidade. Nesse aspecto, a obra de Djanira, ao contrário do que o título da revista Veja indica traz “frutos com vigor” para o que significa ser um criador no Brasil.

*Oscar D’Ambrosio é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

.: Sete dicas de uso e cuidados com celulares durante o Carnaval

Veja maneiras de aproveitar os recursos dos aparelhos a favor da diversão e evitar dores de cabeça por práticas inadequadas



O Carnaval está chegando e nada melhor do que curtir a folia sem preocupações. Para aproveitar a festa ao máximo, registrar os momentos de diversão e facilitar o encontro com os amigos, os preparativos devem ir muito além de arrumar a mala, escolher a fantasia e planejar o roteiro dos bloquinhos. Os smartphones são aliados no pré, durante e pós-Carnaval, e ninguém quer terminar o feriado explicando como perdeu o aparelho, como ele estragou na praia ou como ficou sem bateria. William Toshio, gerente de produtos da área de mobilidade da Positivo Tecnologia, listou sete dicas que ajudarão os foliões a aproveitarem o Carnaval e se manterem conectados ao mesmo tempo.

Bateria 100%
Encontrar uma tomada no meio de um bloquinho, na praia ou no campo será uma tarefa difícil. Ainda que encontre, perder o precioso tempo com os amigos para carregar a bateria do celular não parece uma opção divertida. Por isso, antes de sair de casa verifique se a carga do seu aparelho está completa. “Mesmo que os sistemas operacionais mais recentes, como o Android Oreo ou Pie, tenham melhor gerenciamento do uso da bateria, a prevenção é o primeiro passo para evitar essa dor de cabeça”, explica Toshio. Além disso, reduzir o brilho da tela do smartphone e deixar o aparelho em modo avião ajudarão a diminuir o consumo de energia. Por fim, um carregador portátil (power bank) carregado pode garantir horas a mais de celular em funcionamento.

Verifique se há conexão
Se os planos para o Carnaval envolvem viagens a lugares que podem não ter sinal, há uma maneira simples e rápida de checar a rede de telefonia local e se prevenir. “O aplicativo Anatel Serviço Móvel está disponível de forma gratuita para Android e iOS. Ao inserir o estado e a cidade, o serviço retorna com informações de disponibilidade das conexões 2G, 3G e 4G, assim como suas respectivas coberturas”, conta.

Evite que o celular vá embora com a distração
Hábitos simples podem evitar grandes aborrecimentos. Ambientes movimentados e cheios de distrações são cenários propícios a furtos e perdas, por isso todo cuidado é pouco.  “Evite deixar o aparelho no bolso de trás da calça ou sobre uma bancada, mesmo que por alguns segundos. Algumas capinhas protetoras vêm com um cordão de pescoço, protegem da água da chuva e podem ser bastante úteis. Além disso, localizadores bluetooth são acessórios práticos que emitem um alerta sempre que o usuário se afasta do aparelho”. Um desses localizadores é o Nut, um gadget que pode ser pendurado no chaveiro ou na bolsa e tem um botão que aciona um alarme no celular. Para usá-lo, basta baixar o aplicativo oficial do acessório, disponível para Android e iOS, e fazer o pareamento.

Aplicativos de geolocalização
O GPS é um recurso essencial para rastrear smartphones, mas é preciso ativar essa opção para que ele possa ser encontrado. Nas configurações do aparelho, clique em “segurança” e habilite o modo “encontre meu dispositivo”. Essa função permite localizar o celular por geolocalização, bloqueá-lo, acionar avisos sonoros ou mesmo apagar os dados remotamente. Para isso, basta acessar os dados de cadastro na página do rastreador de dispositivos na internet, onde também é possível verificar o nível de bateria a última vez que o aparelho se conectou. Aplicativos como o Find My iPhone, para iOs, e Find My Device, para Android, cumprem as mesmas tarefas. 

Compartilhe sua localização em tempo real
Um recurso simples do WhatsApp pode ajudar amigos a se encontrarem no meio da muvuca dos bloquinhos de carnaval. “No WhatsApp, os usuários podem compartilhar suas localizações com os contatos da mesma forma que enviam imagens, inclusive em grupos, e mantê-las ativas por 15 minutos, 1 hora ou 8 horas. Assim, durante todo o tempo programado, os amigos conseguirão rastreá-lo em tempo real. Já no Google Maps existe uma opção de compartilhamento de paradeiro por até três dias via link ou por tempo ilimitado via conta Google”, explica Toshio. Para utilizar o recurso do Google Maps, basta acessar a aba no canto esquerdo do aplicativo, clicar em “compartilhar local”, definir por quanto tempo a opção ficará ativa e escolher o contato que receberá a informação. Ambos os aplicativos são gratuitos e estão disponíveis para Android e iOS.

Poças e chuva
Em caso de chuva durante a folia, o ideal é correr para um local seguro e evitar que o celular se molhe. Porém, se não for possível e o dispositivo ficar encharcado, seja rápido. “A primeira providência deve ser desligá-lo imediatamente. Remova a bateria e deixe-os secando por, pelo menos, um dia até ligá-lo novamente. Isso pode evitar que ocorra um curto circuito”. Nada de usar secador de cabelo. Isso pode comprometer ainda mais o aparelho.

Areia e água do mar não combinam com celular
Se o Carnaval é na praia, alguns cuidados são fundamentais. “A água do mar representa um risco extra para o celular por causa do sal, que possui grande poder corrosivo e faz com que os componentes internos sejam facilmente danificados. Caso queira protegê-lo da água, existem capas impermeáveis que possibilitam o uso do aparelho com ela lacrada”, explica Toshio. Segundo ele, a maresia é menos prejudicial e não costuma mostrar seus efeitos de forma imediata, apenas em médio prazo, podendo diminuir a vida útil do aparelho. O sol também representa um risco ao celular, já que o calor intenso pode danificar a bateria. “A melhor proteção contra o sol é manter o celular guardado em um estojo ou bolsa, medidas que também evitam o contato com a areia, que causa danos no interior do dispositivo. Caso isso aconteça, evite limpá-lo com uma agulha, pois isso pode empurrar a sujeira ainda mais para dentro.

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