quinta-feira, 14 de março de 2019

.: Com texto de Walcyr Carrasco, musical Aparecida estreia em março

Superprodução sobre a história e os milagres de Nossa Senhora Aparecida tem no elenco 33 atores, cantores e bailarinos, 12 músicos e um maestro, 20 canções originais, e mais de 150 profissionais envolvidos na produção, dezenas de figurinos, vários cenários em grandes proporções e efeitos especiais 



Uma história emocionante de fé indicada para pessoas de todas as religiosidades, "Aparecida", com texto de Walcyr Carrasco e direção de Fernanda Chamma, estreia no Teatro Bradesco, dia 22 de março. O espetáculo tem música original e direção musical de Carlos Bauzys, letras originais de Ricardo Severo, cenografia de Richard Luiz, figurinos de Fábio Namatame, desenho de luz de César de Ramires, desenho de som de Gabriel D’Angelo e produção da MPCult. 

Com um elenco de 33 artistas e 12 músicos, foram criadas 20 canções originais, dezenas de figurinos e cenários grandiosos, a superprodução musical para contar a história de Nossa Senhora Aparecida, um dos maiores símbolos de fé dos brasileiros há mais 300 anos, e cujo santuário recebe mais de 17 milhões de fiéis por ano. 

Nossa Senhora Aparecida faz parte do cotidiano de milhões de brasileiros. A fé, a coragem, e a solução de pequenos e grandes problemas vêm da devoção criada em torno de Aparecida. Acredito que mesmo quem não seja estritamente católico saberá respeitar o espetáculo que, além disso, teve uma concepção cênica e musical muito original”, comenta Walcyr Carrasco sobre os motivos que o levaram a escrever a obra. Além dos milagres conhecidos e outras passagens importantes, ele se inspirou em uma história contemporânea real para mostrar ao público um exemplo onde a crença proporciona as transformações humanas mais difíceis. “Eu estava em busca de um milagre atual, que reafirmasse a fé. Ao conhecer o casal que protagoniza a história, me entusiasmei, por não criar um espetáculo simplesmente histórico”, revela o dramaturgo.

Com grandes nomes do teatro musical brasileiro, o elenco é formado por Leandro Luna, Bruna Pazinato, Alessandra Vertamatti, Ana Araújo, André Torquato, Arthur Berges, Bernardo Berro, Cadu Batanero, Daniel Cabral, Ditto Leite, Edson Monttenegro, Frederico Reuter, Gigi Debei, Guilherme Pereira, Isa Castro, Isabel Barros, Joyce Cosmo, Keila Bueno, Lucas Nunes, Marcelo Vasquez, Maria Clara Manesco, Maysa Mundim, Maurício Xavier, Nábia Villela, Nay Fernandes, Nina Sato, Pamella Machado, Rafael Machado, Rubens Caribé, Talita Real, Tutu Morasi, Vandson Paiva e Ygor Zago.

O enredo: O ponto de partida da trama é a história do casal Caio (Leandro Luna), um advogado ambicioso e descrente, e sua esposa Clara (Bruna Pazinato), na São Paulo dos dias de hoje. Com a esperança de curar Caio, que perde a visão por causa do tratamento de um câncer, os jovens embarcam em uma jornada de descobrimento espiritual que culmina em uma ida até a basílica da Padroeira do Brasil.

Paralelamente, é narrada a história da pequena estátua de Nossa Senhora Aparecida, descoberta em 1717, mostrando a construção de seu culto, desde uma pequena capela em Itaguaçu (interior de São Paulo) até a moderna basílica na cidade de Aparecida.

São relembrados alguns dos milagres que estabeleceram a devoção da Santa: o “Milagre dos Peixes” (a história dos pescadores que não conseguiam nada em um rio e, depois de encontrarem a estátua em suas redes, são surpreendidos por uma enorme quantidade de peixes); o “Milagre das Velas” (um relato sobre as velas de um oratório da Santa que, ao se apagarem numa rajada de vento, misteriosamente se acendem sozinhas após alguns segundos); o “Milagre do Escravo Zacarias” (sobre um escravo foragido que, ao entrar numa capela de Nossa Senhora Aparecida fugindo de seu feitor, roga à Santa por sua liberdade e tem suas correntes rompidas de forma inexplicável); e o “Milagre do Cavaleiro Prepotente” (que conta como um descrente cavaleiro que pretendia invadir montado em seu cavalo uma igreja da Santa muda sua opinião depois que seu animal prende a pata na entrada do prédio).

O musical relembra também o atentado sofrido em 1978, quando um jovem perturbado quebra a estátua da Santa em mais de duzentos pedaços; a missa celebrada para reparar esse episódio, em cuja data se estabeleceu oficialmente o “Ato do Desagravo”; e a cuidadosa restauração feita no MASP – Museu de Arte de São Paulo. Depois de pronta, a imagem é levada em procissão por todo o Brasil, até voltar ao seu santuário, onde é recebida por milhares de devotos. 

Depois de todas essas histórias, o musical finaliza com a visita de Caio e Clara ao Santuário de Aparecida, onde são tomados pela energia do local. Quando Caio oferece sua devoção à santa, outro milagre acontece e o espetáculo acaba em uma grande apoteose. 

A encenação: Para construir essa narrativa vibrante, o musical adota uma encenação bem moderna, cheia de efeitos especiais. Para a diretora e coreógrafa Fernanda Chamma, o trabalho explora bastante a interação do elenco com a cenografia. “Quero fazer uma encenação bem de vanguarda e moderna de acordo com as novas tendências do teatro musical. O cenário vai ser todo explorado pelo elenco, inclusive durante as canções e cenas. Como ele não é estático, o elenco vai desenhar as situações cênicas o tempo todo. Estou pedindo para a equipe criativa procurar uma mescla de emoção e ineditismo para criarmos um espetáculo gostoso e dinâmico, que atinja todos os tipos de público”, revela.

A coreografia, ainda segundo Chamma, procurará desconstruir o movimento. “Eu não vou dançar a história de Nossa Senhora Aparecida, vou contá-la através do movimento. Vamos usar uma movimentação cênica contemporânea, com muitas entradas e saídas dos atores não só nas coxias, mas em toda a cena, em todo o teatro. Para desconstruir esse movimento, foi preciso selecionar bailarinos com uma bagagem técnica enorme. O elenco está envolvido com a obra em praticamente todas as cenas”, acrescenta.

A história é contada a partir de 20 músicas originais, cujas letras foram compostas por Ricardo Severo a partir do texto de Walcyr, e as melodias e arranjos pelo diretor musical Carlos Bauzys. Elas serão interpretadas pelos 33 atores-cantores e 12 músicos. “A partir do texto do Walcyr, que se desenvolve em dois eixos dramatúrgicos que se confluem no final, propus manter uma parte das canções inspirada no melodrama e uma outra mais épica. Acho que um grande diferencial de nosso musical original está nas letras, que trazem um discurso mais próximo da estética da canção brasileira, e não tão direto como nos musicais com estética da Broadway. Todas as letras foram compostas a partir de uma pesquisa intensa que fiz sobre a história de Nossa Senhora Aparecida, de seus milagres, sua mitologia, e dos significados e mensagens por trás de cada momento”, explica Severo.

Os arranjos das músicas, de acordo com Bauzys, misturam sonoridades diferentes. “Como a própria figura da Nossa Senhora, que abrange a enorme riqueza de toda a cultura brasileira, as melodias e harmonias do espetáculo serão bem ecléticas. E como a história da Santa é muito apaixonante, cheia de aspectos culturais incríveis, isso é um prato cheio para a criação. Para as cenas mais urbanas, somos influenciados pela música pop; para as histórias dos milagres, adotamos um tom mais épico, mágico. Também temos bastante influência de diferentes gêneros da música brasileira e afro-brasileira, além da linguagem do próprio teatro musical”, antecipa o diretor musical.

Inspirada na arquitetura da Basílica de Aparecida, a cenografia mescla estruturas físicas grandiosas com projeções de vídeo mapeadas. Ao todo serão 23 mudanças de cenários, com 15 vídeos produzidos para o musical. “Para criar a cenografia, realizamos várias pesquisas ao longo de dois meses, em visitas a Aparecida e aos acervos históricos da Basílica. Vamos recriar a atmosfera da sala de velas da Basílica de Aparecida por meio de cenografia e luz”, conta Richard Luiz, que já criou projeções para shows, musicais e outros tipos de evento e foi diretor de audiovisual da São Paulo Fashion Week por 18 anos.

Além dessa cenografia inovadora, o musical tem vários efeitos especiais e tecnológicos. Um deles, segundo Richard Luiz, é um cavalo em tamanho natural e todo articulado, produzido especialmente para a produção. “Ele terá movimentos reais e será manipulado pelos atores, que precisarão passar por aulas para fazer essa manipulação”, revela.

A equipe
Walcyr Carrasco – Texto
Dramaturgo e roteirista, Walcyr Carrasco conquistou o sucesso como autor de telenovelas. Começou a carreira profissional como jornalista e escreveu diversas obras de literatura infanto-juvenil, como Quando Meu Irmãozinho Morreu, A Menina que Queria Ser Anjo e Quem Quer Sonhar. Como dramaturgo, escreveu peças que fizeram grande sucesso, como Batom (1995) e Êxtase (1997, Prêmio Shell de melhor autor).

Estreou na televisão com a novela Cortina de Vidro (SBT), em 1989. Depois, escreveu as minisséries: Rosas dos Rumos (1990), Filhos do Sol (1991) e O Guarani (1991) e a telenovela Chica da Silva, para a TV Manchete. Em 1998, escreveu Fascinação para o SBT. Na TV Globo, trabalhou como supervisor de texto no seriado Retrato de Mulher (1993) e, em seguida, escreveu O Cravo e a Rosa (2000), A Padroeira (2001), Chocolate com Pimenta (2003), Alma Gêmea (2005), Sete Pecados (2007), Caras e Bocas (2009), Gabriela (2012), Amor à Vida(2013), Verdades Secretas (2015) e O Outro Lado do Paraíso (2018).

Em 2008 passou a ocupa a cadeira de nº 14 da Academia Paulista de Letras. Escreveu também livros paradidáticos como Vida de Droga (1998), A Corrente da Vida (2003), A Senhora das Velas (2006), A Palavra Não Dita (2007), Juntos Para Sempre (2013) e Anjo de Quatro Patas (2013).

Fernanda Chamma – Direção e Coreografia
Formada em Ballet Clássico, com especialização nas áreas de Jazz Dance e Musical Theatre. Diretora artística da Only Broadway e dos Estúdios Broadway, coreografa shows, espetáculos, eventos e comerciais de televisão. Ministra workshops por todo país e profissionaliza jovens talentos na área de teatro musical. Junto à Rede Globo, é coreógrafa de novelas, minisséries e espetáculos. Atualmente, é jurada do programa Dancing Brasil, comandado por Xuxa Meneguel na Record TV. 

Dirigiu e coreografou diversos musicais no eixo Rio/SP: Hairspray, A Gaiola das Loucas, Aladdin, Alô Dolly!, Looney Tunes, Antes Tarde do que Nunca, Hebe - O Musical, Os Produtores, A Pequena Sereia, entre outros. Foi diretora e coreógrafa residente do musical A Familia Addams no Brasil e na Argentina e diretora e coreógrafa residente do musical Mudança de Hábito no Brasil. Ganhou o Prêmio Bibi Ferreira de melhor coreógrafa de teatro musical do ano de 2016.

Carlos Bauzys – Música Original e Direção Musical
Diretor musical, regente, compositor e arranjador, Carlos Bauzys é bacharel em Composição e Regência pelo Instituto de Artes da UNESP. Foi diretor musical e regente de diversas superproduções no eixo Rio/SP: Cantando na Chuva, Rio Mais Brasil - O Nosso Musical, Tap&Tom, Cinderella - de Rodgers & Hammerstein, O Homem de La Mancha, Nuvem de Lágrimas, A Madrinha Embriagada, Alô Dolly, Xanadu, Villa-Lobos das Crianças, A Gaiola das Loucas, Soar de Liberdade, Sweet Charity, Cazuza, Palavra Cantada - O Musical, Grey Gardens e Hairspray, entre outros. 

Foi compositor e/ou diretor musical dos espetáculos O Pífaro, Gangue, O Silêncio em Apuros, Aladdin, Bichos do Mundo e Pinóquio. Ganhou o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Direção Musical em 2015. Além disso, ministra diversos cursos, palestras e workshops pelo Brasil e no exterior e é também assessor de música das Fábricas de Cultura, projeto social do Governo do Estado de São Paulo. 

Ricardo Severo – Letras das Canções Originais
Compositor e produtor musical. É um dos mais atuantes compositores de trilhas sonoras para a cena, trabalhando com diretores como Jô Soares, Marco Antônio Pâmio, Fábio Assunção, Neyde Veneziano, Kleber Montanheiro e Otavio Martins. Já foi contemplado com 20 prêmios por suas trilhas musicais, incluindo o Prêmio Shell de Teatro de Melhor Música de 2014 pela peça Caros Ouvintes. Criou trilhas instrumentais para as novelas Jóia Rara e Além do Horizonte na TV Globo. Suas canções já foram interpretadas por artistas como Cida Moreira, Vânia Bastos, Adriana Calcanhotto, Clara Moreno, Branco Mello (Titãs), e no teatro, por Amanda Acosta, Fafy Siqueira, Nany People e Gabriela Alves.

É um dos artistas-formadores do Curso de Sonoplastia para Teatro na SP Escola de Teatro, e atualmente está na Pós-Graduação na Universidade de São Paulo com uma pesquisa sobre “novos caminhos para uma dramaturgia original no Teatro Musical Brasileiro”.

Richard Luiz – Cenografia
Considerado um dos mais atuantes documentaristas de moda do Brasil, Richard Luiz dirigiu os filmes Top Models - Um Conto de Fadas Brasileiro e Olhares do Brasil, duas séries e cinco documentários para os canais de TV GNT, DIRECTV e Fashion TV, além de vídeos e campanhas para a internet. Atua há 20 anos como diretor de audiovisual da São Paulo Fashion Week e nos eventos Fashion Rio, Hot Spot e Casa de Criadores. 

No teatro, realizou vídeos para Alegria Alegria, de Moacir Góes; 2 Filhos de Francisco, de Breno Silveira; Ary Barroso - Do Princípio ao Fim, de Diogo Vilela; Os Dez Mandamentos, dirigido por Fernanda Chamma; e Cauby! Cauby! de Flávio Marinho. Na música, dirigiu vídeos-cenários de shows de Maria Rita, Alice Caymmi, Carlinhos Brown, Fafá de Belém, Jorge Ben Jor, Ivete Sangalo e Criolo (com Paulo Borges e Monique Gardenberg). 

Realizou vídeos para as exposições de Clarice Lispector, Nelson Freire, Conrado Segreto, Cora Coralina e Oscar Niemeyer para o Museu da Língua Portuguesa, além do vídeo Rio 40 graus para apresentação do Novo Museu da Imagem e do Som - RJ, em parceria com Daniela Thomas. Foi produtor de arte do filme Carlota Joaquina, de Carla Camurati, e, atualmente, assina a direção artística do Prêmio Master Imobiliário. Em 2017, foi vencedor na categoria de melhor DVD no Prêmio da Música Brasileira pelo trabalho em Alice Caymmi ao Vivo.

Fábio Namatame – Figurinos
Cenógrafo e figurinista, formado em Comunicação e Artes pela FAAP, tem entre os seus principais trabalhos musicais, óperas, balés e teatro de prosa. Desenhou os figurinos de My Fair Lady, West Side Story, O Rei e Eu, Evita, Cabaret, Crazy For You, Chaplin – O Musical, Antes Tarde do que Nunca e Alegria, Alegria. Tem ainda em sua trajetória espetáculos como Master Class, Uma Relação Tão Delicada, Joana Darck, O Libertino e Vermelho, além de óperas como Bodas de Fígaro, Romeu e Julieta, O Pescador de Pérolas, Olga, Madame Butterfly e A Viúva Alegre. Recebeu dezenas de prêmios importantes como Shell, APETESP e APCA.

César de Ramires – Desenho de luz
Vencedor dos Prêmios Bibi Ferreira e Musical Cast além de indicações para o Prêmios Aplauso e Reverência, pelo desenho de luz do espetáculo  Gabriela – Um Musical, dirigido por João Falcão. Começou a carreira há mais de trinta anos, em Porto Alegre, onde nasceu, entre seus principais trabalhos em musicais destacam-se Ópera do Malandro dirigido por João Falcão e 2 Filhos de Francisco dirigido por Breno Silveira. Assinou projetos de luz para os principais diretores, cenógrafos e curadores brasileiros: Luiz Fernando Lobo, Hamilton Vaz Pereira, Regina Bertola, Gisela Magalhães, Daniela Thomas, Bia Lessa, Helio Eichbauer,  J. C. Serroni entre outros.

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Ficha técnica:
Texto: Walcyr Carrasco. 
Direção Artística e Coreografia: Fernanda Chamma. 
Músicas Originais, Arranjos e Direção Musical: Carlos Bauzys. 
Letras Originais e Adaptação para Libreto: Ricardo Severo. 
Cenário e Projeções: Richard Luiz. 
Figurinos: Fábio Namatame. 
Visagismo: Rogério Pontes. 
Desenho de Som: Gabriel D’Angelo. 
Desenho de Luz: César de Ramires.
Elenco: Leandro Luna (Caio), Bruna Pazinato (Clara), Edson Monttenegro (Narrador/Ensemble), Nábia Villela (Maria Helena/Ensemble), Rubens Caribé (Feitor/Arcebispo/Cover Narrador/Ensemble), Maurício Xavier (Zacarias/Ensemble), Ana Araújo (Princesa/Cover Romeira/Ensemble), Frederico Reuter (Padre Lino/Ensemble), Arthur Berges (Rogério/Ensemble), Alessandra Vertamatti (Faxineira/Cover Maria Helena), Cadu Batanero (Cavaleiro/Pescador Cover/Ensemble), Maysa Mundim (Médica/Ensemble), Talita Real (Romeira/Cover Clara/Ensemble), Joyce Cosmo (Romeira/Ensemble), Pamella Machado (Romeira/Cover Princesa/Ensemble), Daniel Cabral (Padre Redentorista/Cover Caio/Ensemble), Bernardo Berro (Padre Redentorista/Médico/Cover Padre Lino/Ensemble), André Torquato (Pescador/Cover Rogério/Ensemble), Marcelo Vasquez (Pescador/Ensemble), Vandson Paiva (Pescador/Cover Feitor/Ensemble), Keila Bueno (Cover Faxineira/Ensemble), Rafael Machado (Cover Zacarias/Ensemble), Isabel Barros (Cover Romeira/Ensemble), Maria Clara Manesco (Cover Romeira/Ensemble), Ygor Zago (Cover Cavaleiro/Ensemble), Ditto Leite (Cover Pescador/Ensemble), Lucas Nunes (Cover Pescador/Ensemble), Nay Fernandes (Cover Médica/Ensemble), Tutu Morasi (Ensemble), Gigi Debei (Estagiária Ensemble), Isa Castro (Estagiária Ensemble), Nina Sato (Swing Feminino), Guilherme Pereira (Dance Captain e Swing Masculino).
Músicos: Rodolfo Schwenger (Piano e Sub de Regência), Ney Aguiar (Violino 1), Tiago Dias (Violino 2), Margareth Yahagi (Viola), Gabriel Vasco (Cello), Yuri Cayres (Violão, Guitarra e Viola Caipira), Gibson Freitas (Baixo Acústico e Elétrico), Diego Pereira (Percussão), Daniel Pascarelli (Bateria), Chiquinho de Almeida (Reed 1 – Flautim, Flauta, Clarinete e Sax Alto), Cristiano Carvalho (Reed 2 - Flautim, Flauta, Clarinete, Clarone e Sax Tenor) e Marisa Gurgel (Sub Pianista).
Assistente de Direção e Diretora Residente: Daniela Cury.
Direção Musical Associada e Regência: Rodrigo Hyppolito.
Cenógrafa Assistente: Marieta Spada. 
Produção de Conteúdo de Projeção: Rodrigo Arcângelo e Marcio Oliveira. 
Finalização de Conteúdo de Projeção: Protótipo Filmes. 
Adereços: Clívia Cohen, Clau Carmo e Luis Rossi
Agência de comunicação: TeTo Cultura. 
Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes.
Diretores de Produção: Maria Eugênia Malagodi e Eurico Malagodi. 
Produtora Executiva: Francine Storino. 
Produtora Assistente e Produtora de Cenário: Maria Pia Calixto. 
Estagiário de Produção: Gabriel Cordeiro. 
Stage Manager: Eduardo Munhoz. 
Operador de Som: Breno
Microfonista: Vini Germano (Gaúcho)
Assistente Som: Lucas Mendes
Operador de Luz: Pedro Forjaz
Chefe de Palco: Alexandre Rodrigues
Contrarregras-Maquinistas: Kcio Converte, Douglas Fernando
Realização: Ministério da Cidadania, Bradesco e MPCult.

Serviço:
APARECIDA – Estreia 22 de março de 2019 no Teatro Bradesco.
Duração: 2hrs15min (prévia)
Classificação: Livre (menores de 12 anos acompanhados pelos pais)
Ingressos: R$ 75,00 a R$220,00 (com meia entrada).
Temporada: estreia 22 de março em curta temporada.
Sextas-feiras às 21h. Sábados às 16h e 21h. Domingos às 15h e 19h30. 
TEATRO BRADESCO – Bourbon Shopping – Rua Palestra Itália, 500, loja 263 - 3° Piso, Perdizes. Bilheteria: domingo a quinta, das 12h às 20h; sexta e sábado, das 12h às 22h. Capacidade: 1439 lugares.
Informações: (11) 3670-4100. 
Vendas em teatrobradescosp.uhuu.com

.: Zachary Levi perde a cabeça ao ver seu Funko Pop de "Shazam!"


O universo live-action da DC já teve muitos picos e vales, embora as coisas pareçam estar em ascensão. A Warner Bros. atualmente está surfando no enorme sucesso de "Aquaman", de James Wan, com uma sequência e spin-off já sendo desenvolvida pelo estúdio. 

A próxima versão que vem pelo caminho é o "Shazam!" que parece ter um tom único para qualquer outra coisa do gênero. A recepção antecipada para "Shazam! "tem sido extremamente popular, especialmente focado no desempenho de Zachary Levi como o personagem-título.

Zachary Levi, aluna de Thor, está interpretando a metade super-heróica de "Shazam!", e deve manter uma sensação de admiração infantil em todo o blockbuster. Felizmente, isso não parece ser um grande problema. Porque o ator recentemente teve a chance de brincar com o Funko Pop de seu personagem no filme, e ficou cheio de entusiasmo.

Felizmente para os fãs, "Shazam!" chegará aos cinemas em cerca de um mês, então não demorará muito para esperar até que a estreia de Zachary Levi DC finalmente chegue. Levi não é um estranho para o gênero de super-heróis, tendo jogado Fandral nos dois últimos filmes de Thor. Mas seu personagem nunca foi realmente desenvolvido, então Levi ficou feliz em ser morto em Ragnarok para poder rodar em DC e liderar sua própria franquia. Não é um mau negócio. "Shazam!" chegará aos cinemas no dia 5 de abril. Enquanto isso, confira nossa lista de lançamento de 2019 para planejar sua próxima viagem ao cinema.



.: Ibitinga recebe evento ‘SBT na Praça’ pela primeira vez

O SBT em parceria com o SSAE de Ibitinga, realizará no próximo dia 17 de março (domingo), das 14h às 18h, na Praça João Abrão, a 1ª edição do evento "SBT na Praça" na cidade. O objetivo é reunir a família, oferecer prestação de serviço à comunidade e levar diversão para as crianças. A iniciativa da emissora também visa aproximar o telespectador, criando um vínculo mais afetivo entre a TV e o público. 

A programação contará com cabeleireiros e manicures que oferecem cortes e cuidados com as unhas; brinquedos como tobogã, castelinho, piscina de bolinha e futebol de sabão; e para deixar a garotada mais colorida e feliz teremos pintura facial, pipoca e algodão doce, tudo gratuitamente. E mais: apresentações culturais preparadas para toda a família.

Serviço
Local: Praça João Abrão
Cidade: Ibitinga
Data: 17 de março, das 14h às 18h
Realização: SBT

quarta-feira, 13 de março de 2019

.: Maratona no Teatro Folha consegue agradar a família toda


Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em março de 2019



Diversão é o que não falta na programação do Teatro Folha. Localizado no terraço do Shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo, tem em cartaz dois espetáculos infantis -em horário vespertino- e outros dois adultos e extremamente engraçados -no horário noturno. Que tal vir com a família maratonar os espetáculos em cartaz e, depois, deixar as crianças com algum responsável e rir muito com "As Guerreiras do Amor" e "Divórcio"? Confira as opções!



O Pequeno Príncipe (sábados, domingos e feriados)
A  adaptação da obra obra homônima escrita pelo aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, com direção de Ian Soffredini e direção de arte de Sidnei Caria, é uma belíssima montagem, além de extremamente atrativa aos pequenos. Inclui manipulação de bonecos, objetos e formas animadas, além da bem aplicada técnica de luz negra. Impossível não se encantar com a viagem do principezinho, que parte do asteroide B-612, agarrado a uma revoada de pássaros num colorido que salta aos olhos. 

"O Pequeno Príncipe" fisga o público infantil e adulto já no início com a apresentação do boneco, que andando pelo planeta varre vulcões e conversa com a primeira rosa que nasce ali. Intrigado por ela, decide conhecer outros mundos e pessoas. Assim, pega carona numa revoada de pássaros e vai conhecer novos mundos e pessoas. Sem dúvida, a magia de "O Pequeno Príncipe" é apresentada cheia de encantos.


Crédito: Ivan Stieltjes

Feio, o musical do patinho (sábados e domingos)
Uma história sobre diferenças, mas toda musicada. A peça "Feio, o musical do patinho" apresenta Feio, o patinho que é visto como ridículo e estranho por ser diferente -menos aos olhos da mãe. No galinheiro, a pata espera que seus filhotes arrebentem as cascas de seus ovos, mas Feio é o último a conseguir. Resultado: ele é rejeitado, pois não é parecido com os irmãos. 

Até o pai torce a cara para o recém-nascido, enquanto que a mãe tenta protegê-lo da maldade alheia. Assim, uma gata cheia de malícia -e fome- faz com que ele vá além e enfrente os perigos do mundo. Longe dos cuidados da mãe, o filhote conhece os sentimentos mais profundos, até encontrar a beleza interior.


Crédito: Heloísa Bortz

As Guerreiras do Amor (quintas, sextas a sábados)
texto de Domingos de Oliveira, com colaboração de Priscila Rozembaum, é baseado na clássica comédia “Lisístrata”, escrita no século V a.C. Libertária, por abordar diversas visões a respeito do sexo e matrimônio, a peça "As Guerreiras do Amor", faz refletir, mas também rir muito. Não há como escapar impune do humor natural e espontâneo de André Mattos -que participou da primeira montagem de 1988 ao lado de Heloísa Périssé, Maitê Proença, Luiza Tomé, Priscila Rozembaum e Orã Figueiredo. 

"As Guerreiras do Amorgarante boas gargalhadas, uma vez que toda a problemática é gerada por uma greve de sexo, quando as mulheres de Atenas conseguem se fazer ouvir. Elas querem o fim da guerra e, para isso, geram um novo confronto -com seus parceiros. Tal qual um clássico atemporal e de identificação fácil com o público, seja o masculino e o feminino, o espetáculo trata com graça as inquietações e dúvidas sobre a sexualidade.


Crédito: Heloísa Bortz

Divórcio (sábados e domingos)
Repaginado pelo próprio diretor Otávio Martins, o espetáculo que foi sucesso em 2013 e 2014, escrito pelo dramaturgo Franz Keppler, está mais hilário. Atual e cheia de referências tecnológicas -as quais tanto conhecemos ou somos obrigados a lidar-, a comédia "Divórcio" conta com um elenco em perfeita sintonia e com o bom humor 100% afiado.

Cecília Freitas (Eliete Cigaarini) e Jurandir da Silva Santos (Isser Korik) advogam pelo jogador de futebol Cacau Bello (Alex Gruli) e pela modelo Brunna Praddo (Camilla Camargo), respectivamente. No entanto, há dez anos, Cecília e Jurandir sofreram o mesmo processo. No reencontro, muito roupa suja é lavada e o ex-casal percebe que as queixas de seus clientes são as mesmas que faziam um do outro. Enquanto que a modelo e jogador de futebol, numa revelação de fazer cair o queixo, mostram tamanha astúcia pertencente aos figurões da mídia da atualidade.


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm

.: Museu Casa de Portinari celebra 49 anos com apresentações gratuitas

Foto: Divulgação

Antiga residência de Candido Portinari, em Brodowski, o Museu Casa de Portinari, instituição da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, gerida pela ACAM Portinari -, comemora nesta quinta-feira, 14 de março, 49 anos. Para a data, o espaço cultural preparou atividades gratuitas.

A partir das 20h, o equipamento promoverá apresentações sobre os programas fornecidos pelo espaço. Os temas serão: acervo, educativo, exposições, comunicação, edificação, programação e ações de apoio ao Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP). Todos serão ministrados por Angélica Fabri, diretora-executiva da ACAM Portinari.

"O objetivo é mostrar aos participantes os processos de trabalho dentro de um museu, com exemplos práticos do nosso espaço", destaca Cristiane Patrici, gerente do Museu Casa de Portinari.

Na sequência, para valorizar a arte e os cidadãos locais, o brosdosquiano César Gullo fará a apresentação da obra de sua autoria: “Um Conto de Natal”. A ação é aberta ao público de todas as idades.

"É hora de celebrarmos a história do museu e a cultura tão cultivada nesse espaço. Foi aqui que Candido Portinari realizou suas experiências com pinturas murais e se aprofundou na técnica com o passar dos anos, é nossa função perpetuar essa trajetória", reforça Cristiane.

Desde 1970, o Museu Casa de Portinari expõe ao público a casa principal do pintor, bem como anexos simbólicos e afetivos para o artista, como a capela que ele produziu para sua avó.

Serviço:
Apresentação dos programas do Museu Casa de Portinari
Data: 14 de março de 2019
Horário: às 20h
Local: Museu Casa de Portinari
Endereço: Praça Candido Portinari, nº 298, Centro - Brodowski/SP
Informações: (16) 3664-4284
Entrada: gratuita

Apresentação - Um Conto de Natal
Data: 14 de março de 2019
Horário: às 20h
Local: Museu Casa de Portinari
Endereço: Praça Candido Portinari, nº 298, Centro - Brodowski/SP
Informações: (16) 3664-4284
Entrada: gratuita

.: Crônica: Sustos e avisos de 2019, por Mary Ellen Farias dos Santos

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em março de 2019



Não posso reclamar. 2019 está sendo um bom ano.

Reencontrei um pendrive mínimo, que de tão pequerrucho ficou perdido, mas não esquecido no bolso de um shorts. A vestimenta foi lavada e guardada, enquanto que o próprio, no bolso permaneceu até que eu optasse por usar o shorts verdinho com um lenço de cinto. Até meu pendrive pink, perdido numa escola, apareceu e fui avisada por WhatsApp para buscá-lo. Quantas coisas revirei em busca deles.

Além da viagem nas férias para Curitiba e esticadinha até Penha, para eu me esbaldar no Beto Carrero World, também tive diversões maravilhosas surgindo, principalmente em São Paulo. E como eu amo teatro. Melhor diversão que essa, não há! É totalmente sensacional subir a serra com uma listinha de afazeres culturais.

E como nem tudo na vida chega com flores perfumadas, nesse ano também tomei alguns sustos. No domingo de Carnaval, quando eu e maridão subimos a serra para assistir "Dogville", na volta, uma empresa terceirizada pela Cometa foi quem fez o trajeto até São Vicente. Pois é! Saímos do espetáculo e queríamos vir direto para São Vicente, ônibus em que descemos praticamente na esquina de casa. Novato e sem informação, o motorista nos deixou perto do Fórum. De lá até o 2º Batalhão de Infantaria Leve é chão, viu!

Eis que a sorte de perambular de madrugada pelo Centro de São Vicente, não se repetiu na quarta-feira de cinzas. Dia em que é a feira aqui no Jardim Guassú. Subindo a nossa rua, bem na esquina, antes da Avenida Antônio Emmerick, um marginal de bicicleta veio nos abordar. 

De onde veio? Divisa, mas tal qual um fantasma, apareceu. Provavelmente o alvo era eu, uma vez que maridão vinha atrás de mim, não andando, mas se arrastando.

A verdade é que ele falou algo, que no dialeto único, nada entendi. Contudo, maridão, mergulhado no próprio universo mágico, deu trela. Acreditou que ele pedia informação. Santa inocência! Notando do que se tratava, embora tudo tenha acontecido em pouquíssimos minutos, apertei o passo para chegar logo na Avenida. Não voltaria para casa! E pertinho, duas mulheres conversavam na porta de casa e nem faziam ideia do que poderia acontecer, quase ao lado delas.

Desistiu! Embora tenha simulado a todo momento estar armado.

Queria a minha aliança? A bolsinha rosa? Ali, não carregava documentos, carteira ou celular. Só levava o porta-níquel com exatos R$ 16,00 e as chaves de casa. É... eu só precisava de bananas e algumas verduras. No entanto, voltamos para casa com o coração acelerado e sem parar de tagarelar confabulando o que, de fato, o vagabundo queria.

O que ele tanto disse para o maridão, fazendo cara de quem comeu e não gostou?

- Tu é polícia? Mostra a tua carteira! 



*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: 
@maryellenfsm


.: Troca de Esposas: no quinto episódio troca maridos

Parceiro de Ana Paula Almeida, a paquita Pituxita, vai parar em casa de tatuadores profissionais



Crédito: Antonio Chahestian/Record TV


O quinto episódio do Troca de Esposas, que vai ao ar nesta quinta-feira, dia 14/3, promoverá, na realidade, uma troca de maridos. Será a primeira vez que isso acontecerá nesta temporada do reality show apresentado por Ticiane Pinheiro.

Na atração, o comerciante José Roberto, 54 anos, marido de Ana Paula Almeida, 41, mais conhecida como a paquita Pituxita, que mora no Rio de Janeiro, vai parar em uma casa de tatuadores profissionais na cidade de Pedreira, interior de São Paulo. Será que ele, que determina uma série de regras em sua residência, incluindo horários definidos para comer, usar o computador e dormir, vai conseguir se adaptar na rotina do lar do casal Cris Piza, 30, e Mauro, 36, que é bastante liberal?

O Troca de Esposas é a versão brasileira da atração Wife Swap, que já foi produzida em mais de 20 países. No Brasil, a produção é da Teleimage. A atração, sob comando do diretor de núcleo de realities Rodrigo Carelli, vai ao ar todas as quintas-feiras, a partir das 22h30. A atração também está disponível no PlayPlus, plataforma de streaming e VoD do Grupo Record, que pode ser acessada pelo www.playplus.com.

.: Cena inédita mostra muita ação em "O Parque dos Sonhos"

Distribuída pela Paramount Pictures, animação chega aos cinemas nesta quinta, dia 14 


A Paramount Pictures acaba de divulgar mais uma cena inédita da animação "O Parque dos Sonhos" (WONDER PARK), que estreia dia 14 de março. Produzido por Josh Appelbaum, André Nemec e Kendra Haaland, o filme conta a história de um parque de diversões que ganha vida na  imaginação de June, de 12 anos.

Na versão brasileira, os atores e Lucas Veloso e Rafael Infante dão voz a uma dupla de irmãos bem atrapalhada. Os castores Gus e Cooper são os responsáveis pela manutenção dos brinquedos do parque. Na versão americana, Jennifer Garner, Matthew Broderick, John Oliver, Mila Kunis fazem parte do casting de dubladores do longa.  
      
Sobre a Paramount Pictures Corporation: A Paramount Pictures Corporation (PPC), uma importante produtora e distribuidora global de entretenimento filmado, é uma unidade da Viacom (NASDAQ: VIAB, VIA), casa de marcas globais famosas que cria emocionantes programas de televisão, filmes de longa-metragem, conteúdo de curta-metragem, apps, jogos, produtos de consumo, experiências nas mídias sociais e outros conteúdos de entretenimento para audiências de mais de 180 países.

Clipe


.: Rio sem lei: livro faz paralelo por trás da morte de Marielle

A trama começa a ser descoberta e um dos presos de hoje no caso Marielle é um dos personagens do livro-reportagem "Rio Sem Lei", lançado pela Geração Editorial, em meados de 2018.

Em agosto de 2011, dois policiais militares dispararam 21 tiros contra a juíza Patrícia Acioli quando ela chegava em casa, após um longo dia de trabalho. A juíza investigava assassinatos de centenas inocentes por policiais de um grupo de extermínio, em favelas da região metropolitana do Rio de Janeiro. 

Sete anos depois, na noite de 14 de março de 2018, a vereadora Marielle Franco, negra e ex-moradora do Complexo da Maré que denunciava feminicídios, levou quatro tiros na cabeça e morreu ao lado de seu motorista, Anderson Gomes. Eles tinham saído antes de uma reunião de mulheres negras. Os executores de Patrícia foram presos rapidamente, os de Marielle começam a ser descobertos agora. A polícia prendeu um sargento reformado da Polícia Militar e um ex-PM acusados do crime.

O sargento perdeu a perna esquerda num atentado a bomba em outubro 2009 quando, segundo a Polícia Federal, trabalhava para a máfia dos jogos ilegais. “A bomba instalada 30 centímetros à frente do banco do motorista explodiu em uma caminhonete Hilux blindada. O veículo percorreu 160 metros deixando um rastro de sangue até bater no poste que então o fez parar. A polícia não identificara o tipo de explosivo, mas concluiu que fora detonado por meio de um celular, conectado a um sistema elétrico composto por duas baterias. O conjunto estava num invólucro de PVC com ímãs de imenso poder de aderência, geralmente utilizados em discos rígidos de computadores”, diz trecho do livro.

O PM trabalhava na Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos e também serviu no batalhão cujo comandante foi condenado pelo assassinato da juíza Patrícia Acioli. O livro “Rio sem Lei” une as pontas do poder paralelo por trás dos homicídios de Marielle e Patrícia.

Escrito pelos jornalistas Hudson Corrêa e Diana Brito, o livro conta como o estado paralelo funciona e domina o Rio de Janeiro. São quatro organizações criminosas: a máfia dos jogos, o tráfico de drogas, as milícias e a banda podre da polícia. Os policiais corruptos aparecem em todas as pontas. Eles dão proteção aos chefes do jogo ilegal, recebem suborno de traficantes e estruturam grupos paramilitares chamados milícias. Os milicianos tomaram bairros e favelas com a promessa de expulsar o tráfico, mas começaram a extorquir moradores cobrando taxas de proteção (quem não paga morre) e por serviços de internet, gás de cozinha e TV a cabo. O livro revela que, outrora arqui-inimigos, os milicianos e os traficantes se associaram nas “narcomilícias”.

Rio em guerra: A eletrizante história de como a corrupção e o crime levaram o Rio de Janeiro para o caos. “Polícia é polícia. Bandido é bandido. Não devem se misturar, igual água e azeite”, alertou na década de 1970 o famoso assaltante de bancos Lúcio Flávio Vilar Lírio, assassinado após testemunhar contra policiais corruptos. O eletrizante livro de Hudson Corrêa e Diana Brito mostra que caminhamos acelerados na direção contrária à constatação óbvia, até para um bandido, de que a polícia não pode se misturar com criminosos. O livro descreve em detalhes como a corporação policial do estado do Rio de Janeiro foi minada pelo banditismo e como a bandidagem passou a impor suas leis. O assassinato da juíza Patrícia Acioli, com 21 tiros, em agosto de 2011, é um dos crimes esmiuçados e reconstituídos pela dupla de repórteres, que se debruçou também sobre o poder paralelo das milícias, do jogo do bicho e do narcotráfico. As cenas da agonia e morte de um jovem punido pelo traficante Fernandinho Beira-Mar que, por telefone, ordenou e acompanhou a tortura e a execução, são de tirar o fôlego. “Rio sem lei” é uma denúncia vigorosa da calamidade que se instaurou no Rio de Janeiro. – ELVIRA LOBATO, jornalista  

Diana Brito: Jornalista desde 2005, enfrentou tiroteios intensos nas ruas que rodeavam favelas para não faltar a universidade no turno da noite. Fez estágio numa rádio comunitária na favela Vila Cruzeiro com apoio da ONG Viva Rio. Passou pela TV Brasil, assessoria de imprensa do estádio do Maracanã, UOL, Globo.com e Canal Futura. Trabalhou oito anos na Folha de S.Paulo, principalmente na cobertura de segurança pública. Em 2015, mudou para a Inglaterra. Faz trabalhos para a BBC Brasil, na sede da emissora na capital britânica, e colabora com a Folha de S. Paulo.

Hudson Corrêa: Trabalhou em grandes veículos de comunicação do Brasil: Gazeta Mercantil, Jornal do Brasil, Folha de S.Paulo, revista  Época e O Globo. Ganhou o Premio Latinoamericano de Periodismo sobre Drogas (2012), o prêmio Direitos Humanos do Movimento de Justiça e Direitos Humanos da OAB-RS (2016 e 2018) e o Patrícia Acioli de Direitos Humanos, da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (2017). Autor de Sérgio Cabral o homem que queria ser Rei (Sextante), de Eleições na estrada (PubliFolha), além de Rio sem lei (Geração Editorial).

.: Homens buscam lado feminino em cena de "Um Banho de Vida"



“Busquem a mulher dentro de vocês”, pede a professora de nado sincronizado aos seus alunos quarentões em cena recém-divulgada do filme francês “Um Banho de Vida”, de Gilles Lellouche. Para atender aos pedidos dela, a equipe ensaia posições de balé de um modo um tanto desajeitado. Assista à cena aqui. 

“Um Banho de Vida” integrou a seleção oficial “fora de competição” do Festival de Cannes em 2018, antes de chegar aos cinemas da França – onde já foi visto por mais de 4 milhões de espectadores. No Brasil, a estreia está prevista para 21 de março, com distribuição da Pagu Pictures.

No elenco estão Mathieu Almaric (“O Grande Hotel Budapeste”), Jean-Hughes Anglade (“A Rainha Margot”), Virginie Efira (“Elle”), entre outros.

Sinopse: Bertrand (Mathieu Amalric) está no “auge” dos seus quarenta anos e sofre de depressão. Depois de usar uma série de medicamentos que não surtiram nenhum efeito, ele começa a frequentar a piscina municipal do bairro em que vive. Lá ele conhece outros homens com histórias semelhantes a sua. O grupo se junta e forma uma equipe de nado sincronizado masculino, algo incomum dentro do esporte. Sob o comando de Delphine (Virginie Efira), uma ex-atleta vitoriosa, Bertrand e os novos companheiros decidem participar do Campeonato Mundial de Nado Sincronizado, encontrando, enfim, um novo propósito para sua vida.

Sobre a Pagu Pictures: Fundada em 2017 por amantes do cinema, a Pagu Pictures é uma distribuidora inovadora que acredita que cada filme é feito para as pessoas que, sem saber, esperavam por ele. Em seu primeiro ano de vida, lançou grandes filmes brasileiros, destacando-se “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Barbosa, único filme brasileiro no Festival de Cannes de 2017, e “On Yoga: Arquitetura da Paz”, de Heitor Dhalia. A Pagu existe para levar cada um de seus filmes às pessoas que desejam esse encontro, seja onde for, seja no formato que for, mas que fundamentalmente acredita que é na sala de projeção que o filme explode inesquecível. O Cinema brasileiro vive!

Ficha técnica
Título original: Le Grand Bain
Direção: Gilles Lellouchue
Elenco: Mathieu Almaric, Virginie Efira, Jean-Hughes Anglade
Gênero: Comédia
País: França
Ano: 2018
Distribuição: Pagu Pictures

.: Pop Funko lança Monkey Assassin do jogo "Fanstastik Plastik"

Se você está procurando o seu jogo de segurança em casa, esta edição limitada do "Fantastik Plastik" lança o Monkey Assassin da Funko Pop. Esse colecionável tem a crueldade - para não mencionar os polegares opositores - para fazer o trabalho. Mais importante, o estilo de Monkey Assassin faz uma declaração poderosa.

terça-feira, 12 de março de 2019

.: Lista: 10 provas de que o DVD de "O Primeiro Homem" é imperdível!

Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em março de 2019



"O Primeiro Homem", filme indicado ao Oscar 2019 em quatro categorias técnicas -som e imagem-, premiado por "Melhores Efeitos Visuais", está nas lojas em DVD. Para tanto, nós do portal Resenhando.com provamos o quanto vale ter em casa, para ver e rever, a produção dirigida por Damien Chazelle, a cinebiografia do piloto e astronauta Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua. Confira!


1. O filme "O Primeiro Homem" é reflexivo e explora os detalhes íntimos e psicológicos do protagonista dentro do ambiente familiar, profissional e social. Embora traga momentos de explosão de fazer o queixo cair.

2. É baseado no livro homônimo de James R. Hansen, ou seja, é a cinebiografia do piloto e astronauta Neil Armstrong, quem conseguiu cumprir a primeira missão humana até a lua, com a Apollo 11.

3. O DVD é cheio de extras, desde cenas excluídas, entrevistas e bastidores. 

4. Ao mergulhar na trama, o público tem a chance de visualizar -e até ter a sensação de como é- a experiência de sair do planeta Terra, sem deixar de retratar as perdas até que determinada missão seja concluída. No extra "Colocando você no lugar" é possível ver todas as técnicas usadas.

5. O filme retrata o exato momento em que Armstrong desceu a escada da nave e seguiu as ordens para pisar na lua. No extra "Recriando o Pouso Lunar", o diretor e equipe comentam e mostram exatamente foi recriar toda a cena histórica, por meio de comparações -original e no filme.

6. O DVD oferece a opção para assistir o filme comentado pelo diretor Damien Chazelle, o roteirista Josh Singer e o montador Tom Cross.

7. A impressionante cena em que Neil Armstrong fez o treinamento que quase o levou a óbito, pode ser vista com mais detalhes, em "A Missão Que Deu Errado", com cenas dos bastidores, assim como a preparação do ator Ryan Gosling e de toda a equipe envolvida.

8. Em "Filmando na NASA"", vê-se um pouco do trabalho que foi filmar com o apoio da NASA e Força Aérea, o que deu mais veracidade nas cenas em que os astronautas caminham para a nave, por exemplo. 

9. A preparação física dos atores que atuaram como astronautas, incluindo a percepção do ambiente que implica na interpretação está em "Treinamento de Astronauta".

10. "O Primeiro Homem" é um excelente filme, seja por apresentar a história da evolução humana ou pela estética precisa, que transmite as emoções. Os enquadramentos amplos ou focados nos rostos dos personagens são um show à parte.


Filme: O Primeiro Homem (First Man, 2018)
Gênero: Drama
Diretor: Damien Chazelle
Roteiro: Josh Singer
Elenco: Ryan Gosling, Claire Foy, Jason Clarke, Kyle Chandler
Duração: 141 minutos
Legendas: Inglês SDH, Português e Espanhol
Áudio: Ingles 5.1 Dolby Digital, Portugês 5.1 Dolby Digital e Espanhol 5.1 Dolby Digital.



*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura e licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Twitter: @maryellenfsm
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