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quinta-feira, 19 de maio de 2022

.: "Pantanal": Zefa chega à fazenda de Tenório e será pessoa confiável

Em entrevista, Paula Barbosa comenta bastidores. Foto: Rede Globo


A vida pantaneira não é tão serena quanto dizem por aí. Após descobrir a traição de Tenório (Murilo Benício), em cenas que vão ao ar hoje à noite, dia 19 de maio, Maria Bruaca (Isabel Teixeira) vai se rebelar contra o marido e sua primeira atitude é largar mão de seu papel de funcionária dentro de casa. Ela começa não servindo mais o marido à mesa, como sempre fez, e não demora até que deixe de cozinhar também. Inicialmente ela não conta a Tenório e à Guta (Julia Dalavia) que ouviu a conversa dos dois, mas assim que ficam sabendo, ela coloca um basta na vida de submissão que levou até ali, o que faz com que Tenório precise contratar alguém. E este alguém será Zefa (Paula Barbosa), que chega à fazenda nos próximos capítulos.

Após sua chegada,  Zefa rapidamente percebe a confusão em que foi se meter. Mas diferente do que pode parecer, apesar de perceber tudo o que acontece ao seu redor, Zefa é uma pessoa confiável, não passa pra frente o que deve ser mantido em segredo. “Ela se liga no que acontece ao seu redor muito rápido mesmo. Mas é uma pessoa boa, do bem! Ela não é maldosa, não é fuxiqueira. É, sim, solta. Fala o que vem à cabeça, as coisas que vê, e é muito bacana porque ela fala com as pessoas e o assunto morre ali; ela não vai passar a frente, nem nada disso. Acaba que ela, de certa forma, aconselha as patroas”, comenta Paula Barbosa sobre a personagem.

Enquanto precisa lidar com a revolta de Maria Bruaca, Tenório tem ainda outro assunto em sua cabeça: o futuro financeiro de suas famílias. Nos próximos capítulos, o autodeclarado empresário vai começar a incentivar o relacionamento de Tadeu (José Loreto) e Guta. Desde que descobre que ele também é filho de José Leôncio (Marcos Palmeira), Tenório tem outra postura diante do rapaz. Guta percebe a malícia do pai e se incomoda bastante.

Enquanto isso, na fazenda vizinha, José Leôncio tem seus próprios problemas para dar conta. A chegada de Irma (Camila Morgado) incomoda bastante Filó (Dira Paes), que nem imagina que a ex-cunhada de seu parceiro fará uma nova investida neste relacionamento. Irma não tira os olhos de José Leôncio; e Trindade (Gabriel Sater) não tira os olhos de Irma. O peão tenta se aproximar da “nova patroa”, como será chamada pelos funcionários da fazenda. Logo na primeira conversa dos dois ele lhe conta sobre as histórias do Velho do Rio (Osmar Prado) e Juma Marruá (Alanis Guillen), garantindo que são verdadeiras.

Na tapera, em cenas que vão ao ar a partir desta sexta-feira (20), Alcides (Juliano Cazarré) vai surpreender Juma contando sua história. Como Maria (Juliana Paes) e Gil (Enrique Diaz), ele também veio do Sarandí, no Paraná. Alcides confidencia à Juma que ele é filho do jagunço que matou e foi morto por seu irmão, Chico (Tulio Starling). E que foi para o Pantanal para se vingar do verdadeiro culpado por esta tragédia: Tenório, o homem que enganou os pais de Juma e outro lavradores. Alcides sugere, ainda, que Juma pergunte à Muda (Bella Campos) a verdade sobre sua chegada ao Pantanal. Nos próximos capítulos, é o que Juma fará. Contrariada e com medo de que Juma vire onça, Muda acaba cedendo e lhe conta tudo.

No Rio Janeiro as coisas também não estão fáceis para Madeleine (Karine Teles). Passada uma semana do sumiço de Irma, ela e Mariana (Selma Egrei) recebem um carta, na qual ela conta que está no Pantanal para tentar ajudar no relacionamento de José Leôncio e Jove (Jesuita Barbosa). Madeleine diz à mãe que a irmã está tentando ficar com seu (ex) marido. Ela sai para desabafar com Gustavo (Caco Ciocler), mas descobre que Nayara (Victoria Rossetti) está morando com ele; e se sente traída por todos os lados. Num ímpeto, resolve ir para o Pantanal, mas o tempo não está favorável. Uma tempestade se aproxima, mas ela insiste em voar até lá, até que convence um dos pilotos de José Leôncio. Os dois encontram a tempestade do meio do caminho e correm risco de morte. 

Zefa é cheia de vigor e disposição, adora cozinhar e cuidar da vida alheia. Bocuda e altiva, Zefa vai trabalhar para Tenório (Murilo Benício) por imposição da Maria Bruaca (Isabel Teixeira), logo após ela descobrir a outra família que o marido mantém em segredo em São Paulo. Zefa cai de paraquedas no olho de um furacão, se tornando alvo dos destemperos do patrão e da opressão da patroa. Confira a entrevista com Paula Barbosa!


Como estão sendo as gravações?

Como Zefa entra depois da maioria dos personagens, estavam todos gravando há um tempo, o que me deixou ainda mais animada para começar logo a gravar. Eu nunca tinha feito uma personagem que entrava tão para a frente na história. Foi novo para mim, ter que chegar em um ambiente onde todos já estão familiarizados, onde já estão há algum tempo, mas também foi bom por ser uma experiência nova. Fui muito bem recebida pelo meu núcleo. Murilo, Isabel e Júlia têm sido muito queridos comigo. Eles me deixam à vontade, a gente troca figurinhas. No início, eu estava estudando de acordo com o que eu imaginava. E aí, chegando, vi o tom que eles estão dando para os personagens. É diferente. Eles me deram uma força no começo, e foi bem bacana, me deixaram mais tranquila e à vontade.

 

Como você se preparou para dar vida à Zefa?

Em um primeiro momento, cheguei a assistir o que tinha da personagem em vídeos antigos na internet. Depois, parei e resolvi começar a criar a minha Zefa. Por ser uma nova versão, tivemos a oportunidade de receber muitos capítulos antes de começar a novela. Isso é muito legal, porque o trabalho fica mais completo. É melhor, porque, normalmente pegamos um personagem e recebemos só os primeiros capítulos. Aí, a novela entra no ar e a gente vai recebendo os próximos; é gostosa, também, essa expectativa, ver pra que lado que vai o personagem e tal, mas ter essa possibilidade de já iniciar, poder fazer um trabalho da trajetória toda da personagem ou quase toda só deixa o trabalho melhor. Então, a minha preparação foi essa. Muito estudo, ler muito texto, entender muito aquelas relações, estudar muito sobre as mulheres, meninas da região, música, sotaque, as histórias que elas contam. Fiz um trabalho muito intenso antes de gravar: estudo, pesquisa, leitura. Fui criando o corpo, toda a postura, o jeito de falar. A Zefa é engraçadíssima. Ela tem momentos muito divertidos, é leve. Então, quero passar essa energia leve dela. Essa coisa gostosa. Quando ela abre a boca para falar é divertido, é gostoso. Então, estou tentando trazer tudo isso em uma preparação corporal, vocal e com todo esse estudo que eu tenho feito.

 

Quem é Zefa? Como você vê a presença dela na fazenda Tenório?

A Zefa é uma pantaneira, nascida no Pantanal— poucos personagens da novela são de fato do Pantanal, e ela é uma dessas. Ela é muito, muito religiosa. Muito apegada a religião. Acho que é até uma forma dela ter alguma segurança, porque ela não tem pai nem mãe para instruir. A presença dela na fazenda é muito interessante porque sinto que, apesar de ela ser uma menina muito simples e humilde, é muito esperta. Acho que essa experiência de vida dela, de ter de se virar muito cedo, trouxe a ela uma esperteza. Ela se liga no que acontece muito rápido mesmo. E ela é uma pessoa boa, do bem! Ela não é maldosa, não é fuxiqueira. Ela é solta. Fala o que vem à cabeça, as coisas que vê, e é muito bacana porque ela fala com as pessoas e o assunto morre ali; ela não vai passar a frente nem nada disso. Acaba que ela, de certa forma, aconselha. Aconselha as patroas... O patrão menos, porque é mais durão, fechado, mas também fala coisas que ele precisa ouvir, que ninguém tem coragem de falar. Ela traz isso àquela casa: algumas verdades à tona. Fala algumas coisas com o jeitinho dela, com a leveza dela, mas que acaba fazendo os personagens pararem para pensar.

"Pantanal" é escrita por Bruno Luperi, baseada na novela original escrita por Benedito Ruy Barbosa. A direção artística é de Rogério Gomes e Gustavo Fernandez, direção de Walter Carvalho, Davi Alves, Beta Richard, Cristiano Marques e Noa Bressane. A produção é de Luciana Monteiro e Andrea Kelly, e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

.: Tatiana Amaral é o mais novo sucesso da literatura hot nacional

Tatiana Amaral, autora é baiana, casada e formada em Administração com habilitação em Marketing. Trabalhou por um tempo na área, mas nunca se sentiu realizada. Começou a escrever quando conheceu as fanfics e, já na sua primeira publicação, decidiu que era isso que queria fazer pelo resto da vida. Hoje, vive apenas da escrita e dedica seu tempo aos livros que ainda serão lançados.

O público da autora é fiel desde que começou a escrever fanfics, sendo assim, Tatiana tomou coragem e começou a escrever seu primeiro livro. O resultado foi um reconhecimento imenso por parte dos leitores. O sucesso que a autora faz é devido a simpatia e atenção com que trata a todos.

Tatiana Amaral já possui uma lista de livros publicados e um público leitor fiel ao seu trabalho. Ela é autora dos livros Segredo, Traições – Porque a vida não é um conto de fadas, Casei e agora? – As desventuras do meu casamento, e a consagrada trilogia Função CEO, que já está no segundo volume.

Mas o sucesso está chegando, e sem ser aos poucos, com a trilogia Função CEO. Leitoras de todo país estão loucas para saber o desfecho dessa história de amor cheia de cenas quentes! O segundo livro mal foi lançado e já é um sucesso de público. O lançamento oficial foi feito na Bienal do Livro de São Paulo, onde a autora esgotou todo o estoque de Função CEO – A descoberta do amor. E as leitoras já estão ansiosas para o último livro da trilogia.

A escritora também apóia movimentos para aumentar a divulgação dos livros nacionais. Sempre participa de feiras e projetos que incentivam os leitores a lerem mais livros publicados no Brasil.

Sobre os livros:

Segredos: O que você faria se tivesse que revelar segredos que envolvem o seu passado e o impede de se entregar a um amor? Este é o dilema de Cathy, que precisa decidir entre quebrar as barreiras do passado e confiar em Thomas ou aceitar que seus segredos são fortes o suficiente para impedi-la de amá-lo.  Quando um segredo é capaz de destruir tudo o que você deseja, ele pode ser revelado? Thomas possui um segredo com este poder, e agora ele precisa escolher entre contar a Cathy e correr o risco de perdê-la ou não contar, e desta forma nunca conquistar a sua confiança. Quais segredos são capazes de impedir um amor?

Quando duas pessoas com perspectivas diferentes se apaixonam é impossível não tentar resistir a este sentimento. Este é o caso de Thomas e Cathy. Thomas é um jovem ator de sucesso que tenta usufruir ao máximo as oportunidades que a sua carreira lhe oferece. Para ele, o amor é realidade ainda distante em sua vida e por causa disso vive um segredo que não pode ser revelado. Até que Cathy aparece.  Cathy foi contratada para ser sua nova assistente e possui como principal objetivo de vida se destacar profissionalmente. Para ela, o amor é impossível, devido a um grande segredo que envolve a sua vida e que a torna extremamente reservada e misteriosa. Até Thomas surgir em sua vida. Juntos, eles viverão as mais inusitadas situações para que este amor seja concretizado, no entanto seus segredos precisam ser revelados e eles não têm certeza se desejam que isso aconteça.

Traições: Porque a Vida não é um conto de fadas: "Por mais absurda que fosse a forma como me sentia e por mais imperdoável que tenha sido o motivo de eu ter fugido dele, a verdade era que: quanto mais o tempo passava, mais eu me conscientizava de que daria qualquer coisa para que tudo não passasse de uma mentira. O meu único desejo era que Thomas entrasse pela porta da casa com provas de que tudo foi um engano e que nós poderíamos voltar a viver o nosso amor. Mas quando o dia ia embora e a noite chegava, eu era forçada a entender que aquela nunca seria a minha realidade. Nada poderia apagar o que ele tinha feito, o que eu tinha visto, então a certeza do fim caía sobre mim como uma âncora pesada me afundando cada vez mais." Quando fantasmas do passado reaparecem na vida de Cathy, ela entende que apenas amar não é o suficiente para mantê-la ao lado do homem que ama. Thomas mais uma vez é obrigado a conviver com os segredos de Cathy. Todas as suas certezas foram destruídas e por isso não consegue mais achar a forma certa de conduzir o seu relacionamento. Assustado com os acontecimentos ele acaba por permitir que uma intriga destruísse tudo o que ele tinha construído e agora terá que lutar para provar à Cathy a verdade. 


Casei e agora? - As desventuras do meu casamento:“Você pode se surpreender quando perceber que em algumas situações, sua nova experiência pode ser tornar o que existe de melhor e que muitas vezes ela não é o que você espera e sim algo bem mais profundo do que isso. Eu aprendi que quando valem a pena, as experiências podem ser úteis e necessárias. Dessa forma, mesmo que você pense que está dando um passo errado, pode ser que este seja o passo mais correto de toda a sua vida.” Cléo é uma jovem escritora, cheia de sonhos, que vive uma vida certinha com o seu noivo onde tudo está em seu devido lugar. Mas ela quer casar e para isso acaba concordando com uma condição inusitada: um acordo onde ambos deveriam ficar um mês separados para adquirir novas experiências. 

E é assim que ela, mesmo contra a sua vontade, acaba em Las Vegas, com suas amigas, para a sua “despedida de solteira estendida”. Sua única vontade é fazer o tempo passar mais rápido e poder voltar para o seu relacionamento. No entanto os planos de Cléo são ameaçados quando ela conhece Douglas, um rapaz alto, de cabelos e olhos negros e dono do sorriso mais bonito que já tinha visto na vida. A vida de Cléo muda completamente quando ela acorda, após uma noite de curtição, e descobre que está casada com Douglas. Ela não lembra como tudo aconteceu e agora precisa correr contra o tempo para conseguir o divórcio e voltar para casa a tempo de recuperar o seu relacionamento com John. Contudo, as coisas não são mais como eram antes.

Cléo e Douglas viverão grandes aventuras enquanto precisam aguardar pelo divórcio. Embalados pelos novos sentimentos que brotam desta relação, precisaram escolher entre esquecer o passado e se permitirem viver este amor, ou esquecer a aventura e retornarem as suas vidas. Douglas sabe o que quer, mas Cléo tem medo de permitir esta mudança em sua vida. Casei. E agora? É um romance surpreendente, onde a realidade não é exatamente o que demonstra ser. Embarque você também nesta deliciosa aventura por Las Vegas. 

Função CEO – A descoberta do Prazer: “Você já sentiu vontade de tocar em algo que sabe ser proibido? Já teve o desejo irresistível de experimentar alguma coisa que sabe não ser socialmente ou eticamente correto? Tão proibido e ao mesmo tempo tão desejável que poderia destruí-la?” Não precisou mais do que um olhar para que entendesse que não tinha mais volta. 

Ela pertenceria a ele. Quando Melissa Simon iniciou o estágio como substituta da secretária executiva do CEO do grupo empresarial C&H Medical Systems, nunca imaginou no que estava se metendo. Robert Carter, líder e maior autoridade dentro da empresa seria o seu chefe. Não bastou mais do que um olhar para que Melissa entendesse que não tinha mais volta. Ela pertenceria a ele. Mas não sabia o que encontraria pela frente. 

Um jogo intrigante de sedução e descobertas, onde o amor é a única carta proibida. A entrega impensada a prazeres nunca antes sentidos e a certeza de que nada mais será como antes. Robert Carter é o chefe e ele estará no comando. Melissa Simon é a estagiária e estará disposta a obedecer às regras. Juntos eles descobrirão que sexo, prazer e amor, nunca mais serão a mesma coisa. Função CEO é uma deliciosa trilogia, onde o amor nem sempre é o melhor caminho. 

Função CEO – A descoberta do amor: “Uma vez minha mãe me disse que satanás era o anjo mais bonito do céu e o mais querido por Deus, mas sua beleza o fez acreditar que podia mais. Então, depois de uma guerra, foi atirado ao inferno, e jurou vingança. Para isso escolheu corromper a humanidade. Como? Alguns dizem que através do dinheiro, outros através das palavras, mas muitos juram que foi através da beleza. Robert tinha os três: dinheiro, persuasão e beleza. E roubava de mim todas as virtudes. Eu cobiçava, traía, roubava, tudo em nome do amor que sentia por ele.” Quando Melissa Simon encontrou Robert Carter seu mundo virou de cabeça para baixo.

Quando aceitou ser sua amante, não fazia ideia do que seria estar ao seu lado. Robert Carter e Melissa Simon descobrem o amor, mas para vive-lo precisam se despir dos segredos que circundam a relação. Robert está disposto a contar a verdade. Melissa está segura do seu amor e disposta a enfrentar todos os problemas para permanecer ao seu lado. Juntos, eles vão descobrir que nem sempre o amor é suficiente, a verdade não é capaz de derrubar barreiras e o bem pode não vencer no final. O segundo livro da Trilogia Função CEO, está ainda mais emocionante, onde Melissa e Robert precisarão enfrentar um grande oponente: Tanya, e descobrir que ela não joga para perder.

quinta-feira, 12 de setembro de 2024

.: Cineflix Cinemas Santos estreia "Não Fale o Mal", "Robô Selvagem" e "Silvio"!

 


Imagem de "Robô Selvagem" que estreia na Cineflix Cinemas em 12 de setembro


A unidade Cineflix Cinemas Santos, localizada no Miramar Shopping, bairro Gonzaga, estreia o terror "Não Fale o Mal", a animação "Robô Selvagem" e o nacional "Silvio", para serem assistidos com balde de pipoca quentinha. Tem ainda a opção do balde colecionável do filme "Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice" que com pipoca custa R$ 39,99.

Seguem em cartaz os sucessos de bilheteria, a aguardada sequência de Tim Burton da comédia, "Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice", a animação "Pets Em Ação", assim como o nacional "Vovó Ninja", o thriller, romance brasileiro "Motel Destino" e o drama "É assim que acaba". Programe-se e confira detalhes abaixo! 

O Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021. Para acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN.

Estreias da semana na Cineflix Santos

"Não Fale o Mal" (Speak No Evil). Ingressos on-line neste linkGênero: terrorClassificação: 18 anos. Duração: 1h50. Ano: 2024. Distribuidora: Universal Pictures. Direção: James WatkinsRoteiro: James Watkins. Elenco: James McAvoy (Paddy Field), Mackenzie Davis (Louise Dalton), Aisling Franciosi (Ciara Field)Sinopse: Uma família anseia em passar suas férias no campo. Contudo, o que era pra ser um sonho em família para relaxarem e descontraírem, acaba virando um terrível pesadelo.. Confira os horários: neste link

Trailer de "Não Fale o Mal"



"Silvio" (nacional). Ingressos on-line neste linkGênero: drama, thriller, ficção policialClassificação: 14 anos. Duração: 1h52. Ano: 2024. Distribuidora: Imagem Filmes. Direção: Marcelo AntunezRoteiro: Marcelo Antunez. Elenco: Rodrigo Faro, João Bourbonnais, Polliana Aleixo, Duda MambertiSinopse: Além de felicidade, um baú também pode guardar muitos segredos. Baseado em fatos reais, Silvio Santos (Rodrigo Faro) relembra sua história de vida e revela acontecimentos dos bastidores que nunca foram mostrados. Durante o sequestro que marcou o Brasil, o apresentador precisa lutar para proteger sua família e seu legado enquanto encara de frente um dos momentos mais desafiadores da sua vida. Confira os horários: neste link

Trailer de "Silvio"

"Robô Selvagem" ("The Wild Robot"). Ingressos on-line neste linkGênero: animação, infantil, aventuraClassificação: livre. Duração: 1h41. Ano: 2024. Distribuidora: Universal Pictures Brasil. Direção: Chris SandersRoteiro: Chris Sanders. Elenco: Lupita Nyong'o Rozzum (Roz), Pedro Pascal (Fink), Bill Nighy (Longneck), Catherine O'Hara (Pinktail), Kit Connor (Brightbill), Mark Hamill, Paul-Mikél WilliamsSinopse: Uma história comovente e cheia de aventuras sobre o que acontece quando a natureza e a tecnologia colidem inesperadamente, como os humanos. Baseado na série de livros de mesmo nome de Peter Brown, produzido pela DreamWorks Animation e distribuído pela Universal Pictures. Confira os horários: neste link

Trailer de "Robô Selvagem"

Seguem em cartaz na Cineflix Santos

"Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice" ("Beetlejuice Beetlejuice"). Ingressos on-line neste linkGênero: comédia, terrorClassificação: 14 anos. Duração: 1h44. Ano: 2024. Distribuidora: Warner Bros. Pictures. Direção: Tim BurtonRoteiro: Miles Millar, Alfred Gough. Elenco: Michael Keaton (Beetlejuice), Winona Ryde (Lydia Deetz), Jenna Ortega (Astrid Deetz), Catherine O'Hara (Delia Deetz)Sinopse: Retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Confira os horários: neste link

.: Resenha: "Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice" é excepcional

Trailer de "Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice"

"Vovó Ninja" (nacional). Ingressos on-line neste linkGênero: comédia, infantil. Classificação: livre. Duração: 1h36. Ano: 2024. Distribuidora: coprodução da Galeria com a LC Barreto e o Grupo Telefilms. Direção: Bruno BarretoRoteiro: Rodrigo Goulart, Gabriella Mancini, Gustavo Acioly. Elenco: Glória Pires (Arlete), Michel Felberg, Luiza Salles (Elis), Angelo Vital (Davi), Cleo, Leandro Ramos, Dadá Coelho, Thiago JustinoSinopse: Arlete (Glória Pires) não é uma avó comum. Ela vive reclusa e zen e se prepara para receber seu strês netos em sua casa pelo período das férias, depois de muito tempo sem vê-los. O único problema é que Arlete não é muito chegada nos netos e também não é muito chegada em crianças, que estão insatistfeitas com a chácara da avó, sem internet, com um monte de tarefas domésticas, uma casa cheia de regras e sem muita diversão em um período de calor. Mas após uma tentativa de rouba na casa da avó, um de seus netos, Davi, descobre que sua avó tem habilidades fora do comum, ou melhor, algo que uma avó normalmente não tem. Junto com seus irmãos, Davi vai tentar descobrir o que sua avó escondeConfira os horários: neste link

Trailer de "Vovó Ninja"

"Pets Em Ação" ("Gracie and Pedro: Pets to the Rescue"). Ingressos on-line neste linkGênero: comédia, família, aventura, açãoClassificação: livre. Duração: 1h20. Ano: 2024. Distribuidora: Imagem Filmes. Direção: Kevin Donovan e Gottfried RoodtRoteiro: Jaisa C. Bishop, Bruce A. Taylor, Kelly Peters. Elenco: Bill Nighy, Brooke Shields, Danny Trejo. Direção: Kevin Donovan, Gottfried RoodtSinopse: Durante uma viagem em família, um acidente no aeroporto deixa Gracie e Pedro perdidos em um local desconhecido, longe de casa. Agora, para sobreviver às ameaças da vida na rua, eles precisam superar suas diferenças e aprender a trabalhar em equipe. Confira os horários: neste link

Trailer de "Pets Em Ação"



"Motel Destino" ("nacional"). Ingressos on-line neste linkGênero: terror, ficção científicaClassificação: 18 anos. Duração: 1h52. Ano: 2024. Distribuidora: Pandora Filmes. Direção: Karim AïnouzRoteiro: Karim Aïnouz, Wislan Esmeraldo, Mauricio Zacharias. Elenco: Iago Xavier, Nataly Rocha, Fábio AssunçãoSinopse: Heraldo precisa se livrar de uma dívida e tenta assaltar um banco, mas não é bem-sucedido em sua empreitada. Ele busca esconderijo em um motel de beira de estrada, onde conhece Dayana. Confira os horários: neste link

Trailer de "Motel Destino"


"É assim que acaba" ("It Ends With Us"). Ingressos on-line neste linkGênero: drama, romanceClassificação: 14 anos. Duração: 2h10. Ano: 2024. Distribuidora: Sony Pictures Motion Picture Group. Direção: Justin BaldoniRoteiro: Christy Hall. Elenco: Blake Lively, Justin Baldoni, Brandon SklenarSinopse: Adaptação cinematográfica do livro de mesmo nome da autora Collen Hoover, apresenta a trama de Lily Bloom (Blake Lively), uma mulher que, após vivenciar eventos traumáticos na infância, decide começar uma vida nova em Boston e tentar abrir o próprio negócio. Como consequência dessa mudança de vida, Lily acredita que encontrou o amor verdadeiro em Ryle (Justin Baldoni), um charmoso neurocirurgião. No entanto, à medida que o relacionamento se torna cada vez mais sério, também surgem lembranças de como era o relacionamento de seus pais. Até que, repentinamente, Atlas Corrigan (Brandon Sklenar), seu primeiro amor e uma ligação com o passado - uma alma gêmea, talvez? - retorna para a vida de Lily. As coisas se complicam ainda mais, quando um incidente doloroso desencadeia um trauma do passado, ameaçando tudo o que Lily construiu com Ryle. Agora, com seu primeiro amor de volta em sua vida, ela precisará decidir se tem o que é preciso para levar o casamento adiante. Confira os horários: neste link


sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

.: Entrevista com Luiz Marcondes, escritor e tradutor de revista musical

“Duvido muito que uma tradução possa transformar um ‘mau’ livro num ‘bom’ livro, mas o contrário é bem possível”. - Luiz Marcondes

Por: Helder Miranda 

Em janeiro de 2010


Blá-blá-blá Cibernético: Twitteiro, escritor de primeira viagem e tradutor de uma famosa revista sobre música fala sobre os personagens que cria em torno de si mesmo, lista as cinco canções mais importantes de sua vida e muito mais.


A entrevista do mês começou de maneira inusitada, o que me fez pensar que talvez a abordagem, em um tempo completamente informatizado, pode (e deve) ser mais rápida, sem desmerecer o trabalho dos assessores de imprensa. Luiz Marcondes, escritor principiante, divulgava que responderia perguntas feitas a ele no Formspring, site de perguntas e respostas ligadas ao Twitter. 

Juro que procurei os diálogos que sucederam a partir daí, como não encontrei, segue uma reconstituição, meia boca, com menos que os 140 caracteres permitidos pelo Twitter: “@luizmarcondes, Já que vai responder no Formspring, me dá uma entrevista para o site cultural Resenhando?”. “@heldermm Claro! Manda as perguntas!”.

A partir daí, uma série de e-mails formaram um pouco do que é o entrevistado do mês. Mais do que um escritor de primeira viagem que tem o objetivo de divulgar o livro de contos A Fase Azul, Marcondes comprovou que tem maturidade literária, mostrando, assim, que não é tão estreante assim. A vida, também, o assinala: foi redator e acumula passagens em multinacionais como Motorola, Telefônica e Volkswagen, mas vai além disso. 

Formado em Comunicação Social pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), teve a ousadia de apresentar, pela internet, um programa cuja temática era arte e cultura (http://www.youtube.com/loungecultural). Hoje, traduz uma famosa revista sobre música que é ícone no exterior. Também é colunista de duas revistas mensais online, Results On e Pix.


RESENHANDO – O que é luxo e lixo na literatura da atualidade?
LUIZ MARCONDES – Da atualidade, a única autora que li foi a Mayra Dias Gomes, mas ela não é nem luxo, nem lixo: é uma moça inteligente, talentosa. Creio que ainda está longe de desenvolver todo seu potencial – o que, aliás, deve ser até natural, considerando que ela mal completou 22 anos. Do lixo, não sei, fico longe desse tipo de coisa, percebo pelo cheiro. Tem gente que gosta de chafurdar nisso aí, adora falar mal, se lambuzar na merda, eu não. Se está fedendo, saio de perto. É só. 


RESENHANDO – Sua imagem foge do estereótipo que as pessoas ainda têm de escritores – geralmente senhores ou nerds. Isso interfere em sua credibilidade como escritor?
LM – Clara Averbuck não é nada disso, é uma mulher toda tatuada e, que eu saiba, não é nerd. Fernanda Young também não é nerd. Mayra Dias Gomes é uma gata e super roqueira e tal. Carol Teixeira é linda, deslumbrante, tatuada e gostosa pra caralho. O mais perto de um senhor, que eu saiba, talvez seja o Mirisola. Agora... Credibilidade... Nem sei, lancei o livro em 13 de novembro! Não sei se tenho credibilidade. Tenho? Não sei. 


RESENHANDO – Explique o que é “a fase azul”?
LM – Uma fase depressiva, de paixões idealizadas, impossíveis. De muita solidão do pior e mais verdadeiro tipo, a existencial, quando se está sozinho, mesmo cercado de gente. Não é pra qualquer um, meu amigo. Nem eu sei como escapei. Às vezes me sinto como um sobrevivente de alguma guerra, mas o conflito é interior, sempre. 


RESENHANDO – Por que você, como publicitário, resolveu se lançar na literatura? 
LM – Eu escrevo desde os dez anos. Publicitário veio depois. Eu sempre inventei histórias. Comecei a escrever “a sério” (ou seja, com pretensões de ser lido) aos 22 anos, no último ano da faculdade de publicidade. Eu não estou nem aí pra publicidade, mas tenho contas a pagar, como (quase) todo mundo. 


RESENHANDO – Quais as diferenças e semelhanças entre as criações publicitária e literária?
LM – São imensas! Criar para um cliente, que está pagando, criar para um produto, marca, serviço. Criar para um público bem definido. Isso é publicidade. Criação literária: o público sou eu. A motivação vem do subconsciente, ou da alma. Nem seu sei por que escolho escrever isto e não aquilo. Quem manda é minha cabeça, não eu, eis aí um paradoxo interessante! 


RESENHANDO – Dos contos de seu livro, qual considera o melhor?
LM – O último. Porque ele tem suspense, fala de temas existenciais interessantes sem encher o saco do leitor e prende a atenção do começo ao fim (dizem). Além disso, só o desfecho dele, se tomado isoladamente, já é uma obra-prima, coisa de gente grande, nem eu sei como cheguei àquilo, sinceramente. Aponta talvez para o escritor que virei a ser nas próximas décadas, se Deus permitir. 


RESENHANDO – Em que você se inspirou para criar os personagens e situações do livro, como o sujeito que acredita que sua vida está sendo encenada, uma vila no deserto em que só vivem mulheres grávidas e a empresa que vende morte e ressurreição?
LM – As mulheres grávidas vi num videoclipe, nem lembro de que banda, em 2003, mais ou menos. O sujeito que acredita que sua vida está sendo encenada... Não sei de onde saiu isso, mas depois descobri que existe um episódio de Twilight Zone com um tema parecido, embora bem mais simplificado. A empresa que vende morte e ressurreição... bom, eu penso nisso o tempo todo. Vida, morte, ressurreição (ressurreição mesmo em vida, isto é, renovação de energias e de propósitos). Acho que são temas básicos para um ser humano, uma vez que a nossa vida um dia acaba. Penso nisso o tempo todo e me espanta muito que mais gente não fale sobre esses temas, acho o básico do básico da condição humana. 


RESENHANDO - Você tem algum ritual antes de começar a escrever?
LM – Tenho: viver. Só isso. Escrevo dentro da minha cabeça, não na hora que sento na frente do micro; nessa hora, só ponho no papel, ou melhor, na tela. Já escrevi contos no ônibus, indo pro trabalho. É só ir pensando. 


RESENHANDO - O que diferencia o homem Luiz Marcondes, do personagem que se mostra na internet? 
LM – Ah, se eu contar perde a graça. Digamos apenas que o homem é mil vezes mais doce e gentil que a “persona” ou personagem. E fisicamente mais bonito também (risos). 


RESENHANDO - O que faz você querer escrever mais, e o que trava seu processo criativo?
LM – Quando escrevo sou tomado por isso, pela “Mão do Diabo”, que desce sobre mim. Nem paro pra pensar, é algo necessário. Essa pergunta pra mim é a mais difícil, não consigo encarar a questão com objetividade, nem quero. Paro por aqui. Sorry. 


RESENHANDO – Você declarou que se considera um solitário e seu livro é sobre a relação homem-mulher e paixões não correspondidas. Também fala de depressão e solidão numa cidade gigantesca, como São Paulo. Como viver em uma metrópole interfere na maneira de pensar e agir das pessoas?
LM – Não sei, mas já morei num lugar muito menor, na praia, e aqui em São Paulo as pessoas têm neuroses mais interessantes. Só isso. 


RESENHANDO – Por que Jorge Luis Borges é seu autor preferido? 
LM – Não sei exatamente, mas foi o único escritor até hoje que me deu vontade de ler a obra toda e li mesmo, todos os contos e boa parte dos ensaios. Ele me transmite superioridade espiritual quando escreve, não é um autor de picuinhas nem mágoas, nem raivinhas. Quando fala de literatura, fala com amor. Quando escreve, é distante. Só há uma cena de sexo em toda a obra dele, que me lembre, apenas mencionada, no conto Ulrica. Esse distanciamento me encanta. É intelectual, quase espiritual. 


RESENHANDO – No blog de seu livro (www.afaseazul.blogspot.com), há um conto dividido em vários textos sobre os anos 90. O que essa década representa para você?
LM – Uma década cansativa, uma década perdida, de tentar montar bandas que não deram em nada, uma década em que perdi muito tempo deprimido, bêbado ou dormindo. A diferença é que agora estou acordado, em mais de um sentido. É doloroso estar lúcido e de pé, mas é o único jeito. A consciência é um monstro que uma vez desperto, não volta mais a dormir. O lado bom da década de 90 ficou no seu início, tempo de faculdade. Época divertida. A partir de 95, a coisa ficou preta, ou melhor azul, porque meu pai faleceu etc. e tal. Há um conto sobre isso, também. Ele se chama Um Minuto de Silêncio.


RESENHANDO – Como faz para conciliar os quadrinhos, a música, a escrita, e as atividades pela internet?
LM – Quadrinhos é coisa que tem mais a ver com minha adolescência, não leio mais hoje em dia. Música, escuto o tempo todo, é meu suprimento de oxigênio. A escrita é menos frequente, não sou prolífico, levei 14 anos pra escrever o livro. O problema mesmo são as atividades na internet, um vício, uma perda de tempo divertida. 


RESENHANDO – Falando em internet, por que seu programa acabou? Pretende voltar com ele?
LM – Acabou por falta de patrocínio. Adoraria continuar, se tivesse patrocinador. 


RESENHANDO – Na revista em que você trabalha, em vez de traduzir reportagens, ou artigos, não seria mais interessante publicar reportagens elaboradas por aqui?
LM – Também tem matérias elaboradas aqui, mas preferia que fosse inteira traduzida de ponta a ponta, pra eu poder ganhar mais. 


RESENHANDO – Ter na capa Roberto Carlos e Ivete Sangalo não foram escolhas óbvias demais?
LM – Eu não tenho nada a ver com a linha editorial da revista. Mas Ok, se pudesse mudar algo: colocaria a Ivete Sangalo, porém pelada. E o Rei é o Rei, sei lá. Pra mim, está legal. 


RESENHANDO – Em sua opinião, o que pensa do nível das traduções que são feitas de best-sellers internacionais?
LM – Graças a Deus, não tenho lido esse tipo de coisa, acabo de ler O Jogo da Amarelinha, de Julio Cortázar. É chato, muito chato, mas é bom. Se é que me entende. 


RESENHANDO – Dizem que Paulo Coelho é bem visto pela crítica internacional porque os tradutores são bons. O que tem a dizer sobre isso?
LM – Desejo sucesso a ele, prazer a seus leitores; sigo lendo o que bem entendo, não acho o assunto relevante. 


RESENHANDO – Nesse sentido, a tradução pode elevar, ou destruir, um livro?
LM – Duvido muito que uma tradução possa transformar um "mau" livro num "bom" livro, mas o contrário é bem possível. 


RESENHANDO – Se fosse fazer uma lista dos cinco cantores/bandas, e das cinco músicas favoritas, quais seriam?
LM – Jane´s Addiction, “Three Days”. Soundgarden, “Room a Thousand Years Wide”. Queen, “Under Pressure”. David Bowie, “Sweet Head”. Red Hot Chili Peppers, “Give It Away”.
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