“Spectrophilia” é um livro que trabalha com a ideia de memória e espectro, circulando entre filosofia e ficção sem se fixar em um gênero específico. Mais do que um autor no sentido tradicional, Shajara Néehilan Bensusan aparece como uma autoria atravessada por vozes, mitos e experiências que ampliam os limites do pensamento filosófico. Lançado pela Editora Cultura e Barbárie, o livro propõe um experimento literário que mistura reflexão teórica, imaginação e desejo, em um território que o próprio texto insiste em manter instável.
A obra se organiza como um percurso em três movimentos, atravessado por questões de gênero, vida, morte, política e pertencimento. Em “Spectrophilia”, a morte não surge como oposição à vida, mas como parte constitutiva dela - incômoda, erótica, afetiva. Ao situar esse debate em espaços simbólicos como Chungara (ex-América Latina), o livro articula reflexão filosófica e conflito político, sugerindo que tanto a vida quanto a morte são atravessadas por disputas de poder e modos de existir.
Sobre o autor
Shajara Néehilan Bensusan é professor associado do Departamento de Filosofia da Universidade de Brasília. Doutor pela University of Sussex, atuou como pesquisador e professor visitante em diversas universidades no Brasil e no exterior. Autor de extensa produção acadêmica e ensaística, publicou, entre outros títulos, Spectrophilia (Cultura e Barbárie, 2025), Memory Assemblages (Bloomsbury, 2024) e História Sul-Americana da Imortalidade (Cultura e Barbárie, 2024).
Shajara Néehilan Bensusan é professor associado do Departamento de Filosofia da Universidade de Brasília. Doutor pela University of Sussex, atuou como pesquisador e professor visitante em diversas universidades no Brasil e no exterior. Autor de extensa produção acadêmica e ensaística, publicou, entre outros títulos, Spectrophilia (Cultura e Barbárie, 2025), Memory Assemblages (Bloomsbury, 2024) e História Sul-Americana da Imortalidade (Cultura e Barbárie, 2024).








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