Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de março de 2026

.: Série documental "Carlinhos Brown em Meia Lua Inteira" estreia dia 14


Produção original nacional em quatro episódios retrata a vida e a obra de um dos artistas mais influentes da música brasileira, com depoimentos exclusivos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marisa Monte, Daniela Mercury e Arnaldo Antunes, entre outros. Foto: divulgação


A HBO estreia no dia 14 de abril sua nova série documental nacional, "Carlinhos Brown Em Meia Lua Inteira". Composta por quatro episódios de 60 minutos, a produção terá o lançamento de um novo capítulo toda terça-feira, às 21h00, no canal e na HBO Max. Produzida pela Giros Filmes, com coprodução de Candyall Music, a série mergulha na vida e na obra de Carlinhos Brown, cuja carreira ajudou a tornar a cultura da Bahia um fenômeno global e a transformar a comunidade onde cresceu. 

Ao longo dos episódios, "Carlinhos Brown Em Meia Lua Inteira" investiga as origens do músico, educador e empreendedor social no Candeal, em Salvador, e sua profunda conexão com a ancestralidade afro-brasileira que moldou sua identidade artística. A série documental reúne ainda depoimentos de grandes nomes da música e cultura brasileira, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marisa Monte, Daniela Mercury, Margareth Menezes, Arnaldo Antunes, Bell Marques, Luiz Caldas, Lan Lanh, Márcio Victor, Sarajane, Marieta Severo e Deborah Colker, que ajudam a construir um retrato afetivo e multifacetado de Brown. 

Conduzida pelo próprio artista, a produção combina materiais de arquivo, bastidores e cenas exclusivas captadas especialmente para o projeto, além de momentos íntimos que revelam novas camadas de sua história - incluindo um encontro musical inédito com todos os seus oito filhos. A série também destaca sua atuação social na comunidade do Candeal, onde iniciativas lideradas por Brown ajudaram a transformar a realidade local por meio da arte, da educação e da cultura. 

Reconhecido como um dos protagonistas das revoluções sonoras da música brasileira contemporânea, Carlinhos Brown impulsionou movimentos como o Axé Music e o Samba Reggae e fundou a Timbalada, grupo que reinventou a estética percussiva nos anos 1990. Na série documental, esse legado musical e cultural ganha destaque, enquanto a produção revisita suas criações, parcerias e momentos marcantes para revelar o alcance de sua obra dentro e fora do Brasil. Autor de centenas de canções e parceiro de artistas de diferentes gerações, Brown também se tornou o primeiro músico brasileiro a integrar a Academia do Oscar, ampliando o reconhecimento internacional da música brasileira. 

"Carlinhos Brown Em Meia Lua Inteira" é uma série documental coproduzida pela Warner Bros. Discovery, Giros Filmes e Candyall Music com direção geral de Bianca Lenti e Belisario Franca e produzida por Mauricio Magalhães, Bianca Lenti, Belisario Franca e Beatriz Petrini. Pelo lado da Warner Bros. Discovery, assinam a produção Sergio Nakasone, Adriana Cechetti e Luciana Soligo.

segunda-feira, 16 de março de 2026

.: Os Inimigos do Rei lançam “Medo” e transformam insegurança em crítica


Nova música integra o espetáculo “Vem Kafka comigo!” e chega via ONErpm para marcar fase inédita da banda. Foto: Cadu Paiva

A banda Inimigos do Rei apresentam “Medo”, nova faixa que integra o repertório do espetáculo inédito “Vem Kafka comigo!” e que chega em todas as plataformas digitais via ONErpm. Com música de Marcus Lyrio e letra de Luiz Guilherme, o single transforma a ansiedade provocada pelo fim do mês em sátira afiada, mantendo o humor como ferramenta de resistência.

Segundo o vocalista e compositor Luiz Guilherme, a letra surgiu de forma orgânica, como “uma resposta natural às questões sociais e financeiras vivenciadas diariamente por todos os brasileiros”. Escrita originalmente em 2006, a canção nasceu em um momento pessoal de pressão econômica. “Eu começava meu segundo casamento, morava em apartamento alugado e minha filha estudava em faculdade particular. Ou seja, o fim do mês era um medo bem real”, relembra.

O vocalista define a composição como uma letra “vertical”, capaz de atravessar camadas sociais, culturais e políticas. “É o medo de não ter dinheiro para superar o fim do mês. Seja o salário para esticar, a mesada que acabou, as contas deixadas para depois. Quem nunca?”, afirma. Para ele, trata-se de “uma reação bem-humorada e universal ao mundo de hoje, que exige de todos nós performances monetárias desafiadoras”. Além dele, a banda é formada por Luiz Nicolau (voz), Lourival Franco (teclados), Marcelo Crelier (baixo), Marcelo Marques (bateria) e Marcus Lyrio (guitarra).

A faixa “Medo” dialoga diretamente com o conceito do novo show da banda, que traduz o inconsciente coletivo de um país plural, que teme não ter recursos para pagar as próprias contas. Apresentada pela primeira vez no Circo Voador, ainda em 2006, a música ressurgiu neste retorno da banda.  Em 2025, revisitando letras e ideias no processo de retomada, a música ganhou nova produção, assinada por Bruno Costa e Vini Lobo. A faixa está disponível em todas as plataformas de streaming. “Medo” já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm.


Sobre Inimigos do Rei
Os Inimigos do Rei  reaparecem com irreverência. A banda que marcou o final dos anos 80 e início dos 90 com hits bem-humorados, letras afiadas e estética teatral, retorna aos palcos em 2026. E eles trazem a formação consolidada desde 1991 reunindo Luiz Guilherme (voz e letrista), Luiz Nicolau (voz), Lourival Franco (teclados), Marcelo Crelier (baixo), Marcelo Marques (bateria) , Marcus Lyrio  (guitarra). 

Neste retorno, o novo show, batizado de “Vem Kafka, Comigo!”, combina repertório histórico e músicas inéditas, reafirmando o DNA provocador da banda. No setlist, clássicos como “Adelaide”, “Uma Barata Chamada Kafka”, “Mamãe Viajandona”, “Jesse James”, “Suzy Inflável” e “Carne, Osso e Silicone” convivem com novas faixas, como “Medo”, “Sexta-feira da Paixão” e “Aladim”. O resultado é um espetáculo explosivo, que mistura crítica social, absurdo, humor inteligente,  performance cênica contagiante. Descritos por Fausto Fawcett como “Inimigos do Rancor Endêmico Improdutivo”, o grupo sempre transitou entre a sátira e a reflexão e, mais uma vez, assume o caos urbano como inspiração.

sexta-feira, 13 de março de 2026

.: Crítica musical: com álbum antológico, Fagner também é Bossa Nova


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação

Ouvir um trabalho novo de Raimundo Fagner tem sido uma atividade cada vez mais prazeirosa. Agora ele brinda o público com um disco temático recheado de canções antológicas que marcaram o movimento da "Bossa Nova". E acompanhado por ninguém menos do que Roberto Menescal, um dos ícones do movimento musical que marcou definirtivamente o Brasil no mundo.

"Fagner - Bossa Nova", foi lançado nas plataformas de streaming pela gravadora Biscoito Fino com produção, arranjos e violões de Roberto Menescal, idealização do próprio Fagner e direção vocal do experiente produtor José Milton. A capa foi elaborada com inspiração nos lançamentos da antiga gravadora Elenco nos anos 60.

O repertório é um capítulo a parte. Fagner fez questão de incluir canções que marcaram a sua formação musical. Tem "Chega de Saudade", um dos marcos da Bossa Nova, passando por clássicos como "Samba de Verão" (dueto com Marcos Valle), "Teresa da Praia" ( dueto com Zeca Baleiro), "Samba em Preludio" (dueto com Wanda Sá), "Wave", "Águas de Março", "Por Causa de Você", "Rio" e "O Negócio É Amar".

Engana-se quem imagina que interpretar canções em Bossa Nova foi fácil para Fagner. Sem precisar usar seus conhecidos vibratos, ele teve que ajustar sua voz para tons mais graves e adequados para o estilo musical. O acompanhamento de Menescal foi um fator certo para Fagner poder interpretar com desenvoltura as canções clássicas.

O disco é dedicado a Tom Jobim, Vinícius de Morais e Ronaldo Boscoli, este último considerado um padrinho de Fagner, que chegou a levar o cearense para morar em sua casa no início dos anos 70. Naquela época, Boscoli era casado com Elis Regina e Fagner ainda era um aspirante na música. Trata-se de um disco que soa diferente dos seus últimos trabalhos. E que confirma o potencial de Fagner como intérprete. Ele não se intimidou ao cantar canções consagradas da Bossa Nova.

"Chega da Saudade"

"Aguas de Março"

"Samba de Verão"

.: Crítica musical: Banduo lança "Dobras", o primeiro disco


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação

O Banduo - formado pelos bandolinistas Maik Oliveira e Rafael Esteves lançou o álbum "Dobras" nas plataformas digitais de música. O lançamento integra o projeto "Banduo - O Bandolim e Suas Texturas", lançado pelo duo, em 2025, no qual exploram as possibilidades sonoras do bandolim.

Com direção musical de Alisson Amador, o álbum apresenta dez faixas inéditas, entre composições próprias e de ouros autores, feitas especialmente para o Banduo. Os arranjos trazem assinaturas de quatro instrumentistas, referências na cena contemporânea - Edmilson Capelupi, Milton Mori, Marcílio Lopes e Alisson Amador, além do próprio Rafael Esteves.

Nesse dueto, o virtuosismo de Maik Oliveira e Rafael Esteves é aplicado às possibilidades do bandolim, mesclando influências do choro com a música instrumental e de câmara (com destaque para J.S. Bach) em busca de sonoridades inovadoras e potentes. O flerte com a música camerística traz uma singularidade muito em virtude da formação inusitada de dois bandolins.

O "Banduo - O Bandolim e Suas Texturas" é um projeto realizado com recursos do edital PNAB 24/2024 de Gravação e Lançamento de Álbum Musical Inédito, com apoio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB); do Programa de Ação Cultural - ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo; e do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

Além da gravação do álbum, o Banduo vem realizando circulação com sete apresentações: dois concertos didáticos e cinco shows (pré-lançamento e lançamento). Os concertos didáticos, realizados em polos do Projeto Guri, têm o objetivo de compartilhar com os alunos o processo criativo, a preparação do disco, a criação dos arranjos e a construção do repertório, além de abordar o bandolim e sua história.

"Valsa Evocativa"

"Leonor"

"Joropo"

segunda-feira, 9 de março de 2026

.: Juvi lança álbum “O Sonho da Lagosta”, que faz analogia sobre vulnerabilidade


Cantora, compositora e multi-instrumentista, Juvi é conhecida por seus vídeos nas redes sociais, enquanto vai trilhando uma carreira na música, experimentando novos formatos e firmando seu nome na cena. Foto: Juvi

O novo álbum de Juvi, “O Sonho da Lagosta”, tem o conceito inspirado pelo “complexo de lagosta”, metáfora da psicanálise que faz analogia sobre vulnerabilidade e transformação na vida com a forma como o animal precisa quebrar o próprio exoesqueleto e se expor para crescer. É um disco sobre rupturas e recomeços, com um discurso que beira o punk ao abordar relacionamentos amorosos, familiares e de amizade. 

Misturando influências do rock psicodélico, Pink Floyd, Frank Zappa e Cream, com referências da música latina que vão de Ca7riel & Paco Amoroso a Tom Zé e Fito Páez, o disco tem forte presença de percussão, efeitos e delays. O repertório ainda conta com uma releitura de “Essa Noite Não” (Lobão/Bernardo Vilhena/Daniele Daumerie/Ivo Meirelles), única música do álbum que não leva a assinatura de Juvi.

Mais orgânico e centrado em instrumentais, “O Sonho da Lagosta” marca uma diferença em relação aos trabalhos anteriores. “É um álbum em que eu me mostro como guitarrista e vocalista. Toquei todos os instrumentos, tem menos efeitos na voz e muitos arranjos instrumentais” afirma Juvi. “É um disco mais sério, o humor aparece como um acidente, não como fio condutor”. “Sonho da Lagosta” tem produção musical, beats, sintetizador, guitarra, baixo, mixagem e masterização assinados por Juvi. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais pela gravadora Deck.

domingo, 8 de março de 2026

.: Elaine Frere e Flávvio Alves consolidam parceria com o lançamento de álbum


O primeiro álbum da cantora e compositora Elaine Frere em parceria com o poeta, compositor e produtor musical Flávvio Alves foi lançado. Gravado no estúdio Canto da Coruja, “Lá Onde o Agora Espera” chega ao público pelo selo Sete Sóis com distribuição da Tratore e com capa em aquarela da artista cearense Raísa Christina. Depois de três singles rodando nas plataformas digitais, a dupla resolveu produzir o álbum. Entre mais de duas dezenas de composições em parceria, Flávvio escolheu 12. As canções se conectam tematicamente e foram alinhavadas seguindo o formato vinil - no lado A estão seis faixas que falam sobre tempo e espaço; e no lado B estão as seis que discorrem sobre desilusão, medo e desesperança.

No álbum, que tem as participações especiais do cantor Rubi nos vocais e do guitarrista Estevam Sinkovitz, Elaine Frere é acompanhada por Ricardo Prado (sanfona, teclados, baixo, violão e bateria) e Guto Gonzales (bateria). A parceria começou quando Flávvio viu um post de Elaine junto com a filha. “A foto era tão significativa, eivada de amor fraterno e de tantos outros sentimentos implícitos, que emocionado resolvi comentar o post”, conta Flávvio. 

“Receber um poema de Flávvio para musicar é como atingir a maioridade! O comentário numa postagem na rede social era tão perfeito, que musiquei sem que ele soubesse. A coragem de mostrar demorou, mas rendeu uma enxurrada de escritos que me foram enviados pelo Flávvio, com uma mensagem para que eu escolhesse um para musicar. E eu musiquei praticamente todos! As melodias pulavam daquelas palavras na primeira leitura e era impossível reter aquele fluxo. Flávvio respira versos e os seus versos me tocam profundamente, fazendo perfeita aliança com as melodias que trago, engavetadas no tempo”, revela Elaine, contando sobre a conexão imediata com Flávvio e as diversas composições que brotaram depois do comentário na postagem.

“Eu me sinto traduzido nas melodias da Elaine, ela consegue encontrar o âmago das minhas palavras de uma maneira que somente o olhar feminino conseguiria. Cada parceiro transita em um universo diferente da minha criação artística, intuo para qual parceiro ou parceira devo mandar determinado tipo de letra. Encontrar este caminho me dá uma satisfação imensa”, completa Flávvio. Assim, Elaine entrou para o rol dos parceiros mais constantes de Flávvio, formado por  Kleber Albuquerque, Adolar Marin e Rubi.

Flávvio Alves e Elaine Frere, em aquarela de Raísa Christina


Flávvio Alves é poeta, compositor e produtor, um dos fundadores do selo Sete Sóis, que já lançou mais de 50 álbuns, já foi gravado por Ceumar, Renato Braz, Rubi, Kleber Albuquerque, Fred Martins, Zeca Baleiro, entre tantos outros. Tem composições em parceria com Alice Ruiz, Adolar Marin, Carlos Careqa, Daniel Groove, Fred Martins, Fernando Cavallieri, Kleber Albuquerque, Marco Vilane, Rubi, entre tantos outros. Lançou o CD Outras canções de Desvio, com a arte da capa feita por Lourenço Mutarelli, e com composições em parceria com diversos artistas de diferentes Estados do Brasil, lançou dois álbuns em parceria com Adolar Marin e um álbum em parceria com Kleber Albuquerque.

Elaine Frere é produtora cultural e artista independente que atua em diversas esferas da arte, como por exemplo o Circo e o Teatro. Escreveu, atuou, dirigiu, compôs trilhas sonoras e produziu espetáculos com parceiros como Hugo Possolo, Guga Stroeter e Vladimir Capela. Atuou como Coordenadora Geral de Produção, Financeira e Gestora de Comunicação no FIC - Festival Internacional de Circo de São Paulo, de 2018 a 2022. Como escritora, é autora de dois livros infantis de temática circense: “Trilha das letras” e “Napoleão”. A partir de 2019 volta-se inteiramente para a música autoral e lança seu primeiro single “Quando Adormeço”, com participação de Kleber Albuquerque. Em 2021, lançou o álbum “Quando os versos se uniram pra reclamar canção”, com produção de Felipe Mancini. Desde então, vem lançando singles em parceria ou solo.

sexta-feira, 6 de março de 2026

.: “Novos Tempos” de Claudia Amorim: novo álbum e show


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação

O amor como antídoto e último artifício em meio ao caos. Um alerta para que o sentimento ocupe maior espaço em nossas vidas. Esse é o ponto de partida de “Novos Tempos”, quarto álbum da cantora Claudia Amorim, que conta com composições de hico Buarque, Ilessi, Thiago Amud, Cacau da Bahia, Beto Guedes, entre outros.

Com arranjos feitos por Bruno Danton e Aline Gonçalves, dois jovens e premiados músicos), O show de lançamento de "Novos Tempos" conta com a direção musical de Roberto Kauffmann, responsável pela adaptação dos arranjos do disco para o palco. A cantora, sempre que possível, procura compor a banda com instrumentistas mulheres, para reforçar e amplificar a atuação feminina no cenário musical.

O disco "Novos Tempos" traz à tona a reflexão sobre a humanidade diante de tantas questões climáticas, sociais e guerras. “Diante da possibilidade do fim, o que nos resta fazer? O que sobrevive depois que tudo acaba? Que sentimento fica?” - indaga a cantora. Esse novo trabalho acredita que o sentimento do amor pela família, arte, artistas, companheiros e companheiras, natureza e por fim o planeta é o que rege o ser humano em momentos de desespero e também de reconstrução. O projeto gráfico do álbum resume este conceito de devastação, mas com a firmeza da reconstrução (representada por uma flor de algodão) ao lado do sofrimento e das perdas (representadas por um coração sangrando).

A voz de Claudia Amorim é doce e suave, assim como suas interpretações. O clima de paz, tão necessário nesses conturbados tempos atuais, predomina nos arranjos que são executados por músicos, sem usar recursos de IA ou de computadores.Isso proporcionou um resultado final bem interessante no plano musical. Destaco as faixas "Musa Música", "Prá Onde Foi o Amor" e "Sal da Terra", essa última com um arranjo mais denso do que a versão original com Beto Guedes.

Intérprete com repertório diverso, Claudia Amorim é uma das pioneiras da música independente no Brasil e tem mais de 25 anos de estrada. Possui quatro álbuns lançados, sendo o disco “Sede” pré-selecionado ao Prêmio da Música Brasileira em 2013 e com menção honrosa como um dos 100 melhores álbuns do ano. E nesse novo trabalho ela confirma a sua vocação para produzir música com qualidade e bom gosto. Espero que continue lançando novos discos e se apresentando ao vivo. Os ouvintes da boa música irão agradecer de bom grado.

"Musa Música"

 "
Pra Onde Foi o Amor"

"Sal da Terra"

quarta-feira, 4 de março de 2026

.: Dead Fish lança "20 Anos de Zero e Um (Ao Vivo)"

Dead Fish. Foto: @youknowmyface


Uma das maiores, se não a maior banda de hardcore do Brasil, o Dead Fish continua em atividade, lotando as casas de show pelo país com a turnê de seu álbum mais recente, “Labirinto da Memória” (Deck/2024) e, na paralela, fazendo algumas apresentações comemorativas. Uma delas, muito especial, foi registrada e deu origem ao audiovisual “Dead Fish - 20 Anos de Zero e Um (Ao Vivo)”

O aniversário de 20 anos deste, que é um marco na carreira da banda, foi festejado em várias ocasiões, mas gravado na Áudio, em São Paulo. O audiovisual reúne performances de músicas icônicas como “A Urgência” (Philippe / Rodrigo Lima / Alyand / No / Gabriel Zander / Hóspede), “Queda Livre” (Philippe / Rodrigo Lima / Alyand / No / Hóspede) e “Você” (Philippe / Rodrigo Lima / Alyand / No / Hóspede). O show contou ainda com a participação especial de Phill Fargnoli, que deixou a banda em 2013 para se juntar ao CPM 22, na guitarra e voz.

O lançamento chega acompanhado de registros ao vivo, que serão disponibilizados no canal oficial da banda, com dois vídeos por dia, de segunda a sexta. O primeiro deles, “Queda Livre (Ao Vivo)”, já pode ser assistido no Youtube.

Com letras firmes, inteligentes e ainda atuais, “Zero e Um” se consagrou como um dos álbuns mais emblemáticos não só da história do Dead Fish, mas também do hardcore brasileiro. A nova gravação celebra os 20 anos do disco e reforça a relevância dessas músicas, e já está disponível para ser escutada em todas as plataformas digitais pela gravadora Deck.

domingo, 1 de março de 2026

.: “BrasilEssenza”: Fafá de Belém e André Mehmari transformam show em rito



Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com. Foto: divulgação

Se Milton Nascimento tem “a voz de Deus”, como sentenciou Elis Regina, é possível dizer, sem medo de exagero que Fafá de Belém tem a voz de Maria, a mãe de Jesus, que sofre, protege e canta para embalar e para acordar o mundo. Em “BrasilEssenza”, show apresentado ao lado do pianista André Mehmari no renovado Teatro do Sesc Santos, assim como faz a santa católica em outras vertentes, Fafá consagra as músicas de uma maneira absolutamente inesquecível. O formato é simples: voz e piano. A viagem proposta pelo repertório passa pelas raízes da MPB revisita clássicos cristalizados no imaginário da música brasileira e inclui sucessos da própria Fafá, além de arranjos originais de Mehmari.

A cantora é uma estrela de primeira grandeza que atravessa cinco décadas sem perder o eixo. A voz dela continua ampla, vibrante, carregada de personalidade. Na apresentação dela, há domínio sobre o tempo. Quando entoou “Vermelho”, o teatro literalmente veio abaixo, em uma mistura de memória afetiva, identidade e país condensado em refrão. Mas seria injusto falar de “BrasilEssenza” sem destacar a arquitetura invisível construída por André Mehmari. 

Pianista de rara inteligência musical, ele transforma o instrumento em extensão do próprio pensamento. Em determinado momento, pede sugestões ao público e cria, no improviso, um pout-pourri que costura melodias com naturalidade desconcertante. A interação é um espetáculo à parte, pois o público consegue perceber o carinho, o respeito e a escuta mútua entre os dois artistas. Fafá conversa com a plateia, conta histórias, contextualiza composições, compartilha bastidores. 

O impacto do show também dialoga com o momento vivido pelo Teatro do Sesc Santos. Após profunda reestruturação técnica ao longo de 2025, com implantação de sistema motorizado de varas cênicas, modernização da iluminação em LED e novo piso de madeira Tauari, o espaço atinge padrão equivalente aos grandes teatros do país. “BrasilEssenza” mostra que a música brasileira não precisa ser reinventada a cada temporada para continuar viva; precisa ser revisitada com inteligência e paixão. Fafá e Mehmari fazem isso com rigor artístico e entrega emocional. No palco desse show, há voz, há piano e há principalmente o Brasil que quer continuar na democracia.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

.: "Estava Escrito nas Estrelas": Dalmo Medeiros lança projeto autoral


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação

Integrante do grupo vocal MPB4, Dalmo Medeiros está lançando seu projeto autoral, que reúne composições gravadas por outros artistas e algumas canções inéditas. Intitulado "Estava Escrito nas Estrelas", o projeto apresenta a versatilidade da obra de Dalmo, que passeia com a com maestria tanto pelo samba-rock como  nas canções mais introspectivas.

Ele escolheu algumas gravadas por artistas ou grupos, tais como, Roupa Nova, Elba Ramalho e MPB4. Para dividir os vocais nas faixas do disco, Dalmo convidou uma cantora da nova safra, Priscilla Frade, para cantar o Frevo “Proibir prá quê”, Composta em parceria com o saudoso baiano Carlos Pitta

O também parceiro Danilo Caymmi participa dividindo o bolero que fez há alguns anos atrás com Dalmo, com arranjos de Cristóvão Bastos e percussão de Marcelo Costa.E Zé Renato (Boca Livre) participa da canção Alta Costura. O projeto foi lançado pelo Sêlo Mills Records, com ProduçãoMusical Paulo Brandão e Dalmo Medeiros. Direção musical Paulo Brandão,  Dalmo Medeiros, Paulo Malagutti Pauleira e Fábio Girão, gravado, mixado e masterizado no Brand Studio. O disco foi disponibilizado nas plataformas de streaming.

"O Vento e o Tempo"

"Porta Retrato"

"A Flor da Pele"

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

.: Entrevista: cantora Claudya completa 60 anos de carreira com novo show


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação

A cantora Claudya está completando 60 anos de carreira com um novo show em que revisita as canções que marcaram a sua trajetória. Ela construiu um percurso singular na música popular brasileira, transitando com naturalidade entre o samba, a bossa nova, o soul, a canção romântica e a música internacional. Dona de uma voz marcante, de timbre quente e fraseado preciso, ela se destacou desde cedo não apenas como intérprete, mas como uma artista atenta ao tempo histórico, às transformações estéticas e às múltiplas linguagens da canção brasileira. Em entrevista para o portal Resenhando.com, Claudya conta algumas de suas passagens e a sua expectativa para reencontrar o público na nova turnê. “Levarei para o palco o melhor das canções que gravei”.

Resenhando.com - Desde quando você sentiu que entraria no mundo da música?
Claudya -
Desde menina. Lembro que a primeira vez que cantei foi em uma festa, com meu tio ao violão. Ao ouvir as palmas no final, senti que aquilo era o que queria fazer. E o interessante é que antes eu queria ser bailarina. O Ballet perdeu uma dançarina, mas acabou ganhando uma cantora


Resenhando.com - Você é reconhecidamente uma autodidata como intérprete. Como você cuida de sua voz?
Claudya - 
Eu passo por acompanhamento de uma fonoaudióloga, que sempre me recomenda alguns exercícios para manter a voz. E evito bebida alcóolica e o cigarro. Procuro viver para a minha arte de cantar.


Resenhando.com - Como você  está preparando esse show para a turnê?
Claudya - Terei uma banda com nove integrantes. Os arranjos serão do Alexandre Vianna e terei a alegria de contar com minha filha, Graziela Medori no backing vocals. Para o show em São Paulo convidei a Alaíde Costa, que além de ser uma pessoa da melhor qualidade, ainda continua cantando muito bem. E convidei também o Ayrton Montarroyos, que representa com louvor a nova geração de intérpretes. Ele é muito talentoso e vai brilhar cada vez mais. Vou repassar alguns momentos importantes, como o repertório dos três discos que gravei pela Odeon entre 71 e 73. Essas são canções que marcaram a minha trajetória na música.


Resenhando.com - Você tem uma relação direta com os festivais de música.
Claudya - Em todos em que estive, consegui sempre classificar a canção ou ganhar como melhor intérprete. Teve um festival  na década de 70 na Grécia em que cantei Minha Voz Virá do Sol da America, dos irmãos Paulo Sérgio e Marcos Valle. Gnhamos o primeiro lugar.


Resenhando.com - E foi marcante também a sua participação no musical Evita. Como foi essa experiência?
Claudya - Foi em 1983. Titubeei muito para aceitar, porque não era atriz e sabia que seria comparada a Bibi Ferreira e Marília Pêra. A trilha sonora era dificílima. Mas valeu a pena.  O esforço foi recompensado com elogios da crítica, capas em jornais e revistas e indicação ao Prêmio Molière.


Resenhando.com - E a turnê começa em São Paulo. Há planos de estender para outras localidades?
Claudya - Com certeza. A estreia será na Casa Natura, em São Paulo. Mas estamos acertando algumas apresentações em unidades do Sesc. Quem sabe conseguimos uma data no Sesc de Santos, que tem um teatro maravilhoso? Quero levar esse repertório para o maior número de pessoas que for possível.  E agradeço a todos que ajudaram a divulgar essa apresentação. Será um momento mais do que especial.

"Com Mais de 30"

"Deixa Eu Dizer"

"Pois É Seu Zé"

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

.: Entrevista com Guilherme Arantes: 50 anos de carreira e no jogo na música


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: Leo Aversa

Ele está completando 50 anos de carreira e segue no jogo na música. Uma trajetória na qual pôde estar presente ao lado de ídolos. Nomes consagrados como Tom Jobim, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa Roberto Carlos e tantos outros nomes importantes da nossa MPB. E ainda conseguiu produzir uma obra de valor inquestionável. Desde o primeiro álbum até o mais recente, o disco "Interdimensional". 

Guilherme Arantes sempre demonstrou ser um caldeirão de influências que ele absorveu ainda na adolescência e conserva acesa a chama da criatividade para produzir novas pérolas musicais. Em entrevista para o portal Resenhando.com, ele conta como vê o momento atual para a música e se considera um !transgressor’ dos tempos atuais. Ao invés de lançar singles de forma homeopática, ele chega com um álbum completo de canções inéditas. “Vivemos um tempo muito imediatista, na velocidade de um vídeo de Tik Tok”.


Resenhando.com - Passados 50 anos, o que o motiva a continuar produzindo novas canções?
Guilherme Arantes - Eu ainda conservo a mesma vontade de buscar coisas novas. Recentemente eu me vi mentalmente transportando para 1975, e me perguntei – Guilheme, quem você quer ser daqui a 50 ano? E a resposta é ser eu mesmo, sem mudar nada. Tudo o que conquistei na música valeu a pena. E continua valendo muito. Sem dúvida, eu sou uma alma inquiet... Apenas quero mostrar minha música e continuar me aperfeiçoando cada vez mais.

Resenhando.com - Ao longo de sua trajetória você colecionou hits e canções que permanecem vivas na memória popular. O que tornou sua obra perene?
Guilherme Arantes - Acho que foi o fato de buscar as inspirações no cotidiano. As pessoas acabam se identificando com as mensagens. “Amanhã, ser´um lindo dia”. As canções românticas falam sobre  amor de uma forma verdadeura.  Tem um trecho de Cheia de Charme  em que eu falo “ Investi tudo naquele olhar”. Uma metáfora bem bolada de conquista.


Resenhando.com - Como foi trabalhar e ter canções gravadas por outros nomes da MPB?
Guilherme Arantes -  Eu me considero um privilegiado. Caetano Velkoso, Gal Costa, Giberto Gil, Sandra de Sá,Fafa de Belém,  Roberto  Carlos. Lembro de morar em 1985 ho Rio de Janeiro e encontrar Tom Jobim. Teve um outro encontro surreal em Belo Horizonte. O Milton Nascimento veio no hotel em que eu estava hospedado para gravar uma entrevista comigo. O Roberto Carlos me recebeu na casa dele, Cinversamos sobre vários assuntos e acabei compçonro pra ele Toda Vâ Filosofia. Depois que gravou ele me ligou para agradecer.  Ter uma canção gravada pelo Roberto é um privilégio  e tanto.


Resenhando.com - Os anos 80 foram bastante produtivos?
Guilherme Arantes - Eu acabei surfando naquela onda do rock nacional. Não fazia rock como os outros. Eu vim da geração dos anos 70. Minha ambição sempre  foi diferente.


Resenhando.com - Você tem uma produção autoral e algumas parcerias com nomes como Nelson Motta. Ronldo Bastos entre outros. Há alguma vontade de compor com outros parceiros?
Guilherme Arantes - Se é para sonhar alto, gostaria de produzir algo com a Adele, Alicia Keys e Ed Sheeran. No Brasil, tenho vontade de convidar o Caetano Veloso. Ainda não tive chance. Mas se rolar seria muito especiql.


Resenhando.com - Os tempos atuais são muito imediatistas?
Guilherme Arantes - É incrível. A vida parece correr na velocidade de um vídeo do tik tok. Para quem trabalha com música pe importante buscar o nicho certo para fazer valer o trabalho. Recentemente viralizou um vídeo no qual apareço mostrando os acordes de Meu Mundo e Nada Mais em uma loja da Santa IIfigêni, em São Paulo. Alcançpu uma marca que eu mumca imaginei conseguir. Aliás nem tive mesmo essa intenção, pois era somente para ele gravar a sequência dos acordes no piano. Virou essa loucura de corrida pela visualização.

 "Coisas do Brasil"

"Meu Mundo e Nada Mais"

"Amanhã"


.: Crítica: Guilherme Arantes explorando o interdimensional em novo álbum


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação

Quando fiquei sabendo que Guilherme Arantes iria lançar um novo disco autoral, fiquei  curioso para ouvir essa sua nova produção musical. Afinal de contas., ele estava indo pelo caminho mais desafiador, ao invés de se ancorar nos seus antigos hits, que por sinal permanecem sempre atuais apesar dos 50 anos que passaram desde o seu primeiro disco.

O trabalho intitulado "Interdimensional", mostra a sua genialidade. Sim, Guilherme continua cantando o amor e buscando no seu cotidiano as fontes de inspiração. Sua voz continua forte e sem sentir ao efeitos do tempo que passou. Os arranjos instrumentais seguem a linha do rock progressivo, de forma harmônica com o seu universo pop. O resultado é uma massa sonora irresistível que sempre funciona junto ao seu público.

Destaco as canções "Libido da Alma" (cujo arranjo parece lembrar Tom Jobim), "A Vida Vale a Pena" e  "Intergalática Missão". Com essa última fazendo  uma ponte com a "Nave Errante" de seu primeiro álbum solo. As faixas "Enredo de Romance", "Sob o Sol", "O Espelho" e "Luar de Prata" mantém a mesma pegada pop característica da obra de Guilherme.

Com o disco "Interdimensional", Guilherme Arantes consegue atingir seu objetivo de continuar produzindo canções novas mantendo seu padrão de qualidade.

Em uma entrevista dada a um podcast, Guilherme Arantes disse que parte da classe jornalística classificava sua obra como “desimportante”. Não vou julgar os críticos de sua obra, mas creio que os 50 anos de carreira servem como resposta para quem disse isso . Sua música pode ser menos interessante para alguns, porém para o grande público ela continua sendo relevante e valendo muito a pena ser conferida. 


"Enredo de Romance"

"Intergalática Missão"

"Libido da Alma"


domingo, 8 de fevereiro de 2026

.: Konnakol: Zayan lança "Die For Me”, anuncia álbum e apresentação no Brasil

Capa do álbum "Konnakol".  Crédito: Nabil Elderkin

O artista multiplatina, compositor, produtor e filantropo Zayn anunciou que seu tão aguardado quinto álbum de estúdio, “KONNAKOL”, será lançado em 17 de abril de 2026 pela Mercury Records, mas sua versão física já está disponível para pré-venda na UMusic Store. O cantor apresenta primeiro single do trabalho, “Die For Me”.

“Konnakol” é o projeto culturalmente mais inspirado de Zayn. O álbum pop expande o som que os fãs ouviram pela primeira vez em seu trabalho de estreia, “Mind of Mine”, que quebrou recordes. Na capa do álbum está um leopardo-das-neves, animal que é símbolo de significados profundos em países do sul da Ásia, o que evidencia o quanto a obra é influenciada pela herança cultural do artista. Os fãs viram pela primeira vez a imagem do animal no final dos shows de Zayn, em Las Vegas. Agora, a capa do disco entrega tudo.

Falando sobre o novo álbum, Zayn conta: “Chegou a hora novamente... Tive a sorte de fazer um quinto álbum de estúdio... ‘Konnakol’, por definição, é o ato de criar sons percussivos com a voz, mas o que isso significa para mim está em um lugar muito mais profundo. É um som que contém a reverberação de um tempo antes da existência das palavras. Desde que comecei a fazer música, sempre me inspirei na minha herança cultural. Este álbum é um desenvolvimento dessa compreensão, sabendo agora mais do que nunca quem eu sou, de onde venho e para onde pretendo ir”.

O anúncio se baseia no momento recente de Zayn, que acabou de encerrar sua primeira residência em Las Vegas, onde estreou e divulgou material inédito de “Konnakol”, uma prévia que deixou fãs e críticos empolgados. A “Variety” elogiou a temporada, observando: “Se Zayn provou uma coisa ao longo de sua carreira solo, é que ele não se preocupa em seguir as expectativas. O que importa é que ele está de volta, visivelmente mais seguro, e lançando um novo álbum que parece repleto de potencial comercial.”

A semana também marca o anúncio de Zayn, para a maior turnê de sua carreira até agora — The Konnakol Tour. Produzida pela Live Nation, a extensa turnê com 31 datas começa em 12 de maio de 2026, em Manchester, no Reino Unido, na AO Arena, passando por cidades ao redor do mundo como Londres, Los Angeles, Cidade do México, São Paulo, entre outras, antes de encerrar na sexta-feira, 20 de novembro, em Miami (Flórida), no Kaseya Center.

O anúncio dá sequência ao momento de grande visibilidade de Zayn, que acaba de concluir sua primeira residência em Las Vegas, onde apresentou e deu spoilers de faixas inéditas de “Konnakol” — uma prévia que deixou fãs e críticos em polvorosa.

“Konnakol” chega após o aclamado álbum “Room Under the Stairs”, de 2024, que foi seguido pela primeira turnê solo do artista por Estados Unidos, Reino Unido e México. Mais recentemente, Zayn se uniu a Jisoo, do Blackpink, em “Eyes Closed”, que recebeu uma indicação ao iHeartRadio Music Award de 2026 na categoria Melhor Colaboração em K-Pop e causou um impacto mundial impressionante — estreando em 10º lugar na parada Billboard Global Excl. U.S. (43,9 milhões de streams na primeira semana), chegando em 72º lugar na US Hot 100, em 21º lugar no Spotify Global e no topo do iTunes em mais de 40 países.




sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

.: Entrevista com Leon Carvalho, da banda Gatos Feios: bons de rock


Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: Pri Nakano

Desde os anos 60, São Paulo rem revelado talentos na seara do rock. Desde Mutantes, Rita Lee e Made In Brazil, passando por outros nos anos 80, como Ira, Titãs e Ultraje a Rigor, o rock sempre se mostrou presente, de alguma forma. E a dinastia roqueira continua com os novos grupos que buscam seu lugar ao sol, com a banda paulista Gatos Feios, que mesclam uma mistura de rock inocente da jovem guarda com pitadas fortes de punk rock californiano representado pelo Green Day. 

E a receita vem encontrando seu espaço nos cenários alternativos, muito embora o desejo dos integrantes seja alcançar o tão sonhado mainstream. Em entrevista para o portal Resenhando.com, o vocalista Leon Carvalho conta como foi elaborado o projeto para preparar o primeiro álbum, Eu Sou Produto, que está tendo disponibilizado suas faixas nas plataformas de streaming. “São Paulo sempre foi um celeiro de bandas de rock”.


Resenhando.com - Na sua opinião, o que levou o Estado de São Paulo a revelar tanta banda de rock?
Leon Carvalho - Se você parar para pensar, São Paulo sempre esteve na vanguarda do rock. Onde eram gravados os programas da Jovem Guarda? Aquii em São Paulo. Eu sempre curti muito rock nacional dos anos 80 e novamente surgiram bandas paulistas que seguem  até hoje. Eu acho que São Paulo sempre foi um grande celeiro de bandas de rock.


Resenhando.com - Comlo está sendo a gravação do primeiro álbum de músicas autorais?
Leon Carvalho - Tem sido tudo muito pensado, com o pé no chão. Vamos lançando os singles de forma “homeopática”. Temos ideia de disponibilizar em todas as plataformas digitais, Se der, vamos fazer uma tiragem pequena de discos físicos, porque o público sempre costuma pedir algo assim para poder atender essa demanda.


Resenhando.com - Como funciona o processo de produção musical da banda?
Leon Carvalho - Eu concentro a produção das canções  a partir de violão e voz. Aliás poderíamos até fazer um disco acústico porque as canções nascem dessa forma. Os demis integrantes contribuem na elaboração do arranjo e sugerindo alguma frase ou palavra diferente que se encaixw na canção. As letras destacam cenas do nosso cotidiano.


Resenhando.com - Quais foram as principais influências musicaus da banda?
Leon Carvalho - Com certeza vice encontra toques de Jovem Guardfa e o rock dos anos 50 e 60. Mas temos muita influência do punk rock. Eu sempre gostei muito do rock dos anos 80, representado por nomes como Cazuza, Legião Urbana e Titãs. E não posso deiar de mencionar o Green Day como outra referência importante.


Resenhando.com - Como estão os planos para divulgar esse novo trabalho?
Leon Carvalho - Estamos finalizando uma agende de shows. Se tudo der certo, Santos deve estar no roteiro dessas apresentações.

"Bruxa"

"Nome ou Religião"

"Quero que Vá Tudo pro Inferno"

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

.: Benito de Paula canta seus sucessos pelo Brasil com o filho, Rodrigo Vellozo


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: Murilo Alvesso

O público amante da boa música será presenteado com um encontro raro. Benito di Paula, um dos nomes mais marcantes da música popular brasileira, sobe ao palco ao lado de seu filho, o cantor e pianista Rodrigo Vellozo, para o espetáculo “A Dois Pianos”, que acontece pelo Brasil. As apresentações inauguram as comemorações pelos 85 anos de vida de Benito, que serão celebrados em novembro de 2026. 

 Radicado em São Paulo, onde fixou moradia e formou família, Benito desenvolveu uma trajetória singular que o consagrou como grande símbolo do samba paulista. Entre as décadas de 1970 e 1980, alcançou enorme projeção popular, somando 50 milhões de discos vendidos - marca que o coloca entre os cinco maiores vendedores de discos do Brasil. Sua obra ultrapassou fronteiras: além do sucesso nacional, Benito gravou em idiomas como espanhol, francês, italiano, finlandês e alemão, com 4 milhões de discos vendidos na Europa. Ao longo da carreira, lançou mais de 35 álbuns, muitos deles relançados em CD devido ao êxito contínuo junto ao público.

 A apresentação celebra o legado do samba paulista e tem como eixo central a obra do próprio Benito - artista recentemente homenageado no enredo da escola de samba Águia de Ouro no Carnaval de 2025, reafirmando sua importância para a cultura brasileira. Com arranjos especialmente concebidos para o diálogo entre os dois pianos, o repertório revisita clássicos como “Retalhos de Cetim”, “Charlie Brown” e “Mulher Brasileira”, agora ressignificados pela cumplicidade artística entre pai e filho.

Sua discografia extensa passou a ser notada a partir de 1974, com o disco Um Novo Samba, que continha canções autorais que se tornaram verdadeiros clássicos de nossa música. Desde a faixa de abertura (Se Não For Amor), passando por outras como Retalhos de Cetim, Que Beleza e Certeza de Você Voltar, todas mostraram a força da obra de Benito de Paula para o público. Com mais de 35 álbuns lançados, parte significativa de sua obra foi relançada em CD, comprovando seu imenso sucesso. O show "A Dois Pianos" tem apresentações previstas para 27 de março em Aracaju, 28 de março em Maceió e 3 de abril em São Paulo. E deve seguir por mais cidades do país.

"Charlie Brown"

 "Retalhos de Cetim"

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

.: Nação Zumbi em concerto sinfônico pelos 30 anos do disco "Afrociberdelia"


Grupo pernambucano, expoente do movimento Manguebeat, faz apresentação especial com a Orquestra Experimental de Repertório do Municipal de São Paulo. O programa conta com as músicas do disco "Afrociberdelia", reimaginadas para orquestra. 
Foto: André Almeida/Divulgação


Em fevereiro, o Theatro Municipal de São Paulo segue com sua programação dedicada a encontros inéditos entre diferentes linguagens musicais. Nos dias 2 e 3, de fevereiro às 20h00, a Sala de Espetáculos recebe "Nação Zumbi Sinfônico - Afrociberdelia 30 Anos", concerto especial que celebra três décadas de “Afrociberdelia” (1996), segundo disco da Nação Zumbi da formação com Chico Science e produzido pelo paulistano Eduardo Bidlovski (BID), um álbum histórico e marco do movimento manguebeat. Os ingressos variam de R$30 a R$140 (inteira), classificação livre para todos os públicos, duração de 75 minutos.

Uma das bandas mais celebradas da música brasileira, a Nação Zumbi surgiu no início dos anos 1990, no Recife, então sob o nome Chico Science & Nação Zumbi, e inaugurou a cena Mangue com uma sonoridade que mescla funk, rock, maracatu, embolada, e psicodelia, sendo reconhecida como uma das contribuições mais importantes para a modernização da música brasileira, ao lado da Bossa Nova e do Tropicalismo.

O projeto promove um encontro inédito entre a banda e a Orquestra Experimental de Repertório, sob regência de Wagner Polistchuk, com orquestrações assinadas pelo pernambucano Mateus Alves, em uma criação concebida especialmente para o palco do Municipal. No palco, Jorge Du Peixe (vocal) lidera a Nação Zumbi ao lado de Dengue (baixo), Toca Ogan (percussão), Marcos Matias e Da Lua (tambores), Tom Rocha (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra).

No repertório, a banda toca o disco na íntegra e apresenta versões orquestrais de faixas como Mateus Enter, Etnia, Manguetown, Maracatu Atômico e outras. No Carnaval 2026, a Nação Zumbi será homenageada pela Acadêmicos da Grande Rio no desfile da escola na Marquês da Sapucaí, no Rio de Janeiro, com o enredo "A Nação do Mangue", dedicado ao movimento Manguebeat. O Manguebeat foi um movimento de contracultura surgido em Recife no início dos anos 1990, liderado por Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. Misturou ritmos regionais (maracatu, coco) com rock, hip-hop e música eletrônica, com o objetivo de valorizar a cultura local e criticar a desigualdade social. 


Serviço
Nação Zumbi Sinfônico - "Afrociberdelia 30 Anos"
Sala de Espetáculos do Theatro Municipal 
Dias 2 e 3 de fevereiro, às 20h00
Nação Zumbi: Jorge Du Peixe, vocal; Dengue, baixo; Toca Ogan, percussão; Marcos Matias e Da Lua, tambores; Tom Rocha, bateria; Neilton Carvalho, guitarra; Mateus Alves, orquestração.
Orquestra Experimental de Repertório: Wagner Polistchuk, regência
Ingressos de R$ 30,00 a R$ 140,00 (inteira)
Duração de 75 minutos
Classificação: livre para todos os públicos — sem conteúdos potencialmente prejudiciais para qualquer faixa etária

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

.: HBO anuncia série documental que promete bastidores do fenômeno Rouge


Dirigida por Tatiana Issa que também assina a produção executiva ao lado de Guto Barra. a produção reúne as integrantes Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils e Lu Andrade para compartilharem, pela primeira vez, sua própria versão da história. Foto: Kelly Fuzaro 

A HBO acaba de anunciar a produção de uma nova série documental que vai revisitar, de forma inédita, a trajetória do grupo Rouge, um dos maiores fenômenos musicais dos anos 2000, que marcou gerações e continua sendo lembrado por fãs mais de duas décadas depois. A série está em fase de gravação e ainda não tem data de lançamento prevista.  

Dirigida por Tatiana Issa que também assina a produção executiva ao lado de Guto Barra. a produção reúne as integrantes Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils e Lu Andrade para compartilharem, pela primeira vez, sua própria versão da história. Li Martins ficou de fora da reunião, segundo a HBO, todas as integrantes do Rouge foram convidadas a integrar o projeto. Da audição para o reality show "Popstars" (SBT, 2002) ao estrelato, passando pelo rompimento e pelas carreiras individuais, a série promete revelar memórias, afetos e bastidores nunca antes contados. 

O grupo foi formado em 2002 em parceria com a Sony Music, em um momento em que a indústria fonográfica mundial era dominada por grupos de jovens talentos como Spice Girls, Destiny’s Child, Backstreet Boys e N’Sync. No Brasil, o Rouge se tornou um marco: vendeu cerca de 6 milhões de cópias, conquistou três discos de ouro, três de platina e um de platina dupla pela Pro-Música Brasil.  

Ao longo da trajetória, o grupo lotou turnês, estrelou campanhas publicitárias, participou de produções audiovisuais e lançou uma linha de produtos licenciados. Em 2006, a banda chegou ao fim em meio a polêmicas e desentendimentos. Agora, quase 20 anos depois, são as próprias artistas que retomam a narrativa, revelando dores, aprendizados e vitórias.  

A série documental é uma coprodução da Producing Partners com a Warner Bros. Discovery. A série é dirigida por Tatiana Issa que também assina a produção executiva ao lado de Guto Barra. Por parte da Warner Bros. Discovery a supervisão é de Mariano César, Sergio Nakasone, Adriana Cechetti e Marina Pedral. 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

.: Com single "Bruxa" lançado, Banda Gatos Feios prepara o primeiro álbum


Por
 Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: Pri Nakano

A banda paulista Gatos Feios lançou recentemente o single “Bruxa”, já disponível em todas as plataformas digitais. A faixa carrega uma atmosfera sombria que remete às trilhas sonoras de séries dos anos 80 e 90, combinando mistério, desejo e intensidade com uma pegada visceral de punk rock. E integra o primeiro álbum da banda que está em fase de finalização.

Com refrão contagiante em inglês e uma letra que aborda estados de feitiço, veneno e maldição, “Bruxa” mergulha em um universo simbólico de magia, perdição e sedução. O resultado é uma verdadeira poção sonora que equilibra energia crua, melodia e personalidade. Formado em 2010, em Caieiras (SP), o grupo surgiu inicialmente revisitando clássicos do rock dos anos 50, com influências que iam de Elvis Presley a Jerry Lee Lewis. Com o tempo, os músicos perceberam que o som ganhava identidade própria e decidiram investir em composições autorais.

A projeção na cena paulista veio rapidamente, especialmente após uma apresentação marcante no tradicional Baile dos Anos 60 de Caieiras, que ampliou a visibilidade do grupo. Em 2011, a banda lançou as faixas “Eu Era Tão Seu Amigo”, “No Bar Todo Mundo é Amigo” e “Jornada Para Te Conquistar”, disponíveis nas plataformas digitais.

Atualmente, a banda finaliza seu primeiro álbum completo, intitulado “Eu Sou Produto”, previsto para lançamento em fevereiro de 2026. O disco contará com dez faixas inéditas e aposta em uma mistura autêntica de Punk Pop, Rockabilly, Jovem Guarda e Rock Nacional, gravadas com Paulo Albino (mesmo produtor de Edu Falaschi) no Estúdio Zero. O novo trabalho promete consolidar o Gatos Feios como uma das apostas do rock independente paulista e ampliar sua circulação pelos palcos do Brasil.

Musicalmente, a banda transita com naturalidade entre o punk rock, o rock alternativo e o rock nacional, equilibrando peso, melodia e letras diretas. As influências vão de nomes internacionais como Green Day, Ramones, The Clash e The Offspring, passando pelo punk brasileiro clássico de Cólera e Inocentes, até referências do rock nacional como Titãs, Legião Urbana, CPM 22, Charlie Brown Jr. e Ira!.

Com letras que refletem o cotidiano, as contradições sociais e emocionais e a exposição excessiva do mundo contemporâneo, o Gatos Feios aposta em um som honesto, sem filtros e carregado de energia de palco. “Bruxa” antecipa uma nova fase criativa da banda, que segue fortalecendo o circuito independente e conectando passado e presente do rock brasileiro com atitude e identidade própria.

"Bruxa"

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

.: Bruno Mars retorna com aguardado quarto álbum solo "The Romantic"


Novo álbum marca o primeiro projeto solo do artista em uma década desde o premiado 24K Magic. Lançamento acontece em 27 de fevereiro

Após dez anos desde seu último projeto solo, Bruno Mars está oficialmente de volta com seu aguardado quarto álbum de estúdio, "The Romantic", que chega a todas as plataformas no dia 27 de fevereiro, via Atlantic Records - com distribuição nacional via Warner Music Brasil. Você já pode garantir na pré-venda o vinil exclusivo da primeira prensagem numerada aqui, enquanto durarem os estoques. O anúncio do álbum também marca a chegada de um novo single do projeto, o dançante "I Just Might".

O novo trabalho chega em um momento de enorme sucesso na carreira de Bruno Mars. Entre os lançamentos recentes estão o single vencedor do Grammy “Die With A Smile”, em parceria com Lady Gaga, que se tornou a música mais rápida da história do Spotify a atingir um bilhão de streams e liderou o Billboard Global 200 por 18 semanas - um recorde. Outro destaque é “APT.”, colaboração com ROSÉ, eleita a música mais ouvida globalmente de 2025 pela Apple Music, além de ter permanecido 19 semanas em primeiro lugar no Billboard Global Excl. U.S. Chart e 12 semanas no topo do Billboard Global 200.

Além de seus impressionantes feitos nas paradas, “APT.” venceu o prêmio de Música do Ano no MTV Video Music Awards 2025 e recebeu três indicações na 68ª edição do Prêmio Grammy, nas categorias Música do Ano, Gravação do Ano e Melhor Performance Pop em Duo ou Grupo.

Bruno Mars segue se consolidando como uma das forças mais influentes da indústria musical. Em janeiro de 2025, tornou-se o primeiro artista da história do Spotify a ultrapassar a marca de 150 milhões de ouvintes mensais, figurando entre os maiores artistas globais da plataforma. Em outubro de 2022, foi o primeiro artista da história dos Estados Unidos a conquistar seis singles com certificação diamante.

Até 2026, Bruno acumulou ao menos sete certificações diamante nos Estados Unidos, com canções como “Just the Way You Are” - atualmente a música mais certificada da história, com 21x Platina - além de “Uptown Funk” (com Mark Ronson), “Grenade”, “That’s What I Like”, “When I Was Your Man”, “Locked Out of Heaven” e “The Lazy Song”. Seu álbum de estreia, Doo-Wops & Hooligans, é o disco de estúdio de um artista solo masculino com maior permanência no Billboard 200, somando mais de 345 semanas no ranking. Ao longo da carreira, Bruno conquistou nove singles em primeiro lugar na Billboard Hot 100 e passou um total de 30 semanas no topo do Global 200 com seus hits lançados entre 2024 e 2025.

Sobre de Bruno Mars em 2026!
 

SOBRE BRUNO MARS

Bruno Mars é um superstar global vencedor de 16 prêmios Grammy, cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor, além de um dos artistas mais ouvidos do mundo. Reconhecido por seu talento artístico e performances marcantes, Bruno quebrou diversos recordes ao longo da carreira, incluindo o feito de se tornar o primeiro artista da história a alcançar 150 milhões de ouvintes mensais no Spotify.

Ele também participou de duas das músicas mais rápidas a atingir um bilhão de streams — “Die With A Smile”, com Lady Gaga, e “APT.”, com ROSÉ — além de deter a música mais certificada da história dos Estados Unidos com “Just the Way You Are”, lançada em 2010. Desde o início de sua sequência de sucessos, em 2009, Bruno Mars já vendeu mais de 150 milhões de discos em todo o mundo, consolidando-se como um dos artistas mais vendidos de todos os tempos.

Além da carreira solo, Bruno integra o duo Silk Sonic, ao lado de Anderson Paak. Ele soma 35 hits no Billboard Hot 100, incluindo nove músicas em primeiro lugar, e é vencedor de 16 Prêmios Grammy (incluindo Álbum do Ano por 24K Magic), 14 American Music Awards e sete MTV Video Music Awards. A 24K Magic World Tour está entre as turnês de maior bilheteria da história e figura entre as dez mais lucrativas da década de 2010.



Postagens mais antigas → Página inicial
Tecnologia do Blogger.