Por Cláudia Brino, escritora, ativista cultural e editora da Costelas Felinas
Em "Meu Cavalo Azul Não Existe", editado pela Costelas Felinas Editora, Hilda Curcio constrói uma narrativa delicada e sensível que dialoga diretamente com o universo da infância e com os desafios de preservar a imaginação diante das regras do mundo adulto.
A trama parte de um episódio simples, mas carregado de significado: uma criança retorna da escola entristecida após ser criticada pela professora por ter escrito sobre um cavalo azul. Esse pequeno conflito cotidiano torna-se o ponto de partida para uma reflexão maior sobre criatividade, liberdade de pensamento e a importância de acreditar nas próprias ideias.
Com uma escrita afetuosa e acessível, a autora leva o leitor para uma jornada emocional em que a imaginação surge como uma poderosa ferramenta de resistência e descoberta pessoal. O cavalo azul, símbolo do olhar livre e inventivo da criança, passa a representar tudo aquilo que muitas vezes é questionado ou reprimido quando não se encaixa nos padrões estabelecidos.
Hilda Curcio mostra que a verdadeira magia está na capacidade de manter viva os sonhos e a criatividade. Indicado para leitores a partir de seis anos, "Meu Cavalo Azul Não Existe" é uma história que conversa tanto com crianças quanto com adultos, baseada em um acontecimento real, a obra é uma literatura sensível e que apóia o direito de ser diferente e que celebra o universo infantil e toda sua imaginação.








Crianças de Brasília, do Rio de Janeiro e de Leopoldina me honraram com sua leitura deste pequeno conto. Grata à editora Costelas Felinas, por intermédio de Cláudia Brino e Vieira Vivo, que fazem sonhos de publicação se concretizarem. Obrigada, também, ao portal Resenhando. Hilda Curcio
ResponderExcluirHenrique sempre relê o livro e fica muito orgulhoso e feliz quando ouve seu nome e o do primo João, como personagens dessa história. Instigante e criariva leitura!
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