Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com. Foto: divulgação
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terça-feira, 9 de dezembro de 2025
.: #Literalistas: as leituras de Antonio Arruda e o rito mensal que ele faz
Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com. Foto: divulgação
quarta-feira, 26 de novembro de 2025
.: Fellipe Fernandes F. Cardoso indica "Piscinas Russas" e "Noite Devorada"
Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com. Foto: divulgação
O escritor Fellipe Fernandes F. Cardoso reafirma sua presença na literatura contemporânea brasileira como uma voz que transita entre o lirismo e a crueza da experiência, investigando as fissuras do humano com sensibilidade e rigor estético. Autor dos romances "Sem Mim Não Há Dia", semifinalista do Prêmio Oceanos 2024, e "Uma Tragédia Latino-sertaneja", ambos publicados pela Editora Urutau, a escrita dele se constrói a partir de uma escuta atenta da linguagem e de um olhar que entende a literatura como espaço de confronto, memória e reinvenção.
Na coluna "Literalistas", Fellipe compartilha também as leituras que atravessam seu processo criativo e afetivo atual, destacando o romance "Piscinas Russas" (Tusquets, 2025), de Renata Belmonte, e o livro de poemas "Noite Devorada" (Círculo de Poemas, 2025), de Mar Becker. Obras que dialogam diretamente com a própria pesquisa estética dele ao tensionar temas como silêncio, subjetividade, trauma e reconstrução da experiência por meio da palavra. Entre o gesto de indicar e o gesto de criar, Fellipe revela como a leitura permanece não apenas como hábito, mas como fundamento ético e poético de sua escrita, consolidando uma obra que insiste em pensar a literatura como território de invenção, sensibilidade e risco.
segunda-feira, 8 de setembro de 2025
.: Literalistas: escritor Thiago Sobral indica "O Amor nos Tempos de Cólera"
Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com. Foto: divulgação
Toda coluna nasce de uma inquietação. "Literalistas" surge do encontro entre literatura e artistas - vozes que carregam no corpo e na palavra as próprias histórias, mas que, aqui, dividem também as leituras que estão fazendo. O nome da coluna traz esse duplo sentido: os que se deixam levar pelas letras e, ao mesmo tempo, aqueles que as recriam a partir das próprias experiências. Quem inaugura esse espaço é o escritor Thiago Sobral, autor do romance independente "O Pai, a Faca e o Beijo". Entre páginas novas que escreve e a memória de obras que marcaram sua trajetória, Sobral revisita um clássico de Gabriel García Márquez: "O Amor nos Tempos de Cólera".
“Estou lendo 'O Amor nos Tempos de Cólera', de Gabriel García Márquez. Decidi relê-lo hoje, 17 anos depois, por conta de um novo projeto de escrita que estou gestando. É uma história belíssima, que retrata o amor na velhice. Na verdade, um amor de juventude que não vingou, mas que, meio século depois, encontra a chance de renascer e existir por completo. Ler Gabo é sempre uma jornada pelas loucuras e peripécias que a vida nos propõe e, muitas vezes, nos impõe. É por isso que recomendo este livro. Acho que deve ser lido porque quebra preconceitos etários e nos dá a chance de acreditar no amor uma vez mais, ainda que tudo pareça indicar o contrário.”
Publicado pela editora Record, "O Amor nos Tempos de Cólera" é uma das obras-primas do colombiano Gabriel García Márquez (1927–2014), Nobel de Literatura em 1982 e referência do realismo mágico. Autor de clássicos como "Cem Anos de Solidão" e "Crônica de Uma Morte Anunciada", Márquez construiu uma obra que atravessa fronteiras culturais e permanece entre os pilares da literatura universal. Compre o livros de Gabriel García Márquez neste link.











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