terça-feira, 20 de agosto de 2019

.: "Brightburn: Filho das Trevas" chega em versão digital


E se uma criança de outro mundo cair na Terra, mas em vez de se tornar um herói para a humanidade, ele torna-se algo muito mais sinistro? Com "Brightburn: Filho das Trevas", o cineasta visionário de Guardians of the Galaxy: Inferno (2017) e A Colmeia (2014) apresenta um surpreendente e subversivo novo gênero: horror de super-herói.

Estrelando Elizabeth Banks, indicada ao EMMY® pelas séries de TV “Família Moderna” e “30 Rock”, David Denman de “Logan Lucky: Roubo em Família” e “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi” e Jackson A. Dunn de “Vingadores: Ultimato” que surpreende como a criança alienígena. "Brightburn: Filho das Trevas" será lançado nas plataformas digitais NOW, iTunes, GooglePlay, SkyPlay, Vivo Play, Looke, Oi, Playstation Store e Microsoft Filmes & TV, disponível para aluguel e venda, a partir do dia 21 de Agosto.

Sinopse: Quando uma criança alienígena cai no terreno de um casal da parte rural dos Estados Unidos, eles decidem criar o menino como seu filho. Porém, ao começar a descobrir seus poderes, ao invés de se tornar um herói para a humanidade, ele passa a aterrorizar a pequena cidade onde vive, se tornando uma força obscura na Terra.

Gênero: Terror / Sci-fi
Direção: David Yarovesky
Elenco: Elizabeth Banks, David Denman, Jackson A. Dunn, Abraham Clinkscales
País: EUA.
Ano de produção: 2019.
Classificação Indicativa: 16 anos
Duração: 90 minutos

Sobre a SONY PICTURES HOME ENTERTAINMENT: A Sony Pictures Home Entertainment (SPHE) é uma empresa da Sony Pictures Entertainment (SPE). A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Entertainment Inc., uma subsidiária da Sony Corporation sediada em Tóquio. As operações globais da SPE englobam a produção, aquisição e distribuição de filmes e de televisão; as redes de televisão; a criação e distribuição de conteúdo digital; a operação dos estúdios e desenvolvimento de novos produtos, serviços e tecnologias de entretenimento.

.: Onze:20 lança clipe com versão especial de “Mais Uma Vez”

Versão especial da música de Renato Russo e Flavio Venturini faz parte do projeto Analaga


A canção "Mais uma Vez", originalmente composta em 1986 por Renato Russo e Flavio Venturini, ganhou uma versão especial interpretada pelo Onze:20. O grupo também gravou ao vivo um clipe para a faixa, que faz parte do Analaga, projeto musical do produtor Dudu Borges. A versão de "Mais uma Vez" sai pela Som Livre já está disponível em todas as plataformas de música - ouça aqui. O clipe está no YouTube do Analaga.

A banda foi formada em 2006 em Juiz de Fora (MG) e conta com Vitin no vocal, Chris Baumgratz e Fabio Barroso na guitarra, Marlos no baixo, Fábio Mendes na bateria e Athos no teclado. Eles ficaram conhecidos nacionalmente com o hit “Meu Lugar” e  colecionam outros sucessos como “Pra Você”, “Não Vai Voltar”, “Te Roubar Pra Mim”, “Pra Falar de Amor”e “Querendo Te Encontrar”. 

Sobre a Som Livre: De 1969 para cá o mercado fonográfico mudou, assim como a forma de se consumir música. Hoje, 50 anos depois de sua criação, a Som Livre é muito mais do que uma gravadora, é o espelho musical do país. Uma empresa 100% nacional voltada para a música, seja qual for a sua plataforma e que reflete, através de seus lançamentos, o gosto e o hábito de consumo do brasileiro.

A Som Livre possui diversas frentes de negócios: venda física, digital, shows, licenciamento e editora. Em seu time são mais de 100 artistas e sua editora é uma das mais importantes do país, representando os direitos de compositores nacionais e internacionais. Na linha de shows, a empresa aposta em festivais de música, que acontecem por todo o país, com as marcas Festeja, Viva Mais Música e Arena Pop.

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Assista:



segunda-feira, 19 de agosto de 2019

.: "Inspeção", de Josh Malerman, autor de "Caixa de Pássaros", é lançado no Brasil

Autor de "Caixa de Pássaros" investe em mais um suspense eletrizante, sobre rapazes e moças que vivem confinados nas entranhas da floresta

Lançado em 2015 no Brasil, "Caixa de Pássaros" deu origem ao filme "Bird Box", estrelado por Sandra Bullock, e colocou o nome de Josh Malerman entre os grandes autores de best-sellers do terror psicológico. Só no Brasil, o thriller cuja trama gira em torno de um surto provocado por algo que não pode ser visto vendeu nada menos que 230 mil exemplares. Meses antes dessa história eletrizante ganhar uma continuação, chega às lojas, pela Intrínseca, outro suspense com contornos distópicos, assinado pelo escritor americano.

Em "Inspeção", rapazes vivem confinados em uma realidade artificial, na qual não existem mulheres, com o objetivo de que se transformem em gênios em diversos campos do conhecimento. No alto de uma torre, situada nas entranhas de uma floresta no Michigan, J é um desses 26 meninos trancafiados que só podem ter contato com as outras pessoas que vivem ali. A vida acadêmica é tudo o que conhecem - e tudo o que lhes é mostrado como realidade possível.

Mas J suspeita da existência de algo mais fora dali, para além da torre em que vive, algo que não querem que ele veja. É então que começa a se questionar: qual é o verdadeiro propósito daquele lugar? Por que os alunos não podem sair? E que segredos estão escondendo deles?

Enquanto isso, do outro lado da floresta, em um internato muito parecido com o de J, uma jovem chamada K vem se fazendo as mesmas perguntas. Ao investigar os mistérios por trás de suas estranhas escolas, talvez os dois acabem descobrindo algo que não deveriam.

 Josh Malerman é escritor e autor do best-seller "Caixa de Pássaros" - cuja adaptação, "Bird Box", fez sucesso na Netflix -, "Piano Vermelho" e "Uma Casa no Fundo do Lago". É cantor e compositor da banda de rock The High Strung e mora no Michigan, Estados Unidos, com a noiva.

“Um dos autores contemporâneos mais surpreendentes.”
Kirkus Review

“Repleto de suspense e terror, com um clímax dramático.”
The Washington Post

“Malerman faz com que o horror desse experimento impossível pareça completamente plausível, enquanto trata de assuntos como papéis de gênero e ética na ciência. Tudo isso em uma atmosfera opressiva.”
Booklist

.: Grátis: "Carne de Mulher" no Centro Cultural da Penha


O espetáculo "Carne de Mulher", solo de Paula Cohen, faz apresentações gratuitas no Centro Cultural da Penha de 24 de agosto a 19 de setembro. Foto de Lenise Pinheiro

Solo da atriz Paula Cohen, com direção de Georgette Fadel, "Carne de Mulher"um dos espetáculos mais celebrados de 2017, faz temporada gratuita no Centro Cultural da Penha de 24 de agosto a 19 de setembro.  

"Carne de Mulher", de Dario Fo e Franca Rame, expõe uma trajetória de violência na qual a protagonista foi exposta durante a vida, tendo como grande vilão o sistema patriarcal que é um sistema profundamente enraizado na nossa cultura, onde os pilares são o caminho da opressão e da violência contra a mulher. 

"Qual É o seu Grito?"
Além da peça, haverá uma mesa com a psicóloga Carolina Cristal após o espetáculo no 1º de setembro. As apresentações e as ações fazem parte do projeto "Qual É o seu Grito?", idealizado pela Contorno Produções. 

Dia 1º de setembro, mesa com a psicóloga Carolina Cristal após o espetáculo.  Este projeto foi realizado com apoio do Prêmio Cleyde Yáconis - Secretaria Municipal de Cultura. Nos dias 7 e 11 de setembro, o espetáculo terá acessibilidade em Libras.

Sábado, dia 24 de agosto, às 11h
Domingo, dia 25 de agosto, às 19h
Sábado, dia 31 de agosto, às 20h
Domingo, dia 1º de setembro, às 19h
Sábado, dia 7 de setembro, às 20h
Domingo, dia 8 de setembro, às 19h
Terça-feira, dia 10 de setembro, às 15h
Quarta-feira, dia 11 de setembro, às 15h
Terça-feira, dia 17 de setembro, às 15h
Quinta-feira, dia 19 de setembro, às 15h

Centro Cultural da Penha:
de 24 de agosto a 19 de setembro.
Largo do Rosário, 20 – Penha da França
Grátis

Ficha Técnica "Qual É o seu Grito?"
Idealização e produção: Contorno Produções
Direção geral: Jessica Rodrigues, Paula Cohen e Victória Martinez
Direção de produção: Jessica Rodrigues e Victória Martinez
Fotos: Lenise Pinheiro
Videomaker: Luana Janotti 
Edição: Luana Janotti e Larissa Janotti
Design gráfico e identidade visual: Patricia Cividanes
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Assessoria jurídica: Isabela DelMonde
Assistência de produção: Leticia Gonzalez
Realização: Dulcineia Produções, Prêmio Cleyde Yaconis e Secretaria Municipal
da Cultura

Ficha Técnica "Carne de Mulher"
Concepção e atuação: Paula Cohen
Texto: Dario Fo e Franca Rame
Direção: Georgette Fadel
Direção de produção: Jessica Rodrigues e Victória Martinez
Iluminação e cenografia: Marisa Bentivegna
Trilha: Claudia Assef
Responsável técnica: Patricia Morim
Arte gráfica: Patrícia Cividanes
Fotos: Lenise Pinheiro
Produção: Contorno Produções 
Assistência de produção: Leticia Gonzalez 
Realização: Dulcineia Produções, Prêmio Cleyde Yaconis e Secretaria Municipal
da Cultura

.: Em São Roque alegra-se os vivos com o vinho dos mortos

Evento na Quinta do Olivardo é recheado de cores e sabores onde se desfruta dos deliciosos pratos da gastronomia portuguesa ao som de belíssimos fados

Localizada em São Roque, a adega e restaurante Quinta do Olivardo, realiza todo terceiro sábado do mês o jantar do Vinho dos Mortos. No evento os participantes podem enterrar uma garrafa de vinho, preenchendo uma ficha informando o lote e a data em que a garrafa foi enterrada. Após seis meses eles são avisados sobre a data do próximo jantar do vinho dos mortos e voltam para desenterrar a garrafa.


Para deixar o ambiente no clima das casas do século XIX, o local fica iluminado apenas com tochas e velas, onde os visitantes também podem desfrutar do serviço de restaurante e apreciar clássicos da música portuguesa com a interpretação ao vivo de uma fadista.

 A prática surgiu em Portugal no ano de 1807, quando o país foi invadido pelas tropas de Napoleão Bonaparte, levando os portugueses a enterrarem seus bens, incluindo garrafas de vinho. Posteriormente, com a saída dos soldados franceses, os lusitanos recuperaram suas propriedades e desenterraram os vinhos.

 Embora esperassem encontrar a bebida estragada, foram surpreendidos pelo sabor realçado. Surgiu daí a expressão “vinhos dos mortos”. “O vinho dos mortos que alegra os vivos”, diz Olivardo Saqui, proprietário do restaurante que resgata essa parte da história.

 O clima serrano, a natureza envolvente e exuberante, o ambiente acolhedor, um bom vinho, um bom fado, a gastronomia inspirada na Ilha da Madeira, perfumados bolinhos de bacalhau saindo da cozinha, pratos com sabores inigualáveis e a simpatia de Olivardo e de seus funcionários recebendo os visitantes, fazem da Quinta do Olivardo uma opção de passeio para se guardar na memória.

Serviço
Jantar do Vinho dos Mortos
Onde: Estrada do Vinho, km 4, com acesso pelo km 58,5 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270)
Quando:  Todo terceiro sábado do mês
Horário: a partir das 20h
Reservas pelos telefones: (11) 4711-1100 ou (11) 97088-5401
Outras informações: www.quintadoolivardo.com.br

.: Bill Nye, cientista querido da TV, explica em livro como libertar um nerd


Foi se o tempo em que ser nerd era visto com preconceito, como ser apenas esquisito e desajustado. Não é novidade que hoje em dia ser nerd é até glamoroso, mas estar nessa “tribo” vai muito além de conhecer todos os filmes da franquia "Vingadores" ou de passar horas jogando videogame. Ser nerd é ter curiosidade sobre o mundo e como ele funciona, e ninguém melhor que um dos maiores nomes da cultura pop para mostrar como viver de forma prática, inteligente e divertida.

A Faro Editorial lança este mês o primeiro livro do cientista Bill Nye no Brasil. Com prefácio de outro gigante da ciência, o astrofísico, Neil deGrasse Tyso, “Pense Como Um Nerd” apresenta os princípios da vida nerd e mostra que usar esse lado que todos nós temos trará imensos benefícios para você e para o mundo ao seu redor.  Ver o mundo de uma forma interdisciplinar, de uma maneira mais curiosa e ao mesmo tempo crítica.

Bill é mundialmente conhecido por desmistificar a ciência e algumas teorias que envolvem o universo científico com bom humor, criatividade e de maneira clara e objetiva. Bill traz a ciência para o nosso dia a dia da forma que qualquer pessoa consegue entender, e até mesmo se identificar.

Neste livro ele afirma que, no fundo, somos todos nerds. Os nerds não entregam os pontos, eles utilizam as ferramentas da razão, em combinação com a melhor informação disponível, para solucionar até os quebra-cabeças mais complexos. Eles analisam o mundo com curiosidade extrema e examinam um problema de todos os ângulos até que uma solução se revele. Há diversos aspectos geniais e curiosos em cada um de nós, só precisamos explorar o nosso potencial.

Bill Nye tem sido a face pública da ciência e da descoberta por décadas. Apresentador do programa "Bill Nye - The Science Guy", programa de TV premiado com o Emmy, Nye é cientista, engenheiro, comediante, inventor e autor de diversos best-sellers do The New York Times. Ele é o CEO da The Planetary Society, formou-se em engenharia mecânica na Universidade Cornell e possui sete títulos de doutor honoris causa.

.: Resumo do 329º ao 333º capítulo de "As Aventuras de Poliana", do SBT

As Aventuras de Poliana
Resumo dos Capítulos 329 a 333 (19 a 23.08)


 Lindomar volta pro estúdio e tenta gravar sua música novamente. Foto: Divulgação/ SBT

Capítulo 329, segunda-feira, 19 de agosto
Yasmin, Leticia e Hugo fazem a prova de recuperação. Raquel devolve a HQ em péssimo estado para Lorena. Verônica, Arlete e Gleyce fazem uma proposta de parceria entre a Ruth Goulart e o CLP. Débora exige que Afonso compre um novo anel de noivado. Pendleton diz para Sérgio, que ele não irá mais para o Campo de Férias. Marcelo convida Glória para a viagem e conta que irá pedir Luisa em casamento. Vini descobre que repetiu de ano. O Clubinho decide fazer sua própria versão da HQ para devolver a Sérgio. Pendleton convida algumas pessoas para um coquetel em sua casa. Guilherme tenta descobrir a verdadeira identidade de Dark Lady. Lindomar volta pro estúdio e tenta gravar sua música novamente. Waldisney pede para Pendleton deixa-lo ir ao Campo de Férias. Pendleton diz a Sérgio que suspeita de que ele esteja relacionado com a criação do misterioso avatar "VC". Gleyce diz que não aprova o namoro de Brenda e Jeff. O jogador anônimo "VC" é o primeiro a encontrar a "Caverna de Todos os Medos". Nadine faz uma proposta a Waldisney.


Chega o aguardado dia do Campo de Férias, e as crianças embarcam no ônibus ansiosas. Foto: Beatriz Nadler/ SBT

Capítulo 330, terça-feira, 20 de agosto
Brenda incentiva Raquel a mudar seu penteado. Luisa está receosa quanto a ida das crianças ao Campo de Férias e desabafa com Durval. Chega o aguardado dia do Campo de Férias, e as crianças embarcam no ônibus ansiosas. Todos escolhem seus lugares e se acomodam para a viagem, e Raquel tem a companhia de um garoto interessante. Através de um holograma, Roger apresenta as novidades do Campo de Férias, e apresenta os monitores e guardiões às crianças. Débora conta a Afonso que seus pais são virão ao casamento. Waldisney e Mosquito tentam arrumar uma maneira de invadir o Campo de Férias. As integrantes do CLP iniciam seu projeto na comunidade Bem-Te-Vi, e Zóio tenta intimida-las. O Clube MaGaBeLo se empenha para descobrir a identidade do avatar "VC" e livrar Sérgio das acusações de Pendleton. Lindomar pede uma nova chance para Arnaldo Sacomani na gravadora. O CLP sofre um ataque da gangue de Falcão, que tenta sabotar o projeto do Comitê.

 “Ester” toma forma, e o projeto de Pendleton chega a sua etapa final. Foto: Divulgação/ SBT

Capítulo 331, quarta-feira, 21 de agosto 
O Clube MaGaBeLo procura a diretora Ruth em busca de mais informações sobre Vitor Correa. Mirela se incomoda com a aproximação de Raquel, Brenda e Gabi. Marcelo desconfia que Pendleton tenha algum interesse em Luisa. Antônio pede ajuda a Nancy para preparar um jantar romântico para Branca e ajudar as duas a fazer as pazes. “Ester” toma forma, e o projeto de Pendleton chega a sua etapa final. No Campo de Férias as crianças se fantasiam e se divertem na primeira noite de festa. As crianças do MaGaBeLo consegue o endereço de Vitor Correa. Pendleton acompanha de casa tudo que está acontecendo no Campo de Férias. Frustrada, Claudia pede para Durval agilizar e resolver logo sua situação com Fernanda. Durante a festa, Roger pede para o jogador "VC", primeiro a ter encontrado a Caverna de Todos os Medos, subir ao palco. Afonso desabafa com Durval e diz que está com medo de se casar, Débora escuta a conversa. Após passar toda a programação das férias, Roger designa as crianças a uma missão: encontrar o coração de Vetherna.



Jerry se aproxima cada vez mais de Raquel. Foto: Beatriz Nadler/ SBT

Capítulo 332, quinta-feira, 22 de agosto 
A equipe de staff do Campo de Férias descobre que o jogador "VC" não se cadastrou para participar do evento. Durante o jantar com Branca, Antônio fala sobre sua filha. Eric e Hugo seguem na disputa pela atenção de Paola. Jerry se aproxima cada vez mais de Raquel, e deixa Guilherme enciumado. Carla ajuda Guilherme a esquecer a ex namorada. Vini convida Mirela para dançar, e a menina tem uma reação inusitada. Nadine chama Marcelo para dançar, e o casal aparece no fundo da foto de Sophie e Iure. Luisa descobre e fica enciumada. Mosquito e Rato conseguem invadir o Campo de Férias. Brenda encontra Mosquito, que diz estar do Campo como monitor, e conta para Jeff que desconfia da história. O jogo Vetherna em AR é oficialmente iniciado, e os participantes começam sua saga em busca do coração. Sérgio liga para o número que as crianças do Clubinho conseguiram, e pega os novos dados do Vitor Correa. Os jogadores começam a encontrar os primeiros guardiões de Vetherna, que dão dicas necessárias para leva-los ao coração. Arlete encontra uma solução para fazer Lindomar conseguir gravar sua música.

 João e Poliana são os primeiros a encontrar o Castelo de Vetherna. Foto: Bruno Correa/SBT

Capítulo 333, sexta-feira, 23 de agosto
No Campo de Férias, Waldisney ajuda Nadine a fazer suas armações. Pendleton sai para almoçar com Luisa e a convida para ir ao Campo de Férias. Débora pede a ajuda de Claudia para provar seu vestido de noiva. Poliana e João encontram Waldisney e Mosquito hospedados em um acampamento no meio da floresta. Sérgio vai até o endereço de Vitor Correa com as crianças do MaGaBeLo, e Benicio vê algo estranho no local. Poliana se perde na mata e encontra Waldisney. Luisa fica surpresa ao descobrir que Claudia será madrinha do casamento de Débora e Afonso. João e Poliana são os primeiros a encontrar o Castelo de Vetherna. Gleyce tenta convencer Falcão a permitir o projeto do CLP na comunidade Bem-Te-Vi. Débora e Afonso adiam a data do casamento. João e Poliana contam para Roger, Marcelo e Nadine que encontraram Waldisney e Mosquito acampados na floresta, e o grupo decide ir atrás deles.
  
“As Aventuras de Poliana” é exibida de segunda a sexta às 20h50 no SBT. Site oficial: sbt.com.br/novelas/as-aventuras-de-poliana

domingo, 18 de agosto de 2019

.: "Homem-Bomba" chega a São Paulo e tem novas apresentações em setembro

Após temporada de sucesso em São Paulo, Luiz Arthur volta para três novas
apresentações do solo "Homem-Bomba" em setembro: uma em Guarulhos e duas
em São Paulo. 
Com texto de Cynthia Paulino, espetáculo é encenado em uma área
de apenas 2m² e tem como livre inspiração o clássico da literatura “O Estranho Caso
de Dr. Jekyll e Mr. Hyde”, de Robert Louis Stevenson. Foto de Guto Muniz
O solo "Homem-Bomba", escrito por Cynthia Paulino e dirigido e protagonizado por Luiz Arthur, ganha três novas apresentações gratuitas nos dias 5, 6 e 7 de setembro, em São Paulo e Guarulhos. A peça da belo-horizontina Companhia Teatro Adulto estreou em 2018 na Mostra Solos e Monólogos do CCBB São Paulo. 

"Homem-Bomba" integra o projeto “Adultos em Cena SP MG” – ao lado do solo "Coisas Boas Acontecem de Repente" – e conta com o patrocínio da Usiminas e apoio do Instituto Usiminas por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. 

O solo se passa em um mundo desigual, cada vez mais parecido com um grande abatedouro. Nesse lugar horrível, um homem, interpretado por Luiz Arthur, tenta compreender os vários eus que o habitam e, para tal, adota métodos nada convencionais. A ideia é mostrar um personagem provocador, que busca intimamente a desconstrução e a compreensão dos monstros que existem escondidos em todas as pessoas. 

Para discutir essa dualidade do ser humano, a peça busca como referência o romance “O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Sr. Hyde”, popularizado como “O Médico e o Monstro”, do autor britânico Robert Louis Stevenson (1850-1894). “O monstro não é alguém distante de nós. É nosso duplo. O monstro nos habita e cabe a cada um saber cuidar, compreender, educar a sua sombra. Vemos no país pessoas que se denominam ‘homens de bem’ e que trazem um discurso completamente sanguinário. De que tipo de ‘bem’ estamos falando? É uma jornada necessária essa, a de enfrentar-se, de compreender que o mal não nos é estranho. Podemos sucumbir se o transformamos em algo distante de nós, porque nós criamos a desordem e o caos que está aí. Se você estuda a história da humanidade sabe disso. O demônio é o próprio homem, o devorador, aquele que dizima seus semelhantes. O discurso contra o diferente é um exemplo disso”, revela Luiz Arthur.

Em cena, esse monstro se materializa em uma figura que se aproxima a um açougueiro. “Esse personagem foi se firmando durante todo o processo de construção da dramaturgia. Mas não podia ser um açougueiro qualquer. Precisava ter o lado do cientista, do médico. E que faz de si sua própria cobaia. Cynthia sugeriu o uso de luvas. Fui para a sala de ensaios, sozinho, e, de repente, vi que precisaria de um cutelo. Queria um instrumento da maldade materializado ali. Uma ameaça velada. Quando a personagem pergunta: ‘e se fossem homens? E se?’ Certamente o cutelo à mostra faz o público encarar a verdade de que tanto foge. O cutelo acaba com a ‘assepsia de supermercado’ que nos protege da verdade: comemos animais que sofreram uma morte horrível, que tiveram uma vida horrível e engolimos toda essa dor”, acrescenta o ator e diretor.

Encenada em uma área de paletes brancos (daqueles usados em açougues) com apenas 2m², a peça investiga a restrição do espaço de atuação, característica marcante na trajetória da companhia, o que viabiliza apresentações tanto em palcos tradicionais como em espaços alternativos. Além da obra de Stevenson, a montagem tem citações de vários escritores, poetas e pensadores, como Aldous Huxley, Shakespeare, Carl Jung, Franz Kafka, HP Lovecraft, Tadeusz Kantor, Augusto dos Anjos, Samuel Beckett, William Blake e Osho. 

Sobre Luiz Arthur
Luiz Arthur é ator, diretor, produtor, professor de teatro e jornalista. É integrante e fundador da Companhia Teatro Adulto (MG). Com “A Morte de DJ em Paris” (1999), venceu os prêmios de melhor ator no 12º Concurso de Monólogos Ana Maria Rego (Teresina) e no III Festival Nacional de Monólogos (Vitória). Venceu os prêmios SESC/SATED-MG e USIMINAS/SINPARC 2003 de melhor ator por “Noites Brancas”, no qual atuou ao lado da atriz Débora Falabella sob a direção de Yara de Novaes, e SESC/SATED e AMPARC/BONSUCESSO 1996 por “O Beijo no Asfalto”, com direção de Wilson Oliveira. Produziu e atuou em “Fala Comigo Como a Chuva”, eleito pela crítica nacional como o melhor espetáculo do Fringe no Festival de Curitiba 2009, dirigido por Cynthia Paulino. “Homem-Bomba” é seu segundo solo.

Atuou na novela “Fascinação” (1998), no SBT. Na TV Globo, participou de “Belíssima” (2005), “JK” (2006), “Caminho das Índias” (2009), “Passione” (2010) e “Rocky Story” (2017). É coordenador e professor de interpretação da Escola de Teatro PUC Minas.

Sobre a Cia. Teatro Adulto
A Companhia Teatro Adulto cria e produz espetáculos desde 1996. Destacam-se: “A Morte de DJ em Paris” (1999), “A Falecida” (2004), “Fala Comigo Como a Chuva” (2008), “A Última Canção de Amor Deste Pequeno Universo” (2010), “Entre Nebulosas e Girassóis” (2013), “Coisas Boas Acontecem de Repente” (2016), “Horror Vacui Hamlet” (2016) e “Homem-Bomba” (2018).

Sinopse
Em um mundo desigual, cada vez mais parecido com um grande abatedouro, um homem quer compreender os vários eus que o habitam e utiliza, para realizar o seu intento, métodos nada convencionais. Texto de Cynthia Paulino, livremente inspirado no clássico “O Médico e o Monstro”, título original “O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde”, de Robert Louis Stevenson.

Ficha técnica
Direção, trilha sonora e atuação: Luiz Arthur
Texto: Cynthia Paulino
Cenário: Cynthia Paulino e Luiz Arthur
Coordenação técnica e Iluminação: Marina Arthuzzi
Figurino: Cynthia Paulino
Adereços: Mauro Gelmini
Maquiagem: Linda Paulino
Assistente de produção e designer gráfico: Samara Martuchelli
Fotos: Guto Muniz
Realização: Companhia Teatro Adulto

Serviço
"Homem-Bomba", com direção e atuação de Luiz Arthur
Classificação: 12 anos
Duração: 50 minutos 
Teatro da Biblioteca Monteiro Lobato – Anfiteatro Pedro Dias Gonçalves – Rua João Gonçalves, 439 – Centro - Guarulhos
Apresentação: 5 de setembro, às 20h
Ingresso: grátis, distribuídos meia hora antes da sessão
Informações: (11) 2087-6900
Oficina Cultural Oswald de Andrade – Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro
Temporada: 6 e 7 de setembro
Na sexta-feira, às 20h; e no sábado, às 16h
Ingresso: grátis, distribuídos uma hora antes da sessão
Classificação: 12 anos
Duração:  50 minutos 
Informações: (11) 3222-2662

.: Filmes, fotografias, serigrafias e objetos de Man Ray em exposição

"Les Larmes" ("As Lágrimas"), 1932, Crédito ©Man Ray 2015 Trust. Filmes, fotografias, serigrafias e objetos de Man Ray estão na exposição inédita no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. Além das mais de 250 obras do artista, o público vai conhecer quatro filmes de sua autoria e um sobrer a sua vida

Man Ray, um dos maiores artistas visuais do início do século XX e expoente do movimento surrealista, ganha a exposição inédita “Man Ray em Paris”, apresentada pelo Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, a partir do dia 21 de agosto. Além das fotografias, dos objetos e das serigrafias, a mostra conta com quatro vídeos assinados pelo multifacetado artista, que também era cineasta, e um que aborda sua carreira. 

Quase 130 anos após seu nascimento, o país recebe 255 obras do artista nunca antes vistas pelo público brasileiro e desenvolvidas durante os anos que viveu em Paris, entre 1921 e 1940, seu período de maior efervescência criativa. Depois do CCBB SP, a mostra segue para a unidade de Belo Horizonte, entre 11 de dezembro e 17 de fevereiro de 2020. A realização é do Centro Cultural Banco do Brasil, com patrocínio do Banco do Brasil e do Ministério da Cidadania.

Os quatro filmes de autoria de Man Ray poderão ser vistos no segundo andar do CCBBSP. São eles: “O Retorno à Razão”/1923 (Return to Reason), “Emak Bakia”/1926 (Emak Bakia), “A Estrela do Mar”/1928 (Star of the Sea/The Starfish) e “Os Mistérios do Castelo do Dado”/1929 (The Mysteries of the Chateau of Dice). Já “Man Ray, Senhor 6 segundos - Filme de Jean-Paul Fargier 1998” será exibido em um espaço reservado no primeiro andar. Abaixo, informações sobre os filmes de sua autoria a partir de texto de Emannuelle l´Ecotais, curadora da mostra, e do próprio Man Ray em sua autobiografia intitulada “Auto-Retrato”, publicada em 1963.

Os Filmes
"A Estrela do Mar"/1928 - "Star of the Sea" (ou "The Starfish") – 
Filme mudo, preto e branco, 15 minutos
Autoria: Man Ray

Man Ray conta, em "Auto-Retrato", que a ideia do filme lhe ocorreu durante uma noite com Robert Desnos. “No fim da refeição, ele começou a falar muito e a recitar poemas de Victor Hugo e de alguns outros poetas que não eram muito admirados pelos surrealistas. Então, tirou do bolso uma folha amarrotada: era um poema que havia escrito naquele dia. Ele o leu com sua voz clara e bem modulada, conferindo-lhe um sentido que não se poderia ter ao lê-lo silenciosamente num livro. [...] O poema de Desnos se assemelhava a um cenário de um filme, composto de 15 ou 20 versos, cada um dos quais apresentando uma imagem clara, destacada, de um lugar ou de um homem e uma mulher. Nenhuma ação dramática, porém todos os elementos necessários a uma possível ação. O poema se chamava “L’Étoile de Mer”, A Estrela do Mar. [...] Minha imaginação tinha sido estimulada pelo vinho durante nosso jantar, mas o poema me emocionou bastante. Eu o visualizei nitidamente como um filme – um filme surrealista”. Man Ray roda o filme em algumas semanas.

"Emak Bakia"/1926 - Emak Bakia
Filme mudo, preto e branco, 16 minutos
Autoria: Man Ray

 Emak Bakia quer dizer, segundo Man Ray, “deixe-me em paz”. É também o nome da casa de veraneio de Arthur Wheeler, que lhe encomenda o filme. Nessa casa, são rodadas algumas de suas cenas, como Man Ray explica em Autorretrato: uma colisão com “um rebanho de carneiros”, “um belo par de pernas dançando o Charleston, a dança da moda, o mar revolto se transformando em céu e o céu, em mar etc.” Emak Bakia é concebido segundo princípios caros ao Surrealismo: automatismo, improvisação, irracionalidade, cenas psicológicas e oníricas, falta de lógica e menosprezo pela dramaturgia. 
Man Ray relata como a ideia do final do filme lhe ocorreu: “Uma visita de meu amigo Jacques Rigaut, o dândi dos Dadás, o bem-apessoado que poderia ter sido uma estrela de cinema se o tivesse desejado, deu-me a ideia de como conclui-lo. Ele estava, como sempre, impecavelmente vestido, como suas roupas bem cortadas, chapéu Homburg escuro, colarinho engomado e gravata com uma estampa discreta. Mandei meu assistente Boiffard comprar uma dúzia de colarinhos rígidos brancos, que pus numa pequena maleta. [...] No ateliê, fiz um close-up das mãos de Rigaut abrindo a maleta, pegando os colarinhos um a um, cortando-os em dois e jogando-os no chão. (Depois, fiz uma impressão reversa dos colarinhos caindo, para que parecessem estar se levantando). Pedi a Rigaut que erguesse a parte externa de seu colarinho, mostrando a gravata em torno de seu pescoço. Ele parecia ainda mais bem vestido do que antes, mais formal. Com isso, sua participação se encerrou. Depois de ele sair, filmei algumas cenas com os colarinhos rasgados revirando, refletidos em espelhos que os deformavam; faziam piruetas e dançavam ritmicamente”.

"O Retorno à Razão"/1923 - "Return to Reason"
Filme mudo, preto e branco, 3 minutos
Autoria: Man Ray

Man Ray conta que, certo dia, Tristan Tzara o procurou para pedir que fizesse para o dia seguinte um filme a ser exibido numa sessão Dadá que aconteceria no teatro Le Coeur à Barbe. A princípio, Man Ray não o aceitou, dizendo que até então só havia feito alguns fragmentos sem interesse, mas Tzara insistiu e inclusive sugeriu que utilizasse a técnica da rayografia. Man Ray relata muito depois, em Autorretrato, como fez esse filme: “Comprei um rolo de filme de trinta metros, fui para minha câmara escura e o cortei em pedaços curtos, alfinetando-os em minha mesa de trabalho. Em alguns pedaços, salpiquei sal e pimenta, como um cozinheiro preparando seu assado, em outros joguei ao acaso alfinetes e tachinhas; então acendi a luz branca por um ou dois segundos, como fizera com minha rayografias. [...] em seguida, apenas grudei os pedaços, acrescentando algumas cenas feitas antes com minha câmera para prolongar a projeção [...]. Cheguei ao teatro poucos minutos antes de as cortinas serem suspensas; entreguei meu filme a Tzara e lhe disse que ele tinha de apresentá-lo, pois não havia títulos, nem legendas”.

Como sempre, essa história divertida tende a fazer com que o trabalho de Man Ray seja considerado algo trivial. Ora, nada é fortuito nessa composição animada, que alterna abstração e figuração sob um ritmo sustentado. Man Ray também relata que viu o filme pela primeira vez por ocasião de sua projeção no Le Coeur à Barbe: “O filme parecia uma tempestade de neve, com os flocos voando em todas as direções, em vez de caírem, até que subitamente se tornou um campo de margaridas, como se a neve se tivesse cristalizado em flores. Isso foi sucedido por outra cena de muitos alfinetes se entrecruzando e revolvendo numa dança epilética, e novamente uma tachinha solitária se esforçando desesperadamente para sair da tela. [...] A imagem seguinte era de um torso listrado pela luz. [...] assim que a espiral e a cartela de ovo começaram a girar na tela [...], o filme se partiu”, deflagrando um tumulto no teatro.
Tipicamente um filme de vanguarda, O retorno à razão permanece atual, quando se leva em conta o que Tristan Tzara disse a seu respeito: “Era o momento de fazer alguma coisa contra as inúmeras idiotices que se viam nas telas”.

"Os Mistérios do Castelo do Dado"/1929 - "The Mysteries of the Chateau of Dice"
Filme mudo, preto e branco, 19 minutos
Autoria: Man Ray
https://www.youtube.com/watch?v=V6bSygUuU9o
É Charles de Noailles, grande amante da arte, quem encomenda a Man Ray um filme sobre seu castelo, construído por Robert Mallet-Stevens em Hyères. Ele deseja que Man Ray “faça algumas cenas com as instalações e as coleções de arte de seu castelo [...], bem como mostre seus convidados se divertindo no ginásio e nadando na piscina”A filmagem durou quinze dias e foi feita em janeiro de 1929. Constitui a narrativa cinematográfica mais longa e ambiciosa de Man Ray, mas foi criticada como “divertimento mundano e inútil”. Nota-se nela, de fato, a paixão nascente da burguesia dos anos 1920 pelo esporte. O próprio Noailles não ficou muito contente com o resultado, que julgou “abracadábrico”, e pediu a Man Ray que refizesse o filme, mas este se recusou e abandonou definitivamente.

"Man Ray, Senhor 6 Segundos" - Filme de Jean-Paul Fargier 1998 - 52min
Autoria: Jean-Paul Fargier
Este filme denso e instrutivo segue a prolífica carreira de Man Ray. 

A exposição
Com curadoria de Emmanuelle de l’Ecotais, especialista no trabalho do artista e responsável por seu Catálogo Raisonée, a mostra irá ocupar o CCBB SP e será dividida em duas categorias. A primeira trata da fotografia como um instrumento de reprodução da realidade, focando-se em seus famosos retratos - seu ateliê era uma referência entre a vanguarda intelectual que circulava pela Paris da década de 1920 - , nos ensaios para a grife de Paul Poiret e em fotos para reportagens. 

Já na segunda, outro lado se revela: o da manipulação da fotografia em laboratório com o intuito de criar superposições, solarizações e “rayografias”, um termo criado por Man Ray (do inglês “rayographs”), em alusão a si mesmo. Assim, portanto, ele inventa a fotografia surrealista.

O projeto da exposição prevê, ainda, reproduzir imagens da vida parisiense de Man Ray acompanhado pelos artistas que lhe foram contemporâneos e por sua musa, Kiki de Montparnasse. Além de uma programação de filmes assinados por ele, intervenções como um laboratório fotográfico, com elucidações sobre as técnicas utilizadas em sua obra, marcam a interatividade com o visitante. Ainda fazem parte do evento uma palestra com a curadora Emmanuelle de l’Ecotais no dia 21 de agosto e outra com o fotógrafo Pedro Vasquez sobre as técnicas de fotografia do Man Ray, em data a ser confirmada. A produção executiva é da Artepadilla.

O artista
Emmanuel Radnitsky, mais conhecido pelo pseudônimo Man Ray, foi pintor, fotógrafo, object-maker, escultor e cineasta, tornando-se um dos mais destacados artistas vanguardistas do século XX. Nasceu na Filadélfia, Estados Unidos, em 1890, e na juventude, mudou-se para Nova York. Lá inicia seus estudos no The Social Center Academy of Art. Ainda na década de 1910, conhece Marcel Duchamp e outros artistas que compunham o movimento dadaísta nova-iorquino. 

Em 1921, parte para Paris, cidade que o acolhe por quase 20 anos, até o cerco nazista em 1940. O período em que viveu na capital francesa foi de imensa ebulição cultural, não só para ele, mas para diversos outros artistas que consolidaram o local como um dos maiores centros culturais do mundo, num contexto em que diversas formas de arte floresciam, sobretudo nos anos de 1920. Por lá, Man Ray se insere no movimento surrealista e concilia seu trabalho como fotógrafo de renome entre a intelectualidade francesa com seu lado artístico, que manipulava fotos em laboratório para a produção de obras de arte. 

Durante a Segunda Guerra Mundial, voltou para os Estados Unidos, onde fotografou celebridades de Hollywood e da moda. Regressa à Europa com o fim da guerra e, nos anos seguintes, obteve reconhecimento pela excelência de seu trabalho, conquistando prêmios como a Medalha de Ouro da Bienal de Fotografia de Veneza, em 1961, publicando suas fotos e exibindo sua obra ao grande público. May Ray faleceu em Paris, em novembro de 1976.

A curadora
Emmanuelle de l´Ecotais foi por 17 anos curadora de fotografia no Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris desde 2001. Com PhD em História da Arte, é especialista na obra de Man Ray tendo organizado diversas exposições sobre o artista entre elas, “Man Ray, la photographie à Lenvers”, no Centre Pompidou/Grand Palais, em 1999. 

Outras mostras com sua curadoria foram “Alexandre Rodtchenko, la photographie dans lil”(2007), “Bernhard et Anna Blume”, “Polaroïd”, na Maison Européenne de la Photographie (2010), “Linder, Femme-Objet”, no Musée dArt moderne/ARC (2013), “Jean-Philippe Charbonnier, lil de Paris”, no CMP, Paris (2014), “Objectivités, la photographie à Düsseldorf”(2008), “Henri Cartier-Bresson e limaginaire daprès nature”(2009). É autora de diversos ensaios e livros, entre estes “L´esprit Dada” (Editions Assouline,1999), “Man Ray” (Taschen, 2000), “Man Ray Rayographies” (Editions Léo Scheer, 2002) e é membro permanente de comitês de aquisição do Fonds National d´Art Contemporain (2004-2007) e da Maison Européenne de la Photographie (2007-2010). É também parte do júri em artes visuais para jovens talentos de Paris, Prêmios de Fotografia do Royal Monceau Hotel.

A produtora
A Artepadilla é empresa cultural atuante há 30 anos na área de elaboração, organização, produção, coordenação e administração de projetos culturais. Realizou ciclos de exposições no Centro Cultural Light, nas unidades Brasília, Recife e Rio de Janeiro do Centro Cultural Correios, nas unidades Brasília, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo da CAIXA Cultural, entre outros. Tem grande experiência na área de eventos internacionais, tendo realizado as exposições: Roy Lichtenstein Vida Animada (em parceria com a Roy Lichtenstein Foundation/ New York City) no Instituto Tomie Ohtake/SP, entre outros. Na área de edição de livros de Arte, realizou Manfredo de Souzanetto Paisagem da Obra, Margaret Mee, Jardim Botânico do Rio de Janeiro 1808/2008, Jorge Hue, entre outros, alguns dos projetos através da Lei de Incentivo à Cultura/Lei Rouanet e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Serviço:
Exposição Man Ray em Paris
21 de agosto a 28 de outubro
Entrada Gratuita

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo - CCBB SP
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro. São Paulo -SP
(Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô)
(11) 3113-3651/3652 | Todos os dias, das 9h às 21h, exceto às terças. Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja. Estacionamento conveniado: edifício Zarvos - Rua da Consolação, 228. Traslado gratuito até o CCBB. No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô. Valor: R$ 14 pelo período de seis horas. É necessário carimbar o ticket na bilheteria do CCBB.

.: Liam Gallagher lança single “One Of Us”, mais uma inédita do novo álbum

Faixa chega junto com anúncio de ingressos esgotados para turnê pelo Reino Unido. Em 2020, 13 cidades da Europa também receberão o show
Uma das maiores lendas do rock mundial, Liam Gallagher, está prestes a lançar o novo álbum “Why Me? Why Not?” e, nesta sexta-feira, dia 16 de agosto, divulga mais um single do projeto. A faixa escolhida é “One Of Us”. Atualmente Liam está em turnê pelos Estados Unidos com a banda The Who e já anunciou tour pelo Reino Unido em novembro, com todos os ingressos esgotados, e por outros países da Europa, em fevereiro de 2020, passando por 13 cidades.

Depois do sucesso esmagador do primeiro álbum solo, “As You Were”, que esteve no TOP 10 de diversos países e marcou shows esgotados ao redor do mundo, Liam Gallagher retorna com um novo disco. “Esse álbum é melhor do que ‘As You Were’. E isso quer dizer muito, já que esse foi épico, não foi?”, comemora Gallagher.

“One Of Us” é o quarto single divulgado por Liam neste ano. “Showcase”, que atualmente atinge a marca de 1,7 milhão de views no YouTube, trouxe de volta o poder dos vocais e guitarras de Gallagher, “The River” e “Once” dão um toque de nostalgia e “One Of Us” traz uma mensagem sobre relações partidas, família, amor e amizade.

Liam Gallagher marcou uma geração com o jeito singular de cantar e atitude única no palco. Gallagher foi uma das figuras mais importantes do movimento Britpop e é um dos ícones da música britânica, tendo sido eleito, em 2010, por uma votação realizada entre os leitores da revista britânica Q, o maior frontman de todos os tempos.


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