terça-feira, 27 de setembro de 2022

.: 1x8: "Chucky", "Um Caso para Desmembrar" é agitado por Andy e Kylie


Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em setembro de 2022


O oitavo episódio da primeira temporada da série "Chucky""Um Caso para Desmembrar" resgata para a trama, trabalhando efetivamente, a dupla formada pelos sobreviventes do boneco assassino, Andy Barclay (Alex Vincent), além de Kyle (Christine Elise). Ao ajudar as atuais vítimas de Chucky, a dupla dá agilidade para a trama, enquanto cria elos surpreendentes para as cenas de sequências -mais assustadoras e inimagináveis.

Contudo, os amigos Lexy (Alyvia Alyn Lind), Devon (Björgvin Arnarson) e Jake (Zackary Arthur) voltam a se juntar para combater o terrível Chucky. No entanto, ninguém cogitava que o mal estava espalhado num pelotão de bonecos aparentemente lacrados em caixas, na versão clássica, "Good Guy". Detalhe: após o ritual voltam para as caixas e serão entregues em um orfanato.

Por outro lado, Junior assume estar do lado mal da força e segue os passos de Chucky -ou pelo menos tentando. Enquanto a história atual dos adolescentes fica sem resolução, tendo o ponta-pé iniciado para o culto de Chucky, detalhes do passado conturbado do casal Chucky e Tiffany fazem juz ao título do episódio, "Um Caso para Desmembrar". Para tanto, os matadores discutem e revelam mágoas que culminam em sangue jorrando -inclusive do boneco. 

Sim! O oitavo episódio é bastante sanguinolento, com direito a uma gigante explosão. Pobre Kylie! Contudo, não poderia se esperar algo calmo, uma vez que temos o maior assassino serial incorporado em um boneco ao lado de sua amada que também tem sede de sangue. Em um "Um Caso para Desmembrar", há até ciúmes no fato de um matar sem que o outro esteja junto. De fato, eles formam o verdadeiro casal de serial killers, não é mesmo?!

Episódio 8: "Um Caso para Desmembrar", "An Affair to Dismember"

Exibição: 30 de novembro de 2021

Emissora original: SyFy; USA Network

Dirigido e escrito por: Don Mancini

Idioma original: inglês

Criador(es): Don Mancini

Elenco: Zackary Arthur, Björgvin Arnarson, Alyvia Alyn Lind, Teo Briones, Brad Dourif


Leia + críticas sobre o seriado "Chucky"!


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm


Trailer



.: "Bibi, uma vida em musical" se despede de São Paulo no domingo

Espetáculo fica em cartaz até 01 de outubro, com ingressos a R$ 50. Foto: Leo Aversa


Um dos espetáculos mais premiados do teatro brasileiro, "Bibi, uma vida em musical" se despede dos palcos paulistas neste sábado, após uma temporada popular com preço único de R$ 50,00, no Teatro Claro. O espetáculo retorna aos palcos para celebrar o centenário de Bibi Ferreira, uma das maiores artistas brasileiras de todos os tempos.

"Bibi, uma vida em musical" tem texto de Artur Xexéo e Luanna Guimarães, e direção geral de Tadeu Aguiar. Amanda Acosta volta a viver Bibi, em interpretação super premiada (Melhor atriz 2018 – APCA, Bibi Ferreira, Reverência, Cesgranrio, entre outros). O musical tem uma trajetória vitoriosa: 44 prêmios e 110 indicações.  Apresentado pelo Ministério do Turismo e Circuito Cultural Bradesco Seguros, através da Lei de Incentivo à Cultura, o espetáculo é uma realização da Negri e Tinoco Produções Artísticas ("Excepcionalmente Normal" e diversos shows de Thereza Tinoco e Áurea Martins).

O musical reúne 17 atores em cena: além de Amanda Acosta, estarão no palco Chris Penna, Gottsha, Simone Centurione, Rosana Penna, João Telles, Fabricio Negri, Carlos Arruza, Carlos Darzé, André Rayol, Julie Duarte, Bela Quadros, Fernanda Misailidis, Flávio Moraes, Larissa Landim, Luísa Vianna, Leonam Moraes, Daruã Góes e Léo Araújo.

“Não consigo lembrar de mim fora de um teatro”. Assim se descrevia Bibi Ferreira, 96 anos de vida e 76 como atriz, cantora, diretora e produtora. A trajetória pessoal e profissional dessa estrela brasileira só poderia ser contada e celebrada levando para o palco o próprio palco, das companhias de comédia, do teatro de revista, dos grandes musicais e do teatro engajado em que ela atuou.

Em "Bibi, uma vida em musical", a história familiar, profissional e amorosa da artista se enredam. A formação em música, dança e línguas estrangeiras foi estimulada pela mãe Aida Izquierdo, bailarina espanhola. A estreia profissional no teatro, aos 19 anos, foi pela mão do pai, o ator Procópio Ferreira, em papel escrito por ele para a filha. Assim, o musical percorre todas as fases da vida de Bibi, da escolha do seu nome, sua preparação para os palcos, os espetáculos musicais como os inesquecíveis "Gota d’Água", de Paulo Pontes e Chico Buarque, "My Fair Lady", "Alô Dolly" e "Piaf, a Vida de Uma Estrela da Canção", seus casamentos, o nascimento da filha única, Tina Ferreira, as viagens para Portugal e Inglaterra a trabalho, a homenagem da escola de samba Viradouro até sua chegada a um teatro da Broadway, aos 90 anos.

O espetáculo celebra ainda o legado de Artur Xexéo, que partiu no ano passado. Um dos maiores jornalistas brasileiros, autor de espetáculos como "Cartola – O Mundo é um Moinho", "Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei – Dalva e Herivelto", "Hebe, o Musical", era fã confesso e avaliou a importância de Bibi Ferreira na profissionalização do ator no Brasil, em relação ao seu ofício. “No teatro musical, ela foi, sem dúvidas, a primeira atriz brasileira pronta para o gênero. Antes dela, havia as vedetes de revista, não necessariamente atrizes”, diz o coautor do texto.

Sob direção musical de Tony Lucchesi ("A Cor Púrpura", "Eu não posso lembrar que te amei–Dalva e Herivelto") o elenco interpreta 33 canções. Cinco delas foram criadas especialmente para o espetáculo, com letra e música de Thereza Tinoco, que já teve composições gravadas por Simone, Ney Matogrosso, Lucinha Araújo, entre outros. Um dos grandes sucessos compostos por Thereza foi a canção "O Viajante", tema do personagem de Tony Ramos, na novela Baila Comigo, da TV Globo. Thereza compôs ainda para vários espetáculos infantis, como "Fica Combinado Assim", de Herval Rossano, além de dois números musicais para "Bibi in Concert Pop III", a pedido de Bibi Ferreira.

"Bibi, uma vida em musical" tem direção geral de Tadeu Aguiar ("A Cor Púrpura", "Quase Normal", "Ou tudo ou Nada", "Essa é a nossa Canção", "4Faces do Amor", "Para sempre ABBA", "Eu não posso lembrar que te amei–Dalva e Herivelto"). A direção musical é de Tony Lucchesi, com música original de Thereza Tinoco.


.: "Inferno" no Teatro Uol: comédia do argentino Rafael Spregelburd estreia

Montagem brasileira tem direção e tradução de Malú Bazán. Texto inédito no Brasil toca em temas sensíveis da américa latina sem perder o humor.  Foto: Andreia Machado


"Inferno", texto do dramaturgo argentino Rafael Spregelburd, estreou recentemente em Buenos Aires (setembro de 2022) num dos principais palcos da famosa Avenida Corrientes com direção do próprio autor. Inédita no Brasil, a peça ganha uma montagem, dirigida e traduzida por Malú Bazán, com estreia prevista para 08 de outubro, no Teatro Uol, onde fica em cartaz até 28 de novembro. O elenco traz Camila Czerkes, Gabriel Miziara, Henrique Schafer e Luciana Carnieli. Assim como outros textos do ator e dramaturgo argentino encomendados por companhias de outros países, este foi uma encomenda do teatro austríaco Vorarlberger Landestheater Bregenz em comemoração aos 500 anos do pintor Hieronymus Bosch (1450-1516). 

Malú Bazán nasceu na Argentina, mas foi criada aqui e se considera uma diretora brasileira. Esse trânsito que faz parte dela lhe interessa, e acredita na potência da troca entre esses dois países e todos os outros que compõem nossa América Latina. “Através das dramaturgias, podemos entender como cada um desses países lida com sua história, e como a elabora. Essa troca entre nós, a construção desse diálogo, é de uma potência revolucionária.”, comenta. Por isso ressalta a importância dessas duas montagens coexistindo nesse momento. 

A comédia de Spregelburd é uma espécie de labirinto. Na trama, uma confusão causada por um funcionário do Vaticano faz com que o inferno bíblico deixe de existir no subterrâneo e passe a ficar escondido nos detalhes mais minuciosos da existência humana, até na linguagem ou principalmente nela. 

Nesse contexto, Filipe (Gabriel Miziara), um escritor de resenhas turísticas, recebe a visita surpresa de três emissários (Camila Czerkes, Henrique Schafer e Luciana Carnieli) que afirmam que a única maneira de se livrar do inferno é aprender as sete virtudes: Caridade, Fé, Esperança, Temperança, Justiça, Prudência e Fortaleza. 

“Se trata de uma fábula moral, mas sem uma moralzinha”, diz o autor. Spregelburd nos conduz nessa jornada que mais questiona do que afirma essas virtudes, e como muito humor nos faz olhar para a história latino-americana, seus momentos sensíveis, suas contradições e suas narrativas ainda não completamente elaboradas e que ainda precisam ser revisitadas.

O autor, segundo a diretora, tenta criar uma espécie de gramática teatral em seus textos. “Spregelburd tem um interesse específico pela linguagem como construção de um mundo. A partir da teoria do caos, ele brinca com as palavras, subverte sentidos. Cria um mundo aparentemente desordenado, polifônico, mas vai construindo ordens próprias para elaboração dessa gramática.  Cria tensões e distensões onde o público é convidado o tempo todo a rever seu olhar, porque a cada momento existem quebras de expectativas, subversões e mudanças na trama.”   

A tradução da obra é também de Malú Bazán que, cada vez mais, pesquisa no teatro latino americano questões que são pertinentes não somente em seus países de origem mas também no contexto brasileiro. “Costumo dizer que toda peça tem um CEP, uma data de nascimento e um CPF, que mostram onde, quando, em que contexto e por quem ela foi escrita. Venho construindo um diálogo a partir das traduções e montagens desses textos, estabelecendo uma conversa entre essas dramaturgias com a nossa realidade e nosso momento presente.”, explica a diretora. 

A encenação de Bazán, também prioriza o jogo dos atores e para isso se apoia na limpeza do espaço cênico, uma característica de suas direções.  Na contramão das montagens do próprio Rafael que comumente coloca em cena o caos explicitando seu aspecto estereofônico, ela aposta na síntese e na subversão dos poucos elementos cenográficos para a construção desses múltiplos universos que se sobrepõe e coexistem nas peças de Spregelburd.

“'Inferno' é um labirinto de narrativas, um jogo da amarelinha, uma comédia perigosa sobre temas sérios. O importante é que através de dramaturgias como essa acredito que possamos ampliar nosso horizonte. Espiando o jardim de nossos vizinhos, talvez possamos rever o nosso e assim abrir possibilidades de entendimento sobre nossa própria história.”, acrescenta.

"Inferno" faz parte do projeto Todo viabilizado pela da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo através da Lei de Incentivo PROMAC. O apoio é da GUIDE Investimentos.

Sobre Malú Bazán: Mulher de teatro, diretora, atriz e professora.  Formada pelo TUCA/PUC (1996). Trabalhou com o Grupo TAPA de 2000 a 2017, com o qual atuou em diversas peças, ministrou diferentes Grupos de Estudos para atores e dirigiu em 2012 seu primeiro espetáculo A Noite das Tríbades, de Per Olov Enquist.

Em 2018, foi indicada ao APCA de melhor direção pelo espetáculo Aproximando-se de A Fera Na Selva, de Marina Corazza.  Alguns dos outros trabalhos anteriores como diretora são: O Corpo da Mulher Como Campo de Batalha de Matéi Visniec (2016); Alice, retrato de mulher que cozinha ao fundo (2016), que fez parte do projeto Escritoras na Boca De Cena, e Soledad – A Terra é Fogo Sob Nossos Pés (2015). Em 2021, estreou seus dois últimos trabalhos como diretora Mulheres Sonharam Cavalos, de Daniel Veronese, e A Pane, de Friedrich Dürrenmatt. 

Sinopse: Nessa comédia de Rafael Spregelburd, uma confusão causada por um funcionário do Vaticano faz com que o  INFERNO bíblico deixe de existir no subterrâneo e passe a ficar escondido nos detalhes da existência humana. Filipe (Gabriel Miziara), um escritor de resenhas turísticas, recebe a visita surpresa de três emissários (Camila Czerkes, Henrique Schafer e Luciana Carnieli) que querem ensinar-lhe as sete virtudes para tirá-lo desse inferno que, segundo eles, ocupa a vida deste escritor. Uma dramaturgia contemporânea argentina que com muito humor nos faz olhar para nossa história latino-americana.


Ficha técnica

Texto: Rafael Spregelburd

Direção: Malú Bazán

Elenco: Camila Czerkes, Gabriel Miziara, Henrique Schafer e Luciana Carnieli

Desenho de Luz: Miló Martins

Vídeos: Beto De Faria

Figurino: Anne Cerutti

Cenário: Héctor Bazán e Malú Bazán

Assessoria de imprensa: Pombo Correio 

Produção Executiva: Fernando Azevedo

Direção de Produção: André Canto

Produção: PFSI Produções


Serviço

"Inferno", de Rafael Spregelburd

Temporada: 8 de outubro a 28 de novembro, aos sábados, às 22h, aos domingos, às 20h, e às segundas, às 21h

Teatro Uol – Shopping Pátio Higienópolis – Avenida Higienópolis, 618, Higienópolis

Ingressos: R$ 40 a R$ 100

Classificação: 14 anos

Duração: 100 minutos 

Capacidade: 300 lugares

Acessibilidade: local acessível para cadeirantes (2 lugares) 



.: Sesc Belenzinho: Dulce Quental lança álbum "Sob o Signo do Amor"

A apresentação, que tem participação especial de Jonas Sá e Pedro Sá, abre as comemorações dos 40 anos de carreira que Dulce completa no próximo ano. Foto: divulgação


A cantora e compositora Dulce Quental apresenta-se no Teatro do Sesc Belenzinho, em São Paulo, no dia 15 de outubro (sábado, às 21h), com o show "Sob o Signo do Amor", nome de seu recente álbum autoral. A apresentação também comemora a edição física do CD, que acaba de chegar às lojas, bem como antecipa as comemoração dos 40 anos de carreira que a artista completa em 2023.

O show tem participação especial de Jonas Sá e Pedro Sá (diretores artísticos do espetáculo e também produtores de Sob o Signo do Amor). Dulce canta acompanhada por Thomás Jagoda (teclados), Pedro Fonte (bateria) e Paulo Emmery (contrabaixo).

O repertório traz o disco na íntegra - “Apenas Uma Fantasia”, “Vaga-lumes Fugidios”, “A Pele do Amor”, “Poeta Assaltante”, “Obra Aberta”, “Com Mais Prazer”, “Morcegos à Beira-Mar”, “A Arte Não É Uma Jovem Mulher” (parceria com Zé Manoel), “Poucas Palavras”, “Amor Profano” (parceria com Arthur Kunz) e “Tudo Vai Passar” - traduzindo o momento artístico de Dulce Quental, que compôs todas as canções no primeiro ano da pandemia. Ela ainda promete uma breve parada nos anos 80 para lembrar dois sucessos do início de sua carreira.

"Sob o Signo do Amor" chegou às plataformas digitais em março de 2022, precedido pelo lançamento de três singles. O CD físico saiu em agosto, com distribuição da Cafezinho Edições - selo, editora e distribuidora - sob comando da própria Dulce.

Desde 2004, quando lançou "Beleza Roubada" (Sony/BMG), Dulce Quental não entrava em estúdio. Nesse intervalo, lançou o vinil Música e Maresia (Discosaoleo/Cafezinho Edições, 2016) com repertório de canções inéditas “guardadas”, gravadas nos anos 90, e o DVD homônimo ao vivo e em parceria com o Canal Brasil, em 2017. 

Dulce começou a carreira no grupo "Sempre Livre", nos anos 1980, cantando sucessos como “Eu Sou Free”, “Esse Seu Jeito Sexy de Ser” e “Fui Eu”.  Na carreira solo, cravou sucessos como “Natureza Humana” (1986), “Caleidoscópio” (1987) e “O Poeta Está Vivo” (parceria com Frejat; sucesso do Barão Vermelho em 1990).

Nesses 40 anos de carreira a compositora Dulce fez várias outras parcerias com nomes como com Moska, Ana Carolina, Zélia Duncan, Toni Garrido, George Israel, Celso Fonseca, Zé Manoel, Raul Misturada e Paulo Monarco e foi gravada por muitos desses artistas, além de Simone, Leila Pinheiro, Barão Vermelho, Capital Inicial, Daúde, Toni Platão, Cidade Negra, Frejat, entre outros.

Ficha técnica | "Sob o Signo do Amor" (Dulce Quental)
Produção: Jonas Sá e Pedro Sá. Arranjos: Jonas Sá, Pedro Sá e Dulce Quental. Edições criativas: Jonas Sá. Gravação: Jonas Sá e Pedro Sá, no TILT. Gravações adicionais: Cellos, por Jacques Morelembaum - estúdio Mirante; bandoneóns, por Mariano Gonzáles; piano, por Itamar Assiere; vozes e vassourinha, por Ricardo Cidade & Ricardo Calafate - Estúdio Umuarama. Mixagem: Duda Mello - Estúdio Rockit!. Masterização: Ricardo Garcia - Estúdio Magic Master. Capa/arte: Rodrigo Sommer. Fotos: Nana Moraes. Produção de arte & visage: Rodrigo Bastos. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Lançamento: Cafezinho Edições & Produções Musicais.


Serviço

Show: Dulce Quental

Data: 15 de outubro. Sábado, às 21h

Local: Teatro (374 lugares)

Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia entrada); R$ 12 (Credencial Sesc)

Classificação: 12 anos. Duração: 60 minutos.

Sesc Belenzinho

Rua Padre Adelino, 1000. Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700 | sescsp.org.br/Belenzinho

Nas redes: @sescbelenzinho

Estacionamento: de terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. 

Transporte Público

Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

segunda-feira, 26 de setembro de 2022

.: Ciclo da vida: "Quero-quero na Várzea", de Sylvio Fraga reúne poemas


Lançado pela editora Todavia, o livro "Quero-quero na Várzea", de Sylvio Fraga, reúne poemas sobre o ciclo da vida na natureza e dentro de nossas casas. Por vezes nos esquecemos de que somos parte do mundo natural. Dentro de nossos apartamentos, acabamos perdendo os vínculos com a natureza, seus ciclos e seu tempo especial, que não segue os ditames dos nossos calendários.

Este conjunto de poemas de Sylvio Fraga vem para nos lembrar disso. O ser humano continua profundamente vinculado - ainda que à revelia - com a vida das plantas, dos animais, das estações do ano. Você pode comprar o livro "Quero-quero na Várzea", de Sylvio Fraga, neste link.


Sobre o autor
Sylvio Fraga
nasceu no Rio em 1986 e é poeta e compositor musical. Mestre em poesia pela Universidade de Nova Iorque, é diretor artístico da gravadora Rocinante.

.: "Wandinha", de "A Família Addams", por Tim Burton, ganha data de estreia


"Wandinha" estreia dia 23 de novembro, somente na Netflix, no mundo inteiro. Jenna Ortega conta sobre esta versão de Wandinha Addams“Na série, Wandinha é uma adolescente, e nunca a vimos com esta idade antes. Seus comentários sarcásticos podem não soar tão encantadores quando vêm de alguém que provavelmente deveria saber mais do que uma menina de dez anos. Isso foi um ato de equilíbrio. Não queríamos fazê-la soar como qualquer outra adolescente, mas também não queríamos fazê-la muito ignorante. E nunca a vimos tanto na tela. Todas as vezes que você viu Wandinha, ela era a responsável pelas tiradas inteligentes, a conclusão de uma piada, ela sempre acerta em cheio, e acho que é isso que as pessoas realmente amam nela. Mas nesta série, toda cena tem a Wandinha. Existe a oportunidade de dar um pouco mais de dimensão à personagem, ela se torna uma pessoa um pouco mais real, e acho que nunca vimos isso antes”, afirma a intérprete.

Da imaginação de Tim Burton, "Wandinha" é um mistério investigativo e sobrenatural que acompanha os anos de Wandinha Addams como estudante na Escola Nunca Mais, onde ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, investigar uma monstruosa matança que aterroriza a cidade local e resolver o mistério do assassinato que envolveu seus pais há 25 anos. Tudo isso enquanto precisa lidar com seus novos e muito complicados relacionamentos na nova escola.


.: "A Política Contra o Vírus", senadores revelam bastidores da CPI da Covid


Bastidores da mais importante articulação de oposição republicana e democrática ao vírus do bolsonarismo.

No dia 18 de outubro, a Companhia das Letras lança o livro "A Política Contra o Vírus: Bastidores da CPI da Covid", de Randolfe Rodrigues e Humberto Costa. Nas impactantes páginas do livro, os senadores retraçam o percurso que começou com a trabalhosa colheita de assinaturas para o pedido de instalação da CPI da covid e desaguou nas discussões para redação do relatório final.

A comissão desvendou fatos aterradores, mas também foi palco de uma notável articulação pró-democracia. A participação ativa e republicana de lideranças da sociedade civil, o papel decisivo da mídia e dos influenciadores nas redes sociais, e as articulações produtivas entre deputados e senadores que compartilham pouco ou nada em termos de ideologia ou simpatia partidária são algumas das provas de que, no final das contas, a boa política existe.

Tudo indica que nos próximos anos seguiremos enfrentando novas variantes dos terríveis vírus que assolam o país - sejam eles o SARS-CoV-2 ou o bolsonarismo. Este livro traz contribuições fundamentais para quem está preocupado em combatê-los. Você pode comprar o livro "A Política Contra o Vírus: Bastidores da CPI da Covid", escrito por Randolfe Rodrigues e Humberto Costa, neste link.


Sobre os autores
Randolfe Rodrigues é advogado e historiador. Foi deputado estadual e, desde 2011, é senador da República pela Rede Sustentabilidade do Amapá.

Humberto Costa é médico e jornalista. Foi vereador, deputado estadual, deputado federal e ministro da Saúde do governo Lula. Desde 2011, é senador de República pelo PT de Pernambuco.

.: Kaitlyn Dever interpreta ex de Romeu, o da Julieta, em comédia romântica


“Rosalina”, a comédia romântica da 20th Century Studios estrelada por Kaitlyn Dever, Isabela Merced, Kyle Allen e Sean Teale, com Minnie Driver e Bradley Whitford estreia dia 14 de outubro, exclusivamente no Star+. O filme é uma nova versão, com um toque de comédia, da clássica história de amor de Shakespeare, “Romeu & Julieta”, contada da perspectiva da prima de Julieta, Rosalina (Denver), que também é o mais recente interesse amoroso de Romeu.

Inconsolável após o encontro de Romeu (Allen) e Julieta (Merced) e ele decidir ir atrás da amada, Rosalina planeja acabar com o famoso romance e reconquistar seu namorado. O filme é dirigido por Karen Maine a partir de um roteiro de Scott Neustadter & Michael H. Weber, baseado no romance “When You Were Mine”, de Rebecca Serle. Shawn Levy, Dan Cohen e Dan Levine são os produtores, com Kaitlin Dever, Scott Neustadter, Michael H. Weber, Whitney Brown, Emily Morris e Becca Edelman atuando como produtores executivos.

.: Tudo o que você precisa saber sobre “O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu”


A nova série original nacional “O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu” estreia em 28 de setembro, exclusivamente no Disney+. Criada e dirigida por Miguel Falabella, a produção conta a história de um grupo de jovens adultos aspirantes a atores que sonham em fazer uma carreira no teatro.


“O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu” é uma série musical que conta a história de dez jovens adultos, de diferentes origens, que veem no anúncio de um teste de elenco para uma companhia estável de teatro, a chance de retomar a busca de seus sonhos adormecidos e fazer uma carreira no teatro. Aprovados numa primeira triagem, os aspirantes a cantores-atores vivem um misto de sentimentos como deslumbramento com o mundo do teatro, a descoberta de novos amores, assombramentos do passado e o medo da reprovação, já que não sabem se serão contratados no final das audições.


A série acompanha o produtor Renato Milva (Miguel Falabella) e sua esposa Marita (Sara Sarres), que anunciam inscrições para o novo musical da Companhia de Teatro Estável e recebem milhares de vídeos. Entre os inscritos estão uma grande diversidade de pessoas, que incluem: Ivone (Gracielly Junqueira) e Alicia (Micaela Díaz), que trabalham num bar com o amigo Sissy (Bruno Boer); Nora (Gabriella Di Greco); os garçons Antonia (Carolina Amaral) e Mauricio (Rhener Freitas); o motoboy Leandro (Daniel Rangel); o ex-cantor de igreja Jorge (Lucas Wickhaus), entre outros.


A trilha sonora de “O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu” conta com uma grande variedade de músicas brasileiras, que vão de clássicos ao rock, revisitando canções dos Festivais de MPB, Jovem Guarda e muitos outros. Dentre os artistas que fazem parte da trilha, estão Pixinguinha, Raul Seixas, Jovem Guarda, Rita Lee, Chico Buarque, Lulu Santos, Legião Urbana, Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo e muitos outros. A série é também uma homenagem a todos os artistas que mantêm acesa a chama da paixão pelo palco e pela cultura brasileira.


“O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu” é uma série de dez episódios que navega entre o musical, focado principalmente nas audições e ensaios para a companhia de teatro. Através das histórias por trás de todos os personagens, o público viaja entre intrigas, romances, desafios, recomeços e superações.

domingo, 25 de setembro de 2022

.: Crítica: "A Mulher Rei" é novelão com trama dramática e de muita ação


Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em setembro de 2022 


Nanisca (Viola Davis), a guerreira principal do Reino de Daomé, é quem conecta a trama dramática e cheia de ação do longa "A Mulher Rei", ambientada na África de 1800. Em cartaz nos Cinemas Cineflix e inspirada em eventos reais, a produção dirigida por Gina Prince-Bythewood começa com a vitória do grupo Agojie que retorna ao povoado em desfile para o rei. Admiradas pelo público, que as reverencia de cabeça baixa e olhos fechados, têm entre o povo, um menininho que mesmo após levar uma bronca para seguir o costume, coloca as mãos sob os olhos, mas afasta os dedos para ver as guerreiras passando. Assim, a atitude de fofura garante um carinho de Izogie (Lashana Lynch). 

Nawi (Thuso Mbedu) é outra que quebra a regra, mesmo de cabeça baixa, olha diretamente para o grupo de Agojie que desfila. Na sequência, é a jovem quem ganha o foco da trama, uma vez que está para ser entregue a um marido. No entanto, mais uma vez ela não aceita o parceiro, um homem muito mais velho e de aparência nada atraente. Contrariado, o pai da moça de 19 anos a entrega para o rei. É nesse ponto que o caminho da brilhante guerreira Nanisca cruza com o de Nawi.

Enquanto ganha destaque no posto de treinante a guerreira, sob os cuidados de Izogie, Nawi chama a atenção de Nanisca, mas também comete erros que a desagradam. Tanto é que há espaço para um romance com o jovem Malik (Jordan Bolger). Ele que é metade originário da região -e veio para conhecer o lugar em que a mãe nasceu- e metade brasileiro (conforme a versão dublada do longa). Todavia, essa história de amor será importante para o destino de Nawi no desenrolar da história.

A moça conquista a atenção de Nanisca, a guerreira mais importante das Agojie que também está na mira do veneno ácido da esposa do rei Ghezo (John Boyega), a jovem e manipuladora Shante (Jayme Lawson). Conforme a história de Nanisca e Nawi vai se entrelaçando de modo irreversível, embates de defesa do povo Reino de Daomé acontecem -e são de tirar o fôlego. 

No entanto, o drama histórico com cenas de muita ação, ao retratar a jornada da general responsável pelas mulheres guerreiras pode ser definido como um novelão de primeira. Garante lindas cenas de fazer derramar lágrimas. Seja na despedida entre Izogie e Nawi, quando a atriz Thuso Mbedu dá um show de talento ou quando ela contracena com Viola Davis, numas das cenas finais, interpretando um texto de reconciliação e muito amor que faz arrepiar. 

"A Mulher Rei" é um novelão, mas também uma produção imperdível. Tudo no longa se encaixa e o torna majestoso. Seja pela construção bem elaborada de toda a trama que passeia entre confrontos -as cenas de ação chegam a dar frio na espinha-, incluindo dramas do passado que regressam para tornar a grande revelação emocionante, dando espaço para a importância da amizade. O roteiro de Dana Stevens fortalece a produção que é complementando pelo visual com lindos cenários naturais. "A Mulher Rei" é um filmaço!

Em parceria com a rede Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar Shopping. O Cineclube do Cineflix traz uma série de vantagens, entre elas ir ao cinema com acompanhante quantas vezes quiser - uma oportunidade para qualquer cinéfilo. Além disso, o Cinema traz uma série de projetos, que você pode conferir neste link.


A Mulher Rei (The Woman King, 2022)
Gênero: Drama. História
Duração: 2h15
Diretor: Gina Prince-bythewood
Roteiro: Dana Stevens
Classificação: 16 anos (Drogas Lícitas, Temas Sensíveis, Violência Extrema)
Elenco: Viola Davis, Thuso Mbedu, Lashana Lynch


Mary Ellen Farias dos Santos, editora do portal cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm

Trailer






.: "Rota 66": os principais desafios na adaptação do best-seller para a série


Globoplay lança série dramatúrgica ancorada no trabalho investigativo do jornalista Caco Barcellos. Na imagem, Humberto Carrão caracterizado como o autor do livro no seriado. Os quatro primeiros episódios da série original Globoplay já estão disponíveis na plataforma. Foto:Vans Bumbeers

A série original Globoplay "Rota 66 - A Polícia que Mata" celebra o marco de 30 anos do lançamento do best-seller do jornalista Caco Barcellos. Criada por Maria Camargo e Teodoro Poppovic, a trama dramatúrgica acaba de estrear na plataforma, com os dois primeiros episódios já disponíveis, trazendo na bagagem uma extensa, e intensa, pesquisa. Um trabalho minucioso de adaptação, que também envolve um mergulho na biografia do jornalista, que celebra 50 anos de carreira em 2022, mostrando a dificuldade em conciliar a investigação com a vida pessoal. 

“O ponto de partida foi seguir os passos do Caco e fazer uma imersão em pesquisa, criando o nosso próprio banco de dados. Foram entrevistas e centenas de documentos sobre os casos investigados, remetendo aos dados da atualidade, já que histórias mais recentes também foram combustível para a criação. Para mim, o maior desafio na criação da série foi sintetizar todas essas histórias em um número menor de casos que fossem representativos do todo, que resumissem e colocassem na tela a essência da tragédia que Caco denunciou nos anos 80”, explica Maria Camargo.    

“A construção de uma dramaturgia elíptica, sem perder a tensão necessária para um projeto serializado, foi um dos grandes desafios para a sala de roteiro, não apenas pelo olhar de Caco, mas também dos outros personagens ao seu redor, que vivem suas próprias histórias dentro de uma grande trama. Também foi um norte importante buscar outras vozes, incluindo sobreviventes ou seus familiares, sendo mães, esposas, filhos e pais destas vítimas”, relembra Teodoro Poppovic.   

Filmado entre 2021 e 2022, o original Globoplay traz mais de cem atores no elenco, sendo 22 na trama principal, e cenas que se desenvolvem em mais de 90 locações e 250 sets. A escalação do elenco foi uma importante etapa do processo de construção e cuidado de perto pelo diretor artístico Philippe Barcinski. “O Humberto Carrão, por exemplo, encapsula com naturalidade certas características de Caco, pois ambos são tímidos, generosos e com olhar muito atento ao outro. Há algo muito similar entre os dois que funcionou bem na tela”, avalia Barcinski.   

“Rota 66’ é uma história respeitada e consagrada na literatura e nesta nova abordagem pelo audiovisual ganha outros atributos que irão atrair a atenção não só de quem já conhece o livro, mas também daqueles que nunca tiveram contato com a obra. Sem dúvidas é uma série que chega para enriquecer ainda mais o nosso catálogo de originais e reforça nosso compromisso na produção nacional”, complementa Teresa Penna, diretora do Globoplay e Produtos Digitais Audiovisuais.

“Estamos entregando para a audiência uma série impactante, com sólido resultado artístico, ancorada na credibilidade de um dos jornalistas mais respeitados do país. Isso só foi possível graças à parceria com o Globoplay, que apostou na excelência da produção independente e numa história que reverbera os grandes temas do Brasil atual", finaliza Gustavo Mello, produtor da série e sócio da Boutique Filmes. Você pode comprar o livro "Rota 66", livro que Caco Barcellos que inspirou a série, neste link.    

"Rota 66 - A Polícia que Mata" é um Original Globoplay, criado por Maria Camargo e Teodoro Poppovic, tem redação final de Maria Camargo, roteiro de Teodoro Poppovic, Déo Cardoso, Mariah Schwartz, Philippe Barcinski, Felipe Sant'Angelo e Guilherme Freitas, produzido por Gustavo Mello, direção artística de Philippe Barcinski e direção de Philippe Barcinski e Diego Martins. A produção é da Boutique Filmes, com coprodução Globoplay. Além de Humberto Carrão, tem no elenco: Lara Tremouroux, Juan Queiroz, Adriano Garib, Rômulo Braga, Gabriel Godoy, Ricardo Gelli, Ailton Graça, Wesley Guimarães, Rafael Lozano, Naruna Costa, Felipe Oládélè, Ariclenes Barroso, Virgínia Rosa, Magali Biff, Ivy Souza, Bruno Vinícius, Gabriel Wiedemann, Edu Guimarães, Nizo Neto e Maria Manoella.

.: Nova série original japonesa "Modern Love Tokyo" será lançada em outubro


A adaptação japonesa da série antológica de sucesso internacional, baseada na famosa coluna do The New York Times, é estrelada por Naomi Scott, Asami Mizukawa, Nana Eikura, Ran Itô, Ryô Narita, Hiromi Nagasaku e Haru Kuroki. Os diretores incluem Kiyoshi Kurosawa, Ryûichi Hiroki, Nobuhiro Yamashita, Naoko Ogigami e Naoko Yamda, com Atsuko Hirayanagi como showrunner.
 


O Prime Video anuncia hoje o cartaz oficial e o lançamento de "Modern Love Tokyo", adaptação japonesa da série de antologia romântica original do Prime Video, "Modern Love". A série será lançada exclusivamente no Prime Video na sexta-feira, 21 de outubro, em mais de 240 países e territórios.

"Modern Love", a série de sucesso internacional do Prime Video, retrata diversas histórias da emoção universal do amor em suas muitas formas, e cada episódio é baseado em uma edição da adorada coluna homônima do The New York Times. Na adaptação japonesa, seis importantes diretores de cinema japoneses darão vida a uma coleção de histórias sobre várias formas de amor que ocorrem em Tóquio. Esta série tem sete episódios no total, incluindo um feito inédito em "Modern Love": um dos episódios foi feito completamente em anime.

A série é estrelada por Asami Mizukawa, Hiromi Nagasaku, Yûsuke Santamaria, Sôsuke Ikematsu, Naomi Scott, Atsuko Maeda, Nana Eikura, Tasuku Emoto, Ran Itô, Ryo Ishibashi, Ryô Narita e Kaho. Haru Kuroki e Masataka Kubota dublam os personagens do Episódio Sete.

A série é dirigida por Kiyoshi Kurosawa ("A Mulher de Um Espião"), Naoko Ogigami ("Entrelaçados"), Ryûichi Hiroki ("Tudo por Ela"), Nobuhiro Yamashita ("Matsugane Ransha Jiken"), Naoko Yamada ("A Voz do Silêncio: Koe no Katachi"), e Atsuko Hirayanagi ("Oh Lucy!"), esta última que também atua como showrunner Você pode comprar "Modern Love", o livro que inspirou a série, neste link.


Episódio 1: “Nursing My Son, and Some Grievances"
Mari é uma mulher que aspira ter sucesso nos negócios e ser uma ótima mãe para seu filho de três meses. Mari insiste em amamentar seu filho, pois acha que é uma das mais importantes demonstrações de amor. No entanto, quando surge a chance de participar de uma importante conferência em Cingapura, sua intenção de amamentar exclusivamente seu filho é posta à prova. Com Asami Mizukawa e Atsuko Maeda. Escrito e dirigido por Atsuko Hirayanagi.


Episódio 2: “What I've Learned From Sleeping With Married Men”
Kana ensina biologia em uma universidade. Ela e Keisuke, um escritor freelance, estão divorciados há seis meses. Ela passa seus dias em um aplicativo de namoro, onde se atreve a escolher homens casados ​​e tem uma série de casos amorosos sem arrependimentos. Uma pessoa se torna assexuada porque seu coração a abandona? É por causa da falta de sexo que o amor e o coração deixam o corpo? O que Kana aprendeu vendo vários homens casados ​​e fazendo sexo com eles? Com Nana Eikura e Tasuku Emoto. Escrito por Hisako Kurowasa e dirigido por Ryûichi Hiroki.


Episódio 3: “How My Worst Date Ever Became My Best”
Natsuko, que trabalha como curadora, está divorciada há vários anos. Por recomendação de sua amiga, ela sai com um homem que conheceu em um aplicativo de namoro. Natsuko não está muito entusiasmada com o encontro, mas aos poucos vai entrando em uma conversa animada com o homem. Enquanto isso, na mesa ao lado, um jovem e uma mulher estão tendo seu primeiro encontro e ela está cansada da conversa arrogante dele. Isso lembra Natsuko de outro encontro há 30 anos e diz a ele que foi o "pior encontro de todos os tempos". Com Ran Itô e Ryo Ishibashi. Escrito por Yukari Tatsui e dirigido por Nobuhiro Yamashita.


Episódio 4: “My Hibernating Wife”
Kengo e Mai estão casados há três anos. Mai costumava trabalhar como designer, mas ficou deprimida por causa de seus relacionamentos no local de trabalho e não tem mais vontade de ir trabalhar. Kengo continua lhe dando amor e atenção para trazer seu sorriso de volta. Eventualmente, Mai vai mudando graças ao amor dedicado de Kengo. A história retrata o crescimento de um casal fofo, centrado na depressão, uma doença moderna. Com Ryô Narita e Kaho. Escrito e dirigido por Naoko Ogigami.

Episódio 5: “For 13 Days, I Believed Him"
Momoko, uma mulher solteira de 50 anos, dedicou sua vida à carreira de repórter de TV e sente que a vida passou por ela. Ela conhece um homem chamado Yoji através de um serviço de namoro. Desde então, eles acampam e aproveitam seus dias juntos. Momoko é gradualmente atraída pela personalidade calorosa de Yoji, mas então ela descobre seu segredo severo. Com Hiromi Nagasaku e Yusuke Santamaria. Escrito e dirigido por Kiyoshi Kurosawa.

 
Episódio 6: “He Saved His Last Lesson For Me”
Emma, ​​nascida no Reino Unido, está morando em Los Angeles para economizar temporariamente para continuar sua longa viagem e ensinar inglês on-line para estrangeiros. É uma pergunta de Mamoru, um estudante japonês, que a abala profundamente: "O que é o amor?". Mamoru deixa uma impressão tão forte em Emma que ela não consegue se livrar dela. Emma aguarda ansiosamente o retorno de Mamoru à sua aula on-line. Quando Emma está prestes a desistir, Mamoru aparece em sua aula. Eles se sentem atraídos um pelo outro, mas no final da sessão, Mamoru diz a Emma que esta é a última sessão para ele. Com Naomi Scott e Sôsuke Ikematsu. Escrito e dirigido por Atsuko Hirayanagi.


Episódio 7 (animação): “He's Playing Our Song”
Um dia, Tamami ouve uma música de rock que ela costumava ouvir em sua juventude em seu bar favorito. Sua mente remonta 15 anos. Tamami, que é tímida desde o ensino médio, conhece Rin, que toca piano sozinho na academia. Tamami é atraída por ele e, através de seu amor compartilhado pela música, os solitários Tamami e Rin logo se tornam amigos. Mas um dia, o relacionamento deles termina e acaba se tornando uma memória fugaz. Na casa dos 30 anos, Tamami descobre que Rin se tornou um músico. Dublagem de Haru Kuroki e Masataka Kubota. Escrito por Naoko Ogigami e dirigido por Naoko Yamada.


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