Fabrício Pietro prepara "A Grande Obra"

Por Helder Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos

#ResenhaRápida com Tony Goes

Perguntas insolentes e infames

#ResenhaRápida com André Vasco

"+ Que HUMinutinho" com André Vasco

Fran Ferraretto: a atriz em permanente reconstrução

Por Helder Miranda e Mary Ellen Farias dos Santos

sexta-feira, 5 de junho de 2020

.: Teresa Cristina canta Noel Rosa e samba de primeira em live nesta sexta


"Teresa Cristina Canta Noel: Batuque É Um Privilégio" é o show que será apresentado nesta sexta-feira em live. Foto: André Pokan

Dentro da programação de junho do #EmCasaComSesc nesta sexta-feira, dia 5, a cantora Teresa Cristina homenageia um dos grandes nomes do samba com o show "Teresa Cristina Canta Noel: Batuque É Um Privilégio". Há mais de um mês, o Sesc São Paulo promove série de shows diários com transmissões, sempre às 19h, pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp.

No show desta sexta-feira, dia 5, o eterno poeta da Vila Isabel, Noel Rosa, é o segundo na trilogia proposta em homenagem aos grandes sambistas do Brasil, em que Teresa Cristina dá voz à obra de um grande compositor, seguido do aclamado "Teresa Canta Cartola", ambos com produção musical de Caetano Veloso. Premiada e reconhecida entre as vozes de maior destaque no samba do Rio de Janeiro, Teresa apresenta um repertório de vários sucessos do sambista, entre eles, "Com que Roupa", "Feitio de Oração" e "Gago Apaixonado".

Neste sábado, dia 6, o compositor e pianista Francis Hime, acompanhado da cantora Olivia Hime, apresenta o repertório do show "Encontro Musicais", uma espécie de biografia de canções de Francis e do processo de criação delas. Em formato intimista, Francis dialoga com a plateia virtual ao apresentar cada uma de suas composições, tendo como referência o livro "Trocando em Miúdos as Minhas Canções". De autoria do próprio Francis, o livro aborda detalhadamente o processo de criação de suas obras, tanto na música popular quanto na erudita. No repertório, grandes composições e canções compostas em parceria com Chico Buarque, como "Atrás da Porta", "Meu Caro Amigo", "Passaredo" e "Vai Passar".

E por fim, no domingo, dia 7, o cantor e compositor Renato Teixeira apresenta ao público da série Música #EmCasaComSesc as canções que fizeram sucesso em suas gravações, além de suas composições que se tornaram clássicos da nossa MPB. No formato intimista - voz e violão, ele apresenta composições próprias, como "Amanheceu, Peguei a Viola", parcerias com Almir Sater, como "Um Violeiro Toca" e "Tocando em Frente", e outras canções do cancioneiro nacional, como "Cálix Bento" (extraída do folclore e adaptada por Tavinho Moura), "Cabecinha no Ombro" (Paulo Borges) e "Felicidade" (Lupicínio Rodrigues).

Em junho, já se apresentaram Cristian Budu, com o concerto "A Música Clássica em Tempos de Mudança", o cantor e compositor Zé Renato; Filipe Catto com o projeto "Vênus Unplugged"; Edgard Scandurra, com "40 Anos de Lados B"Para conferir toda essa programação, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivo.

.: "Enfermidades" é tema da nova edição da revista poética Cabeça Ativa


A revista poética e temática Cabeça Ativa convoca poetas para participarem da edição n.º 50, que terá como tema "Enfermidades". "Aguardamos seus poemas convalescentes, moribundos e cheios de 'dodói'", diz a bem-humorada editora Cláudia Brino, que recentemente foi destaque na edição. Interessados em participar da seleção podem enviar até três poemas de no máximo 25 linhas até o dia 25 de julho, para o e-mail livroscostelasfelinas@gmail.com. Autores selecionados receberão um exemplar grátis.

quinta-feira, 4 de junho de 2020

.: "O Fio da Palavra", livro que percorre os caminhos da escrita, tem 2ª edição



Global Editora lança a segunda edição do livro "O Fio da Palavra", do cultuado escritor Bartolomeu Campos de Queirós. Com lustrações de Salmo Dansa, a obra percorre os processos da escrita e faz diversos questionamentos nas 48 páginas da obra. 

Como será que um autor escreve? Será que ele planeja ou tem a inspiração? Como conversar sobre isso? Cada escritor tem seu percurso, tem sua forma de se relacionar com o texto. Este livro é uma declaração de amor à escrita, a cada letra que é desenhada pelo poeta. E o que o leva a escrever? Já pensou? "É a coceira nos dedos", como disse o autor. A vontade de escrever é maior do que o poeta.

Sobre o autor
Bartolomeu Campos de Queirós foi muito importante para a literatura. Ele nasceu em 1944 na cidade de Pará de Minas, em Minas Gerais - fato que não gostava de falar abertamente, e viveu a infância em Papagaios, no mesmo estado, com o avô. Aos seis anos de idade, perde a mãe. Com mais de 40 livros publicados (alguns deles traduzidos para inglês, espanhol e dinamarquês), formou-se em educação e artes, e criou-se como humanista. 

Cursou o Instituto de Pedagogia em Paris e participou de importantes projetos de leitura no Brasil como o ProLer e o Biblioteca Nacional, dando conferências e seminários para professores de leitura e literatura. Foi presidente da Fundação Clóvis Salgado/Palácio das Artes e membro do Conselho Estadual de Cultura, ambos em Minas Gerais, sendo também muito convidado para participar de júris e comissões de salões, além de curadorias e museografias.

É autor do Manifesto por um Brasil Literário, do Movimento por um Brasil literário, do qual participava ativamente. Por suas realizações, Bartolomeu colecionou medalhas: Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres (França), Medalha Rosa Branca (Cuba), Grande Medalha da Inconfidência Mineira e Medalha Santos Dumont (Governo do Estado de Minas Gerais). Recebeu, ainda, láureas literárias importantes, como Grande Prêmio da Crítica em Literatura Infantil/Juvenil pela APCA, Jabuti, FNLIJ e Academia Brasileira de Letras. Faleceu em 16 de janeiro de 2012, na cidade de Belo Horizonte, em decorrência de insuficiência renal.

Ficha Técnica - "O Fio da Palavra"
Edição: 2ª edição
Formato: 14 x 21 cm
48 páginas
4 X 1 Cores
Peso: 130 gramas
ISBN: 978-85-260-2501-1
Código de Barras: 9788526025011

.: "Café Filosófico Expresso" estreia na TV Cultura com "Gula e Boemia"


No episódio de estreia, Fernanda D’umbra e Fabrício Corsaletti falam da relação da humanidade com a alimentação. Fotos: Pedro Caldas

Com 16 anos de existência, o "Café Filosófico" tem se reinventado quanto à forma, conteúdo, cenários e palestrantes que protagonizam reflexões relevantes para o pensamento contemporâneo. Em sinergia com esse processo evolutivo, o Instituto CPFL, em parceria com a TV Cultura, estreia na emissora o programa "Café Filosófico Expresso", na terça-feira, dia 9, às 23h.

O novo formato reúne dois convidados em cenários itinerantes que servem como palco para um diálogo mais curto - mas não menos qualitativo - sobre um tema definido por meio de uma curadoria própria de conteúdo. Aliás, qualidade foi uma preocupação constante na entrega do projeto.

“O Instituto CPFL tem uma produção audiovisual intensa e contínua. O acervo do Café Filosófico é um celeiro de inúmeras possibilidades para explorarmos e encontramos novas formas de reflexão. A TV Cultura, nossa parceira há muitos anos, acreditou na relevância desta produção e vai exibir os episódios em sua grade. Isso coroa nossos esforços para entregar conteúdo de alta qualidade à população brasileira”, pontua o diretor do Instituto CPFL, Mário Mazzilli.

Diferentemente do programa tradicional, com 2 horas de duração ao vivo e 50 minutos na TV, o tempo do “Expresso” gira em torno de 25 minutos. Com uma mecânica mais dinâmica e sem pré-roteiro, o programa adota novas linguagens, criando uma personalidade própria, porém, mantém os valores do Café Filosófico por meio de temas e reflexões conectados à veia editorial do programa original.

Primeira temporada
A temporada "Sete Pecados na Literatura" tem inspiração na série "7 Prazeres Capitais - Pecados e Virtudes Hoje", realizada pelo Café Filosófico CPFL em 2014, com curadoria de Leandro Karnal. A lista dos sete pecados capitais é descrita pela história como a lista dos vícios. Sua intenção seria o controle dos padrões religiosos mediante a aproximação com Deus. Por outro lado, o texto literário inverte o método religioso e permite ler, com os olhos dos escritores, os pecados como paixões fundamentais para a existência do ser humano.

Para Eneida Maria de Souza, convidada do episódio 3, que trata do pecado da preguiça, participar do projeto foi uma experiência inovadora. “Colaborar com o Café Expresso em torno do tema da preguiça, com Frederico Barbosa, interlocutor de fino trato, foi uma experiência ímpar na minha trajetória acadêmica. A conversa, sem pretensões eruditas, acompanhou o movimento vivo de São Paulo, visitou suas ruas e contemplou os arranha-céus, imagem de uma cidade tão evocada e vivida por Mário de Andrade”, explicou.

Com estética que faz alusão ao estilo documental, o Café Filosófico Expresso fez uso de recursos de captação de imagens em movimento. Para as imagens aéreas, o emprego de drones deu amplitude ao trajeto percorrido pelos convidados. Foi a primeira vez que o Café Filosófico fez uso do equipamento dentro de um episódio. Para as imagens captadas no interior dos automóveis, foram utilizadas câmeras esportivas que, além de menores e melhor ajustadas ao ambiente de um carro, também garantem maior estabilização do vídeo.

O projeto, que foi gravado antes da pandemia em 2019, demandou uma equipe de cerca de 30 profissionais entre câmeras, diretores, produtores, além de operador de áudio, equipe de conteúdo, comunicação e os pesquisadores convidados.


Primeiro episódio
Para a estreia da temporada "Sete Pecados na Literatura", o episódio será sobre Boemia e Gula, com Fernanda D’umbra e Fabrício Corsaletti. O episódio vai refletir sobre quais relações podem ser traçadas entre criatividade e gula e ainda: a intensidade criativa pode se confundir com o prazer da gula? No estado de boemia, come-se. E bebe-se pela gula. Ou pela excitação do paladar? Na boemia, floresce a poética do ser, do texto, da poesia. Os artistas podem ser boêmios profissionais? Existe uma gula por produtos culturais, principalmente livros?

"Boemia e Gula" percorre o caminho até a Livraria Simples e o Box 62 - um restaurante frequentado por hipsters, localizado debaixo de um viaduto da Radial Leste e que faz frente com o Teatro Oficina. A conversa faz uso do livro Perambule, de Fabrício Corsaletti, como referência literária. O episódio também relembra trechos do acervo do Café Filosófico no programa com Luis Estevam de Oliveira Fernandes: “Entre vícios e virtudes, uma história da relação da humanidade com sua alimentação”. O “Episódio 1: Boemia e Gula” vai ao ar na próxima terça-feira, dia 9, às 23h, logo após o programa #Provoca, na TV Cultura.

Confira as datas de exibições de todos os episódios da 1ª temporada:

9 de junho - Episódio 1 - "Boemia e Gula"
16 de junho - Episódio 2 - "Orgulho Clandestino"
23 de junho - Episódio 3 - "Macunaíma e a Preguiça Primordial"
30 de junho - Episódio 4 - "Avareza na Literatura Infantojuvenil"
7 de julho - Episódio 5 - "Ira e Literatura Marginal"
14 de julho - Episódio 6 - "Imagem e Inveja"
21 de julho - Episódio 7 - "Luxúria na Literatura e na Vida"

.: Edgard Scandurra no show "40 Anos de Lados B" em live nesta quinta


Em ordem cronológica, Edgard Scandurra canta as principais 
composições da carreira. Foto: Eduardo Nicolau

Dentro da programação de junho do #EmCasaComSesc nesta quinta-feira, dia 4, o multi-instrumentista que é peça chave da cena underground do rock paulistano na década 1980, Edgard Scandurra, apresenta o show "40 Anos de Lados B". Em ordem cronológica, ele canta as principais composições da carreira, tanto no Ira! como em sua trajetória solo, ou ainda em parcerias com Arnaldo Antunes, Ciro Pessoa, Bárbara Eugênia, Silvia Tape e Karina Buhr. No violão, guitarra, voz e bateria eletrônica, ele também mostra seu lado baterista e compositor da banda Mercenárias. Há mais de um mês, o Sesc São Paulo promove série de shows diários com transmissões, sempre às 19h, pelo Instagram @sescaovivo e YouTube do Sesc São Paulo - youtube.com/sescsp.

Nesta sexta-feira, dia 5, a cantora Teresa Cristina homenageia um dos grandes nomes do samba com o show "Teresa Cristina Canta Noel: Batuque É Um Privilégio". O eterno poeta da Vila Isabel, Noel Rosa, é o segundo na trilogia proposta em homenagem aos grandes sambistas do Brasil, em que Teresa Cristina dá voz à obra de um grande compositor, seguido do aclamado "Teresa Canta Cartola", ambos com produção musical de Caetano Veloso. Premiada e reconhecida entre as vozes de maior destaque no samba do Rio de Janeiro, Teresa apresenta um repertório de vários sucessos do sambista, entre eles, "Com que Roupa", "Feitio de Oração" e "Gago Apaixonado".

No sábado, dia 6, o compositor e pianista Francis Hime, acompanhado da cantora Olivia Hime, apresenta o repertório do show "Encontro Musicais", uma espécie de biografia de canções de Francis e do processo de criação delas. Em formato intimista, Francis dialoga com a plateia virtual ao apresentar cada uma de suas composições, tendo como referência o livro "Trocando em Miúdos as Minhas Canções". De autoria do próprio Francis, o livro aborda detalhadamente o processo de criação de suas obras, tanto na música popular quanto na erudita. No repertório, grandes composições e canções compostas em parceria com Chico Buarque, como "Atrás da Porta", "Meu Caro Amigo", "Passaredo" e "Vai Passar".

E por fim, no domingo, dia 7, o cantor e compositor Renato Teixeira apresenta ao público da série Música #EmCasaComSesc as canções que fizeram sucesso em suas gravações, além de suas composições que se tornaram clássicos da nossa MPB. No formato intimista - voz e violão, ele apresenta composições próprias, como "Amanheceu, Peguei a Viola", parcerias com Almir Sater, como "Um Violeiro Toca" e "Tocando em Frente", e outras canções do cancioneiro nacional, como "Cálix Bento" (extraída do folclore e adaptada por Tavinho Moura), "Cabecinha no Ombro" (Paulo Borges) e "Felicidade" (Lupicínio Rodrigues).

Em junho, já se apresentaram Cristian Budu, com o concerto "A Música Clássica em Tempos de Mudança", o cantor e compositor Zé Renato e Filipe Catto com o projeto "Vênus Unplugged"Para conferir toda essa programação, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivo.

.: Gero Camilo apresenta "A Casa Amarela" em live teatral nesta sexta


Gero Camilo conta a vida e o sonho do pintor Vincent Van Gogh na peça "A Casa Amarela" em live teatral #EmCasaComSesc. Foto: Cisco Vasques

Dentro de apresentações teatrais das lives #EmCasaComSesc, nesta sexta-feira, dia 5 de junho, é dia de se emocionar com Gero Camilo na apresentação de "A Casa Amarela". O texto, de sua autoria, conta a vida e o sonho do pintor Vincent Van Gogh de construir uma comunidade de artistas no sul da França, bem como sua relação intensa com o pintor Paul Gauguin nesse período. Classificação indicativa 12 anos. A peça pode ser assistida no YouTube do Sesc São Paulo youtube.com/sescsp -  e no Instagram do Sesc Ao Vivo - @sescaovivo - às 21h30. 

Promovidas pelo Sesc São Paulo, as apresentações - sempre às segundas, quartas, sextas e domingos às 21h30 - trazem monólogos interpretativos transmitidos diretamente da casa dos artistas. Colocando em pauta a guerra e a violência que nos desumanizam, "Mãe Coragem traz" uma reflexão densa sobre a moralidade humana em tempos de conflitos. Dirigido por Daniela Thomas, com tradução de Marcos Renaux, a apresentação tem classificação indicativa de 16 anos.

Domingo, dia 7 de junho, Eduardo Mossri apresenta uma versão do espetáculo "Cartas Libanesas". Em conversa intimista e direta com o telespectador, ele contará, por meio da figura do mascate Miguel Mahfuz, um pouco do processo da imigração sírio-libanesa no Brasil. Em 2009, o ator encontrou as cartas que sua avó recebia do seu avô, imigrante libanês, que tentava ganhar a vida no Brasil no início do século XX. Nas mãos do autor José Eduardo Saad Vendramini, junto de outros relatos verídicos de imigrantes libaneses no Brasil, surgiu o texto deste monólogo. A direção é de Marcelo Lazzaratto e a classificação indicativa 12 anos.

Já passaram pela série #EmCasaComSesc na categoria teatro os artistas Celso Frateschi, interpretando, de sua autoria, "Diana", Georgette Fadel em "Terror e Miséria no Terceiro Milênio", de Bertolt Brecht; Sérgio Mamberti em "Plínio Marcos, Um Homem do Caminho"; Ester Laccava com "Ossada", Jé Oliveira com, de sua autoria, "Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens"; Gustavo Gasparani em "Ricardo III", de Shakespeare; Lavínia Pannunzio, com Elizabeth Costello, Grace Passô, interpretando "Frequência 20.20"; Denise Weinberg em "O Testamento de Maria"; 
Cacá Carvalho, com "O Carrinho de Mão", trecho do espetáculo "A Poltrona Escura", de Luigi Pirandello; Bete Coelho com "Mãe Coragem", de Bertolt Brecht.

Para conferir a programação de teatro, basta acessar as páginas youtube.com/sescsp ou o novo endereço do Sesc São Paulo no Instagram criado especialmente para a série Sesc Ao Vivo instagram.com/sescaovivo, às segundas, quartas, sextas e domingos, sempre às 21h30.


.: Entrevista: Daniele Hypólito fala sobre "Made in Japão" e Olimpíada


Ginasta, que mira lugar nos Jogos de Tóquio 2021, entra na gincana em episódio que vai ao ar neste sábado, dia 6. "Tentarei a vaga olímpica; por isso, é legal conhecer mais do Japão no reality!". Foto: Antonio Chahestian/Record TV

Daniele Hypólito é a novidade deste fim de semana no reality show  de convivência "Made in Japão", comandado aos sábados, às 22h30, por Sabrina Sato na Record TV. A ginasta entra no lugar da passista Quitéria Chagas, que no último episódio lesionou o joelho e deixou a gincana japonesa por recomendação médica. Em uma rápida conversa antes de ser apresentada ao telespectador no palco da atração, a nova participante diz estar preparada para enfrentar os bastidores e as provas da competição maluca valendo R$ 500 mil. "Entrarei com competitividade, correndo atrás do prejuízo!". 

Destacando ser pacífica, a atleta conta que pretende manter essa tranquilidade ao longo de toda a sua jornada no programa, a fim de evitar conflitos com seus colegas de confinamento. São eles os atores Sérgio Hondjakoff e Gui Santana; os modelos e ícones da virada do século Luiza Ambiel e Flávio Mendonça; os atletas Richarlyson e Maurren Maggi, as influenciadoras digitais Babi Muniz e Silvana Oliveira e o veterano em realities Dhomini, ex-namorado de Sabrina Sato.

Inédito no Brasil, o "Made in Japão" mostra os bastidores de um megajogo fora do comum, no qual famosos encaram provas bizarras de estratégia, sorte ou habilidade enquanto têm de lidar com a rivalidade dos oponentes durante 25 dias confinados sem muito conforto. A atração está toda gravada, exceto pelo anúncio do ganhador, que vai ao ar no dia 27 de junho.

Na entrevista abaixo, Daniele Hypólito fala sobre suas expectativas antes de entrar na metade do reality, mas também sobre seu plano de disputar em 2021 a Olimpíada de Tóquio, evento mundial que foi adiado por conta da pandemia de coronavírus.

Daniele, tem certeza de que quer entrar neste universo maluco do "Made in Japão"? Você sabe bem onde está se metendo (risos) O que a motiva e incentiva a encarar como desafio este novo reality show no currículo?
Daniele Hypólito –  Saber exatamente onde estou me metendo eu não sei, não (risos)! Mas por ser uma gincana maluca, uma competição diferente, muitas coisas vão ser muito engraçadas! O que me motiva é isso, é ser algo completamente novo, que sai da minha zona de conforto. É um reality a mais no currículo, mas é distinto de tudo o que já fiz, além de ser novidade na TV. Mas lembrando: não deixei de ser atleta! Continuo competindo e, inclusive, tentarei vaga para a Olimpíada de Tóquio 2021. Por isso, é legal conhecer um pouco mais do Japão no reality!

Chegar com a competição já em andamento poderia ser um fator que a intimidasse. Mas, pelo visto, está disposta a correr atrás do tempo perdido. Como pretende avançar no placar e o que conta ou não a seu favor nessa hora, na sua avaliação? 
Daniele Hypólito – Chegar no meio do jogo é mesmo complicado, mas, no que depender de mim, pela minha experiência e pela minha parte atleta, entrarei com competitividade, correndo atrás do prejuízo! Acho, porém, que o mais importante é a gente se divertir. É entrar na brincadeira e na diversão! O meu ponto forte com certeza é a determinação, o foco; é o não desistir, estar ali até onde perceber que não vai dar mais. Já o fraco pode ser meu tamanho, para algumas coisas. 

Alguns candidatos já deram depoimento mostrando preocupação sobre quem ocuparia a vaga da Quitéria. Houve até quem dissesse que não aceitaria ninguém no lugar da passista. Qual sua estratégia, portanto, para a interação com os colegas neste primeiro momento? Pretende conquistar a confiança dos adversários ou deixar a competitividade em primeiro plano? 
Daniele Hypólito – Nunca tive problema de convivência com ninguém, sempre fui calma. Então, pretendo ser eu. Com certeza é um momento delicado, entrar quando todo o mundo está entrosado, e ainda mais no lugar de uma pessoa muito especial e querida por todos. Mas estou sempre sorrindo e alegre, tentando levar uma palavra amiga ou um abraço às pessoas. Claro que, a partir do momento em que você convive com as pessoas, é impossível não ter uma desavença, uma discussão. Mas com certeza vou tentar ser o mais tranquila possível, mostrar como sou no dia a dia. Entendo que todo o mundo tem aquele momento em que dá uns "cinco minutos" de fúria, de falar alto... Mas este é para ser um programa alegre e divertido. E no game, sim: o atleta, por mais que tente, não tira dele a competitividade! Com certeza vou levar para o jogo a confiança que eu tenho na hora da competição. Ela e o espírito de equipe, de estar ali junto com todo o mundo. Afinal, estamos todos no mesmo barco. Por mais que haja disputa, temos de torcer pelo outro.

Na vida, quando se vê entre conflitos, costuma tomar partido, apartar brigas ou busca não se envolver muito? Se for com você, costuma se defender logo ou tenta fugir de confusão?
Daniele Hypólito – Eu realmente sou muito pacífica, prefiro não me meter. Depois que tudo passa, que eu vejo que os ânimos se acalmaram, eu vou lá, pergunto se a pessoa está bem, se está precisando de um abraço. Porque às vezes a pessoa está precisando disso, de um abraço! Só em último caso é que eu me meto. Procuro não me envolver em confusões. Vamos ver como será a convivência na casa!

E já que o assunto é o Japão... Você, que já conhece o país, continua manifestando a vontade de disputar a Olimpíada de Tóquio em 2021. Fale um pouquinho sobre esses dois pontos, então, por favor.
Daniele Hypólito – Sim, já estive no Japão mais de uma vez! Adorei o país, que é movido a tecnologia. Uma coisa de que gostei muito foi a mistura da modernidade com os templos antigos, que deixa uma cultura diversificada! Continuo focada em disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio. Com certeza, então, se tiver de me arriscar, piso no freio por conta de algo muito maior que vem depois do programa, que é a minha disputa por uma vaga olímpica.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

.: "BTK Profile: Máscara da Maldade", um chamado para fãs da linha Crime Scene


"BTK Profile: Máscara da Maldade" está de volta à Loja Oficial Dark. É um livro que estuda a mente e o comportamento humano e faz parte da Coleção Profile da linha Crime Scene® ao lado de "Ted Bundy: Um Estranho ao Meu Lado" e "Killer Clown Profile: Retrato de Um Assassino". Uma obra que faz questionar se realmente conhecemos as pessoas que convivem conosco 0 e o que nos torna vulneráveis diante do perigo. Garanta a sua edição com marcador exclusivo antes que as pistas acabem novamente 💀

Escoteiro, pai de família e presidente da congregação local. Um assassino em série acima de qualquer suspeita
Ao longo de 30 anos, um monstro aterrorizou os moradores de Wichita, Kansas. Um assassino em série que amarrava, torturava e matava mulheres, homens e crianças, iludiu a polícia por anos a fio enquanto se vangloriava de suas terríveis façanhas para a mídia. A nação ficou chocada quando os crimes de BTK - a sigla para os termos em inglês bind, torture, kill, que eram sua assinatura criminosa - foram enfim associados a Dennis Rader, um vizinho amigável, marido devoto e respeitado presidente da congregação de uma igreja local.

O jornal Wichita Eagle fez a cobertura do assassino em série desde seu primeiro ataque, em janeiro de 1974. Desde então, o jornal, a polícia e o assassino desenvolveram um intricado relacionamento. Foi por meio do Eagle que BTK enviou sua primeira mensagem, em 1974. Foi para o Eagle que, alguns anos depois, o desesperado chefe de polícia de Wichita pediu ajuda para criar uma armadilha para o assassino. Foi em uma carta para o Eagle que BTK anunciou seu reaparecimento, em 2004. E foi por meio dos classificados do jornal que o chefe da investigação levou BTK a cometer um erro que resultou em sua captura, em 2005.

O Wichita Eagle transcreveu todo o julgamento e o postou na internet para que a população tivesse acesso à informação. A imagem da estranha máscara feita de plástico resistente, na qual ele pintara lábios, cílios e sobrancelhas se tornou icônica entre as evidências do caso. A cobertura abrangente e aprofundada - que gerou mais de 800 artigos entre 2004 e 2006 - rendeu prêmios jornalísticos e elogios a uma dedicada equipe compromissada com a verdade. E virou livro. BTK Profile: Máscara da Maldade é um registro contundente e não uma mera reconstituição do caso, com uma narrativa íntima e completa de um pesadelo que assolou a cidade de Wichita por décadas, contada em primeira mão pelas pessoas que estavam lá desde a chocante descoberta.

Os repórteres que cobriram o caso reuniram documentos, evidências e depoimentos da força-tarefa designada para a investigação, colocando todas as peças do horrendo quebra-cabeça em seu devido lugar. Enquanto muitos se concentraram apenas em retratar o mal, o competente time por trás deste livro optou por dedicar a mesma quantidade de tempo às pessoas que o erradicaram. As pessoas que detiveram BTK são policiais de verdade - personagens de carne e osso que baixaram a guarda para que os leitores pudessem seguir com eles em missões de vigilância e confronto, para dentro de seus lares e corações.

Os fãs da linha Crime Scene agora têm à disposição uma obra completa e cuidadosamente escrita para estudar o caso de Dennis Rader, o BTK. Em 2005, após a sua prisão e confissão, Dennis Rader teve a sua história contada no filme Hunt for the BTK Killer, de Stephen T. Kay, e também serviu de inspiração para Stephen King no conto “Um Bom Casamento”. Mindhunter, série da Netflix produzida por Charlize Theron e David Fincher, traz o assassino em destaque em sua segunda temporada, que tem estreia confirmada para agosto deste ano.

"BTK Profile: Máscara da Maldade" é um livro que investiga a mente e o comportamento humano e entra para a Coleção Profile da linha Crime Scene® ao lado de "Ted Bundy: Um Estranho ao Meu Lado" e "Killer Clown Profile: Retrato de Um Assassino". O trabalho de Wenzl, Potter, Laviana e Kelly nos faz questionar se realmente conhecemos as pessoas que convivem conosco - e o que nos torna vulneráveis diante do perigo. A tradução é de Eduardo Alves.

Sobre os autores
Roy Wenzl trabalhou no Wichita Eagle entre 1996 e 2017. Já recebeu diversos prêmios pelos seus escritos, em especial o Pulitzer de 1982 enquanto trabalhava com a equipe do Kansas City Star e Times na cobertura do colapso da passarela do Hyatt Regency em 1981. Também escreveu o livro "The Miracle of Father Kapaun" (2013), que inspirou um documentário coproduzido por Wenzl.

Tim Potter trabalha no Wichita Eagle desde 1991. Em seus quase 30 anos no jornal, especializou-se na cobertura de crimes e segurança pública e já escreveu especiais para o Washington Times, Miami Herald, The Charlotte Observer, entre outros.

Hurst Laviana se formou em matemática e jornalismo pela Universidade do Kansas, e trabalhou no Wichita Eagle entre 1982 e 2014. Atualmente vive com a família em Pittsburgh, Pensilvânia.

Laura L. Kelly é especialista em comunicação pela Universidade Estadual de Wichita e trabalhou como editora assistente e repórter no Wichita Eagle entre 1981 e 2006. Foi líder do projeto do livro dentro do jornal e dedicou-se intensamente aos deveres com a obra. Desde 2008 administra uma empresa de consultoria de mídia e em 2015 publicou um conto chamado “Listen to Your Heart”.

O que foi dito sobre o livro

"O livro é muito bem escrito e oferece um panorama bem amplo da caçada ao BTK, partindo do ponto de vista não só do próprio BTK, mas também dos policiais, jornalistas e pessoas comuns da comunidade. Alguns erros de revisão, mas nada que impeça a leitura. Só gostaria que tivesse mais imagens! São pouquíssimas as fotos, não estou dizendo que deveria ter fotos das cenas dos crimes, claro, mas por exemplo das ruas e casas importantes, das coletivas de imprensa, capas de jornal, etc."

"O livro é perfeito tanto em acabamento quanto na história. Super recomendo! "

"Conteúdo e acabamento maravilhosos, digno da Darkside! Sem mencionar a história que é incrível! Vocês arrasaram, parabéns! "

"Super interessante "

.: Sônia Braga comemora 70 anos: relembre o início da história da atriz

Sônia Braga comemora 70 anos e acervo do Centro de Memória Bunge relembra início da história da atriz. Uma campanha de margarina foi baseada no filme "Dona Flor e Seus Dois Maridos", estrelado por Sônia Braga. Sônia Braga em campanha da margarina "Flor" (Acervo Centro de Memória Bunge)

Em 8 de junho de 2020, a atriz, apresentadora, cantora e produtora brasileira, Sônia Braga, comemora 70 anos. Natural do Paraná, cresceu no bairro do Belenzinho, em São Paulo até que, aos 14 anos, foi descoberta e convidada pelo diretor Vicente Sesso para trabalhar no programa infanto-juvenil Jardim Encantado. Depois disso, Sônia participou de peças de teatros na região do ABC Paulista e começou a participar de novelas como "Irmãos Coragem" e "Selva de Pedra", mas o sucesso da atriz chegou com o papel principal na telenovela "Gabriela", baseada na obra de Jorge Amado em 1975.

Já conhecida pelos brasileiros, dois anos depois, em 1977, a atriz voltou a interpretar um personagem de Jorge Amado, agora no cinema em "Dona Flor e seus Dois Maridos", com direção de Bruno Barreto, que tinha 20 anos. O filme é uma das maiores bilheterias do cinema brasileiro de todos os tempos. Sônia Braga conquistou o público com Dona Flor, foi indicada ao Bafta na categoria "Relevação" e recebeu diversos elogios graças a sua excelente performance em tela, o que lhe abriu portas até para uma carreira internacional.

Ainda na década de 70, a SANBRA (Sociedade Algodoeira do Nordeste Brasileiro), antiga empresa Bunge, desenvolveu uma margarina especial para a cozinha doméstica, a margarina "Flor", especial para forno e fogão e, depois da estreia do filme "Dona Flor e Seus Dois Maridos" a campanha foi inteiramente baseada no sucesso de Bruno Barreto. A ação colocou a margarina em destaque no mercado e ainda trazia receitas apresentadas com humor e sensualidade pela atriz dirigida pelo próprio Bruno, reproduzindo fielmente o clima do filme.

Sônia Braga seguiu fazendo grandes sucessos nacionais, como "Saramandaia", "Dancin’ Days" e o filme dirigido por Arnaldo Jabor, "Eu Te Amo" em 1981, que rendeu a Braga o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Gramado. Nos anos seguintes, a atriz era vista como a próxima grande estrela sensual do cinema internacional. Braga foi reconhecida internacionalmente por seu papel em "O Beijo da Mulher Aranha" em 1985 de Hector Babenco. O filme se tornou um grande sucesso e a atriz coestrelou ao lado de William Hurt, que venceu o Oscar de melhor ator.

A atriz continuou alcançando grandes conquistas nos Estados Unidos, em 1987, foi a primeira brasileira a apresentar uma categoria do Oscar ao lado do astro Michael Douglas. As críticas e aplausos levaram Braga a trabalhar em outros grandes filmes com atores consagrados como Clint Eastwood e Charlie Sheen. Nos anos 2000, participou de diversas séries americanas como "Sex and the City", "Law & Order", "American Family", entre outros.

Nos últimos anos, Braga participou como integrante do júri do Sundance Film Festival em Utah (EUA) e desempenhou o papel de mãe da atriz Julia Roberts no filme "Extraordinário". Em 2019, a atriz interpretou Domingas no filme "Bacurau" do cineasta Kleber Mendonça Filho que foi premiado como melhor longa-metragem internacional no Festival de Cinema de Munique.

Essas e outras informações, como fotos e vídeos da campanha estrelada pela atriz Sônia Braga podem ser encontradas no acervo do Centro de Memória Bunge, que preserva os mais de 100 anos de história da Bunge no Brasil. Todo acervo está disponível para consulta e visitação, após o fim do isolamento, mediante agendamento.

.: Série cinema #EmCasaComSesc terá exibição grátis de filmes em streaming


A animação "Historietas Assombradas - O Filme" é uma das atrações da série de cinema em streaming #EmCasaComSesc

A partir desta quinta-feira, dia 4, o Sesc São Paulo dá início a uma série dedicada ao cinema, com exibição de filmes em streaming (no formato FVOD - Free Video On Demand), na recém-lançada plataforma Sesc Digital, que passa a reservar um espaço exclusivo para as sessões, basta acessar "Cinema Em Casa". Toda semana serão disponibilizados quatro novos títulos, entre longas e documentários, sempre a partir de quinta-feira, com acesso gratuito a qualquer hora do dia e sem necessidade de cadastro.

Na estreia do novo serviço de streaming do Sesc São Paulo, a série Cinema #EmCasaComSesc exibe a cópia restaurada de Mamma Roma, de Pier Paolo Pasolini, cineasta cujas provocações se fazem ainda hoje mais necessárias. Além dele, o filme "O Homem da Cabine", de Cristiano Burlan, inicia a programação de cinema nacional, dando ênfase a documentários, com a história deste profissional que silenciosamente projeta sonhos.

Tem também "O Pacto de Adriana", documentário chileno de Lissette Orozco, que nos leva a um impactante encontro com a verdade histórica da ditadura e seus efeitos na atualidade e a animação brasileira "Historietas Assombradas - O Filme", de Victor-Hugo Borges, que dá início à programação voltada ao público infanto-juvenil. Os filmes estarão disponíveis a partir de 4 de junho, de quinta-feira.

A programação contemplará quatro eixos principais neste primeiro momento. Uma curadoria de clássicos do cinema, em sua maioria cópias restauradas e exclusivas na plataforma; uma seleção contemporânea internacional, com filmes que tiveram uma trajetória relevante em festivais no mundo todo e que merecem uma nova oportunidade de exibição ao público; uma janela dedicada ao cinema nacional, com produções de grande alcance de público e filmes independentes que merecem maior espaço de exibição - haverá também destaque aos documentários, ponto forte na produção cinematográfica brasileira; e por fim, uma seleção de filmes infanto-juvenis, visando a formação de público, desde os primeiros anos de vida, para a diversidade do cinema e ampliação do lastro de narrativas.

A iniciativa de oferecer filmes em streaming em sua nova plataforma digital reforça os aspectos que ancoram a ação institucional do Sesc São Paulo, garantindo o acesso a conteúdos da cultura a variados públicos. Com maior presença no ambiente online, o Sesc amplia sua ação de difusão cultural, de maneira acessível e permanente. O público ganha assim mais um espaço para contemplar, descobrir e redescobrir o cinema, a partir de grandes obras selecionadas, disponibilizadas online e gratuitamente.

Os filmes ficarão disponíveis por um período determinado, com alterações e novas estreias semanais a cada quinta-feira (considerando a semana de cinema de quinta à quarta-feira). Haverá ainda possibilidade de prorrogação da exibição, conforme a demanda do público, além de sessões especiais por períodos menores (como 24h, por exemplo). A curadoria do Cinema #EmCasaComSesc conta com a experiência do CineSesc, que segue fechado desde o mês de março, por conta da crise causada pelo novo coronavírus.

Cinesesc
Um dos cinemas de rua mais queridos da cidade, o Cinesesc iniciou seu funcionamento em 21 de setembro de 1979, no número 2075 da rua Augusta, na cidade de São Paulo, e se dedica à missão de fomentar a difusão do cinema de qualidade, exibindo obras que muitas vezes ficam fora do circuito comercial nas salas de cinema e plataformas online. Sua programação inclui grandes e pequenas produções do mundo todo.

Além de integrar o corpo de curadores em mostras especiais, o CineSesc também recebe festivais importantes do calendário cinematográfico paulistano, como a Mostra Internacional em São Paulo, Festival Mix Brasil e o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, entre outros. O cuidado com a programação tem reconhecimento do público e da crítica, que o elegeu, por diversas vezes, a melhor sala especial de cinema na cidade de São Paulo.

Programação: Cinema #EmCasaComSesc de 4 a 10 de junho

"Mamma Roma" (Direção: Pasolini, Itália, 1962, 116 minutos, 14 anos) Mamma Roma (Anna Magnani) é uma prostituta de meia-idade que sonha em mudar de classe social para poder voltar a viver com filho adolescente, Ettore (Ettore Garofolo). Ela faz de tudo para dar uma vida melhor a ele, mas o jovem não quer saber de estudar ou trabalhar e vive na rua com os amigos arruaceiros. Quando o passado de Mamma volta a atormentá-la, ela vai perceber que o recomeço é incerto e, talvez, inalcançável. Ficção.

"O Homem da Cabine" (Direção: Cristiano Burlan, Brasil, 2008, 90 minutos, livre) Entre o claro e o escuro das salas de projeção, existe um profissional pouco conhecido da plateia de cinema: o projecionista. A partir do microcosmo de uma sala de projeção, o documentário faz um registro da rotina desses trabalhadores, que possuem uma longa e solitária jornada de trabalho. Documentário.

"O Pacto de Adriana" (Direção: Lissette Orozco, Chile, 2017, 96 minutos, 12 anos) Quando criança, Lissette Orozco tinha sua tia Adriana como um grande exemplo. Porém, ao descobrir que ela trabalhava para a polícia secreta do ditador chileno Augusto Pinochet, Lissette decide enfrentar Adriana para desvendar os segredos obscuros da história de seu país. Documentário.

"Historietas Assombradas - O Filme" (Direção: Victor-Hugo Borges, Brasil, 2017, 90 minutos, livre) Pepe é um menino de 12 anos que mora com sua avó, uma bruxa-empresária. Após descobrir que é adotado e que seus pais estão vivos, ele decide sair em busca deles, mas assim acaba atraindo a atenção de Edmundo, um vilão biomecânico que precisa de Pepe para concretizar seu enorme plano maléfico: usar a energia das crianças de sua espécie para atingir a imortalidade. Edmundo rapta a avó de Pepe, forçando o menino e seus amigos a resgatá-la em uma aventura pelo universo fantástico baseado no sucesso da TV "Historietas Assombradas (para crianças malcriadas)" e de quebra solucionar o enigma que gira em torno de seus pais desaparecidos e do passado sinistro de sua espécie. Animação.

Serviço:
Cinema #EmCasaComSesc
Toda semana, sempre a partir de quinta-feira, tem quatro novos filmes para streamingsescsp.org.br/cinemaemcasa.

Postagens mais antigas → Página inicial
Tecnologia do Blogger.