quinta-feira, 20 de setembro de 2018

.: Carioca em Más Companhias retorna ao Teatro Opus em novembro

Um dos melhores humoristas e imitadores do Brasil retorna ao palco Teatro Opus, em São Paulo, em novembro, com seu impressionante espetáculo

Crédito: Leonardo Pitta


Atendendo ao pedido do público, Marvio Lucio, considerado um dos melhores humoristas e imitadores do Brasil na atualidade, orgulhosamente está de volta ao palco do Teatro Opus, em São Paulo, no dia 23 de novembro, com o espetáculo “Carioca em Más Companhias”.

Após bem-sucedidas apresentações, o artista novamente promete fazer o público chorar de tanto rir, com personagens consagrados que, com certeza, renderão muitas gargalhadas, como Jô Suado, Lelé Santos, Boris, Bolsonabo, o abençoado Pastor Cráudio, além de Pedro Paulo de Milão, Didi Mais Cedo e Dilma du Cheff.

Tudo isso em um mesmo palco, na mesma noite, pelo mesmo ingresso e com um mesmo artista, Carioca, que sozinho garante um espetáculo rico, eletrizante, surpreendente e arrebatador. O talento e versatilidade dele garantem um performance dinâmica com a interpretação de vários personagens na mesma apresentação.

Celebrando mais de 20 brilhantes anos de carreira e trajetória extremamente consolidadas, Marvio Lucio ingressou recentemente ao time do Video-Show (Rede Globo), foi uma das principais atrações do Programa Pânico (no rádio e também na TV), ganhou homenagem no Prêmio Risadaria 2018 e agora pertence à galeria de Heróis do Humor.

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro Opus e pelo site Uhuu.com. Mais informações no serviço abaixo.

Duração: 90 min.
Faixa Etária: 14 anos

Realização: Non Stop Produções

CARIOCA EM MÁS COMPANHIAS
23 de novembro de 2018
Sexta-feira, às 21h30
Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 - Alto de Pinheiros/ 4o piso – Shopping Villa-Lobos) | www.teatroopus.com.br

INGRESSOS: 
Balcão Nobre
R$ 80,00 - Inteira | R$ 40,00 - Meia-entrada
Plateia Alta
R$ 100,00 - Inteira | R$ 50,00 - Meia-entrada
Plateia Baixa
R$ 120,00 - Inteira | R$ 60,00 - Meia-entrada

- 50% de desconto para lojista Shopping Villa Lobos, limitado a 100 ingressos por sessão e dois por CPF para compras feitas apenas na bilheteria;
- 20% de desconto para clientes, funcionários e acionistas da Rede MERCURE/ACCOR, limitados a 50 ingressos por sessão, dois por CPF.

** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo.
*** A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais em São Paulo:
- IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
- ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br
- PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
- JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
- JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
 - DIRETORES, COORDENADORES PEDAGÓGICOS, SUPERVISORES E TITULARES DE CARGOS DO QUADRO DE APOIO DAS ESCOLAS DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAIS mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.
- PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL E DAS REDES MUNICIPAIS DE ENSINO mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.
**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.

Capacidade: 751 pessoas
Acesso para deficientes

Estacionamento:
Self
Até 2h - R$13,00
2h a 3h - R$16,00
3h a 4h - R$19,00
4h a 5h - R$22,00
5h a 6h - R$28,00
6h a 7h - R$34,00
Demais horas: R$3,00

Valet
Até 1h - R$18,00
Demais horas: R$12,00

Horário de funcionamento:
Segunda a sexta: 10h às 22h (ou até o final do espetáculo)
Domingos e feriados: 10h às 22h (ou até o final do espetáculo)

Formas de pagamento: dinheiro e cartões de crédito e débito informadas no local de pagamento. Taxa de perda do cartão de estacionamento, será cobrado valor de estadia/ pernoite, conforme horas descritas nas tabelas. Tempo de tolerância de 15 minutos somente para self

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE SERVIÇO
Local: Foyer do Teatro Opus - 4º andar - Shopping Villa-Lobos
Av. das Nações Unidas, 4777 - Alto de Pinheiros - São Paulo, SP.
De terça a domingo, das 12h às 20h
A Bilheteria do Teatro, no terraço do Shopping Villa-Lobos, abre somente em dias de espetáculos, a partir das 14h.

OUTROS PONTOS DE VENDA - COM TAXA DE SERVIÇO
Site: www.uhuu.com
Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Visa e Visa Electron

.: A face desconhecida dos nossos Parentes

Em seu novo livro, o fotógrafo Rogério Ferrari mostra registros de povos indígenas na Bahia


"Parentes" é o volume mais recente da obra que o fotógrafo e antropólogo Rogério Ferrari vem compondo no âmbito do projeto Existências-Resistências, desenvolvido desde 2002 com o propósito de retratar a luta de povos e movimentos sociais por terra e autodeterminação. O livro, que será lançado no próximo dia 21 de setembro, às 19h, na RV Cultura e Arte, é um registro de povos indígenas na Bahia e resulta da itinerância do fotógrafo, que percorreu diferentes regiões do estado para mostrar “a face, para muitos desconhecida, dos nossos parentes”. 

Ferrari explica que "Parentes" “é um trabalho no âmbito do que venho fazendo através da fotografia: comunicar, informar, compartilhar”. O fotógrafo coloca em evidência “a diversidade, a permanência e resistência dos povos originários na Bahia”, revelando, em 64 imagens em preto e branco, a “face” dos Pataxó, Pataxó Hã Hã Hãe, Tupinambá, Pankaru, Pankararé, Tuxá, Atikun, Kaimbé, Tumbalalá, Kiriri, Kantaturé, Tuxi, Kariri-Xocó e Truká. Neste sentido, o livro torna-se lugar de encontro – ou reencontro – entre o leitor e esses parentes, pois, para o autor, “através dos retratos pode sugerir um autoreconhecimento coletivo e a reiteração de uma identidade negligenciada”. 

Por meio da publicação, o fotógrafo compartilha seu encontro pessoal com muitos parentes. As fotografias são recortes de suas vivências com comunidades indígenas de Santa Cruz Cabrália, Pau Brasil, Itaju do Colônia, Porto Seguro, Buerarema, Ilhéus, Olivença, Paulo Afonso, Curaçá, Euclides da Cunha, Banzaê, Ibotirama, Rodelas, Quijingue, Glória e Abaré, entre outros municípios baianos. O livro, que tem patrocínio do Fundo de Cultura (Secult-Ba), traz um mapa localizando cada comunidade contemplada no projeto.

Parentes reúne ainda textos essenciais que amplificam o diálogo proposto por Rogério Ferrari com o leitor, como o do pataxó Genilson Tacuari, que assina o posfácio. O volume conta com contribuições importantes de pesquisadores do Programa de Pesquisas sobre Povos Indígenas do Nordeste Brasileiro, como a de sua coordenadora, a antropóloga Maria do Rosário Carvalho, professora da Universidade Federal da Bahia – UFBA, que prefacia a obra. Já o antropólogo José Augusto Laranjeiras Sampaio, professor da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, pesquisador associado do mesmo programa, faz uma análise sobre a condição das terras indígenas na Bahia. Ferrari, que é mestre em Antropologia, também escreve sobre os povos retratados, partilhando suas impressões e buscando, desse modo, contribuir para tornar mais próximos esses nossos parentes. 

Sobre o autor: Fotógrafo independente, Rogério Ferrari (1965-) é baiano de Ipiaú e vem retratando povos de várias partes do mundo que resistem para existir. Ele assina uma obra singular que chega agora ao seu sétimo volume (Parentes), e se inscreve no âmbito do projeto Existências-Resistências, que, através de suas publicações, de debates e exposições fotográficas tem evidenciado as lutas dos palestinos que vivem sob a violenta ocupação israelense; do povo curdo, na parte da região ocupada pela Turquia; os Zapatistas, no México; o Movimento dos Sem-Terra, no Brasil; os refugiados palestinos, no Líbano e na Jordânia; os refugiados Saarauís, no deserto do Saara e nos territórios ocupados pelo Marrocos; os Mapuche, no Chile; os ciganos, na Bahia; e os índios Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul. 

Trata-se de uma trajetória incomum, marcada tanto pela documentação de eventos históricos, a exemplo da queda do Muro de Berlim (1989) e a invasão da Palestina pelo Exército de Israel (2002), como também por encontros com figuras lendárias, como o então líder da OLP (Organização pela Libertação Palestina), Yasser Arafat, e o subcomandante Marcos (hoje, subcomandante Galeano), porta-voz do Exército Zapatista de Libertação Nacional. Parentes, livro que lança em 2018, reflete seu olhar singular focado na perspectiva daqueles que retrata, contrapondo-se às informações difundidas na mídia. Nesta publicação, o fotógrafo permanece reativo à tendência de espetacularização da tragédia humana, reafirmando um posicionamento movido por seus ideais políticos. 

Com argumentos sólidos, sua obra publicizada já tem inscrições no campo cinematográfico, através do curta-metragem Muros, de Camele Queiroz e Fabricio Ramos, e no âmbito da pesquisa acadêmica como tema de artigos e dissertações: Nosoutros, Os Ciganos. Entre o Estigma e a Resistência (2016), defendida por Rogério Ferrari, no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFBA; e “O que faria com aquilo que entrava pelos meus olhos?” – Gesto e poética na fotografia de Rogério Ferrari (2016), defendida por Cássia Nunes, para obtenção do grau de Mestre, no Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (UFBA). 

Serviço
Parentes, de Rogério Ferrari
Edição do autor, 2018
140 páginas
R$ 70,00

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

.: 90 anos de Mickey Mouse e 10 curiosidades sobre o personagem


O personagem mais amado do mundo comemora 90 anos de sua primeira aparição oficial no dia 18 de novembro, data de lançamento do seu primeiro curta "Steamboat Willie".


Passaram-se 90 anos desde sua criação e Mickey Mouse continua vivo na memória de crianças e adultos ao redor do mundo, e é a franquia número 1 da The Walt Disney Company. Em seu nonagésimo aniversário, confira algumas curiosidades do personagem mais icônico do mundo:

1. No início, o personagem principal de Walt Disney não era Mickey...
E sim Oswald, o coelho sortudo. Walt Disney acreditava que o personagem seria um sucesso, mas em uma viagem para tentar conseguir dinheiro para a produção, os investidores deram uma resposta negativa e, como os direitos autorais do personagem pertenciam a eles, assumiram o controle do personagem.



2. O primeiro nome de Mickey Mouse, na verdade era...
Mortimer! Após a reunião com os investidores de Oswald, Walt Disney e sua esposa voltaram a Los Angeles em um trem onde, Walt passou o tempo criando um ratinho alegre e com grandes orelhas redondas.



3. O nome "Mickey" foi sugerido por outra pessoa
Lillian, esposa de Walt, achou o nome Mortimer muito pretensioso e sugeriu Mickey. A partir daí, nascia um astro!



4. Nem tudo foi sucesso no começo!
Após criar o personagem, Walt Disney começou a trabalhar imediatamente no primeiro desenho animado de Mickey Mouse: "Plane Crazy". O entusiasmo desapareceu quando nenhum distribuidor quis comprar o filme. Em sua segunda tentativa, Walt produziu outro desenho animado mudo intitulado "Mickey, The Gallopin' Gaucho", porém a Warner Bros. havia iniciado os filmes falados.



5. A estreia de Mickey Mouse nos cinemas foi um grande marco...
Com "Steamboat Willie", Mickey Mouse fez sua estreia nas telas de cinema em 18 de novembro de 1928, no Colony Theatre de Nova York, como o astro do primeiro desenho animado com som sincronizado.



6. As primeiras palavras de Mickey foram...
"Hot Dog! Hot Dog!", a fala faz parte do curta-metragem "The Karnival Kid" (1929). Daquele momento em diante, na maioria dos curtas de Mickey durante a Segunda Guerra Mundial foi o próprio Walt Disney que deu voz a Mickey.



7. Mickey Mouse possui nomes diferentes em alguns idiomas
Apesar do nome Mickey Mouse ser conhecido no mundo todo, em italiano, é chamado de Topolino; em alemão, é o Micky Maus; em espanhol, Raton Mickey; em sueco, Musse Pigg; e em mandarim, Mi Lao Shu.



8. Mickey participou da cerimônia do Oscar duas vezes
Em 1998, o personagem subiu ao palco para entregar um envelope ao ator Tom Selleck. Já em 2003, Mickey voltou a aparecer na cerimônia como animação ao lado da atriz Jennifer Garner.


9. Mickey Mouse chegou à televisão em 1950
Nesta década, Walt produziu um especial de Natal para televisão chamado "One Hour in Wonderland". O desenho clássico "Relojoeiros das Alturas" (1937) também foi apresentado como parte das comemorações de fim de ano.


10. Mickey Mouse foi o primeiro personagem de desenhos animados a ser amplamente licenciado
O primeiro livro de Mickey Mouse foi publicado em 1930 e a Ingersoll Watch Company produziu o primeiro relógio do Mickey em 1933.

.: Daniel anuncia busca por novo parceiro de estrada

O cantor Daniel anunciou na última terça-feira, 18 de setembro, por meio de suas redes sociais, que está em busca de um novo parceiro de estrada. No stories publicado nas suas páginas no Facebook e Instagram, o artista informou que, após acompanhar de perto o surgimento de algumas estrelas no mercado nacional, finalmente chegou a hora de encontrar um novo parceiro de estrada.

"Pode parecer inesperado e repentino para os fãs que me acompanham há tanto tempo, mas estou em um novo momento e percebi que é chegada a hora de encontrar um parceiro fiel e versátil para rodar comigo pelo Brasil", contou Daniel.

A notícia veio acompanhada de um convite do cantor: que os fãs façam parte desta busca por um novo parceiro de estrada. Com mais de 30 anos de estrada, Daniel começou a carreira artística cedo, aos oito anos, quando ganhou um violão do pai José Camillo, seu primeiro incentivador.

.: Renato Góes contracena com mãe de Marcelo D2 e critica o sistema


“Quer que eu vire escravo, tia? Eu trabalho aqui para mim”, exclama Marcelo, personagem de Renato Góes, ao ser questionado por uma camelô o porquê de ele não trabalhar em um emprego formal com direitos trabalhistas ao invés de vender camisetas de rock na rua em cena de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”. A vendedora de perfumes, que o incentiva a vencer na vida, é ninguém menos que Paulete Maldonado, mãe de Marcelo D2, retratado no longa.

O filme, que estreia no dia 18 de outubro, conta a amizade entre o carioca e o músico Skunk, que sonha em se sustentar por meio da arte e incentiva Marcelo a investir no seu talento como compositor de rap. A partir da relação de ambos, surge uma das bandas mais influentes do gênero no Brasil: o Planet Hemp. Dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, a cinebiografia mostra os primeiros passos do grupo.

Além dos protagonistas, o elenco tem nomes como Stepan Nercessian, Paulete Maldonado, Rafaela Mandelli, Ernesto Alterio, Marina Provenzzano e Shirley Cruz. O projeto, que durou nove anos, conta com o apoio de Marcelo D2 desde o início. Ele, inclusive, assina o argumento do filme junto do diretor Johnny Araújo e é um dos responsáveis pela trilha sonora.

“Legalize Já – Amizade Nunca Morre” conquistou o prêmio de Melhor Ficção Nacional Segundo o Público na 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e também Melhor Longa-metragem pelo Júri Popular e Melhor Roteiro no 12º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, além de ter participado do Festival do Rio de 2017. Com roteiro de Felipe Braga, o drama tem produção da Academia de Filmes, distribuição da RioFilme e Imagem Filmes e coprodução do Telecine e da RioFilme.

Este filme foi realizado com recursos da SABESP - Programa de Fomento ao Cinema Paulista - e do Programa de Apoio à Cultura - Lei Estadual 12.268/06 - da Secretaria do Estado da Cultura e do Governo do Estado de São Paulo e com o apoio da Ancine – Prêmio Adicional de renda 2008.


Trailer de  "Legalize Já - Amizade Nunca Morre": 

Sinopse
Como o encontro entre dois jovens que vendiam camisetas e fitas cassete no centro do Rio de Janeiro para se sustentar pôde dar origem a uma das bandas mais populares do Brasil na década de 1990? O filme narra esse momento transformador na vida de Marcelo - futuramente, conhecido como Marcelo D2 - e Skunk, que culminou na formação do Planet Hemp. Reprimidos por uma sociedade preconceituosa, os dois fizeram da música um grito de alerta e de resistência, conquistando corações e mentes de toda uma geração.

Elenco
Renato Góes – Marcelo
Ícaro Silva – Skunk
Ernesto Alterio - Brennand
Marina Provenzzano – Sônia
Stepan Nercessian – Dark (Pai de Marcelo)
Rafaela Mandelli – Suzanna
Shirley Cruz – Marli

Ficha Técnica
Direção: Johnny Araújo e Gustavo Bonafé 
Roteiro: Felipe Braga
Produção: Academia de Filmes
Produtor: Paulo Roberto Schmidt
Fotografia: Pedro Cardillo
Montagem: Marcelo Junqueira
Trilha Sonora: Mauro Berman, Lourenço Monteiro e Marcelo D2
Distribuição: RioFilme e Imagem Filmes

Sobre os diretores
Johnny Araujo é diretor de cinema, televisão, publicidade e videoclipes. Dentre seus trabalhos destacam-se os filmes “O Magnata”, de 2007, “Depois de Tudo”, de 2014, e “Chocante”, em 2017, e as séries “Alice” e “FDP” (HBO), “As Canalhas” e “Copa Hotel” (GNT) e “E Ai Comeu...” (Multishow). Gustavo Bonafé trabalhou como assistente de direção por dez anos, antes de dirigir videoclipes, filmes publicitários e longa-metragens. Foi assistente de direção no filme “O Magnata” e nas séries de TV “Alice” e “Destino SP” (HBO), e diretor-assistente em “E Aí Comeu?” (Multishow). No cinema, dirigiu “O Doutrinador” (2018) e codirigiu “Chocante” (2017).

.: Isabelle Drummond muda visual para nova personagem dos anos 90


A atriz carioca Isabelle Drummond clareou os fios e ficou com um visual mais praiano para viver Manuela Andrade na nova novela das 19h da Globo, "Verão 90". Marcos Proença foi escolhido à dedo pela global para assinar o look da personagem: a ex-estrela mirim que busca brilhar novamente nos holofotes.

“Tudo que ele faz no cabelo sempre deixa um ar super natural e o fio fica sempre saudável. A Manu é uma menina solar e otimista e que tem uma coisa muito natural também, é carioca e pega sol - além do cabelo iluminado ser um traço dos anos 90”, contou a nova loira.

O resultado, trabalho conjunto com a caracterização da emissora, foi um iluminado natural, feito com a técnica de micro fio de luzes “em um tom loiro acinzentado para revelar o mel frio”, revelou Proença. “Deixei somente a franja com fios ligeiramente mais claros que todo o cabelo, de forma suave. As pontas também ganharam um brilho a mais para revelar uma menina morena iluminada, aliás a Isa é iluminada no cabelo e na alma também, foi um prazer fazer essa transformação”, completou o profissional.

O cabelo de Isabelle Drummond também ganhou comprimento para Manu. As mãos de Milena Oliveira foram as responsáveis pela extensão capilar, aplicada com a técnica adesivo nano pele, que garante a integridade dos fios.

Para completar a transformação e ainda nessa onda de “natural look”, Alê de Souza investiu em uma beleza mais focada na pele iluminada, finalizada apenas com máscara de cílios e batom nude.

.: Editora Noir aposta em ficção nacional e lança dois autores inéditos

Livros de Wander Antunes e Raul Moreira que tratam de violência urbana e sexualidade trazem a marca do selo paulistano de publicar obras transgressoras.   

Em 2017, o nome de Wander Antunes ganhou destaque nacional ao ter suas histórias em quadrinhos do detetive Zózimo Barbosa adaptadas pela Rede Globo na série "Cidade Proibid"a. No momento em que o programa era apresentado, a Editora Noir lançou o álbum “O Corno que Sabia Demais”, com histórias inéditas do personagem, desenhadas por Gustavo Machado. 

Agora, depois de uma longa carreira como roteirista na França, Antunes faz sua estreia como ficcionista em “Depois que o Diabo Foi Embora – E Outros Contos Violentos e Vulgares”, com 19 histórias curtas absolutamente originais e que mostram seu enorme potencial para se tornar um dos nomes mais importantes da ficção nacional nesta década.

Como observa o editor Gonçalo Junior, Wander Antunes como contista dá a certeza de que finalmente algo muito interessante está surgindo na literatura brasileira neste começo de século. “E o que se lê é algo de causar múltiplas sensações no leitor”. Primeiro, de perturbação e de taquicardia, pela abordagem temática escolhida por ele. 

Em uma sequência interminável, quase descontrolada, de extrema violência, o autor passeia com impressionante desenvoltura narrativa entre a vida e a morte. Em todas as histórias, alguém vai morrer e alguém vai viver. “Mas isso pouco importa. Na melhor tradição entre o realismo fantástico latino-americano, o cordel secular nordestino e as baladas de Zé Ramalho, ler este livro é tão impactante quanto atravessar o sertão nordestino sem uma gota de água na moringa”, completa Gonçalo.

O livro de Antunes inaugura a aposta da Noir em ficção e chega às livrarias juntamente com o moderníssimo “Eu, Gregório”, romance de estreia do jornalista, cineasta e produtor cultural Raul Moreira, um dos personagens mais atuantes na vida cultural baiana nesta década. É uma história para “fortes”, segundo ele. Imagine que seu mundo está desabando ao redor, que tudo o que você mais ama está morrendo. Imagine uma vida tranquila, cheia de amores e desamores, com amigos e inimigos próximos e distantes. Agora, imagine que você é um gato. "Eu, Gregório" é uma surpreendente narrativa de um personagem aprisionado em sua espécie, lutando bravamente contra o inevitável da vida.

Mas o que espera o leitor neste livro está longe de ser uma simples história narrada por um felino. Sua dona é uma mulher lésbica cheia de vida, mas que precisa lidar com o imponderável da vida: um câncer terminal. A narrativa de Moreira vai muito além do que as palavras escritas dizem. É, sim, uma emocionante história de amores impossíveis, concessões e perdas. E, se no final do livro, você soltar um miado, tudo bem, todos nós temos um pouco (ou muito) de Gregório dentro de nós.

Os dois volumes podem ser comprados pelo site da Noir, www.editoranoir.com. E, ainda este mês, nas melhores livrarias físicas e virtuais.

Sobre os autores:

Raul Moreira
Baiano, Raul Moreira é jornalista, roteirista, cineasta e crítico cinematográfico. Dirigiu o dramaturgo Plínio Marcos no espetáculo Tarô Mágico (1992). Depois, seguiu o circo da F1 nos anos 1990 mundo afora. Na Itália, onde se fixou, foi correspondente e colaborador da Folha de S.Paulo, Diário Lance!, Correio Braziliense, Estado de Minas e A Tarde, entre outros.

Wander Antunes
Escreveu e desenhou o álbum Memórias de chuteiras e o infanto-juvenil Nosferateen. Como roteirista no mercado brasileiro assinou A boa sorte de Solano Dominguez, Crônicas da província além da adaptação para quadrinhos de Clara dos Anjos, de Lima Barreto. Já na Europa, também como roteirista, teve os seguintes trabalhos publicados: Toute la poussière du chemin, Big Bill est mort, L'oeil du diable, Vieille Amérique e Un paradis distant.

.: Noites Macabras do Wet’n Wild estende sessões às quintas-feiras

4ª edição de Noites Macabras vai até o dia 30 de setembro, com um circo aterrorizante. Maior evento de terror do Brasil está com sessões de quinta a domingo.

Até o dia 30 de setembro (de acordo com o calendário operacional), o circo do Deimos está no parque aquático Wet’n Wild com atrações tenebrozas. Os visitantes são convidados especiais desse espetáculo e precisarão ter coragem para sair desse grande suspense. Para quem ainda não foi nas Noites Macabras, que abriu suas cortinas em agosto, ou mesmo para os mais corajossos que querem repetir a dose de terror, terão a chance de aproveitar as sessões extras que o parque abriu nas duas últimas semanas do evento. Nesta semana e na próxima, os monstros estarão de quinta a domingo no parque, ou seja, de 20 a 23 e de 27 a 30 de setembro.

Na 4ª edição do maior evento de terror do Brasil, aberrações estão livres para satisfazer seus desejos mais profundos e perversos, através de sentimentos ruins e agonizantes. O enredo mostra a invocação do palhaço Deimos, o mais perverso de todos os seres, odiado e temido pela própria trupe por sua frieza e maldade, que comanda um assustador espetáculo, brinca com o medo, satiriza a agonia e enraivece todos os seres.

Noites Macabras 2018
Com o tema “Espetáculo do Medo” #OTerrorFazParteDoShow o parque aquático Wet’n Wild ganhou uma mega produção, onde suas principais atrações são regadas de sustos e medo. O projeto foi totalmente reformulado para atender e assustar ainda mais os visitantes, com novas áreas de susto, pocket shows, balada, ponto de fotos, labirintos, show de abertura e encerramento, cenografias mais elaboradas, ambientação em todas as áreas do evento e muitos monstros espalhados por toda parte.

O evento tem início às 17h com animação de um dj e às 18h acontece o show de abertura. O encerramento é às 20h. A programação completa de Noites Macabras está no site www.wetnwild.com.br.

Sobre o Wet’n Wild: Inaugurado em outubro de 1998, o parque aquático celebra seus 20 anos de operação. Com área total de 116 mil m², o Wet’n Wild tem 25 atrações classificadas como família, moderadas e radicais, que juntas totalizam sete milhões de litros de água tratada e reciclada. É diversão garantida para todas as idades, durante o ano inteiro. Em 2018, foi eleito o parque de diversão mais amado dos paulistanos em estudo inédito feito por VejaSP/MindMiners.

O parque está localizado no km 72, da Rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva (SP), e oferece toda a infraestrutura necessária - lanchonetes, banheiros, vestiários, fraldário, área de descanso e estacionamento - para que seus visitantes possam mergulhar na alegria e viver uma experiência incrível.

.: Tragédia do Museu Nacional expõe abismo entre gestões pública e privada

O Museu Mazzaropi, de Taubaté (SP), é exemplo de sucesso

Entrada do museu. Foto: Divulgação


A tragédia com o Museu Nacional do Rio de Janeiro expôs a necessidade de mais atenção ao patrimônio cultural do país e evidenciou o enorme abismo que há entre as gestões pública e  privada.

De um lado estão museus como o Mazzaropi, de Taubaté (SP), que é um dos maiores particulares do país e apresenta excelência no acervo, visitação e no cumprimento de seu papel de preservação da memória brasileira. De outro, o Nacional do Rio, que sofreu com a ineficiência e o descaso das entidades governamentais.

Visita obrigatória para os fãs do cinema nacional, o Museu Mazzaropi foi fundado em 1985 e atualmente reúne mais de 20 mil itens sobre a vida e a obra do cineasta e comediante Amácio Mazzaropi, como fotos, documentos, filmes, objetos cênicos, móveis e equipamentos.

Na década de 1970 e no início da década de 1980, o terreno que o espaço ocupa hoje serviu de estúdio para o também ator, produtor, diretor, empresário e comediante, famoso por criar e imortalizar o personagem Jeca Tatu. Sua produtora e distribuidora PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi) lançou sucessos como “Jeca Tatu” e “Tristeza do Jeca”.

Depois da aquisição do local, em 1985, os novos proprietários deram início ao resgate da história. Pouco a pouco o acervo foi recuperado por meio de aquisições, doações de fãs e de pessoas que trabalharam com o cineasta.

Em 1997, o Museu deu início a um programa de comunicação mais amplo e passou a fazer contatos com arquivos públicos e particulares, incluindo outros museus. Além disso, passou a fomentar a pesquisa da obra do artista junto a universidades e escolas, até que em 2000 foi criado o Instituto Mazzaropi, cujo objetivo é preservar e divulgar a história e o trabalho do artista.

O empreendimento conta hoje com um novo prédio, inaugurado em 2010, além de uma exposição de longa duração e outros projetos itinerantes, que encanta os visitantes, a comunidade local, pesquisadores, estudiosos sobre Mazzaropi e estudantes da rede pública. Também abriga um auditório para eventos e recebe.

Mais informações podem ser obtidas em www.museumazzaropi.org.br.

SERVIÇO
www.museumazzaropi.org.br
Estrada Municipal Amácio Mazzaropi, 249 - Taubaté, São Paulo
Telefone: (12) 3634-3447
E-mail: info@museumazzaropi.com.br
Horários: terça a domingo, bilheteria das 8h30 às 12h, permanência no museu até às 12h30. Fechado às segundas-feiras.
Valores: R$ 11 inteira e R$ 6 estudante. Crianças até 7 anos e idosos não pagam.

Sobre Amácio Mazzaropi: Amácio Mazzaropi, nascido em 1912, começou a vida artística no teatro caipira aos 15 anos de idade, pintando cenários. Pouco depois, largou o pincel e seguiu como ator, assim como suas grandes inspirações da época: os atores Genésio e Sebastião de Arruda.

Ele fez turnês em circos, teatros, recitou monólogos dramáticos. Em 1946, assinou contrato na Rádio Tupi, onde ficou por 8 anos. Mazzaropi também passou pela TV Excelsior, onde participou de um programa de sucesso da época, apresentado por Bibi Ferreira, o Brasil 63.

Em 1950, estreou na TV Tupi de São Paulo, aos 38 anos de idade. Quatro meses depois, em 1951, foi ao Rio de Janeiro inaugurar o canal 6 também pela TV Tupi.

O primeiro filme em que atuou foi o Sai da Frente, de 1952. E, após realizar seu último longa-metragem pela Cinedistri, Chico Fumaça, de 1956, o cineasta abriu a própria produtora, a PAM Filmes - Produções Amácio Mazzaropi. A primeira produção foi o Chofer de Praça, de 1958, a inauguração oficial de seu negócio.

Foram feitas 32 obras até 1980. Todas voltadas para o humor, peça fundamental do trabalho do artista. Para ele, a função do cinema era divertir o público.

.: Gusttavo Lima se apresenta pela primeira vez no Aramaçan

O embaixador traz seu show para o ABC no dia 28 de setembro, em Santo André. Foto: Divulgação


No próximo dia 28 de setembro (sexta-feira), o cantor Gusttavo Lima voltará ao ABC Paulista em uma apresentação inédita no Clube Atlético Aramaçan, em Santo André.

Ele que segue na estrada divulgando seu projeto ‘Buteco do Gusttavo Lima Vol 2’, tocará todos os sucessos da sua carreira pela primeira vez no Aramaçan, incluindo a música 'Apelido Carinhoso', um dos grandes hits de 2018.

Além disso, também não ficarão de fora os sucessos ‘Homem de Família', 'Balada Boa’, ‘Gatinha Assanhada', 'Que Pena Que Acabou’, ‘Abre O Portão Que Eu Cheguei', 'Quem Vem de Longe’ e muito mais!

E ele não vem sozinho: para completar a noite, a duplas Camila & Haniel e Ricardo & Diogo fazem a festa com o melhor da música sertaneja.

Os ingressos para o show do Gusttavo Lima no Clube Atlético Aramaçan, dia 28 de setembro estão disponíveis para venda pela Ticket360 ou na bilheteria oficial do clube.

Serviço:
GUSTTAVO LIMA 
Data: 28 de setembro de 2018, Sexta-Feira
Local: Clube Atlético Aramaçan 
Endereço: Rua São Pedro, 345 - Vila América - Santo André – SP
Abertura: 21:00
Classificação: 18 Anos
Setores: Pista, Pista VIP e Mezanino
Ingressos: Site, aplicativo e pontos de venda Ticket360 ou na bilheteria do Clube Atlético Aramaçan (Terça a Sexta-Feira, das 11h00 às 13h00 / 14h00 às 19h30 e aos Sábados, das 10h30 às 13h00 / 14h00 às 18h00)
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