segunda-feira, 25 de março de 2019

.: Live-action de "Dumbo" chega aos cinemas de todo o Brasil


O elefante mais querido dos cinemas está de volta: “Dumbo”, agora, em versão live-action. Para o delírio dos fãs do clássico da Disney, o aguardado filme estreia nesta quinta, 28 de março, e promete reunir diferentes gerações.

O mergulho à nostalgia e às lembranças da animação está liberado. Com direção de Tim Burton e Eva Green, Colin Farrell, Danny DeVito e Michael Keaton no elenco, a produção traz o elefantinho 78 anos depois de seu primeiro filme, lançado em 1941. 

Colin Farrell interpreta Holt Farrier, ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra o local onde trabalhava em crise. Ele fica encarregado de cuidar de Dumbo, um elefante recém-nascido com orelhas gigantes, que fazem dele motivo de piada. A reviravolta começa quando os filhos de Holt descobrem que o carismático bichinho é capaz de voar.

"Dumbo" live-action - Trailer 2019 - Oficial Disney PT

"Dumbo" live-actionPrimeiro trailer oficial 

.: Paramount Pictures divulga primeiro trailer de "Dora e a Cidade Perdida"


O live-action  "Dora e a Cidade Perdida" ("Dora and the Lost City of Gold") já tem trailer oficial. Com estreia marcada para 15 de agosto, o filme é baseado na animação Dora, a Aventureira - uma das séries mais populares da Nickelodeon. Na trama, a agora adolescente Dora, interpretada pela atriz Isabela Moner, viverá mais uma de suas aventuras, acompanhada por seu melhor amigo, o macaco Boots, e por seu primo Diego.

"Na infância eu realmente me identificava com Dora, pois ela falava inglês e espanhol como eu. Eu tinha o mesmo corte de cabelo, então todos me chamavam de Dora! Quando me enviaram o roteiro, eu pensei: 'Eu tenho que fazer isso. Eu fui ela toda a minha vida!'”, revela Isabela Moner.

Dirigido por James Bobin, o longa traz Eva Longoria, Michael Peña, Jeff Wahlberg e Eugenio Derbez no elenco. O filme é uma distribuição do selo Paramount Players, divisão da Paramount Pictures que produzirá conteúdo destinado a audiências mais jovens em conjunto com outras marcas emblemáticas do Grupo Viacom.

"Fiquei emocionada em fazer desse elenco e por ajudar a trazer a história de Dora à vida. Ela tem sido um modelo positivo para crianças ao redor do mundo. O filme é muito divertido e muito emocionante. Eu não posso esperar para que o público veja nos cinemas", conta Eva Longoria.

Lançada em 2000 e apresentada na Nickelodeon, Nick Jr. e na CBS, a série original "Dora, a Aventureira" acompanhava as aventuras de uma menina de origem latina, de sete anos de idade, que viaja por um mundo extravagante com a ajuda de uma mochila falante, um mapa antropomórfico e seu melhor amigo, um pequeno macaco chamado Boots.

Sinopse
Tendo passado a maior parte de sua vida explorando a floresta com seus pais, nada poderia preparar Dora (Isabela Moner) para a aventura mais perigosa de todos os tempos - o ensino médio. A aventureira Dora rapidamente se vê liderando o macaco Boots (seu melhor amigo), o primo Diego (Jeff Wahlberg), um misterioso habitante da selva (Eugenio Derbez), seus pais (Eva Longoria, Michael Peña) e um grupo de adolescentes em uma aventura para resolver um mistério impossível por trás de uma cidade perdida de ouro.

Trailer de  "Dora e a Cidade Perdida"

.: Espetáculo "Dogville" faz sessão extra no Teatro Porto Seguro no dia 30


Devido ao sucesso, "Dogville" - adaptação teatral do diretor paulistano Zé Henrique de Paula para a obra do cineasta dinamarquês Lars von Trier – faz sessão extra no dia 30 de março, sábado, às 17h, no Teatro Porto Seguro. A montagem finaliza a temporada paulistana no dia 31 de março.

O elenco é formado por Anna Toledo, Bianca Byington, Blota Filho, Chris Couto, Dudu Ejchel, Eric Lenate, Fábio Assunção, Fernanda Couto, Fernanda Thurann, Gustavo Trestini, Lucas Romano, Marcelo Villas Boas, Mel Lisboa, Munir Pedrosa, Rodrigo Caetano e Selma Egrei.

Serviço:
"Dogville"
Até 31 de março  – Sextas e sábados às 21h e domingo às 19h. Sessão extra dia 30, às 17h.
Ingressos: Sextas-feiras R$ 80,00 plateia / R$ 50,00 balcão/frisas. Sábados e domingos R$ 90,00 plateia / R$ 60,00 balcão/frisas.
Classificação: 16 anos.
Duração: 100 minutos.

Teatro Porto Seguro
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.
Bilheteria: De terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.

Serviço de Vans: Transporte gratuito Estação Luz – Teatro Porto Seguro – Estação Luz. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. Como pegar: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro. Bicicletário – grátis.

Vendas: http://www.tudus.com.br
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Instagram: @teatroporto

.: Estreia de "Van Gogh por Gauguin", no Teatro Sérgio Cardoso

Montagem protagonizada por Alex Morenno e Augusto Zacchi estreia no dia 15 de abril no Teatro Sérgio Cardoso
  
Foto: Divulgação         

De outubro a dezembro de 1888, na pequena Arles, na França, dá-se um encontro explosivo entre aqueles que viriam a ser considerados, futuramente, como dois dos maiores artistas da história da humanidade: o holandês Vincent Van Gogh (1853-1890) e o francês Paul Gauguin (1848-1903).

Escrito por Thelma Guedes para o diretor Roberto Lage, o espetáculo Van Gogh por Gauguin é uma ficção na qual Gauguin, em um agonizante delírio, vive sob o peso de sua responsabilidade em relação ao final de vida trágico do amigo Vincent. A peça, que estreia no dia 15 de abril, segunda (às 20h), na Sala Paschoal Carlos Magno do Teatro Sérgio Cardoso, personifica de forma poética, simbólica e onírica os conflitos e a admiração incondicional entre os pintores.

Como não se trata de um espetáculo biográfico, mas de um encontro ficcional entre os artistas - vividos por Alex Morenno e Augusto Zacchi, respectivamente -, a direção priorizou o trabalho de interpretação para criar um universo cênico que remeta aos padrões cromáticos dos dois pintores, levando o espectador a refletir sobre o que levou essa grande amizade a um trágico fim. Tendo como apoio a pesquisa biográfica que traz à luz, sobretudo, os pensamentos artísticos divergentes de ambos, a peça privilegia questões humanas com a força de seu alcance na vida dos criadores.

Em um febril período de apenas dois meses, em que eles dividem a pequena Casa Amarela, em Arles, na isolada região rural francesa, vivendo e pintando juntos, as profundas diferenças de temperamento e de visão artística provocam embates, muitas vezes violentos, culminando no famoso e terrível desfecho no qual, após uma forte discussão, Paul decide partir de volta a Paris e Vincent reage, intempestivamente, decepando a própria orelha.

Em 1890, o atormentado Van Gogh tenta suicídio com um tiro na barriga, que o levaria à morte no dia seguinte. Gauguin, por sua vez, em 1891, depois de uma bem sucedida exposição, realiza o sonho de ir morar no Taiti. Lá, produz vigorosamente até que, abatido por uma sífilis não diagnosticada, vai sendo excluído da sociedade e abandonado pelos seus. É sobre esse episódio mal sucedido que se pauta o espetáculo Van Gogh por Gauguin. “A intenção é trazer para cena um Van Gogh espectral, fruto do inconsciente delirante de Gauguin que, sofrendo com as consequências da sífilis, acredita estar morrendo”, comenta o diretor Roberto Lage.

Por meio de um exercício dramatúrgico de imaginação, a encenação reinventa o momento em que o efeito delirante do arsênico sobre o pintor o leva a acreditar que Van Gogh está ao seu lado, acompanhando o instante de sua morte e, ao mesmo tempo, forçando-o a se lembrar dos momentos que passaram juntos. Em um ambiente decadente, deteriorado e sujo, ele sente fome e muita dor. E seus delírios colocam o público frente às diferenças entre eles, tanto no modo de ver a vida, de agir e de fazer arte, como na evidente admiração de um pelo outro - assumida por Van Gogh, mas dissimulada por Gauguin, numa mistura de inveja com incômoda admiração.

A culpa de Gauguin em relação ao amigo morto, que fora por ele magoado, abandonado e esquecido, e cuja presença e memória servem como acusação e sentença de morte, revela sua incapacidade de comunicação e afeto com aquele que tinha tanta coisa dele mesmo, mas que também seria o seu oposto, a sua sombra. Vive uma culpa sobre aquele que lhe causou, por fim, tantos sentimentos intensos, profundos e contraditórios, como o amor e a repulsa.

Van Gogh foi considerado um artista maldito, louco; um homem incompreendido pelo seu tempo. Frente a todo o tipo de infortúnio - como miséria, fome, frio e solidão - ele conseguiu deixar um legado de pinturas e desenhos não compreendidos na época em que viveu, mas aclamado após a sua morte. Os vários episódios de sua vida construíram um artista ávido por um amor que nunca foi correspondido, fosse ele a prima que não o quis, o amigo Paul Gauguin por quem tinha profunda admiração ou mesmo a fé que durante muito tempo buscou, mas acabou se rendendo à arte como forma de expressão.

Do ponto de vista realista, a encenação se passa no atelier deteriorado de Paul, nas Ilhas Marquesas. O tratamento cênico busca, pelas nuances da luz (de Kleber Montanheiro), explorando a paleta de cores dos pintores, uma estética posterior ao impressionismo de Van Gogh ou ao pós-impressionismo de Gauguin. O cenário realista (de Paula De Paoli, também figurinista) é ambientado com moldura, cavaletes e tintas; estruturas de quadros e telas aparecem em outra dimensão, sem revelar as supostas obras. Os figurinos recebem o mesmo tratamento realista, sendo o de Van Gogh um pouco mais lúdico.

A ideia desse projeto partiu do desejo de Alex Morenno, Roberto Lage e da diretora assistente Joanah Rosa em retratá-lo no palco. “Acho que Van Gogh me escolheu”, confessa o ator Alex Morenno. “Já estive muito ruivo e as pessoas me associavam a ele. Isso despertou em mim o interesse por sua vida e obra”, completa. E resolveram, então, dar corpo a esse desejo, sendo Thelma Guedes convidada para criar o texto. “Van Gogh por Gauguin é um trabalho puramente emocional. Não passa pela ‘tese’ sociopolítica que sempre defendi no palco”, revela o diretor. Já Alex conta que sempre se interessou em falar sobre loucura, solidão e inquietação artística. “Quando penso em Van Gogh, essas três coisas me vêm à cabeça, assuntos tão pertinentes em tempos tão difíceis”, ele reflete.

Augusto Zacchi conta que não conhecia muito da história de seu personagem. Para ele, a entrega de Gauguin a uma busca incondicional pela arte é o que pauta sua composição. “Meu olhar é para o humano desse indivíduo que foi buscar sua razão de vida e pagou o preço. Ambos foram forjados na vida em função da busca, da obsessão e da paixão”, comenta o ator. E Roberto Lage finaliza: “essa é só mais uma história sobre os pintores, uma defesa do ‘homoternurismo’ (termo de Mário Prata), pois creio que o preconceito social da época seja responsável pela dificuldade que eles tiveram de se relacionarem em sociedade”.

Ficha técnica

Texto: Thelma Guedes. Direção: Roberto Lage. Assistência de direção: Joanah Rosa. Elenco: Alex Morenno e Augusto Zacchi. Cenografia e figurino: Paula De Paoli. Iluminação: Kleber Montanheiro. Trilha sonora: Aline Meyer. Projeto gráfico: Paula De Paoli. Fotos e vídeos: Leekyung Kim. Produção executiva: Regilson Feliciano. Operação de luz: Rodrigo Oliveira. Operação de som: Anderson Franco. Direção de produção e administração: Maurício Inafre. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização: Roberto Lage Produções Artísticas.

Serviço 
Espetáculo: Van Gogh por Gauguin
Estreia: 15 de abril. Segunda, às 20h
Temporada: 15/04 a 03/06 – Sábado 18h30, Domingo 19h e Segunda 20h.
Ingressos: R$ 50,00 (meia entrada: R$ 25,00)
Gênero: Drama. Duração: 75 minutos. Classificação: 14 anos.

Teatro Sérgio Cardoso
Sala Paschoal Carlos Magno (144 lugares)
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista. São Paulo/SP.
Tel: (11) 5061-1132
teatrosergiocardoso.org.br

.: Resumo do 224º ao 228º capítulo de "As Aventuras de Poliana", do SBT

As Aventuras de Poliana
Resumo dos Capítulos 224 a 228 (25.03 a 29.03)

Gabi Beija Vini na frente de toda a escola. Crédito das fotos: Divulgação/SBT


Capítulo 224, segunda-feira, 25 de março
Luísa desconversa e não revela a Poliana o primeiro nome de Pendleton. Raquel chora pelo término do namoro e Durval tenta consolá-la. Pendleton e Sara conseguem cristais o suficiente para o projeto secreto que ele tanto queria realizar. Branca diz a Mirela que não existem mais rapazes como o Vinícius hoje em dia e a neta fica pensativa. Marcelo ajuda João a se adaptar com o celular novo. Claudia se arruma para tentar encontrar um emprego, mas bem na hora recebe uma ligação da O11O. Waldisney vai à casa de Jeff e o menino fica surpreso ao vê-lo lá. Luigi, desconfiado, pergunta a Yasmin se há algo que ela gostaria de dizer a ele. Poliana, João, e o clubinho MaGaBeLo conversam sobre não terem ainda descoberto o primeiro nome de Pendleton e resolvem procurar Ruth, que revela não só o nome, mas outros fatos de sua infância. Salvador procura Luísa e oferece ajuda, dizendo que foi se oferecer para auxiliar uma "iniciante" a pintar seus quadros e critica todos. Débora conta a Marcelo que a exposição dele será dividida com Luísa, e ele fica surpreso. Salvador revela o mesmo para Luísa e Afonso, que ficam tensos. Afonso pede para Luísa desistir de tudo. Os alunos da escola fazem uma campanha, com cartazes e tudo, para Branca continuar dando aula de dança. Sérgio mostra seu jogo para Pendleton e o chefe o aprova, mesmo antes de estar tudo pronto. Sérgio ainda pergunta a ele qual seu primeiro nome, e ele o responde. Roger recontrata Cláudia.

Capítulo 225, terça-feira, 26 de março
Roger diz a Claudia que ela está recontratada, mas que será a última chance da secretária. Marcelo conta a Iuri que vai expor seu trabalho junto com Luísa e ainda mostra uma mensagem de Nadine. As apresentações da aula de dança de Branca começam e Débora aproveita para fazer provocações. Brenda e Jefferson se apresentam e são muito aplaudidos. Enquanto isso, Poliana, João, Gael, Benício, Mário e Lorena vão à casa de máquinas para encontrarem os arquivos perdidos de Pendleton. Mirela e Luca dançam valsa e, de longe (e triste), Vini observa tudo. Sara, invisível, atrapalha o plano das crianças descobrirem mais coisas sobre Pendleton. Guilherme e Raquel dançam tango em uma apresentação surpreendente. Após a dança, Gui diz a Raquel que quer voltar atrás e reatar o relacionamento. Afonso, chateado, desabafa com Durval sobre a exposição de Luísa. Mirela observa Vini e Gabi dançando, incomodada. Gabi beija Vini a fim da apresentação. Os capangas de Rato, contratados por Roger, soltam várias baratas no chão da padaria. Afonso procura Glória para tirar satisfação, dizendo que Luísa não vai expor no mesmo dia em que Marcelo. Durval se desespera e todos os clientes saem correndo da padaria por conta das baratas. Vini pergunta a Gabi por que ela o beijou, sendo que ele é feio. A menina se declara pra ele e diz que quer oficializar o que está havendo entre eles. Filipa conta a Luigi que Yasmin colocou os votos falsos na mochila de Luigi. Guilherme vê Filipa triste e tenta conversar com ela. Salvador diz a Débora que a exposição de Luísa e Marcelo será um fracasso. Pendleton, encapuzado, captura todas as informações sobre ele que existem na casa de máquinas.   

Capítulo 226, quarta-feira, 27 de março
Feijão segue Pendleton e morde um pedaço de sua capa preta. Branca tenta convencer Débora a ensinar melhor Kessya e Poliana, e não desmotivá-las. Feijão leva o pedaço de pano que mordeu para o clubinho, João e Poliana. Mirela pergunta a Vini sobre o beijo que ele e Gabi deram. Jefferson vê Raquel triste e dá alguns conselhos, explicando que ela deve entender o lado de Guilherme também. Afonso tenta fazer as pazes com Luísa. Cláudia conversa com Joana sobre desconfiar de que Roger implantou as baratas na padaria de propósito. Nadine manda mensagens para Marcelo pedindo um convite para a exposição. Ele começa a ficar incomodado. Verônica vê Filipa triste, deitada na cama, e pergunta o que houve. Guilherme escuta tudo e fica comovido. João pede para Feijão farejar o pedaço de pano e descobrir quem é o dono da capa preta. A vigilância sanitária vai à padaria de Durval e diz que ela está interditada. Guilherme entra no quarto de Filipa e tenta aconselhar a irmã. Feijão sai farejando e as crianças vão atrás dele. Yasmin procura Luigi na casa dele para conversar. Feijão encontra a capa em uma lata de lixo. Glória procura Luísa em casa para conversar. Durval, enfurecido, vai ao escritório de Roger e diz que ele sabe muito bem que foi ele quem mandou soltar as baratas em sua padaria. Glória conta a Luísa que Afonso a pediu para cancelar a exposição. Nadine vai à casa de Marcelo. João diz a Marcelo que sentiu um clima entre ele e Nadine. Ruth escuta Bento tocando uma música ao piano que lhe parece familiar.    


Capítulo 227, quinta-feira, 28 de março
Raquel conta a Guilherme sobre a infestação de baratas na padaria. Arlete chega em casa com Lindomar e encontra Vini e Gabi na sala, ficando surpresa - e feliz. Guilherme confronta Roger e diz que tem vergonha dele. Mirela desabafa com Branca sobre Gabi e Vini. Guilherme diz que vai embora de casa e Roger, concordando, o expulsa. Luísa confronta Afonso sobre a conversa que ele teve com Glória. O clubinho MaGaBeLo vai à casa de Pendleton e pergunta se a capa preta é dele. Luísa e Afonso discutem. Pendleton convida as crianças para jantar em sua casa. Branca olha fotos do passado e as compartilha com Mirela. Arlete se empolga com o romance de Vini por conta de Gabi ser rica. Débora procura Marcelo em casa e conta sobre Guilherme. Roger vai atrás de Guilherme. Raquel procura Luísa para conversar. Guilherme vai buscar abrigo na casa de Jeff. Pendleton explica às crianças sobre as iniciais encontradas no cristal do castelinho de Vetherna. Roger, furioso, vai à casa de Luísa e grita com todo mundo. Marcelo, Durval e João chegam. Roger ameaça se vingar de todos na casa de Luísa.   


Capítulo 228, sexta-feira, 29 de março
Roger chega em casa contando sobre a confusão e Arlete se desespera por não saber onde o filho está. Gleyce flagra Guilherme dormindo no sofá e fica furiosa. Débora cobra Marcelo sobre ele estar na casa de Luísa e leva um baita fora. Luísa se prepara para a vernissage. As eleições para o grêmio recomeçam. Marcelo exibe alguns vídeos de Éric na aula de fotografia e ele fica sem entender nada. Yasmin revela que ela planejou a homenagem. Luca pergunta a Mirela se, mesmo se a chapa Contente ganhar, eles poderão continuar fazendo a radionovela juntos. Guilherme, na comunidade, é perseguido pelos capangas de Rato. Waldisney conta a Roger que viu Gui na comunidade. Roger pergunta a Ciro se ele viu Guilherme. Luigi agradece Yasmin e volta a ser amigo dela. Ruth faz várias perguntas a Helô sobre Bento. Débora retoma as aulas de dança e elogia as alunas. Poliana e Kessya se surpreendem. Guilherme vai ao escritório de Glória, que fica aliviada. A professora pede para a sala formar trios e Filipa sobra. Débora, chorando, tem lembranças de sua mãe lhe ensinando balé e sendo muito cobrada para ter um bom desempenho. Ruth e Helô revelam o resultado das reeleições do grêmio. Roger e Ciro vão à comunidade em busca de Guilherme. Marcelo e Luísa ficam presos em um caminhão e se desesperam.   

domingo, 24 de março de 2019

.: É errado falar "obrigado" ao invés de "gratidão"?


Por Helder Moraes Miranda, em março de 2019.

Na língua portuguesa, legendas de fotos e hashtags nas redes sociais decretaram recentemente a substituição do termo "obrigado" pelo substantivo "gratidão". Muitas pessoas vem escutado “gratidão” como maneira de agradecimento nos dias de hoje. Mas é errado falar "obrigado" ao invés de "gratidão"?

A gratidão que se conhece hoje nas legendas das fotografias, nas hashtags das redes sociais e também no vocabulário do dia a dia surgiu a partir de grupos ligados à ioga e à filosofia zen budista. Alguns entendem que a palavra "gratidão" tem uma intenção melhor, já que, quando alguém está grato, não se sente "obrigado" a nada. 

Mas essa substituição de um termo por outro não é um fenômeno recente. Morto em 1996, o Profeta Gentileza, que marcou época nas ruas cariocas, substituía o “por favor” pelo termo “por gentileza” e o “obrigado” pelo “agradecido”. “Ninguém é 'obrigado' a nada, e devemos ser gentis uns com os outros e relacionarmo-nos 'por amor' e não 'por favor'”, explicou o poeta. 

Mas e a questão do início do texto? “Obrigado” é um termo simples, utilizado para agradecer a alguém, que até pode ter perdido o significado etimológico ao longo de centenas de anos, mas... a raiz da palavra vem do latim “obligatus”, o particípio do verbo “obligare”, que significa “ligar”, “amarrar”

Isso reforça a ideia apregoada pelo personagem Sheldon Cooper, da série "The Big Bang Theory" que, ao ganhar um presente, sente-se "obrigado" a retribuí-lo, considerando o agrado uma verdadeira obrigação. Dizer “obrigado” é afirmar “fico-lhe obrigado”, ou seja, "fico lhe devendo um favor".  Gratidão está ligado ao latim “gratia”“graça” – ou “gratus”, “agradável”

Agradecer com “gratidão” em vez de “grato” pode dar um efeito poético de retirar o sujeito da frase e focar no sentimento como uma coisa maior. Mas não anula o sentido de "obrigado" quando se agradece algo em português, que pode ser utilizado do mesmo jeito.


*Helder Moraes Miranda é bacharel em jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura, pela USP - Universidade de São Paulo, e graduando em Pedagogia, pela Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo. Participou de várias antologias nacionais e internacionais, escreve contos, poemas e romances ainda não publicados. É editor do portal de cultura e entretenimento Resenhando.

.: "O Vendedor de Sonhos" estreia temporada no Teatro Sérgio Cardoso


Espetáculo retorna a São Paulo, dia 28 de março, com Luiz Amorim e Matheus Carrieri.

Depois de muitos pedidos, a turnê de "O Vendedor de Sonhos" volta a São Paulo. Ao todo, serão sete apresentações especiais no Teatro Sérgio Cardoso. A estreia acontece no dia 28 de março, quinta-feira, e fica em cartaz até 7 de abril.

"O Vendedor de Sonhos" é um espetáculo baseado no best-seller homônimo de Augusto Cury. A versão teatral é adaptada pelo próprio escritor em parceria com Cristiane Natale e Erikah Barbin. “Eu fico muito feliz em saber que um dos meus romances psiquiátricos está sendo adaptado para o teatro. Além disso, a Cris e a Erikah foram grandes parceiras. Ver os personagens que eu construí nas mais diversas situações estressantes em que eles passaram e levando o espectador a fazer uma viagem para dentro de si mesmo para encontrar o mais importante endereço que poucos encontram, o endereço em sua própria mente, é de fato um grande prazer”, revela Augusto Cury.

O livro é o romance mais vendido do escritor - traduzido em mais de 60 idiomas - e teve adaptação para o cinema sob a direção de Jayme Monjardim ("O Tempo e o Vento"; "Olga") em 2016. Na trama, a personagem Júlio César tenta o suicídio e é impedido de cometer o ato final por intermédio de um mendigo, o "Mestre", que lhe vende uma vírgula para que continue a escrever a sua história. Juntos encontram Bartolomeu, um bêbado boa-praça que decide unir-se a eles na missão de vender sonhos e despertar a sociedade doente. A revelação de um passado conflituoso do "Mestre" pode destroçar a grande missão do "Vendedor de Sonhos".

Para Augusto Cury, a peça teatral "O Vendedor de Sonhos" vai levar a plateia não apenas ao riso intenso, como também às lágrimas. “Eu acredito que várias pessoas que assistirem perceberão que vale a pena viver a vida mesmo quando o mundo desaba sobre nós”, comenta.

O elenco conta com: Luiz Amorim, Mateus Carrieri, Marcos Veríssimo, Maurício Colatoni, Anisha, Zevallos, Adriano Merlini, Lucas Lentine, Fernanda Mariano e Mario Matias. A direção fica por conta de Cristiane Natale e trilha sonora de Maurício Colatoni.

Para saber mais sobre "O Vendedor de Sonhos" e garantir os ingressos, acesse: https://www.ovendedordesonhosteatro.com.br/agenda-2019


Serviço
"O Vendedor de Sonhos"
28 de março - 20h (estreia)
29 de março - 20h
30 de março - 20h
31 de março - 19h
5 de abril- 20h
6 de abril - 20h
7 de abril - 19h

Local: Teatro Sérgio Cardoso 
Sala Sérgio Cardoso
Duração 90 minutos
Classificação etária: 14 anos
Ingressos: https://www.ingressorapido.com.br/event/30033/d/55709

Balcão SC
Meia - Lote 1 - R$ 30,00
Valor Solidário - Lote 1 - R$ 40,00
Inteira - Lote 1 - R$ 60,00

Plateia Alta
Lote Promocional - R$ 30,00
Plateia Baixa
Lote Promocional - R$ 50,00
Onde comprar: Bilheteria – Teatro Sérgio Cardoso
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista
Atendimento de terça a sábado das 14h às 19h e vendas para o espetáculo do dia, das 14h até o início do espetáculo.
Telefone para informações: 11 3288-0136

Descontos:
Solidário: todos podem adquirir ingresso solidário, basta doar 1kg de alimento não perecível na entrada da peça.

Meia-entrada: estudantes de Ensino Fundamental, Médio, Superior e Pós-graduação; No caso dos estudantes, é necessária a apresentação do documento de identidade estudantil (carteira de estudante) com data de validade atual no ato da compra e na entrada do espetáculo. Não se aceita certificado de matrícula do período em curso ou boleto de pagamento do mês vigente. (www.documentodoestudante.com.br)

Professores da Rede Estadual e Municipal; Maiores de 60 anos; Portadores de
Necessidades Especiais. Venda direta, pessoal e intransferível, sendo necessária a apresentação de documento original, com foto, que comprove a condição no ato da compra e na entrada do espetáculo. No caso dos Professores da rede pública de ensino, é necessária a apresentação da carteira funcional emitida pela Secretaria de Educação ou outro documento com identificação que comprove esta condição no ato da compra e na entrada do espetáculo

50% de desconto: para profissionais da saúde e educação, mediante apresentação de documento que comprove função.

Ficha Técnica
Roteiro/Adaptação: Cristiane Natale, Erikah Barbim e Augusto Cury
Direção: Cristiane Natale
Projeto de Iluminação: Bruno Henrique França
Iluminação: Nara Zocher
Trilha Sonora: Maurício Colatoni
Figurinos: Valentina Oliveira

.: Bienal Internacional do Livro Rio tem cinco mulheres na curadoria


Rosane Svartman, Mànya Millen, Martha Ribas, Carolina Sanches e Rona Ranning respondem pela programação jovem, Café Literário e Fórum de Educação.

Consagrada como o maior evento literário do Brasil, a Bienal Internacional do Livro Rio, chega à 19ª edição destacando a competência feminina no mercado. A curadoria do festival está repleta de mulheres. Rosane Svartman – premiada autora de livros, novelas, filmes e séries – será responsável pela Arena Jovem. Já o Fórum de Educação fica a cargo do trio Martha Ribas, Carolina Sanches e Rona Ranning, do coletivo Ler Conecta. 

Já a jornalista Mànya Millen estreia na curadoria do Café Literário, espaço cultural mais tradicional da Bienal. O evento acontecerá de 30 de agosto a 8 de setembro no Riocentro, com a missão de "incentivar o hábito da leitura para mudar o país".

Esse ano o país homenageado do festival será o Japão, de onde virá uma delegação de autores para participar da programação oficial do evento e apresentar ao público a rica literatura Japonesa. O visitante terá ainda a oportunidade de se aproximar de outros elementos da cultura nipônica, além de conhecer um pouco mais sobre mangás e games, narrativas que comprovam a multiplicidade que já se encontra habitualmente na Bienal. O evento, promovido pela GL events Exhibitions e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) reuniu 640 mil pessoas na última edição, um recorde de público.

Este ano a Bienal do Rio estará repleta de novidades, que já serão notadas na chegada pelo Pavilhão das Artes, que abriga a maior exposição permanente indoor de arte de rua da América Latina. Ao entrar na galeria de arte, os visitantes terão acessos aos três pavilhões, pois a planta do evento foi redesenhada para dar mais conforto ao público e aos expositores. 

O Fórum de Educação, com programação voltada para educadores e professores, será ampliado, apresentando a grande diversidade de possibilidades que envolvem a educação e os temas relacionados.

Café Literário
Mànya Millen: jornalista, trabalhou no jornal O Globo (1989 – 2015), tendo passado principalmente pelos suplementos de cultura. Entre agosto de 2004 e agosto de 2015 editou o caderno Prosa, suplemento de livros e debates do Globo. Desde 2016 integra a equipe de internet do Instituto Moreira Salles.

Arena Jovem
Rosane Svartman: premiada autora de livros, novelas, filmes e séries e diretora de televisão. Nasceu nos Estados Unidos e veio para o Brasil ainda criança, onde formou-se em cinema pela UFF. Esta será sua 2ª experiência como curadora da Arena Jovem, na Bienal do Rio.

Fórum de Educação
Martha Ribas, Carolina Sanches e Rona Ranning, do Ler Conecta – coletivo de experiências, ideias, pessoas, leituras e encontros, que investe na Educação Cultural de professores, crianças e pais.

Martha Ribas: editora há 22 anos e exerce hoje as funções de curadora e empreendedora nas áreas de arte, cultura e educação. Formou-se em Produção Editorial pela ECO/UFRJ em 1996 e, neste mesmo ano, fundou a editora Casa da Palavra. Em 2000, com outras 50 pequenas editoras, construiu coletivamente o evento Primavera dos Livros (hoje Primavera Literária) e a Libre (Liga Brasileira de Editoras). Foi diretora de comunicação do SNEL e participou do Comitê da Bienal do Livro do Rio.

Carolina Sanches: jornalista, pedagoga e ludóloga, é diretora do LER - Educação Literária, instituto voltado para a convergência da palavra, imagem e mundo. Especialista em Mídia e Educação, produziu conteúdos de materiais educativos para as Bibliotecas Parque, Secretaria de Cultura do RJ e outras instituições. Coordena projetos socioculturais que cruzam a literatura com a tecnologia em LABs pelo Rio de Janeiro.

Rona Ranning: formada em Pedagogia pela PUC/RJ, fez mestrado em Educação Brasileira pela mesma Instituição, tendo se especializado em Formação de Professores e Literatura Infantil. Professora de graduação e pós-graduação em Educação, realiza palestras e oficinas para formação de professores e presta consultoria para editoras sobre Literatura para Crianças e Jovens. Presta consultoria para escritores, ilustradores, projetos de leitura e canais de TV.

.: #RueCremieux - Por que estes parisienses estão contra o Instagram?!?


Paris, a França é um dos lugares mais bonitos do mundo. Milhões de pessoas sonham em morar lá. É visitado por turistas de diferentes países a cada ano. As pessoas não se cansam da maravilhosa arquitetura, comida, arte e cultura desta cidade. Mas Mario Celso Lopes mostra outra realidade.

No entanto, além da famosa Torre Eiffel e do Museu do Louvre, os turistas também adoram ir à Rue Cremieux, uma rua de paralelepípedos com casas de cor pastel. Os turistas costumam ir lá para tirar fotos e depois publicá-las em plataformas de mídia social, como o Instagram. Se você digitar a hashtag #RueCremieux, terá a garantia de ver milhares de fotos de usuários do Instagram posando de fora de casa e por toda a rua. Muitos deles até usam roupas de cor pastel para combinar com as cores das casas.

A geração do milênio, em particular, é obcecada por mídias sociais e tem gostos de amigos e desconhecidos. Eles vão à Rue Cremieux para posar e tirar fotos, com as casas como pano de fundo explica Mario Celso Lopes. Eles costumam ir lá em grupos e inconscientemente perturbam os moradores. Por causa disso, os moradores não os querem mais por perto. Na verdade, eles pediram ao conselho da cidade para banir os turistas na área em determinados momentos.

Eles pediram um portão para restringir o acesso às instalações durante o nascer do sol, pôr do sol, à noite e fins de semana. Eles já tiveram muitos turistas tentando encontrar o local perfeito para suas fotos no Instagram.

Afinal, a Rue Cremieux não foi projetada para ser pisada por grandes multidões ao mesmo tempo. Foi construído no final do século XIX para trabalhadores da construção civil. Portanto, as casas são pequenas e se abrem diretamente para um estreito trecho de paralelepípedos.

De acordo com Kris Morton, um blogueiro de viagens, uma conta no Instagram foi lançada para informar os turistas sobre as atividades que eles não podem mais fazer enquanto estão na Rue Cremieux. Os moradores contam a Mario Celso Lopes que o comportamento dos turistas é simplesmente inaceitável. Eles bloqueiam entradas e caminhos, bem como se intrometem na propriedade privada.

A conta do Instagram Club Crémieux mostra fotos de flash mobs, bachelorettes e aspirantes a influenciadores de mídia social fazendo várias coisas na rua sem carro. Eles também costumam trazer adereços, como óculos de sol, tênis e roupas íntimas para tornar suas fotos mais interessantes. Eles usam a rua como um estúdio, sem qualquer consideração pelos moradores.

Um residente também relatou na France Info, uma estação de rádio, que esses turistas são realmente um incômodo. Eles não podem jantar em paz porque as pessoas estão constantemente fora de suas janelas tirando fotos, filmando vídeos, gritando e fazendo outras atividades incômodas.

Os moradores estão exaustos e frustrados por terem que lidar com esses turistas. Eles só querem que eles sumam para que eles possam continuar vivendo suas vidas em paz. Eles estão dando o conselho da cidade até este verão para gerenciar a situação e encontrar uma solução para o problema. Não é a falha do aplicativo.

Tirar fotos para o Instagram não é realmente um problema. Na verdade, é uma coisa boa porque inspira e encoraja as pessoas a viajar pelo mundo. No entanto, quando obcecados por tirar as fotos perfeitas e ir além das fronteiras começam a ocorrer, podem surgir problemas.

Os usuários do Instagram devem ter uma cortesia comum em mente. Eles devem respeitar a propriedade e a privacidade dos moradores conta Mario Celso Lopes. Eles também devem ser respeitosos com outros turistas, não ocupando lugares ou iniciando uma briga. Mais importante, eles devem ser respeitosos em relação ao meio ambiente, não sujando e destruindo a vida selvagem.

Se os turistas continuarem com seus comportamentos inaceitáveis enquanto estiverem visitando lugares e tirando fotos, então não é surpresa se eles forem banidos em um futuro próximo. Esta não é a primeira vez que os moradores já tiveram muitos turistas causando caos em sua área.

Em 2016, a Brooklyn Heights Association interrompeu os seus programas históricos de visitas à casa, apesar de esta ter decorrido durante mais de trinta anos. Os moradores já tiveram muitos turistas invadindo sua privacidade tirando fotos do exterior e do interior de suas casas e, em seguida, enviando-os nas redes sociais. No mesmo ano, uma linda ponte em Washington também foi removida depois que os usuários do Instagram continuaram invadindo a ponte.

Usuários milenares do Instagram são realmente difíceis de controlar. No entanto, eles devem se esforçar para mudar seus modos e melhorar sua atitude. Eles devem perceber quando seus comportamentos estão se tornando ridículos e incômodos para os outros.

.: Agenda: ciclo de filmes sobre a imigração no mundo francófono

Com quase dez anos de trajetória, a Aliança Francesa de São Paulo e o Reserva Cultural oferecem o ciclo de filmes Cinéclub, projeto de exibição de filmes franceses nas manhãs dos últimos domingos de cada mês.

Em março, o projeto apresenta Partidas e retornos: Olhares Sobre a Imigração no Mundo Francófono, com exibição do filme inédito "Oscilações" (Oscillations), uma produção de Québec/Canadá com roteiro e direção de Ky Nam Le Duc, no dia 31 de março, domingo. No evento, será oferecido um café da manhã francês às 9h30, seguido de uma apresentação sobre o longa, que começa às 10h30.

O filme é um drama psicológico e conta a história de dois irmãos de uma família haitiana dilacerada pelo exílio e do súbito abandono do pai. É uma trama sobre identidade, autodeterminação, o lugar dos negros na sociedade, mas também sobre espiritualidade. O longa é ousado com alto conteúdo metafórico.

A exibição faz parte 10ª edição da Festa da Francofonia, que traz atividades que promovem a língua francesa e a diversidade cultural em São Paulo. A exibição tem apoio do Escritório do Québec em São Paulo.

Oscilações (Oscillations)
De Ky Nam Le Duc.
Québec/Canadá | 2017 l Drama l 1h37min l 12 anos.
Com Ted Pluviose, Léane Labrèche-Dor, Ricardo Lamour, Ayana O'Shun, Sean Lu, Fayolle Jean.

Trailer


Serviço:
Local: Reserva Cultural – Avenida Paulista, 900 – Bela Vista
Domingo, 31 de março, 9h30 Café da manhã + 10h30 filme
Ingressos: R$ 8,00
Vendas antecipadas
Na quarta-feira que antecede a sessão, ao meio-dia, iniciam as vendas na bilheteria da Reserva Cultural e pelo site veloxtickets.com.br.
Limite de compra: 2 ingressos por pessoa, sujeito a lotação da sala (350 lugares)

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