“O Menor Palco do Mundo”, primeiro solo de Vladimir Brichta, transforma cartas, histórias e imaginação em uma reflexão sobre paternidade, distância, afeto e reconstrução dos vínculos. Foto: Julia Mataruna
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sábado, 12 de setembro de 2026
.: Vladimir Brichta em “O Menor Palco do Mundo” leva a paternidade ao teatro
“O Menor Palco do Mundo”, primeiro solo de Vladimir Brichta, transforma cartas, histórias e imaginação em uma reflexão sobre paternidade, distância, afeto e reconstrução dos vínculos. Foto: Julia Mataruna
.: Francisco de Morais Mendes vence o Prêmio Academia Mineira de Letras
Livro de contos da Editora Sinete explora os ruídos da comunicação e os limites da linguagem em um presente saturado de informação. Foto: divulgação
O escritor mineiro Francisco de Morais Mendes venceu o Prêmio Academia Mineira de Letras 2026 com “A Bala dos Desarmados”, livro de contos publicado pela Editora Sinete em 2025. Patrocinada pela Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), a premiação concede R$ 40 mil ao vencedor e está entre os principais reconhecimentos destinados à produção literária em Minas Gerais. A obra foi escolhida entre os livros publicados em primeira edição durante 2025 nas categorias poesia, ficção em prosa, crônicas e ensaios.
Em “A Bala dos Desarmados”, a linguagem ocupa o centro das histórias. A palavra aparece como elemento de ligação entre os contos, mas também como fonte de ruído, ambiguidade e desencontro. Em diferentes situações, aquilo que deveria aproximar personagens acaba escondendo intenções, embaralhando sentidos e dificultando a comunicação.
Francisco de Morais Mendes coloca essas histórias diante de um presente marcado pelo excesso de informação e pela dificuldade cada vez maior de separar fato, invenção e manipulação. Tecnologia, comunicação e linguagem entram em um jogo no qual até o que parece evidente pode ganhar outro significado. O título do livro leva essa ideia ao limite: a palavra pode atingir, ferir e até calar — inclusive quando a “bala” deixa de ser apenas uma imagem.
“Muita satisfação de ter o livro ‘A bala dos desarmados’ reconhecido por uma instituição com o prestígio e o respeito da Academia Mineira de Letras. Esse reconhecimento dá ao livro um lugar de destaque no acervo cultural do Estado, do País. Por isso o sentimento é de gratificação, uma imensa alegria”, afirma Francisco de Morais Mendes sobre a conquista.
Nascido em Belo Horizonte, em 1956, o autor é jornalista formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Também publicou os livros de contos “Escreva, Querida”, “A Razão Selvagem”, “Onde Terminam os Dias” e “Sacrifício e Outros Contos”, lançado originalmente em Lisboa, em 2019, e posteriormente no Rio de Janeiro, em 2021. A trajetória literária de Francisco reúne oito prêmios, entre eles o próprio Prêmio Academia Mineira de Letras, o Prêmio Minas de Cultura, do Governo do Estado, o Prêmio Cidade de Belo Horizonte, da Prefeitura de Belo Horizonte, e o Prêmio Autor 2018, em Lisboa.
Para o escritor, o reconhecimento alcança quem escreve e também quem lê. “Para o autor o prêmio é um indutor, um estímulo forte para continuar escrevendo. Para a sociedade, o prêmio é um balizador, pois vai assinalar as obras que passaram pelo crivo de um corpo de especialistas. O livro destacado ganha visibilidade e pode chegar a um número maior de leitores”, destaca. Francisco também vê os prêmios literários como uma maneira de acompanhar o que está sendo produzido na literatura contemporânea. “sempre me guio pelos prêmios para ver o que trazem de novo as obras selecionadas. E sempre encontro boas surpresas”.
Criado para reconhecer escritores ligados a Minas Gerais, o Prêmio Academia Mineira de Letras contempla autores naturais do estado ou radicados em território mineiro há mais de cinco anos. A escolha é feita por indicação dos acadêmicos. Na edição de 2026, foram consideradas obras publicadas em primeira edição entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025, nas categorias poesia, ficção em prosa, crônicas e ensaios. A entrega do prêmio será realizada em sessão solene da Academia Mineira de Letras. Vencedor de oito prêmios literários, Francisco de Morais Mendes recebeu, entre outros, o Prêmio Academia Mineira de Letras, o Prêmio Minas de Cultura, do Governo do Estado, o Prêmio Cidade de Belo Horizonte, da Prefeitura de Belo Horizonte, e o Prêmio Autor 2018, em Lisboa. Compre o livro “A Bala dos Desarmados”, de Francisco de Morais Mendes, neste link.
.: Crítica: "A Estranha na Cama", romance mais apimentado de Raphael Montes
Novo romance de Raphael Montes mistura sexo, ambição, mentira e vingança numa história em que ninguém permanece inocente por muito tempo. Foto: divulgação
O livro reafirma Raphael Montes como um escritor que entende muito bem o prazer popular do suspense sem tratar o leitor como alguém que precisa receber tudo mastigado. O livro quer divertir, provocar, chocar e, de quebra, brincar com a vontade quase infantil de descobrir quem está mentindo. Compre “A Estranha na Cama”, novo romance de Raphael Montes, neste link.
.: "Barbarella", ficção científica com Jane Fonda, é um delírio psicodélico e sensual
Produção de Roger Vadim leva Jane Fonda ao espaço em uma aventura que mistura erotismo, humor, exagero e uma boa dose de maluquice
Barbarella percorre planetas, enfrenta vilões, encontra criaturas estranhas e passa por situações que transformam o erotismo em uma espécie de linguagem oficial daquele futuro. A sexualidade está espalhada por praticamente todos os cantos da produção. A famosa abertura, com Jane Fonda despindo-se enquanto os créditos aparecem, ajudou a transformar a atriz em símbolo sexual e continua sendo uma das imagens mais lembradas do filme. A personagem, contudo, também apresenta uma curiosa combinação de sensualidade e inocência: para Barbarella, o prazer não carrega o peso moral que costuma acompanhar personagens femininas em aventuras desse tipo.
Ficha técnica
"Barbarella" (título original)
.: “A Margem” chega ao streaming e reencontra um Brasil à beira do Tietê
Filme de Ozualdo Candeias transforma personagens esquecidos pela cidade em figuras de uma história áspera, poética e ainda desconcertante
Ficha técnica
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sexta-feira, 11 de setembro de 2026
.: Álbum “Na Linha do Tempo” celebra os 25 anos do Sururu na Roda
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação
O grupo Sururu na Roda celebra 25 anos de trajetória com o lançamento de “Na Linha do Tempo”, seu novo álbum, que chega às plataformas digitais. Com direção musical de Rildo Hora e participação especial de Mart’nália, o disco revisita a história do Sururu a partir de um repertório afetivo, popular e profundamente ligado à memória do samba brasileiro.
O projeto nasce como uma biografia musical. Em vez de apenas olhar para trás, “Na Linha do Tempo” organiza a trajetória do grupo como uma travessia: dos primeiros anos na Lapa carioca ao reconhecimento nacional, das turnês internacionais à maturidade artística da formação atual. O resultado é um disco que celebra o passado, mas aponta para uma nova fase.
O álbum traz Ana Costa, Fabiano Salek e Silvio Carvalho à frente do Sururu na Roda, acompanhados pelos músicos Alexandre Caldi, Flavio Santos, Guinter Vieira, Luiz Augusto Guimarães, Maurício Massunaga, Ney Conceição, Marcelo Caldi, Dirceu Leite, Léo Ramiro e o próprio Rildo Hora, que também assina a direção musical.
Com 12 faixas, “Na Linha do Tempo” reúne canções que ajudam a contar a história do Sururu e sua relação com diferentes vertentes do samba. O repertório atravessa clássicos, memórias afetivas e escolhas que dialogam com a sonoridade construída pelo grupo ao longo de duas décadas e meia. Entre os destaques do disco está “Mascarada”, faixa que conta com participação especial de Mart’nália. O álbum também traz “Conversa de Botequim”, “Ex-Amor”, “Fogo de Saudade”, “Seja Sambista Também”, “Sambas de Roda”, “Água da Minha Sede”, “Sorriso Aberto”, “É”, “Testamento de Partideiro”, “Pura Semente” e “Mutirão de Amor”. Já “Sambas de Roda” aparece como um pot-pourri com por três músicas: “O Cavalo de São Jorge”, “Milagre” e “Todo Menino É Um Rei”.
Gravado no Estúdio Cia dos Técnicos, no Rio de Janeiro, com gravação e mixagem de William Luna, masterização de Alexandre Rabaço e produção de Alan Rabelo (Panda Produções), o álbum reafirma o Sururu na Roda como um dos nomes mais consistentes do samba contemporâneo. Mais do que um álbum comemorativo, ”Na Linha do Tempo” é uma declaração de permanência. Um brinde ao samba, à amizade musical e à capacidade de seguir reinventando a tradição.
"Sorriso Aberto"
"Mascarada"
"Seja Sambista Também"
.: Claudya lança disco ao vivo com convidados
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação
Há vozes que pertencem a uma época. E há vozes que atravessam épocas. Claudya faz parte do segundo grupo. Aos 60 anos de carreira, a cantora celebra sua trajetória com o lançamento de um novo álbum ao vivo, que foi gravado na Casa Natura Musical, em março deste ano, e que chega a todas as plataformas digitais pela gravadora Kuarup.
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
.: Filme "Banho de Sangue" tem herança e carnificina à moda de Mario Bava
Clássico italiano de 1971 antecipa o slasher, coleciona mortes criativas e deixa "Sexta-Feira 13" com uma dívida considerável
.: Adriana Calcanhotto em "Saga Lusa", livro que comemora 18 anos da Cogobó
Relato bem-humorado da cantora sobre os percalços da turnê portuguesa de "Maré" ganha nova edição pela Cobogó
Para comemorar 18 anos de atividade, a Cobogó volta ao ponto de partida de seu catálogo e relança "Saga Lusa - O Relato de Uma Viagem", de Adriana Calcanhotto. Publicado originalmente em 2008, o livro ganha uma segunda edição com apresentação da própria autora e novo texto de orelha assinado pelo poeta Eucanaã Ferraz. Com humor afiado e uma boa dose de ironia, Adriana transforma os acontecimentos de uma turnê portuguesa em matéria-prima para uma narrativa tão divertida quanto improvável. A viagem aconteceu entre maio e junho de 2008, durante a temporada de shows do disco "Maré". O que deveria seguir o roteiro habitual de uma excursão musical acaba descambando para uma sucessão de situações pouco recomendáveis para quem deseja manter a agenda em ordem. Com capa de Felipe Kaizer, adaptada por Mari Taboada, o livro comemora os 18 anos da Editora Cogobó, que abriu o catálogo com este livro.
.: Editora Fósforo assume edição da obra de Raduan Nassar com textos inéditos
Editora prepara novos lançamentos, textos inéditos, audiolivros e projetos de formação sobre o escritor vencedor do Prêmio Camões
A Editora Fósforo anuncia que, a partir de 2027, passa a publicar a obra de Raduan Nassar, vencedor do Prêmio Camões e autor de "Lavoura Arcaica", "Um Copo de Cólera" e "Menina a Caminho". Os três títulos estão entre os mais cultuados da literatura brasileira e chegam a uma nova etapa editorial sob o comando da jovem editora. Para acompanhar o projeto, a Fósforo criou um conselho editorial formado pela crítica e curadora Rita Palmeira, pelo professor e editor Augusto Massi, pelo editor e escritor Estevão Azevedo, autor de "O Corpo Erótico das Palavras: um Estudo da Obra de Raduan Nassar", e por Messias Barboza, assessor de Nassar.
“É com honra e alegria que assumimos a tarefa de abrir um novo ciclo editorial para a obra de Nassar. O desafio da empreitada está à altura da grandeza de sua literatura e do trabalho extraordinário realizado pela Companhia das Letras ao longo de décadas, tanto no Brasil quanto no exterior”, afirma Rita Mattar, sócia da Fósforo.
Sobre a dimensão da produção literária de Nassar, Augusto Massi afirma: “Raduan representa um ponto de virada, criativo e crítico, comparável ao impacto das formas narrativas de Guimarães Rosa e Clarice Lispector. Ele inventou uma linguagem própria cujo princípio formal é colocar o conflito no centro de suas narrativas. Em contraponto à brevidade da obra, sua prosa não para de crescer em importância, revelando um grau de extrema atualidade estética, histórica e política”.
Audiovisual
O cineasta Luiz Fernando Carvalho, responsável pela adaptação cinematográfica de "Lavoura Arcaica", ficará à frente dos desdobramentos audiovisuais da obra. Carvalho também trabalha na adaptação de "As Três Batalhas", texto inédito de Nassar. “Raduan Nassar é um universo, um poeta à frente de seu tempo. Os desdobramentos de sua pequena grande lavra são fundamentais. Sem falar que trata-se de um autor ainda não plenamente descoberto, possuindo material inédito que precisa ganhar visualidade”, afirma o cineasta.
O novo projeto editorial pretende ampliar o conjunto de livros disponíveis ao público. Além das obras já conhecidas, a Fósforo prevê a publicação de escritos inéditos e de reuniões de textos que Nassar publicou na imprensa durante mais de cinco décadas de participação no debate público. Também estão previstos livros dedicados à análise da produção do escritor e audiolivros.
“Um novo projeto editorial para Raduan deve, sem jamais abrir mão da coerência e do rigor que ele sempre demonstrou, contribuir para que novos leitores tenham a oportunidade e a sorte de se apaixonar por sua obra”, afirma Estevão Azevedo. Rita Palmeira aponta outra frente de trabalho do conselho editorial: “Além de colaborar com decisões editoriais, o conselho pretende contribuir para a organização do conjunto de documentos, fotos, manuscritos e periódicos que Raduan vem reunindo ao longo de décadas. É uma enorme responsabilidade e sobretudo uma grande honra fazer parte deste conselho".
Novos leitores
Os primeiros lançamentos estão previstos para o primeiro semestre de 2027. A programação inclui ainda cursos online gratuitos sobre a obra de Nassar e clubes de leitura abertos ao público. “Queremos dialogar com novos leitores, mas também com professores e pesquisadores dedicados ao estudo de Nassar", afirma Fernanda Diamant, sócia fundadora da Fósforo.
Augusto Massi acrescenta: “Penso que o fato de Raduan mudar de casa, ser revisitado por uma editora jovem, formada por uma equipe aguerrida, pode retirar a roupagem de clássico e nos trazer de volta o espírito radical de um escritor que sempre cultivou um campo de antagonismos, um Raduan capaz de reconduzir o leitor à cena contemporânea”.
Messias Barboza vê no projeto a possibilidade de apresentar uma dimensão menos conhecida da trajetória pública do escritor. Para ele, a nova edição deverá “apresentar o cidadão Raduan àqueles que não conhecem uma parte significativa de sua atuação na sociedade. A exemplo de sua escrita, que rompeu estilos e paradigmas, sua militância desafiou convenções. Será uma viagem no tempo por jornalismo, meio ambiente, educação e cidadania”.
.: Manual Crônico: Uma dama-da-noite, as mudanças acontecem à revelia
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
.: "Um Homem com Uma Câmera" ganha vida com trilha sonora ao vivo no MIS
Clássico de Dziga Vertov será exibido pelo Cinematographo em sessão com acompanhamento do pianista e compositor Anselmo Mancini. Foto: divulgação
O MIS - Museu da Imagem e do Som de São Paulo resgata a experiência das antigas sessões de cinema no dia 13 de setembro, quando o programa Cinematographo apresenta "Um Homem com Uma Câmera", clássico documentário dirigido por Dziga Vertov em 1929. A sessão terá trilha sonora executada ao vivo pelo pianista e compositor Anselmo Mancini, que recriará musicalmente a atmosfera da produção soviética. Considerado um dos grandes documentários da história do cinema, o filme acompanha 24 horas na vida dos moradores de uma cidade grande. Do amanhecer ao anoitecer, um cinegrafista percorre diferentes espaços com a câmera no ombro e registra o movimento urbano, o trabalho, o lazer e a rotina cotidiana.
A proposta de Vertov revolucionou a linguagem documental ao transformar a própria câmera em personagem e explorar possibilidades de montagem, ritmo e enquadramento. Quase um século depois, o filme ganha uma nova camada de experiência no MIS com a música criada e executada ao vivo por Mancini. Os ingressos custam R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada) e podem ser adquiridos pela plataforma Megapass ou na bilheteria física do MIS.
A programação é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo, e Museu da Imagem e do Som, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, ProAC e Promac. O MIS tem patrocínio institucional da Livelo, Vivo, Goldman Sachs, Ituran e Goodstorage e apoio institucional das empresas Delboni, EAÍ?! Marketing, Unisys, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Unipar, Campari, Colégio Albert Sabin, PWC, Pirelli, Alcaçuz, Telium, Kaspersky, Gabriel e Play Audiovisual.
Sobre o convidado
Anselmo Mancini é doutor e mestre em audiovisual e bacharel em composição musical pela Universidade de São Paulo (USP). Com mais de 24 anos de trajetória profissional, atua como compositor e pesquisador, reunindo experiência em diferentes áreas relacionadas à música e ao audiovisual. Mancini ministra cursos, oficinas e workshops sobre trilha sonora em instituições como o Centro de Pesquisa e Formação do SESC, as Oficinas Culturais do Estado de São Paulo e a Academia Internacional de Cinema. Também participa como palestrante convidado e integra bancas de trabalhos de conclusão de curso e defesas de mestrado nos departamentos de Música, Audiovisual e Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP (ECA-USP) e da FMU-FIAM-FAAM.
Sobre o Cinematographo
O Cinematographo é um programa mensal do MIS dedicado a recuperar o clima das antigas sessões de cinema, com um detalhe que muda completamente a experiência: músicos convidados criam e executam a trilha sonora ao vivo durante a exibição. A cada edição, filmes de diferentes períodos ganham acompanhamento musical pensado para a sessão, aproximando cinema e música em uma experiência que transforma a relação do público com a obra.
Serviço | Cinematographo – "Um Homem com Uma Câmera"
Domingo, dia 13 de setembro, às 15h00
Auditório MIS (168 lugares)
Ingresso: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). Ingressos disponíveis na plataforma Megapass e na bilheteria do MIS
Classificação: 14 anos
























