quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

.: Peça “A Manhã Seguinte” transforma encontros improváveis em comédia


Sucesso em mais de 10 países, peça do autor britânico Peter Quilter ganha montagem inédita no Brasil, com direção de Thereza Falcão e Bel Kutner, e faz temporada no Teatro VillaLobos; 
Foto: João Pedro Hachiya

E se o amor começasse depois do primeiro “bom dia”? Sucesso em mais de 10 países, “A Manhã Seguinte” ganha montagem inédita no Brasil e, após estreia aclamada no Rio de Janeiro e sessões lotadas em BH, Curitiba, João Pessoa e Brasília, chega a São Paulo para temporada no Teatro VillaLobos, no Shopping Villa Lobos, de 9 de janeiro a 1° de março, com sessões sextas e sábados, às 20h00, e domingos, às 18h00. Do aclamado dramaturgo inglês Peter Quilter, “A Manhã Seguinte” é uma comédia leve, inteligente e cheia de reviravoltas sobre encontros inesperados, famílias nada convencionais e o desafio de lidar com sentimentos quando ninguém diz exatamente o que está sentindo. O elenco conta com Carol Castro, Bruno Fagundes, Gustavo Mendes e Angela Rebello. A direção é de Thereza Falcão e Bel Kutner.

A história apresenta um quarteto irresistível: um rapaz tímido, uma jovem decidida, uma mãe sem papas na língua e um irmão com humor afiado e zero limites. Juntos, eles transformam qualquer manhã em um verdadeiro espetáculo. "Dirigir 'A Manhã Seguinte' é explorar com delicadeza e humor o desconforto do inesperado. A peça fala sobre encontros reais - e sobretudo o que não se diz", explica a diretora Thereza Falcão.

Na trama, Kátia (Carol Castro) e Tomás (Bruno Fagundes) se conhecem por acaso e, na manhã seguinte, acordam no mesmo quarto... cercados de incertezas. A situação já seria embaraçosa o suficiente, mas tudo ganha novos contornos com a chegada inesperada da mãe de Kátia (Angela Rebello), que não mede palavras, cheia de opiniões e sem qualquer filtro. E, para completar, Márcio (Gustavo Mendes), o irmão de Kátia, aparece com seu jeito inesperado, especialista em roubar a cena e bagunçar ainda mais o que já estava fora do controle. É uma história sobre afetos, tropeços e a beleza do improviso. Porque, às vezes, a vida só começa mesmo... na manhã seguinte.

"O mais bonito dessa comédia é que ela nos faz rir daquilo que somos: vulneráveis, contraditórios e humanos. É um teatro de afeto, leveza e verdade", comenta a diretora Bel Kutner. O projeto terá ainda uma temporada em São Paulo e uma turnê nacional, que passará por diferentes regiões do país. O espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura e Caixa Residencial, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet. 

"Projetos como 'A Manhã Seguinte', que contam com itinerância por diferentes estados do país, são fundamentais para fortalecer o acesso à cultura e promover a diversidade artística em todo o Brasil", reforça o ceo da Caixa Residencial, Rodrigo Valença.


Ficha técnica
Espetáculo "A Manhã Seguinte"
Texto: Peter Quilter
Adaptação do texto: Thereza Falcão
Direção: Thereza Falcão e Bel Kutner
Elenco: Carol Castro, Bruno Fagundes, Gustavo Mendes e Angela Rebello
Cenário: Nello Marrese
Figurino: Mauro Leite
Produção de Elenco: Felipe Ventura
Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho
Apoios: Marcela Rosário
Marketing e comercial: Mauricio Tavares
Produção geral, financeiro e administração: Sérgio Lopes
Direção de produção: Filomena Mancuzo
Produção executiva: Álvaro Antônio

Serviço
Espetáculo "A Manhã Seguinte"
Temporada: de 09 de janeiro a 01 de março de 2026   
Sessões: sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h
Local: Teatro VillaLobos – Shopping Villa Lobos – Av. Dra. Ruth Cardoso, 4777 - Jardim Universidade Pinheiros, São Paulo - SP
Classificação etária: 12 anos
Duração: 80 minutos
Gênero: comédia
Ingressos: de R$ 21 a R$ 150

.: Filme expõe afetos de aluguel em drama delicado com Brendan Fraser


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

A Searchlight Pictures estreia na Rede Cineflix e nos cinemas brasileiros, em 8 de janeiro de 2026, a comédia dramática “Família de Aluguel” (“Rental Family”), produção sensível e curiosa que marca mais um momento de afirmação artística de Brendan Fraser no pós-Oscar. Dirigido pela cineasta japonesa Hikari, o longa-metragem aposta em um encontro delicado entre culturas, afetos improvisados e solidão contemporânea, ambientando sua narrativa no Japão a partir do olhar de um estrangeiro em crise.

Na trama, Fraser interpreta Phillip, um ator norte-americano que construiu carreira no Japão estrelando comerciais, mas que, com o passar dos anos e a escassez de oportunidades, acaba encontrando sustento em uma agência especializada em “famílias de aluguel”. O serviço, bastante conhecido no país asiático e frequentemente retratado em reportagens da imprensa internacional, oferece atores para ocupar, temporariamente, papéis afetivos na vida de clientes solitários. O que começa como um trabalho técnico logo se transforma em uma experiência emocionalmente desestabilizadora, levando Phillip a questionar os limites entre encenação e verdade.

A direção de Hikari, elogiada por veículos como The Guardian e Variety pela abordagem empática e livre de exotismos, constrói a narrativa com delicadeza, evitando caricaturas culturais e apostando na observação dos gestos, dos silêncios e das relações humanas. O roteiro, assinado pela própria diretora em parceria com Stephen Blahut, dialoga diretamente com temas como pertencimento, identidade e afeto em tempos de vínculos cada vez mais frágeis e negociáveis.

O elenco reúne nomes expressivos do cinema e da televisão japonesa, como Takehiro Hira, Akira Emoto e Mari Yamamoto, além da jovem Shannon Mahina Gorman, em sua estreia no cinema. Para viver Phillip, Brendan Fraser mergulhou no idioma e na cultura local, estudando japonês intensivamente e chegando ao país semanas antes das filmagens, numa preparação frequentemente destacada em entrevistas à imprensa norte-americana. A trilha sonora, assinada por Jónsi e Alex Somers, reforça o tom melancólico e contemplativo do filme, enquanto a fotografia de Takuro Ishizaka valoriza os contrastes entre o Japão urbano e os espaços íntimos onde as relações se constroem.

Ficha técnica
“Família de Aluguel” | “Rental Family”

Gênero: comédia dramática. Classificação indicativa: 12 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês e japonês. Direção: Hikari. Roteiro: Hikari e Stephen Blahut. Elenco: Brendan Fraser, Takehiro Hira, Akira Emoto, Mari Yamamoto, Shannon Mahina Gorman. Distribuição no Brasil: Searchlight Pictures. Duração: 1h50. Cenas pós-créditos: não.

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As principais estreias da semana podem ser assistidos na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

Cineflix Miramar | Santos | Sala 3
8 e 14 de janeiro | Sessões legendadas | 15h50 e 21h00
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos/SP. Ingressos neste link.

.: Filme humaniza Shakespeare ao narrar a dor que precedeu obra-prima "Hamlet"


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

Com sessões antecipadas nesta sexta-feira e sábado, dias 9 e 10 de janeiro, na Rede Cineflix e em cinemas de todo o Brasil, “Hamnet: a Vida Antes de Hamlet” ("Hamnet") chega cercado de expectativa e prestígio antes mesmo de sua estreia comercial, marcada para 15 de janeiro de 2026. O longa-metragem, que foi o filme de encerramento do Festival do Rio, consolida-se como um dos títulos mais comentados da temporada ao unir reconhecimento crítico internacional, força literária e um time criativo de peso.

Dirigido pela vencedora do Oscar Chloé Zhao, o filme é inspirado no romance homônimo de Maggie O’Farrell, vencedor de importantes prêmios literários e celebrado pela imprensa britânica e norte-americana. Antes de chegar ao Brasil, a produção conquistou o prêmio do público no Festival Internacional de Cinema de Toronto e foi amplamente elogiada após sua première no Festival de Telluride, despontando como forte candidata nas principais premiações do cinema.

A narrativa se afasta do retrato tradicional de William Shakespeare para lançar luz sobre Agnes, sua esposa, vivida por Jessie Buckley. É a partir do ponto de vista feminino que o filme aborda o luto pela morte precoce de Hamnet, único filho homem do casal, explorando as marcas íntimas dessa perda e suas reverberações emocionais. Paul Mescal interpreta Shakespeare em um registro contido, menos mítico e mais humano, em contraste direto com a intensidade dramática de Buckley, cuja atuação já rendeu prêmios e indicações em circuitos internacionais.

Produzido por dois nomes centrais da indústria, Steven Spielberg e Sam Mendes, o longa aposta em uma abordagem sensorial e emocional, característica do cinema de Zhao, para sugerir como a dor pessoal pode ter influenciado a criação de “Hamlet”, a obra mais conhecida do dramaturgo inglês. Sem recorrer a explicações didáticas, o filme constrói um elo poético entre vida e criação artística, tema frequentemente destacado em análises publicadas por veículos como The Guardian, Variety e The New York Times. Distribuído pela Universal Pictures, o longa chega aos cinemas também em versões acessíveis, ampliando seu alcance e reafirmando seu caráter de obra sensível, autoral e, ao mesmo tempo, voltada ao grande público.

Ficha técnica
“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” | “Hamnet”
Gênero: drama histórico. Classificação indicativa: 14 anos. Ano de produção: 2025. Idioma: inglês. Direção: Chloé Zhao. Roteiro: Maggie O’Farrell e Chloé Zhao. Elenco: Jessie Buckley, Paul Mescal. Distribuição no Brasil: Universal Pictures. Duração: 2h05. Cenas pós-créditos: não.

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Cineflix Miramar | Santos | Sala 2
9 e 10 de janeiro | Sessões legendadas | 16h30
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos/SP. Ingressos neste link.

.: Animação reinventa "Tom & Jerry" em aventura mágica no tempo


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

A Warner Bros. coloca novamente em cartaz uma de suas franquias mais longevas com a estreia de “Tom & Jerry: uma Aventura no Museu” ("Tom & Jerry: forbidden Compass”), animação que chega aos cinemas brasileiros em 8 de janeiro de 2026 apostando em fantasia, viagem no tempo e humor físico clássico. Com direção e roteiro de Gang Zhang, o longa-metragem reposiciona a dupla criada por William Hanna e Joseph Barbera em uma narrativa de aventura que dialoga com o público infantil contemporâneo sem abrir mão da essência slapstick que consagrou os personagens.

Na história, Tom e Jerry se envolvem em mais uma perseguição aparentemente banal, desta vez ambientada em um grande museu. O que começa como uma caçada rotineira ganha contornos fantásticos quando a dupla encontra um artefato mágico, a chamada Bússola Proibida, capaz de abrir portais temporais. Transportados para uma era distante e desconhecida, os eternos rivais se veem obrigados a suspender as brigas para sobreviver, enfrentar forças misteriosas e encontrar um caminho de volta para casa.

Produzido na China e com distribuição da Imagem Filmes no Brasil, o longa integra uma fase recente da franquia que busca ampliar o universo narrativo dos personagens, inserindo novos coadjuvantes e conflitos mais elaborados. Segundo informações divulgadas por veículos especializados como Variety e The Hollywood Reporter, a proposta foi justamente combinar a tradição visual da série com uma estrutura de aventura mais próxima dos longas animados contemporâneos.

A animação mantém a violência em tom fantasioso e cartunesco, o que garantiu classificação indicativa livre, tornando o filme acessível a crianças pequenas e também a adultos que cresceram acompanhando as intermináveis disputas entre gato e rato. Com 1h39 de duração e dublagem em português, “Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu” aposta no apelo nostálgico, mas também na renovação estética e narrativa para manter viva uma das duplas mais reconhecíveis da história da animação.


Ficha técnica
“Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu” | “Tom & Jerry: Forbidden Compass”
Gênero: animação, aventura, fantasia. Classificação indicativa: livre. Ano de produção: 2025. Idioma original: inglês. Direção e roteiro: Gang Zhang. Elenco (vozes originais): Li Baixin, Mino Eek, Zhang Gang. Distribuição no Brasil: Imagem Filmes. Duração: 1h39. Cenas pós-créditos: não.

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Cineflix Miramar | Santos | Sala 1
8 e 14 de janeiro | Sessões dubladas | 14h00 e 18h20

No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos/SP. Ingressos neste link.

.: "Cortejo Voador" transforma a área de convivência do Sesc Santos no domingo


Espetáculo itinerante transforma o espaço em festa coletiva com arte, humor e imaginação. Foto: divulgação

"Cortejo Voador", com o coletivo Cortejo Voador, anuncia que o circo chegou em movimento, espalhando música, poesia e palhaçada por onde passa. A apresentação acontece neste domingo, dia 11 de janeiro, às 17h30, na área de Convivência do Sesc Santos, com entrada gratuita e classificação livre, convidando públicos de todas as idades a participarem dessa grande festa coletiva.

Em formato de cortejo, o espetáculo transforma o espaço em picadeiro a céu aberto. Entre ritmos contagiantes, versos bem-humorados e brincadeiras circenses, os artistas conduzem o público por uma experiência lúdica e interativa, em que caminhar, cantar e rir fazem parte da cena. A proposta valoriza a tradição do circo popular e do teatro de rua, apostando na proximidade com o público e na celebração do encontro.

Com linguagem acessível e espírito brincante, o cortejo convida famílias inteiras - mamães, titias, crianças e curiosos de todas as idades - a se deixarem levar pelo clima de alegria. Desenrola o passo, bate palma, acompanha o refrão e chega com um versinho, porque no Cortejo Voador há espaço para a imaginação, para o improviso e até para uma inesperada casa de passarinho surgindo no meio do caminho.

A música ao vivo, a palhaçaria, as acrobacias e os números corporais se entrelaçam para criar uma atmosfera de festa, onde o riso e a poesia caminham juntos. Mais do que um espetáculo, Cortejo Voador é um convite ao brincar coletivo, ao encontro entre artistas e público e à ocupação afetiva dos espaços com arte, leveza e fantasia.

Ficha técnica
Espetáculo "Cortejo Voador"
Direção musical: Mica Matos
Percussão (palhaça): Mariana Paudarco
Sanfona (palhaça): Jéssica Nunes
Voz que puxa o cortejo: Jessica Rosa
Bambolê: Brenda Felix Barbosa
Perna de pau: Vanessa Santiago
Acrobacias: Jennifer Martins
Produção de campo: Adrianny Torre


Venda de ingressos
As vendas de ingressos para os shows e espetáculos da semana seguinte (segunda a domingo) começa na semana anterior às atividades, em dois lotes: on-line pelo aplicativo Credencial Sesc SP e portal do Sesc São Paulo: às terças-feiras, a partir das 17h00. Presencialmente, nas bilheterias das unidades: às quartas-feiras, a partir das 17h00.

Bilheteria Sesc Santos - Funcionamento
Terça a sexta, das 9h às 21h30 | Sábados e domingos, 10h às 18h30   

Sesc Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida / Santos
Telefone: (13) 3278-9800        
Site do Sesc Santos
Instagram e Facebook: @sescsantos

.: Companhia Ensaio Aberto volta com "Morte e Vida Severina" em São Paulo


Obra de João Cabral de Melo Neto, com músicas de Chico Buarque e direção de Luiz Fernando Lobo, faz temporada no Sesc Pinheiros até 18 de janeiro. Foto: Thiago Gouvêa
 

“Morte e Vida Severina”, obra-prima de João Cabral de Melo Neto encenada pela Companhia Ensaio Aberto, com direção de Luiz Fernando Lobo, músicas de Chico Buarque e direção musical de Itamar Assiere, fará temporada no Teatro Paulo Autran - Sesc Pinheiros, de 8 a 18 de janeiro de 2026, com sessões de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h. No sábado 17/01, acontecem duas sessões: às 16h e às 20h.

Com o espetáculo, a Companhia Ensaio Aberto dá voz aos severinos filhos de tantas marias. Para o diretor Luiz Fernando Lobo, que montou esse espetáculo pela primeira vez há 20 anos, muita coisa mudou: “Nesses vinte anos que se passaram entre a primeira montagem e esta atual, saímos do Mapa da Fome e chegamos a ser a sexta economia do mundo. Ao mesmo tempo, as negras manchas demográficas da Geografia da Fome não estão mais localizadas apenas nos sertões do Nordeste, e sim dentro das grandes cidades, como Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque, Paris e Berlim”.

A peça não é mais um poema regional brasileiro, pois os que vivem e morrem de morte severina agora estão em todas as serras magras e ossudas do mundo. A sombra da fome se espalha pelo planeta impulsionada pela crescente desigualdade. Segundo a Oxfam, o 1% mais rico da população mundial possui agora 45% da riqueza global, 44% da humanidade vive com menos de 6,85 dólares (R$ 41,5) por dia, e as taxas de pobreza global praticamente não mudaram desde 1990. No encontro do G20 em 2024, o Presidente Lula lançou a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e disse: "O símbolo máximo na nossa tragédia coletiva é a fome e a pobreza. Convivemos com 733 milhões de pessoas ainda subnutridas. Em um mundo que produz quase 6 bilhões de toneladas de alimentos por ano, isso é inadmissível”.

"Morte e Vida Severina", da Companhia Ensaio Aberto, estreou no Castelo São Jorge, em Lisboa. Em cena estão 4 músicos, 25 atores, sendo Gilberto Miranda o Severino desde a versão em Portugal. Com cenário de J.C. Serroni, iluminação de Cesar de Ramires, figurinos de Beth Filipecki e Renaldo Machado, a peça recebeu, em 2022, três indicações ao Prêmio Shell de Teatro - sendo premiada na categoria Música; seis indicações ao Prêmio APTR de Teatro - sendo premiada na categoria Iluminação, além de outros prêmios e indicações.

Ficha técnica
Espetáculo "Morte e Vida Severina"
Texto: João Cabral de Melo Neto
Músicas: Chico Buarque  
Direção geral: Luiz Fernando Lobo
Direção musical e arranjos: Itamar Assiere
Direção de produção: Tuca Moraes
Cenografia: J. C. Serroni
Iluminação: Cesar de Ramires
Figurino: Beth Filipecki e Renaldo Machado
Programação visual: Jorge Falsfein e Marcos Apóstolo
Produção: Aninha Barros

Elenco:
Gilberto Miranda – Severino
Anderson Primo – Irmão das Almas, Funeral de um lavrador
Ana Clara Assunção – Mulher da Janela
Bibi Dullens
Carla Muzag – Funeral de um lavrador, Cigana 3
Eduardo Cardoso
Grégori Eckert
Iris Ferreira
José Guerra
Kyara Zenga
Leonardo Hinckel
Luciano Veneu – Irmão das Almas
Luiz Fernando Lobo – Mestre Carpina
Mariana Pompeu – Nanã, Anunciação, Cigana 2
Mateus Pitanga
Matheus França
Mika Makino
Pedro Fernando – Irmão das Almas
Rafael Telles
Rossana Russia – Maria
Thaise Oliveira
Tomás Santa Rosa
Tuca Moraes – Cigana 1
Victor Hugo
Victor Seixas

Músicos
Acordeon - Itamar Assiere e Matheus Queiroz 
Cello - Saulo Vignoli
Percussão - Mingo Araújo
Violão e Viola - Marcílio Figueiró

Assistentes de direção: Octavio Vargas e Paola de Paula
Assistentes de produção: Laura Gonna
Produção de set: Fellipe Rodrigues
Preparação vocal: Ana Calvente
Preparação corporal: Luiza Moraes e Mika Makino
Músicas adicionais: Itamar Assiere, Carlinhos Antunes, Airton Barbosa
Design de sonorização: Branco Ferreira
Sonorização: Gramophone
Operação de som: Branco Ferreira
Operação de luz: Pedro Passini
Microfonista: Ana Bittencourt
Assessoria de imprensa: Armazém Comunicação | Christina Martins
Coordenação: Ciência do Novo Público Clarice Tenório Barretto
Ciência do Novo Público Andreza Dias, Gilberto Miranda, Grégory Eckert, Júlia Freiman, Mateus Pitanga, Maura Santiago e Thaise Oliveira
Fotos e imagens de divulgação: Thiago Gouveia
Fotos do programa: Thiago Gouveia, Renam Brandão e Leon Diniz
Vídeos: Maria Flor Brazil, Claudio Tammela | Banda Filmes
Ilustrações: Carybé
Gerente de projeto gráfico: Priscilla Fernandes
Produção gráfica: Marcello Pignataro
Assistente de cenografia: Débora Ferreira
Pintura de arte: Biby Martins, Beatriz Leandro, Danubria Martins e Andréia Amorim
Estagiária em cenografia: Nick Cavalcanti
Cenotécnicos: Wagner de Almeida e José Alves
Maquinista: Sidney Viana
Técnicos: Valdeir Baiano e Pedro Passini

Serviço
Espetáculo “Morte e Vida Severina”
Companhia Ensaio Aberto
Datas:8 a 18 de janeiro de 2026
No sábado, 17 de janeiro, acontecem duas sessões: às 16h00 e às 20h00.
Nos dias  15, 16, 17 e 18 de janeiro haverá tradução em Libras
Local: Sesc Pinheiros – Teatro Paulo Autran
Ingressos: R$ 21,00 (credencial plena), R$ 35,00 (meia) e R$ 70,00 (inteira) - Venda online pelo aplicativo Credencial Sesc SP ou pelo site https://centralrelacionamento.sescsp.org.br/ (a partir de 25/11) e presencial (a partir de 26/11) em todas as bilheterias da rede Sesc SP.
Duração: 90 minutos
Classificação Etária Indicativa: 12 anos

Sesc Pinheiros   
Rua Paes Leme, 195, Pinheiros - São Paulo (SP) 
Horário de funcionamento: Terça a sexta: 10h às 22h. Sábados: 10h às 21h. Domingos e feriados: 10h às 18h30
Estacionamento com manobrista
Como Chegar de Transporte Público: 350m a pé da Estação Faria Lima (metrô | linha amarela), 350m a pé da Estação Pinheiros (CPTM | Linha Esmeralda) e do Terminal Municipal Pinheiros (ônibus).
Acessibilidade: A unidade possui rampas de acesso e elevadores, além de banheiros e vestiários adaptados para pessoas com mobilidade reduzida. Também conta com espaços reservados para cadeirantes.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

.: "Habitat" estreia no Teatro Estúdio e discute julgamento popular


Em cena, Fernanda de Freitas, Rafael Primot e Rogério Brito, e a direção é de Lavínia Pannunzio e Eric Lenate. Foto: Leekyung Kim


Os fenômenos do cancelamento, da manipulação da verdade e do julgamento popular podem trazer consequências extremamente perigosas na era das redes sociais. Para trazer luz a essas discussões, "Habitat", com dramaturgia de Rafael Primot (vencedor dos prêmios Shell, Cesgranrio e Cooperativa Paulista de Teatro), tem sua temporada de estreia no Teatro Estúdio, de 13 de janeiro a 5 de março de 2026. As apresentações acontecem de terça a quinta-feira, sempre às 20h00. O espetáculo tem ainda direção de Eric Lenate e Lavínia Pannunzio e, além de Primot, traz no elenco os atores Fernanda de Freitas e Rogério Brito. A produção é da Enkapothado Artes.

No espetáculo, a jornalista Nádia (Fernanda de Freitas) entrevista o assassino confesso Adailton (Rafael Primot), que, por sua vez, acusa o executivo Tite (Rogério Brito) de ser o mandante do crime ocorrido dentro de um supermercado. A partir desse encontro, o caso ganha novas proporções nas mídias sociais e desencadeia uma série de desdobramentos inesperados. Inspirado em um fato real. Um incidente trágico que dá início a um intenso drama sobre preconceito, busca por justiça e a manipulação da verdade em uma sociedade marcada pela força da mídia e por julgamentos precipitados. 

"Habitat" é inspirada em fatos reais e acompanha o embate entre três personagens a partir de um crime ocorrido dentro de uma grande rede de supermercados: a jornalista investigativa Nádia, o trabalhador braçal Adailton e o gerente da loja Tite. Um incidente trágico dentro do estabelecimento entrelaça seus destinos e dá início a um intenso drama sobre preconceito, busca por justiça e a manipulação da verdade em uma sociedade marcada pela força da mídia e por julgamentos precipitados. Graças a sua relevância para os dias atuais, o texto recebeu o prêmio do Estado para montagens inéditas, Proac 2024.

A dramaturgia, segundo o autor e ator Rafael Primot, nasceu de sua observação das redes sociais e notícias e como muitas vezes as pessoas passam a julgar e a condenar umas às outras sem ouvir todos os lados das histórias. “Esse fenômeno contemporâneo do cancelamento e da desumanização me instigaram profundamente. Comecei a refletir sobre como estamos perdendo a capacidade de empatia, e o teatro, para mim, é o espaço ideal para debater isso e colocar uma lente de aumento sobre nossos comportamentos coletivos”, revela.

Além de ser uma obra artística relevante, "Habitat" é uma resposta ao momento atual, no qual a arte e a cultura enfrentam desafios significativos. Trata-se de uma obra provocativa sobre moralidade, responsabilidade e o poder destrutivo dos julgamentos virtuais. Em tempos de exposição total, o espetáculo convida o público a refletir sobre empatia, cancelamento, e a complexa verdade por trás de cada "vilão" digital.

“A força de 'Habitat' está na palavra, nos diálogos que movem a ação e revelam as camadas psicológicas de cada personagem. É um texto sobre o que dizemos, mas principalmente sobre o que nossas palavras podem causar. E essa força ganha vida através do elenco, com enorme potência dramática, e a parceria inédita entre Éric Lenate e Lavínia Pannunzio na direção, que trouxe uma intensidade e um olhar sensível para esse embate humano”, acrescenta Primot. Compre o livro da peça neste link.

Ficha técnica
Espetáculo "Habitat"
Elenco: Fernanda de Freitas, Rafael Primot e Rogério Brito
Direção: Lavínia Pannunzio e Eric Lenate
Texto: Rafael Primot
Trilha Sonora: LP Daniel
Figurinos e direção de arte: Carol Bertier
Cenário: Eric Lenate
Luz: Sarah Salgado
Visagismo: Alisson Rodrigues e Emi Sato
Designer gráfico: Patrícia Cividanes 
Mídias Sociais: Haroldo Miklos
Making of e captações: Otávio Pacheco
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Fotos de cena e palco: Kim Leekyung
Fotos de estúdio: Sérgio Santoian
Produção: Franz Keppler e Rafael Primot
Uma produção Enkapothado Artes
Realização através do Proac2024


Serviço
Espetáculo "Habitat"
Temporada: 13 de janeiro a 5 de março de 2026*
às terças, quartas e quintas-feira, às 20h
* Não haverá sessões nos dias 17, 18 e 19 de fevereiro
**Sessão exclusiva para convidados: 19 de janeiro
Teatro Estúdio -  Conselheiro Nébias, 891 - Campos Elíseos, São Paulo - SP, Metrô Santa Cecília 
Ingressos: R$100 (inteira) e R$50(meia-entrada)
Venda online Sympla
Bilheteria: 
Bilheteria física: Teatro Estúdio - tel: (11) 97474-1912
Horário de funcionamento: somente em dias de espetáculo, 2 horas antes do início da apresentação. 
Estacionamento na frente do teatro 
Telefone: (11) 97474-1912
Acessibilidade: Sim



.: “Matilde”, comédia dedicada a Paulo Gustavo, estreia no CCBB São Paulo


Malu Valle e Ivan Mendes estão fazendo história com “Matilde”, em turnê pelo Centro Cultural Banco do Brasil. O espetáculo esgotou em todas as apresentações da turnê. Foto: Daniel Chiacos

Os atores Malu Valle e Ivan Mendes estão fazendo história com “Matilde”, em turnê pelo Centro Cultural Banco do Brasil. O espetáculo esgotou em todas as apresentações da turnê. Com texto de Julia Spadaccini e direção de Gilberto Gawronski, a peça estreou no CCBB Rio de Janeiro, e seguiu para os CCBBs de Belo Horizonte, Brasília e Salvador. A próxima - e última parada da turnê - é em São Paulo: o espetáculo fará temporada entre 8 e 25 de janeiro de 2026 no CCBB São Paulo.

Uma história que começou há 20 anos, quando Paulo Gustavo, na época estudante de Artes Cênicas da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), convidou Malu Valle para dirigir o espetáculo "Infraturas" (2005), um compilado de esquetes cômicas que marcou o início da carreira dele e de seu colega de cena Fábio Porchat, ganha em 2025 um novo e especial desfecho. O projeto que impulsionou a carreira de Paulo, consolidando uma amizade profunda entre ele e Malu, em 2015 ganhou novas proporções com a ideia do espetáculo “Matilde”, quando o ator quis inverter os papeis e convidou Malu para estar em cena, sob sua direção. Agora, a peça celebra os 35 anos de carreira de Malu Valle e é dedicada ao revolucionário Paulo Gustavo. 

"Matilde" apresenta a história de uma mulher de 60 anos (Malu Valle), aposentada, que vê sua rotina pacata em Copacabana ser transformada ao alugar um quarto para Jonas (Ivan Mendes), um ator de 36 anos em busca de sua grande oportunidade. Com humor e sensibilidade, o texto de Julia Spadaccini aborda temas como envelhecimento, solidão, relações intergeracionais e os desafios da sociedade patriarcal. O espetáculo, dirigido por Gilberto Gawronski, investe na comédia para explorar os medos e anseios de Matilde e Jonas, personagens que se provocam, se desafiam e se transformam ao longo da narrativa, em reflexões sobre a discriminação etária e os estigmas sociais impostos às mulheres mais velhas, questionando tabus sobre sexualidade e identidade na terceira idade. 

Um dos maiores artistas do Brasil, Paulo Gustavo, além de lotar os teatros por onde passava, enaltecia o espaço como poderosa arma de reflexão, que admite as contradições culturais e transpõe barreiras irreversíveis. Afinal, a crítica nasce quando a arte espelha a sociedade e faz valer seu poder de comunicação ao incorporar em uma mesma obra a multiplicidade de elementos que enriquecem o debate coletivo. “Matilde” trata de temas de relevância mundial, repensando grandes certezas e questionando estereótipos como um caminho para uma sociedade mais positiva e menos discriminatória. Tudo com muita leveza que tem feito o público sair do teatro com desejo de voltar!

Durante a temporada, algumas sessões contarão com recursos de acessibilidade. No dia 17 de janeiro, haverá tradução em Libras; dia 10 de janeiro, a apresentação contará com audiodescrição. Como parte da programação paralela da temporada, o CCBB SP recebe, no dia 9 de janeiro, às 15h00, a Oficina “A Necessidade de Produzir Arte”, conduzida por Caio Bucker e Ivan Mendes, A oficina tem duração de duas horas e seu objetivo é levar o ensino da arte, incentivar a produção de conteúdos e transformar espectadores em pensadores construtivos do entretenimento. Serão tratados temas como empreendedorismo cultural, etapas de elaboração de projetos, uso das Leis de Incentivo, patrocínios e financiamento coletivo, além de questões ligadas ao marketing e à dramaturgia. As vagas serão preenchidas no dia, com retirada de ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria ou no site do CCBB SP. A turnê “Matilde” é apresentada pelo Ministério da Cultura e pelo Banco do Brasil, com realização do Centro Cultural Banco do Brasil e produção da Bucker Produções Artísticas. 


Ficha técnica
Espetáculo "Matilde"

Direção de movimento: Marcia Rubin
Cenário: Nello Marrese
Figurino: Carla Garan
Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni
Direção musical e trilha sonora: Cláudia Elizeu
Design gráfico: Bady Cartier
Visagismo: Marcos Freire
Fotos de divulgação: Daniel Chiacos
Camareira: Giulia Gomes
Cenotécnico: André Salles
Assistente de cenografia: Avner Proba
Adereços da maquete: Márcia Marques
Montagem de cenário: Leandro Brander
Montagem de luz: Thayssa Carvalho
Direção de produção: Caio Bucker
Coordenação do projeto: Renato Rangel
Produção executiva SP: Gerardo Franco
Produtor associado: Fábio Gonçalves
Assistência de produção: Aline Monteiro
Assistência de direção: Valeria Campos
Pesquisa dramatúrgica: Márcia Brasil
Operação de som: Aline Monteiro
Operação de luz: Paty Emiko
Coordenação de mídia: Rodrigo Medeiros | R+ Marketing
Criação de conteúdo audiovisual: Gustavo Trindade
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Assessoria j: Renan Nazário
Contadores: Cissa Freitas e Francisco Junior
Idealização: Malu Valle
Produção: Bucker Produções Artísticas


Serviço
Espetáculo "Matilde"
De 8 a 25 de janeiro de 2026
Horário: quintas e sextas-feiras, às 19h00, e sábados e domingos, às 17h00
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 - Centro Histórico / São Paulo
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada), disponíveis no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB São Paulo. Os ingressos são liberados na sexta-feira da semana anterior de cada semana às 12h00
Estudantes, maiores de 65 anos e Clientes Ourocard pagam meia entrada
Acessibilidade em Libras na sessão de sábado, dia 17 de janeiro
Audiodescrição na sessão do sábado, dia 10 de janeiro

Oficina “A Necessidade de Produzir Arte”
Data: sexta-feira, 9 de janeiro
Horário: 15h00 às 17h00
Vagas: 30
Ingressos disponíveis 1 hora antes da atividade em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB SP.


Serviço CCBB SP
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 - Centro Histórico / São Paulo
Aberto todos os dias, das 9h00 às 20h00, exceto às terças
Contato: (11) 4297-0600
Estacionamento: o CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas - necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB).
O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h00 às 21h00.
Van: ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h00 às 21h00.
Transporte público: o CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.
Táxi ou aplicativo: desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).
Entrada acessível CCBB SP: pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.

.: "Novas Diretrizes em Tempos de Paz", de Bosco Brasil, ganha nova montagem


Espetáculo expõe horrores do totalitarismo e celebra a resistência da arte sobre a barbárie. Espetáculo teve sua estreia nacional na 17ª FITA - Festa Internacional de Teatro de Angra. Foto: Leekyung Kim

Sucesso da dramaturgia nacional, a peça "Novas Diretrizes em Tempos de Paz", de Bosco Brasil, ganha uma nova montagem dirigida por Eric Lenate, que também está em cena ao lado de Fernando Billi. O espetáculo, que ainda tem direção de produção de Mauricio Inafre, faz sua estreia paulistana no dia 9 de janeiro no Teatro Estúdio, onde segue em cartaz até 8 de fevereiro de 2026, com sessões às sextas e aos sábados, às 20h00, e aos domingos, às 16h00.

Montada pela primeira vez em 2002, sob a direção de Ariela Goldmann, a peça fez um enorme sucesso de crítica e de público e recebeu os prêmios Shell e APCA daquele ano. O texto também foi traduzido para diversos idiomas e ganhou montagens em Portugal, Itália, Argentina, Porto Rico, Uruguai, Chile e México. Além disso, foi adaptado para para o cinema no longa-metragem “Em Tempos de Paz” (2009), dirigido por Daniel Filho e estrelado por Tony Ramos e Dan Stulbach. Na nova encenação, Fernando Billi assume o papel do interrogador, Segismundo, e Lenate do imigrante polonês, Clausewitz. 

A peça é uma fábula de época, que se passa durante a ditadura de Getúlio Vargas (1937-1945), já no final da Segunda Guerra Mundial, e narra a história de um do refugiado polonês Clausewitz, que chega ao Brasil disposto a esquecer os horrores que viveu em sua terra natal. Ao se apresentar à Alfândega, em abril de 1945, carregando apenas a roupa do corpo e o sonho de começar uma nova vida como agricultor, ele é barrado por Segismundo, um funcionário da imigração e ex-torturador da polícia política varguista.

Clausewitz chega trazendo nenhum pertence, sem apresentar nas mãos qualquer marca típica da vida de agricultor e o mais estranho: falando português fluentemente. Segismundo suspeita que o imigrante polonês seja, na verdade, um nazista disfarçado tentando entrar no país e dá início a um duro interrogatório que culmina em um inusitado desafio: Clausewitz tem 10 minutos para cumprir uma estranha tarefa, caso contrário, volta no mesmo cargueiro que o trouxe. Dá-se, então, um intenso embate entre os dois homens, que irmanados em suas derrotas pessoais, vão em busca da emoção, que poderá ou não os devolver as suas humanidades.

O espetáculo teve sua estreia nacional na 17ª FITA – Festa Internacional de Teatro de Angra, em agosto de 2025, na qual recebeu indicações ao Prêmio FITA 2025: melhor espetáculo, melhor direção, melhor ator (Eric Lenate), melhor trilha sonora (L. P. Daniel), melhor cenário (Eric Lenate) e melhor iluminação (Aline Sayuri e Eric Lenate).

A relevância do texto
"Novas Diretrizes em Tempos de Paz" expõe de forma incisiva alguns dilemas provenientes da tentativa de compreensão do horror. Ao longo do embate entre os personagens, nos defrontamos, metonimicamente, com duas experiências históricas marcadas pela sistemática violação de direitos humanos: a 2ª Guerra Mundial e o regime autoritário do Estado Novo brasileiro.

 A obra propicia uma reflexão sobre as articulações entre os perversos mecanismos de subjugação do ser humano utilizados na Segunda Guerra e a experiência histórica dos países periféricos, neste caso o Brasil, convocando estratégias de rememoração que preservam e atualizam as agruras e impasses do período.
As nuances “infinitas” em torno da historiografia do Holocausto valem também, em grande medida, para o contexto de formação da sociedade brasileira. A delicada aproximação que a obra de Bosco estabelece entre a guerra na Europa e o regime varguista confronta o mito de país pacífico e acolhedor – expresso pela ingenuidade de Clausewitz ao projetar sobre o Brasil o lugar mítico de sua redenção – sem, com isso, flexibilizar ou diminuir o sentido extremo da guerra. 

Essa tensão é potencializada na medida em que, por um lado, os países latino-americanos convivem em sua história com catástrofes de elevada magnitude, cujos efeitos terríveis na história do Ocidente ainda não encontram um “esforço de memória” condizente com sua dimensão. 

Ao colocar em cena um torturador brasileiro e um refugiado da guerra europeu, Bosco desloca para a ótica brasileira e contemporânea várias questões ligadas à tarefa de lembrar a barbárie, propiciando uma reflexão sobre os gestos do algoz e da vítima do fascismo europeu e sua incorporação parcial na estrutura política do Estado Novo, da dificuldade de representar o horror extremo e convertê-lo em testemunho dotado de sentido compartilhável, bem como o papel (im)possível da arte no mundo que emerge da barbárie.

Ficha técnica
Espetáculo "Novas Diretrizes em Tempos de Paz"
Elenco: Fernando Billi e Eric Lenate
Texto: Bosco Brasil
Direção Artística: Eric Lenate
Codireção Artística: Vitor Julian
Trilha Sonora Original, Desenho Sonoro e Engenharia de Som: L. P. Daniel
Desenho de Luz: Aline Sayuri e Eric Lenate
Figurinos: Jocasta Germano
Visagismo: Leopoldo Pacheco
Arquitetura Cenográfica: Eric Lenate
Assistência de Cenografia: Jorge Luiz Alves
Cenotecnia: Casa Malagueta
Equipe Cenotécnica: Alício Silva, Georgia Massetani, Igor B. Gomes, Danndhara Shoyama, Mizael Costa, João Chiodo, João Carlos, João Victor, Antônio Paulo
Produção e Confecção de Objetos e Adereços: Jorge Luiz Alves e Eric Lenate
Montagem e Operação de Som: Natália Francischini
Montagem e Operação de Luz: Aline Sayuri
Montagem e Operação de Cenário: Jorge Luiz Alves
Assessoria de Imprensa: Helô Cintra e Douglas Pichetti (Pombo Correio)
Fotos de Divulgação: Leekyung Kim
Programação Visual: Dante
Redes Sociais: CANNAL Mídias Digitais
Direção de Produção e Administração: Mauricio Inafre
Assistência de Produção: Regilson Feliciano
Idealização e Gestão de Projeto: Fernando Billi e Eric Lenate
Produção: Uma Arte Produções Artísticas


Serviço
Espetáculo "Novas Diretrizes em Tempos de Paz"
Temporada: de 31 de outubro de 2025 a 8 de fevereiro de 2026
Às sextas e aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 16h. 
Não haverá apresentações entre os dias 22/12/25 e 08/01/2026
Teatro Estúdio - Rua Conselheiro Nébias, 891 - Santa Cecília, São Paulo (SP)
próximo ao Metrô Santa Cecília
Ingressos: R$ 80 (inteira) | R$ 40 (meia-entrada) | R$ 105 (inteira + Valet) | R$ 65 (meia-entrada + Valet)
Vendas online em Sympla
Bilheteria: 2h antes do início da sessão
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Capacidade: 158 lugares

@oteatroestudio
Informações: (11) 97474-1912
contato@teatroestudio.com.br
- Acessibilidade no local;
- Serviço de Valet com Estacionamento no local;
- Bar-Café funcionando a partir de 2 horas antes do espetáculo;
- Bilheteria funcionando 2 horas antes do espetáculo;

Ingressos
Via plataforma Sympla e na bilheteria do Teatro Estúdio.

.: Daniele Tavares volta aos palcos no solo "Etiqueta do Luto"


Com direção de Marcelo Varzea, o espetáculo volta em cartaz no dia 10 de janeiro para temporada até dia 2 de fevereiro de 2026. Foto: Júlio AraKack

Depois de 30 anos afastada dos palcos, a atriz e autora Daniele Tavares estreia o solo "Etiqueta do Luto - Ninguém Pergunta Nada à Mãe da Menina Morta", em que relata uma experiência pessoal e devastadora: a morte de sua filha, aos 21 anos, no dia 24 de novembro de 2015, em circunstâncias obscuras e sem causa definida. O espetáculo, com direção de Marcelo Varzea, volta em cartaz no dia 10 de janeiro de 2026, no Teatro Pequeno Ato. Dez anos depois dessa perda irreparável, Daniele retorna ao episódio a partir do teatro autobiográfico, construindo uma narrativa em que memória e presença se confundem, num esforço de elaborar o luto e a saudade que não passa. 

“Minha filha sonhava em ser atriz, e de alguma forma, estar novamente no palco é um reencontro com ela — um modo de seguir perto, de continuar o diálogo que a vida interrompeu. No início, precisei dar espaço para que a mãe pudesse aparecer. E, aos poucos, quando ela se sentiu em um lugar seguro, deixei que viessem à tona todas as minhas dores, medos e culpas. À medida que o processo foi se delineando, fui conseguindo o distanciamento necessário para criar como escritora e como atriz”, revela Tavares.

O trabalho levanta questões urgentes sobre saúde mental na adolescência e juventude, a regulamentação de medicamentos no Brasil e, sobretudo, o tabu em torno do silêncio que se impõe às mães que perderam filhos: a impossibilidade de perguntar, de falar, de compartilhar. Em 2023, Daniele já havia publicado o livro Parte de mim (Ed. Quelônio), em que abordava de maneira poética essa experiência de perda. Agora, junto com a estreia de "Etiqueta do Luto - Ninguém Pergunta Nada à Mãe da Menina Morta", lança pela Editora Giostri o livro com a dramaturgia do espetáculo, assinada por ela e com o dramaturgismo de Marcelo Varzea, Mariela Lamberti e Bruno Rods.

Sobre esse novo trabalho de escrita, a atriz e escritora diz: “No início, o Marcelo desconstruiu o meu livro e reorganizou alguns trechos como provocação e ponto de partida para esse novo texto. A partir daí, comecei a acrescentar novas informações, novas memórias. E as perguntas instigantes do Marcelo e do Bruno Rods sobre o que havia acontecido me levaram a buscar respostas para questões que eu mesma ainda não sabia responder. O texto nasceu um pouco a cada dia - junto com as pesquisas, os ensaios e as lembranças que iam voltando em cada conversa. Foi um processo muito vivo, delicado e transformador, em que a dor foi, aos poucos, se convertendo em palavra, em cena e, finalmente, em arte”.

O trabalho, de acordo com Marcelo Varzea, dialoga com a pesquisa que ele desenvolve sobre autoficção e outras narratividades, iniciada  por  "Silêncio.Doc", inclusive com publicação na Cobogó, "Dolores" e "O Que Meu Corpo Nu Te Conta?“. "A partir de suas memórias sobre a perda da filha, organizamos um dispositivo dramatúrgico em que o real é atravessado por elaboração poética e exercício de imaginação. O solo inscreve-se nesse território híbrido em que memória, corpo e palavra formam um gesto político contra o esquecimento”, comenta.

Ainda sobre a encenação, o diretor acrescenta: “Minha prática tem sido criar dispositivos de presença que encenam o real e confessam o ficcional, abrindo espaço para que a plateia experimente um campo de ambiguidade produtiva entre relato e invenção. Não me interesso, de maneira contundente, por nada no teatro que tenha caráter espetacular ou virtuosístico. Tenho me atido à cena crua, ao teatro essencial, em que ator, atriz, texto, luz, alguma ambiência sonora e elementos mínimos de cenografia bastam para instaurar o acontecimento. O que me move é o contato direto, o jogo vivo entre artista e plateia e entre atores e atrizes. A contracena em cena ou a experiência compartilhada com o público é, para mim, a substância do teatro. Cada vez mais essencial”.

Com produção do Plataforma - Estúdio de Produção Cultural, este é o novo projeto do Coletivo Impermanente, depois do sucesso "O que meu corpo nu te conta?". Compre o livro "Etiqueta do Luto" neste link.


Ficha técnica
Solo "Etiqueta do Luto - Ninguém Pergunta Nada à Mãe da Menina Morta"

Texto e atuação: Daniele Tavares
Concepção e direção: Marcelo Varzea
Diretor assistente: Bruno Rods
Direção de movimento: Veronica Nobili
Dramaturgismo e textos de apoio: Marcelo Varzea, Mariela Lamberti e Bruno Rods
Música original: Marcelo Pellegrini
Desenho de luz: Vini Hideki
Cenário: Marcelo Varzea
Figurinista: Cris Rose
Costureira: Antonia Azevedo
Design de projeções: Leonardo de Cassio
Consultoria técnica de vídeo e projeção: André Hã
Fotos de divulgação : Julio Arakack
Design gráfico:  Leonardo de Cassio
Produção: Plataforma - Estúdio de Produção Cultural e Mava Produções Artísticas
Direção de produção: Fernando Gimenes
Preparação vocal : Lara Córdula
Produção executiva: Bruno Ribeiro
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Redes sociais: Bruno Rods
Marketing digital: André Hã
Realização: Daniele Tavares e Coletivo Impermanente
Apoio: Cia do Liquidificador e Teatro Pequeno Ato.


Serviço
Solo "Etiqueta do Luto - Ninguém Pergunta Nada à Mãe da Menina Morta"
Temporada: 10 de janeiro a 2 de fevereiro de 2026
Aos sábados e às segundas, às 20h; e aos domingos, às 19h
Teatro Pequeno Ato - Rua Dr. Teodoro Baima, 78 - República - São Paulo - SP
Ingressos: R$ 80,00 (inteira) | R$ 40,00 (meia-entrada)
Vendas online em https://www.sympla.com.br/produtor/danieletavares
Telefone: (11) 996428350
Capacidade: 40 lugares
Acessibilidade: o espaço não possui acessibilidade para pessoas cadeirantes ou com mobilidade reduzida.
Redes Sociais: @etiquetadoluto @coletivoimpermanente

.: “Engolindo Sapo e Resolvendo os B.O.”, o solo de humor de Renato Scarpin


O artista propõe um show diferente, intercalando momentos de "cara limpa", ao estilo stand-up, com personagens carismáticas e que fazem a plateia refletir bastante enquanto se diverte. Foto: Wellington Santos

Após estada em Curitiba, durante 2025, onde fez apresentações na conceituada casa de espetáculos DHouse, Renato Scarpin retoma temporada, em janeiro de 2026, com seu “Engolindo Sapo e Resolvendo os B.O.”, na cidade de São Paulo. A peça faz parte da programação de férias do Teatro West Plaza, que fica dentro do shopping de mesmo nome da zona oeste da cidade, e fará sessões às sextas-feiras, às 20h30, na sala Laura Cardoso, de 09 a 30 de janeiro de 2026. Um show de humor inteligente que faz o público rir e se envolver com as personagens criadas pelo ator e autor, trazendo grande identificação, afinal: quem não anda resolvendo muito B.O. por aí?

O artista propõe um show diferente, intercalando momentos de "cara limpa", ao estilo stand-up, com personagens carismáticas e que fazem a plateia refletir bastante enquanto se diverte. Renato Scarpin traz uma visão cômica e reflexiva sobre as intervenções Divinas ao longo dos séculos até chegar na situação atual da humanidade.

Leve, divertido e provocativo, além de muito assunto do cotidiano, o artista traz personagens bem autênticas: Marigreides, uma secretária do lar um tanto atrapalhada; uma versão inusitada e carismática de Jesus nestes tempos apocalípticos; o velhinho Nicanor em tempos de IA, que volta pra contar como anda sua vida após a pandemia; e o CEO de um grande banco, que vai fazer a plateia se identificar e rir pra não chorar.

Além do histórico de sucesso em novelas de todas as emissoras, Renato Scarpin ficou em cartaz por mais de 10 anos pelo Brasil com seu primeiro “Engolindo Sapo pra Um Dia Comer Perereca” e agora apresenta esse novo texto, com novas personagens e reflexões aprofundadas. Um show de humor inteligente que faz o público rir e se envolver com as personagens criadas pelo ator e autor Renato Scarpin. A peça traz grande identificação com o público, afinal: quem não anda resolvendo muito B.O. por aí?

Uma visão cômica e reflexiva sobre as intervenções Divinas ao longo dos séculos até chegar na situação atual da humanidade. Leve, divertido e provocativo, além de muito assunto do cotidiano, o artista traz personagens bem autênticas: Marigreides, uma secretária do lar um tanto atrapalhada; uma versão inusitada e carismática de Jesus nestes tempos apocalípticos; o velhinho Nicanor em tempos de IA, que volta pra contar como anda sua vida após a pandemia; e o CEO de um grande banco, que vai fazer a plateia se identificar e rir pra não chorar.


Ficha técnica
“Engolindo Sapo e Resolvendo os B.O.”
Concepção, texto e atuação: Renato Scarpin
Codireção: Maritta Cury
Voz em off: Carô Carvalho
Técnica: Rick Conte
Fotos: Wellington Santos
Produção: Fábrica de Homenagem Produções Artísticas
Instagram @engolindosapo

Serviço
“Engolindo Sapo e Resolvendo os B.O.”
Duração: 70 minutos
Gênero: Humor com personagens
Classificação: 14 anos
Estreia em 09/01/2026.
De 09 a 30 de janeiro - Sextas-feiras, às 20h30
Local: Teatro West Plaza - Sala Laura Cardoso
O teatro fica dentro do Shopping West Plaza, Bloco B, no terceiro piso, na praça de alimentação - Av. Antártica, 408 - Água Branca, São Paulo – SP
Ingressos: R$ 70,00 (inteira), R$ 45,00 (promocional) e R$ 35,00 (meia-entrada)

.: “Reggaelização” conecta culturas e celebra a diversidade no Sesc Santos


Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com
Foto: divulgação

O show “Reggaelização” será apresentado no sábado, 17 de janeiro, às 20h00, na comedoria do Sesc Santos, em uma noite dedicada à celebração da música, da diversidade cultural e da cultura de paz. Vencedora do Prêmio Profissionais da Música 2025, na categoria Melhor Banda de Reggae, a banda Afrodizia reafirma, neste espetáculo, o compromisso artístico com o reggae como expressão de consciência social, diálogo intercultural e transformação coletiva.

“Reggaelização” é o resultado de um projeto musical de fôlego, construído a partir de colaborações com artistas de 11 países, que amplia fronteiras sonoras e simbólicas. A proposta surge do encontro entre diferentes culturas, idiomas e vivências, costuradas pelo reggae como linguagem universal de resistência, espiritualidade e afirmação identitária. No palco, essa experiência se traduz em um espetáculo vibrante, pulsante e profundamente conectado ao presente.

O repertório reúne composições autorais criadas ao longo de mais de duas décadas de trajetória do Afrodizia, além de músicas inéditas desenvolvidas especialmente para o projeto. O grupo também apresenta versões originais de clássicos do reggae mundial, revisitando canções emblemáticas de Bob Marley, Steel Pulse, Gilberto Gil, entre outros ícones que ajudaram a consolidar o gênero como voz global de luta, esperança e união.

Com arranjos contemporâneos e uma performance carregada de energia, o show equilibra tradição e inovação, preservando a identidade brasileira do Afrodizia enquanto dialoga com influências internacionais. O resultado é uma sonoridade plural, que convida o público a sentir e refletir, transformando o espaço do show em um território de encontro, celebração e consciência. Voltado ao público a partir de 16 anos, “Reggaelização” propõe uma experiência musical envolvente, marcada por mensagens de respeito, igualdade e conexão humana. Os ingressos custam R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia-entrada) e R$ 12,00 (Credencial Plena).


Ficha técnica
Show "Reggaelização", com a banda Afrodizia
Artistas: Antônio Eduardo Campos Sheen, Priscilla Cantarelli Carneiro Sheen, Alexandre Cardoso Machado, Edward David Sanches e Diogo Elias Morgado
Músicos: Sérgio da Silva Almeida, Darci da Silva Ricomini Junior e Leandro Vieira Pereira
Técnico de som: Pedro Augusto

Venda de ingressos
As vendas de ingressos para os shows e espetáculos da semana seguinte (segunda a domingo) começa na semana anterior às atividades, em dois lotes: on-line pelo aplicativo Credencial Sesc SP e portal do Sesc São Paulo: às terças-feiras, a partir das 17h00. Presencialmente, nas bilheterias das unidades: às quartas-feiras, a partir das 17h00.

Bilheteria Sesc Santos - Funcionamento
Terça a sexta, das 9h às 21h30 | Sábados e domingos, 10h às 18h30   

Sesc Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida / Santos
Telefone: (13) 3278-9800        
Site do Sesc Santos
Instagram e Facebook: @sescsantos

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