Sobre o artista
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
.: Pélico faz show de lançamento de “A Universa Me Sorriu” sábado no CCSP
Sobre o artista
.: “A Primeira Cirurgia da História, ou O Barbeiro de Andaluzia” em três sessões
Monólogo autoral de Emerson Espíndola (Mister Emerson), com direção de Ivan Parente, mistura sátira histórica, humor físico e narrativa direta ao público em uma comédia sobre fé, ciência e desinformação — agora em curta reta final, aos finais de semana. Foto: Ronaldo Gutierrez
.: Japan House SP prorroga exposição "Fluxos - O Japão e a Água" até 5 de abril
A Japan House São Paulo anuncia a prorrogação da exposição “Fluxos - O Japão e a Água” até o dia 5 de abril. Em cartaz no segundo andar da instituição localizada na Avenida Paulista e visitada por mais de 150 mil pessoas, a mostra - que conta com curadoria da diretora cultural da JHSP, Natasha Barzaghi Geenen - propõe uma reflexão sobre a relação histórica, cultural e simbólica do Japão com o elemento essencial para a vida. A visitação é gratuita de terça a sexta-feira, das 10h às 18h; e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.
A curadoria destaca diversos aspectos da água e sua gestão na sociedade nipônica, a partir de exemplos como o Canal Subterrâneo de Escoamento da Área Metropolitana de Tóquio - maior edificação de desvio subterrâneo de inundações do mundo -, e os diferentes tipos de águas termais e suas propriedades. A mostra também apresenta uma gravura em estilo ukiyo-e, de 1857, de Utagawa Hiroshige; a obra “Buloklok”, de Tomoko Sauvage, inspirada em uma clepsidra (relógio de água) que emite padrões sonoros; e a instalação “Sans room”, de Shiori Watanabe, que cria um ecossistema artificial de circulação microbiana por meio da água.
Serviço:
Exposição “Fluxos - O Japão e a Água”
Período: até 5 de abril de 2026
Local: Japan House São Paulo, segundo andar – Av. Paulista, 52 - São Paulo/SP
Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.
Entrada gratuita.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
.: The Cavern Club São Paulo apresenta Blitz com o show "Agora É a Hora"
Uma celebração vibrante da banda que ajudou a moldar o rock brasileiro e segue mobilizando plateias por onde passa. Foto: divulgação
A Blitz, um dos grupos mais influentes e carismáticos da música brasileira, chega a São Paulo para uma apresentação especial no The Cavern Club São Paulo, no dia 30 de janeiro, com a turnê “Blitz, Agora É a Hora”. O show reúne energia, teatralidade e um repertório que atravessa gerações, reafirmando o papel da banda como referência criativa e artística desde os anos 1980 até os dias atuais.
.: Filarmônica de Pasárgada apresenta o show "PSSP" no Sesc Belenzinho
No dia 30 de janeiro o Sesc Belenzinho recebe o grupo Filarmônica de Pasárgada. Os ingressos vão de R$ 18,00 (Credencial Sesc) a R$ 60,00 (inteira). Banda paulistana faz show do novo álbum "PSSP". Foto: Zé Vicente
Serviço
.: DAN Galeria apresenta coletiva que revisita a formação da arte moderna
Com curadoria de Maria Alice Milliet, mostra relaciona Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari, Alfredo Volpi e outros nomes essenciais que colaboraram para construção do imaginário visual brasileiro. Na imagem, Emiliano Di Cavalcanti, "O Repouso". Foto: Dan Galeria/Divulgação
A DAN Galeria apresenta, até 31 de janeiro, "O Brasil dos Modernistas", com curadoria de Maria Alice Milliet. Reunindo cerca de 50 obras de emblemáticas de nomes fundamentais como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Cícero Dias, Victor Brecheret, Cândido Portinari, Guignard, Alfredo Volpi, Anita Malfatti e outros, a coletiva traça um panorama da arte moderna no país e destaca o papel do movimento que, a partir da década de 1920, redefiniu a linguagem artística nacional e acrescentou ao imaginário coletivo visões atualizadas do imaginário popular brasileiro.
O Brasil dos modernistas toma como ponto de partida das transformações que marcaram o surgimento da modernidade artística no Brasil, um movimento que se consolidou no confronto entre o conservadorismo cultural e o impulso de renovação de um país em transição. A Semana de Arte Moderna de 1922, é retomada aqui como marco simbólico desse embate: vaiada pelo público, expôs a resistência às novas linguagens e à ruptura com os padrões tradicionais, inaugurando uma produção voltada à atualização estética e à construção de uma identidade artística brasileira.
O percurso curatorial retrata como os primeiros modernistas, em busca de formação e reconhecimento, voltaram-se aos grandes centros artísticos da Europa. Foi a partir dessa experiência que muitos passaram a perceber a força e a originalidade da diversidade cultural brasileira para construção de suas próprias identidades artísticas. “Os nossos modernos não precisaram buscar em lugares exóticos os conteúdos populares ou étnicos que tanto encantavam os europeus. Encontraram em nossas paisagens e costumes os ingredientes para a constituição de uma visualidade de caráter nacional”, afirma a curadora Maria Alice Milliet.
Embora influenciada pelas vanguardas europeias, a arte moderna no Brasil manteve-se fiel à figuração. O contato com o movimento de “retorno à ordem”, no período entre guerras, levou os artistas a explorar linguagens expressionistas, cubistas e, mais tarde, surrealistas, em um processo que definiu as bases estéticas do primeiro modernismo brasileiro.
Dentre os destaques da mostra, está o "Retrato de Judite" (1944), de Alfredo Volpi. Pintado no ano em que o artista se casou com Benedita da Conceição, conhecida como Judite, o trabalho retrata sua esposa nua entre cortinas, de braços abertos, como se apresentasse as pinturas que a cercam. Volpi, que iniciou a carreira decorando fachadas paulistanas, desenvolveu uma linguagem própria, marcada pela geometrização e pelo uso refinado da cor. Seu trabalho simboliza a passagem da pintura figurativa para uma modernidade madura, iluminada e de forte identidade brasileira.
“É inegável que Tarsila, Di Cavalcanti, Cícero Dias, Rego Monteiro, Brecheret, Portinari, Guignard constituíram um corpus iconográfico identificado com o Brasil. Mais que isso, o modernismo acrescentou ao imaginário nacional visões atualizadas da nossa realidade sociocultural. Ou seja, quando pensamos na mulher brasileira, vem à nossa cabeça a sensualidade das morenas pintadas por Di Cavalcanti; a história da conquista do nosso território realiza-se no Monumento às Bandeiras, de Brecheret; nossos mitos são os de Tarsila; nossas praias são as de Pancetti; e as festas populares têm no colorido das bandeirinhas de Volpi sua melhor expressão”, completa Maria Alice Milliet sobre o eixo expositivo.
Ao reunir obras fundamentais do período, a mostra O Brasil dos modernistas destaca a relevância histórica e cultural do movimento que redefiniu os rumos da arte no país. A coletiva reforça o papel dessa geração de artistas na construção de uma identidade visual e reafirma a atualidade de seu legado na formação do que se entende por brasilidade.
Artistas presentes
Alberto da Veiga Guignard, Alfredo Volpi, Anita Malfatti, Candido Portinari, Cícero Dias, Emiliano Di Cavalcanti, Ernesto De Fiori, Ismael Nery, José Pancetti, Tarsila do Amaral, Vicente do Rego Monteiro e Victor Brecheret.
Sobre a galeria
A Dan Contemporânea surgiu como um departamento de Arte Contemporânea da Dan Galeria. Em 1985, Flávio Cohn, filho do casal fundador, juntou-se à Dan criando o Departamento de Arte Contemporânea, que ele dirige desde então. Assim, foi aberto espaço para muitos artistas contemporâneos tanto brasileiros, como internacionais, fortemente representativos de suas respectivas escolas. Posteriormente, Ulisses Cohn também se associa à galeria, completando o quadro de direção dela.
Nos últimos 20 anos, a galeria exibiu: Macaparana, Sérgio Fingermann, Amélia Toledo, Ascânio MMM, Laura Miranda e artistas internacionais: Sol Lewitt, Antoni Tapies, Jesus Soto, César Paternosto, José Manuel Ballester, Adolfo Estrada, Juan Asensio, Knopp Ferro e Ian Davenport. Mestres de concreto internacionais também fizeram parte da história da Dan, tais como: Max Bill, Joseph Albers e os britânicos Norman Dilworth, Anthony Hill, Kenneth Martin e Mary Martin.
A Dan Galeria incluiu mais recentemente em sua seleção, importantes artistas concretos: Francisco Sobrino e François Morellet. O fotógrafo brasileiro Cristiano Mascaro; os artistas José Spaniol, Teodoro Dias, Denise Milan e Gabriel Villas Boas (Brasil); os internacionais, Bob Nugent (EUA), Pascal Dombis (França), Tony Cragg (G. Bretanha), Lab [AU] (Bélgica) e Jong Oh (Coréia), se juntaram ao departamento de Arte Contemporânea da galeria. A Dan Galeria sempre teve por propósito destacar artistas e movimentos brasileiros desde o início da década de 1920 até hoje. Ao mesmo tempo, mantém uma relação próxima com artistas internacionais, uma vez que os movimentos artísticos historicamente se entrelaçam e dialogam entre si sem fronteiras.
Serviço
Exposição "O Brasil dos Modernistas"
Curadoria: Maria Alice Milliet
Endereço: DAN Galeria – Rua Estados Unidos, 1638 – São Paulo
Período expositivo: até 31 de janeiro de 2026
Horário: das 10h00 às 19h00, de segunda a sexta; das 10h00 às 13h00, aos sábados.
Entrada gratuita
Classificação: livre
Mais informações: dangaleria.com.br
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
.: Zé Manoel estreia “Do Sambalanço ao Pagode 90” no Sesc Pinheiros
Show tem participações de Eliana Pittman, Evandro Okàn e Thalma de Freitas. Foto: Kelvin Andrad
O cantor, compositor e pianista Zé Manoel estreia no dia 1º de fevereiro de 2026, domingo, às 18h00, no Sesc Pinheiros - Teatro Paulo Autran, o show “Do Sambalanço ao Pagode 90”, novo espetáculo que propõe uma viagem musical e dançante pela história do samba brasileiro. A apresentação contará com participações especiais de Eliana Pittman, Evandro Okàn e Thalma de Freitas.
Resultado de um projeto de pesquisa idealizado pelo próprio artista, o show constrói uma linha do tempo sonora que parte do samba-jazz e do sambalanço dos anos 1960, atravessa a ginga do samba-rock - com referências ao lendário Trio Mocotó - e desemboca na estética afetiva e popular do pagode dos anos 1990. O repertório dialoga com sucessos e matrizes que marcaram gerações, evocando nomes como Raça Negra e Só Pra Contrariar, entre outros.
Com arranjos inovadores, performance carismática e uma banda que exala groove, Zé Manoel revisita clássicos do samba e os reconecta com a brasilidade contemporânea. O resultado é um show dançante, cheio de balanço e emocional, em que o diálogo entre samba e jazz amplia as possibilidades rítmicas e afetivas do repertório.
Além da estreia deste novo espetáculo, o artista vive um momento de grande projeção na carreira. Seu álbum mais recente, Coral (2023), considerado um marco estético e político de sua discografia, reúne colaborações com Luedji Luna, Liniker e Alessandra Leão, reafirmando Zé Manoel como uma das vozes mais relevantes da música brasileira contemporânea. Paralelamente, Zé Manoel está em turnê ao lado do pianista Amaro Freitas, com um espetáculo dedicado ao universo do Clube da Esquina, revisitando obras fundamentais do cancioneiro nacional em novas leituras para piano e voz.
Sobre Zé Manoel
José Manoel de Carvalho Neto, conhecido artisticamente como Zé Manoel, nasceu em Petrolina, Pernambuco. Desde cedo, demonstrou talento e paixão pela música, o que o levou a estudar na Universidade Federal de Pernambuco. Sua carreira começou a ganhar destaque com o lançamento de seu disco de estreia, "Zé Manoel", em 2012, seguido por "Canção e Silêncio" em 2015, e “Delírio de um Romance a Céu Aberto”, em 2016, sendo este, vencedor do Prêmio da Música Brasileira na categoria Projeto Especial. Aclamado pela crítica, Zé Manoel rapidamente se estabeleceu como um dos grandes nomes da nova MPB.
Em 2021, seu álbum "Do Meu Coração Nu" foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. Zé Manoel é conhecido por suas composições sutis e profundas, influenciadas pelas águas do rio São Francisco e pela rica cultura nordestina. Ao longo de sua carreira, ele colaborou com renomados artistas brasileiros como Alaíde Costa, Adriana Calcanhoto, Maria Bethânia, Ná Ozzeti, Jussara Marçal, Elba Ramalho, Fafá de Belém, Ana Carolina e Vanessa da Mata. Atualmente está em turnê por todo o Brasil com o show “Amaro Freitas e Zé Manoel interpretam Clube da Esquina”, ao lado do pianista Amaro Freitas.
Zé Manoel continua a inovar e evoluir em sua música, sempre buscando novas formas de expressar suas experiências e emoções. Seu trabalho é uma fusão de tradição e modernidade, resultando em uma sonoridade única e cativante que ressoa profundamente com o público.
Serviço
Estreia do show “Do Sambalanço ao Pagode 90”
Sesc Pinheiros - Teatro Paulo Autran
Dia 1º de fevereiro, domingo, às 18h00
Classificação Indicativa: 12 anos
Duração: 90 minutos
Ingressos: R$ 18 ,00(credencial plena), R$ 30,00 (meia-entrada), R$ 60,00 (inteira)
Sesc Pinheiros
Rua Paes Leme, 195, Pinheiros / São Paulo
Horário de funcionamento: Terça a sexta: 10h às 22h. Sábados: 10h às 21h. Domingos e feriados: 10h às 18h30
Estacionamento com manobrista
Como chegar de transporte público
São 350 metros a pé da Estação Faria Lima (metrô | linha amarela), 350m a pé da Estação Pinheiros (CPTM | Linha Esmeralda) e do Terminal Municipal Pinheiros (ônibus). Acessibilidade: a unidade possui rampas de acesso e elevadores, além de banheiros e vestiários adaptados para pessoas com mobilidade reduzida. Também conta com espaços reservados para cadeirantes.
.: Grátis no Rio: Armando Babaioff e Sergio Saboya em conversa sobre teatro
O ator e produtor Armando Babaioff e o diretor de produção Sergio Saboya participam de um bate-papo aberto ao público no Teatro Municipal Carlos Gomes, nesta quinta-feira, dia 29, das 14h00 às 16h00. A conversa é sobre teatro e empreendedorismo cultural, com foco na internacionalização do espetáculo "Tom na Fazenda". Com patrocínio do Ministério da Cultura e da Petrobras, por meio da Lei Rouanet, e apoio do Instituto Guimarães Rosa, "Tom na Fazenda" vem se consolidando como um dos casos mais expressivos de circulação internacional do teatro brasileiro contemporâneo.
Ao longo de nove anos desde a estreia do espetáculo, Babaioff e Saboya compartilham com o público carioca as experiências, desafios, estratégias e aprendizados de uma produção independente criada no Rio de Janeiro, que já soma mais de 600 apresentações e um público superior a 200 mil espectadores em cinco países.
A trajetória inclui participações em alguns dos mais importantes eventos das artes cênicas no mundo, como o Festival de Edimburgo, no Reino Unido, e o Festival de Avignon, na França. O encontro propõe uma reflexão sobre os caminhos possíveis para a internacionalização das artes, a sustentabilidade da produção teatral e o papel do empreendedorismo cultural no fortalecimento da cena artística brasileira.
Serviço
Bate-papo: “'Tom na Fazenda' e a internacionalização do Teatro Brasileiro”
Participantes: Armando Babaioff e Sergio Saboya
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes
Endereço: Praça Tiradentes, s/n, Centro-RJ
Data: quinta-feira, dia 29 de janeiro
Horário: das 14h00 às 16h00
Entrada: gratuita (lotação mediante ordem de chegada)
Público-alvo: artistas, produtores culturais, estudantes de artes, gestores culturais e público interessado em teatro, economia criativa e internacionalização da cultura brasileira.
Este bate-papo é uma ação de democratização de acesso do Pronac 2412588 – Tom na Fazenda | Turnê Brasil, apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras, por meio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. Realização: ABGV Produções, @minc e @govbr.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
.: Show: Fernanda Abreu se apresenta no Sesc Belenzinho
A cantora carioca celebra os 35 anos de carreira com vários sucessos como Rio Graus e Veneno da Lata. Foto: Murilo Alvesso
Nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2026, o Sesc Belenzinho recebe a cantora Fernanda Abreu. As apresentações acontecem na sexta e sábado, às 20h30, na Comedoria da unidade. Neste show, a cantora e compositora carioca celebra os 35 anos de carreira solo com a apresentação dos sucessos de seu repertório, que vão do pop dançante ao funk carioca. Hits como "Rio 40 Graus", "Veneno da Lata" e "Garota Sangue Bom", que estarão no show, destacam Fernanda como uma artista atemporal sem perder a ousadia. O show é uma viagem musical onde comemora seus 35 anos de carreira solo desde o lançamento de seu 1º álbum SLA Radical Dance Disco Club em 1990.
Fernanda divide o palco com sua banda, composta por músicos que dispensam apresentações como Tuto Ferraz (bateria e programação eletrônica), André Carneiro (baixo), Billy Brandão (guitarra) e Marcos Tavares (teclados), Alegria Mattos (vocais), Victórya Devin (bailarina). O repertório escolhido contempla músicas de todos os seus álbuns já lançados. Desde seu álbum de estreia até músicas do seu último disco de inéditas "Amor Geral". Muitas das canções se tornaram hits de sua emblemática discografia, como o clássico chapa quente Rio 40 Graus, Garota Sangue Bom, Veneno da Lata, Kátia Flávia, Você pra mim, Baile da pesada, Jorge de Capadócia, É hoje, entre outros.
Sempre apontando em novos caminhos, Fernanda Abreu atualiza mais um capítulo na história de sua brilhante e sólida trajetória única, fazendo jus ao título de eterna "Garota Carioca Suingue Sangue Bom". Os ingressos estão disponíveis no portal sescsp.org.br e nas bilheterias físicas das unidades Sesc, a R$ 70,00 (inteira), R$ 35,00 (meia-entrada) e R$ 21,00 (Credencial Sesc).
Serviço
Show de Fernanda Abreu
Dias 6 e 7 de fevereiro de 2026. Sexta e sábado, às 20h30
Local: Comedoria (850 lugares)
Valores: R$ 70,00 (inteira); R$ 35,00 (meia entrada), R$ 21,00 (Credencial Sesc)
Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc
Classificação: 14 anos
Duração: 90 minutos
Sesc Belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000 - Belenzinho / São Paulo
Telefone: (11) 2076-9700
sescsp.org.br/Belenzinho
Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.
Transporte Público
Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)
.: Helena Ritto e Jonathan Farias do "Quintal da Cultura" em cartaz no teatro
"Ciranda das Flores" estreia no dia 31 de janeiro, no BTG Pactual Hall, e marca o retorno aos palcos de Helena Ritto e Jonathan Farias, intérpretes de Dorotéia e Osório no "Quintal da TV Cultura". Os atores estiveram em cartaz por um ano e meio com A Incrível Viagem do Quintal. O elenco conta ainda com a atriz e flautista Beatriz Amado, e a direção geral é de Bernardo Berro. Foto: divulgação
Criado por Helena Ritto e Fábio Brandi Torres, do "Quintal da Cultura", o musical infantil "Ciranda das Flores" propõe uma aproximação sensível com o universo da infância por meio da música e das narrativas populares. Flores e personagens simples são usados como metáforas para sentimentos humanos, abordando temas como afeto, escuta, amizade e respeito às diferenças. Em cena, uma trupe de teatro constrói histórias ambientadas em um jardim imaginário, narradas por uma personagem misteriosa.
Helena Ritto e Jonathan Farias interpretam um casal que atravessa três narrativas interligadas, entre elas a de uma florista e um lenhador que vivem um amor silencioso, além das versões metafóricas de Cravo e Rosa e Alecrim e Botão de Rosa. Costurado por canções tradicionais de domínio público, o espetáculo aposta em humor, música ao vivo e interação com o público.
Indicado para crianças a partir de três anos, "Ciranda das Flores" busca dialogar também com os adultos, valorizando a escuta, a imaginação e o prazer de compartilhar histórias. O espetáculo é uma produção da Morente Forte Produções Teatrais, que celebra 40 anos de atuação nas artes cênicas, em um percurso feito de encontros, escuta e criação, no qual cada projeto se constrói como parte de uma relação viva com o público e com o fazer artístico.
Ficha técnica
Espetáculo "Ciranda das Flores"
Texto: Helena Ritto e Fabio Brandi Torres
Elenco: Beatriz Amado, Helena Ritto e Jonathan Faria
Direção musical e direção artística: Bernardo Berro
Direção de movimento e coreografias: Zuba Janaina
Concepção de cenário, figurino: Helena Ritto e Jonathan Faria
Produtoras Selma Morente e Célia Forte
Assessoria de imprensa Thais Peres
Social media e conteúdo para redes sociais Isabella Pacetti
Camareiro e contrarregra: Toninho Pita
Assistente de produção Carol Ariza
Assistente administrativa Alcení Braz
Administração: Magali Morente
Coordenação de projeto: Egberto Simões
Uma produção Morente Forte Produções Teatrais
Serviço
Espetáculo "Ciranda das Flores"
Duração: 50 minutos
Local: BTG Pactual Hall
Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 - São Paulo
Temporada: de 31 de janeiro a 5 de abril
Sessões: sábados e domingos, às 15h
Ingressos: R$ 60,00 a R$ 120,00
Classificação: livre
Acessibilidade: sessões acessíveis em todas as apresentações
Bilheteria
Terça a sábado, das 13h00 às 20h30
Domingos e feriados, apenas em dias de espetáculo, até o início da apresentação
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
.: Teatro: tragédia "Medea", de Séneca, em estreia nacional no Sesc Consolação
A montagem traz três intérpretes para Medea: Rosana Stavis, Mariana Muniz e a participação especial de Walderez de Barros. Foto: João Caldas
Ao atribuir a responsabilidade dos atos humanos aos próprios indivíduos, as tragédias do filósofo romano Séneca ficaram por séculos fora do palco, sob a ideia de que sua violência só poderia ser suportada na leitura. "Medea", na versão de Séneca, novo projeto do diretor Gabriel Villela, traz o desafio de colocar em cena a desmedida da fúria, da ira e da vingança. Até hoje, com raras montagens no Brasil, o espetáculo estreia dia 29 de janeiro de 2026, no Sesc Consolação, e a temporada segue até 8 de março.
Escrita cerca de quatro séculos depois da versão de Eurípides, a Medea de Séneca revisita o mito da mãe que mata os próprios filhos como vingança ao ser repudiada por Jasão, mas também apresenta outros debates como o etarismo. A ruptura entre Medea e Jasão expõe a lógica social que descarta mulheres com o avançar da idade; um tema que ressoa nas falas da peça. A montagem apresenta três intérpretes para Medea: Rosana Stavis, Mariana Muniz e a participação especial de Walderez de Barros. A elas se somam Jorge Emil, Claudio Fontana, Plínio Soares, Letícia Teixeira e Gabriel Sobreiro, completando o elenco.
A versão de Séneca também traz outras diferenças importantes. “Para começar, é mais curta e muito mais violenta. De modo geral, suas tragédias ampliam o que chamam de desmedida: a fúria, a ira, estão no centro de tudo o que escreve”, afirma Gabriel Villela. O diretor também destaca que, em Séneca, o conflito interno de Medea é mais evidente, com uma escalada dramática que conduz ao crime final.
Na tragédia do filósofo do período romano (Séneca foi preceptor do imperador Nero), Medea emerge como uma estrangeira, traída e politicamente silenciada, cuja revolta ecoa em questões femininas e na violência contra a natureza. A montagem desta Medea por Villela enfatiza essa dimensão: uma mulher que devolve ao mundo a fúria acumulada pelo desprezo de Jasão e a sentença de exílio proferida pelo rei Creonte, de Corinto. A natureza torna-se uma narradora trágica que responde às atrocidades cometidas pelos próprios homens.
“O texto é primoroso e parece importante hoje apontar a relação dele com a violência que ronda o nosso dia a dia. Nós temos nos confrontado com a barbárie o tempo inteiro, na política, nos assassinatos festivos, na internet que julga e sentencia, nos tornamos o vírus capaz de acabar com o planeta”, observa Villela. A equipe de criação destaca ainda a potência retórica de Séneca e sua capacidade de unir a palavra ao poder da imagem. “Isso é um valor importante de seu texto”, completa.
Com a cenografia de J. C. Serroni, a montagem cria um espaço duplo inspirado no circo-teatro mambembe e no palácio de Creonte. Os figurinos de Gabriel Villela são também um forte elemento cênico nesta montagem. Ao todo, são 27 peças usadas ao longo do espetáculo. Cada figurino traz a sobreposição de peças ou tecidos com elementos extraídos da natureza da floresta do cerrado mineiro.
Ficha técnica
Espetáculo "Medea"
Autor: Séneca
Tradução: Ricardo Duarte
Direção e figurinos: Gabriel Villela
Elenco: Walderez de Barros (participação especial), Rosana Stavis, Mariana Muniz, Jorge Emil, Claudio Fontana, Plínio Soares, Letícia Teixeira e Gabriel Sobreiro
Cenografia: J C Serroni
Iluminação: Wagner Freire
Trilha sonora original: Carlos Zhimber
Diretor adjunto: Ivan Andrade
Assistente de direção: Gabriel Sobreiro
Costureira: Zilda Peres
Máscaras: Shicó do Mamulengo e Junior Soares
Assistente de cenografia: Débora Ferreira
Pintura de arte e texturização: Beatriz Leandro, Débora Ferreira, Flávia Bittencourt e Camila Myczkowski
Cenotécnicos: Alicio Silva e Douglas Vendramini
Assistentes de cenotecnia: Theo Piazzi, João Portella e Benilson Alves
Costuras cenográficas: Flávia Bittencourt
Músicos convidados: Daniel Doctors, Luca Frazão e Gustavo Souza
Maquiagem: Claudinei Hidalgo
Assistente de maquiagem: Patrícia Barbosa
Fotografia: João Caldas Fº
Assistente de fotografia: Andréia Machado
Ilustração do morcego: Guilherme Crivelaro
Assessoria de Imprensa: Canal Aberto
Diretor de palco: Diego Dac
Operador de luz: Rodrigo Sawl
Operador de som: Ricardo Oliveira
Camareira: Ana Lucia Laurino
Produção executiva: Augusto Vieira
Direção de produção: Claudio Fontana
Serviço
Espetáculo "Medea"
Sesc Consolação - Teatro Anchieta - Rua Dr. Vila Nova, 245 - Vila Buarque, São Paulo - SP
Telefone para informações: 11 3234-3000
Temporada: 29 de janeiro a 8 de março de 2025
Horários: quintas, sextas e sábados, às 20h00. Domingos, às 18h00
Sessões em horários diferenciados
Dia 14 de fevereiro, sábado, às 18h00
Dias 26 de fevereiro e 5 de março, quintas-feiras, às 15h00
Lotação: 280 lugares | Duração: 80 minutos | Classificação: 16 anos
Ingressos: R$70 (inteira) R$35 (meia entrada) e R$21 (credencial plena)
Venda on-line a partir de 20/01 (terça), às 17h, em centralrelacionamento.sescsp.org.br e no App Credencial Sesc SP
.: Show: apresentação do show Edgar Scandurra Trio no Sesc Belenzinho
.: “Piano Rock em Família” com Glaucio Cristelo dia 30 no Teatro Liberdade
Fenômeno do piano rock, com passagens marcantes pelo Rock in Rio e palcos internacionais, a família Cristelo chega ao Teatro Liberdade com espetáculo produzido pela Infinitus, do Grupo IN, em parceria com a Sympla, em apresentação única no dia 30 de janeiro. Foto: Glaucio Costello
Reconhecido por transformar grandes sucessos do rock em experiências intensas, emocionantes e cheias de energia, o pianista Glaucio Cristelo apresenta o espetáculo “Piano Rock em Família” no dia 30 de janeiro de 2026, às 20h30, no Teatro Liberdade, em São Paulo. A noite, que promete reunir fãs de todas as idades, é uma produção da Infinitus, empresa do Grupo IN, em parceria com a Sympla, integrando a programação de grandes atrações de fim de ano no tradicional palco da Liberdade. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site da Sympla e ou pela bilheteria física do teatro.
O título “Piano Rock em Família” não é apenas simbólico: Glaucio divide o palco com a esposa, Tay Cristelo, e com o filho, Lucas Cristelo, formando um trio que imprime ao espetáculo um clima acolhedor e colaborativo. A união dos três músicos cria um ambiente único, atravessado por afeto e musicalidade, ampliando a potência emocional da apresentação e destacando a dimensão humana que acompanha a trajetória do artista.
Cristelo vive um dos momentos mais significativos de sua carreira, com shows lotados no Brasil e no exterior e reconhecimento crescente no cenário da música instrumental contemporânea. Suas performances eletrizantes ao longo de nove edições da área VIP do Rock in Rio Brasil e Portugal reforçam sua força artística - assim como a marcante aparição com seu piano no deserto do Atacama, no comercial do festival em 2022, imagem que sintetiza sua entrega total ao instrumento.
Tocando em pé e colocando o piano no centro da cena, Glaucio criou uma linguagem própria, unindo virtuosismo, emoção e uma energia quase teatral que cativa quem o assiste. Entre socos, cabeçadas e carícias nas teclas, ele converte cada música em um espetáculo visual e sonoro, consolidando-se como uma figura singular no panorama atual.
No repertório, hits de bandas como U2, Coldplay, Rolling Stones, Oasis, Journey, Ed Sheeran, Guns N’ Roses, Linkin Park, entre outras, ganham novas cores e texturas em arranjos que unem potência e sensibilidade. Cada apresentação se transforma em uma grande celebração coletiva, com público cantando, dançando e vibrando do início ao fim, uma característica que ajudou Cristelo a se destacar como um dos nomes mais relevantes da música instrumental contemporânea.
A força do artista também se reflete no ambiente digital: seu canal no YouTube, com mais de 345 mil seguidores, ultrapassa 2 milhões de visualizações mensais, com números em constante crescimento. Na televisão, suas participações em programas como Jô Soares, Altas Horas, Programa da Xuxa e Estúdio i reforçam sua versatilidade e sua presença magnética diante das câmeras.
“Piano Rock em Família” chega ao Teatro Liberdade como uma oportunidade única para o público vivenciar ao vivo essa fusão explosiva de técnica e emoção que vem marcando a trajetória da família Cristelo - um show feito para encantar fãs de música, amantes do rock e famílias inteiras em busca de uma noite inesquecível.
Serviço
Show "Piano Rock em Família"
Teatro Liberdade
Rua São Joaquim nº129 - Liberdade / São Paulo
Sexta-feira, dia 30 de janeiro, às 20h30
Setores:
Plateia Premium: R$230,00 (Inteira) | R$115,00 (Meia-entrada)
Plateia: R$180,00 (Inteira) R$90,00 | (Meia-entrada)
Balcão A Visão Parcial: R$140,00 (Inteira) | R$70,00 (Meia-entrada)
Balcão A: R$160,00 (Inteira) R$80,00 | (Meia-entrada)
Balcão B: R$140,00 (Inteira) | R$70,00 (Meia-entrada)
Vendas: Site da Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/112085/d/344087) ou Bilheteria Local
Gênero: show
Classificação: livre
Duração: 120 minutos
Abertura da casa: 1h antes do início do evento
*Clientes Glesp tem 25% de desconto nos ingressos inteiros mediante a aplicação do cupom, limitado a 4 ingressos por cupom. Válido para todos os setores.
.: Monólogo "Pagu - Do Outro Lado do Muro" entra em curtíssima temporada
Com texto escrito por Tereza Freire espetáculo tem a atriz Thais Aguiar no papel de Patrícia Rehder Galvão, a Pagu, e revela o resultado de uma investigação dos destroços mais profundos e pouco conhecidos da história da militante política e cultural, e uma das pioneiras do feminismo no Brasil. Foto: Arô Ribeiro
Há mais de cinco anos, Thais Aguiar começou suas pesquisas para levar aos palcos a biografia de Pagu, uma das percursoras da luta feminista no Brasil. O espetáculo “Pagu -Do Outro Lado do Muro” tem o texto de Tereza Freire que também é autora do livro em que o espetáculo foi inspirado e faz curtíssima temporada, nos dias 30 e 31 de janeiro e 6, 7, 27 e 28 de fevereiro, no Teatro Arena Eugênio Kusnet, no Centro de São Paulo, com apoio da Funarte
“As pessoas precisam saber que Pagu foi muito além de ser a ‘mulher de Oswald de Andrade’, predicado injusto que é usado para descrevê-la. Ela me ensinou com sua trajetória de vida que o título de mulher e mãe nos é dado como um prêmio pelo patriarcado e que infelizmente esse prêmio nos serve mais como prisão e anulação dos nossos dons e escolhas. Os tempos mudaram”, explica Thais, que além de dar vida à personagem também assina a direção do espetáculo.
A atriz também destaca que “estamos nos fortalecendo como mulheres, recuperando nosso espaço de fala, de direito e Pagu já nos mostrava que o caminho seria árduo, mas possível! Escolhi dar vida a Pagu e com a dramaturgia de Tereza Freire, sem nenhum romantismo ou histórias pessoais e paralelas o espetáculo faz uma provocação extremamente atual sobre a luta por justiça social e retomando uma cultura de papel transformador. As pessoas poderão vivenciar uma jornada cheia de detalhes para entender toda a complexidade dessa personalidade”.
O texto é baseado no livro “Dos Escombros de Pagu”, resultado de uma tese de mestrado de Tereza Freire, que também assina o texto do espetáculo. A pesquisa resgatou a vida e a obra dessa importante precursora de comportamentos político-socioculturais brasileiros de uma feminista, militante política, ilustradora, comunista e crítica literária e teatral. Ela marcou a história do Brasil, revolucionando e chocando a sociedade dos anos de 1930, com suas ações e pensamentos inovadores.
Em “Pagu – Do Outro Lado do Muro”, a personagem volta para narrar sua trajetória de vida com todos os acontecimentos vividos e superados, sem qualquer sentimento de culpa e vitimização dos fatos. Uma interpretação que mergulha nas memórias da personagem e emociona pela veracidade dos acontecimentos vivenciados, deixando o público livre para interpretar a história como quiser e com isso a narração atinge uma amplitude para além da informação.
Sobre Patrícia Redher Galvão (Pagu)
Nasceu em São João da Boa Vista em 9 de junho de 1910 e morreu em Santos em 12 de dezembro de 1962. Foi autora do primeiro romance proletário brasileiro "Parque Industrial" e a primeira presa política deste país. Casada com Oswald de Andrade, destacou-se significativamente no movimento Modernista de 1922. Ainda jovem, trabalhou em fábricas e militou pelo Partido Comunista.
Escreveu contos policiais publicados pela revista Detective, dirigida pelo dramaturgo Nelson Rodrigues, que depois (1998) foram reunidos na obra "Safra Macabra". Em trabalhos, junto a grupo teatrais, revelou e traduziu grandes autores, até então inéditos no Brasil, como James Joyce, Eugène Ionesco, Arrabal e Octavio Paz.
Fundou um jornal de esquerda com Oswald de Andrade, empastelado pela polícia repressora da época. Foi perseguida pela ditadura Vargas. Militou na França, foi presa e deportada para o Brasil. Antes, presenciou a coroação do Imperador Pu Yi, da Manchúria. Presa em 1935, permaneceu encarcerada por cinco anos. Foi torturada e, somente libertada por motivos de doença, pesando cerca 40kg.
Tentou suicídio por conta de um tratamento de câncer mal sucedido. Em Santos, tornou-se uma das grandes incentivadoras do teatro amador, responsável pela descoberta de Plínio Marcos. Morreu aos 52 anos, vítima de câncer no pulmão. Seu último marido foi Geraldo Ferraz, crítico do jornal “A Tribuna”, de Santos, em que também foi colaboradora. Caiu no esquecimento da história oficial até que Augusto de Campos publicou sua antologia poética e “gritou”: Quem resgatará Pagu?
Ficha técnica
Espetáculo "Pagu - Do Outro Lado Do Muro"
Atuação e direção: Thais Aguiar
Texto: Tereza Freire
Orientação e provocação: Erika Moura e Natália Siufi
Trilha sonora original e execução ao vivo: Paulo Gianini
Iluminação e operação: Tomate Saraiva
Fotografias: Arô Ribeiro
Produção: Jucimara Canteiro
Cenário: Livia Loureiro
Assessoria de imprensa: Antonio Montano
Design gráfico: Theo Siqueira
Realização: Espontânea Cia. de Teatro
Apoio: Funarte
Serviço
Espetáculo "Pagu - Do Outro Lado Do Muro"
Sextas e sábados, dias 30 e 31 de janeiro e 6, 7, 27 e 28 de fevereiro
Horário de início do espetáculo: 20h00
Teatro de Arena Eugênia Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 - Vila Buarque / São Paulo
Gênero: drama
Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/pagu---do-outro-lado-do-muro/3284227)
domingo, 25 de janeiro de 2026
.: "Shrek - O Musical" apresenta figurino de Fabi Bang e Myra Ruiz como Fiona
Atrizes vão se revezar no papel da princesa ogra em espetáculo no Teatro Renault em curtíssima temporada; ingressos já estão à venda. Foto: Jairo Goldflus (fotos); Gabriel Pinho (edição)/Divulgação
Serviço
"Shrek - O Musical"
sábado, 24 de janeiro de 2026
.: Adaptação da obra de Machado de Assis, "O Alienista" será encenado em SP
No espetáculo, um jovem ator se mistura entre os espectadores logo na recepção do espetáculo, compartilhando como a leitura de um clássico da literatura transformou sua vida. Foto: Ronaldo Gutierrez
Em comemoração aos 185 anos de nascimento de Machado de Assis, um dos maiores autores brasileiros, o ator Victor Garbossa une-se ao diretor Eduardo Figueiredo para trazer aos palcos uma adaptação de "O Alienista", clássico que atravessa gerações e mantém-se atual ao abordar questões profundas sobre a sociedade contemporânea. A obra provoca reflexões sobre temas como razão, loucura, diferenças sociais, poder, e civilidade - assuntos que, embora raros, são de extrema relevância nos dias de hoje. Dentro do Projeto Domingo no Teatro, dias 25 de janeiro e 1° de janeiro, às 11h00. no Teatro J. Safra.
Ficha técnica
Serviço
.: Grátis: QINTI Companhia celebra a vida e a morte em "Temperos de Frida"
Com direção de Tatiana Motta Lima, espetáculo é embalado com músicas de cantoras latino-americanas e costurado por episódios da vida da pintora Frida Kahlo. Foto: Renato Mangolin
Ficha técnica
Espetáculo "Temperos de Frida"
Serviço
.: Sesc 24 de Maio traz Garotos Podres com show “Mais Podres do que Nunca”
Banda de punk rock dos anos 80 apresenta show de seu primeiro álbum. Foto: Mazzei.br
O Sesc 24 de Maio recebe no dia 25 de janeiro o show “Mais Podres do que Nunca” da banda Garotos Podres, um dos ícones do punk rock brasileiro dos anos 80. Conhecida por suas composições irreverentes e com forte crítica social, a banda promete levar o público a uma viagem nostálgica ao seu som original.
Engajada em movimentos sociais, Garotos Podres estreou nos palcos em 1983, com um show em prol do Fundo de Greve dos Metalúrgicos do ABC, muito ligado a própria origem da banda, que é de Mauá. Seu primeiro álbum, que leva o nome do show, "Mais Podres do que Nunca", foi lançado em 1985, ultrapassando a marca de 50.000 mil cópias vendidas.
Atualmente a banda apresenta 3 novos integrantes em sua composição, sendo Mao o único da formação original. Em 2026 se apresentam: Mao (vocalista), Rinaldi (guitarra), Uel (baixo) e Negralha (bateria). No palco, tocam clássicos do primeiro disco, como Johnny, Papai Noel Velho Batuta e Liberdade (Onde Está?).
Serviço
Show da banda Garotos Podres
Dia 25 de janeiro de 2026, domingo, às 18h00
Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô
Classificação: 12 anos
Ingressos: sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias - R$60 (inteira), R$30 (meia) e R$18 (Credencial Sesc).
Duração do show: 90 minutos
Serviço de van: transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h00 às 23h00, e aos domingos e feriados, das 18h00 às 21h00.
Sesc 24 de Maio
Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo
350 metros do metrô República
Telefone: (11) 3350-6300
.: Tuca Oliveira anuncia primeiro show da turnê do álbum “A Nossa Vez”
Apresentação que ocorrerá em São Paulo, no Bona Casa de Música, marca o início da turnê do álbum “A Nossa Vez”, novo trabalho autoral do cantor e compositor mineiro. Foto: Daniela Toviansky
O cantor e compositor mineiro Tuca Oliveira apresenta, no próximo domingo, dia 25 de janeiro, às 19h30, em São Paulo, o primeiro show da turnê do álbum “A Nossa Vez”, trabalho mais recente do artista e seu terceiro álbum de estúdio. A apresentação acontece no Bona Casa de Música e marca o início da circulação ao vivo do disco, que consolida a fase mais madura e autoral de sua trajetória na MPB.
Lançado recentemente, "A Nossa Vez" reúne 12 faixas de autoria de Tuca Oliveira, revelando um repertório que transita entre lirismo, melodias marcantes e arranjos que dialogam com a tradição da música brasileira contemporânea. A produção é assinada por Júlio Raposo, e o álbum conta com participações especiais de Elba Ramalho, Milton Guedes e Catharina, ampliando o universo sonoro do projeto.
No palco, Tuca apresenta as canções do novo trabalho, em um show pensado para destacar a força do repertório, a relação direta com o público e a identidade artística que vem colocando o cantor entre os nomes em ascensão da nova MPB. O espetáculo também percorre momentos importantes de sua carreira, conectando músicas do álbum a composições que ajudaram a construir sua trajetória. O show marca o ponto de partida da turnê de "A Nossa Vez", que seguirá por outras cidades ao longo de 2026. Os ingressos já estão disponíveis neste link.
.: Montagem do Grupo XPTO, “As Pedras de Javier”, ganha temporada em SP
Unindo literatura, mitologia e fantasia, o espetáculo convida o público a embarcar numa viagem imaginária que começa na guerra de Troia. Foto: Osvaldo Gabrieli
Unindo literatura, mitologia e fantasia, o espetáculo convida o público a embarcar numa viagem imaginária que começa na guerra de Troia, atravessa a odisseia do rei Ulisses na ilha das sereias, alcança uma outra ilha mítica chamada Hy Brazil, desce até o sul do Chile para revelar a lenda do navio Caleuche, e culmina numa jornada pela Índia, onde Javier encontra a Árvore da Vida.
Esta montagem é uma homenagem ao poeta, escritor e bonequeiro argentino Javier Villafañe, personagem icônica do Teatro de Bonecos mundial. Sua obra envereda por caminhos onde o mágico, o surreal e o causo popular se misturam. A peça nasceu a partir de um personagem criado por Javier Villafañe - “O Homem que Carregava Pedras para Aliviar o Peso das Montanhas” - que funcionou como disparador da dramaturgia original deste projeto. Aqui, esse personagem ganha protagonismo e uma história pessoal, transformando-se numa espécie de pupilo que acompanhou, desde muito jovem, os passos do poeta titeriteiro.
“Aprendi a fazer teatro de bonecos ainda muito jovem guiado pelas histórias que meu mestre, Ariel Bufano, contava sobre Javier Villafañe, seu mentor — o velho titeriteiro errante cuja lenda atravessou a América Latina, Espanha e toda a Europa. Sempre me encantou o pensamento surrealista, delirante e luminosamente livre de suas obras. Este espetáculo nasce como um breve sopro dessa memória, contada para as novas gerações pela voz de um pupilo imaginário, para que o rastro poético de Javier continue sua caminhada a descobrir novas histórias para serem contadas”, afirma Osvaldo Gabrieli, autor e diretor.
XPTO Brasil
O Grupo Teatral XPTO é uma companhia de teatro brasileira fundada em 1984 que tem uma proposta de pesquisa baseada na integração de múltiplas linguagens artísticas, com destaque para o Teatro de Animação, Teatro Físico, Performance, Música, Artes Plásticas, Vídeo e Dança. Seu trabalho é conhecido por espetáculos (28 criações no total) com grande apelo visual e musical, que contribuem de forma substancial para a formação do teatro brasileiro contemporâneo.
O grupo recebeu 42 prêmios no Brasil – APCA, Mambembe, Shell, APETESP, Governador do Estado, Fundacen, Coca-Cola e Panamco, entre outros – e 2 prêmios internacionais: Prêmio Villanueva - Cinco melhores espetáculos internacionais de 2014 (Cuba) e Citação de Mérito da Organização Arlyn Award Society (Canadá), em 2019.
O XPTO já se apresentou em todas as regiões do Brasil e em mais 13 países, entre os quais Argentina, Uruguai, Colômbia, Venezuela, Cuba, Portugal, Espanha, França, Eslovênia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Hong Kong e Índia.
Ficha técnica
Espetáculo “As Pedras de Javier”
Dramaturgia, Direção, Cenografia e Iluminação: Osvaldo Gabrieli
Música original e sonoplastia: Beto Firmino
Ator contador de histórias: Tay Lopez
Videoartista: Tiago Carvalho
Operador de luz: Mauricio Aparecido Matos
Cenotécnico: Valdemir Leite
Produtora executiva: Sofia Safira Papo
Assessoria de imprensa: Adriana Monteiro
Produção: Grupo XPTO – Cooperativa Paulista de Teatro
Este projeto foi contemplado pela XXIª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro — Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa
Teatro Arthur Azevedo
Avenida Paes de Barros, 955 – Alto da Mooca / São Paulo
Telefone para informações – 11 26045558
Dias 24, 25 e 31 de janeiro e 01, 07, 08, 14 e 15 de fevereiro de 2026
Sábado e domingo às 16h00
Nos dias 1° e 8 de fevereiro haverá tradução em LIBRAS
Gratuito - Presencial
Duração: 45 minutos
Classificação Indicativa: livre / recomendado a partir de 7 anos
Gênero: Teatro de Animação / Teatro de Objetos / Contação de Histórias
































