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domingo, 21 de julho de 2024

.: Ator Cauã Martins fala sobre jogador prodígio de e-sports em nova série


Conheça "Dr4g0n", a primeira série de ficção do Globoplay ambientada na temática de e-sports. Daniel (Cauã Martins) é o protagonista da série.“Você nunca sabe o próximo passo dele”, afirma o ator em entrevista. Foto: Fabio Rebelo

Em "Dr4g0n", nova série Original Globoplay, o ator Cauã Martins dá vida a dois personagens que são um só. Daniel é o irmão mais novo de Ana Paula (Nanda Marques), e passa boa parte dos seus dias em frente ao computador. Sua família mal sabe que, no mundo virtual, ele é um habilidoso jogador, cujo codinome dá título à trama.  

Geralmente trancado no quarto jogando e esquecido pela família, Daniel acaba sendo elevado ao posto máximo de provedor da casa quando a empresa de seus pais entra em falência e sua irmã decide investir em sua carreira de jogador profissional de e-sports. Com isso, pela primeira vez, seus pais e irmã passam a conhecer sua personalidade manipuladora e um tanto quanto sádica.  

É só depois de conhecer Horang (Gabriel Kim), seu principal rival nos games, que Daniel vai aprender a importância do trabalho em equipe. “Cauã entendeu esse ar completamente blasé do Daniel. Ele se acha melhor que os outros, mas não fala sobre isso. Ele pode ser insuportável, mas todo mundo fica em torno dele: as garotas o desejam e os rapazes querem sua aprovação e amizade”, conta Ana Saki, roteirista da série. 


Daniel, ou "Dr4g0n", é um menino introspectivo e frio. Como você avalia a personalidade do personagem?
Cauã Martins -
Esse lado misterioso do Daniel é a síntese do personagem, você nunca sabe o próximo passo dele. Ele está sempre à frente. E tem muitos momentos na série em que mostramos isso, essa consciência dele, esse mistério. E isso se apresenta nas relações com os outros personagens. As pessoas têm um medo do Daniel, dessa nuvem em volta dele, que elas não conseguem ultrapassar, mas ele está vendo tudo claramente. 


Você já conhecia o universo dos jogos eletrônicos competitivos antes da série? Tinha alguma relação com essa temática?
Cauã Martins - 
Eu já gostava de jogar antes, mas nunca fui uma pessoa aficionada por esse universo, não conhecia tanto. Quando entrei no projeto, precisei pesquisar e estudar, além de jogar mais também. E o legal é que a gente tem dois craques dos e-sports no elenco, o Luigi Montez e o Gabriel Kim. A gente aprendeu muito com o Luigi, ele é uma bíblia do "Counter Strike". Perguntamos muito para ele sobre o que falar e como agir. Então, foi um processo de bastante estudo pré-gravações, mesmo já estando familiarizado com o universo dos games.  


O que você fez para se preparar para dar vida ao personagem?
Cauã Martins - 
Uma das primeiras coisas que comecei a pesquisar, assim que entrei no projeto, foi sobre pro players. Mas eu gosto muito também de buscar referências fora do tema do trabalho. Duas referências que eu busquei foram o Michael Jordan e o Kobe Bryant. No caso do Jordan, eu recém tinha assistido um documentário sobre ele e, pensando no "Dr4g0n", eles têm muito a competitividade super aflorada, ele cobra muito dos colegas e eu achei que ter essa figura em mente funcionaria muito nessa minha construção. Já o Bryant tem um lado mais frio, que combina muito com o Daniel.


Quais foram seus objetos de estudo? 
Cauã Martins - 
No mundo dos e-sports, foi muito legal pesquisar sobre o "FalleN", que é um pro player de "Counter Strike", e o "Coldzera", muito para entender o mundo dos e-sports no Brasil, para saber sobre o estilo de jogo, o comportamento deles ao longo de uma transmissão. Essas foram algumas referências que me ajudaram a construir o Daniel.

Vocês tiveram alguma imersão nesse universo juntos, como um time?
Cauã Martins - 
Durante o período de preparação a gente teve uma experiência muito divertida e que me ajudou muito nessa construção de personagem. Todo mundo foi, junto, para uma lan house, jogar uma partida de "Valorant". E fiquei no time vencedor, o que foi ótimo, pois começar perdendo talvez tivesse sido um balde de água fria nesse processo (risos). Nos bastidores, a gente jogou muita coisa para além desse mundo de e-sports, como jogos de tabuleiro. Isso nos ajudou a criar uma conexão e, claro, isso resulta na cena. 

Quais foram os principais desafios durante todo o processo de fazer "Dr4g0n"?
Cauã Martins - 
O primeiro desafio do projeto, para mim, foi pessoal. Eu já trabalho há bastante tempo, mas esse projeto é o meu primeiro depois de fazer 18 anos. Deixei de ser um ator mirim para ser um ator adulto, o que envolve mais responsabilidades. Mas está sendo muito bacana esse crescimento e esse novo momento. Outro desafio foi manter a concentração para segurar o personagem durante a gravação. O Daniel é um cara muito mais blasé e eu me empolgo, fico feliz, então precisei estar atento a isso, entre um take e outro. 

Você já tinha trabalhado com alguém do elenco antes?
Cauã Martins - 
Eu só tinha trabalhado com a Laura Luz uma vez, mas foi uma coisa rápida, a gente não conversou muito. Em "Dr4g0n", estou cheio de novos amigos. Todos tivemos uma conexão muito boa desde o início. 

Como foi, para você, abordar o abismo geracional entre o Daniel e seus pais?
Cauã Martins - 
Eu acho os personagens dos pais do Daniel incríveis. Desde as primeiras leituras de roteiro, as cenas deles têm o tipo de humor que eu mais gosto. Essa questão geracional entre eles e o filho é bem explícita, mas ela nunca tem um juízo de valor, do que seria certo ou errado. O filho fica isolado no quarto, os pais não fazem ideia do que está acontecendo naquele mundo. A Ana Paula também fica isolada no mundo dela e, mesmo morando dentro de uma mesma casa, eles não convivem nem conversam. 

Quais foram os outros temas tratados na série que você mais gostou de abordar em cena?
Cauã Martins - 
Um dos temas que eu acho mais legais que a gente trabalha na série é sobre como um time se comporta. Não necessariamente um time de e-sports, mas um time, formado por personalidades totalmente diferentes e como elas se comunicam e superam os desafios para chegar no objetivo final. Também tem a relação entre irmãos, da Ana Paula com o Daniel, que são pessoas muito diferentes. Ela, super ansiosa, prestativa; ele, indiferente e blasé. Os dois por tanto tempo não se conectavam e por causa do time se reconectam, numa relação que evolui ao longo da série. 


Criado por Tiago Rezende, o Original Globoplay "Dr4g0n" tem produção de Nora Goulart, da Casa de Cinema de Porto Alegre. A direção da obra é de Ana Luiza Azevedo e Tiago Rezende. A série é escrita por Tiago Rezende, Ana Saki e Tomas Fleck. A supervisão de texto é de Jorge Furtado. A direção de fotografia é de Rafael Duarte e a direção de arte é de Martino Piccinini. A montagem é de Giba Assis Brasil, Joana Bernardes e Jonatas Rubert.

domingo, 14 de julho de 2024

.: Nanda Marques sobre personagem: “Carrega o peso do mundo nas costas”


Nanda Marques fala sobre a protagonista em "Dr4g0n", nova série do Globoplay: “Ela carrega o peso do mundo nas costas”. Foto: Fabio Rebelo


Nanda Marques, atriz paulistana, mal pode esperar para o público conhecer Ana Paula, a protagonista na mais nova série Original Globoplay, "Dr4g0n". Primeira trama da plataforma ambientada no universo de e-sports, a obra conta em oito episódios, disponibilizados no dia 18, a história de dois irmãos que passam a sustentar os pais formando um time de players profissionais, após a empresa da família entrar em falência.  

Ana Paula, estudante de administração, é a irmã mais velha de Daniel (Cauã Martins). Independente, boa em fingir confiança e proativa até o ponto de sucumbir ao estresse, ela também pode ser impulsiva e, por isso, está sempre correndo atrás do prejuízo das ideias megalomaníacas que inventa. Quando a empresa dos pais quebra, se sente responsável por achar uma solução e decide investir na carreira do irmão, ao descobrir que ele é um verdadeiro prodígio nos jogos eletrônicos.  

“Ana Paula tem um senso de humor bem específico, oscila entre uma super confiança e uma total falta de autoestima. Ao mesmo tempo em que precisa de proatividade e força, ela também mostra vulnerabilidade. É um papel muito difícil, e necessita de uma grande versatilidade do ator. O primeiro teste da Nanda mostrou tudo isso”, revela Tiago Rezende, criador da obra. 

Nanda Marques pode ser vista na novela "Um Lugar ao Sol" como Cecília, filha da personagem de Andréa Beltrão, disponível no Globoplay. A atriz foi destaque como a protagonista de dois projetos: a série "Colônia"(Globoplay), baseada no livro-reportagem "Holocausto Brasileiro", da jornalista Daniela Arbex, que virou o filme "Ninguém Sai Vivo Daqui", recém-lançado nos cinemas brasileiros, e o longa-metragem "Nas Mãos de Quem Me Leva", além de ter feito uma participação no drama "Marighella", longa de Wagner Moura. Em 2018, fez parte do elenco da série "Onde Nascem os Fortes", e a sua estreia na TV se deu no ano anterior, na série cômica "A Fórmula", dividindo uma mesma personagem com a atriz Cláudia Raia. No teatro, se envolveu com os espetáculos “Fala Comigo Doce Como a Chuva”, “Reunificação das Duas Coréias” e “Bang Bang: você Morreu”

Conte um pouco mais sobre a Ana Paula. Como você define a personagem? 
Nanda Marques -
Ana Paula é uma menina muito determinada, sempre querendo dar sua melhor versão para o mundo, para a família. Ela é tão competitiva que compete com ela mesma, querendo sempre se superar. E com isso ela esbarra em coisas como ansiedade, que me identifico bastante. Ela acaba se atropelando pela ânsia de querer salvar logo a questão financeira da família, carrega muito o peso do mundo nas costas. E por conta de os pais serem pessoas mais despreocupadas, mais relaxadas, ela acaba tomando responsabilidades que não são dela. O que ela pretendia ao entrar na faculdade de Administração era ampliar o negócio dos pais, transformar em algo maior e ser reconhecida por isso. Esse desejo dela de aprovação vem de um trauma da escola: ela sempre foi competitiva desde pequena e jogava futebol. Por conta de um treinador, ela se traumatizou e nunca mais jogou. Por isso tenta se superar em tudo. Ana Paula é determinada, ansiosa, competitiva, muito ativa e com o coração muito bom. 

Como foi, para você, abordar o abismo geracional entre pais e filhos na série?
Nanda Marques - 
Enxergo essa relação dela com os pais como uma hierarquia invertida, do filho ter que assumir um lugar que não pertence a ele, responsabilidades que não são dele e isso me atravessou muito. Na última semana de gravações, eu li de novo o roteiro do início ao fim. Isso fez eu criar mais uma camada para a Ana Paula, e entendi mais esse lado dela de querer tanto aprovação. Tem uma carência que me surpreendeu. 

 
Como foi sua relação com o restante do elenco nos bastidores da gravação?
Nanda Marques - 
O Cauã é maravilhoso, um ótimo ator, excelente profissional, está sempre pronto, sempre afim, admiro muito. O lado do carinho foi imediato, no primeiro teste já tinha certeza. Ele faz muito bem o personagem. A gente se deu muito bem desde o início. Ele é mais prático, eu sou mais sentimental e ele me ajudou muito. Viramos "manos". Durante as gravações, todos viramos superamigos, sempre juntos, brincando, trabalhando, virou uma família mesmo, uma surpresa muito boa, algo que não esperava. A gente se apaixonou pelos personagens e depois nos apaixonamos entre nós.  


A parceria com os diretores também foi marcante para você?
Nanda Marques - 
Foi maravilhoso trabalhar com o Thiago e a Ana, eles foram super atenciosos, desde a condução do teste. Sempre nos deram espaço para troca, para darmos opiniões, participarmos. Por conta de o Thiago ter escrito a série, além de dirigir, eu ficava preocupada que ele tivesse uma Ana Paula muito idealizada na cabeça dele, mas ele foi superaberto a contribuições. 

 
Você já conhecia o universo de e-sports? Fez alguma preparação especial para mergulhar na trama? 
Nanda Marques - 
Eu sempre fui, dos meus irmãos, a que nunca deu bola para o videogame, enquanto eles brigavam para ver quem ia jogar, eu nunca fazia questão. Sou bem Ana Paula nesse aspecto e fui me envolver mais com o tema por causa da série mesmo, quando comecei a entender o quanto é preciso ser dedicado e talentoso para ter sucesso nesse meio. Foi algo que me surpreendeu, como também o fato desse ramo ser, hoje, uma possibilidade de profissão para muitas pessoas. Assisti alguns documentários e, claro, já adorei torcer para alguns times que acompanhamos em competições. Isso eu adoro, quando tem time brasileiro participando, eu super vibro. 

 

Criado por Tiago Rezende, o Original Globoplay "Dr4g0n" tem produção de Nora Goulart, da Casa de Cinema de Porto Alegre. A direção da obra é de Ana Luiza Azevedo e Tiago Rezende. A série é escrita por Tiago Rezende, Ana Saki e Tomas Fleck. A supervisão de texto é de Jorge Furtado. A direção de fotografia é de Rafael Duarte e a direção de arte é de Martino Piccinini. A montagem é de Giba Assis Brasil, Joana Bernardes e Jonatas Rubert.

sábado, 29 de junho de 2024

.: HBO anuncia minissérie sobre a vida e o assassinato de Ângela Diniz


A HBO anunciou a produção de uma minissérie HBO Original de ficção sobre a vida e o assassinato de Ângela Diniz, com produção da Conspiração, ainda sem data prevista de estreia. Em seis episódios, "Praia dos Ossos" (título provisório), baseado no podcast homônimo, retratará a jornada de libertação de Ângela, uma mulher que durante os anos 70 ousou viver em seus próprios termos - desde o momento em que declara que quer se separar do seu primeiro marido até ser assassinada com quatro tiros pelo seu último companheiro que, assim como o primeiro, não aceitou sua decisão. Nessa jornada de embates, Ângela pagou com a própria vida pelo direito de tentar viver do seu jeito.

Segundo Mariano Cesar, vice-presidente senior de estratégia de conteúdo e programação da WBD na América Latina, mesmo depois de quase 50 anos, a história do assassinato de Ângela Diniz ainda reverbera no imaginário brasileiro. "É muito importante para nós na Warner Bros. Discovery poder continuar dando voz aos talentos locais para contar as histórias que impactam nosso público. No contexto do true crime, um gênero que continua prendendo os espectadores, nos propomos a uma rigorosa seleção dos casos que contribuem para os grandes debates contemporâneos e buscamos nos associar com criadores de conteúdo que possam contá-los com sensibilidade e respeito por seus protagonistas. Esta nova produção se juntará ao nosso extenso catálogo do gênero, como em 'Pacto Brutal: o Assassinato de Daniella Perez', 'O Curioso Caso de Natalia Grace' e 'Maria Marta, o Assassinato no Country Clube', entre outros grandes títulos nacionais e internacionais”.

“Desde o momento que ouvimos o podcast pela primeira vez, antes mesmo dele ser publicado, em 2020, vimos que tínhamos um sucesso nessa adaptação. Ângela, essa mulher que viveu as suas próprias contradições e desafiou os limites, dela e da sociedade da época. Uma personagem fascinante que, com os roteiros precisos de Elena e a direção sensível de Andrucha, nos permitirá mergulhar em uma trama sobre como a sociedade trata mulheres destemidas como Ângela”, diz Renata Brandão, CEO da Conspiração.

“'Praia dos Ossos' será uma série de vida. A vida de Ângela Diniz, uma mulher que nos anos 70, auge do machismo, ousou viver à sua maneira, totalmente sem medo dos preconceitos, julgamentos e opiniões. Ao mesmo tempo será um lembrete incisivo de que só em 2023 o STF aboliu a infame tese da legítima defesa da honra, tantas vezes utilizada em favor de diversos crimes de feminicídio, como o que aconteceu com Ângela, pela oratória do advogado Evandro Lins e Silva na defesa de Doca Street”, conta o diretor da série Andrucha Waddington.

"Praia dos Ossos" (título provisório) é uma série HBO Original com produção da Conspiração. Escrita por Elena Soárez (O Mecanismo, Casa de Areia, Filhos do Carnaval) e dirigida por Andrucha Waddington (Sob Pressão, FIM), a minissérie tem produção executiva de Waddington, Lorena Bondarovsky e Renata Brandão. Por parte da Warner Bros. Discovery a produção executiva é de Mariano Cesar, Anouk Aaron e Monica Albuquerque.

sexta-feira, 31 de maio de 2024

.: Réplica em tamanho real da casa dos Simpsons existe e está em Nevada


A casa réplica do seriado "Os Simpsons", no número 712 da rua Red Bark Lane, na cidade de Henderson- Nevada, custa atualmente US$ 429.700 dólares (cerca de R$ 2.169.000 milhões de reais na cotação atual). A propriedade construída em 1997, possui 202 metros quadrados, com quatro quartos e dois banheiros. A pesquisa foi feita pelo corretor de imóveis Daniel Dourado, autor do livro "O Pulo do Gato no Airbnb: 111 Dicas Descomplicadas para Atrair os Melhores Hóspedes e Alavancar seus Lucros".

Especialista em imóveis na Flórida, Daniel explica que essa fascinante propriedade, inicialmente construída como parte de uma promoção de "The Simpsons - O Filme", conquistou seu lugar como uma das atrações turísticas mais singulares e cobiçadas do país. Após o término da promoção do filme, a casa dos Simpsons permaneceu em Henderson como uma residência privada. No entanto, sua fama perdurou, e ela se tornou um ponto de referência para visitantes de todo o mundo. A cada ano, milhares de entusiastas da cultura pop fazem uma peregrinação até Henderson para tirar fotos em frente à casa dos Simpsons.

"Como corretor de imóveis experiente, compreendo plenamente a importância da exclusividade e da identidade de uma propriedade no mercado. A casa dos Simpsons não é apenas uma residência; é um marco cultural. Sua associação com uma das séries de animação mais icônicas da história da televisão confere a ela uma aura de singularidade que a diferencia no mercado imobiliário americano", finaliza Daniel.

quinta-feira, 30 de maio de 2024

.: Últimos episódios de "The Chosen - Os Escolhidos" na rede Cineflix Cinemas


Todos os episódios da temporada foram exibidos com exclusividade nos cinemas, em uma iniciativa inédita entre Paris Filmes e 360 Way Up


Após acumular mais de 889 mil ingressos vendidos nos episódios anteriores, a Paris Filmes e a 360 Way Up levam a partir desta quinta-feira, dia 30 de maio, a 340 salas de todo o Brasil e em 334 cinemas, inclusive a rede Cineflix Cinemas, os episódios 7 e 8, que fecham a quarta temporada de “The Chosen – Os Escolhidos”. Permanece válida a promoção de desconto para a compra de ingressos em grupo. O trailer antecipa uma prévia do que será revelado nos últimos episódios da temporada.

A produção é uma das mais vistas nos streamings Prime Video, Peacock e Netflix, com mais de 12 milhões de seguidores nas redes sociais oficiais da produção, além de 770 milhões de visualizações em seus episódios. Você pode baixar as imagens da série aqui. A distribuição nacional é feita pela Paris Filmes em parceria com a 360 WayUp.

Baseada na vida de Jesus Cristo, interpretado por Jonathan Roumie, a série tem sido bastante elogiada por sua alta qualidade técnica e pela adaptação da história bíblica. Em dezembro de 2023, "The Chosen" também se classificou como o segundo drama mais assistido e a quarta série não-original mais assistida na Netflix Brasil.

Distribuída globalmente pela Lionsgate, a história é vista através dos olhos daqueles que conheceram Jesus, tendo como pano de fundo a opressão romana em Israel do primeiro século. A produção retrata uma visão íntima da vida e dos ensinamentos de Jesus.

"The Chosen" - Quarta Temporada
Reinos em conflito. Governantes rivais. Os inimigos de Jesus se aproximam enquanto seus seguidores lutam para acompanhá-lo, deixando-o sozinho para carregar o fardo. A quarta temporada promete partir de onde terminou, com o final emocionante da caminhada sobre as águas na última temporada.

Os episódios de estreia também foram liberados nos cinemas da América Latina, Reino Unido, Polônia, Austrália e Nova Zelândia por meio de uma parceria entre os distribuidores. As três primeiras temporadas estão disponíveis gratuitamente no app e nas principais plataformas de streaming

Sobre "The Chosen"
"The Chosen" é um drama histórico inovador baseado na vida de Jesus (Jonathan Roumie), visto pelos olhos daqueles que o conheceram. Tendo como pano de fundo a opressão romana em Israel no primeiro século, a série de sete temporadas oferece uma visão autêntica e íntima da vida e dos ensinamentos revolucionários de Jesus. A quarta temporada estreou nos cinemas brasileiros em 21 de março de 2024.

Com mais de 200 milhões de espectadores, "The Chosen" é um dos programas mais assistidos do mundo. A série se mantém como uma das mais populares nas plataformas de streaming Amazon Prime, Peacock e Netflix, além de ser uma das mais bem avaliadas semanalmente na The CW. O que começou como um projeto financiado por multidões agora acumula mais de 770 milhões de visualizações de episódios e mais de 12 milhões de seguidores nas redes sociais. "The Chosen" é uma produção independente escrita, dirigida e produzida por Dallas Jenkins e distribuída globalmente pela Lionsgate.

Assista na Cineflix
Filmes de sucesso como "Furiosa: uma Saga Mad Max" ("Furiosa: A Mad Max Saga") são exibidos na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

quarta-feira, 22 de maio de 2024

.: "Bridgerton": Nicola Coughlan e Luke Newton em Baile Funk carioca

Com Mc Carol como rainha oficial da festa, Baile Funk Bridgerton celebrou a estreia da terceira temporada da série - e os fãs brasileiros - com atrações como passinho, boteco Bridgerton e carruagem paredão


Nicola Coughlan e Luke Newton , os protagonistas da terceira temporada de Bridgerton, com a rainha do Baile Funk Bridgerton, Mc Carol 


Querido leitor, a alta sociedade londrina de "Bridgerton" ganhou ares cariocas nesta segunda-feira. Os protagonistas da terceira temporada do fenômeno global da Netflix, Nicola Coughlan e Luke Newton, que interpretam o casal Penelope e Colin (ou #Polin, como são shipados na internet) caíram no funk na parada brasileira da turnê mundial de lançamento da série. Os atores receberam fãs, influenciadores e jornalistas do Brasil inteiro em um dos locais mais tradicionais e icônicos da cidade, o Theatro Municipal. Com surpresas como pocket show de Mc Carol - a rainha oficial do baile - e apresentação de passinho, o Baile Funk Bridgerton marcou a celebração da nova temporada da série e de todos os fãs brasileiros. Teve até carruagem paredão, tunada com caixas de som dos tradicionais paredões de funk.

Logo na chegada, antes do baile começar, os atores posaram para fotos no tapete vermelho e, ao som de muitos aplausos e gritos apaixonados, receberam fãs que a Netflix trouxe de todo o país para um bate-papo especial.  Celebridades como Camila Queiroz e Klebber Toledo, casal de apresentadores de Casamento às Cegas Brasil, e a atriz Carla Diaz, além de influenciadoras como Camila Pudim, Blogueirinha, Xan Ravelli e Lara Santana, que vieram vestidas a caráter, também tiveram seu momento cheio de emoção. Estiveram presentes no baile, ainda, outros nomes como a cantora Tati Quebra Barraco e os influenciadores Jeniffer Dias e Raphael Vicente.

Para o delírio dos convidados, que capricharam nos looks com inspiração Bridgerton, a Funk Orquestra abriu o baile com uma versão inédita da música-tema da série, que ganhou arranjo clássico com pitada de funk. Em seguida, no melhor estilo Rainha Charlotte, a funkeira Mc Carol deu as boas-vindas à corte carioca e recebeu Nicola e Luke no palco, onde os intérpretes de Polin declararam seu amor ao Brasil. Logo após, a rainha Mc Carol, os dançarinos de passinho André Oliveira, Pablinho Fantástico, Ygão, Celly Idd, May Idd, além do DJ Totonete soltaram o batidão e colocaram todo mundo pra dançar. Lady Whistledown certamente aprovaria esse baile. 

A Parte 2 da terceira temporada de "Bridgerton" estreia no dia 13 de junho, só na Netflix.


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Antes de dar o play nos episódios da nova temporada, entenda mais sobre a série de ficção mais antiga atualmente


O novo Doctor Who acaba de pousar no Disney+! A nova fase da série é protagonizada pelo ator Ncuti Gatwa, interpretando o lendário viajante do tempo que, junto com a personagem Ruby Sunday (Millie Gibson), defenderá as forças do bem enquanto encontra amigos incríveis e inimigos perigosos – da era da Regência Britânica a futuros devastados.

Com os primeiros episódios já disponíveis, e novos a serem lançados toda sextas-feiras – às 20h, a produção segue a mesma premissa das temporadas anteriores e, para relembrar o conceito de "Doctor Who", o Disney+ selecionou as principais informações da série e do personagem que apareceu pela primeira vez na televisão em 1963, pela BBC.


O mesmo, porém, diferente Doutor

Uma das marcas registradas de Doutor Who é a variação de Doutor(es) ao longo das temporadas, ou seja, não há somente um ator que interpreta o personagem. Até o momento, a série já contou com 15 protagonistas. Pode até parecer confuso e estranho, mas não é!

Em 1963, quando a série estreou, quem dava vida ao primeiro Doutor era William Hartnell. Na época, entretanto, o ator ficou doente e teve que ser substituído para que a série continuasse. Para justificar a mudança, o roteiro de Doctor Who teve que ser modificado e o personagem recebeu a habilidade de se regenerar ao primeiro sinal de morte inerente. Desta forma, ele nunca morreria somente trocaria de corpo.

O ator Ncuti Gatwa é agora quem dá vida ao 15º Doutor na nova temporada já disponível no Disney+. Essa variação surgiu após a bi-regeneração com o 14º, durante um confronto entre ele e Toymaker - um dos vilões da série. Essa cena introduz Gatwa ao whouniverso e pode ser visto no terceiro episódio do especial de Natal de Doctor Who no Disney+.


Mas quem é o Doutor?

O Doutor é um alienígena viajante do tempo originado do planeta Gallifrey, terra natal dos Senhores do Tempo. Ele pertence a raça dos Lorde do Tempo e tem o dom de manipular o espaço-tempo e possui grandes habilidades em diferentes áreas do conhecimento. Seu nome verdadeiro é uma incógnita para todos, pois ele dificilmente o revela e sempre se apresenta como “Doutor” sendo questionado muitas vezes sobre quem ele está se referindo.


Uma nave ou uma cabine policial?

Todo viajante do tempo tem sua “máquina do tempo” que costuma se assemelhar com uma nave espacial e em Doctor Who não seria diferente. Porém, ao contrário das naves comuns, o do Doutor é uma espécie de cabine policial britânica do século 20, conhecida como TARDIS. Teoricamente, ela foi programada para se disfarçar em qualquer ambiente que for pousar, porém, seu mecanismo de disfarce sofreu um dano e não foi mais possível mudar seu formato. Com isso, independente da época para qual o Doutor viajar, a espaçonave sempre terá a mesma aparência – que é, inclusive, uma das marcas registradas da série.


Companheiras de viagem

Outra característica muito marcante de Doctor Who é que o Doutor nunca está sozinho durante suas viagens no tempo. Ele sempre está acompanhado por um humano para enfrentar as suas jornadas. Nessa temporada, a parceira dele é Ruby Sunday, interpretada pela atriz Millie Gibson.

Novos episódios de Doctor Who serão lançados todas as sextas-feiras, às 20h, no Disney+.


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terça-feira, 21 de maio de 2024

.: "Cilada": em entrevista, Debora Lamm comenta intimidade cênica com Mazzeo

Debora Lamm em "Cilada". Foto: Globoplay


Bruno Mazzeo quase admite que seu personagem em "Cilada", também chamado de Bruno, é seu alter ego. Mas não é só o jeito de encarar as dificuldades e roubadas do dia a dia que os dois têm em comum: a parceria com Debora Lamm é perceptível dentro e fora das telas. Na nova temporada da série de humor, que estreia hoje no Globoplay, a dupla de amigos interpreta um casal que está há anos junto, enfrentando os dilemas de um casamento em crise. Em 10 episódios, o público pode conferir diferentes situações do cotidiano e, com pelo menos uma, os atores garantem que todo mundo vai se identificar.  

A nova fase começa dez anos após o último episódio da série original, uma das comédias pioneiras no Multishow, que também foi adaptada e exibida no Fantástico e chegou a virar filme, "Cilada.com’"(2011). Nesta nova temporada, o humorístico surge repaginado, com a dupla de protagonistas passando por situações típicas dos tempos atuais.

Com uma cumplicidade que ultrapassa a vida profissional, Bruno Mazzeo e Debora Lamm, que respectivamente interpretam os personagens Bruno e Debora, comentam as novidades da nova fase de "Cilada". Atualizada e repaginada, a obra promete divertir diferentes gerações. Confira a entrevista com Debora Lamm!

 

De que forma você descreveria a Debora, sua personagem?   

A Debora é uma mulher comum que dá margem para muitas mulheres se identificarem com ela. É muito fácil se reconhecer em diversas situações ali.  

 

Como foi contracenar com o Bruno Mazzeo neste projeto?   

Eu e Bruno nunca deixamos de conviver, nem de trabalhar juntos. Essa nova temporada oficializa ainda mais nossa afinidade artística e nossa intimidade cênica. Está tudo ali para o público testemunhar!  

 

O foco principal da temporada é um casamento em crise, e esse tema é pano de fundo de muitas comédias românticas. Na sua opinião, o que Cilada consegue mostrar de diferente a respeito desse assunto?   

As pessoas conhecem esses personagens há anos, já viram o Bruno e a Debora em uma série de situações e agora vão acompanhar o amadurecimento deles como casal estabelecido num relacionamento irritantemente comum. Não há heróis, maniqueísmo, bem e mal e tantos outros chavões da comédia romântica. Bruno e Debora são o retrato fiel do ser humano médio que somos, e o desconforto que o dia a dia do casal gera é mostrado de forma hilária.  

 

Entre os diferentes temas abordados ao longo da temporada, qual é o que mais te marcou ou chamou atenção, e por quê?   

Bruno e Debora tentando se adequar ao tempo, arriscando o relacionamento aberto, sem o menor sucesso.  

 

Tem alguma curiosidade das gravações que você gostaria de destacar?   

Crises de riso inúmeras. Inúmeras mesmo.  

 

Criada por Bruno Mazzeo, a série Original Globoplay ‘Cilada’ é escrita por Bruno Mazzeo e Rosana Ferrão, com colaboração de Gustavo Gessullo e Bárbara Duvivier. A direção de arte é de Rafael Ronconi, com direção de Felipe Joffily. A produção é de Augusto Casé.    

 

.: "Cilada": em entrevista, Bruno Mazzeo comemora estreia da série de humor

Bruno Mazzeo na CCXP 2023. Foto: Fabiano Battaglin/gshow


Bruno Mazzeo quase admite que seu personagem em ‘Cilada’, também chamado de Bruno, é seu alter ego. Mas não é só o jeito de encarar as dificuldades e roubadas do dia a dia que os dois têm em comum: a parceria com Debora Lamm é perceptível dentro e fora das telas. Na nova temporada da série de humor, que estreia hoje no Globoplay, a dupla de amigos interpreta um casal que está há anos junto, enfrentando os dilemas de um casamento em crise. Em 10 episódios, o público pode conferir diferentes situações do cotidiano e, com pelo menos uma, os atores garantem que todo mundo vai se identificar.  

A nova fase começa dez anos após o último episódio da série original, uma das comédias pioneiras no Multishow, que também foi adaptada e exibida no Fantástico e chegou a virar filme, ‘Cilada.com’ (2011). Nesta nova temporada, o humorístico surge repaginado, com a dupla de protagonistas passando por situações típicas dos tempos atuais.

Com uma cumplicidade que ultrapassa a vida profissional, Bruno Mazzeo e Debora Lamm, que respectivamente interpretam os personagens Bruno e Debora, comentam as novidades da nova fase de ‘Cilada’. Atualizada e repaginada, a obra promete divertir diferentes gerações. Confira a entrevista com Bruno Mazzeo!

 

"Cilada" é uma comédia que retrata situações do cotidiano. Como criador da série, como é o seu processo criativo para pensar em diferentes ciladas? Você se inspira na sua própria realidade?    

Minha fonte de inspiração nesta série é o cotidiano. Buscamos muito mais a identificação com a situação vivida, do que a graça pela graça. Não só me inspiro nas coisas que acontecem comigo, com minha parceira Rosana Ferrão, mas também nas coisas que ouço de amigos, ou nas coisas que imaginamos que possam de fato acontecer. O que eu mais gostava no contato com o público não era quando me diziam “foi muito engraçado”, mas sim “aconteceu igualzinho comigo”.    

  

De que forma você descreveria o Bruno, seu personagem, nesta nova fase de "Cilada"?    

Ao contrário do que muitos pensam, Bruno não é meu alter ego. Quer dizer. Pensando bem… enfim.  

  

Como foi contracenar com a Debora Lamm neste projeto?    

Não tem ninguém com quem eu tenha trabalhado mais do que Debora Lamm. É um prazer estar ao seu lado, um astral que contagia, uma das risadas mais gostosas que conheço. Fora isso, é uma das melhores atrizes da sua geração (e das outras também), uma parceira com quem me entendo no olhar.  

  

Pra você, "Cilada" pode ser considerada uma obra transgeracional?    

Eu realmente estou muito curioso para saber isso. Continua sendo uma série capaz de abranger um público amplo. Uma daquelas que casais podem ver juntos, pais podem ver com filhos. Afinal, as ciladas são parte da vida de todos nós.  

  

Nos últimos anos, muitas obras clássicas foram regravadas, repensadas e resgatadas de alguma forma. Você acha que "Cilada" se insere nesse mercado da nostalgia e memória afetiva? Como você avalia esse movimento no audiovisual?    

Pode ser. Quando topei a pilha do produtor Augusto Casé foi pensando em celebrar essa história tão importante pra minha vida. Juro que não fui motivado por isso estar acontecendo com outras obras. Isso está acontecendo não só no audiovisual como, por exemplo, na música, com shows comemorativos de álbuns específicos, reencontros… será que é coisa da idade?  

  

Cada episódio da série traz uma cilada diferente. Quais são os principais assuntos abordados nesta temporada? O que o público pode esperar?     

Acho que o público pode esperar uma identificação imediata com situações pelas quais todos passamos. Sempre olhando pela lente do humor. A desgraça de ontem é a graça de amanhã. A série sempre teve essa característica de ser “temática”. Assim, podemos passar por assuntos variados. Seja uma ida ao cartório, um fim de semana no resort, uma reunião de condomínio, um almoço de família, uma balada sertaneja; seja as redes sociais, aplicativos e novas tecnologias. O único tema repetido vai ser o do “Churrasco”, que é o mais pedido toda vez que falo do Cilada nas redes. Talvez seja o greatest hit.  

  

Ao longo da trama você interpreta vários outros personagens que ajudam a ilustrar a história e trazem um humor muito característico. Qual é o objetivo dessa dinâmica e como foi o processo de construção desses diferentes personagens?  

Sempre fez parte da linguagem do Cilada esses depoimentos, talking heads de personagens variados comentando as situações vividas por Bruno. Dessa vez focamos nos dois personagens que mais marcaram: o pitboy Alexandre Focker e o antropólogo Albênzio Peixoto. Fora isso, existem o que chamamos de “simulações”, as cenas que ilustram o assunto. Para essa parte, agora temos o Pedroca Monteiro, que participa comigo e Debora. Aí podemos emular situações históricas, como JK e Niemeyer construindo Brasília, o naufrágio do Titanic, Dona Flor e seus dois Maridos e até Super Homem num churrasco.  

 

Criada por Bruno Mazzeo, a série Original Globoplay ‘Cilada’ é escrita por Bruno Mazzeo e Rosana Ferrão, com colaboração de Gustavo Gessullo e Bárbara Duvivier. A direção de arte é de Rafael Ronconi, com direção de Felipe Joffily. A produção é de Augusto Casé.    

 


terça-feira, 7 de maio de 2024

.: Tudo sobre a série "Duro na Queda", que inspirou o filme "O Dublê"


"Duro na Queda" ("The Fall Guy") é a série que inspirou o filme "O Dublê", estrelado por Ryan Gosling e Emily Blunt e em cartaz na rede Cineflix Cinemas. Transmitida do início ao fim nas tardes de domingo na TV Globo, de janeiro de 1983 até julho de 1989, e pela Record TV entre 1989 até 1991, a série fez muito sucesso ao contar a história de Colt Seavers, um dublê de filmes de ação que decide abandonar a carreira após um acidente durante uma gravação. Com a mudança de vida ele também deixa para trás o relacionamento que estava construindo com a assistente de câmera Jody. 

Dizem que "Hooper", filme de 1978 protagonizado por Burt Reynolds, inspirou a série de televisão norte-americana, que teve como produtor Glen A. Larson, o mesmo dos seriados "Magnum", "A Super Máquina" e "Battlestar Galactica". Produzida pela Universal e pela rede americana ABC, entre setembro de 1981 e maio de 1986, a série conta com 113 episódios em cinco temporadas.

No seriado, o Colt Seavers de Ryan Gosling era interpretado por Lee Majors, que faz uma participação especial em "O Dublê" e também foi o protagonista da série "O Homem de Seis Milhões de Dólares". Na televisão, Colt Seavers era caçador de recompensas nas horas vagas e contava com a ajuda do primo Howard Munson (Douglas Barr) em suas missões de campo, e pela cativante Jody Banks (Heather Thomas), que entregava os casos para Colt e Howard. As missões eram quase sempre proteger pessoas juradas de morte por quadrilhas, e caçada de criminosos fugitivos, por violação das regras de liberdade condicional.

Na primeira temporada, o chefe era Big Jack (Jo Ann Pflug). Na segunda temporada, foi Terri Shannon (Markie Post), que ficou até a penúltima temporada. Na quinta e última temporada, as missões eram entregues pela dupla Pearl Sperling (Nedra Volz) e Edmund Trench (Robert Downner). No Brasil, a caminhonete GMC Sierra marrom com as laterais douradas, com uma águia pintada no capô, que era logo da empresa de Colt chamada "Fall Guy" fez tanto sucesso que virou brinquedo. A indústria de brinquedos Glasslite fabricou a caminhonete em miniatura, além de outros itens para a série, como a Lamborghini Countach dourada de controle remoto e bonecos tipo "G.I. Joe" de Colt e Howard.

Nos episódios, Colt sempre esbarrava com astros conhecidos. Uma vez, ele fez as vezes de dublê de Farrah Fawcett, que era casada com Lee Majors na época. Outra vez, Colt esbarrou com Tom Selleck, que fazia o personagem-título da série "Magnum", que era feito na mesma época, onde foi satirizado justamente o personagem de Selleck. Em outra ocasião, Colt fez uma ponta no seriado "O Incrível Hulk", onde fez o papel de vilão, e acabou levando um soco do Hulk (interpretado por Lou Ferrigno), na gravação de sua participação. "Duro na Queda" foi uma das poucas séries que ainda não foram lançadas em DVD. 


Elenco
Lee Majors como Colt Seavers
Douglas Barr como Howard Munson
Heather Thomas como Jody Banks
Jo Ann Pflug como Big Jack
Markie Post como Terri Shannon
Nedra Volz como Pearl Sperling
Robert Donner como Edmund Trench


Dublagem brasileira
Colt Seavers - André Filho
Howard Munson - Ricardo Schnetzer
Jody Banks - Mirian Thereza


Assista na Cineflix
Filmes de sucesso como "O Dublê" ("The Fall Guy") são exibidos na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

quinta-feira, 2 de maio de 2024

.: Roteirista de "Malhação" e "Sessão de Terapia" lança romance infantojuvenil


Jacqueline Vargas é roteirista vencedora do Emmy Awards, conhecida pelo trabalho na televisão em obras como "Malhação - Viva a Diferença", "Sessão de Terapia" e "Floribella". Também psicanalista, ela publica agora "A Arte de Cancelar a Si Mesmo", livro no qual entrelaça suas pesquisas sobre Psicanálise em uma ficção para o público infantojuvenil.

Esta obra é o retrato da Geração Alpha, uma juventude que teve a individualidade moldada por números na internet. A protagonista é Majô, uma influenciadora digital mirim que vê sua vida desandar após ser alvo de uma denúncia anônima on-line. O livro é o primeiro de uma trilogia que reflete sobre o impacto da tecnologia na primeira geração completamente exposta às redes sociais.

O cancelamento
No livro "A Arte de Cancelar a Si Mesmo", a adolescente Majô tem uma vida perfeita, assim como todos os influenciadores digitais aparentam. É bonita, carismática, está sempre nas manchetes de sites de fofoca e seu engajamento das redes sociais é enorme. A adolescente começou a fazer vídeos quando era criança, e agora um “publi” lucra mais do que ganharia se seguisse uma carreira tradicional. Porém, depois de uma denúncia anônima, seu canal do YouTube fica à berlinda, e ela desaparece da casa dos pais. Esse enredo marca novo livro infantojuvenil de Jacqueline Vargas, roteirista vencedora do Emmy Awards, principal premiação para programas de televisão do mundo.

A arte de cancelar a si mesmo é o retrato dos conflitos de uma juventude que teve a individualidade moldada por números na internet. Aos 15 anos, a famosa mirim já precisa lidar com a ideia de sustentar toda a família, sofre com as dores de ter uma mãe narcisista e, por causa da profissão, não consegue manter amizades próximas. Entretanto, uma decisão muda a vida dela: enquanto todo o Brasil se pergunta o que teria acontecido à jovem, Majô está escondida na casa da vizinha Kauane – adolescente com um perfil completamente diferente da protagonista.

A garota que mora na casa ao lado é introvertida, sarcástica, neurótica e com uma tendência a reclusão social. Porém, quando encontra a influenciadora na edícula do lar, surge uma amizade improvável. A partir disso, as duas revisitam as memórias de infância, compartilham frustrações sobre o futuro, ponderam sobre o peso das redes sociais na vida delas, experienciam primeiros amores e tentam encontrar formas de existir sem se prenderem às amarras do engajamento no mundo virtual.

Nesta obra, a escritora entrelaça pesquisas sobre psicanálise em uma ficção para o público infantojuvenil. Entre as páginas, reflete sobre como a subjetividade dos jovens está conectada às redes sociais, pondera acerca das consequências do excesso de informações no cotidiano e questiona os limites entre o esquecimento e a necessidade de registrar as memórias na internet.

A autora atravessa esses temas em uma narrativa fluida e multimídia: com uma linguagem similar à da juventude contemporânea, utiliza as redes sociais como recurso extra para acrescentar detalhes no enredo. Na história, Majô tem um “dix”, uma espécie de perfil no Instagram para pessoas próximas. Sob o nome @rouxinoulazul, a menina publica poemas e desenhos em aquarela, e esse usuário existe de verdade com os posts que a protagonista teria divulgado.

"A Arte de Cancelar a Si Mesmo" - é o canto do rouxinol azul é o primeiro livro de uma trilogia, que terá as continuações “No Playground de Vênus - O Amor É de Brincadeira” e “Existe Vida Dentro do Meu Quarto - Quando Eu Era Feliz Antes de Ser Feliz”. As obras contarão com os mesmos personagens, mas haverá protagonismos diferentes. “Estamos diante de uma primeira geração exposta desta forma às redes sociais. Como será sua vida madura? Este livro fala de temas que outros até falam, mas não tão a fundo. E é um equívoco achar que o jovem não quer ir a fundo nos seus questionamentos”, afirma a escritora. Compre o livro "A Arte de Cancelar a Si Mesmo", de Jacqueline Vargas, neste link.


Trecho do livro
“Trabalho”, a palavra voltou como um bumerangue. Tantos anos de trabalho. Quando foi mesmo que ela parou de falar dos animais? Quando foi mesmo que o canal virou um diário da sua vida apimentado com provações diárias de coragem e superação? O que tinha a vida dela de tão interessante assim? Ir para o Twitch a apavorava imensamente. E essa era a última novidade dos pais. Fez o teste e ficou quase dez horas “live”. A possibilidade de repetir a experiência a apavorava. (A arte de cancelar a si mesmo, pg. 125)


Sobre a autora
Jacqueline Vargas é roteirista com 20 anos de experiência. Adaptou as duas primeiras temporadas da série “Sessão de Terapia” e criou mais três temporadas originais. Trabalhou como consultora dramatúrgica de diversos projetos audiovisuais, como “No Mundo da Luna”. Ainda contribuiu para o roteiro de novelas como “Floribella”, “Malhação - Viva a Diferença” e “Terra Prometida”. Assinou os longas-metragens “Querida Mamãe”, “TPM - meu amor”, “Alguém como eu” e “As Polacas”. No mercado literário, lançou “Aquela que Não É Mãe”, “Valentina - A Herdeira da Magia” e agora publica a obra infantojuvenil "A Arte de Cancelar a Si Mesmo". Em paralelo, formou-se em Psicanálise, com foco na abordagem para a adolescência e tem pós-graduação em Filosofia, Psicanálise e Cultura, além de integrar o grupo de analistas “Escutamiga”. Garanta o seu exemplar de "A Arte de Cancelar a Si Mesmo", escrito por Jacqueline Vargas, neste link.

domingo, 28 de abril de 2024

.: Marco Ribeiro dubla Robert Downey Jr. em "O Simpatizante"


Os canais HBO e Max exibiram os primeiros episódios de sua nova minissérie, “O Simpatizante”. A produção de sete episódios é uma parceria entre a HBO e a A24, e conta com diretores de diversas nacionalidades, como Park Chan-wook ("Segredos de Sangue"), o brasileiro Fernando Meirelles ("Cidade de Deus"), Niv Fichman ("Antiviral") e Marc Munden ("Utopia"). A série baseada no livro homônimo de Viet Thanh Nguyen, vencedor do Pulitzer, é estrelada por Robert Downey Jr. e Hoa Xuande ("Cowboy Bebop"), além de contar com a presença de Fred Nguyen Khan ("Fatherhood"), Toan Le, Vy Le, Alan Trong ("A Guerra do Amanhã"), Duy Nguyen, Kayli Tran e VyVy Nguyen, Sandra Oh ("Killing Eve"), entre outros.

Ao longo dos episódios a série mergulha na história de um ex-espião comunista, franco-vietnamita, que participou da Guerra do Vietnã - mas acabou exilado e agora trabalha como consultor cultural em um filme de Hollywood. Assim como outras grandes séries de TV da HBO, “O Simpatizante” possui um horário fixo de lançamento na televisão e no streaming. Seguindo a agenda da HBO, os episódios serão liberados semanalmente, sempre aos domingos às 22h00, pelo horário de Brasília, até 26 de maio. Os novos capítulos da série chegam neste horário nos canais da HBO e também no Max, streaming oficial que recebe a obra.

E, a atuação de Downey Jr. mais uma vez chama a atenção na produção, já que o ator ao longo da série, dará vida a personagens diferentes, com visuais distintos e que têm o propósito de apresentar diferentes facetas do estabelecimento americano. Ele viverá, por exemplo, um agente da CIA, um político de Orange County e um diretor de cinema em Hollywood.

Projeto esse que além de ser um desafio para o ator, também se tornou uma nova experiência de desafio para Marco Ribeiro, veterano com 38 anos de experiência como ator, dublador e diretor de dublagem, que empresta sua voz a Downey Jr. “Sem dúvida, trata-se de uma produção complexa em diversos aspectos, que exigiu muito tanto de Downey Jr. quanto do meu trabalho como dublador. É como se eu estivesse desempenhando quatro trabalhos em um só. Cada personagem possui características e ocupações distintas, mas estão conectados de alguma forma, o que também representou um novo desafio para mim ao interpretar Downey", destacou Ribeiro. Compre o livro "O Simpatizante", de Viet Thanh Nguye, neste link.


Sobre Marco Ribeiro
Iniciou a carreira em 1985 na lendária Herbert Richers como dublador, tendo atuado anteriormente como locutor de rádio. Pela VTI Rio, atuou como dublador e diretor de dublagem. Em 1988, iniciou contrato como ator na Rede Manchete, trabalhando sob a direção de Jayme Monjardim.  Em 1990, à convite, inicia como  Diretor de Dublagem na empresa Cinevideo. Em 1994, Marco Ribeiro funda a Audio News. Em seu currículo, Marco também reúne o contrato como ator com a Rede Globo por cinco anos. Em 2013 tornou-se sócio da empresa Wan Marc de Dublagem. Garanta o seu exemplar de "O Simpatizante", escrito por Viet Thanh Nguye, neste link.

quarta-feira, 17 de abril de 2024

.: Estreia segunda temporada de “Jane”, série vencedora de dois prêmios Emmy

Série humanitária é inspirada no trabalho da primatóloga britânica Dra. Jane Goodall


A segunda temporada de “Jane”, série infantil do Apple TV+, estreia nesta sexta-feira, 19 de abril, com cinco episódios. Vencedora do prêmio Emmy, a produção é inspirada no trabalho da primatóloga britânica Dra. Jane Goodall, fundadora do Jane Goodall Institute e Mensageira da Paz das Nações Unidas. A produção é do vencedor do Emmy J.J. Johnson ("O Fantasma Escritor", "Dino Dana"), do Sinking Ship Entertainment, e do Jane Goodall Institute. 

Ava Louise Murchison ("Reacher") é a personagem Jane Garcia, uma ambientalista em formação, de 9 anos de idade, em uma missão para salvar animais ameaçados de extinção. Usando sua poderosa imaginação, Jane leva seus melhores amigos David, vivido por Mason Blomberg ("Shameless") e Greybeard, o chimpanzé, a grandes aventuras para ajudar a proteger animais em todo o mundo. Ela é inspirada por sua heroína Jane Goodall e pela frase da Dra. sobre a vida selvagem: "Apenas se entendermos, vamos nos importar. Apenas se nos importarmos, ajudaremos. Se os ajudarmos, eles podem ser salvos"

"Eu acredito no valor e na importância de uma série como 'Jane', que pode inspirar crianças e suas famílias. O Apple TV+ e a Sinking Ship Entertainment têm um comprometimento contínuo em contar histórias de fundo ambiental, garantindo que os jovens sintam-se encorajados a tomar ações para mudar o mundo", revelou a Dra. Goodall.

"Jane" é a segunda série Apple Original produzida pela Sinking Ship Entertainment, ao lado da elogiada série vencedora do Daytime Emmy "Ghostwriter". Da Sinking Ship Entertainment, "Jane" é uma série que mistura live action com animação CGI (Computer Graphic Image), criada por J.J. Johnson, que atua como produtor executivo ao lado de Blair Powers, Christin Simms e também Andria Teather do Jane Goodall Institute. A série recentemente conquistou o Children’s and Family Emmy na categoria de Efeitos Visuais em um Programa Live Action e foi reconhecida pelo Annual Environmental Media Association Awards na categoria de Children’s Television. 


Trailer original





sábado, 13 de abril de 2024

.: Sucesso no streaming, seriado "Os Outros" estreia na TV Globo


Primeira temporada de "Os Outros", sucesso no Globoplay, estreia na TV Globo. Na imagem, Antonio Haddad (Marcinho) e Paulo Mendes (Rogerinho). Foto: Globo/Estevam Avellar

Sucesso no Globoplay, a primeira temporada de "Os Outros" chega, no dia 18 de abril, ao horário nobre da TV Globo, com exibição às quintas-feiras, após a novela "Renascer". A série traz uma discussão sobre a intolerância e a dificuldade de diálogo na sociedade atual, a partir da história de duas famílias que vivem em um mesmo condomínio. Os casais vizinhos Wando (Milhem Cortaz) e Mila (Maeve Jinkings) e Cibele (Adriana Esteves) e Amâncio (Thomás Aquino) entram em conflito após uma briga entre seus filhos, Rogério (Paulo Mendes) e Marcinho (Antonio Haddad). A situação chega a extremos, com consequências absurdas que envolvem outros moradores do local. 

Com grande elenco e interpretações surpreendentes, a série é resultado da sintonia fina entre o autor Lucas Paraizo e a diretora artística Luisa Lima, à frente das equipes de criação e realização. Trabalhando há mais de cinco anos em parceria, eles agora celebram a chegada da obra à TV aberta. “’Os Outros’ foi a série mais autoral que escrevi até hoje. Nasce de uma reflexão sobre o que acontece quando todos acham que têm razão, uma característica dos dias atuais. Tentei unir uma narrativa popular à densidade dos assuntos que escolhi tratar: a classe média brasileira endividada, polarizada e cheia de medo, mas com sonhos e ambições legítimas. Estou curioso sobre qual vai ser o impacto dessa obra na TV aberta”, comenta Lucas.

Para Luisa Lima, estrear na TV representa a chance de emocionar e conversar com o país todo. “’Os Outros’ fala do Brasil de hoje, das consequências da intolerância dentro e fora de casa. A trama tem viradas muito surpreendentes. Podemos chorar, rir, nos encantar e sentir frio na barriga a todo tempo. É uma série pop e sem julgamentos, que expõe as relações com os nossos filhos, os medos, o ideal de vida segura e feliz que temos. Me formei na televisão e sei da nossa responsabilidade. Me encanta esse alcance de um vasto público, e fico muito feliz de apresentarmos uma realização que é fruto do trabalho de uma equipe comprometida e talentosa, com um elenco brilhante. Que todos se afetem, como nós nos afetamos fazendo. ‘Os Outros’ somos nós”, ressalta ela. 

Os atores também comemoram a estreia na TV. Adriana Esteves conta que a série é mais um trabalho importante em sua trajetória profissional. “’Os Outros’ é uma grande série da excelente parceria entre Lucas Paraizo e Luisa Lima. Participar das séries brasileiras que estão sendo feitas é um luxo e um orgulho para mim. ‘Os Outros’, teve enorme sucesso no Globoplay, e, com certeza terá também agora na TV aberta”, conta Adriana, que arrebata o público com sua atuação como Cibele. 

Eduardo Sterblitch destaca que seu personagem, Sérgio, representou uma oportunidade de levar ao público uma faceta de sua atuação diferente dos outros trabalhos que costuma realizar. “Sérgio foi a chance para o público entender que eu posso compor personagens que não são só de humor. Na série, a gente tenta fazer uma coisa ultrarrealista. Acho que isso tocou as pessoas, como a vida real pode ser uma tragédia e pode ser um terror, depende de como você reage aquilo”, afirma o ator. 

A atriz Maeve Jinkings lembra que Mila foi sua primeira personagem depois da pandemia e ressalta a importância do trabalho da equipe no processo. “Em 2022, gravamos a série de forma apaixonada, após a pandemia, período de alta pressão social, isolamento e polaridade política. Encontramos, no texto de Lucas Paraizo uma maneira de lidar com nossas próprias perguntas, na direção de Luísa Lima uma firmeza e um acolhimento de temas tão duros. O elenco é brilhante, formado por artistas que admiro há décadas e que, nesse contexto, se tornaram uma família para mim. Por tudo isso, não fiquei surpresa quando ‘Os Outros’ foi tão bem recebida pelos espectadores do Globoplay. Estou muito feliz e ansiosa para que os espectadores da TV Globo tenham acesso à intensidade desse trabalho que nos orgulha tanto”, comemora Maeve.

Thomas Aquino considera essa trabalho muito significativo, pois o levou para um estágio interessante da atuação. “Pude falar sobre o Amâncio, um homem que tem sensibilidade, paciência e calma para resolver as coisas de forma pacífica e sem violência. Para mim, isso falta na sociedade, não há mais diálogo nem escuta. Nós não estamos sozinhos no mundo, vivemos em um lugar coletivo. Eu não posso viver dentro de um condomínio, ver que existem problemas e partir para agressão física ou verbal na tentativa de resolvê-los. Essa série é maravilhosa porque é uma livraria de questionamentos: Quem somos nós? Como podemos ajudar o outro? Como nos ajudar? Como resolver os problemas com maturidade? Precisamos saber que, se dermos as mãos, não estaremos sós. Espero que o público receba bem porque temos muitos temas que podemos discutir”, reflete Thomas. 

Entre as temáticas que a série aborda, está a criação dos filhos. Drica Moraes, que interpreta a síndica do condomínio, Dona Lúcia, destaca as reflexões sobre a adolescência, que promete gerar identificação com muitas famílias. “A história fala também da entrada do adolescente no mundo adulto. Da mudança radical que é assistir o seu bebê crescer, um belo dia se trancar no quarto e virar um estranho, estranho no sentido de se tornar outro para você. Acontece para todo mundo. Lindo e desafiador. Adolescência é uma fase dura, mas absolutamente linda. A vida é ainda uma página em branco. Em tempos distópicos, o temor anda de braço dado com a esperança nesta etapa na vida dos filhos”, conta a atriz, que é mãe de um adolescente na vida real. 

Outra característica da trama é revelar questões mais profundas por trás dos atos de seus personagens. O ator Milhem Cortaz reflete sobre Wando, cuja trajetória leva a uma solidão intensa. “O Wando é um cara complexo. É um homem que luta pelos seus ideais, é o homem perfeito: que trabalha, provedor, que tem um amor muito grande pelo filho, que cuida da família de forma obcecada. Algumas coisas que vão acontecendo ocultam a trajetória dele e vão o levando para um caminho de solidão profunda. Apesar de ser um personagem divertido, um homem um amoroso, o Wando está ali para representar a solidão desse universo todo. Tantas pessoas em volta e ele não consegue olhar para os lados, porque a razão dele, a sua certeza, é muito maior do que qualquer outra coisa”, declara o ator.

O elenco também conta com Ana Flavia Cavalcanti, Cadu Favero, Bea Aragão, Gabriel Lima, Gi Fernandes, Guilherme Fontes, Henrique Eduardo, Kênia Bárbara, Pedro Ogatta, Rodrigo Garcia, Stella Rabello, Xande Valois, entre outros. 


Marcinho (Antonio Haddad), no chão, sangra. Cibele (Adriana Esteves) e Mila (Maeve Jinkings) tentam ajudar. Foto: Globo/Estevam Avellar

A trama
Durante uma partida de futebol no condomínio, com outros adolescentes, Rogério (Paulo Mendes) agride Marcinho (Antonio Haddad) motivado por um desentendimento em um lance do jogo. Mãe superprotetora e capaz de tudo para defender o filho, Cibele (Adriana Esteves) não tolera o que aconteceu e, sem abrir espaço para uma conversa, afronta a família do jovem que o atacou, o casal Wando (Milhem Cortaz) e Mila (Maeve Jinkings) . Movida pela raiva, ela arranha o carro de Wando. A atitude dá início a uma rixa que extrapola os limites da quadra, em uma sequência de atos impensados e agressões que trazem à tona reações adversas. Motivados pelo que entendem como ameaças a si próprios e a suas famílias, os protagonistas deste drama contemporâneo se veem num emaranhado sem fim de atitudes extremas que mudam para sempre o curso de suas histórias. 

Os acontecimentos colocam a aparente normalidade do condomínio Barra Diamond  em risco. Dona Lúcia (Drica Moraes), a síndica, conta com a atenção do porteiro Elvis (Rodrigo Garcia) para mantê-la informada sobre tudo o que acontece por ali. Já Sérgio (Eduardo Sterblitch), um ex-policial expulso da corporação e morador do condomínio, vê oportunidades de obter vantagens diante do conflito entre os vizinhos. "Os Outros" é uma criação de Lucas Paraizo, escrita com Fernanda Torres, Flavio Araujo, Pedro Riguetti, Bárbara Duvivier, Thiago Dottori e Bruno Ribeiro. A série tem direção artística de Luisa Lima e direção de Lara Carmo. A produção é de Luciana Monteiro, e a direção de gênero, de José Luiz Villamarim.

quinta-feira, 11 de abril de 2024

.: Livro "O Talentoso Ripley", de Patricia Highsmith, ganha adaptação da Netflix


Publicado pela Intrínseca, o best-seller "O Talentoso Ripley", de Patricia Highsmith, uma das mais importantes autoras de thrillers psicológicos de todos os tempos, ganha uma nova adaptação audiovisual na Netflix. Baseada na obra vencedora do Grand Prix de Littérature Policière e indicada ao prêmio Edgar Allan Poe de Melhor Romance, a minissérie é escrita, dirigida e produzida pelo vencedor do Oscar Steven Zaillian ("A Lista de Schindler"). Nesta nova versão, o britânico Andrew Scott, conhecido por seus trabalhos em "Fleabag" e "Sherlock", dá vida ao personagem-título, um dos sociopatas mais carismáticos da literatura mundial. A obra de 1955 foi adaptada para o cinema em 1999 em um filme de mesmo nome, indicado a cinco Oscars e estrelado por Matt Damon e Jude Law. A tradução é de José Francisco Botelho.

A história acompanha Tom Ripley, um charmoso vigarista tentando se estabelecer em Manhattan após fugir de seu lar disfuncional. Bom de lábia, exímio imitador e piadista, praticante de furtos e pequenos golpes, ele recebe a oportuna missão de ir à Itália para convencer Dickie Greenleaf, o filho de um rico industrial, a voltar para casa e assumir os negócios da família. Seduzido pelo estilo de vida refinado do playboy, Tom vê a relação de amizade entre os dois se complicar com a interferência de Marge, a típica boa menina americana, rica e apaixonada por Dickie. Ao perceber a rejeição do outrora amigo, ele dá vazão a seus desejos mais sombrios e rouba não só o dinheiro dele, mas também sua vida e sua personalidade.

Em 2021, ano do centenário de Patricia Highsmith, a Intrínseca lançou edições com projeto gráfico especial e novas traduções do livro e de sua continuação, "Ripley Subterrâneo". Admirada por expoentes da literatura brasileira como Rubem Fonseca e Caio Fernando Abreu, Highsmith tem influenciado gerações de escritores com o seu talento ao construir “heróis psicopatas”, expressão usada para tratar carinhosamente seus protagonistas. Compre o livro "O Talentoso Ripley", de Patricia Highsmith, neste link.


Sobre a autora
Nascida em Fort Worth, Texas, em 1921, Patricia Highsmith passou grande parte da vida adulta na Suíça e na França. Seu primeiro romance, Pacto sinistro, publicado em 1950, obteve grande sucesso comercial e virou filme, dirigido por Alfred Hitchcock. Autora de mais de vinte livros, é a criadora do personagem Tom Ripley, o sofisticado sociopata que estreou em "O Talentoso Ripley", de 1955, que, além de aparecer em outros quatro romances, figura em adaptações para o cinema e a televisão. Ao longo de sua carreira, Highsmith ganhou os prêmios Edgar Allan Poe, O. Henry Memorial, Le Grand Prix de Littérature Policière e o Award of the Crime Writer’s Association da Grã-Bretanha. Foto: Patricia Highsmith / Arquivo Diogenes Verlag. Garanta o seu exemplar de "O Talentoso Ripley", escrito por Patricia Highsmith, neste link.

terça-feira, 9 de abril de 2024

.: "Star Wars: Histórias do Império", que estreia em maio, ganha trailer e arte

Todos os seis episódios da continuação de Star Wars: Histórias dos Jedi da Lucasfilm serão lançados exclusivamente na plataforma no dia 4 de maio


O Disney+ acaba de lançar o trailer e arte da próxima série de animação original da Lucasfilm "Star Wars: Histórias do Império". A nova produção é a segunda parte da série Histórias e segue o estilo da aclamada Star Wars: Histórias dos Jedi de 2022.

Star Wars: Histórias do Império será lançada exclusivamente no Disney+ no Star Wars Day, dia 4 de maio. A série animada é uma jornada de seis episódios pelo temível Império Galáctico através dos olhos de duas guerreiras em caminhos divergentes, ambientada em eras diferentes. Após perder tudo, a jovem Morgan Elsbeth navega pelo mundo Imperial em expansão em direção a um caminho de vingança, enquanto a ex-Jedi Barriss Offee faz o que precisa para sobreviver em uma galáxia em rápida transformação. As escolhas tomadas por elas definirão seus destinos.

O talentoso elenco de voz em inglês conta com a participação de Diana Lee Inosanto (Morgan Elsbeth), Meredith Salenger (Barriss Offee), Rya Kihlstedt (Lyn, também conhecida como a Quarta Irmã), Wing T. Chao (Wing), Lars Mikkelsen (Thrawn), Jason Isaacs (Grande Inquisidor) e Matthew Wood (General Grievous).

Dave Filoni é criador e diretor supervisor da série, além de atuar como produtor executivo ao lado de Athena Yvette Portillo e Carrie Beck. Josh Rimes atua como coprodutor executivo e Alex Spotswood é o produtor sênior.   

Trailer



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