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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

.: E os indicados ao Oscars 2026 foram... "O Agente Secreto" garante quatro

A cerimônia da 98ª edição do Oscars, marcada para o dia 15 de março de 2026 e o Brasil garantiu quatro indicações ao Oscar 2026, como filme brasileiro "O Agente Secreto", dirigido por Kleber Mendonça Filho. São elas: "Melhor Filme", "Melhor Filme Estrangeiro", "Melhor Ator" (que faz história como o primeiro brasileiro indicado nesta categoria principal) e "Melhor Direção de Elenco", nova categoria. Antes do Oscar, o filme nacional já havia vencido prêmios importantes como o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama para Wagner Moura. 

O anúncio feito em 22 de janeiro de 2026 também trouxe outro feito, colocando o longa "Pecadores" em destaque como o filme com mais indicações ao prêmio, somando 16, duas a mais do que "A Malvada "(1950), "Titanic" (1997) e "La La Land: Cantando Estações" (2016). Até então, o recorde era dividido entre os três filmes, somando 14 indicações. Assim, "Pecadores" representa uma ameaça ao favoritismo de "Uma Batalha Após a Outra", que tem 13. Confira a lista dos indicados!


Melhor Filme

O Agente Secreto

Uma Batalha Após a Outra

Bugonia

F1: O Filme

Frankenstein

Hamnet

Pecadores

Marty Supreme

Valor Sentimental

Sonhos de Trem

Melhor Filme Internacional

O Agente Secreto

Foi Apenas Um Acidente 

Valor Sentimental

Sirat 

A Voz de Hind Rajab 

Melhor Ator

Timothée Chalamet - Marty Supreme

Ethan Hawke - Blue Moon

Wagner Moura - O Agente Secreto

Michael B. Jordan - Pecadores

Leonardo DiCaprio - Uma Batalha Após a Outra


Melhor Atriz

Jessie Buckley - Hamnet

Rose Byrne - Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria

Kate Hudson - Song Song Blue: Um Sonho a Dois

Renate Reinsve - Valor Sentimental

Emma Stone - Bugonia


Melhor Direção

Chloé Zhao - Hamnet

Josh Safdie - Marty Supreme

Paul Thomas Anderson - Uma Batalha Após a Outra

Joachim Trier - Valor Sentimental

Ryan Coogler - Pecadores


Melhor Ator Coadjuvante

Benício Del Toro - Uma Batalha Após a Outra

Jacob Elordi - Frankenstein

Sean Penn - Uma Batalha Após a Outra

Delroy Lindo - Pecadores

Stellan Skarsgård - Valor Sentimental


Melhor Atriz Coadjuvante

Elle Fanning - Valor Sentimental

Inga Ibsdotter Lilleaas - Valor Sentimental

Teyana Taylor - Uma Batalha Após a Outra

Wunmi Mosaku - Pecadores

Amy Medigan - A Hora do Mal (Leia nossa crítica)


Melhor Roteiro Original

Blue Moon

Foi Apenas Um Acidente

Marty Supreme

Valor Sentimental

Pecadores


Melhor Roteiro Adaptado

Bugonia

Frankenstein

Hamnet

Uma Batalha Após a Outra

Sonhos de Trem

Melhor Direção de Elenco

Hamnet

Marty Supreme

Uma Batalha Após a Outra

O Agente Secreto

Pecadores


Melhor Animação

Guerreiras do K-Pop

Zootopia 2

Elio

Arco 

A Pequena Amélie


Melhor Documentário

Alabama: Presos do Sistema

Embaixo da Luz de Neon

Rompendo Rochas

Mr. Nobody Against Putin

A Vizinha Perfeita (Leia nossa crítica)


Melhor Fotografia

Marty Supreme

Frankenstein

Pecadores

Uma Batalha Após a Outra

Sonhos de Trem


Melhor Figurino

Avatar: Fogo e Cinzas

Frankenstein

Hamnet

Marty Supreme

Pecadores


Melhor Montagem

F1: O Filme

Marty Supreme

Uma Batalha Após a Outra

Valor Sentimental

Pecadores


Melhor Design de Produção

Frankenstein

Hamnet

Marty Supreme

Uma Batalha Após a Outra

Pecadores

Melhor Trilha Sonora

Bugonia

Frankenstein

Hamnet

Pecadores

Uma Batalha Após a Outra


Melhor Canção Original

"Dear Me" - Diane Warren: Relentless

"Golden" - Guerreiras do K-Pop

"I Lied to You" - Pecadores

"Sweet Dreams of Joy" - Viva Verdi

"Sonhos de Trem" - Sonhos de Trem


Melhor Maquiagem e Penteado

Frankenstein

Kokuho

Pecadores

Coração de Lutador: The Smashing Machine

A Meia-Irmã Feia


Melhor Som

F1: O Filme

Pecadores

Sirat

Frankenstein

Uma Batalha Após a Outra


Melhores Efeitos Visuais

Avatar: Fogo e Cinzas

F1: O Filme

Jurassic World: Recomeço

Pecadores

O Ônibus Perdido


Melhor Curta Animado

Butterfly

Forevergreen

The Girl Who Cried Pearls

Retirement Plan

The Three Sisters


Melhor Curta Documentário

All the Empty Rooms

Armed with a Only a Camera: The Life and Death of Brent Renaud

Children No More: "Were and Are Gone"

The Devil is Busy

Perfecly a Strangeness


Melhor Curta

Butcher's Stain

A Friend of Dorothy

Jane Austen's Period Drama

The Singers

Two People Exchanging Saliva


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.: “Ser Mulher Não é Para Qualquer Um”: Nany People reestreia peça


Entre risos e lembranças, o espetáculo ficará em cartaz quintas, às 20h, até 29 de janeiro, e é inspirado na nova biografia da atriz e humorista, com passagens hilárias e episódios marcantes da sua trajetória. Foto: Moisés Pazianotto

Nany People começa o ano celebrando a sua vida e trajetória. A atriz e humorista está em plena comemoração dos seus 60 anos de idade, 50 anos de carreira, 40 anos da sua chegada a São Paulo e 30 anos de TV da forma que mais gosta: nos palcos. E agora, ela inicia 2026 em clima de festa em uma nova temporada do seu show: “Ser Mulher Não é Para Qualquer Um - O Espetáculo”, até dia 29 de janeiro, no Teatro Mooca. Baseada na sua nova biografia, a peça ficará em cartaz todas as quintas do mês.

Em cena, Nany relata episódios, histórias, causos e inspirações da sua vida e carreira, de maneira muito bem-humorada e com muita beleza. O texto é de Flávio Queiroz e a direção artística/conceitual de Marcos Guimarães. Com a ajuda de projeções e números musicais, o espetáculo vai passeando por toda a trajetória da artista mineira, que se tornou um dos maiores ícones do humor brasileiro. Em um país em que se fala tanto de etarismo, Nany People é a prova viva de que a idade não impacta na produção ou na criatividade, quando se ama o que se faz!

“É um grande tributo à minha trajetória. 'Ser mulher não é pra qualquer um' é mais do que uma peça, é um mergulho divertido, emocionante e verdadeiro nas histórias que me transformaram na mulher que sou hoje”, conta Nany. Com o “jeitinho Nany de ser”, a humorista vai relembrando acontecimentos que marcaram a sua carreira, especialmente nos últimos dez anos, e que estão relatados em sua nova biografia: “Ser Mulher Não é Para Qualquer Um - A Saga Continua”, também assinada por Flávio Queiroz, publicada pela Umanos Editora.

"Esse espetáculo é um presente que eu me dou e compartilho com o público! Uma viagem pelos últimos dez anos - das novelas às maratonas de shows, das viagens aos meus amores de quatro patas - e, claro, a alegria de ter meu nome reconhecido por inteiro. Tudo isso com muito humor, porque, afinal, ser mulher não é pra qualquer um!", brinca a diva.

Em “Ser Mulher Não é Para Qualquer Um - O Espetáculo”, Nany People celebra seis décadas de vida e uma carreira marcada por coragem, versatilidade e muito bom humor. Baseada em sua nova biografia, a peça percorre os momentos mais marcantes de sua trajetória - especialmente os últimos dez anos - com histórias, causos e revelações que passam pelas novelas na TV aberta, a maratona de viagens pelos palcos do Brasil e bastidores da sua vida pessoal.


Ficha técnica
“Ser Mulher Não é Para Qualquer Um - O Espetáculo”
Um espetáculo de Nany People e Marcos Guimarães
Com Nany People
Texto: Flavio Queiroz
Direção de cena: Marcos Guimarães
Concepção visual: Marcos Guimarães
Direção musical: Ricardo Severo
Iluminação: Ronny Vieira
Figurino: Fábio Ferreira
Assessoria de imprensa: Prisma Colab
Produção Executiva: MG8 Cultural

Serviço
"Ser Mulher Não é Pra Qualquer Um - O Espetáculo"
Temporada até 29 de janeiro, quintas
Horário: 20h00
Local: Teatro Mooca
Endereço: Rua Capitão Pacheco e Chaves, 313 - São Paulo
Valores: R$ 120,00 (inteira), R$ 60,00 (meia-entrada)
Link de vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/113434/d/350086 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

.: "Dominguinho", projeto de João Gomes, Jota.pê e Mestrinho, terá show inédito


Com João Gomes, Jota.pê e Mestrinho, espetáculo será grandioso não apenas pelo tamanho da arena, mas também pela estrutura, pelo repertório extenso (e cheio de novidades) e pelas surpresas que a ocasião merece Foto: @kaiocads

"Dominguinho", projeto de João Gomes, Jota.pê e Mestrinho, abre venda geral de ingressos para show inédito no Allianz Parque. Em uma realização da 30e e InHaus, o espetáculo que celebra um ano do projeto acontece em 25 de abril; os ingressos estão à venda pelo site da Eventi. A iniciativa completará um ano em abril. Para celebrar esses 365 dias de atividade, o trio anuncia um show que proporcionará uma experiência inédita: no dia 25 de abril, os músicos se apresentarão no Allianz Parque, em São Paulo. 

O espetáculo será grandioso não apenas pelo tamanho da arena, mas também pela estrutura, pelo repertório extenso (e cheio de novidades) e pelas surpresas que a ocasião merece. Tudo isso sem perder a intimidade, a conexão e o clima de aconchego característico das performances do trio. Realizada em uma parceria inédita entre a  30e, maior companhia de entretenimento ao vivo do país, e a InHaus, um dos principais hubs voltados ao entretenimento, à cultura e ao brand experience do país. 

"Dominguinho" surgiu no som da sanfona, no brilho dos olhos e na vontade de fazer música com verdade. Desejo este compartilhado pelos músicos e amigos João Gomes, Jota.pê e Mestrinho. Foi assim que tudo começou, em formato de disco que celebra a música nordestina e carrega a leveza dos domingos. A conexão do público com o trabalho foi tão verdadeira e intensa que levou o álbum a se transformar em uma turnê. Afinal, tem emoções que apenas o ao vivo é capaz de proporcionar.

“Estamos dando um passo muito grande para celebrar a nossa música. Espero que nossos amigos, familiares e ouvintes topem fazer parte desse encontro”, diverte-se João Gomes. Gravado no Sítio Histórico de Olinda, o disco Dominguinho reúne 12 faixas e é a parceria que o Brasil precisava e nem sabia. “Lembrei de Você” abre a sequência de músicas, sintonizando a audiência na calma necessária para o que vem a seguir. 

Em um equilíbrio perfeito entre tradição, vanguarda e contemporaneidade, o álbum traz ainda um medley de  “Mete um Block Nele” e “Ela Tem”, além da inédita “Flor” e da releitura de "Pontes Indestrutíveis”, do Charlie Brown Jr. “Ver o 'Dominguinho' alcançar um palco desse tamanho, especialmente em São Paulo, que é a minha casa, na celebração de um ano do projeto, é emocionante”, afirma Jota.pê.  

“A gente sempre acreditou na força da música quando ela é feita com verdade. Levar o Dominguinho para um palco desse tamanho, sem perder o aconchego, mostra que dá pra crescer mantendo a alma do projeto", complementa Mestrinho. Ao tirarem a música brasileira da frequência automática e criarem um disco que mais parece um bordado feito à mão, com cuidado aos detalhes, respeito ao tempo e aos sentimentos, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho conquistaram o país, lotaram shows do Norte ao Sul e alcançaram resultados para além das fronteiras. 

Não à toa, venceram o Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras. Eles também foram reconhecidos no Prêmio Multishow, do qual saíram com os troféus de Álbum do Ano e Capa do Ano. “Desde o início, Dominguinho foi pensado como um espaço de acolhimento, troca e verdade. Levar esse projeto para o Allianz Parque, mantendo sua essência, é reafirmar que grandes experiências também podem ser íntimas e profundamente humanas. Poder contribuir para exponencializar esse projeto de forma sensível nos motiva”, diz Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e.

“A música é o que nos move. Somos parceiros do Dominguinho desde o início. Um projeto plural e importante para a cena cultural nacional e internacional, que promove experiências e entretenimento aos mais diversos públicos, por meio da música. Já virou tradição conectar nossa marca ao evento e estamos muito felizes em estarmos juntos neste show”, afirma Juliano Libman, da InHaus, O show do "Dominguinho" no Allianz Parque, em São Paulo, celebrará o primeiro ano do projeto, mas não se limitará a isso. A importância do trabalho, afinal, transborda os limites musicais e abraça as possibilidades de partilhar, de se conectar e de se reconhecer no outro. De volta pro aconchego!


Serviço
"Dominguinho" @ São Paulo
Realização: 30e
Dia 25 de abril de 2026
Local: Allianz Parque - Av. Francisco Matarazzo 1705 - Água Branca / São Paulo
Horário de abertura da casa: 16h00
Classificação etária: 16 anos. Entrada e permanência de menores de 18 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
Setores e preços:
Cadeira superior - R$ 82,50 (meia-entrada legal) | R$ 115,50 (entrada social) | R$ 165,00 (inteira)
Pista - R$ 122,50 (meia-entrada legal) | R$ 171,50 (entrada social) | R$ 245,00 (inteira)
Cadeira Inferior - R$ 192,50 (meia-entrada legal) | R$ 269,50 (entrada social) | R$ 385,00 (inteira)
Pista Premium  - R$ 247,50 (meia-entrada legal) | R$ 346,50 (entrada social) | R$ 495,00 (inteira)
Pista Premium (Open Bar) - R$ 347,50 (meia-entrada legal) | R$ 446,50 (entrada social) | R$ 595,00 (inteira)
Pacote VIP -  R$ 747,50 (meia-entrada legal) | R$ 846,50 (entrada social) | R$ 995,00 (inteira)
Pacote VIP (Open Bar) -  R$ 847,50 (meia-entrada legal) | R$ 946,50 (entrada social) | R$ 1.095,00 (inteira)
Vendas on-line em: eventim.com.br/dominguinho
Bilheteria oficial: Allianz Parque - Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes - São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

.: Sucesso de público faz exposição imersiva “Astro” ampliar horários


Em cartaz no Visualfarm Gymnasium, a mostra agora abre de quinta a domingo, com funcionamento das 11h00 às 19h00 às quintas e sextas-feiras, e das 10h00 às 20h00, aos sábados, e das 10h00 às 18h00, aos domingos. Foto: @opauloliv

Com alta procura desde a estreia, a exposição imersiva “Astro” amplia seus dias e horários de funcionamento em São Paulo. Em cartaz no Visualfarm Gymnasium, o primeiro laboratório permanente de artes imersivas da América Latina, a mostra passa a receber o público de quinta a domingo, oferecendo mais opções para quem busca um programa cultural que une ciência, arte, tecnologia e imaginação.

Instalada em um galpão de mais de 2.000 metros quadrados, “Astro” propõe uma verdadeira viagem pelo universo da astronomia, conectando passado, presente e futuro da exploração espacial. A experiência combina imagens autênticas captadas por missões espaciais, ambientes cenográficos monumentais, projeções em 360 graus, vídeo mapping, realidade virtual, instalações sonoras polifônicas e um planetário digital de última geração.

Logo na chegada, o visitante é convidado a atravessar um tobogã cenográfico que funciona como um portal simbólico para o cosmos. A partir daí, percorre salas que abordam desde os primeiros telescópios e a observação do céu na Antiguidade até os grandes desafios da ciência contemporânea, como a formação das galáxias, a energia escura, a matéria subatômica e a busca por vida fora da Terra. Tudo é apresentado em linguagem sensorial e acessível, despertando curiosidade em crianças, jovens e adultos.

Com curadoria científica do astrônomo João Fonseca e direção artística de Alexis Anastasiou, fundador da Visualfarm, a exposição traduz conceitos complexos em experiências visuais e imersivas, aproximando o público da ciência de forma intuitiva e envolvente. Um dos destaques é a área em que o visitante pode se transformar simbolicamente em astronauta, tornando-se protagonista da narrativa espacial.

Além de dialogar com grandes agências internacionais de pesquisa espacial, “Astro” também valoriza o olhar brasileiro sobre a ciência e a exploração do universo, reforçando o papel da imaginação, da educação e da tecnologia como ferramentas de pertencimento e futuro.

“A resposta do público mostrou que existe uma grande demanda por experiências culturais que unem conhecimento e encantamento. A ampliação dos horários é uma forma de permitir que mais pessoas vivam essa jornada pelo cosmos”, destaca Alexis Anastasiou.


Serviço
Exposição imersiva "Astro"

Visualfarm Gymnasium | Praça Olavo Bilac, 38 / São Paulo
Próximo a Avenida Angélica e estação metrô Mal. Deodoro
Quintas e sextas-feiras, das 11h00 às 19h00; sábados, das 10h00 às 20h00; e domingos, das 10h00 às 18h00.
Acessível para pessoas com mobilidade reduzida
Ingressos a partir de R$ 25,00 à venda na bilheteria do local ou em www.ticketmaster.com.br/
Entrada gratuita para crianças até 6 anos. Meia-entrada para estudantes.
Vendas para grupos.

.: Exposição “Recortes”, de Cristiano Mascaro, marca o aniversário de SP


Mostra reúne fotografias analógicas e digitais que acompanham transformações da paisagem urbana ao longo de décadas. Abertura em 25 de janeiro, domingo, às 10h00, com visita guiada de Cristiano Mascaro às 15h00. Na imagem, escada da Maternidade Filomena Matarazzo

Domingo, dia 25 de janeiro de 2026, data em que São Paulo celebra o aniversário, a Unibes Cultural abre ao público a exposição "Recortes", de Cristiano Mascaro, um dos nomes fundamentais da fotografia brasileira. A mostra inaugura a programação de 2026 da instituição e apresenta um conjunto de fotografias analógicas e digitais ampliadas, realizadas ao longo de diferentes momentos da trajetória do artista, cuja obra contribuiu de forma decisiva para a construção da memória visual da metrópole e de seus espaços arquitetônicos.

Arquiteto formado pela FAU-USP, Mascaro se voltou para a fotografia após o contato com a obra do fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson (1908-2004), ainda durante a graduação. Aos 81 anos, com uma carreira amplamente reconhecida por prêmios e exposições no Brasil e no exterior, seu olhar permanece atento, preciso e rigoroso, voltado para a observação contínua da cidade e de suas transformações.


Entre a cidade vista e a cidade em detalhe
 As imagens reunidas na exposição percorrem lugares emblemáticos da paisagem paulistana, como a Avenida São João, o Elevado Presidente João Goulart (Minhocão), o Viaduto Eusébio Stevaux e a Maternidade Filomena Matarazzo. Em alguns trabalhos, esses espaços aparecem em vistas amplas, revelando a escala urbana e a organização arquitetônica; em outros, surgem fragmentados, em recortes de fachadas, estruturas, sombras e geometrias, ressaltando a relação entre forma, tempo e uso.
 
Essa alternância entre o todo e o detalhe constitui uma marca da obra de Cristiano Mascaro, que articula rigor formal, memória urbana e observação do cotidiano, sem recorrer ao espetáculo, mas à permanência dos espaços na vida da cidade.

Com curadoria de Flávio Cohn e Luiz Bagolin, a mostra estabelece um diálogo entre diferentes fases da produção do fotógrafo, evidenciando como a fotografia urbana acompanha, ao longo do tempo, as transformações de São Paulo e das tecnologias de imagem. A seleção reúne obras realizadas desde o período da fotografia analógica até a produção digital contemporânea, propondo uma reflexão sobre a cidade como território histórico, arquitetônico e simbólico, continuamente reinterpretado pelo olhar fotográfico.


Sobre o artista
Cristiano Mascaro é formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). Iniciou sua carreira como repórter fotográfico da revista Veja, onde realizou diversas reportagens no Brasil e no exterior. Foi professor de fotojornalismo na Enfoco, escola de fotografia, e de comunicação visual na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos. Entre 1974 e 1988, dirigiu o Laboratório de Recursos Audiovisuais da FAU/USP. Em 1986, obteve o grau de mestre pela USP e, em 1990, recebeu a Bolsa Vitae de Artes.

Realizou diversas exposições no Brasil e no exterior, com fotografias integrando coleções particulares e de museus. Tem trabalhos publicados na imprensa e em livros. Em 1992, recebeu o Prêmio Abril de Jornalismo com o ensaio "O Jeito Brasileiro de Viver e Morar" e, em 1999, com o ensaio "Sala dos Milagres". Em 1995, obteve o grau de doutor pela USP, com nota máxima e menção de louvor, apresentando a tese "A Fotografia e a Arquitetura".

Em 2006, participou, como arquiteto homenageado, da 6º Bienal de Arquitetura e Design, apresentando a exposição "O Brasil em X, em Y, em Z". Em 2007, recebeu o Prêmio Especial de Fotografia Porto Seguro pelo conjunto de sua obra. Em 2015, foi laureado pela Associação Paulista de Críticos de Arte por seus trabalhos de documentação urbana. Atualmente, atua como fotógrafo independente, dedicando-se a projetos pessoais.


Sobre os curadores
Flávio Cohn é galerista e Diretor de Arte Contemporânea da DAN Galeria, em São Paulo. Filho dos fundadores da galeria, Gláucia e Peter Cohn, em 1985 criou o Departamento de Arte Contemporânea, abrindo espaço para artistas brasileiros e internacionais no circuito de arte contemporânea.

Luiz Armando Bagolin é livre-docente em História da Arte Brasileira e doutor em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP). No Programa de Pós-Graduação do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP), coordena pesquisas sobre teorias da arte, da Renascença à produção brasileira. Foi diretor da Biblioteca Mário de Andrade, além de curador de diversas exposições e do Prêmio Jabuti. Suas publicações, que articulam arte, linguagem, retórica e filosofia, consolidam-no como um dos estudiosos mais relevantes do campo no país.


Serviço
Exposição "Recortes" por Cristiano Mascaro
Curadoria: Flávio Cohn e Luiz Bagolin
Visita guiada: 25 de janeiro de 2026, às 15h, com Cristiano Mascaro | Atividade gratuita. Inscrições serão divulgadas posteriormente.
Visitação: 25 de janeiro a 22 de março de 2026.
Horário: Quarta a sábado, das 12h às 19h | Domingo, das 10h às 18h
Local: Unibes Cultural
End.: Rua Oscar Freire, 2500 | São Paulo - SP | a 80m da Estação Sumaré do metrô (Linha 2 – Verde)
Classificação indicativa: livre
Gratuita
Plataforma exclusiva: Fever

.: Enoite de Rita Lee, Mel Lisboa assume o palco do Blue Note


Apresentação surge de uma relação artística profunda: Mel foi a intérprete de Rita nos musicais "Rita Lee - Uma Autobiografia" e "Rita Lee Mora ao Lado". Foto: divulgação

Nesta quinta-feira, 22 de janeiro, em duas sessões - às 20h00 e às 22h30 -, o palco do Blue Note São Paulo recebe a atriz e cantora Mel Lisboa para um tributo intenso, afetivo e musical à eterna rainha do rock brasileiro, Rita Lee. De volta à casa, Mel apresenta um show no formato voz e violão, apostando na força das canções e na intimidade do encontro com o público. 

Para além de um tributo convencional, a apresentação surge de uma relação artística profunda: Mel foi a intérprete de Rita nos musicais "Rita Lee - Uma Autobiografia" e "Rita Lee Mora ao Lado", experiência que marcou sua trajetória e ajudou a consolidar uma das mais elogiadas interpretações da cantora nos palcos brasileiros. Não por acaso, a própria Rita afirmou certa vez: “Mel, você me fez muito melhor do que eu mesma”.

O repertório percorre diferentes fases da carreira de Rita Lee, costurando clássicos imortalizados nas décadas de 1970 e 1980 com canções que ganharam novo fôlego nos anos 2000. O roteiro musical também abre espaço para a fase mais experimental e revolucionária da artista à frente dos Mutantes, reafirmando sua importância para a história do rock e da música pop no Brasil. Entre as músicas escolhidas estão “Ovelha Negra”, “Baila Comigo”, “Saúde” e “Pagu”.


Serviço
Show "Mel Lisboa Canta Rita Lee"

Dia 22 de janeiro, às 20h00
Blue Note | Av. Paulista, 2073/2º - Consolação/São Paulo
Saiba mais: https://www.eventim.com.br/artist/blue-note-sp/mel-lisboa-canta-rita-lee-4032507/

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

.: Teatro: "1975" revisita impacto humano e emocional de desaparecimentos


A Arena B3 recebe, nos dias 24 e 25 de janeiro, o espetáculo "1975", obra premiada escrita por Sandra Massera e protagonizada por Angela Figueiredo, que revisita o impacto humano e emocional dos desaparecimentos ocorridos durante a ditadura militar no Uruguai. A montagem constrói uma narrativa delicada e contundente a partir de cartas, lembranças e silêncios, lançando luz sobre histórias marcadas pela ausência, pela violência de Estado e pela persistência da memória.

Com atuação solo intensa e encenação intimista, o espetáculo propõe uma escuta sensível sobre as marcas deixadas pelo autoritarismo na vida cotidiana. Ao articular memória pessoal e história coletiva, "1975" conecta passado e presente, convidando o público a refletir sobre o tempo, o luto e a importância de manter vivas narrativas silenciadas.

Situada no Centro Histórico de São Paulo, a Arena B3 ocupa um dos prédios centenários da bolsa, antes palco dos tradicionais pregões viva-voz, e hoje se transforma em um ponto de encontro cultural com programação acessível aos finais de semana. A curadoria é assinada pela Aventura — produtora de espaços como a EcoVilla Ri Happy, Teatro YouTube, BTG Pactual Hall, Teatro Riachuelo Rio e Teatro TotalEnergies, além de musicais como "Hair", "A Noviça Rebelde", "Elis, o Musical", "Mamma Mia!" e "O Jovem Frankenstein". 

Ao assumir a Arena B3, a Aventura reforça sua presença em São Paulo e amplia o acesso do público a produções culturais de qualidade. Com sessões sempre às 14h30 e 17h00, ingressos acessíveis e classificação variada, janeiro no Teatro B3 reafirma a missão do espaço: democratizar o acesso à cultura e promover vivências transformadoras por meio da arte.


Ficha técnica
Espetáculo "1975"

Texto: Sandra Massera
Direção: Sandra Massera e Angela Figueiredo
Elenco: Angela Figueiredo
Direção de vídeos e fotos: Nanda Cipola
Assistente de direção: Claudinei Brandão
Cenografia e figurinos: Kléber Montanheiro
Iluminação: Amarílis Irani e Maria Julia Rezende
Trilha sonora: Branco Mello e Sandra Massera
Programação visual: Vicka Suarez
Operações técnicas: Nanda Cipola, Maria Julia Rezende
Realização: Casa 5 Produções

Serviço
Espetáculo "1975"

Dias 24 e 25 de janeiro, às 14h30 e 17h00
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/114362/d/355042/s/2395274?

Sobre a B3
A B3, a bolsa do Brasil, tem o compromisso de apoiar a democratização do acesso à cultura, por meio de parcerias e patrocínios que facilitem o acesso da sociedade a esses espaços. Em 2023, a bolsa do Brasil apoiou 25 projetos, e possibilitou que mais de 95 mil pessoas acessassem os 7 museus patrocinados por meio do oferecimento também de dias de gratuidade. Dentre as instituições apoiadas estão o MASP, a Pinacoteca de São Paulo, o MIS, o Museu Judaico e MUB3, na capital paulista, o Instituto Inhotim, localizado em Minas Gerais, e o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Além das gratuidades, a bolsa do Brasil patrocina ainda uma série de iniciativas culturais, como musicais, eventos e exposições.


Sobre a Aventura

Fundada em 2008, e liderada por Aniela Jordan, diretora artística e produção e geral, Luiz Calainho, diretor de marketing e negócios, e por Giulia Jordan, diretora geral de venues, a Aventura é referência na produção de espetáculos de altíssima qualidade, que tornou o mercado de teatro musical um dos principais segmentos da economia criativa no Brasil. A empresa se estabeleceu como uma grande aliada da multiplicidade artística, fundamental para o desenvolvimento social, econômico e cultural. A sua missão é transformar grandes ideias em realidade, criando fortes conexões entre marcas e projetos. São mais de 40 produções, de espetáculos inéditos e de versões da Broadway, como “Elis, a musical”, “A Noviça Rebelde”, “Sete”, “O Mágico de Oz”, “SamBRA”, “Chacrinha, o musical”, “Romeu & Julieta, ao som de Marisa Monte”, “Merlin e Arthur, um sonho de liberdade” e o infantil “Zaquim”. Em 2022, a produtora inovou com o primeiro musical em formato de série do país, o “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, e com o musical “Seu Neyla”, apresentado em dois palcos com o uso da internet para criar uma experiência diferenciada no espectador, além de estrear uma parceria com a Disney - Pixar com o espetáculo “Pixar in Concert”. Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, criou a Cia Stone de Teatro, projeto de teatro itinerante no interior do Brasil e é a responsável pela produção da Cia de Ballet Dallal Achcar. Ao todo, foram mais de 3,8 mil apresentações e cerca de 4,5 milhões de espectadores, mais de 16 mil empregos diretos e indiretos gerados, números que não param de crescer. 


.: Banda Karnak faz show no Blue Note dia 24 com novo repertório e clássicos


Banda lança os álbuns “Mesozóico” e “Karnak ao Vivo no Sesc 1999”. Foto: divulgação

Vivendo um ótimo momento na carreira, a banda Karnak sobe ao palco do Blue Note dia 24 de janeiro. Eles vão tocar o repertório do novíssimo “Mesozóico”, lançado recentemente, e do já clássico álbum “Estamos Adorando Tokyo”, cujo show de lançamento acaba de ser lançado pelo selo Relicário. Com o título “Karnak ao Vivo no Sesc 1999”.

Daquela apresentação, eles tocam "Zoo", "MóMuntueira", a própria "Estamos Adorando Tóquio" entre outras. Do disco novo, “Eu Só Nasci”, “Carlevindo é Boy”, “Quero Beijar Você” e “A Gente Já Era” são algumas das novas que estarão no setlist, além de sucessos como “Universo Umbigo”, “O Mundo”, “Juvenar”, “Balança a Pança” e “Ai Ai Ai Ai Ai Ai Ai”.

Atualmente, a banda Karnak é formada por Andre Abujamra (guitarra e voz), Marcos Bowie (voz), Mano Bap (guitarra e voz), Luiz Macedo (guitarra e voz), Eron Guarnieri (teclado e voz), Marcelo “Pomps” Pereira (sax e flauta), Maestro Tiquinho (trombone), Paulinho Viveiro (trompete), Sérgio Bartolo (baixo), Kuki Stolarsky (bateria) e Carneiro Sândalo (bateria). 


Serviço
Show Karnak "Mesozóiko"

Dia 24 de janeiro, às 20h00
Blue Note | Av. Paulista, 2073/2º - Consolação/São Paulo
Ingressos: R$ 140,00 (inteira)
Saiba mais: https://www.eventim.com.br/event/banda-karnak-karnak-mesozoico-blue-note-sao-paulo-20902928/


.: Marcos Valle e Luedji Luna dividem o palco em show no Teatro Bradesco


O encontro entre o mestre da MPB e da bossa moderna Marcos Valle e a voz potente e contemporânea de Luedji Luna promete emocionar o público no dia 29 de janeiro de 2026, às 21h00. no Teatro Bradesco, em São Paulo. O show “Marcos Valle Convida Luedji Luna” celebra a diversidade da música brasileira em um espetáculo único, que transita entre o clássico e o novo, o urbano e o ancestral, o sofisticado e o popular.

Com mais de seis décadas de carreira e mais de 1.200 músicas gravadas por nomes como Sarah Vaughan, Diana Krall, Elis Regina, Emicida, Lulu Santos e Roberto Carlos, Marcos Valle é um dos maiores compositores vivos do Brasil. Figura fundamental da MPB e da bossa nova, o artista segue reinventando sua obra e conquistando novas gerações. Após uma bem-sucedida turnê internacional por mais de 40 cidades da Europa, Estados Unidos e Canadá, Valle retorna ao país para uma série de apresentações especiais antes de lançar seu novo álbum e a reedição em vinil de “Jet Samba”, um de seus discos mais cultuados.

No palco, ele se apresenta com Alberto Continentino (baixo), Renato Massa (bateria), Dudu Vianna (teclados), Jésse Sadoc (sopros) e Patrícia Alvi (vocal). O repertório passeia por sucessos que marcaram sua trajetória, como Samba de Verão, Viola Enluarada, Estrelar e Os Grilos, e novos arranjos de composições recentes.

Para tornar a noite ainda mais especial, Luedji Luna sobe ao palco como convidada. A cantora e compositora baiana é uma das vozes mais marcantes da música contemporânea, conhecida por unir ancestralidade, poesia e força feminina em suas criações. Desde a estreia com Um Corpo no Mundo(2017), Luedji se tornou um símbolo de representatividade e inovação na MPB, acumulando prêmios e participações internacionais, incluindo performances no Colors e no Tiny Desk com o Afropunk.

Seu álbum "Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água" (2021) foi indicado ao Grammy Latino e consolidou seu nome como uma das artistas mais importantes da nova geração. Em 2025, ela apresenta seu novo projeto duplo "Um Mar Pra Cada Um, Antes Que a Terra Acabe", explorando com sensibilidade temas como amor, ancestralidade e existência. O encontro entre Valle e Luedji é uma celebração da música brasileira em toda sua amplitude, um diálogo entre tempos e sonoridades, entre a experiência e o frescor, entre a sutileza da bossa e a intensidade da nova MPB.

Serviço
Show Marcos Valle Convida Luedji Luna

29 de janeiro de 2026, às 21h00
Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 – 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo – Perdizes)
www.teatrobradesco.com.br
Duração: 90 minutos
Classificação: livre.
Menores de 18 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis.
Crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais não pagam.
Acessibilidade
Ar-condicionado
Capacidade: 1.439 pessoas
Ingressos a partir de R$ 60
Confira a legislação vigente para meia-entrada.
https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/marcos-valle-convida-luedji-luna-15031

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

.: Grátis: "Teatro-Baile Conta Missa do Vaqueiro - Em Processo" estreia dia 22


Espetáculo em processo investiga ritual criado em Serrita (PE) em homenagem a Raimundo Jacó, vaqueiro e primo de Luiz Gonzaga, e marca a reinauguração da sede da companhia na Vila Ré. Foto: Débora Peccin


Referência na pesquisa da cultura popular brasileira, a CTI - Teatro-Baile convida o público a acompanhar a abertura de processo de seu novo trabalho: "Teatro-Baile Conta Missa do Vaqueiro - Em Processo". A montagem propõe um mergulho artístico na tradicional Missa do Vaqueiro, celebração criada em 1970 no sertão nordestino, e ocupa novamente a sede histórica da companhia, na Vila Ré, zona leste de São Paulo. As apresentações são gratuitas e acontecem de 22 de janeiro a 1º de fevereiro, de quinta a sábado, às 20h00, e aos domingos, às 18h00. Em caso de chuva, a sessão é cancelada.

A Missa do Vaqueiro surgiu como homenagem a Raimundo Jacó, vaqueiro assassinado na década de 1950 em Serrita (PE). Primo de Luiz Gonzaga, Jacó tornou-se símbolo de justiça e resistência sertaneja. Vinte anos após sua morte, o Padre João Câncio idealizou a celebração, convidando Gonzagão e outros artistas e poetas, como Pedro Bandeira e Janduhy Finizola, o que ampliou o alcance cultural do ritual. Com o passar dos anos, a Missa do Vaqueiro consolidou-se como uma cerimônia que articula religiosidade, cultura popular e vida no campo, com liturgia própria e realização em diversas cidades do Nordeste, sempre no terceiro domingo de julho.

Mais do que narrar fatos históricos, a CTI propõe uma criação cênica a partir da experiência vivida em Serrita. Contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro, o grupo realizou uma viagem de pesquisa à região, reunindo material humano, simbólico e sensorial que agora se transforma em jogo cênico. “Não queremos contar a história do Raimundo Jacó, mas olhar para as pessoas que mantêm viva essa celebração: comerciantes, vaqueiros, trabalhadores locais, figuras que constroem o cotidiano do sertão”, explica Beto Bellinati, integrante da companhia.

Ainda em construção, o espetáculo compartilha com o público o processo criativo do grupo, mantendo uma de suas marcas: a diluição das fronteiras entre palco e plateia. O público é convidado a dançar, circular e partilhar comidas e bebidas típicas, como paçoca, kariri com mel e pinga com mel e limão. A dramaturgia é coletiva, com todos os integrantes em cena. A música ao vivo reúne canções de Luiz Gonzaga e composições autorais inspiradas em ritmos nordestinos, executadas com sanfona, zabumba, triângulo, pandeiro, baixo e percussões diversas. A visualidade da encenação incorpora o uso de máscaras confeccionadas em papelão, que remetem a cabeças de boi, figura simbólica do imaginário sertanejo.

“Esse trabalho também marca a retomada das atividades da nossa sede como espaço de encontro, criação e partilha com o público”, afirma Bellinati. "Teatro-Baile Conta Missa do Vaqueiro - Em Processo" - em processo integra o projeto “O Teatro é uma Luta Popular – CTI 21 anos (r)existindo pela identidade”, contemplado pela 44ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.


Ficha técnica
"Teatro-Baile Conta Missa do Vaqueiro - Em Processo"
Criação Coletiva da Cia. Teatro da Investigação - CTI - Teatro-Baile
Equipe criativa CTI - Teatro-Baile: Adriel Vinícius, Azre Maria Tarântula, Beto Bellinati, Bia Nascimento, Débora Peccin, Edu Brisa, Evandro Cavalcante, Fefê Camilo, Juliana Crifes, Kinda Marques, Mariane Lima, Michel Xavier, Roma Oliveira, Samara Neves, Ton Moura e Val Ribeiro
Dramaturgia e direção: Edu Brisa
Direção musical: Fernando Alabê
Elenco: Equipe Criativa
Artistas orientadores formadores: Jéssica Nascimento, Cida Almeida, Alexandre Mate, Carlos Simioni, Ednaldo Freire e Fernando Alabê

Serviço
"Teatro-Baile Conta Missa do Vaqueiro - Em Processo"
Data: 22 de janeiro a 1º de fevereiro
Temporada: Quinta, sexta e sábado, às 20h | Domingo, às 18h
Local: Sede CTI Teatro-Baile – Rua Pangauá, 381 – Vila Ré (São Paulo, SP)
Ingressos: Gratuitos – retirada 1h antes do início da apresentação
Capacidade: 35 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Importante: Em caso de chuva, não haverá espetáculo

.: As seis apresentações de "O Céu da Língua" no Espaço Unimed, em SP


Com algumas sessões já esgotadas, a elogiada turnê, que já levou 167 mil espectadores ao teatro desde fevereiro de 2025, será apresentada nos dias 27, 28, 29 e 31 de janeiro e 1° de fevereiro, no Espaço Unimed. Espetáculo de Gregorio Duvivier é uma comédia sobre a presença quase invisível da poesia no cotidiano. Foto: 
divulgação/ Priscila Prade

Quem tem medo de poesia? Gregorio Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto - até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido. Nos dias 27, 28, 29 e 31 de janeiro e 1° de fevereiro de 2026, ele leva o elogiado espetáculo para o Espaço Unimed, na Barra Funda, em São Paulo. As duas sessões do dia 31, sábado, e do dia 1° de fevereiro, domingo, no Espaço Unimed já estão esgotadas. Há os últimos ingressos disponíveis para as sessões extras no dia 27, terça-feira, 28, quarta-feira e 29 de janeiro, quinta-feira. 

“O Céu da Língua” já foi visto por mais de 167 mil espectadores desde fevereiro de 2025, em turnê que já passou por 33 cidades, 12 estados e dois países, em diversos teatros do país e também em Portugal. “A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota”, reconhece o ator, que cursou a faculdade de Letras na PUC do Rio de Janeiro e publicou três livros sobre o gênero literário. “Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”.  

A direção é da atriz Luciana Paes, parceira de Gregorio nos improvisos do espetáculo Portátil. No palco, com cenografia de Dina Salem Levy, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier, irmã do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua lábia desafiadora:

“Acredito que o Gregorio tem ideias para jogar no mundo e, com essa crença, a coisa me move independentemente de qualquer rótulo”, diz Luciana, uma das fundadoras da celebrada Cia. Hiato, que estreia na função de diretora teatral.  “O Céu da Língua” não é um recital e tampouco o artista declamará Castro Alves, Fernando Pessoa ou Carlos Drummond de Andrade. Por outro lado, garante Luciana, a dramaturgia não deixa de ser poética neste “stand-up comedy pegadinha”, como ela bem define. 

“O Gregorio simpático e engraçado está no palco ao lado do Gregorio intelectual com seu fluxo de pensamento ininterrupto e imagino que, por isso, a plateia deve embarcar na proposta”, aposta a diretora. “Ele, graças aos seus recursos de ator, pega o público distraído e ninguém resiste quando é surpreendido por alguém apaixonado”.

Toda linguagem é um acordo e, se você entende, tudo bem. Gregorio, desde a infância, carrega uma obsessão pela palavra, pela comunicação verbal, pela língua portuguesa. Assim o protagonista, por exemplo, brinca com códigos, como aqueles que, em sua maioria, só são decifrados por pais e filhos ou casais enamorados. 

As reformas ortográficas que tiram letras de circulação e derrubam acentos capazes de alterar o sentido das palavras inspiram o artista em tiradas bem-humoradas. O mesmo acontece quando ele comenta a ressurreição de palavras esquecidas, como “irado”, “sinistro” e “brutal”, que voltaram ressignificadas ao vocabulário dos jovens. E aquelas que só de ouvi-las geram sensações estranhas, a exemplo de afta, íngua, seborreia, ou outras, inventadas, repetidas à exaustão, como “atravessamento”, “namorido” ou “almojanta”? Até destas Gregorio extrai humor.

Para o artista, a língua é algo que nos une, nos move, mas raramente damos atenção a ela. É só pensar nas metáforas usadas no cotidiano  “batata da perna”, “céu da boca”, “pisando em ovos”. Nesta hora, usamos a poesia e nem percebemos. 

Nesta cumplicidade com a plateia, Gregorio mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e, claro, homenageia Portugal, o país que emprestou ao Brasil a sua língua para que todos se comunicassem. Além de Fernando Pessoa, o ator evoca o poeta Eugênio de Andrade e lembra de que a origem de “O Céu da Língua” está relacionada ao espetáculo “Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar”. O divertido intercâmbio linguístico colocou no mesmo palco Gregório e o humorista luso Ricardo Araújo Pereira em improvisações sobre o idioma que os une. Compre os livros de Gregorio Duvivier neste link.


Ficha técnica 
Espetáculo "O Céu da Língua"
Texto: Gregorio Duvivier e Luciana Paes
Interpretação: Gregorio Duvivier
Direção: Luciana Paes
Direção musical e execução da trilha: Pedro Aune
Assistente de direção e projeções: Theodora Duvivier
Iluminação: Ana Luzia de Simoni
Cenografia: Dina Salem Levy
Assistente de cenografia: Alice Cruz
Figurinos: Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente
Visagismo: Vanessa Andrea
Designer gráfico publicação: Estúdio M-CAU – Maria Cau Levy e Ana David
Identidade visual divulgação: Laercio Lopo
Comunicação: Raquel Murano
Marketing digital: Renato Passos
Assessoria de imprensa RJ: Pedro Neves
Assessoria de imprensa SP: Pombo Correio
Fotos: Demian Jacob, Priscila Prade, Joana Calejo Pires e Raquel Pelicano
Diretor técnico: Lelê Siqueira
Diretor de palco: Reynaldo Thomaz
Técnico de som: Dugg Mont
Assistente de palco: Daniela Mattos
Gerente de Projetos: Andréia Porto
Assistente de produção: João Byington de Faria
Produção executiva: Lucas Lentini
Direção de produção: Clarissa Rockenbach e Fernando Padilha
Produção: Pad Rok

Serviço:
Espaço "O Céu da Língua"
Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795, Barra Funda / São Paulo 
Datas: 27, 28, 29 e 31 de janeiro de 2026 e 1° de fevereiro de 2026 
Horários:
27 de janeiro (terça-feira) - Abertura da casa: 20h | Início do show: 21h30
28 de janeiro  (quarta-feira) - Abertura da casa: 20h | Início do show: 21h30
29 de janeiro  (quinta-feira) - Abertura da casa: 20h | Início do show: 21h30
31 de janeiro  (sábado) - 1a. sessão: Abertura da casa: 16h | Início do show: 17h30
31 de janeiro (sábado) - 2a. sessão: Abertura da casa: 20h | Início do show: 21h30
1° de fevereiro (domingo) - Abertura da casa: 16h | Início do show: 17h30

Ingressos: Camarote A: 180,00 | Camarote B: 160,00 | Setor Platinum: R$ 220,00 | Setor Azul Premium: R$ 180,00 | Setor Azul: R$ 160,00 | Setores A, B, C e D: R$ 140,00 | Setores E, F, G e H: R$ 120,00 | Setores I, J e K: R$ 100,00

Compra de ingressos: on-line pelo link https://www.espacounimed.com.br/show/gregorio-duvivier-6/  e no site da Ticket 360 ou nas bilheterias do Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 - 01156-000, Barra Funda - São Paulo/SP). Funcionamento de segunda a sábado, das 10h às 17h - exceto feriados. Bilheteria virtual: A compra pela bilheteria virtual não tem acréscimo de taxa de serviço e tem como forma de pagamento cartão de crédito ou pix. Para ativar a compra através do aplicativo, esteja no local no raio máximo de 500 metros (isento da taxa). 
Classificação etária: 14  anos
Acesso para deficientes: sim
Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de áudio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

domingo, 18 de janeiro de 2026

.: Sandra Sá canta sucessos no Teatro do Sesc 24 de Maio


No palco, de "Olhos Coloridos" a "Retratos e Canções", a cantora interpreta músicas dos seus 45 anos de carreira. Foto: divulgação

O Teatro do Sesc 24 de Maio recebe, nos dias 23 e 24 de janeiro, a cantora Sandra Sá. O show conta com um mix de diferentes estilos musicais, como MPB, soul, samba e funk, além de canções que foram importantes ao longo da carreira. Sandra Sá, é uma cantora, compositora, musicista e atriz brasileira. Conhecida por seu timbre grave da voz, a carioca nasceu em 1955. 

Chegou a iniciar, em 1977, faculdade de Psicologia, mas desistiu antes da conclusão quando umas de suas canções, intitulada “Morenando”, foi gravada por Leci Brandão. Logo depois, viria a ser descoberta como intérprete, com “Demônio Colorido”, seu álbum de estreia, em 1980. Em 45 anos de trabalho, Sandra conta com algumas parcerias musicais. Em 1983, se juntou com Tim Maia em “Vale Tudo”, canção que ganhou clipe musical e deu nome ao disco da artista. S

As músicas de Sandra Sá levantam temáticas contemporâneas, como em “Olhos Coloridos”, que relata o racismo enfrentado em um país que é majoritariamente composto por miscigenação. As músicas da artista já foram temas de algumas novelas, “Bye Bye Tristeza” em “Que Rei Sou Eu?” (1989) foi uma delas. Recentemente regravou nova versão de “Dona de Mim”, ao lado de IZA, autora da canção, e a artista Azzy, para a novela que leva o mesmo nome, e tem a previsão de fim para 2026.


Serviço 
Show de Sandra Sá no Sesc 24 de maio 
Dias 23 e 24 de janeiro, sexta e sábado, às 20h00
Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô
Classificação: 12 anos
Ingressos: sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP- R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia-entrada) e R$ 18,00 (Credencial Sesc).
Duração do show: 90 minutos
Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h00 às 23h00, e aos domingos e feriados, das 18h00 às 21h00.

.: "O Último Ato" estreia com Eduardo Martini e direção de Elias Andreato


Do encontro entre dois artistas movidos pela mesma chama — o amor absoluto pelo teatro — nasce um espetáculo que abre a discussão sobre a morte assistida. Foto: Morgade

"O Último Ato" nasce de um encontro casual: foi numa manhã de outono, entre um café e um pão de queijo, que Eduardo Martini convidou Franz Keppler para escrever um novo texto teatral. Um mês depois, a obra estava pronta. Dessa parceria surgiu um espetáculo potente e sensível, que aborda uma história de amor entre dois homens e mergulha em um tema delicado e urgente: o suicídio assistido. A direção é assinada por Elias Andreato.

Na trama, um pintor de reconhecimento internacional e seu companheiro mais jovem, juntos há 43 anos, preparam-se para viajar ao Porto, em Portugal, cidade onde se conheceram. A princípio, seria apenas mais uma das muitas viagens que o casal realizou ao redor do mundo, não fosse esse o último destino antes da decisão definitiva do pintor: recorrer ao suicídio assistido após o agravamento dos sintomas do Alzheimer. 

Na noite que antecede a partida, o companheiro mais jovem faz e recebe ligações de amigos próximos. Essas conversas constroem diferentes pontos de vista sobre a escolha extrema, ampliando o debate e revelando, sobretudo, a força dos vínculos afetivos. Em meio à despedida, o espetáculo destaca a importância do amor, da amizade e do respeito à decisão do outro, mesmo quando ela exige a maior das renúncias. Com delicadeza e coragem, "O Último Ato" propõe uma reflexão profunda sobre autonomia, dignidade e o amor que permanece até o fim.


Serviço
"O Último Ato"
Autor:  Franz Keppler
Direção: Elias Andreato
Elenco: Eduardo Martini
Duração: 60 minutos
Classificação: 12 anos
Gênero: drama
Temporada: de 22 janeiro a 26 fevereiro, quintas-feiras, às 20h.
Ingressos: R$ 80,00 | R$ 40,00 (meia)
Bilheteria: abre 1h30 antes do espetáculo
Ingressos on-line: https://bileto.sympla.com.br
Teatro União Cultural - 269 lugares
Rua Mario Amaral, 209 - Paraiso
Estação Metrô Brigadeiro
Tel: (11) 3885-2242

.: Escrevivência de Conceição Evaristo vira ópera no Theatro São Pedro


Programação terá as óperas "Orfeu no Inferno", "Don Pasquale" e "Conceição Evaristo - Uma Ópera Escrevivência", com texto da própria autora que completa 80 anos em 2026. Foto: divulgação

A temporada 2026 do Theatro São Pedro ganha um ponto de inflexão simbólico e artístico com “Conceição Evaristo - Uma Ópera Escrevivência”, criação que coloca no centro do palco uma das vozes mais decisivas da literatura brasileira contemporânea. Em um gesto que ultrapassa a programação cultural e toca a história, o teatro dedica uma ópera inteira à autora mineira justamente no ano em que ela completa 80 anos - e o faz com texto assinado pela própria escritora.

A estreia está marcada para 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, data que não poderia ser mais precisa para a proposta do espetáculo. As récitas seguintes acontecem nos dias 22, 25, 27 e 29 de novembro, esta última coincidindo com o aniversário de Conceição Evaristo. Não se trata apenas de uma homenagem, mas de uma afirmação estética e política: a ópera, gênero historicamente associado a narrativas europeias e cânones brancos, abre espaço para a escrevivência - conceito criado pela autora para nomear uma escrita atravessada por memória, corpo, experiência e ancestralidade.

Com composição musical de Juliana Ripke, a obra articula palavra e música a partir da própria matéria literária de Evaristo, marcada por vozes femininas negras, silêncios históricos e afetos forjados na resistência cotidiana. No elenco estão Edna D’Oliveira, Juliana Taino e Vinicius Costa, que dão corpo e voz a uma narrativa que não busca acomodação, mas escuta. Na mesma temporada, o teatro ainda apresenta títulos como “Orfeu no Inferno”, “Don Pasquale”, produções da Academia de Ópera, criações inéditas do Atelier de Composição Lírica, além de uma programação que envolve cinema, dança, música de câmara e concertos especiais.

.: "Cinderela" é atração no 42º Festival de Férias do Teatro Uol


Os atores Ravenna Ortiz e Tito Soffredini interpretam todos os personagens em uma performance marcada pela criatividade, agilidade e um irresistível jogo cênico. Foto: Will Siqueira

Até dia 1º de fevereiro, o Teatro Uol, em São Paulo, recebe sete clássicos infantis que atravessam gerações e seguem vivos no repertório afetivo de muita gente. Dentro da programação do 42º Festival de Férias do Teatro Uol, aos sábados de domingos, às 16h00, será apresentado o espetáculo infantil "Cinderela", que revisita o clássico conto da jovem sonhadora em uma montagem ágil e cheia de humor. 

Nesta versão moderna, apenas dois atores interpretam todos os personagens - Cinderela, Madrasta, as irmãs Anastácia e Drizella, o Rei, o Príncipe, os conselheiros e até os ratinhos - em uma performance marcada pela criatividade, agilidade e um irresistível jogo cênico. A história acompanha Cinderela enfrentando as injustiças impostas pela família enquanto guarda, com delicadeza e força, o desejo de uma vida melhor. 

Com a intervenção mágica da Fada Madrinha, ela chega ao Baile Real, vive um encontro encantador com o Príncipe e deixa para trás o famoso sapatinho de cristal que mudará seu destino. Com trocas de personagens em segundos, interpretações hilárias, surpresas visuais e muita imaginação, o espetáculo transforma o conto tradicional em uma experiência original, leve e encantadora — capaz de envolver crianças e adultos. Elenco: Ravenna Ortiz e Tito Soffredini. Texto e direção: Ian Soffredini. Realização: Teatro dos Sonhos. Data: até 1° de fevereiro, sábados e domingos, às 16h00. Duração: 60 minutos. Classificação: livre - indicação: a partir de três anos.

Sobre o Festival de Férias do Teatro Uol
Graças a uma curadoria rigorosa e consistente desde a primeira edição, o Festival de Férias do Teatro Uol, que em 2026 completa 25 anos de atividade, consolidou-se como o mais longevo de São Paulo. Localizado no Shopping Pátio Higienópolis, o Teatro Uol oferece uma experiência completa, reunindo conforto, segurança e fácil acesso, criando um cenário ideal para um programa de férias completo: entrar na sala, desligar o celular, se encantar com as histórias e sair com a cabeça cheia de arte e imaginação.


Serviço
Festival de Férias do Teatro Uol
De 5 de janeiro a 1º de fevereiro
Ingressos: R$ 100,00 (inteira) | R$ 50,00 (meia-entrada)
Televendas: (11) / 3823-2423 / 3823-2737 / 3823-2323
Vendas on-linewww.teatrouol.com.br
Horário de funcionamento da bilheteria em janeiro: segundas e terças, das 14h00 às 16h00, quartas, quintas e sextas das 14h00 às 20h00, sábados, das 13h00 às 22h00, e domingos, das 13h00 às 20h00. Não aceita cheques. Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex.  Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais. Clube Uol e Clube Folha têm 50% desconto.

Teatro Uol
Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618, Terraço. Tel.: (11) 3823-2323 
Acesso para cadeirantes- Ar-condicionado- Estacionamento do Shopping: consultar valor pelo tel: 4040-2004- Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 3661-5896, (11) 99605-3094 – Patrocínio do Teatro UOL: UOL, Folha de S. Paulo, Germed e Interfood.

sábado, 17 de janeiro de 2026

.: Entrevista com Samir Murad: ator leva o passado ao limite do palco


Em cartaz na Arena B3, o solo de Samir Murad confronta imigração, memória e saúde mental sem concessões. Foto: divulgação

Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

Samir Murad entra em cena sozinho e não pede empatia antecipada. Em “O Cachorro Que Se Recusou a Morrer”, em cartaz no Teatro da Arena B3, neste final de semana, dias 17 e 18 de janeiro, com sessões às 14h30 e 17h00, o ator não transforma a própria história em confissão nem usa a memória como ornamento. O que se vê é um trabalho de risco: lidar com imigração, herança familiar, saúde mental e pertencimento sem o conforto da explicação fácil ou da catarse fabricada. 

Entre humor seco e drama frontal, Murad constrói um solo que recusa tanto a reverência quanto a autopiedade. Em entrevista exclusiva para o portal Resenhando.com, ele fala sobre caos criativo, genealogia, urgência, dublagem, corpo, e sobre por que o teatro ainda é o lugar onde certas histórias podem ser ditas sem se tornarem espetáculos de si mesmas.

Resenhando.com - Ao transformar lembranças familiares em cena, você sente que está organizando o passado ou aceitando, finalmente, o seu caos? O que o teatro permite fazer que a memória, sozinha, não dá conta?
Samir Murad - Creio que a aceitação do caos provocado pelas lembranças, é fundamental para um verdadeiro processo criativo, principalmente quando se lida com as memórias reais de uma vida. No caso desse trabalho onde sou criador da escritura literária e cênica, a memória se potencializa. Como sou essencialmente um ator, essa memória se torna carne e osso ou seja, quando escrevo, aquele texto já tem um endereço certo: a Cena. E sim. Creio que o Teatro mais do que qualquer outro veículo, possibilita esse recurso de dividir a palavra e o ato que é intimo, com uma infinidade de outros universos pessoais


Resenhando.com - O espetáculo fala de imigração e pertencimento, mas também de saúde mental. Há algo de adoecido na própria ideia de “origem”, quando ela passa a nos definir demais?

Samir Murad - Acho que qualquer definição que rotule ou categorize o ser-humano pode incorrer em erros graves. Tipo “eu sou assim porque sou de origem tal...”, sem a possibilidade de ressignificação da própria origem”. Estamos em um momento que se fala muito de questões que procuram ligar as pessoas e povos às suas origens ancestrais, tendo o sangue e a terra como principais referências e penso que, esse resgate de identidade,faz sentido nos tempos atuais e eu mesmo faço isso nesse trabalho. Quando vemos segmentos étnicos como índios, negros, só para citar dois, se embebedando e se drogando para aguentar o desvio forçado que tiveram de suas origens, aí sim podemos ver a doença mental se instalando. Quando falo de uma irmã que teve um surto esquizofrênico que, por uma sensibilidade mal direcionada, não suportou a “ barra” de uma criação excessivamente pesada, acho que estou falando de muitas famílias que tem um doente mental em casa e muitas vezes nem sabem ou não dão a devida atenção. Assim não acho a ideia de busca da “origem” em si, adoecida. Qualquer busca verdadeira envolve uma abertura de visão ou uma reflexão sobre o objeto no qual se debruça e isso a meu ver já é válido.


Resenhando.com - O humor aparece no espetáculo quase como um desvio estratégico. Você ri para sobreviver às histórias que conta ou para impedir que elas se tornem insuportavelmente solenes?

Samir Murad - Gostei do quase. Na verdade, eu não usaria um desvio estratégico somente para não cansar o espectador ou pesar demais a mão. A minha sobrevivência se dá no ato de decidir fazer Teatro para poder fazer esse trabalho com todas as suas assumidas variações de humor, inclusive com uma absoluta solenidade em algumas passagens. Mas por incrível que pareça, há muito humor em algumas situações que narro e meu pai mesmo, era um contador de histórias muito engraçado, com uma picardia que se estende a outros membros de minha família. Naturalmente não estou falando de um humor fácil ou apelativo mas de uma forma de perceber a Vida, ligeiramente colorida pela ironia ou também de uma seriedade excessiva que acaba ficando cômica. Além disso eu queria alguns traços de humor , embora não me ache propriamente um comediante, para prestar homenagem a personagens de minha infância como Chaplin e Ronald Golias e me permiti esse exercício.


Resenhando.com - Filho de imigrantes libaneses, você carrega uma herança cultural muito marcada. Em que momento essa herança deixou de ser um legado e passou a ser uma cobrança?
Samir Murad - Pode-se dizer que a cobrança estava nas entrelinhas, em relação à aspectos morais, relacionais e de conduta, principalmente durante a minha infância. Como eu fui temporão, já peguei uma pai mais velho e cansado que acho, afrouxou um pouco a corda. Havia uma preocupação até maior dos irmãos para que eu seguisse alguma carreira rentosa de preferência ligada ao comércio que é uma tradição libanesa. A adolescência para variar foi bem difícil. Quando já no vestibular decidi ser artista e que fique claro, meu pai nunca me impediu disso, acho que transformei meu legado dramático em Teatro e pude pensar e sentir minha história através das lentes da Arte


Resenhando.com - A encenação aposta em projeções, trilha original e uma atuação descrita como visceral. O corpo, para você, ainda é um território confiável para contar histórias — ou também é um campo de conflito?
Samir Murad - Acho que o corpo é o principal instrumento para um ator. Confiável numa medida pessoal em que cada ator o valoriza e também é um campo de conflitos. A meu ver esses conflitos são extremamente poderosos e criativos e quanto mais controle você tem do seu corpo mais você pode experimentar um descontrole e contar uma história de diferentes maneiras. Para mim o conflito subjaz na existência do ator e na sua necessidade de estar em cena. Esse é o grande conflito: “por que eu tenho que entrar em cena e contar uma história? Como posso fazer isso da melhor forma possível?” Olha aí o conflito.


Resenhando.com - Depois de décadas atuando, dublando, ensinando e dirigindo, você retorna a um trabalho profundamente autobiográfico. Isso é um gesto de coragem tardia ou de urgência absoluta?

Samir Murad - Aí que está. Eu não retornei. Eu continuei. Esse trabalho é o coroamento de uma quadrilogia que se iniciou em 2000 com meu primeiro solo. Todos esses trabalhos solos falam de genealogia, pertencimento, ancestralidade e saúde mental entre outros temas comuns. Sem eles O Cachorro... não existiria. O ineditismo desse, é que me debrucei sobre minhas próprias lembranças , mas todos os outros trazem elementos que mesclam as trajetórias das personagens com elementos da minha história. Todos são afinados com minha pesquisa que tem Antonin Artaud como principal referência ética e estética. Acho que a coragem tardia veio na verdade com meu primeiro solo que aliás, só tornou-se um solo por uma sequência de coincidências e que foi o trabalho que mais deu certo em minha vida, um divisor de águas. Ele nasceu com uma urgência absoluta assim como os outros, inclusive esse último. Acho que essa urgência eu trago comigo, ainda e que acredito seja uma mistura do espirito artaudiano que me habita com o desespero árabe e que se estende as outras atividades que você cita na pergunta. Podem rir.


Resenhando.com - A dublagem ocupou mais de 20 anos da sua vida. Que vozes alheias ficaram em você - e quais delas precisaram ser silenciadas para que essa voz autoral emergisse?

Samir Murad - Não percebo dessa forma excludente, de precisar silenciar vozes para que voz autoral emerja. Essa voz existe desde que escrevia músicas e poemas na adolescência e foi aparecendo como uma extensão de meu trabalho de ator, quando comecei a escrever meus textos. A dublagem surgiu como um veículo a mais para ampliar minhas possibilidades de atuação. Já fiz teatro, televisão e dublagem ao mesmo tempo e tudo tinha a sua importância, a sua própria voz. Sempre procurei imprimir em qualquer veículo, um alinhamento artístico coerente com o que me constitui. Hoje me dedico cada vez mais às minhas construções autorais, que me dão maior autonomia sobre o processo, mas a possibilidade de participar de projetos alheios será sempre bem-vinda. As vozes da dublagem assim como os personagens de novelas e peças que fiz e que não faço mais, hibernam em um cantinho aconchegado do meu coração.


Resenhando.com - O espetáculo se constrói como um encontro íntimo com o público. Você teme que essa intimidade seja confundida com exposição, ou acredita que o teatro ainda é o último lugar possível para esse risco?

Samir Murad - Acho que você já respondeu. Sim, o Teatro ocupa esse lugar para mim, seja atuando em uma peça de minha autoria ou não. A intimidade do ator em cena em um solo só será confundida com exposição se ele e(ou) a encenação assim o desejar e aí ao meu ver o fenômeno teatral não acontece e tanto faz ser um solo ou não. Em "O Cachorro..." eu estou só em cena e falo um texto escrito por mim sobre a minha família. Isso por si só poderia constituir-seem uma obra com tintas excessivamente auto referentes. O fato é que existem muitos espetáculos que seguem essa linha ou seja, não existe nada de inédito no meu trabalho desse ponto de vista. Acredito que o diferencial esteja em como as formas e conteúdos apresentados por cada um desses espetáculos chega até o querido espectador de Teatro.


Resenhando.com - Em um país que frequentemente romantiza a imigração e ignora os traumas desse ato, que tipo de desconforto você espera provocar em quem assiste?

Samir Murad - O espetáculo tem algumas divisões como digamos, uma pequena sinfonia e os momentos mais dramáticos compõem apenas uma parte dele. Por isso chamo a peça de drama bem humorado. Nas temporadas que fizemos o que percebi, é que há um envolvimento maior do espectador nas partes mais dramáticas. Não sei muito bem porque mas atribuo isso à empatia provocada pelas situações talvez comuns a muitos, como já ouvi de espectadores ao vivo e em depoimentos gravados. O riso, a farsa divertem e afastam, o drama aproxima. Acho que é isso. O fato é que o drama da imigração é um problema atual e mundial e algumas imagens realmente podem tocar o coração do espectador. O desconforto que pode surgir, advém da crueza das situações que são denunciadas onde o imigrante é visto sem véus, como uma pessoa que teve que abandonar sua terra natal para tentar a vida numa terra desconhecida. Isso por si só já e cruel.


Resenhando.com - Depois de transformar memórias familiares em cena, o que sobra quando as luzes se apagam: alívio, esgotamento ou a sensação de que ainda há histórias que se recusam a descansar?
Samir Murad - Linda pergunta. Olha, há uma sensação muito grande de missão cumprida. Um esgotamento gostoso. Boa parte desses textos foram retirados de uma autobiografia que comecei a escrever e foram adaptados para o Teatro. Essa outra obra, aí sim literária, naturalmente traz muitas outras histórias entrelaçadas como essa e se propõem um dia a virar um livro. Então claro, essas histórias se recusam a descansar e sem dúvida existe uma urgência em termina-las. No entanto, o cansaço da vida tem me ensinado a não correr mas a viver caminhando junto com a Arte. Muito obrigado por essa linda entrevista. Espero todos lá!


Ficha técnica
Espetáculo "O Cachorro Que Se Recusou A Morrer"

Criação, texto e atuação: Samir Murad
Direção: Delson Antunes e Samir Murad
Cenografia: José Dias
Figurino e Adereços: Karlla de Luca
Desenho de Luz: Thales Coutinho
Trilha Sonora: André Poyart e Samir Murad
Direção de Movimento: Samir Murad
Videocenário: Mayara Ferreira
Assistente de Direção: Gedivan de Albuquerque
Programação Visual: Fernando Alax
Fotos: Fernando Valle
Direção de produção: Fernando Alax
Produção executiva: Wagner Uchoa
Operação audiovisual: Marco Agrippa
Operação de luz: Chico Hashi
Realização: Cia Teatral Cambaleei, mas não caí... 


Serviço
"O Cachorro Que Se Recusou A Morrer"

Dias 17 e 18 de janeiro, sábado e domingo, sessões às 14h30 e 17h00
Arena B3 - Centro Histórico de São Paulo
Duração: 70 minutos
Classificação: L=livre
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/114363/d/355043/s/2395277?

 
Sobre a B3

A B3, a bolsa do Brasil, tem o compromisso de apoiar a democratização do acesso à cultura, por meio de parcerias e patrocínios que facilitem o acesso da sociedade a esses espaços. Em 2023, a bolsa do Brasil apoiou 25 projetos, e possibilitou que mais de 95 mil pessoas acessassem os 7 museus patrocinados por meio do oferecimento também de dias de gratuidade. Dentre as instituições apoiadas estão o MASP, a Pinacoteca de São Paulo, o MIS, o Museu Judaico e MUB3, na capital paulista, o Instituto Inhotim, localizado em Minas Gerais, e o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Além das gratuidades, a bolsa do Brasil patrocina ainda uma série de iniciativas culturais, como musicais, eventos e exposições.


Sobre a Aventura

Fundada em 2008, e liderada por Aniela Jordan, diretora artística e produção e geral, Luiz Calainho, diretor de marketing e negócios, e por Giulia Jordan, diretora geral de venues, a Aventura é referência na produção de espetáculos de altíssima qualidade, que tornou o mercado de teatro musical um dos principais segmentos da economia criativa no Brasil. A empresa se estabeleceu como uma grande aliada da multiplicidade artística, fundamental para o desenvolvimento social, econômico e cultural. A sua missão é transformar grandes ideias em realidade, criando fortes conexões entre marcas e projetos. São mais de 40 produções, de espetáculos inéditos e de versões da Broadway, como “Elis, a musical”, “A Noviça Rebelde”, “Sete”, “O Mágico de Oz”, “SamBRA”, “Chacrinha, o musical”, “Romeu & Julieta, ao som de Marisa Monte”, “Merlin e Arthur, um sonho de liberdade” e o infantil “Zaquim”. Em 2022, a produtora inovou com o primeiro musical em formato de série do país, o “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, e com o musical “Seu Neyla”, apresentado em dois palcos com o uso da internet para criar uma experiência diferenciada no espectador, além de estrear uma parceria com a Disney - Pixar com o espetáculo “Pixar in Concert”. Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, criou a Cia Stone de Teatro, projeto de teatro itinerante no interior do Brasil e é a responsável pela produção da Cia de Ballet Dallal Achcar. Ao todo, foram mais de 3,8 mil apresentações e cerca de 4,5 milhões de espectadores, mais de 16 mil empregos diretos e indiretos gerados, números que não param de crescer. 



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