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domingo, 26 de abril de 2026
.: Musical "O Diabo Veste Prada" reúne Cláudia Raia, Myra Ruiz e Bruna Guerrin
quarta-feira, 22 de abril de 2026
.: "Visita a Domicílio" estreia em maio no Teatro Sérgio Cardoso
O que você faria se encontrasse seu primeiro amor da adolescência 25 anos depois de forma inesperada? A situação surpreendente movimenta o espetáculo "Visita a Domicílio", peça em coprodução internacional Brasil-Argentina que fez sua estreia nacional com sucesso de público e de crítica no 34º Festival de Curitiba, e agora chega a São Paulo, onde cumpre temporada no Teatro Sérgio Cardoso (R. Rui Barbosa, 153, Bela Vista, SP), às quartas e quintas, às 19h, de 20 de maio a 25 de junho, ficando em cartaz no mês da diversidade, com ingressos na Sympla.
O ator argentino Juan Tellategui e o ator brasileiro Cícero de Andrade protagonizam o texto inédito do argentino Alberto Romero, dirigido pelos brasileiros Zé Guilherme Bueno e Miguel Arcanjo Prado. No time criativo, a obra ainda tem direção de movimento de Zuba Janaina, cenografia e figurino de Kleber Montanheiro, iluminação de Nicolas Manfredini, sonoplastia de Eder Sousa, produção executiva de Fabio Camara e assistência de direção de Julia Zann e Luiza Carvalho. A realização é das produtoras Arcanjo e 4Ever, em coprodução com Lugibi e Mosaico e coprodução internacional associada da Mundo Giras. A tradução do texto original Tu Hipocampo y Mi Caballito de Mar, de Alberto Romero, é de Juan Tellategui, com adaptação dramatúrgica de Miguel Arcanjo Prado.
"Visita a Domicílio" é uma sensível comédia dramática sobre um amor entre dois homens que foi interrompido bruscamente durante a adolescência. Por um acaso do destino, 25 anos depois, Gabo(Juan Tellategui) e Fernando (Cícero de Andrade) ganham a chance de acertar as contas com o passado. A história se passa em um apartamento da icônica Avenida Corrientes, no centro deBuenos Aires, capital da Argentina.
Idealizador do projeto, o ator Juan Tellategui comemora 30 anos de carreira com o espetáculo, no qual interpreta Gabo: "Celebrar 30 anos de carreira com Visita a Domicílio é consolidar uma travessia que começou em Buenos Aires e floresceu em São Paulo, onde vivo há 15 anos. Metade da minha trajetória foi construída no Brasil. Um personagem tão rico como o Gabo confirma o meu desejo de manter e estimular essa ponte cultural entre os dois países. A peça traz um recado forte que sempre precisamos lembrar: o preconceito não destrói o amor. Fazer esta peça agora significa compartilhar com o público o meu momento de maior liberdade criativa e maturidade no palco, conectado com tudo o que aprendi nesta caminhada de três décadas."
O ator Cícero de Andrade comemora 20 anos de carreira com "Visita a Domicílio", na qual dá vida a Fernando. Ele reforça a importância do espetáculo. “Em tempos em que tantas narrativas e identidades ainda correm o risco de serem apagadas, colocar essa história em cena é um gesto de presença e de resistência. Celebrar meus 20 anos de carreira interpretando Fernando não é apenas significativo, mas também profundamente simbólico”, afirma.
A proposta cênica bebe de fontes como a telenovela, a comédia e o drama, além de recriar a atmosfera do centro portenho. Para os diretores Zé Guilherme Bueno e Miguel Arcanjo Prado, a peça mostra que histórias mal resolvidas atravessam o tempo. “São situações que, por não terem sido elaboradas ou encerradas, acabam influenciando escolhas, relações e caminhos, podendo desviar completamente o curso de uma vida. A peça convida o público a olhar para esses atravessamentos, para aquilo que fica em aberto, e a refletir sobre o impacto silencioso que essas questões podem ter ao longo do tempo”, diz o encenador Zé Guilherme Bueno. “'Visita a Domicílio' vem para tocar profundamente o coração do público. Traz um amor que o preconceito ao redor tentou destruir, mas que ganha uma chance de ser revivido e, quem sabe, resolvido”, complementa Miguel Arcanjo Prado.
O dramaturgo argentino Alberto Romero define como “uma honra” ter seu primeiro texto encenado no Brasil e lembra que a peça mostra que todos merecem ser felizes no amor. “Muitas pessoas da comunidade LGBT+ não tiveram a chance de viver um primeiro amor em sua adolescência, porque era difícil assumir quem éramos, porque nos dava vergonha ou simplesmente porque negávamos o que sentíamos. Os personagens Gabo e Fernando se arriscaram na adolescência e hoje, 25 anos depois, ganham a oportunidade de fechar ou reabrir essa primeira história que ficou inconclusa. Visita a Domicílio é uma peça otimista e que traz a mensagem que o amor é mais forte, como canta um roqueiro argentino”, finaliza.
Siga a peça no Instagram @visitaadomicilio
Serviço:
Visita a Domicílio
Gênero: Comédia Dramática.
Duração: 60 minutos.
Classificação: 16 anos.
Teatro Sérgio Cardoso, Sala Paschoal Carlos Magno
Rua Rui Barbosa,153, Bela Vista, São Paulo
De 20 de maio a 25 de junho de 2026.
Quartas e quintas, 19h
Ingressos: R$ 35 a R$ 70. Promoção no 1º Lote até 30/4 a R$ 30.
Site para compras: https://bileto.sympla.com.br/event/118922/d/377769/s/2516886
Ficha técnica:
Visita a Domicílio
Uma coprodução internacional Brasil-Argentina
Idealização: Juan Tellategui
Direção artística e de produção: Zé Guilherme Bueno e Miguel Arcanjo Prado
Autor: Alberto Romero
Tradução: Juan Tellategui
Adaptação dramatúrgica: Miguel Arcanjo Prado
Elenco: Juan Tellategui e Cícero de Andrade
Encenação: Zé Guilherme Bueno
Direção de movimento: Zuba Janaina
Produção Executiva: Fabio Camara
Assistência de direção: Julia Zann e Luiza Carvalho
Iluminação: Nicolas Manfredini
Sonoplastia: Éder Sousa
Cenografia e figurino: Kleber Montanheiro
Assistentes de produção: Jean Lizo, João Schelbauer e Runan Braz
Estagiária: Júlia Brum
Design: Aro 8 - Vinicius Campiolo
Direção de Comunicação: Miguel Arcanjo Prado
Direção de Marketing e Parcerias: Julia Zann e Miguel Arcanjo Prado
Direção de Arte e IA: Juan Tellategui
Fotografia: Rafa Marques
Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes em São Paulo e André Nunes em Curitiba
Apoio institucional: Consulado da Argentina, Festival de Curitiba – Mostra Fringe, Espaço Cia da Revista, Escola A Voz em Cena, Aro 8, Teatro Sérgio Cardoso - APAA
Produtoras associadas: Lugibi e Mosaico
Produtora internacional associada: Mundo Giras
Realização: Arcanjo Produção e 4Ever Produções
.: Anselmo Bandeira traz a São Paulo o monólogo “Solo”
O ator, diretor e produtor mineiro Anselmo Bandeira traz a São Paulo o monólogo “Solo”. Curta temporada de 29 de abril a 10 de maio no Teatro de Arena Eugênio Kusnet
O texto escrito pelo próprio ator, com colaboração dramatúrgica da italiana Anita Mosca, reflete sobre a solidão no mundo contemporâneo. Foto: Elizabete Guimarães
“O objetivo não é explicar a solidão, mas fazê-la ser sentida, lembrada, projetada no corpo, por todos os sentidos.”
O ator, diretor e produtor mineiro Anselmo Bandeira chega a São Paulo para apresentar o monólogo “Solo”, em curta temporada, no Teatro de Arena, de 29 de abril a 10 de maio. O texto escrito pelo próprio ator, com colaboração dramatúrgica da italiana Anita Mosca, reflete sobre a solidão no mundo contemporâneo e a urgência de falar sobre o tema. O artista investiga como lidar com esta condição cada vez mais presente no século XXI, atravessando, em cena, diferentes atmosferas, revelando facetas do estar solo: as cruéis, quando são impostas, e as libertadoras quando procuradas.
“Falar sobre solidão é urgente na nossa sociedade. ‘Solo’ traz à tona questões casuais e polêmicas que circundam aspectos íntimos e subjetivos dos indivíduos quando estão ou se sentem sozinhos”, diz Anselmo Bandeira.
“Falar sobre solidão é uma urgência da nossa sociedade, e isso precisa ser apontado nas escolas, teatros, cinemas, jornais, documentários, bem como nas salas de terapia”, completa.
“Solo” é um projeto iniciado em 2015 e conta com a colaboração cênica e dramatúrgica da italiana Anita Mosca. A artista possui 25 anos de experiência em palcos de diversos países, atuando como atriz, diretora e dramaturga. As técnicas de improvisação com imagens, palavras, gestos e movimentos são complementares aos materiais textuais que compõem uma estrutura sensível e inovadora.
Anita destaca que “solo” em português e em italiano significa sozinho, mas pode significar, na linguagem teatral, um trabalho com um único ator ou atriz. “A partir dessa proposta do título, encontramos uma intenção comum e tentamos provocar um ao outro sobre a solidão, que pode ser escolhida, procurada ou imposta. E também como se vive essa condição e como a solidão muda a sua cor e a sua consistência”, conta.
“A ideia é que eu convide o público a vivenciar comigo, em cena, atmosferas da solidão, do estar só metafórica e fisicamente. Quero que cada um saia pensando na própria solidão, revivendo e reconstruindo, se reconhecendo”, aponta Anselmo.
Este projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) e apoio do Ministério da Cultura, do Governo Federal e do Governo de Minas Gerais/Secult-MG. O espetáculo tem apoio do PROGRAMA FUNARTE ABERTA 2026 – OCUPAÇÃO DOS ESPAÇOS CULTURAIS DA FUNARTE.
Sinopse: Um ator investiga a solidão no mundo contemporâneo e as possíveis formas de lidar com essa condição, cada vez mais presente no século XXI, atravessando diferentes atmosferas e revelando facetas do estar solo.

Ficha Técnica:
Realização: doispontos: Plataforma Artística Direção e atuação: Anselmo Bandeira.
Colaborações artístico-cênicas: Anita Mosca e Carolina Cândido. Colaboração dramatúrgica: Anita Mosca.
Iluminação: Gabriel Corrêa. Operação de Luz: Ismael Soares
Trilha Sonora: Anselmo Bandeira e Gabriel Ventura. Composição e Violão: Gabriel Ventura.
Música Eletrônica: João Gabriel Morais Passos (DJ Bill). Operação de Som: Camila Felix
Figurino: Thiago Helmer Comunicação: Anselmo Bandeira
Identidade Visual: Carolina Cândido - CÂ Design
Assessoria de Imprensa: Ofício das Letras - Adriana Monteiro Produtor: Tiago Leão
Assistente de Produção: Guilherme Conrado Social Media: Tadeu Ramos
Tráfego Pago: Dona Sinhá Produções - André Hã
Acessibilidade (Audiodescrição e Libras): Incluir Pela Arte - Vanessa Bruna
Fotos e Vídeos: André Rodrigues e Elizabete Guimarães Gestão de Projeto: Patrícia Vieira e Anselmo Bandeira
Agradecimentos: Isabela Arvelos, Vitória Fonseca, Ana Prado, Claudete Bandeira e Maria José do Prado.
SERVIÇO
Espetáculo Solo
TEATRO DE ARENA EUGÊNIO KUSNET
(Rua Teodoro Baima, 96)
Sala Augusto Boal - 99 pessoas
De 29 de abril a 10 de maio (quarta a domingo)
Quarta a sexta às 20h, sábado às 18h e domingos às 17h. Duração: 50 min.
Classificação: 16 anos
Ingressos: Disponíveis no Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/solo-circulacao-sao-paulo/3349089) ou uma hora antes das apresentações na bilheteria do teatro.
Ingressos promocionais: Nas 24 horas que antecedem cada apresentação, os ingressos terão virada de lote.
Acessibilidade:
Sessão “Solo” - 01 de maio, às 20h* Audiodescrição e Libras.
Sessão “Solo” - 08 de maio, às 20h* (Libras) - Haverá bate-papo após o espetáculo.
Trechos da peça em vídeo:
domingo, 19 de abril de 2026
.: Comédia jovem "A.M.I.G.A.S." retorna a São Paulo a partir de 1º de maio
Sucesso de público a comédia "A.M.I.G.A.S.", criada para para o público jovem e adulto a partir no livro homônimo de Cláudia Mello, retorna a São Paulo para uma temporada de 1º a 31 de maio no Teatro Sabesp Frei Caneca, com apresentações às sextas e sábados às 20h00 e domingos às 19h00 (uma sessão acontece no dia 28 de maio às 20h00), O patrocínio é da Bradesco Seguros. A história gira em torno das amigas Aline, Dil e Dadá, com seus encontros e desencontros amorosos, suas expectativas nas relações, suas frustrações e seus desejos. Julia Iorio, Leticia Braga e Isabel Castello Branco interpretam essas personagens que criam a Associação das Mulheres Interessadas em Gargalhadas, Amor e Sexo.
Para contracenar com o elenco feminino, o ator Bernardo Coimbra dá vida a vinte personagens diferentes no decorrer das cenas. Na montagem anterior, quem se desdobrava em diversos papéis era Ernesto Piccolo, diretor da montagem atual. A primeira montagem desse texto aconteceu há 26 anos com grande sucesso de público. A ideia de remontá-lo surgiu em 2025, motivada pelo encontro do diretor com Julia Iorio, filha do autor Duda Ribeiro, que faleceu em 2016. Essa reunião foi o impulso que faltava para viabilizar o sonho que ela tinha desde os 10 anos, quando assistia à fita da peça na casa do pai.
Assim, Iório convidou suas amigas Isabel Castello Branco, filha de Maneco Quinderé (que também esteve na primeira versão da peça), e Luiza Lewicki para adaptar o texto para os nossos dias. Também foi convidada ao projeto a produtora Joana Motta, que, assim como o diretor, era muito amiga do autor. “O teatro é feito de equipe, então é muito legal, 26 anos depois, trabalhar com os filhos dos parceiros da primeira equipe. Julia, Luiza e Isabel são três meninas cheias de gás, de energia, muito criativas, que adaptaram o texto brilhantemente para os tempos modernos, mais o Bernardo arrebentando com suas várias personagens. Ando me divertindo muito. Tá sendo feito com amor”, diz o encenador.
Além da direção e da produção ficarem a cargo de profissionais experientes, o design de luz assinado por Quinderé e Ronald Teixeira, que também integrou a equipe anterior. Já os figurinos são assinados por Antonio Rocha; a programação visual e cenografia, por Antonia Motta; e a direção de movimento, por Julia Varga e Marcela Pires. O sucesso total de público na nova montagem de "A.M.I.G.A.S." garantiu outras temporadas no ano passado , e tanto Julia Iorio quanto Bernardo Coimbra foram indicados ao Prêmio FITA 2025 (Festa Internacional de Teatro de Angra), na categoria Ator Revelação. Bernardo foi o vencedor do prêmio. "A.M.I.G.A.S." é uma peça leve que promete divertir o público e que ressalta sobretudo, a amizade, com todas as dores, delícias, confusões e intensidades presentes nessa relação afetiva que desafia o tempo.
Ficha técnica
Espetáculo "A.M.I.G.A.S."
Baseado no livro de Cláudia Mello
Elenco: Isabel Castello Branco, Julia Iorio, Leticia Braga e Bernardo Coimbra
Texto: Duda Ribeiro
Adaptação: Julia Iorio, Luiza Lewicki e Isabel Castello Branco
Direção: Ernesto Piccolo
Desenho de luz: Maneco Quinderé
Cenografia: Antonia Motta
Figurino 1ª temporada: Helena Araujo
Figurino: Antonio Rocha
Trilha musical: Rodrigo Penna
Stand in meninas: Carolina Matos
Assistência de direção: João Maia P
Assistência de cenografia: Felipe Loureiro
Supervisão e consultoria técnica de cenografia: Ronald Teixeira
Direção de movimento: Julia Varga e Marcela Pires
Programação visual: Antonia Motta
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Social media: Agência Nuah
Assistente administrativo: Marilene Teixeira
Controller - Físico Financeiro: Mariana Teixeira
Jurídico: Joaquim Motta
Fotos: Paulo Aragon
Produção geral: Joana Motta
Assistência de produção: Bels Ferrari
Serviço
Espetáculo "A.M.I.G.A.S."
Temporada: de 1° até 31 de maio - sextas e sábados às 20h00 e domingos às 19h00, com uma sessão extra na quinta dia 28 de maio, às 20h00.
Teatro SABESP Frei Caneca - Rua Frei Caneca, 569 - Consolação, São Paulo (dentro do Shopping Frei Caneca, 7º andar).
Ingressos: plateia baixa - R$150 (inteira), R$75 (meia-entrada); plateia - R$140 (inteira), R$70 (meia-entrada).
Venda on-line: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/amigas-15904
Bilheteria: de terça a sexta-feira, das 12h00 às 15h00 e das 16h00 às 19h00; aos sábados, domingos e feriados, das 14h00 às 20h00. Em dias de evento, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o início do espetáculo.
Duração: 80 minutos
Gênero: comédia
Classificação indicativa: 16 anos
Capacidade: 600 lugares
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida
quarta-feira, 15 de abril de 2026
.: Crítica: "Não me Entrego, não" brinda à biografia de Othon Bastos e ao teatro
Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do portal Resenhando.com. Foto: Beti Niemeyer
Em abril de 2026“Não Me Entrego, Não!” é o primeiro monólogo do ator, que revisita mais de sete décadas de carreira.
Serviço
Espetáculo “Não Me Entrego, Não!”
Sexta-feira, dia 10, e sábado, dia 11 de abril, às 20h00
Bilheteria Sesc Santos - Funcionamento
Terça a sexta-feira, das 9h00 às 21h30 | Sábados e domingos, 10h00 às 18h30
Sesc Santos
Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida / Santos
Telefone: (13) 3278-9800
Site do Sesc Santos
Instagram e Facebook: @sescsantos
Leia+
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.: Remake de "Cabocla" estreia no VIVA esta segunda-feira
segunda-feira, 13 de abril de 2026
.: Mateus Solano no Teatro Renaissance com "O Figurante" após Portugal
Ficha técnica
Espetáculo "O Figurante"
Serviço:
.: Com grande elenco, musical "Shrek" estreia nesta quarta no Teatro Renault
Elenco
Ficha técnica
Serviço
"Shrek - O Musical"
Para os fãs que querem uma experiência exclusiva, a produção oferece a promoção Ogro Pass, limitada a 50 ingressos por sessão nos setores Plateia VIP Pântano, Camarote VIP Pântano e Balcão VIP Pântano, válida apenas nas primeiras 48 horas após a abertura de novas datas, incluindo tour pelos bastidores do espetáculo. A visita aos bastidores para os compradores do Ogro Pass acontecerá uma hora antes da sessão. Confira todas as regras da promoção nas redes sociais do espetáculo.
.: Aretha Sadick e Verónica Valenttino leem "As Malditas" na piscina do Sesc
Atividade gratuita do projeto "Ler à Luz da Lua" convida o público a acompanhar a performance de dentro da água ou do mirante da unidade. Na foto: Aretha Sadick (crédito: Samba Magazine) e Verónica Valenttino (crédito: Caio Oviedo)
Nesta quarta-feira, dia 15 de abril, às 20h00, o Sesc 24 de Maio apresenta mais uma edição do projeto "Ler à Luz da Lua". Desta vez, as artistas Aretha Sadick e Verónica Valenttino apresentam a leitura de trechos de "As Malditas", romance de estreia da escritora argentina Camila Sosa Villada. A atividade acontece na área da piscina, localizada no 13º andar da unidade, com vista para o centro da cidade.
O livro, anteriormente publicado no Brasil como "O Parque das Irmãs Magníficas", narra a trajetória de uma jovem travesti em busca de pertencimento, da infância no interior à convivência com trabalhadoras sexuais em Córdoba. Entre violência, afeto e imaginação, revela uma comunidade que reivindica seu direito à felicidade.
Uma característica singular da programação é a possibilidade de o público acompanhar a leitura de dentro da piscina, em boias. Para o acesso à água, as vagas são limitadas e as pessoas interessados devem trajar roupa de banho e possuir exame dermatológico válido. O Sesc disponibilizará a realização do exame gratuito no local, a partir das 18h00, com validade exclusiva para a atividade. Para quem optar pela área seca (cadeiras e almofadas ao redor do deck), a retirada de ingressos ocorre a partir das 19h00.
Sobre o projeto
O "Ler à Luz da Lua" promove leituras públicas mensais de obras literárias conduzidas por artistas de diversas linguagens. O projeto busca explorar a oralidade e a presença cênica no ambiente da piscina. Desde o início do ano, a programação já recebeu nomes como Letrux, Lilia Guerra, Ana Flavia Cavalcanti, Iara Rennó e Thalma de Freitas.
Sobre as artistas
Aretha Sadick é atriz e intérprete musical, nasceu em Duque de Caxias e participou de alguns projetos ao longo de sua carreira, como "Reencarne" (Rede Globo) e "Cidade de Deus" (MAX), em peças de teatro, como "Ópera Tupi" (2019) e em curtas, como "Se Eu Tô Aqui É Por Mistério" (2023).
Verónica Valenttino é atriz e cantora cearense, atualmente vocalista da banda Verónica Decide Morrer. Graduada em Artes Cênicas, já trabalhou no teatro, com destaque para Brenda Lee e o Palácio das Princesas, espetáculo vencedor do APCA de Melhor Espetáculo Musical (2022).
Serviço
Aretha Sadick e Verónica Valenttino leem "As Malditas", de Camila Sosa Villada
Data: 15 de abril de/2026, quarta-feira, às 20h00
Local: Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô
Classificação: 14 anos
Grátis
Informações importantes de acesso
Como a atividade ocupa a área da piscina, existem duas formas de assistir:
Dentro da Piscina: Obrigatório traje de banho e realização de exame dermatológico (feito no local). Retirada de ingressos e avaliação médica a partir das 18h, no dia do evento. Não precisa de credencial plena.
No Entorno (Deck): Cadeiras e almofadas disponíveis por ordem de chegada. Retirada de ingressos a partir das 19h00.
Duração: 60 minutos
Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h.
Sesc 24 de Maio
Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo
350 metros do metrô República
Fone: (11) 3350-6300
sábado, 11 de abril de 2026
.: Viúva e amante desenterram segredos de George Washington em duelo íntimo
Tragicomédia inédita no Brasil coloca Claudia Ohana e Priscila Fantin frente a frente em um encontro marcado por luto, ciúme e revelações que tensionam a história pública e a verdade pessoal. Foto: divulgação
"As Amantes de George Washington", peça inédita escrita pelo escritor croata Miro Gavran, é uma tragicomédia ficcional, inspirada nos boatos espalhados sobre uma possível amante do primeiro presidente dos Estados Unidos. É um embate intimista, emocionante e elegante entre a viúva Martha Washington, interpretada por Claudia Ohana, e a amante Sylvia Carver, vivida por Priscila Fantin. O espetáculo está em cartaz no Teatro BDO Jaraguá, às sextas e sábados, às 20h00, e domingos, às 19h00, até dia 10 de maio.
Sobre a encenação
“Gostei de cara do texto pela elaboração das palavras em diálogos precisos e elegantemente ácidos”, diz o diretor, que idealizou uma montagem minimalista toda em preto e branco, respeitando as características do século XVIII, incluindo a sonoplastia que terá somente sons de cavalos e apenas uma música final. “A única cor será a surpresa da montagem trazendo de certa forma, alívio e esperança àquelas duas mulheres que passaram anos lutando pelo mesmo homem”, completa.
.: "Qualquer Gato Vira-Lata..." segue em cartaz no Teatro das Artes
Dirigida por Alexandre Reinecke, a clássica comédia de Juca de Oliveira tem temporada até 31 de maio, com Paulo Vilhena, Duda Reis e Vittor Fernando. Foto: Jofí Herrera
Dizem que conselho amoroso é furada… Mas e se viesse com “método científico” e um pouquinho de caos? Um dos títulos mais populares da comédia romântica no teatro brasileiro, “Qualquer Gato Vira-Lata Tem Uma Vida Sexual Mais Sadia que a Nossa!” nova montagem com texto de Juca de Oliveira, direção de Alexandre Reinecke e elenco formado por Paulo Vilhena, Duda Reis e Vittor Fernando, segue até dia 31 de maio, no Teatro das Artes, em São Paulo. A peça segue em curta temporada com apresentações às sextas e sábados, às 20h00, e domingos, às 18h00. Lançada originalmente nos palcos em 1998 e posteriormente adaptada para o cinema, a obra conquistou milhares de espectadores ao longo dos anos, tornando a história sinônimo de entretenimento leve, divertido e irresistivelmente popular.
Em cena, Tati (Duda Reis) vê sua vida sentimental virar de cabeça para baixo quando é abandonada pelo namorado Marcelo (Vittor Fernando) e acaba se envolvendo com Conrado (Paulo Vilhena), um professor que tenta explicar o amor por meio de teorias científicas inspiradas no comportamento animal. Entre aulas absurdas, reencontros inesperados e muitas confusões, forma-se um triângulo amoroso cheio de humor e identificação. Uma comédia romântica leve, divertida e irresistível sobre as surpresas e a falta de lógica das relações modernas.
Diretor com longa trajetória na comédia, Alexandre Reinecke assina uma encenação que abraça o teatro em sua forma mais “assumida”: a cena se constrói a partir de marcações precisas, ritmo, jogo corporal e soluções cênicas que fogem do naturalismo, uma escolha que potencializa a engrenagem cômica do texto de Juca de Oliveira, sem abrir mão da camada afetiva que atravessa a história. “Estou imprimindo o meu jeito de fazer comédia: é uma proposta muito teatral, com marcações inspiradas nos grandes palhaços, do circo, do cinema e do teatro. A ideia é revisitar essas referências para dar uma cara nova à montagem, com liberdade para o exagero quando ele é necessário, mas mantendo a inteligência do texto e as emoções que ele carrega”, afirma Reinecke.
Para o diretor, voltar a um título consagrado também é uma maneira de reafirmar a força do gênero, além de testar a disciplina do riso ao vivo. “Sou um entusiasta da comédia: acho que boas comédias precisam ser sempre revisitadas. Elas atravessam o tempo porque continuam dizendo algo sobre a gente. E, em comédia, o entrosamento é tudo. Desde o começo o elenco se mostrou muito disponível para essa proposta, comprou a ideia e se jogou. Quando existe essa sintonia, a peça ganha precisão, o timing aparece e o público sente”, completa.
A temporada marca ainda o retorno de Paulo Vilhena ao palco após seis anos afastado do teatro, reencontrando o gênero da comédia romântica em uma montagem que aposta no timing preciso e no jogo cênico dos atores em cena.
Ficha técnica
Espetáculo "Qualquer Gato Vira-Lata Tem Uma Vida Sexual Mais Sadia que a Nossa!"
Texto: Juca De Oliveira
Direção: Alexandre Reinecke
Elenco: Paulo Vilhena, Duda Reis e Vittor Fernando
Cenário: Alexandre Reinecke
Iluminação: Alex Saldanha
Figurino: Marcos Valadão
Fotografia: Jofí Herrera
Diretora de produção: Miçairi Guimarães
Produção executiva: Amanda Santana
Produção: Magic Arts
Assessoria de imprensa: Prisma Colab
Serviço
Espetáculo "Qualquer Gato Vira-Lata Tem Uma Vida Sexual Mais Sadia que a Nossa!"
Estreia: 6 de março de 2026
Até dia 31 de maio de 2026
Horário: sábado às 18h00; e domingo, às 19h00
Local: Teatro das Artes
Endereço: Av. Rebouças, 3970 - Store 409 - Pinheiros, São Paulo/SP
Abertura dos portões: 45 minutos antes do evento
Faixa etária: 14 anos
Duração: 70 minutos
Ingressos: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) no balcão; R$ 140,00 (inteira) e R$ 70,00 (meia-entrada) na plateia lateral; e R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia) na plateia central
Antecipados: https://www.eventim.com.br/artist/teatro-das-artes/qualquer-gato-vira-lata-tem-uma-vida-sexual-mais-sadia-que-a-nossa-4081566
sexta-feira, 10 de abril de 2026
.: Crítica: "Susi - O Musical" é tudo o que crianças e adultos precisam ouvir
Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com. Foto: Abílio Gil
Ousado e criativo, "Susi - O Musical" é tudo o que crianças e adultos precisam ouvir. Há coragem na espinha dorsal do espetáculo: ao colocar um menino no centro da história e em diálogo direto com uma boneca, a montagem desloca o eixo tradicional do universo feminino para um território mais poroso, em que o gênero deixa de ser fronteira e passa a ser um caminho. É inevitável a comparação com o fenômeno "Barbie - O Filme", mas “Susi - O Musical”, dirigido por Mara Carvalho, não se curva à tentação da cópia.
Serviço
"Susi, o Musical"
Local: Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista / São Paulo
Estreia: 21 de fevereiro, quinta-feira, 20h00
Temporada: de 21 de fevereiro a 12 de abril
Sessões: quintas e sextas, às 20h00, sábados e domingos 16h00 e 20h00
Ingressos: Plateia: Inteira: R$ 200,00 | Meia Entrada: R$ 100,00
Plateia Alta: Inteira: R$ 160,00 | Meia Entrada: R$ 80,00
Balcão: Inteira: R$ 50,00 | Meia Entrada: R$ 25,00 |
Vendas: Site da Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/114413) ou bilheteria local
Classificação etária: livre
Duração: 90 minutos
Capacidade: 827 lugares
.: Novas apresentações do solo "Na Sala dos Espelhos" no Sesc Santana
Com direção e adaptação de Michelle Ferreira e Maíra de Grandi, monólogo traz aos palcos adaptação do quadrinho homônimo de Liv Strömquist e questiona a tirania da imagem em um mundo dominado pelas redes sociais. Foto: Paulo Vainer
Ficha técnica
Espetáculo "Na Sala dos Espelhos"
Serviço
quinta-feira, 9 de abril de 2026
.: CCBB SP recebe "Desassossego" em parceria histórica entre grupos teatrais
CCBB SP recebe "Desassossego", que une Fernando Pessoa e parceria histórica entre grupos teatrais. Montagem marca a colaboração de 20 anos entre a Pequena Companhia de Teatro (São Luís - MA) e a Cia. A Máscara de Teatro (Mossoró - RN). Foto: Mar Pereira
Serviço
Espetáculo "Desassossego"
.: ºAndar recebe "A Última Valsa de Zelda Fitzgerald", com Larissa da Matta
Espetáculo devolve protagonismo a essa grande artista apagada pela história por conta dos erros cometidos pelo marido. Foto: divulgação
O solo "A Última Valsa de Zelda Fitzgerald", com atuação e concepção de Larissa da Matta revisita a trajetória dessa grande escritora, poetisa, pintora e dançarina estadunidense para além do mito de musa, construído a seu respeito nos anos 1920. O espetáculo tem sua temporada de estreia no espaço º Andar, de 9 a 24 de abril, com sessões às quintas e sextas-feiras, às 20h00. O trabalho, com dramaturgia da própria intérprete em parceria com Pedro Amaral, também lança luz sobre o silenciamento dessa mulher pela fama e pelo plágio artístico cometido pelo marido F. Scott Fitzgerald.
Por muito tempo, Zelda foi lembrada mais como símbolo de uma época do que como autora da própria história. Associada ao brilho da Era do Jazz, à imagem da mulher excessiva e à fama de seu marido, escritor de "O Grande Gatsby" e outros marcos da Literatura mundial, sua trajetória foi frequentemente reduzida a estereótipos que a colocavam no lugar da musa, da esposa difícil e da figura instável. O solo teatral resgata a complexidade de uma mulher artista, escritora e pensadora, cuja voz foi tantas vezes abafada pela narrativa construída ao seu redor.
O espetáculo propõe ao público uma imersão na vida e obra de Zelda para além do imaginário romântico e trágico que a transformou em personagem secundária de uma história masculina. Em cena, sua história emerge como a de uma mulher em conflito com o tempo em que viveu, com o casamento que a atravessou, com a disputa pela autoria da própria vida e com as tentativas insistentes de afirmar sua criação em um mundo que parecia disposto a lhe negar lugar.
A peça acompanha Zelda desde seu início no sul dos Estados Unidos à consagração social nos anos 1920, passando pelos embates de seu casamento com Scott Fitzgerald, pelas tensões entre vida íntima e produção artística, pela vontade de existir para além da figura de esposa célebre e pelo agravamento de sua saúde mental. Entre festas, delírios, memórias e internações, o espetáculo constrói o retrato de uma mulher intensa, contraditória e profundamente humana.
Sobre a montagem
Mais do que revisitar uma personagem histórica, "A Última Valsa de Zelda Fitzgerald" se conecta de maneira direta com o presente. Em um contexto em que as mulheres ainda precisam lutar por espaço, autoria e reconhecimento, o espetáculo transforma a experiência de Zelda em um gesto de reescrita simbólica. Ao colocá-la em foco, a montagem propõe uma reflexão sobre quantas artistas foram reduzidas a notas de rodapé, quantas tiveram sua criação absorvida pela fama de homens ao redor, e quantas ainda precisam lutar para existir com voz própria.
Com linguagem intimista e força narrativa, o solo se apresenta como uma experiência capaz de dialogar tanto com o público interessado em literatura, história da arte e artes da cena quanto com espectadores atraídos por histórias de mulheres intensas e profundamente contemporâneas em suas contradições. Ao trazer Zelda Fitzgerald de volta ao palco, o espetáculo não apenas revisita o passado: ele questiona os mecanismos que seguem produzindo apagamentos no presente.
A montagem marca ainda a primeira produção assinada pelo Foyer, plataforma de comunicação, cultura e criação de projetos autorais, ampliando sua atuação para o campo da produção teatral e reforçando seu compromisso com obras que articulam arte, pensamento e relevância contemporânea.
Sobre os criadores
Pedro Amaral é roteirista, apresentador, produtor cultural e empreendedor criativo. Pós-graduado em Dramaturgia pelo Célia Helena, atua na interseção entre comunicação, audiovisual, teatro e mercado artístico. É fundador do Foyer, plataforma de comunicação e produção de conteúdo dedicada à cultura, às artes e à criação de projetos autorais.
Sobre a atriz
Larissa da Matta é atriz, dançarina, performer, dramaturga, arte-educadora e pesquisadora. Pós-graduada em Direção e Atuação pela Escola Superior de Artes Célia Helena, desenvolveu pesquisa baseada no eixo de Dramaturgias do Corpo, em que investigou corporalmente a vida e a obra de mais de 40 mulheres artistas do século XVI ao século XXI, pertencentes a diversos períodos da história das artes plásticas e visuais, resultando em uma dramaturgia e monólogo teatral autorais sobre a vida e obra de Zelda Fitzgerald. Bacharela e licenciada em Teatro pela Escola Superior de Artes Célia Helena, também possui formação em História da Arte com o Prof. Dr. Rodrigo Naves, pela Difusão Cultural SP, abrangendo do Pré-Renascimento à Arte Contemporânea. Além disso, é formada em Danças Urbanas pelo Centro de Artes Lílian Gumieiro. Atuou em produções internacionais como a peça chilena Granada, apresentada no MIRADA – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas, e participou de festivais e formações na Rússia, incluindo o Teatro de Arte de Moscou e o Festival Internacional de Escolas de Teatro dos países do BRICS, integrando o elenco de Édipo Rei, dirigido por Valentin Teplyakov.
Serviço
Espetáculo "A Última Valsa de Zelda Fitzgerald", com Larissa da Matta
Temporada: 9 a 24 de abril de 2026
Às quintas e sextas-feiras, às 20h00
⁰Andar - Rua Dr. Gabriel dos Santos, 88 – Santa Cecília / São Paulo (a 6 minutos da estação Marechal Deodoro do metrô)
Ingressos: R$ 30,00 a R$ 60,00 via Sympla ou na bilheteria do espaço ( aceita cartão, pix e dinheiro)
Estacionamento conveniado: Rua Dr. Gabriel dos Santos, 131
Orientação: retirar carimbo na Bilheteria
Pagamento: Pix e débito (R$ 20,00 preço único)
Classificação: 14 anos
Duração: 70 minutos



























