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sábado, 24 de fevereiro de 2024

.: "Tela Quente" exibe primeiro episódio da série documental sobre "MC Daleste"


Documentário Original Globoplay produzido pelo Jornalismo da Globo conta a história de funkeiro assassinado em cima do palco há dez anos. Na imagem, Dona de fã clube do MC Daleste guarda lembranças do artista em sua residência. Foto: Globo/Divulgação


A série Original Globoplay "MC Daleste – Mataram o Pobre Loco" que revela detalhes do fim trágico do funkeiro que virou lenda nas periferias do Brasil vai poder ser vista na TV Globo nesta segunda-feira, dia 26, , apenas para o estado de São Paulo, quando a "Tela Quente" exibe o primeiro episódio da obra que estreou no Globoplay. 

Produzida pelo jornalismo da TV Globo, a série conta em quatro episódios a história de Daniel Pellegrini, o MC Daleste, assassinado com dois tiros em cima do palco durante um show em Campinas, interior de São Paulo, em julho de 2013. Com direção de Guilherme Belarmino e Eliane Scardovelli, que também assina o roteiro junto com Caio Cavechini, a produção se aprofunda na investigação do crime, que foi filmado de vários ângulos e continua impune até hoje, além de percorrer a trajetória do funk ostentação em São Paulo. 

A equipe de jornalismo da Globo teve acesso ao processo criminal de quase mil páginas, arquivado pela última vez em 2019. As linhas de investigação consideram desde o relacionamento de Daleste com namoradas de traficantes até uma possível participação da polícia. A série traz ainda depoimentos exclusivos de testemunhas, do delegado do caso, do irmão e da irmã de Daleste, além de artistas como Glória Groove, MC Livinho, MC Hariel, entre outros.

 

.: "SBTPodNight" estreia nesta segunda entrevistas dadas a podcasts famosos


Com os maiores podcasts do Brasil - "Flow", "Inteligência Ltda.", "Vênus", "Papagaio Falante" e "Pod Delas" - as noites do SBT trarão o melhor da internet para a telinha. Foto: divulgação/ SBT

O SBT inaugura sua nova  grade de programação, que promete muito mais novidades em março, trazendo uma nova era no seu entretenimento. A partir desta segunda-feira, dia 26 de fevereiro, a emissora une forças com os principais nomes do cenário de podcast brasileiro. Os podcasts líderes de audiência nas plataformas digitais – "Flow", com Adriano Imperador, "Inteligência Ltda.", com Dr. Bactéria, "Vênus", com César Menotti, "Papagaio Falante", com Elba Ramalho, e "Pod Delas", com MC Daniel – trazem  uma variedade de temas, desde a cultura pop até questões sociais, conectando  o público à  atualidade.

Com o lançamento deste novo bloco na programação, o SBT reafirma seu compromisso em proporcionar experiências inovadoras e envolventes ao público de casa,  mantendo-se alinhado às tendências do entretenimento. Confira a programação da semana (de 26 de fevereiro a 1° de março):


Segunda-feira (26 de fevereiro) – "Flow Podcast"com Adriano Imperador. Foto: divulgação
Apresentado pelo carismático Igor Coelho, mais conhecido pelo público da internet como Igor 3K, o "Flow" é um dos podcasts mais ouvidos pelos brasileiros, chegando a bater mais de 5 milhões de inscritos no YouTube. No episódio #200, o SBT exibe a entrevista com Adriano Imperador, onde conta detalhes sobre sua carreira de ex-futebolista e suas impressões sobre o cenário do esporte.


Terça-feira (27 
de fevereiro) – "Inteligência Ltda." com Dr. Bactéria. Foto: divulgação
Rogério Vilela, mais conhecido por Vilela, é idealizador do "Inteligência Ltda." Com mais de 4 milhões de inscritos no YouTube, o podcast aborda diversos convidados com os assuntos mais criativos do momento. Nesta edição #481, o SBT transmite a entrevista com o Dr. Bactéria, onde o convidado explica desde a origem destes microrganismos até a presença dele na vida humana.


Quarta-feira (28 de fevereiro) – "Vênus" com César Menotti. Foto: divulgação

Muito bem representado pelas apresentadoras Criss Paiva e Yasmin Yassine, o "Vênus Podcast" é uma produção dos Estúdios Flow que reúne mais de 1 milhão de inscritos no YouTube. Com a ilustre presença de César Menotti, no episódio #257, o SBT exibe a conversa descontraída sobre sua carreira musical.


Quinta-feira (29 
de fevereiro) - "Papagaio Falante" com Elba Ramalho. Foto: divulgação
O podcast "Papagaio Falante", comandado pelo eterno malandro da TV brasileira, Sérgio Mallandro, e o ator Renato Rabelo, traz uma animada conversa com Elba Ramalho. Neste episódio, a cantora revela detalhes de sua vida de artista nos anos da brilhantina.


Sexta-feira (1° de março) – "Pod Delas" com Mc Daniel. Foto: divulgação
Apresentado pela dupla de amigas Tata Estaniecki e Bruna Unzueta, o "Pod Delas" é um dos maiores podcasts femininos do país, aproximando-se da marca de 3 milhões de inscritos no YouTube. Neste episódio #325, o SBT exibe o carismático MC Daniel falando sobre suas aventuras na carreira musical. O "PodNight" vai ao ar de segunda a sexta, logo após a exibição do “Operação Mesquita”.

sábado, 17 de fevereiro de 2024

.: Em SP, Mauricio Stycer lança "Gilberto Braga, o Balzac da Globo" em bate-papo


Após o sucesso do lançamento no Rio de Janeiro, a Livraria da Vila Fradique recebe o jornalista e escritor Mauricio Stycer para sessão de autógrafos do livro "Gilberto Braga, o Balzac da Globo" e bate-papo com o dramaturgo Alcides Nogueira na próxima terça-feira, 20 de fevereiro. O evento terá início às 18h30. Na obra, Mauricio e Artur Xexéo, falecido em 2021, retratam a trajetória de um dos maiores novelistas da história da televisão brasileira. 

As histórias contadas por Xexéo e Stycer sobre a infância e a juventude de Gilberto Braga, que se dividiu entre a Tijuca e a Zona Sul do Rio de Janeiro, explicam o porquê de o autor ter se tornado um retratista tão prolífico das classes média e alta. Muitas narrativas presentes nas novelas de Gilberto foram baseadas nas vivências dele, que nunca abandonou o olhar crítico porém sensível. 

A obra remonta aos primeiros anos da carreira de Gilberto, quando foi professor da Aliança Francesa e crítico de teatro de O Globo. As páginas também relatam como teve início o trabalho do dramaturgo na televisão, após um convite de Daniel Filho, além das dificuldades que enfrentou ao longo de sua jornada profissional. 

O livro é, ainda, um tributo às novelas de Gilberto por parte dos autores, que dão ao leitor a chance de relembrar tramas e conhecer muitas curiosidades sobre as produções. A biografia conta com depoimentos de artistas que puderam trabalhar ao lado do mestre, conhecido pelo pioneirismo na TV ao tratar de temas considerados tabus, como racismo e sexualidade. Compre o livro "Gilberto Braga, o Balzac da Globo", de Artur Xexéo e Mauricio Stycer, neste link.


Sobre o livro:
“Balzac da Globo”
 é como Artur Xexéo e Mauricio Stycer se referem a Gilberto Braga, que era assim chamado por causa das temáticas abordadas pelo dramaturgo em suas novelas, que incluíam dinheiro, ambição e vingança. A mente fértil de Gilberto para criar histórias tem raízes nos acontecimentos de sua própria vida - que daria, por si só, uma novela, como a dupla de jornalistas nos apresenta na biografia, lançada em janeiro pela Intrínseca.  

“Muitas qualidades foram atribuídas a Anos dourados, mas o que ficou para Malu Mader, ‘além do forte traço feminista’, foi ‘o elogio à bondade dos personagens’, segundo ela, algo incomum na obra de Gilberto. A atriz tem razão ao observar que o novelista é mais festejado como um grande criador de vilãs e vilões. Marcos e Lurdinha, apesar de bons, eram cativantes e interessantes. ‘Me orgulha ter feito uma personagem por onde ele expressou tão bem a transformação pelo amor.’ Malu conta que, assim como Lurdinha, ela própria foi se transformando ao longo da história. Durante as gravações da minissérie, decidiu sair da casa dos pais e morar sozinha. ‘Anos dourados me mostrou a dimensão mais profunda e mágica da profissão.’”

Além de homenagear o dramaturgo, a biografia celebra o trabalho de Artur Xexéo, falecido em 2021, aos 69 anos. A voz do jornalista é amplificada por Mauricio Stycer, que recebeu a missão de finalizar o manuscrito. Garanta o seu exemplar de "Gilberto Braga, o Balzac da Globo", escrito por Artur Xexéo e Mauricio Stycer, neste link.

Foto: Paulo Severo

Mauricio Stycer nasceu no Rio de Janeiro em 1961. É jornalista especializado em televisão e atualmente é colunista da Folha de S.Paulo. Publicou os livros "História do Lance!" (Alameda, 2009), "Adeus, Controle Remoto" (Arquipélago, 2016), "Topa Tudo por Dinheiro" (Todavia, 2018) e "O Homem do Sapato Branco" (Todavia, 2023).

Artur Xexéo passou pelas redações de Veja, IstoÉ, Jornal do Brasil e O Globo. Escreveu as biografias de Janete Clair, Hebe Camargo e sua autobiografia sobre as coberturas das Copas do Mundo das quais participou. Foi comentarista de cultura da GloboNews no programa Estúdio i e da rádio CBN no programa Liberdade de expressão. 

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

.: Entrevista: Supla, o Livro do "The Masked Singer Brasil" é desmascarado


Supla é desmascarado no reality show "The Masked Singer". Foto: Globo/Maurício Fidalgo


Cheio de sabedoria e com muito conhecimento para transmitir, o Livro foi a fantasia a perder a máscara no último domingo, dia 4 de fevereiro. O que também não se sabia é que ele fala outras línguas. C’mon kids!, o desmascarado foi o Supla. “Toda a história de ensaiar coberto, para ninguém ter noção de quem é, e se apresentar numa fantasia...was fun”, comenta o músico. “Tentei enganar os jurados mudando a minha voz antes de entrar no palco; fazer uma voz meio de desenho animado, tipo um Salsicha [da animação Scooby-Doo] ou Zé Colmeia, mas acho que quando canto é muito difícil eu me passar por outra pessoa, tanto que acertaram na hora”, acrescenta. 

O episódio contou também com espetáculos musicais de Bode, Dona Formiga e MC Porquinha. A plateia votou para salvar Bode e MC Porquinha, e Dona Formiga e Livro batalharam novamente por meio de apresentações cheias de performance para tentar convencer os jurados de que devem ficar. José Loreto, Paulo Vieira e Sabrina Sato ganharam a ajuda de uma convidada especial: a atriz Heloísa Perissé. Juntos optaram por desmascarar o Livro. 

O criação do Livro seguiu pelo caminho apontado pelos idealizadores das fantasias, Gabriel Haddad e Leonardo Bora - carnavalescos da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio -,de trazer para esta temporada máscaras maiores. “O Livro se encaixa na nossa proposta de fantasias grandes, mais volumosas. Quando imaginamos, tentamos pensar em como acomodar bem o corpo da pessoa, e chegamos ao resultado dos braços saindo pela capa, mantendo o formato do Livro na lateral”, explicam.

A fantasia foi ainda a primeira a ser produzida, revela Fábio de Amorim Leme, mais conhecido como Bolinha, à frente do Bolinha Studios, de São Paulo, responsável pela execução: “Foi a primeira criação a sair do papel, os primeiros olhinhos que vimos piscar nessa temporada! O desafio envolvido foi o peso na parte de traz, que puxa o talento. Solucionamos usando camadas duplas na parte da frente”, expõe.

 O 'The Masked Singer Brasil’ é uma coprodução TV Globo e Endemol Shine Brasil, baseado no formato sul-coreano criado pela Mun Hwa Broadcasting Corp, com supervisão artística de Adriano Ricco (TV Globo) e direção geral de Marcelo Amiky (Endemol Shine Brasil). O programa vai ao ar na TV Globo aos domingos, após o ‘Temperatura Máxima’, com reexibição na madrugada de segunda para terça-feira, à 00h30, no Multishow, seguida da entrevista de Kenya Sade com o eliminado da semana. Confira a entrevista com Supla.


Como foi para você participar do "The Masked Singer Brasil"?
Supla - Foi uma experiência muito legal. Foi divertido desde o momento em que experimentei a fantasia até o ensaio com o balé e a gravação das músicas. Os produtores musicais são ótimos! Teve também a história de ensaiar coberto, para ninguém ter noção de quem é, e se apresentar numa fantasia...was fun!
 

O que mais te encantou no reality?
Supla - O cuidado que a produção do programa tem, desde o diretor até todos que estão envolvidos para o programa acontecer. Além da alegria e humor da Ivete e dos jurados.
 

O que faria diferente em sua participação?
Supla - Eu teria cantado um Bob Marley. Acredito que ninguém iria imaginar eu cantando um clássico do Bob, ou música caipira.

Qual foi a estratégia adotada para tentar confundir os jurados?
Supla - Tentei enganar os jurados mudando a minha voz antes de entrar no palco; fazer uma voz meio de desenho animado, tipo um Salsicha [da animação Scooby-Doo] ou Zé Colmeia, mas acho que quando canto é muito difícil eu me passar por outra pessoa, tanto que acertaram na hora. C’mmon kids!

sábado, 3 de fevereiro de 2024

.: "Renascer": mudança de fase começa na segunda e promete novas emoções


Após a morte de Santinha e passagens de tempo, trama se fixa nos dias atuais. Na imagem, José Inocêncio jovem (Humberto Carrão) e José Inocêncio (Marco Palmeira). Foto: Globo/Fábio Rocha


Apesar da passagem dos anos, a vida para alguns parou no tempo enquanto para outros levou a rumos diferentes em "Renascer". A mudança de fase que marca a trama acontece ao longo do capítulo desta próxima segunda-feira, dia 5 de fevereiro.  Mais de três décadas se passaram desde que o jovem José Inocêncio (Humberto Carrão) fincou seu facão aos pés do Jequitibá Rei. Ao longo do tempo, José Inocêncio (Marcos Palmeira) prosperou nos negócios, mas estagnou na sua vida pessoal. Desde a morte de Santinha (Duda Santos) após dar à luz João Pedro (Juan Paiva), ele se fechou para a vida e há muito tempo desconhece a alegria de viver.

Na fazenda, Zé Inocêncio se ocupa com o trabalho nas roças e o investimento no sistema de agrofloresta para a produção de um cultivo de cacau sustentável. Deocleciano (Jackson Antunes) segue sendo seu braço-direito, e Inácia (Edvana Carvalho) toma conta da casa ao longo de todos esses anos desde a partida de Maria Santa.

Mas tudo começa a mudar quando João Pedro (Juan Paiva) conhece a jovem Mariana (Theresa Fonseca), recém-chegada na casa de Jacutinga (Juliana Paes). O encantamento é imediato e o rapaz decide levá-la para a fazenda Jequitibá-Rei sem imaginar que Mariana é a neta de Belarmino (Antonio Calloni), antigo desafeto de seu ‘painho’, e de Nena (Quitéria Kelly), que a criou com base no ódio que acumulou ao longo dos anos por ter perdido as terras da família para José Inocêncio. 

Mariana, que estava em busca de trabalho, aceita o convite do rapaz quando ele a oferece um emprego. Com a permissão da anfitriã, os dois partem para a fazenda Jequitibá Rei. A chegada de Mariana à fazenda dará início a mais um conflito entre pai e filho, que se apaixonam pela mesma mulher. O fazendeiro logo recrimina a atitude do filho de levar uma desconhecida para a casa e os dois discutem mais uma vez. Ainda assim, José Inocêncio tenta disfarçar a surpresa com a beleza de Mariana, que também se impressiona ao ficar frente a frente do homem que mudou os rumos de sua família no passado.

O trauma causado pela morte de Maria Santa anos atrás ainda é latente e intenso para o fazendeiro assim como a ideia fixa de atribuir ao filho caçula a partida de seu grande amor. A despeito disso, João Pedro sente enorme orgulho do pai. Vive para agradá-lo e ter ao menos qualquer chance de atenção. Seu único desejo é ter o amor paterno. Crescer com a sombra (e porque não com a dúvida) de ser o causador da maior tristeza que o pai teve na vida não foi fácil.

Apesar de tanto sofrimento, João Pedro encontrou acolhimento em sua relação com Zinha (Samantha Jones) que é como uma irmã para ele. Filha de Flor (Julia Lemos) e Jupará (Evaldo Macarrão), a menina é criada por Deocleciano (Jackson Antunes) e Morena (Ana Cecilia Costa) após a morte de seu pai e da partida de sua mãe. Com a rejeição de José Inocêncio, João Pedro também se sente mais à vontade com os padrinhos e Zinha, a quem confessa nunca ter recebido um abraço do pai.

Se para João Pedro foram negadas as chances de se tornar alguém na vida, o jovem não desperdiçou seu talento ao canalizar suas energias na produção do cacau. É um conhecedor daquelas terras e herdou o talento do pai com o manejo do fruto, algo que faz de forma muito competente - talvez a única conexão entre pai e filho. José Inocêncio e João Pedro carregam mágoas e feridas que nunca cicatrizaram.

Dos quatro filhos de José Inocêncio: José Augusto (Renan Monteiro), José Bento (Marcello Melo Jr), José Venâncio (Rodrigo Simas) e João Pedro (Juan Paiva), o caçula é o único que nunca saiu da fazenda nem tem formação profissional. Os demais foram estudar na capital ainda jovens e repletos de oportunidades se formaram ‘doutores’ às custas do dinheiro do pai, que desde sempre arcou com todas as despesas. Zé Augusto é médico, Zé Bento, advogado, e Zé Venâncio, publicitário.

"Renascer" é uma novela escrita por Bruno Luperi baseada na obra de Benedito Ruy Barbosa. A direção artística é de Gustavo Fernández, direção geral de Pedro Peregrino e direção de Alexandre Macedo, Walter Carvalho, Ricardo França e Mariana Betti. A produção é de Betina Paulon e Bruna Ferreira e a direção de gênero de José Luiz Villamarim.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

.: The Masked Singer: Marcelo Serrado é o jurado convidado de domingo

Chimarrão, Cuco, Preguiça e Trevo são as fantasias a se apresentarem no episódio. Foto: Globo/ Maurício Fidalgo


Neste domingo, dia 28, após "Temperatura Máxima’, vai ao ar o segundo episódio da quarta temporada de "The Masked Singer Brasil". O reality, que estreou nesta semana, recebe um convidado especial no time de jurados. A ator Marcelo Serrado se une a José Loreto, Paulo Vieira e Sabrina Sato para tentar desvendar quem são as personalidades fantasiadas que disputam por meio de espetáculos musicais de tirar o fôlego.

Na estreia, o programa apresentou quatro mascarados, e o Etzinho foi o escolhido para ser revelado. Louro Mané, companheiro de Ana Maria Braga no "Mais Você", estava por trás da fantasia. Neste domingo, outros quatro competidores se apresentam: Chimarrão, Cuco, Preguiça e Trevo.

Após as apresentações, a plateia vota para salvar duas fantasias da eliminação, e as duas menos votadas batalham novamente, mostrando um segundo musical. O júri, então, se reúne para deliberar quem dos dois fantasiados será salvo e quem será desmascarado. Contudo, reviravoltas poderão acontecer com o Masked Sino. Localizado ao lado dos jurados, pode ser acionado a qualquer momento, e a consequência é a anulação de uma revelação. Durante a temporada, o sino só pode ser tocado uma única vez por jurado, salvando um personagem que teria sua identidade revelada por decisão do grupo.

O "The Masked Singer Brasil" é uma coprodução TV Globo e Endemol Shine Brasil, baseado no formato sul-coreano criado pela Mun Hwa Broadcasting Corp, com supervisão artística de Adriano Ricco (TV Globo) e direção geral de Marcelo Amiky (Endemol Shine Brasil). O programa vai ao ar na TV Globo aos domingos, após o ‘Temperatura Máxima’, com reexibição na madrugada de segunda para terça-feira, à 00h30, no Multishow, seguida da entrevista de Kenya Sade com o eliminado da semana. 


quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

.: Projeto "Fragmentos" recupera e disponibiliza capítulos de novelas


Em "Estúpido Cupido", que estreia no Globoplay pelo projeto Fragmentos, Maria Tereza (Françoise Forton) sonha morar na capital e ser eleita miss Brasil, mas entra em conflito com o namorado, João (Ricardo Blat), um jovem idealista que pretende seguir carreira jornalística. Foto: Globo/Divulgação.

O público brasileiro é genuinamente apaixonado por novela. Para além do entretenimento e lazer, a teledramaturgia brasileira contribui para destacar fatos históricos, promover e estimular o debate de temas relevantes da sociedade e refletir na tela toda pluralidade do Brasil por meio de grandes histórias. Reforçando o compromisso com a memória da cultura, da dramaturgia brasileira e a valorização do audiovisual nacional, o Globoplay estreia nesta segunda-feira, dia 22, o projeto "Fragmentos", que recupera e disponibiliza novelas das décadas de 1970 e 1980 que possuem de dois até 20 capítulos preservados no acervo.   

As primeiras obras do catálogo são "O Rebu" (1974), "Coração Alado" (1980), "Estúpido Cupido" (1976) e "Chega Mais" (1980), tramas que marcaram época na TV brasileira. Em "O Rebu", o milionário Conrad Mahler (Ziembinski) organiza uma festa para recepcionar a princesa italiana Olympia Boncomagni (Marília Branco) e a noite termina com um crime: um corpo é encontrado na piscina da mansão. Além de desconhecer a identidade do assassino e a razão do crime, o público também não sabia quem tinha sido assassinado. Entre os 24 convidados - todos suspeitos, assim como o próprio anfitrião –, estão Boneco (Lima Duarte), ladrão paulista que encontra o convite da festa durante um assalto e se faz passar por um industrial italiano para roubar o banqueiro; o milionário Braga (José Lewgoy) e sua esposa, Lídia (Arlete Salles); e Laio (Carlos Vereza), industrial autista casado com Maria Helena (Maria Cláudia).  

"Coração Alado" traz a história do artista plástico pernambucano Juca Pitanga (Tarcísio Meira), que deixa sua terra natal e vai para o Rio de Janeiro em busca de maior visibilidade na carreira. No Rio, ele se envolve com Catucha (Débora Duarte), filha do respeitável marchand Alberto Karany (Walmor Chagas), e Vivian (Vera Fischer), uma mulher simples e sofrida. Apesar do amor que sente por Vivian, Juca se casa com Catucha, pensando em sua projeção profissional. O casamento termina quando ele decide acompanhar o irmão Gabriel (Carlos Vereza) em seu exílio político no México - Gabriel é perseguido pela ditadura militar. Juca e Catucha se reencontram anos depois, após a decretação da Lei da Anistia no Brasil.  

A trama de "Estúpido Cupido" é ambientada na fictícia Albuquerque, no interior de São Paulo, no início da década de 60 - época marcada por mudanças de comportamento em boa parte do mundo. Lá, os jovens curtem os acordes do rock e do twist nas pistas de dança, seguem o modismo dos jeans e dos blusões de couro e se exibem em lambretas e motocicletas pelas ruas da cidade. Nesse contexto, a normalista Maria Tereza (Françoise Forton) sonha morar na capital e ser eleita miss Brasil, mas entra em conflito com o namorado, João (Ricardo Blat), um jovem idealista que pretende seguir carreira jornalística, e morre de ciúmes da amada.  

"Chega Mais" narra a história do casal Gelly (Sônia Braga) e Tom (Tony Ramos). Os dois vivem brigando, mas um não consegue viver sem o outro. Tom é sequestrado no dia de seu casamento, deixando a noiva Gelly esperando no altar. No entanto, o sequestro foi todo orquestrado pelo próprio noivo, interessado em receber o dinheiro do resgate, exigido à família da noiva. O que ele não sabia é que os pais da moça estavam falidos e viviam de aparências. 

Flavio Furtado, gerente de programação do Globoplay, explica que o projeto "Fragmentos" representa uma nova etapa da estratégia de publicação de novelas do acervo Globo. Confira a entrevista na íntegra abaixo.  


Explique um pouco sobre o conceito do projeto "Fragmentos". 
Flavio Furtado -
O projeto "Fragmentos" representa uma nova etapa da estratégia de publicação de novelas do acervo Globo. É o resultado de um longo e complexo trabalho de pesquisa e recuperação de mídias com parte de novelas dos anos 1970 e 1980 e se soma a dois outros projetos voltados para os fãs de novelas: “Resgate”, que reúne novelas, séries e minisséries do acervo na íntegra; e “Originalidade”, que atualiza as obras clássicas já disponíveis no catálogo com melhores resoluções, aspecto original e com todas aberturas e vinhetas. No "Fragmentos", vamos publicar novelas que possuem de dois até 20 capítulos preservados em nosso acervo.   


O que motivou o Globoplay a criar o projeto "Fragmentos"? Como surgiu a ideia?
Flavio Furtado -
Ao mergulhar na pesquisa para o projeto "Resgate", descobrimos obras preservadas integralmente, alguns títulos com a ausência de alguns capítulos, mas também encontramos novelas com pouquíssimo material disponível. E entendemos que podemos dar ao assinante do Globoplay, aos estudiosos, pesquisadores e amantes da novela brasileira a oportunidade de conhecer ou reviver obras que fazem parte da história da dramaturgia brasileira. Mesmo que incompletas, elas ainda existem em nosso acervo. E, por isso, queremos que estejam acessíveis no Globoplay. O resgate desse material significa recuperar parte da história do audiovisual brasileiro e da memória da nossa empresa.  


Quais as maiores dificuldades e desafios para tirar o projeto do papel?
Flavio Furtado -
Os desafios são enormes. Primeiro, é necessário entender o que de fato temos disponível para cada título. A maior parte está em fitas, que precisam ser digitalizadas, avaliadas e, em alguns casos, até restauradas. Também realizamos uma análise profunda do conteúdo para garantir a continuidade entre os blocos e capítulos. Tudo isso com poucas informações da exibição realizada na época. Hoje, nós usamos sistemas mais avançados de cadastro de informações e temos recursos que não existiam nos anos 1970 e 1980.  

Ao todos, quantos e quais são os títulos incompletos que farão parte do "Fragmentos"?
Flavio Furtado -
Vamos publicar 28 títulos das décadas de 1970 e 1980. Traremos fragmentos de obras de autores como Janete Clair, Bráulio Pedroso, Lauro César Muniz, Vicente Sesso, Benedito Ruy Barbosa, Mário Prada, Manoel Carlos e outros.  

Há um prazo para a conclusão da disponibilidade desses fragmentos na plataforma?
Flavio Furtado -
A nossa expectativa é publicar estes 28 títulos até o final de 2025. 

domingo, 21 de janeiro de 2024

.: "Vicky e a Musa": novos episódios trazem surpresas para trupe do teatro

Variadas manifestações artísticas se misturam transformando de vez o fictício bairro de Canto Belo na série musical Original Globoplay, que está de volta no dia 24 de janeiro. Foto: Tv Globo/Estevam Avellar


Episódios inéditos da série "Vicky e a Musa" invadem o Globoplay no dia 24 de janeiro, respondendo a pergunta que ficou no ar desde o fim da primeira temporada da trama: será que a volta de Orlando (Hilton Cobra) vai desanimar a turma a montar um espetáculo? Na continuação do primeiro musical dos Estúdios Globo, criado e escrito por Rosane Svartman e em coprodução com o Gloob, os 13 capítulos – que chegam juntos à plataforma - exaltam como a arte pode transformar diferentes realidades e gerações, permeando reviravoltas na trama e formações de novos romances. Voltada para toda a família, a produção segue misturando hits contemporâneos e atemporais em releituras especiais que prometem fazer todo mundo entrar em cena junto com o elenco.    

Divindades gregas, Euterpe (Bel Lima) e Dionísio (Túlio Starling) conquistaram Canto Belo e ajudaram, principalmente os jovens, a se reconectarem com a sua essência. E foi no abandonado Teatro Parnasus que os irmãos se refugiaram e montaram uma verdadeira “trupe de arte” do bairro, com representantes como Vicky (Cecília Chancez), Luara (Tabatha Almeida), Michel (Jean Paulo Campos) e Nico (João Guilherme). No entanto, quando o grupo se preparava para organizar uma peça teatral, o dono do espaço reapareceu com intuito de vendê-lo, jogando um balde de água fria nos planos da galera. “Foi uma felicidade ser convidado para fazer um papel tão legal como o Orlando, que acredita que através do teatro ele pode salvar o mundo. Isso sou eu também, que fala da vida através do teatro”, descreve o ator Hilton Cobra, que também viverá transformações ao longo da temporada.   

Depois de ser surpreendida com a possível tomada do teatro, a deusa Euterpe se empenha em encantar Orlando com seus poderes para fazê-lo relembrar de seu passado, movido a sonhos. “A arte transforma, renova, ensina, acolhe e nos torna pessoas melhores. Tem uma frase que a personagem fala e eu adoro: ‘Arte começa com ar e, sem ar, não respiramos. Sem arte, também não’”, comenta Bel Lima, que dá vida a Euterpe.    

Para Tabatha Almeida, intérprete da adolescente Luara, a aparição de Orlando une mais ainda os jovens, empolgados com a chance de inspirar a região. “A arte é poderosa, transforma sentimentos e nos ajuda a lidar com eles”, reflete a atriz, reforçando ser esta a principal mensagem da trama. Cecília Chancez, que vive Vicky, concorda com a parceira de cena e completa: “A música e a arte são para todos, libertam e curam de todas as formas!”. A atriz destaca ainda uma forte semelhança entre ela e sua personagem: "O que ficou marcado dela em mim é sua perseverança em acreditar quando se tem um sonho”.    

E não são só o teatro e a música que embalam a história da nova temporada: variadas manifestações artísticas, como pintura, poesia e cypher, que é a combinação de rimas inéditas criadas por MCs e remixagem especial em uma música, marcam presença nos episódios inéditos. Com versões de diferentes abordagens para o Globoplay e o Gloob, ‘Vicky e a Musa’ mergulha no universo lúdico, musical, colorido e inspirador. A série reúne ainda em seu elenco nomes como Nicolas Prattes, Malu Rodrigues, Dan Ferreira, Cris Vianna, Leticia Isnard, Stela Freitas, Rosa Marya Colin, Pedro Caetano, Manu Estevão, Pedro Guilherme Rodrigues, Maria Ceiça, Juliana Schalch, Luiz Nicolau, Márcio Machado, entre outros.     

A autora Rosane Svartman assina o texto com Bia Correa do Lago, Juliana Lins, Rafael Souza Ribeiro e Sabrina Rosa, com pesquisa de Raphaela Leite. A série tem direção de Ana Paula Guimarães, direção artística de Marcus Figueiredo, produção de Isabel Telles Ribeiro, direção de gênero José Luiz Villamarim e coprodução do Gloob. 


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Para os amantes de novelas, viciados em séries, cinéfilos de plantão e interessados por conteúdo, passando por entretenimento, esporte e jornalismo, uma boa pedida é seguir o Globoplay no WhatsApp. Lá, você ficará por dentro de tudo: lançamentos, informações de bastidores, dicas de filmes e séries, memes, shows, realities, além de momentos hilários e emocionantes dos programas e campeonatos dos mais variados esportes. Clique aqui para ficar por dentro de todas as novidades. Aqui: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va3sisa5a247pmP8Iw1c?utm_source=whatsapp&utm_medium=canais&utm_campaign=globoplay


sábado, 20 de janeiro de 2024

.: "Renascer": estreia da próxima novela das nove ganha capítulo especial


José Inocêncio (Humberto Carrão) finca o facão aos pés do jequitibá e faz seu juramento no capítulo de estreia de "Renascer". Foto: Globo/Fábio Rocha


Um clássico da teledramaturgia brasileira, seus personagens icônicos e uma história que marcou época: ‘Renascer’ está de volta às noites dos brasileiros a partir do dia 22 janeiro, na TV Globo. Neste dia, o capítulo que dá início à saga de José Inocêncio (Humberto Carrão/Marcos Palmeira) fica ainda mais especial e ganha mais tempo de tela para contar como um homem sozinho no mundo tem a coragem de fincar seu destino aos pés de um jequitibá-rei.

 O capítulo especial – exclusivo da grande estreia – tem no pacto do jovem com a árvore uma das cenas mais marcantes da novela escrita por Bruno Luperi com direção artística de Gustavo Fernández. O acordo de um destemido José Inocêncio passa a acompanhá-lo ao longo de toda a sua trajetória e dá à trama um ar de lendas e mistérios, tão enraizados em diversos aspectos da cultura brasileira. No próximo dia 22, a TV Globo deixa de exibir ‘Tela Quente’ e apresenta uma grade de programação especial para a estreia.

 "Renascer’"é uma novela escrita por Bruno Luperi baseada na obra de Benedito Ruy Barbosa. A direção artística é de Gustavo Fernández, direção geral de Pedro Peregrino e direção de Alexandre Macedo, Walter Carvalho, Ricardo França e Mariana Betti. A produção é de Betina Paulon e Bruna Ferreira e a direção de gênero de José Luiz Villamarim.


.: Entrevista: Ivete Sangalo fala sobre a estreia de "The Masked Singer"


A temporada chega com novidades no cenário, no elenco, nas fantasias, na dinâmica e na interatividade com o público. Foto: Globo/ Maurício Fidalgo.


A partir deste domingo, dia 21, as tardes de domingo da TV Globo estarão repletas de bom humor, música e diversão com a estreia da quarta temporada de "The Masked Singer Brasil", logo após "Temperatura Máxima". Com apresentação de Ivete Sangalo, o público de casa se juntará a José Loreto, Paulo Vieira - ambos novos jurados da edição -, Sabrina Sato e Taís Araújo para descobrir quem são as personalidades por trás das fantasias a partir das apresentações musicais cheias de performance. Kenya Sade, por sua vez, é a nova parceira de Ivete na apresentação e colaborará na investigação com informações exclusivas dos bastidores e da plateia. 

A temporada, que chega com novidades no cenário, no elenco, nas fantasias, na dinâmica e na interatividade com o público, tem os três primeiros episódios dedicados a apresentar as 12 novas fantasias, com apresentações de quatro mascarados diferentes por episódio. Na estreia, competirão Alface, Etzinho, Mamãe Abacate e Sereia Iara. 

 Após as apresentações, a plateia vota para salvar duas fantasias da eliminação, e as duas menos votadas batalham novamente, mostrando um segundo musical. O júri, então, se reúne para deliberar quem dos dois fantasiados será salvo e quem será desmascarado. Em cada um dos três programas, haverá uma eliminação. 

A partir do quarto episódio, os nove mascarados que continuarem na competição poderão se apresentar todos num mesmo programa, como no caso de edições temáticas, que podem contar com mais de uma eliminação, ou serem novamente divididos em programas diferentes. Contudo, reviravoltas poderão acontecer com o "Masked Sino". Localizado ao lado dos jurados, pode ser acionado a qualquer momento, e a consequência é a anulação de uma revelação. Durante a temporada, o sino só pode ser tocado uma única vez por jurado, salvando um personagem que teria sua identidade revelada por decisão do grupo.

O público de casa também pode participar com palpites sobre a identidade dos mascarados por meio do "Masked Game", um jogo on-line hospedado no site do programa dento do Gshow, com perguntas sobre o conteúdo do programa. Os participantes concorrem a brinde e prêmios.

 As fantasias da quarta temporada do "The Masked Singer Brasil" foram idealizadas pelos figurinistas Gabriel Haddad, Leonardo Bora - carnavalescos da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio - e executadas e esculpidas por Fábio de Amorim Leme, mais conhecido como Bolinha, à frente do Bolinha Studios, de São Paulo. Com uma equipe de mais de 20 colaboradores, ele coordenou desenvolvimento 3D, planejamento, construção da parte estrutural e acabamento, além de efeitos como movimentação dos olhos e outros diferenciais que serão vistos nesta edição. Ansiosa para mostrar todas essas novidades aos fãs da atração, a apresentadora Ivete Sangalo fala sobre a expectativa para a estreia na entrevista abaixo.


Quais serão os diferenciais desta temporada na sua opinião?
Ivete Sangalo - 
Nesta quarta temporada do "The Masked Singer Brasil" me deparei com um palco completamente diferente e ainda mais sensacional do que a gente já está habituado a ver. Novos jurados, novos detetives, que são José Loreto e Paulo Vieira, e as divas maravilhosas, Sabrina Sato e Thais Araújo. Kenya Sade é a minha companheira de bate-papo com plateia e com os personagens. Há novidades nas fantasias também. Ou seja, embora seja a minha quarta temporada, esse programa me surpreende da hora que eu chego até quando vou embora. Então, é uma delícia e estou muito feliz, muito ansiosa!

 
Você está se preparando de alguma forma para as gravações?
Ivete Sangalo - 
Minha carreira é uma coisa só. Eu faço um preparo físico o ano todo, mas no final do ano eu dou uma intensificada maior por conta das festas do final de ano, como o Maracanã que eu fiz agora, e aí vem o Carnaval. Minha vida gira um pouco em torno desse preparo físico e emocional. Então eu cuido da voz, mas cuido das minhas emoções também, preparo que me coloca ali um equilíbrio para poder encarar o Carnaval. E tudo isso acaba desaguando no projeto do "Masked", porque eu preciso ter bastante energia e a leveza que o programa merece. Emocionalmente, esse programa me dá tantos argumentos e tantos subsídios para chegar ao Carnaval com a energia na melhor qualidade, mas o preparo é todo dia.

Como acredita que a chegada de Paulo Vieira e José Loreto no grupo de jurados impactará a edição?
Ivete Sangalo - 
Paulo e José são pessoas que admiro muito, ambos muito competentes, excelentes em suas carreiras. Eles têm um timming muito bom de humor, tenho certeza de que essa temporada será ainda mais especial com eles. 


E como Kenya Sade chega para somar ao time do programa?
Ivete Sangalo - 
Kenya já escreveu bastante história aí, a gente conhece e reconhece o talento dela. Ela vem capitaneando, vem trazendo o conteúdo de festivais importantíssimos do país. Uma menina completamente preparada, e o que é mais bacana ainda, com conhecimento de causa. Ela vai entrar no programa ciente de que vai tratar de música, de arte, e ela sabe fazer isso lindamente. Então, domingo à tarde, essa mulher linda compartilhará com a gente os conhecimentos e a energia dela.
 

O que o "Masked" representa para você?
Ivete Sangalo - 
Representa a alegria, a nossa vida mais leve, a família curtindo o momento, a união em tentar desvendar quem está naquelas fantasias.

O que o público pode esperar desta temporada?
Ivete Sangalo - 
É a quarta temporada, e a ideia é levar emoção, leveza, arte e alegria para vida das pessoas. Todas as pessoas que passaram aqui colaboraram com isso, então somos uma família que só aumenta - desde os primeiros que fizeram parte da bancada até os que estão entrando agora. Eu acho que o universo conspira para que a gente faça desse propósito algo comum, e é isso que está acontecendo. Tenho certeza de que essa temporada será mágica e que vai deixar muita gente feliz, vai deixar muita gente envolvida nessa energia de alegria e de satisfação.


O "The Masked Singer Brasil" é uma coprodução TV Globo e Endemol Shine Brasil, baseado no formato sul-coreano criado pela Mun Hwa Broadcasting Corp, com supervisão artística de Adriano Ricco (TV Globo) e direção geral de Marcelo Amiky (Endemol Shine Brasil). O programa vai ao ar na TV Globo aos domingos, após o "Temperatura Máxima", com reexibição na madrugada de segunda para terça-feira, à 00h30, no Multishow, seguida da entrevista de Kenya Sade com o eliminado da semana.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

.: Lucas Pizane, do "BBB 24": "Parece que você amadurece um ano a cada dia"


As revelações do terceiro eliminado do "BBB 24": "
Deveria ter enxergado com mais clareza o que estava acontecendo, a proporção que aquilo poderia ter tomado, e ter uma posição mais firme". Fotos: Globo/João Cotta


O jeito tranquilo e apaziguador de Lucas Pizane se destacou em seu confinamento de pouco mais de uma semana no "Big Brother Brasil 24". O baiano conversou com todos da casa, mas optou por não formar alianças tão cedo. Hoje, já fora do jogo, aponta Fernanda como a principal aliada, embora não tenha tido a chance de traçar uma estratégia concreta com ela para seguir no reality. “A estratégia acaba se desenrolando quando as cartas ficam na mesa. Eu acabei saindo do programa em uma fase em que isso não estava tão evidente”, justifica.

Credita à intuição de Beatriz o fato de ter ido parar no paredão de forma tão certeira, mas à própria omissão o motivo de ter deixado a casa, após uma disputa com ela e Davi em que teve apenas 8,35% dos votos do público na preferência para ficar. “Talvez eu não tenha dimensionado a situação da forma correta. Deveria ter enxergado com mais clareza o que estava acontecendo, a proporção que aquilo poderia ter tomado, e ter uma posição mais firme”, avalia sobre o episódio em que discordou de falas do Nizam, mas preferiu não interpelar de imediato. A seguir, Lucas expõe a estratégia que executou no jogo, declara sua torcida para Fernanda e Matteus, e comenta os planos previstos para o pós-"BBB", que incluem aproveitar a oportunidade da eliminação ocorrida ainda antes do Carnaval deste ano.

Participar do "BBB" era como você imaginava? Quais as semelhanças e diferenças?
Lucas Pizane -
Eu esperava que fosse ser difícil, só que em uma proporção um pouco menor (risos). Lá tudo é muito intensificado. Os dias, ao mesmo tempo em que passam mais rápido, passam mais devagar. Parece que você amadurece um ano a cada dia. A restrição a informações também acaba mexendo um pouco com a cabeça. Tem as questões físicas, de não ter horário para dormir, ficar preocupado com comida, que também acabam dificultando. Foi uma experiência muito legal, mas muito mais difícil do que eu achei que seria. Talvez eu tenha subestimado isso.

Qual era sua estratégia de jogo para chegar o mais longe na disputa?
Lucas Pizane - 
A estratégia acaba se desenrolando quando as cartas ficam na mesa. Eu acabei saindo do programa em uma fase em que isso não estava tão evidente, então eu não tinha uma estratégia tão concreta traçada ainda. Mas, o que eu imaginava, principalmente por ser a primeira semana, era um fortalecimento de jogo interno para evitar ir ao paredão. O que não deu muito certo (risos). Também com esse fortalecimento, criar relações pessoais com as quais eu conseguisse estabelecer confiança, mostrar quem eu sou e, dessa forma, também fortalecer meu jogo externo, através de identificação e posicionamentos em que as pessoas pudessem me conhecer.

Você imaginava a jogada da Beatriz Reis Brasil, que pediu aos amigos para votarem em você, caso ela fosse emparedada?
Lucas Pizane - 
Eu realmente não esperava essa escolha. Tanto ela quanto o grupo dela tinham votado, nas duas últimas formações de paredão, em pessoas do meu grupo, mas não em mim. Na minha cabeça, eles iam continuar se indispondo com as mesmas pessoas para não criar um número maior de desavenças lá dentro. Entendo o fato de ter sido opção por não estar no grupo prioritário dela, mas eu achei meio sem critérios, sem fundamentos. Talvez tenha sido um voto realmente na intuição, que no final das contas não esteve tão errada assim.
 

Acha que fez parte de um grupo no programa? Quem considerava seus principais aliados?
Lucas Pizane - 
No início do programa, a gente se apega muito às pessoas que a gente sente que nos protegeriam. A Fernanda (Bande) era a pessoa que eu sentia que daria a vida por mim; eu tinha muita confiança nisso. Embora eu tivesse pessoas que eram minhas amigas e estavam próximas a mim, se tinha uma pessoa de quem eu sentia 100% que eu passaria por cima de coisas por causa dela, era ela. E eu sentia que ela também passava por cima de coisas por minha causa, porque ela queria o meu melhor, e eu queria o melhor dela. Era uma pessoa em quem eu confiava, nesse sentido de estar fechado para tudo. Até com o Nizam  (Hayek Abou Jokn), que também era uma pessoa que estava próxima a mim, havia muita discordância. A gente votou diferente na maioria das votações. A gente era brother, convivia, mas não estava fechado. Eu tinha uma dupla, a Fernanda, não um grupo.

Você falou na casa que, apesar de estar em algumas conversas, tinha posicionamento contrário a falas citadas nas ocasiões. Hoje, analisando, teria feito algo diferente?
Lucas Pizane - 
Eu não sei se eu faria diferente porque foi a forma que eu reagi diante da situação na qual eu estava inserido. Eu era a pessoa mais jovem dentre as que estavam naquela roda de conversa. Estava com pessoas mais velhas, assim como com pessoas que eu admiro o trabalho, a carreira. Eu sentia um pouco de intimidação em relação às coisas que eu falava ou quando eu tinha uma postura mais apaziguadora... Não vou mentir, ficava intimidado em expor a minha opinião ali. Tanto que às vezes eu chamava uma pessoa mais de confiança, isoladamente, para falar o que eu estava pensando. Quando eu vejo isso aqui de fora, é muito claro para mim, porque eu sei o que estava passando na minha cabeça naquele momento. Eu realmente estava muito desconfortável. Obviamente eu não sabia da linha narrativa que se criaria baseado naquilo aqui fora. Lá dentro, era como se tivesse sido algo pontual, e aqui fora foi algo realmente massificado. Para mim, já tinha passado, embora não tivesse passado aqui fora. Aquilo deveria ter sido solucionado, mas eu não consegui solucionar. Acredito que minha eliminação passou por isso. Vendo aqui de fora, com certeza eu gostaria que fosse diferente. Gostaria de ter conversado com a Yasmin (Brunet), de ter me posicionado de uma forma menos branda com o Nizam - porque eu cheguei a conversar com ele, mas talvez devesse ter sido mais incisivo, porque eu não tinha concordado, não era legal, não devia ter sido falado.

O que foi determinante em sua eliminação, na sua opinião?
Lucas Pizane - 
Foi realmente a minha omissão com relação a um acontecimento que, talvez, eu não tenha dimensionado da forma correta naquele momento. Deveria ter enxergado com mais clareza o que estava acontecendo, a proporção que aquilo poderia ter tomado, e ter uma posição mais firme. Tive uma conversa com a Yasmin, uma conversa de peso na consciência; tive uma conversa com o Nizam, porque não queria que ele falasse mais aquilo. Mas, acredito que talvez pudesse ter sido de forma mais expressiva.

Que experiências vão ficar marcadas em sua memória da participação no reality show?
Lucas Pizane - 
A experiência e privilégio de estar lá são muito legais! É um grupo pequeno de pessoas, então ter sido escolhido já é muito especial. Mas claro que vários momentos que vivi estão marcados na minha história: vencer uma prova do líder, na parte em grupo, por mais que eu não tenha ganhado o sorteio; ter sido imunizado por uma pessoa que eu gosto tanto, o Alegrete  (Matteus Amaral); ter ido para o "Cine BBB" e me sentido em casa com pessoas que eu gosto; ter participado da ativação do Mercado Livre... Tudo foi muito legal, demais!

Que amigos vai levar do "BBB 24" para fora do programa?
Lucas Pizane - 
Com certeza a Fernanda (Bande). Lá dentro eu já sentia isso, aqui fora sinto mais ainda. Ela foi uma bênção. Estava no meu top 2 porque fazia eu me conectar com a minha essência, por se parecer muito com as pessoas que eu tenho aqui fora. Ela me lembra muito minha namorada, me lembra muito a minha tia. Com certeza é uma pessoa que eu quero levar para a vida. Também gostaria de ter uma conversa pós-programa com a Yasmin Brunet, que foi uma pessoa de quem eu gostei muito na casa. E o Alegrete, um cara sensacional! Puro, com o coração muito bom. Quero conhecer a terra dele, quero estar junto dele. Ele sofreu muito com a minha saída e eu fiquei muito mal de vê-lo sofrendo, porque ele é muito bom, muito! 


Qual você acha que é o melhor jogador do "BBB 24", aquele que tem mais chances de chegar à final?
Lucas Pizane - 
Eu gosto muito da Deniziane (Ferreira). Ela tem um foco muito legal, torço muito por ela. Conheci um pouco da história dela e, apesar de estar em um grupo diferente, era a pessoa de fora que eu mais me relacionava. Acho que ela está bem focada e tem tudo para chegar à final.

Para quem fica sua torcida pelo primeiro lugar do "BBB"?
Lucas Pizane - 
Apesar de enxergar da forma racional que a Deniziane é forte, a minha torcida é fruto da minha emoção. Torço muito para a Fernanda e o Alegrete chegarem lá. São duas pessoas muito legais, que não tiveram erros. Diferente do Nizam, que foi uma pessoa de quem gostei muito, mas claramente tem algo a aprender, a ser resolvido, e acho que isso não será recompensado com o prêmio - e nem tem como eu torcer para isso, porque foram coisas com que não concordei, não achei certas. 

Quais são os planos para hoje, após o "BBB"? Algo planejado para a carreira musical?
Lucas Pizane - 
É muito legal de pensar porque eu saí antes do Carnaval, né? (risos) Tem o Carnaval pela frente, estou aqui aberto às oportunidades que podem surgir, vou avaliar. Mas primeiro vou chegar ao mundo real, entender o que está acontecendo na minha cidade. Quero ter meus lançamentos, vou continuar com eles, e dar seguimento na minha carreira, que é meu sonho primordial, desde antes de entrar no programa. Então, estou aberto a colher os frutos que o programa pode me dar para dar seguimento a algo que eu já ia seguir, de qualquer maneira, com o programa ou não. Agora eu tenho um pouquinho mais de gente acompanhando essa trajetória comigo, então espero que dê tudo certo (risos)! 


Sobre o "Big Brother Brasil"
"BBB 24" tem apresentação de Tadeu Schmidt, produção de Mariana Mónaco, direção artística de Rodrigo Dourado e direção de gênero de Boninho. O programa vai ao ar de segunda a sábado após "Terra e Paixão", e domingos, após o "Fantástico". Além da exibição diária na TV Globo, o "BBB 24" pode ser visto 24 horas por dia no Globoplay, que conta com 12 sinais com transmissão simultânea, incluindo o mosaico de câmeras, as íntegras e os vídeos dos melhores momentos, edições do "Click BBB" e o "Mesacast BBB", que também terá distribuição de trechos no streaming, no gshow, nas redes sociais e plataformas de vídeos, incluindo a versão em áudio no gshow e nas plataformas de podcast. 

Todos os dias, logo após a transmissão na TV Globo, o Multishow exibe uma hora de conteúdo ao vivo, direto da casa. O canal ainda conta com flashes diários, ao longo da programação, e com o "BBB - A Eliminação", exibido à 0h30 de quarta para quinta-feira. No gshow, o público pode votar e decidir quem permanece ou deixa o jogo e acompanhar a página "BBB Hoje" as páginas dos participantes e conteúdos exclusivos, como o "Bate-Papo BBB", enquetes e resumos do que de melhor acontece na casa.

.: "O Amor na Influência": Regina Volpato e Gabriel Santana estreiam podcast


A Wondery, estúdio de podcasts da Amazon, anuncia hoje a estreia de seu primeiro videocast, "O Amor na Influência". À frente da atração estão a jornalista, escritora e apresentadora de TV Regina Volpato e o ator Gabriel Santana. Com estreia marcada para 23 de janeiro, o programa vai trazer sempre um tema diferente e influenciadores convidados para debater e contar suas histórias de amor e sobre todos os tipos de relacionamento.

Os episódios serão lançados semanalmente, sempre às 17h nas terças-feiras, em todos os serviços de streaming de áudio e também em vídeo no canal da Wondery no YouTube. O programa marca a estreia do canal do estúdio, e novos videocasts serão lançados por lá ao longo do ano. O programa de estreia fala sobre as diferentes formas de amar, com Erick Mafra, que se assumiu panssexual e demissexual, e Lázaro Freitas, influencer bissexual, falando sobre como foi o processo de se descobrir LGBTQIA+. 

Já o segundo episódio, focado no amor próprio, tem a participação de Ellora Haonne, apresentadora de um podcast sobre o tema - o “Fiz o Que Pude”. No terceiro episódio, o ex-"BBB" Fred Nicácio aborda sua experiência com poliamor enquanto relembra seus momentos de confinamento junto com o apresentador de "O Amor na Influência", Gabriel Santana.

Além dos debates e histórias dos convidados, "O Amor na Influência" também trará alguns jogos ao final de cada episódio, como por exemplo “Eu Nunca”, em que os apresentadores e convidados respondem sobre coisas que já ou nunca fizeram, e “Gosto/Não Gosto”, que vai revelar mais sobre os gostos de cada um.

“Tem sido muito prazeroso conversar sobre relacionamentos com esta geração tão mais jovem que eu”, diz Regina Volpato. “No EuAchoRV, quadro que produzo em minhas redes, eu consigo ter uma boa noção de como as pessoas estão lidando com os sentimentos, o que me ajuda muito no 'O Amor na Influência'. É sempre muito divertido constatar os caminhos que trilhamos na busca pelo amor. Estou feliz, também, por este meu novo relacionamento com o Amazon Music, um serviço de streaming de áudio que eu admiro bastante”, completa.

“Quando me chamaram para o projeto fiquei muito feliz, pois sempre quis ter um espaço para falar o que penso”, conta Gabriel Santana. “O podcast tem tudo a ver com o que acredito, com o que eu quero dizer às pessoas, e a expectativa é que seja um lugar aberto para debate e que todos possam acompanhar as histórias e trajetórias dos convidados. É uma oportunidade que tanto eu quanto os ouvintes e convidados temos para aprender com o outro”, finaliza. E você sabia que este podcast pode ser acessado via Alexa no app do Amazon Music, pelo celular, dispositivos Echo e Fire TV? Divirta-se com esse e outros conteúdos com um pedido. É só dizer “Alexa, tocar ‘O Amor na Influência’ no Amazon Music”.

.: Thalyta Alves, do "BBB 24": "O silêncio pode ser o maior grito de uma pessoa"


As revelações da segunda eliminada do "BBB 24": "As pessoas queriam treta e eu não estava disposta a passar por cima dos meus valores para isso". Fotos: Globo/João Cotta


Thalyta Alves entrou no "Big Brother Brasil" da mesma maneira que seu maior rival no reality show. Ainda na noite da estreia, por trás de paredes de vidro, estavam ali os sonhos e os destinos de 11 pessoas. O seu e o de Juninho foram dois dos escolhidos para terem seguimento na casa mais vigiada do país. Depois de seis dias no programa, a mineira acredita que entrar horas depois dos primeiros brothers fez diferença em seu desempenho e diz que, embora tenha sido eleita pelos próprios participantes, quando chegou ao game, percebeu que a escolha não foi acolhida por todos. 

No último domingo, dia 14, a advogada deixou a competição com o menor percentual dentre os três emparedados, também membros do chamado "Puxadinho": recebeu 22,71% dos votos para ficar depois de protagonizar a primeira discussão da temporada e não ter aceitado um acordo com o grupo junto ao qual entrou no programa. “Tudo acontece no momento em que tem que acontecer. Eu não estava me adaptando ao jogo, foi muito difícil para mim. Mas acredito que se eu tivesse feito o pacto, eu não teria saído. Contudo, não adiantaria, porque eu iria contra aquilo que o meu coração estava pedindo. Agora eu estou aqui e está tudo certo. Antes estar aqui com as minhas verdades, com os meus valores, com a minha mãe orgulhosa de mim do que estar lá dentro concorrendo a milhões de reais, mas pisando nos outros, fazendo besteira e não sendo leal a mim. Dinheiro é bom, mas ter o orgulho dos nossos pais é muito melhor”, avalia a ex-sister. A seguir, Thalyta faz um balanço de sua passagem pelo "BBB 24", revela os aprendizados que tira da experiência e conta que alianças teria feito se permanecesse por mais tempo no jogo.


O que a experiência de participar do "BBB 24" significou para você?
Thalyta Alves -
Representou um sonho, apesar de muito curto. Eu vivi esse sonho e tentei dar o meu melhor; não foi o suficiente. Mas como todo sonho, a gente acorda e sonha outras coisas. Agora, com a visibilidade que eu ganhei, eu vou tentar realizar o que eu gostaria de ter conseguido no programa, conquistar por mérito meu e correr atrás aqui fora.
 

Embora tenha sido a segunda eliminada da temporada, você ficou menos de uma semana na casa. Na sua opinião, o que faltou para ir mais longe no jogo?
Thalyta Alves - 
Posicionamento. As pessoas queriam treta e eu não estava disposta a passar por cima dos meus valores para isso.
 

Você entrou no "BBB" por meio da dinâmica que aconteceu por trás dos vidros na primeira noite da temporada. O que passou pela sua cabeça naquele momento em que precisava se apresentar para conseguir uma vaga no programa?   
Thalyta Alves - 
Passou pela minha cabeça que o meu sonho estava nas mãos de outras pessoas e eu tinha 30 segundos para fazê-las entenderem a importância daquele sonho e, consequentemente, o Brasil todo. Eu estava nervosa, não estava esperando entrar desse jeito. Quando me escolheram, eu me senti muito grata, muito feliz e falei "bora, bora". Só que, quando entrei na casa, eu vi que essa escolha não foi 100% acolhida e exercida. Eu não me senti acolhida, porque só eu tinha que ir atrás, só eu que tinha que falar, só eu que tinha que me apresentar... Foram poucas horas de diferença entre a nossa entrada e a do restante, mas parecia muito mais, parecia que eu estava de visita na casa dos outros. Mas não era a casa dos outros, era do Brasil todo. Eu acho que faltou deixarem eu me mostrar e me conhecer ali dentro.

Você, o Juninho e o Davi entraram no "BBB" juntos, após os outros 18 participantes, e depois se enfrentaram no paredão. O que levou a um rompimento com os membros do "Puxadinho"?
Thalyta Alves - 
A falta de afinidade. A gente não tinha afinidade o suficiente para combinar de irmos todos em uma pessoa e não nos votarmos. A gente tanto não tinha afinidade, que foi proposto aquele plano de não se votar e nem foi cogitado em quem votar. Aí ficaram oito gatos pingados votando um em cada um, o que não daria em nada.
 

Por que você não quis combinar voto com o grupo nem formar uma aliança com eles? 
Thalyta Alves - 
Na verdade, eu não quis com o Juninho, porque ele era uma opção de voto minha. Com ele eu não poderia, porque ali a palavra é muito importante. Eu não poderia ter duas palavras.
 

O que mais te chateou naquela conversa com o Juninho que culminou na discussão?
Thalyta Alves - 
Eu acho que ele ficou muito pilhado com o queridômetro, ele achou que tinha sido eu a dar “Planta” para ele. E não fui eu - o público viu. Ele queria se salvar, assim como o Davi - jogador para caramba, está super certo. Ali, eles queriam fazer um pacto de não nos votarmos e eu falei que não. Num primeiro momento, eu não havia entendido e, depois, não houve pacto. Quando ele cogitou que esse acordo existiria, eu juntei todos e falei: "Para mim não dá. Isso não faz parte de quem eu sou, não é a minha verdade. Eu não vou fazer isso". Eu tinha outras prioridades lá dentro, tinha outras pessoas que eu queria conhecer ainda. Foi isso: eu dei um "tiro no pé" e estou aqui.

Pouco tempo depois da briga, você votou no Juninho no confessionário, e ele te puxou no contragolpe para o paredão. Acredita que, se vocês dois tivessem se resolvido ali, poderia não ter sido eliminada?
Thalyta Alves - 
Tudo acontece no momento em que tem que acontecer. Eu não estava me adaptando ao jogo, foi muito difícil para mim. Mas acredito que se eu tivesse feito o pacto, eu não teria saído. Contudo, não adiantaria, porque eu iria contra aquilo que o meu coração estava pedindo. Agora eu estou aqui e está tudo certo. Antes estar aqui com as minhas verdades, com os meus valores, com a minha mãe orgulhosa de mim do que estar lá dentro concorrendo a milhões de reais, mas pisando nos outros, fazendo besteira e não sendo leal a mim. Dinheiro é bom, mas ter o orgulho dos nossos pais é muito melhor.

Com quem buscaria fazer alianças se pudesse permanecer por mais tempo no reality?
Thalyta Alves - 
Eu até tentei me aproximar bastante do (MC) Bin Laden, gostaria de fazer aliança com ele. Com o Marcus e a Beatriz eu fiz amizade, mas a gente não tinha aliança. O Marcus é uma das pessoas das quais eu mais gosto lá dentro, a quem eu defenderia e não votaria, mas faltou ser aliado no jogo, não só amigo na vida.
 

Alguns participantes mencionaram que vocês do "Puxadinho" não estariam conseguindo se enturmar com a galera da casa. Concorda que essa tenha sido uma dificuldade?
Thalyta Alves - 
Com certeza foi, todo mundo viu. Seria loucura dizer que não. Quando você chega por último, as pessoas estão numa prova e logo depois tem formação de paredão, qualquer aproximação pode ser interpretada como falsidade. Eu e outras pessoas que estavam ao meu lado não queríamos parecer falsas. Talvez tenha faltado um pouco de malícia em nós. A gente sentiu que os meninos foram um pouco mais bem recepcionados por alguns. E nós estávamos ali sozinhos, tanto que ficamos lá no chão, perdidos.

Quem você deseja ver campeão do "BBB 24"?
Thalyta Alves - 
Eu gostaria muito que ganhasse Michel, Giovanna, Raquele, Marcus ou Isabelle. Mas acho que o prêmio deve ficar entre Isabelle e Beatriz. Ou com o Davi, porque ele está se saindo muito bem, ele é um menino sensacional e um jogador muito inteligente. Nós tivemos afinidade. Ali dentro, como eu estava com muita dificuldade, qualquer troca valia muito.

Que aprendizados você tira dessa experiência?
Thalyta Alves - 
Que o silêncio pode ser o maior grito de uma pessoa. Eu fiquei em silêncio lá dentro porque eu estava desesperadamente tentando me encaixar e não estava conseguindo. Talvez, se o Brasil estivesse vendo que eu realmente estava tentando...mas não viu e é isso. A gente não agrada todo mundo nem acerta sempre.
 

Quais são seus planos para essa fase pós-"BBB"? Pretende continuar advogando?
Thalyta Alves - 
Eu ainda não consegui pensar, mas quero continuar advogando, sim. Quero ver as oportunidades que eu vou tirar dessa experiência. Eu tinha mil seguidores e agora estou com 69 mil. Então, vou correr atrás dos meus sonhos e ver no que vai dar. Mas eu quero continuar estudando, fazer pós-graduação, tudo isso...

Sobre o "Big Brother Brasil"
"BBB 24" tem apresentação de Tadeu Schmidt, produção de Mariana Mónaco, direção artística de Rodrigo Dourado e direção de gênero de Boninho. O programa vai ao ar de segunda a sábado após "Terra e Paixão", e domingos, após o "Fantástico". Além da exibição diária na TV Globo, o "BBB 24" pode ser visto 24 horas por dia no Globoplay, que conta com 12 sinais com transmissão simultânea, incluindo o mosaico de câmeras, as íntegras e os vídeos dos melhores momentos, edições do "Click BBB" e o "Mesacast BBB", que também terá distribuição de trechos no streaming, no gshow, nas redes sociais e plataformas de vídeos, incluindo a versão em áudio no gshow e nas plataformas de podcast. 

Todos os dias, logo após a transmissão na TV Globo, o Multishow exibe uma hora de conteúdo ao vivo, direto da casa. O canal ainda conta com flashes diários, ao longo da programação, e com o "BBB - A Eliminação", exibido à 0h30 de quarta para quinta-feira. No gshow, o público pode votar e decidir quem permanece ou deixa o jogo e acompanhar a página "BBB Hoje" as páginas dos participantes e conteúdos exclusivos, como o "Bate-Papo BBB", enquetes e resumos do que de melhor acontece na casa.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

.: Entrevista: Walcyr Carrasco comenta "Terra e Paixão", que chega ao fim


Walcyr Carrasco, autor da trama, comenta as emoções finais da novela. Foto: Globo/Reginaldo Teixeira

Os capítulos finais de "Terra e Paixão", novela escrita por Walcyr Carrasco e Thelma Guedes, prometem fortes emoções envolvendo o mistério sobre a morte de Agatha (Eliane Giardini) e os destinos de Irene (Gloria Pires) e Antônio (Tony Ramos). Os desfechos de Aline (Barbara Reis) e Caio (Cauã Reymond), assim como o de Ramiro (Amaury Lorenzo) e Kelvin (Diego Martins) também são aguardados pelo público. 

Em cenas previstas para irem ao ar a partir de hoje, dia 17, Iraê (Suyane Moreira) e Vinicius (Paulo Rocha) se casam após uma passagem de tempo e a partir de quinta, dia 18, Aline e Caio fazem uma celebração da união no hospital onde Lucinda (Débora Falabella) está internada, para que ela participe da cerimônia, e em seguida se casam na igreja com todos os convidados presentes. A noiva é conduzida pela mãe Jussara (Tatiana Tiburcio) até o altar e fortes emoções embalam o aguardado casamento. 

Já no último capítulo, Michel Teló é o convidado do bar Naitendei e promete agitar a noite de Nova Primavera. O autor Walcyr Carrasco, que escreve a novela ao lado de Thelma Guedes, fala um pouco sobre a repercussão deste último trabalho e revela que previu o sucesso do casal Kelmiro. Confirma abaixo a entrevista com Walcyr Carrasco.


A que atribui o interesse do público por 'Terra e Paixão'?
Walcyr Carrasco - 'Terra e Paixão' é assumidamente uma novela com a estrutura clássica de amor romântico, com seus problemas e ao mesmo tempo traz a rivalidade entre pai e filho.

 
Que balanço faz nessa reta final?
Walcyr Carrasco - Não sou de fazer balanços, mas posso dizer que a novela deu certo, cumpriu as expectativas e me deixou muito feliz!

 
Muitos fãs te consideram um “Pai” na internet, principalmente por entregar o entretenimento que eles querem. Consegue acompanhar a repercussão nas redes?
Walcyr Carrasco - Sou uma pessoa muito retraída. Mas gosto de ouvir e ler o que os fãs comentam na internet, gosto de sentir a reação deles no desenrolar da novela. Há muita coisa importante que é dita e deve ser ouvida.

 
Imaginava o sucesso do casal Kelvin e Ramiro antes de a novela estrear?
Walcyr Carrasco - Eu tenho uma intuição muito forte, principalmente em relação a tramas amorosas. Eu sentia que Kelvin e Ramiro seriam sucesso. 

 
Suas novelas são marcadas pelo protagonismo de atores mais maduros. Tony Ramos , Gloria Pires, Eliane Giardini, Inez Viana e Flávio Bauraqui protagonizaram cenas de destaque na trama e emocionaram. O que tem a dizer sobre eles?
Walcyr Carrasco - Trabalhar com atores experientes e de alto padrão sempre é muito positivo. O que tenho a dizer? O público já disse com seu aplauso.

 
O que falaria pra a atriz Barbara Reis após a entrega dela como Aline.
Walcyr Carrasco -  Continue firme, ainda quero te aplaudir muito! 


No início da novela você comentou que queria mostrar para o espectador um Brasil que poucos conhecem. Considera ter alcançado seu objetivo, visto que a novela passou a fazer parte das rodas de conversa do brasileiro?
Walcyr Carrasco - A novela me fez muito feliz, inclusive por mostrar um Brasil agrícola que poucos conhecem. 

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

.: A produção da 5ª temporada de "Stranger Things" começa oficialmente


"Stranger Things"
é uma declaração de amor aos clássicos dos anos 80 que encantaram uma geração. A história começa na cidade norte-americana de Hawkins, Indiana, quando um menino desaparece sem deixar vestígios. Em busca de respostas, a família e os amigos se envolvem em situações complicadas, que podem ser fatais.

A cidade parece comum, mas esconde mistérios sobrenaturais extraordinários, além de experiências secretas do governo e um portal muito perigoso, que conecta o nosso mundo a um lugar sinistro e muito poderoso. As descobertas dessa turma vão colocar as amizades à prova e mudar as vidas de todos. Depois dessa aventura, Hawkins e o mundo nunca mais serão os mesmos.

Criada pelos Irmãos Duffer, "Stranger Things" estreou em julho de 2016 e rapidamente se tornou uma das séries televisivas mais populares da Netflix, com a temporada 4 acumulando sozinha mais de 140,7 milhões de visualizações mundialmente. Enraizada na nostalgia dos anos 80, provocou o ressurgimento de itens da cultura pop da década em cada temporada, incluindo os waffles Eggo e a New Coke.

Mais recentemente, deu nova vida à música “Running Up That Hill”, de Kate Bush, que fez sucesso no Spotify e entrou para o top 10 da Billboard Hot 100 pela primeira vez desde que foi lançada, em 1985. A série também ganhou mais de 70 prêmios no mundo todo, inclusive Emmys e o prêmio de Melhor Elenco em Série Dramática do Screen Actors Guild, e recebeu mais de 230 indicações. Para os fãs de Stranger Things no mundo todo, 6 de novembro (dia do desaparecimento de Will Byers) marca o Stranger Things Day (‘Dia de Stranger Things’), uma data especial para celebrar o amor pela série.

A temporada 5 foi anunciada como a temporada final de "Stranger Things", com outros projetos do mesmo universo em andamento, incluindo "Stranger Things: The First Shadow" no West End, em Londres, e uma série de animação spin-off. www.netflix.com/StrangerThings

domingo, 14 de janeiro de 2024

.: Entrevista: Nathalia Dill fala sobre "Família É Tudo", próxima novela das sete


De volta às novelas, atriz interpreta a mais velha dos irmãos Mancini em "Família É Tudo", a próxima novela das sete. Foto: Globo/Manoella Mello


Criada pelo pai, Pedro (Paulo Tiefenthaler), e pela avó, Frida (Arlete Salles), Vênus (Nathalia Dill) cresceu cercada por um amor junto aos irmãos Mancini. Agora, com a perda da figura materna, é no sentimento que deu base para sua formação que a primogênita vai se agarrar para comandar a família na busca pela união tão almejada em "Família É Tudo", próxima novela das sete, criada por Daniel Ortiz. 

Adorada pelos quatro irmãos - Júpiter (Thiago Martins), Andrômeda (Ramille), Electra (Juliana Paiva) e Plutão (Isacque Lopes) - Vênus sempre teve o respeito e um papel de liderança no grupo que jamais se reuniu desde que o pai morreu. Segundo Pedro, ela recebeu esse nome por ser linda, brilhante e esquentadinha - assim como na visão dele é o planeta homenageado. Quando Frida desaparece, a neta mais velha está focada em expandir as ações da Fundação Todos Humanos instituição que criou para acolhimento e apoio a jovens. Por tamanho empenho, recebeu dos assistidos a alcunha de “Madre Vênus”. Mas, workaholic, se esquece de cuidar dela mesma e conta com o apoio da amiga Bia (Nina Frosi) e de Babbo (Alanzinho), funcionários leais e dedicados.

Noiva de Mathias (Fernando Pavão), Vênus sonha construir a própria família. Não é apaixonada por ele, mas celebra terem uma boa parceria. Ela nunca esqueceu a dor da traição de Tom (Renato Góes), a quem conheceu na infância e foi seu namorado por anos. E será o reencontro inesperado com o antigo amor que a fará questionar o rumo que tem dado à sua vida. Em meio ao abalo pela perda da figura materna, Vênus se depara com um golpe de Mathias, que não só roubou seu dinheiro como a incriminou em vários delitos. A reaproximação de Tom trará de volta o amor e seu porto seguro. Mas enquanto estiver tentando colocar a família nos eixos e estabelecer com eles um negócio lucrativo para cumprir a missão deixada pela avó, a mocinha precisará lidar com Paulina (Lucy Ramos), ex-mulher do amado, e Brenda (Alexandra Richter), a sogra, que farão de tudo para afastá-la de Tom. 

“A Vênus é alegre, divertida, um pouco atrapalhada, mas sobretudo agregadora. Ela vê o que cada um ao seu redor tem de mais bonito. Fico muito feliz de estar fazendo essa protagonista, uma personagem que é o coração dessa casa, dessa novela. Estou muito animada e com muita expectativa para essa jornada”, destaca a atriz Nathalia Dill, que tem estreia prevista para março. Confira a entrevista com a atriz abaixo.


Conte sobre a sua personagem, quem é a Vênus?
Nathalia Dill - 
Ela é a neta primogênita de Frida (Arlete Salles) e quer realmente unir a família. A Vênus é alegre, divertida, um pouco atrapalhada, mas sobretudo agregadora. Ela vê o que cada um ao seu redor tem de mais bonito.

 

Como foi a preparação para a personagem?
Nathalia Dill - 
Além da leitura de capítulos, que foi fundamental para a construção da personagem e dos relacionamentos, tivemos workshop sobre mitologia e os astros. Foi bem interessante cada um saber um pouco mais sobre seu planeta e entender a correlação que tem da mitologia. Pude entender mais das motivações e como é a relação da Vênus com cada um daqueles irmãos e personagens que giram em torno dela. 

 

Como recebeu a notícia da escalação e como está a expectativa para a estreia? 
Nathalia Dill - 
Eu fiquei muito feliz quando fui convidada e me senti muito honrada. E fico muito feliz também de estar fazendo esta protagonista, uma personagem que é o coração dessa casa, dessa novela. Estou muito animada e com muita expectativa para essa jornada. 

 

Você está voltando a trabalhar com Daniel Ortiz e Fred Mayrink após dez anos. Como é reeditar essa parceria e o que te atraiu neste papel? 
Nathalia Dill - 
Eu estou completamente em êxtase de estar trabalhando de novo com os dois. Gosto muito da direção do Fred e do texto do Daniel. Eu acho que eles dialogam com todos os gêneros, tipos e idades. É uma novela que agrega. Daniel e Fred têm essa característica que é o cerne de uma novela: falar para um público diverso, num país que é diverso.

 

"Família É Tudo" é seu primeiro trabalho de maior duração pós-maternidade. Sente diferença no processo ou precisou de alguma mudança? 
Nathalia Dill - 
É minha primeira novela como protagonista depois da maternidade. Mas eu senti que agora a minha filha já entende mais, então, ao mesmo tempo em que a casa e a vida têm uma dinâmica totalmente diferente, eu consegui ter um bom tempo para me estruturar e estar plena fazendo essa novela. 

 
A novela aborda as relações familiares, o afeto. O título "Família É Tudo" é uma verdade para você?  
Nathalia Dill - Com certeza. Eu acho que a família é o nosso pilar, é o que nos dá ferramentas, suporte e apoio. Família é o que nos dá estrutura para poder viver o resto todo da vida.  Acho muito bonito a novela abordar o que sempre está presente para a gente. Claro que agora aparenta estar mais porque eu passei pela maternidade. Mas a família já estava presente em tudo: na criação, nas ideias. E qual família? Família é aquela que se dá, não tem certo, não tem errado, não tem tipo ideal de família.

 

E houve algum desafio até agora? 
Nathalia Dill - 
Eu acho que agora o maior desafio foi uma situação que eu nunca tinha passado antes, começar uma preparação estando em outra produção, pois as preparações e leituras foram iniciadas quando eu ainda estava trabalhando em "Guerreiros do Sol", novela original Globoplay. Essa dinâmica foi algo inédito para mim, e deu tudo certo.

 

Sobre "Família É Tudo"
Com estreia prevista para março, "Família É Tudo" é uma novela criada por Daniel Ortiz e escrita por Ortiz com Flavia Bessone, Nilton Braga, Daisy Chaves e Claudio Lisboa. Com direção artística de Fred Mayrink e direção de Felipe Louzada, Mariana Richard, Augusto Lana e Naína de Paula, tem estreia prevista para março de 2024. A produção é de Mariana Pinheiro e Claudio Dager e a direção de gênero de José Luiz Villamarim.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

.: Maycon Cosmer: "Entre o que eu falo e as pessoas entendem existe um oceano"


As revelações do primeiro eliminado do "BBB 24": "Abandonei as duas profissões para fazer o que eu sempre sonhei: comida". Fotos: Globo/João Cotta


Foram quatro dias vivendo um sonho. Maycon Cosmer, que sempre almejou entrar no "Big Brother Brasil", chegou ao programa com o desejo de experienciar cada detalhe de uma oportunidade única. Considera que ter materializado essa idealização foi a parte mais especial de sua breve participação no reality show. Não teve tempo de formar alianças, mas criou laços de amizade que pretende carregar para a vida. Ao contrário do que pensou antes do confinamento, não fez da cozinha uma estratégia de jogo: manteve sua paixão no lugar do afeto, optando por cozinhar como forma de demonstrar carinho aos companheiros de competição. 

Pondera, no entanto, que talvez não tenha sido o bastante para que o público o conhecesse por completo, já que não teve votos favoráveis o suficiente para sobreviver ao paredão em que enfrentou Yasmin Brunet e Giovanna Lima, obtendo apenas 8,46% da preferência dos espectadores. “Saí da forma que imaginei que sairia. Eu queria muito ser esse cara de ‘ou eu ganho e vou fazer tudo que eu imaginei, ou eu saio e vou comentar BBB’ – porque eu sou um baita fã do reality! Realmente é um programa curto, mas para nós, lá dentro, o tempo parece que passa muito mais rápido”, comenta. A seguir, confira quem o ex-brother deseja ver campeão da edição, os aprendizados que ele leva do confinamento e seus planos para o pós-"BBB".  
 

O que foi mais especial para você na experiência de participar do "Big Brother Brasil"? 
Maycon Cosmer - Foi materializar a casa e ter pontos de vista que eu sonhei em ter. Por exemplo, nunca tinha visto uma prova do líder pelo ângulo do participante. Quando eu chego à casa do "BBB" e dou um 360 nela inteira, cada cômodo, nossa... Se precisar construir uma casa do "BBB" hoje sem precisar voltar lá, só com a minha descrição, eu tenho certeza de que vai ficar 90% igual, porque eu visualizei muito, curti muito, toquei nas coisas. Foi especial.
 

A passagem pelo programa te trouxe aprendizados? 
Maycon Cosmer - As outras 23 edições me ajudaram a me educar, e a 24ª me mostrou coisas ao meu respeito que eu não sabia. Não tenho dúvidas do quanto essa edição vai mudar a minha perspectiva de mundo e a pessoal também, porque gente nunca está em todos os lugares, em todas as conversas, ao mesmo tempo.
 

Em uma conversa durante a primeira festa, você falou para o Davi que não almejava vencer o "BBB" e, sim, chegar à final. O que você quis dizer?
Maycon Cosmer - Eu sou um cara zero vitimista na vida. Tanto é que eu sou jornalista, sou professor de História, e abandonei as duas profissões para fazer o que eu sempre sonhei: comida. A oportunidade que eu tive de fazer comida foi em uma escola pública; aí eu me descubro o tio da merenda e realizo o sonho da minha vida. Eu nunca trouxe a vitimização no programa também. Falar dos meus projetos com o dinheiro do prêmio poderia cair no limbo da vitimização. Comentei diversas vezes com o MC Bin Laden sobre criar um projeto para crianças com música, mas eu nunca falava para ele do meu projeto para as crianças. Não queria fazer parecer que eu estava me apoiando nisso para ganhar o prêmio do "BBB". Preferi não falar sobre isso naquele momento com o Davi, disse que poderia conversar depois. Não era sobre não querer ganhar o programa, nem querer desmerecer os outros participantes. Mas aquela não era a hora de conversarmos sobre isso. Eu estava em um paredão e eu queria só encurtar assunto. Também era a festa em que só tinham os “megazordes” do pagode. Eu vou perder cinco minutos disso nessa questão? Não, não tenho tempo para isso (risos).
 

A que você atribui a sua eliminação, com apenas quatro dias de reality show
Maycon Cosmer - Saí da forma que imaginei que sairia. Eu queria muito ser esse cara de “ou eu ganho e vou fazer tudo que eu imaginei, ou eu saio e vou comentar BBB” - porque eu sou um baita fã do reality! Eu acompanhava, comprava briga na internet, era essa pessoa que está falando mal de mim hoje... Agora eu entendo que não faz bem questionar a postura de um participante dentro do jogo. Antes, eu assistia ao "BBB" 24 horas por dia e comentava. Hoje, eu seria o cara que estaria esperando a minha entrevista pós-eliminação para assistir por completo, para ter um outro ponto de vista e, aí sim, ter esse entendimento de que “pô, ele tinha mais coisas a dizer”. Realmente é um programa curto, mas para nós, lá dentro, o tempo parece que passa muito mais rápido.
 

Você trabalha na cozinha de uma escola e, no "BBB 24", também se colocou a postos para cozinhar para os demais participantes. Essa postura, na casa, fazia parte da sua estratégia de jogo? 
Maycon Cosmer - De forma nenhuma. No começo, até pensei que o estômago é o segundo cérebro. Mas, conversando com alguns participantes, eu falei: na minha casa seria exatamente igual. Na minha vida, o natural seria isso. Eu abandonei minhas profissões para atuar cozinhando em uma escola porque eu amo servir ao outro. Foi nesse lugar que eu coloquei. Queria servir todo mundo, ajudar todo mundo, fazer a cozinha girar e girar muito.
 

Logo após a saída da prova de resistência, quando retornou à casa, você chorou sozinho no gramado. O que passava pela sua cabeça naquele momento? 
Maycon Cosmer - Muitas vezes meus choros eram de felicidade. Nesse momento tenho vontade de chorar só de lembrar o que eu vivi (risos). É um sonho. E um sonho nunca morre: ou você acorda ou não lembra, mas ele jamais vai morrer. Ali eu estava materializando que tinha acabado de sair de uma prova de resistência do "Big Brother Brasil", entendendo o que os participantes que antes eu assistia pela TV passavam. Foi um choro de emoção: eu vivi uma prova do "BBB". Estava materializando esse sonho por inteiro. Foi uma coisa muito maluca. Fui feliz chorando em todos os cômodos da casa (risos).
 

Fora do "BBB", você foi criticado por algumas falas com o Vinicius Rodrigues. O que teria a dizer a respeito? 
Maycon Cosmer - Primeiro, que o Vinicius é um príncipe. Queria ser amigo dele, compartilhar da história dele. A rede social dele mostra que ele é um cara muito massa e eu queria comprovar isso. Gostei demais do Vini! Em todas as brincadeiras de que participei, dei continuidade ao que ele nos dava liberdade para brincar, falar e fazer. Em momento algum eu quis invadir, ofender. Antes da prova, ele tinha verbalizado muito pra gente que queria brincar, competir; por isso o indiquei para a piscina de geleca. Entre o que eu falo e o que as pessoas entendem existe um oceano, e um oceano em que cada um está em um barquinho diferente: uns estão em um iate, outros em um cruzeiro, outros em um bote salva-vidas... Se eu ofendi alguém, eu só tenho a pedir perdão, porque eu te vi do meu barco; e talvez eu esteja em um bote menos preparado que o seu, ou menor, ou melhor...
 

Já fora da disputa, como avalia a sua decisão de levar a alguns colegas o nome da Yasmin Brunet como opção de voto para a formação de paredão? Teria feito da mesma forma, se pudesse voltar atrás? 
Maycon Cosmer - Em momento algum eu combinei voto trazendo o nome da Yasmin. Eles me perguntaram com quem eu gostaria de ir ao paredão, se fosse indicado, e citei o nome dela. Fui conversando com outras pessoas e vendo que elas tinham a mesma percepção sobre, nas conversas, ela não responder, não trazer nada dela. A minha jogada não era por ter algo contra ela. Mas eu precisava trazer alguém comigo ao paredão. Quando estávamos no quarto falando sobre isso, entrou mais um falando: "meu voto é nela". Pensei: "olha aí, já tem mais uma pessoa que falou que votaria na Yasmin", além daqueles todos que eu achei que estavam comigo". Talvez não seja uma leitura só minha. 
 

Com quais participantes mais se identificou lá dentro e por quê? 
Maycon Cosmer - O Lucas Pizane é um deles. Na prova a gente se divertiu muito! Ele tem aquela malemolência, ele canta... É um cara fantástico! Quero muito tê-lo por perto. A Fernanda (Bande) também. O Alegrete (Matteus Amaral), nossa, que cara bacana. Ele dançando na festa, passando uma inocência, uma brincadeira linda. Também fiquei muito próximo do (Marcus) Vinicius e do MC Bin Laden. O Bin chegou para mim confidenciando que não sabia cozinhar, e eu já falei: cola em mim, que você vai sair daqui fazendo altos rangos (risos). Quero muito tê-los minha vida, caso eles queiram também, claro. 
 

Quem você deseja ver campeão da edição e por quê?
Maycon Cosmer - O Vinicius ou o Alegrete. Quero muito que o Vini escreva a história dele, que ele bata vários recordes, até o próprio. Torço muito pela felicidade dele. E o Alegrete pela história de vida, pelo moleque que ele traz, a essência. Queria muito que o Brasil os conhecesse da forma que eu os conheço porque é muito diferente, muito massa.
 

Você contou que é apaixonado pela sua profissão. Pretende voltar à cozinha da escola? 
Maycon Cosmer - Eu pretendo cozinhar. Na minha casa, na casa de todo mundo. Pretendo muito cozinhar para as pessoas, fazer um estrogonofe de salsicha (risos)... Quero esse lugar de trazer para as pessoas a afetividade da cozinha. Pode ser arroz, feijão e salada, mas se eu empratar isso de uma forma diferente, se eu te servir com carinho, você vai ver que o arroz, o feijão e a salada são diferentes. Quando eu assistia ao "BBB" aqui de fora, ficava olhando as sobremesas intocadas nas festas. Lá dentro, eu provei todos os doces, um por um, porque alguém pensou e fez aquilo com muito carinho pra gente. Eu tive a mesma visão do figurino, também. Cozinha, para mim, está nesse lugar de afeto. 
 

Sobre o "Big Brother Brasil"
O "BBB 24" tem apresentação de Tadeu Schmidt, produção de Mariana Mónaco, direção artística de Rodrigo Dourado e direção de gênero de Boninho. O programa vai ao ar de segunda a sábado após "Terra e Paixão", e domingos, após o "Fantástico". Além da exibição diária na TV Globo, o "BBB 24" pode ser visto 24 horas por dia no Globoplay, que conta com 12 sinais com transmissão simultânea, incluindo o mosaico de câmeras, as íntegras e os vídeos dos melhores momentos, edições do "Click BBB" e o "Mesacast BBB", que também terá distribuição de trechos no streaming, no gshow, nas redes sociais e plataformas de vídeos, incluindo a versão em áudio no gshow e nas plataformas de podcast. 

Todos os dias, logo após a transmissão na TV Globo, o Multishow exibe uma hora de conteúdo ao vivo, direto da casa. O canal ainda conta com flashes diários, ao longo da programação, e com o "BBB - A Eliminação", exibido à 0h30 de quarta para quinta-feira. No gshow, o público pode votar e decidir quem permanece ou deixa o jogo e acompanhar a página "BBB Hoje" as páginas dos participantes e conteúdos exclusivos, como o "Bate-Papo BBB", enquetes e resumos do que de melhor acontece na casa. 
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