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quarta-feira, 19 de junho de 2024

.: 55 anos: TV Cultura exibe estreia de Agnaldo Rayol no "Festa Baile"


"Festa Baile" foi sucesso de público e reunia telespectadores para assistir apresentações de clássicos da música brasileira, no salão do clube Piratininga, em São Paulo. Ainda participam da exibição a Orquestra de Silvio Mazzuca, Trio Irakitan, Zé Ketti, Nelson Gonçalves e Altemar Dutra. Foto: Júlio Cezar Soares | Acervo TV Cultura

Como parte da programação que celebra os 55 anos da TV Cultura, vai ao ar, nesta quinta-feira, dia 21 de junho, edição do Festa Baile com a estreia do apresentador Agnaldo Rayol ao lado de Branca Ribeiro. Gravado em 1982, o programa é exibido a partir da meia-noite (de quinta para sexta-feira), e também recebe nomes como Ayrton e Lolita Rodrigues, Hebe Camargo, Raul Gil e Agnaldo Timóteo.

"Festa Baile" foi sucesso de público e reunia telespectadores para assistir apresentações de clássicos da música brasileira, no salão do clube Piratininga, em São Paulo. Ainda participam da exibição a Orquestra de Silvio Mazzuca, Trio Irakitan, Zé Ketti, Nelson Gonçalves e Altemar Dutra.

Em clima de festa, os artistas e o público celebram a chegada de Agnaldo Rayol, que canta uma seleção de músicas, acompanhado pela Orquestra de Silvio Mazzuca: A Praia (Jovan Wetter – Bruno Silva), Margarida (J. P. Lintz, versão de Fred Jorge) e O Princípio e o Fim (Allan Barrière, versão Nazareno de Brito).

terça-feira, 18 de junho de 2024

.: Maisa Silva estreia na TV Globo para viver a vilã da próxima novela das seis


Maisa estreia na TV Globo para viver antagonista na próxima novela das seis. Foto: Fred Othero

A apresentadora e atriz Maisa Silva fará sua estreia na TV Globo atuando na próxima novela das seis, "Garota do Momento". E ela já chega chegando: será a vilã – que amamos odiar! –  na trama de Alessandra Poggi com direção geral de Jeferson De e direção artística de Natalia Grimberg. A atriz vai dar vida à personagem que será a pedra no sapato da protagonista. A trama vai mostrar a busca de uma jovem pela mãe e sua luta para vencer na vida e realizar seus sonhos no Brasil dos anos 1950. É nesse percurso que os caminhos da mocinha da história e da personagem de Maisa se cruzam. 

"Confesso que estou até agora sem acreditar. Comecei minha carreira como atriz nas novelas e, após um tempo longe da TV, voltar com uma novela na TV Globo e uma personagem diferente de tudo o que já fiz, é muito especial e veio na hora certa", comemora Maisa. "Garota do Momento", a próxima novela das seis da TV Globo, tem previsão de estreia no segundo semestre.

domingo, 16 de junho de 2024

.: "A gente tem que conversar sobre sexualidade", diz Cátia Damasceno


O apresentador e a criadora de conteúdo batem um papo sobre educação sexual, o impacto da internet no conhecimento sobre o assunto, a disparidade entre homens e mulheres que dizem chegar ao orgasmo. Foto: Anna Coutinho

No "Provoca" desta terça-feira, dia 18 de junho, Marcelo Tas recebe a sexóloga e fisioterapeuta urogenital Cátia Damasceno. O apresentador e a criadora de conteúdo batem um papo sobre educação sexual, o impacto da internet no conhecimento sobre o assunto, a disparidade entre homens e mulheres que dizem chegar ao orgasmo, e muito mais. Vai ao ar a partir das 22h, na TV Cultura.

Marcelo Tas e Cátia falam sobre as mudanças que o acesso à internet trouxe: "Olha, por um lado eu vejo uma forma positiva. Eles (adolescentes) têm muito mais acesso à informação de sexualidade do que os nossos pais tiveram durante uma vida inteira. Acho que a internet trouxe uma importância, uma relevância, porque ela abre portas para conversarmos a respeito de sexualidade".

Por outro lado, a sexóloga diz que observou, também, que os pais se abstiveram mais de ter conversas com seus filhos, e destaca a importância de serem os primeiros a abordar temas sobre sexualidade com eles. "O que você dá na primeira infância de resposta ela leva de registro para a segunda infância e adolescência. E ‘se eu não posso falar sobre esse assunto com o meu papai e nem minha mamãe, eu vou perguntar para os meus amiguinhos na internet’. Então, acho que a gente tem que conversar com os nossos filhos sobre sexualidade", complementa.

Na entrevista, Tas traz dados que revelam um desequilíbrio entre a porcentagem de homens héteros que dizem chegar ao orgasmo, 95%, e de mulheres, 65% no caso de mulheres héteros e 78% mulheres sáficas. "O homem, quando ele tem um orgasmo, geralmente ele tem uma ejaculação, a mulher geralmente fica na dúvida, 'será que eu tive? será que eu não tive?'. [...] Nem todas as mulheres terão orgasmos vaginais, a maioria delas terão orgasmos clitorianos, que são vias diferentes de estímulos. Mas tem muita mulher que nunca se tocou e não sabe como aquele clitoris é capaz de proporcionar prazer a ela", conta Cátia.

Ela também fala sobre a crença cultural de que todo o prazer deve ser responsabilidade do homem: "Se a mulher for se tocar nessa hora, ainda tem aquelas frases ‘mas por que você está fazendo isso? Eu não sou suficiente?’. Então é uma desconstrução que tem que ser feita também na cabeça desses homens".

segunda-feira, 10 de junho de 2024

.: Reviravoltas e romances: tudo sobre "Volta por Cima", a próxima novela das 7


Elenco de ‘Volta Por Cima’ inicia a preparação para a próxima novela das sete da TV Globo. Na imagem, Jéssica Ellen e Fabrício Boliveira. Foto: Globo/ Manoella Mello


Parte do elenco de "Volta por Cima", próxima novela das sete da TV Globo, se reuniu na última quarta-feira, dia 5, nos Estúdios Globo, para um workshop de imersão na obra, prevista para estrear no segundo semestre na TV Globo. O momento em preparação ao início das gravações, previstas para julho, marcou os primeiros encontros entre integrantes do projeto, como o dos protagonistas Jéssica Ellen e Fabrício Boliveira com MV Bill. O rapper interpretará Lindomar, pai da personagem de Jéssica, Madá, e amigo de Jão, vivido por Fabrício, na trama de Claudia Souto, com direção artística de André Câmara. 
 
Na expectativa de sua primeira protagonista de novela, Jéssica Ellen falou sobre a importância da coletividade para o sucesso do trabalho: “Estou nervosa, porque é uma responsabilidade grande, mas, ao mesmo tempo, muito feliz com a equipe que a gente tem. Acho que, juntos, vamos conseguir contar uma história bonita e feliz. E a Claudia (Souto) falou uma coisa com a qual eu me identifico muito: a novela é uma coletividade. Embora algumas pessoas tenham destaque, a gente não faz absolutamente nada sozinha. Sou cria do teatro, e, essa energia da coletividade é o que mais me atravessa. Traz a expectativa de que, se a coxia é boa, a gente consegue transparecer isso na tela”
 
A trama terá um bairro fictício do subúrbio do Rio de Janeiro como um dos cenários principais. Fabrício Boliveira comenta sobre a importância de dar protagonismo a esse universo. “Estou feliz em fazer essa novela e com uma percepção positiva, pois a gente vai abrir, de algum jeito, uma lente de aumento para as peculiaridades e as minúcias do subúrbio carioca, que, com certeza, se conecta com todos os subúrbios do Brasil”
 
Também estão no elenco Ailton Graça, Amaury Lorenzo, Betty Faria, Cláudia Missura, Fabio Lago, Iara Jamra, Juliana Alves, Juliano Cazarré, Pri Helena, Rodrigo Fagundes, Tereza Seiblitz, Tonico Pereira, Viviane Araujo, entre outros. Escrita por Claudia Souto, ‘Volta por Cima’ tem estreia prevista para o segundo semestre de 2024.
 

Sobre "Volta por Cima"
"Volta por Cima" conta a história de Madalena (Jéssica Ellen), uma jovem mulher batalhadora que teve que adiar seus sonhos pessoais para ajudar no sustento da família. Apesar das dificuldades, ela não esmorece diante das lutas diárias e vislumbra no empreendedorismo o caminho para um futuro mais próspero. E a de Jorge, conhecido como Jão (Fabrício Boliveira), um jovem que começou como trocador de ônibus, se esforçou para conquistar o sonhado diploma de administração e agora almeja um cargo melhor na empresa, mas é preterido pela indicação de um amigo da mulher do patrão. Madalenas e Jãos existem aos milhares no Brasil: pessoas que buscam diariamente uma vida melhor para si e suas famílias e precisam “se virar” diante dos desafios que o destino traz. São elas que inspiram a próxima novela das sete.
 
É uma novela sobre conquistas e o preço que estamos dispostos a pagar por elas. É também sobre dinheiro, e se ele pode estar acima dos laços familiares. Uma trama que envolve amor, humor, disputas e emoção, cruzando o cotidiano de diversas classes sociais. Ambientada no Rio de Janeiro, "Volta por Cima" terá núcleos em um bairro fictício do subúrbio, mostrando a cultura de bate-bolas, além de abordar os universos de uma empresa de ônibus e do empreendedorismo feminino. “Quem acompanhar nossa novela vai encontrar uma história de pessoas do povo, que poderiam sentar ao seu lado do ônibus, ou cruzar com você no sinal.  Convido o público a se identificar, se emocionar, rir e ser surpreendido ao longo da trama, que guarda muitas reviravoltas”, adianta a autora Claudia Souto. 
 
Na trama, os protagonistas Madalena, a Madá, e Jorge, o Jão, se aproximam em função de uma fatalidade que muda para sempre a vida da família de Madalena. Seu pai, o motorista de ônibus Lindomar (MV Bill), está prestes a se aposentar. Mas, no seu último dia de trabalho, um acidente o impede de gozar de um prêmio milionário feito numa aposta na loteria a caminho da Viação Formosa. A história ganha outros contornos quando Osmar, o tio folgado de Madá, descobre sobre o bilhete e faz de tudo para abocanhar o prêmio a fim de se safar de uma dívida de vida ou morte. “A história fala sobre os resultados das nossas escolhas. Teremos a Madá e o Jão como representantes do povo que luta e batalha com o otimismo e com ética para chegar a suas conquistas. E também aqueles que escolhem outros caminhos”, define o diretor artístico André Câmara. 
 
É essa reflexão que se apresenta ao longo dos capítulos: enquanto a ética norteia a decisão de alguns, outros não resistem aos caminhos tortuosos, mesmo que isso signifique passar por cima da família e da lei. Quem dará de fato a volta por cima? "Volta por Cima" é uma novela criada e escrita por Claudia Souto, com colaboração de Wendell Bendelack, Julia laks, Isadora Wilkingson e Juliana Peres. A novela tem direção artística de André Câmara e direção geral de Caetano Caruso. A produção é de Andrea Kelly e Lucas Zardo, e a direção de gênero, de José Luiz Villamarim.

.: "Religiões de matriz africana ajudam", diz pai-de-santo David Dias no "Provoca"


No bate-papo, David Dias explica a diferença de Umbanda e Candomblé, o significado das palavras saravá e do orixá Exu, fala sobre seu livro "Sincretismo na Umbanda", sobre racismo religioso e muito mais. Foto: Beatriz Oliveira


Nesta terça-feira, dia 11 de junho, Marcelo Tas entrevista o mestre em Ciências da Religião, músico, escritor e pai-de-santo David Dias. No bate-papo, ele explica a diferença de Umbanda e Candomblé, o significado das palavras saravá e do orixá Exu, fala sobre seu livro "Sincretismo na Umbanda", sobre racismo religioso e muito mais. O "Provoca" vai ao ar na TV Cultura, às 22h00.

“Há a necessidade de saber de onde se veio”, diz David Dias. "Por que se demorou tanto para saber?", indaga Tas. “Pessoas negras não tem acesso ao passado, meu passado caiu no Atlântico, foi jogado no Atlântico, então eu não tenho direito ao passaporte dos meus ancestrais (...) pessoa negra... tem alguém que vai buscar o passaporte africano, angolano? Tem alguém que vai buscar a dupla nacionalidade na Itália, na Espanha, Alemanha. Agora o negro não volta pra África para buscar seu passaporte, então por isso que as religiões de matriz africana ajudam a gente a elaborar a ancestralidade. Por isso que memória e ancestralidade são valores inegociáveis para essas culturas”, explica o pai-de-santo.

Em outro momento do programa ele diz: “Cristo não é o problema. Por exemplo, eu que sou de terreiro, eu sou umbandista, porque eu teria problemas com Cristo? Mas quando eu olho para a sociedade, se eu saio com essa roupa na rua, há pessoas que me matam em nome dele. O que está acontecendo?", pergunta Tas. “Isso é racismo, racismo religioso. Para você entender, Tas, se eu colocar uma roupa branca em você, um filá na cabeça, guias no seu pescoço e falar vamos até o metrô, nós dois sofreremos racismo. Você vai sofrer racismo (...) mas não pela cor da pele, e sim pelos elementos que você usa que indicam exatamente de onde é essa religião”, comenta Dias.

Sobre seu livro "Sincretismo na Umbanda", David explica: “o sincretismo é um fenômeno de encontro presente em todas as religiões (...) quando você tem três, quatro religiões, e coloca tudo dentro de um balaio, mistura, ali você tem um fenômeno do sincretismo, sincretismo é mistura (...) quando a gente pensa no encontro da água do mar, com a do rio, a gente vai perceber que na nossa ideia surge uma terceira água (...) só que se eu tenho um riacho e o mar invade aquele rio, eu tenho gosto de água salgada (...) você não vê mais o rio, mas muita coisa do mar (...) sempre que há esse fenômeno, culturas dominantes, de prevalência e poder, acabam marcando, ditando a regra, ganhando a guerra (...) e com isso perdemos identidade”, afirma. Compre o livro "Sincretismo na Umbanda", de David Dias, neste link.

domingo, 2 de junho de 2024

.: Tudo sobre "Mania de Você", a próxima novela das 9, de João Emanuel Carneiro


Elenco e equipe iniciam os trabalhos de produção da nova obra de João Emanuel Carneiro, prevista para estrear no segundo semestre. 
Viola (Gabz) é a protagonista da novela. Foto: Globo/ Manoella Mello


As gravações de "Mania de Você", próxima novela das nove da TV Globo, começaram nesta semana no Rio de Janeiro, em locações externas. Nas primeiras diárias, abriram o set de filmagem as atrizes Gabz e Agatha Moreira, que interpretam Viola e Luma, respectivamente, e o ator Chay Suede, que dá vida ao vilão Mavi. Empolgados, os atores comemoram o início dos trabalhos na trama de João Emanuel Carneiro, com direção artística de Carlos Araújo. “Poder interpretar uma protagonista numa novela do João Emanuel, no horário das nove, é algo incrível. É o momento de mostrar meu trabalho para mais gente. Além de poder trabalhar com tanta gente incrível e maravilhosa”, declara Gabz.

Parceira de cena de Gabz, Agatha Moreira conta como foi o primeiro dia no set. “Temos uma história potente para contar e estamos bastante animados com esse trabalho. Fizemos algumas semanas de preparação e estamos muito afinados. Minhas primeiras cenas foram com o Chay. Foi divertida de fazer, com bastante humor. Algumas coisas foram acontecendo sem serem combinadas para a cena, mas que funcionaram muito bem”, adianta a atriz.

Já Chay Suede demonstra a alegria em fazer parte desse trabalho e da parceria com o autor. "Fiquei entusiasmado quando recebi o convite. E, quando tive contato com os primeiros capítulos, minhas expectativas se confirmaram. Estou muito feliz em repetir a parceria com João Emanuel, e muito animado por todas as parcerias que esse projeto irá me proporcionar”, diz.

A próxima etapa de produção será na Costa Verde do Rio de Janeiro, em Angra dos Reis. Na primeira quinzena de junho, parte do elenco, equipe de direção e produção embarcam para cerca de 20 dias de gravação em diferentes ilhas da região. Além dos quatro protagonistas – Gabz, Agatha, Chay e Nicolas Prattes – outros nomes do elenco também gravarão no local. Estão previstas cenas com Adriana Esteves, Rodrigo Lombardi, Mariana Ximenes, Eliane Giardini, Antonio Saboia, Allan Souza Lima, Jaffar Bambirra, Ana Beatriz Nogueira, Thalita Carauta, Lucas Wickhaus, Duda Batsow, Gi Fernandes, Paulo Mendes, Mariana Santos e Danilo Grangheia.

 

A novela
Viola (Gabz) tem mania de batalhar por uma vida melhor, de se apaixonar pelo lado bom das coisas, de não desistir diante das dificuldades e de cozinhar como ninguém. Luma (Agatha Moreira) também é obcecada pela gastronomia, mas tem mania mesmo é do seu amado Rudá (Nicolas Prattes). Rudá achava que tinha mania de Luma até conhecer Viola, que chega na vida dos dois ao lado do namorado, Mavi (Chay Suede). Mavi, por sua vez, tem muita mania de Viola, mas, se lhe faltar paixão, ele tem mais é mania de poder. E João Emanuel Carneiro tem mania de criar histórias surpreendentes, que transformam a fronteira tênue entre o bem e o mal em combustível para a torcida do público por diferentes personagens, capazes de revelar novas facetas a cada capítulo. 

Isso, temperado por muito romance, drama, mistério, aventura e pitadas de humor, é a junção de ingredientes de "Mania de Você", criada e escrita por João Emanuel Carneiro, com direção artística de Carlos Araújo, dupla premiada pelo recente sucesso da dramaturgia, "Todas as Flores". A trama, desta vez, vai partir da amizade entre duas jovens, Viola e Luma, que parecem predestinadas a entrarem, literalmente, uma na vida da outra. Nascidas no mesmo dia, em situações bem distintas, elas se conhecem anos mais tarde, unidas por coincidências que vão além da data de aniversário. 

De origem humilde, Viola se muda com o namorado Mavi para Angra dos Reis, onde Luma tem uma vida luxuosa, bancada pelo homem que acredita ser seu pai, o inescrupuloso Molina (Rodrigo Lombardi), empresário do ramo de cibersegurança. Ele mantém, há décadas, um relacionamento não assumido com sua submissa funcionária Mércia (Adriana Esteves), mãe de Mavi. A recém-formada chef de cozinha, Luma, namora Rudá, que acaba conhecendo Viola por acaso. Assim, começa a trajetória da dupla, que vai da paixão pelas receitas à obsessão pelo mesmo homem, da conexão imediata ao ponto de uma passar a viver a realidade que era da amiga, dez anos mais tarde. 

Uma jornada dividida entre a cumplicidade e a rivalidade, que as inclui num quarteto amoroso e é impactada por uma série de circunstâncias, reviravoltas e surpresas, como o segredo em torno de um assassinato. “Essa é uma trama sobre a vida de duas mulheres que, ora são amigas, ora se tornam inimigas. Isso conduz a história dos quatro protagonistas e de personagens que se relacionam com eles. São esses encontros da vida que se tornam ‘mania’, obsessão. Mas também é uma história sobre temas universais, como amor e poder”, define o autor. 

Como pano de fundo dessas histórias, está o cenário da natureza paradisíaca da região de Angra dos Reis, Costa Verde do Rio de Janeiro, onde a atmosfera cosmopolita dos resorts convive com a simplicidade das comunidades locais. Além disso, estão previstas gravações em Portugal, local onde se desenrola a trama de um dos protagonistas. No elenco, também estão previstos nomes como Alanis Guillen, Bruno Montaleone, Bukassa Kabengele, Ângelo Antônio, Joana de Verona, Liza Del Dala, entre outros. 

"Mania de Você" é uma novela criada e escrita por João Emanuel Carneiro, com colaboração de Eliane Garcia, Marcia Prates, Marina Luisa e Zé Dassilva e pesquisa de texto de Marta Rangel. A novela tem direção artística de Carlos Araújo, direção geral de Noa Bressane e direção de Isabella Teixeira, Philippe Barcinski, Guilherme Azevedo e Igor verde. A produção é de Gustavo Rebelo, Luis Otavio e Lucas Zardo, e a direção de gênero, de José Luiz Villamarim. A novela tem previsão de estreia no segundo semestre deste ano.

sábado, 1 de junho de 2024

.: "Os times têm que perder jogos por conta de racismo", diz Fred Bruno


Influenciador digital fala também sobre saúde mental no futebol, machismo, infância e muito mais. Foto: Beatriz Oliveira


Na terça-feira, dia 4 de junho, Marcelo Tas conversa, no "Provoca" (ouça o podcast neste link), com o jornalista e influenciador digital Fred Bruno, do canal "Desimpedidos". Na entrevista, ele explica o que é o programa, que existe desde 2013; conta sobre o sonho de ser jogador de futebol desde pequeno e sua paixão pelo esporte até hoje; sobre sua infância vendendo doces com sua mãe na porta da escola; fala sobre racismo, machismo, saúde mental e muito mais. Vai ao ar na TV Cultura, no app Cultura Play, além do YouTube, Facebook e X, a partir das 22h.

Na edição, Tas pergunta sobre saúde mental no futebol. “Eu tive uma conversa com o Richarlyson recentemente que viralizou no mundo da psicologia, viralizou entre vários torcedores porque ele fala: ‘Fred, eu ia para Seleção, jogava mal, voltava, não queria treinar, não queria sair de casa, tinha lesão por conta disso e aí o meu fisioterapeuta falou: 'como estão as coisas? Tudo bem?' E eu falei não, estou com problema em casa, e ele falou: 'vai na terapeuta'. Acho que o caminho seja esse, cada vez mais termos jogadores falando sobre isso porque você vai quebrando esse tabu”, diz Fred.

Como tratar de temas como o racismo no futebol?, indaga Tas. “Eu acho que o primeiro é a conscientização, das pessoas se informarem, lerem e ouvirem sobre o assunto e, infelizmente, eu acho que outro método eficaz é a punição. Os times têm que perder jogos por conta de racismo. Teve caso de racismo? Foi 3 X 0 pro Valência, não interessa, 3 X 0 pro Real Madrid. Se explicando as pessoas não entendem, então que seja na base da punição”, expõe o jornalista.

Em outro momento do "Provoca", o influenciador responde quem o ensinou sobre o machismo. “Teve um momento muito marcante dentro dos 'Desimpedidos', porque nós tínhamos um quadro que chamava 'Momento Boiola', a gente pegava posts de jogadores que tinham algum trejeito e ficava zuando em cima daquilo. O púbico amava na época. E eu fui fazendo e foi me incomodando, até porque meu irmão na época se considerava mulher e era lésbica, e eu pensei, pô eu tenho uma pessoa homossexual dentro de casa e eu tô fazendo piadas homossexuais, não faz o menor sentido. E aí aquilo começou a me incomodar, e o quadro estava estourando, e eu anunciei que não ia fazer mais, aí tomei um hater gigantesco".

Sobre sua mãe, Fred diz: “Minha mãe foi vendedora ambulante (...) e eu trabalhei com ela desde os meus 9 anos vendendo doce na porta da escola. Tas pergunta: 'já fugiu do rapa?' “Várias vezes, uma das maiores tristezas, minha mãe tinha uma barraquinha que a gente montava (...) e lembro de ver minha mãe chorando que o dinheiro do mês tinha sido levado pela polícia”, relembra.

Tas pergunta aonde ele quer chegar. “Eu quero cada vez mais estar na vida das pessoas, pelo celular, pela televisão, fazer diferença na vida das pessoas, mas acima de tudo divertir elas. Eu não consigo me comunicar, me relacionar com as pessoas se eu não diverti-las”, finaliza.

sexta-feira, 31 de maio de 2024

.: Réplica em tamanho real da casa dos Simpsons existe e está em Nevada


A casa réplica do seriado "Os Simpsons", no número 712 da rua Red Bark Lane, na cidade de Henderson- Nevada, custa atualmente US$ 429.700 dólares (cerca de R$ 2.169.000 milhões de reais na cotação atual). A propriedade construída em 1997, possui 202 metros quadrados, com quatro quartos e dois banheiros. A pesquisa foi feita pelo corretor de imóveis Daniel Dourado, autor do livro "O Pulo do Gato no Airbnb: 111 Dicas Descomplicadas para Atrair os Melhores Hóspedes e Alavancar seus Lucros".

Especialista em imóveis na Flórida, Daniel explica que essa fascinante propriedade, inicialmente construída como parte de uma promoção de "The Simpsons - O Filme", conquistou seu lugar como uma das atrações turísticas mais singulares e cobiçadas do país. Após o término da promoção do filme, a casa dos Simpsons permaneceu em Henderson como uma residência privada. No entanto, sua fama perdurou, e ela se tornou um ponto de referência para visitantes de todo o mundo. A cada ano, milhares de entusiastas da cultura pop fazem uma peregrinação até Henderson para tirar fotos em frente à casa dos Simpsons.

"Como corretor de imóveis experiente, compreendo plenamente a importância da exclusividade e da identidade de uma propriedade no mercado. A casa dos Simpsons não é apenas uma residência; é um marco cultural. Sua associação com uma das séries de animação mais icônicas da história da televisão confere a ela uma aura de singularidade que a diferencia no mercado imobiliário americano", finaliza Daniel.

quinta-feira, 30 de maio de 2024

.: "Tem muita vida pela frente", diz Eliane Giardini sobre etarismo, no "Persona"


No "Persona", além de reviver momentos inesquecíveis de sua vida e carreira, Eliane Giardini ainda reforça a importância de tratar a paixão e a vitalidade de pessoas maduras com mais naturalidade. Foto Beatriz Oliveira

Neste domingo, dia 2 de junho, a atriz Eliane Giardini é a homenageada do "Persona", na TV Cultura. A artista fala sobre a infância, o começo da carreira, seus grandes trabalhos no teatro, na televisão e no cinema, e a superação do etarismo. A edição conta com depoimentos de Marcos Caruso, Herson Capri, José Rubens Chachá, Maria Adelaide Amaral e muito mais. Vai ao ar a partir das 21h, com apresentação de Atílio Bari e Chris Maksud.

Eliane relembra o começo de sua trajetória em Sorocaba, onde nasceu e viveu os primeiros anos de sua vida. O sonho de se tornar atriz foi ganhando forma aos 17 anos, quando gravou um filme na Paraíba a convite do tio, Waldemar José Solha. Ao retornar, ingressou no teatro amador, onde na ocasião conheceu o futuro marido, Paulo Betti, com quem veio para São Paulo estudar na Escola de Arte Dramática.

Depois de diversas experiências no teatro paulista, foi convidada por Antônio Abujamra a protagonizar sua primeira novela, “Ninho de Cobra” (1982), na Bandeirantes. Depois, passou pelo SBT e Manchete antes de chegar na Globo, onde ficou e já soma 34 anos de trabalho. Na emissora carioca, conquistou seus papéis mais marcantes, como a Dona Patroa, de “Renascer” (1993), e Tarsila do Amaral, na minissérie “Um só Coração” (2004).

Nos últimos anos, seguiu relevante com trabalhos na TV, no teatro e no cinema. Escreveu, produziu, dirigiu e estrelou, ao lado do ex-marido Paulo Betti, uma peça e um filme inspirados no conto “A Fera na Selva”. Ao lado de Marcos Caruso, está estreando a terceira temporada da peça “Intimidade Indecente”. Além disso, brilhou na novela “Terra e Paixão” (2023) ao lado de Tony Ramos, com quem gravou cenas que repercutiram pelos beijos intensos.

No "Persona", além de reviver momentos inesquecíveis de sua vida e carreira, Eliane Giardini ainda reforça a importância de tratar a paixão e a vitalidade de pessoas maduras com mais naturalidade. "Muita gente começa uma história nova aos 50 anos. Voltando a estudar, voltando a trabalhar, casando de novo, enfim. A gente está inteiro, a expectativa de vida está lá nos 80, 90 anos. A gente faz check-up todo ano, toma vitamina, toma suplemento, não é? Tem muita vida pela frente. E é claro que a dramaturgia tem que acompanhar isso".

quarta-feira, 29 de maio de 2024

.: Zé Beltino apresenta Blandina como noiva para Zefa em "No Rancho Fundo"

Blandina quer casar com Zé Beltino em "No Rancho Fundo" — Foto: Globo

Em cenas previstas para irem ao ar a partir deste sábado (1), em "No Rancho Fundo", Zefa Leonel (Andrea Beltrão) reage mal quando Zé Beltino (Igor Fortunato) apresenta Blandina (Luisa Arraes) como sua noiva. Momentos antes, Blandina, que está hospedada no quarto de Zé Beltino, é surpreendida com a chegada dele enquanto saía do banho. Colocando em prática o plano de seduzir o rapaz, a vilã deixa sua toalha cair mais uma vez para a perplexidade dele. Blandina se aproveita da situação, sugerindo que Zé Beltino fez tudo de caso pensado e chega a chorar. Sentindo-se culpado, o primogênito pergunta se existe algo que possa fazer para que ela o perdoe. Blandina responde que só uma coisa pode remediar isso, deixando no ar seu plano.

No restaurante do Grande Hotel São Petersburgo, Zé Beltino apresenta sua noiva a mãe. 

Zefa Leonel fica possessa, despeja em Blandina – a quem chama de “lambe-beiço” – toda desconfiança que sente em relação a ela e diz para a jovem não se meter com os filhos porque isso não vai tolerar. Já no quarto, a sós com Zé Beltino, Blandina fica furiosa, dizendo que nunca foi tão insultada e exige que o noivo a proteja.

"No Rancho Fundo" é criada e escrita por Mario Teixeira com direção artística de Allan Fiterman. A obra é escrita com a colaboração de Marcos Lazarini, Dino Cantelli, Angélica Lopes e Renata Sofia. A direção geral é de Pedro Brenelli e a direção é de Bernardo Sá, Carla Bohler e Larissa Fernandes. A produção é de Silvana Feu e Lucas Zardo e a direção de gênero de José Luiz Villamarim.

sábado, 25 de maio de 2024

.: "Roda Viva" entrevista Janaina Torres, eleita a Melhor Chef Feminina do Mundo


Janaina Torres está à frente do premiado restaurante A Casa do Porco e de outros quatro endereços em São Paulo: O Bar da Dona Onça, Hot Pork, Sorveteria do Centro e o Merenda da Cidade. Foto: Marcus Steinmeyer


Nesta segunda-feira, dia 27 de maio, o "Roda Viva" recebe Janaina Torres, eleita a Melhor Chef Feminina do Mundo de 2024 pelo The World's 50 Best Restaurants. Com apresentação de Vera Magalhães, a entrevista será exibida ao vivo, a partir das 22h, na Cultura, site da emissora, app Cultura Play, além de X, YouTube, Tik Tok e Facebook.

Janaina Torres está à frente do premiado restaurante A Casa do Porco e de outros quatro endereços em São Paulo: O Bar da Dona Onça, Hot Pork, Sorveteria do Centro e o Merenda da Cidade. A chef já participou do projeto “Cozinheiros pela Educação”, onde treinou cozinheiras para substituir produtos processados e industrializados das merendas das escolas estaduais por ingredientes in natura. O projeto beneficiou mais de 2 milhões de alunos na cidade de São Paulo. Por conta dessa participação e por seu envolvimento na campanha por socorro à indústria da hospitalidade durante a pandemia do Coronavírus, Janaina foi premiada no American Express Icon Award.

A bancada de entrevistadores será formada por Arnaldo Lorençato - editor-executivo da Revista Veja São Paulo; Luiza Fecarotta - jornalista, crítica gastronômica e comentarista da Rádio CBN; Marcelo Katsuki - editor do blog Comes e Bebes, da Folha de S.Paulo; Mariana Weber - jornalista e escritora; e Miguel Icassatti - jornalista da Revista Gula e curador da Sociedade Paulista de Cultura de Boteco. Haverá ainda a participação do cartunista Luciano Veronezi, que ilustrará a entrevista em tempo real.

quarta-feira, 22 de maio de 2024

.: "Bridgerton": Nicola Coughlan e Luke Newton em Baile Funk carioca

Com Mc Carol como rainha oficial da festa, Baile Funk Bridgerton celebrou a estreia da terceira temporada da série - e os fãs brasileiros - com atrações como passinho, boteco Bridgerton e carruagem paredão


Nicola Coughlan e Luke Newton , os protagonistas da terceira temporada de Bridgerton, com a rainha do Baile Funk Bridgerton, Mc Carol 


Querido leitor, a alta sociedade londrina de "Bridgerton" ganhou ares cariocas nesta segunda-feira. Os protagonistas da terceira temporada do fenômeno global da Netflix, Nicola Coughlan e Luke Newton, que interpretam o casal Penelope e Colin (ou #Polin, como são shipados na internet) caíram no funk na parada brasileira da turnê mundial de lançamento da série. Os atores receberam fãs, influenciadores e jornalistas do Brasil inteiro em um dos locais mais tradicionais e icônicos da cidade, o Theatro Municipal. Com surpresas como pocket show de Mc Carol - a rainha oficial do baile - e apresentação de passinho, o Baile Funk Bridgerton marcou a celebração da nova temporada da série e de todos os fãs brasileiros. Teve até carruagem paredão, tunada com caixas de som dos tradicionais paredões de funk.

Logo na chegada, antes do baile começar, os atores posaram para fotos no tapete vermelho e, ao som de muitos aplausos e gritos apaixonados, receberam fãs que a Netflix trouxe de todo o país para um bate-papo especial.  Celebridades como Camila Queiroz e Klebber Toledo, casal de apresentadores de Casamento às Cegas Brasil, e a atriz Carla Diaz, além de influenciadoras como Camila Pudim, Blogueirinha, Xan Ravelli e Lara Santana, que vieram vestidas a caráter, também tiveram seu momento cheio de emoção. Estiveram presentes no baile, ainda, outros nomes como a cantora Tati Quebra Barraco e os influenciadores Jeniffer Dias e Raphael Vicente.

Para o delírio dos convidados, que capricharam nos looks com inspiração Bridgerton, a Funk Orquestra abriu o baile com uma versão inédita da música-tema da série, que ganhou arranjo clássico com pitada de funk. Em seguida, no melhor estilo Rainha Charlotte, a funkeira Mc Carol deu as boas-vindas à corte carioca e recebeu Nicola e Luke no palco, onde os intérpretes de Polin declararam seu amor ao Brasil. Logo após, a rainha Mc Carol, os dançarinos de passinho André Oliveira, Pablinho Fantástico, Ygão, Celly Idd, May Idd, além do DJ Totonete soltaram o batidão e colocaram todo mundo pra dançar. Lady Whistledown certamente aprovaria esse baile. 

A Parte 2 da terceira temporada de "Bridgerton" estreia no dia 13 de junho, só na Netflix.


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Antes de dar o play nos episódios da nova temporada, entenda mais sobre a série de ficção mais antiga atualmente


O novo Doctor Who acaba de pousar no Disney+! A nova fase da série é protagonizada pelo ator Ncuti Gatwa, interpretando o lendário viajante do tempo que, junto com a personagem Ruby Sunday (Millie Gibson), defenderá as forças do bem enquanto encontra amigos incríveis e inimigos perigosos – da era da Regência Britânica a futuros devastados.

Com os primeiros episódios já disponíveis, e novos a serem lançados toda sextas-feiras – às 20h, a produção segue a mesma premissa das temporadas anteriores e, para relembrar o conceito de "Doctor Who", o Disney+ selecionou as principais informações da série e do personagem que apareceu pela primeira vez na televisão em 1963, pela BBC.


O mesmo, porém, diferente Doutor

Uma das marcas registradas de Doutor Who é a variação de Doutor(es) ao longo das temporadas, ou seja, não há somente um ator que interpreta o personagem. Até o momento, a série já contou com 15 protagonistas. Pode até parecer confuso e estranho, mas não é!

Em 1963, quando a série estreou, quem dava vida ao primeiro Doutor era William Hartnell. Na época, entretanto, o ator ficou doente e teve que ser substituído para que a série continuasse. Para justificar a mudança, o roteiro de Doctor Who teve que ser modificado e o personagem recebeu a habilidade de se regenerar ao primeiro sinal de morte inerente. Desta forma, ele nunca morreria somente trocaria de corpo.

O ator Ncuti Gatwa é agora quem dá vida ao 15º Doutor na nova temporada já disponível no Disney+. Essa variação surgiu após a bi-regeneração com o 14º, durante um confronto entre ele e Toymaker - um dos vilões da série. Essa cena introduz Gatwa ao whouniverso e pode ser visto no terceiro episódio do especial de Natal de Doctor Who no Disney+.


Mas quem é o Doutor?

O Doutor é um alienígena viajante do tempo originado do planeta Gallifrey, terra natal dos Senhores do Tempo. Ele pertence a raça dos Lorde do Tempo e tem o dom de manipular o espaço-tempo e possui grandes habilidades em diferentes áreas do conhecimento. Seu nome verdadeiro é uma incógnita para todos, pois ele dificilmente o revela e sempre se apresenta como “Doutor” sendo questionado muitas vezes sobre quem ele está se referindo.


Uma nave ou uma cabine policial?

Todo viajante do tempo tem sua “máquina do tempo” que costuma se assemelhar com uma nave espacial e em Doctor Who não seria diferente. Porém, ao contrário das naves comuns, o do Doutor é uma espécie de cabine policial britânica do século 20, conhecida como TARDIS. Teoricamente, ela foi programada para se disfarçar em qualquer ambiente que for pousar, porém, seu mecanismo de disfarce sofreu um dano e não foi mais possível mudar seu formato. Com isso, independente da época para qual o Doutor viajar, a espaçonave sempre terá a mesma aparência – que é, inclusive, uma das marcas registradas da série.


Companheiras de viagem

Outra característica muito marcante de Doctor Who é que o Doutor nunca está sozinho durante suas viagens no tempo. Ele sempre está acompanhado por um humano para enfrentar as suas jornadas. Nessa temporada, a parceira dele é Ruby Sunday, interpretada pela atriz Millie Gibson.

Novos episódios de Doctor Who serão lançados todas as sextas-feiras, às 20h, no Disney+.


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terça-feira, 21 de maio de 2024

.: "Alma Gêmea": Fernanda Souza comenta sucesso da romântica Mirna

Fernanda Souza em "Alma Gêmea". Foto: Globo/João Miguel Júnior


Com recordes de audiência desde a estreia, no dia 29 de abril, "Alma Gêmea" consagrou a carreira da atriz Fernanda Souza em sua primeira exibição, em 2005, quando ela interpretou a jovem Mirna, personagem que ficou marcada na memória do público. Um dos destaques da trama foi o núcleo dos irmãos Mirna e Crispim (Emilio Orciollo Netto), que moravam com o tio Bernardo (Emiliano Queiroz) em um sítio próximo à plantação de rosas de Rafael (Eduardo Moscovis). Os homens da família trabalhavam no roseiral, e a romântica Mirna se dedicava à casa enquanto sonhava com um casamento. Mas Crispim morria de ciúmes da irmã e dificultava a realização desse sonho, pois não deixava que nenhum pretendente se aproximasse. E quem se arriscasse acabava dentro de um chiqueiro. Fernanda Souza lembra com carinho desse momento em sua trajetória artística. “A repercussão da personagem foi gigante e eu não imaginava que isso fosse acontecer. Quando o ator pega um personagem novo, ele recebe a descrição com detalhes. A da Mirna era pequena, então não imaginei que pudesse tomar um rumo tão grande e que o Brasil fosse gostar tanto”, conta a atriz. Confira a entrevista completa de Fernanda Souza!

  

Como construiu a Mirna de "Alma Gêmea", que fez tanto sucesso na sua carreira?

Não houve uma construção específica em cima dela. A primeira vez que ela apareceu para mim e eu acessei o seu jeito de ser foi durante o teste da novela. Essa é uma personagem que foi muito marcante na minha vida e a desejei muito. Eu estava fazendo uma peça de teatro, sem contrato com a TV Globo, e queria fazer uma novela novamente. Fui chamada de última hora para o teste. Estava no aeroporto e tinha acabado de perder o voo, sendo que o próximo avião demoraria três horas para sair. Nesse tempo, o diretor da novela me ligou e me chamou para fazer o teste no mesmo dia. Fui para os Estúdios Globo e usei o tempo que estava na caracterização do cabelo para decorar o texto. Na hora, consegui apresentar duas versões da personagem, uma mais romântica e outra mais divertida. Eu não tive tempo de construí-la, só fiz da melhor maneira possível. Por isso é como se a Mirna morasse dentro de mim, foi tudo muito rápido e mesmo assim foi aprovado pelos diretores. Depois de algum tempo eles me ligaram e disseram que o papel era meu, fiquei muito contente. Eu me conectei imediatamente com a personagem. A versão da Mirna que foi ao ar é a mais extrovertida. O único treino que fiz foi de prosódia, para ajustar o sotaque, já que eu sou de São Paulo e a Mirna é do interior do estado. Mas foi tudo muito natural, e eu sinto realmente que ela mora em mim, que posso simplesmente acessá-la e colocá-la para fora. Ela é uma personagem muito especial. Quando assisto à novela, eu não consigo me ver, é como se a personagem realmente fosse uma outra pessoa. É legal ter esse distanciamento e não conseguir se enxergar; para um ator isso é um prazer gigante.

 

Qual foi a cena mais difícil de gravar durante "Alma Gêmea"? E a mais divertida?

A cena mais difícil de fazer foi a do fogo na casa da personagem. Naquele momento, eu já estava gravando a novela há algum tempo e convivia bastante com a Doralice, a pata da novela. Na hora, fiquei igual à Mirna, me desesperei ao vê-la em meio ao fogo, por mais que eu soubesse que o fogo cenográfico é controlável. Mas, só pelo fato de a personagem estar passando por aquela situação, eu fiquei muito nervosa. Teve um momento em que eu estava chorando de verdade. A cena mais divertida foi a que a Mirna empurrou a personagem da Flávia Alessandra, Cristina, que era a vilã, dentro do chiqueiro. Normalmente, a Mirna assistia a seus pretendentes sendo jogados no chiqueiro, mas, dessa vez, ela que jogou. A Flávia é uma pessoa muito leve e divertida, então foi uma cena muito aguardada por todos. Eu fiz tudo com muito carinho e tomei cuidado para não a machucar. Teve um momento em que eu literalmente tive que esfregar a cara dela na lama. O mais divertido foi que muita gente caiu no chiqueiro, quase todo o elenco entrou. Por isso, eles colocaram vários chuveiros no set, para tomarmos banho. Outros momentos divertidos que aconteciam com muita frequência eram com a pata, que às vezes fazia cocô no meio da cena e a gente tinha que continuar como se nada tivesse acontecido. Mesmo se a cena fosse de comida, todos seguiam nas falas e no final todos davam risada da situação.

 

A novela fez muito sucesso. Como era a repercussão da personagem? 

A repercussão da personagem foi gigante e eu não imaginava que isso fosse acontecer. Quando o ator pega um personagem novo, ele recebe a descrição com detalhes. A da Mirna era pequena, então não imaginei que pudesse tomar um rumo tão grande e que o Brasil fosse gostar tanto. Quando eu saía de casa, ouvia as pessoas me chamando de Mirna o tempo inteiro. Com certeza foi uma das personagens mais marcantes da minha carreira. As pessoas ainda têm um carinho muito grande pela novela, que foi um acerto do Walcyr Carrasco e do Jorge Fernando. Eu tenho muito orgulho de ela ter feito parte da minha história, me diverti muito. Para mim, ela foi um grande presente, porque foi a primeira vez que fiz comédia e eu nem imaginava que podia. Dali em diante, fui vista pelos diretores como uma atriz que poderia ir para essa área também. Depois, fiz ‘Toma Lá Da Cá’. totalmente imersa nesse universo cômico, ao lado de grandes atores. Sinto que ela abriu uma porta não só na minha vida artística, mas também na pessoal. Eu não me entendia como uma pessoa divertida ou engraçada, não tinha essa visão sobre mim mesma. Essa personagem me fez acessar a comédia não só na TV, mas também dentro da Fernanda. Acho que eu me tornei uma pessoa mais leve e divertida depois dela. Sou muito grata até hoje ao Walcyr e ao Jorginho porque eles me deram uma grande oportunidade de crescimento quando me deram esse papel. Foi com ele que eu ganhei o ‘Melhores do Ano’ como atriz coadjuvante no ‘Domingão do Faustão’, o que me deixou muito feliz, foi muito marcante. 

 

Quais as principais lembranças que guarda desse trabalho e da rotina de gravação?

Eu morro de saudades do Seu Emiliano Queiroz e do Emílio Orciollo. Juntos, formávamos um quarteto com a Doralice. Eles foram muito especiais para mim, nós éramos companheiros de gravação e estávamos sempre juntos no mesmo cenário. A gente se entendia no olhar, tínhamos uma convivência importante. Lembro das cenas emotivas em que eu realmente chorava de emoção por estar ao lado deles. Muito do sucesso da Mirna se deve a eles. A nossa união fez com que o núcleo desse certo. Viramos até a capa do CD nacional da novela. 

 

Gosta de rever trabalhos antigos? De que forma mexem com você?

Amo rever trabalhos antigos. Parece que foi em outra vida, mas ao mesmo tempo me reconheço muito ali. Eu tenho um amor profundo ao assistir às cenas da Mirna, me emociono só de pensar. Lembro que, quando fiz o teste, eu rezei muito para passar e deu certo. A vontade é de voltar no tempo para reviver toda aquela alegria. Foi mágico, sou muito grata por essa oportunidade.

 

Qual a sua expectativa para essa reexibição da trama de Mirna?

Acho que as pessoas vão amar, e eu vou assistir com toda certeza. Eu amo essa novela e acho que o Brasil também. Essa é uma história muito bem escrita, foi um marco nas novelas das 18h. Foi tudo muito especial, não vejo a hora de assistir. Sei que eu vou me emocionar, rir e vou ficar com saudades de viver a Mirna.

 

E quais são seus próximos projetos?

Já tem um bom tempo que tenho amado ser apresentadora. Estou há um tempo sem atuar e não tenho previsão de volta. Estamos nos preparando para a segunda temporada de um projeto no streaming. Foi um sucesso, e fiquei muito contente com a repercussão. É a segunda vez que apresento um reality show e eu descobri que amo fazer isso. Estou completamente apaixonada, tenho muito prazer em conduzir os participantes, mediar uma prova. Cresci assistindo a programas com dinâmicas e jogos, e agora estou dentro de um. Eu sinto que nasci para isso, assim como eu nasci para atuar. Essa é uma das coisas que mais amo fazer no mundo, não imaginava que fosse ler tantos elogios sobre o programa e esse meu novo trabalho. 

 

Criada e escrita por Walcyr Carrasco, com a colaboração de Thelma Guedes, direção de Fred Mayrink e Pedro Vasconcelos, direção-geral e direção artística de Jorge Fernando, ‘Alma Gêmea’ estreou em 2005, foi reexibida em 2009 na TV Globo, também no ‘Vale a Pena Ver de Novo’, e no Viva, em 2022. 


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.: "Cilada": em entrevista, Debora Lamm comenta intimidade cênica com Mazzeo

Debora Lamm em "Cilada". Foto: Globoplay


Bruno Mazzeo quase admite que seu personagem em "Cilada", também chamado de Bruno, é seu alter ego. Mas não é só o jeito de encarar as dificuldades e roubadas do dia a dia que os dois têm em comum: a parceria com Debora Lamm é perceptível dentro e fora das telas. Na nova temporada da série de humor, que estreia hoje no Globoplay, a dupla de amigos interpreta um casal que está há anos junto, enfrentando os dilemas de um casamento em crise. Em 10 episódios, o público pode conferir diferentes situações do cotidiano e, com pelo menos uma, os atores garantem que todo mundo vai se identificar.  

A nova fase começa dez anos após o último episódio da série original, uma das comédias pioneiras no Multishow, que também foi adaptada e exibida no Fantástico e chegou a virar filme, "Cilada.com’"(2011). Nesta nova temporada, o humorístico surge repaginado, com a dupla de protagonistas passando por situações típicas dos tempos atuais.

Com uma cumplicidade que ultrapassa a vida profissional, Bruno Mazzeo e Debora Lamm, que respectivamente interpretam os personagens Bruno e Debora, comentam as novidades da nova fase de "Cilada". Atualizada e repaginada, a obra promete divertir diferentes gerações. Confira a entrevista com Debora Lamm!

 

De que forma você descreveria a Debora, sua personagem?   

A Debora é uma mulher comum que dá margem para muitas mulheres se identificarem com ela. É muito fácil se reconhecer em diversas situações ali.  

 

Como foi contracenar com o Bruno Mazzeo neste projeto?   

Eu e Bruno nunca deixamos de conviver, nem de trabalhar juntos. Essa nova temporada oficializa ainda mais nossa afinidade artística e nossa intimidade cênica. Está tudo ali para o público testemunhar!  

 

O foco principal da temporada é um casamento em crise, e esse tema é pano de fundo de muitas comédias românticas. Na sua opinião, o que Cilada consegue mostrar de diferente a respeito desse assunto?   

As pessoas conhecem esses personagens há anos, já viram o Bruno e a Debora em uma série de situações e agora vão acompanhar o amadurecimento deles como casal estabelecido num relacionamento irritantemente comum. Não há heróis, maniqueísmo, bem e mal e tantos outros chavões da comédia romântica. Bruno e Debora são o retrato fiel do ser humano médio que somos, e o desconforto que o dia a dia do casal gera é mostrado de forma hilária.  

 

Entre os diferentes temas abordados ao longo da temporada, qual é o que mais te marcou ou chamou atenção, e por quê?   

Bruno e Debora tentando se adequar ao tempo, arriscando o relacionamento aberto, sem o menor sucesso.  

 

Tem alguma curiosidade das gravações que você gostaria de destacar?   

Crises de riso inúmeras. Inúmeras mesmo.  

 

Criada por Bruno Mazzeo, a série Original Globoplay ‘Cilada’ é escrita por Bruno Mazzeo e Rosana Ferrão, com colaboração de Gustavo Gessullo e Bárbara Duvivier. A direção de arte é de Rafael Ronconi, com direção de Felipe Joffily. A produção é de Augusto Casé.    

 

.: "Cilada": em entrevista, Bruno Mazzeo comemora estreia da série de humor

Bruno Mazzeo na CCXP 2023. Foto: Fabiano Battaglin/gshow


Bruno Mazzeo quase admite que seu personagem em ‘Cilada’, também chamado de Bruno, é seu alter ego. Mas não é só o jeito de encarar as dificuldades e roubadas do dia a dia que os dois têm em comum: a parceria com Debora Lamm é perceptível dentro e fora das telas. Na nova temporada da série de humor, que estreia hoje no Globoplay, a dupla de amigos interpreta um casal que está há anos junto, enfrentando os dilemas de um casamento em crise. Em 10 episódios, o público pode conferir diferentes situações do cotidiano e, com pelo menos uma, os atores garantem que todo mundo vai se identificar.  

A nova fase começa dez anos após o último episódio da série original, uma das comédias pioneiras no Multishow, que também foi adaptada e exibida no Fantástico e chegou a virar filme, ‘Cilada.com’ (2011). Nesta nova temporada, o humorístico surge repaginado, com a dupla de protagonistas passando por situações típicas dos tempos atuais.

Com uma cumplicidade que ultrapassa a vida profissional, Bruno Mazzeo e Debora Lamm, que respectivamente interpretam os personagens Bruno e Debora, comentam as novidades da nova fase de ‘Cilada’. Atualizada e repaginada, a obra promete divertir diferentes gerações. Confira a entrevista com Bruno Mazzeo!

 

"Cilada" é uma comédia que retrata situações do cotidiano. Como criador da série, como é o seu processo criativo para pensar em diferentes ciladas? Você se inspira na sua própria realidade?    

Minha fonte de inspiração nesta série é o cotidiano. Buscamos muito mais a identificação com a situação vivida, do que a graça pela graça. Não só me inspiro nas coisas que acontecem comigo, com minha parceira Rosana Ferrão, mas também nas coisas que ouço de amigos, ou nas coisas que imaginamos que possam de fato acontecer. O que eu mais gostava no contato com o público não era quando me diziam “foi muito engraçado”, mas sim “aconteceu igualzinho comigo”.    

  

De que forma você descreveria o Bruno, seu personagem, nesta nova fase de "Cilada"?    

Ao contrário do que muitos pensam, Bruno não é meu alter ego. Quer dizer. Pensando bem… enfim.  

  

Como foi contracenar com a Debora Lamm neste projeto?    

Não tem ninguém com quem eu tenha trabalhado mais do que Debora Lamm. É um prazer estar ao seu lado, um astral que contagia, uma das risadas mais gostosas que conheço. Fora isso, é uma das melhores atrizes da sua geração (e das outras também), uma parceira com quem me entendo no olhar.  

  

Pra você, "Cilada" pode ser considerada uma obra transgeracional?    

Eu realmente estou muito curioso para saber isso. Continua sendo uma série capaz de abranger um público amplo. Uma daquelas que casais podem ver juntos, pais podem ver com filhos. Afinal, as ciladas são parte da vida de todos nós.  

  

Nos últimos anos, muitas obras clássicas foram regravadas, repensadas e resgatadas de alguma forma. Você acha que "Cilada" se insere nesse mercado da nostalgia e memória afetiva? Como você avalia esse movimento no audiovisual?    

Pode ser. Quando topei a pilha do produtor Augusto Casé foi pensando em celebrar essa história tão importante pra minha vida. Juro que não fui motivado por isso estar acontecendo com outras obras. Isso está acontecendo não só no audiovisual como, por exemplo, na música, com shows comemorativos de álbuns específicos, reencontros… será que é coisa da idade?  

  

Cada episódio da série traz uma cilada diferente. Quais são os principais assuntos abordados nesta temporada? O que o público pode esperar?     

Acho que o público pode esperar uma identificação imediata com situações pelas quais todos passamos. Sempre olhando pela lente do humor. A desgraça de ontem é a graça de amanhã. A série sempre teve essa característica de ser “temática”. Assim, podemos passar por assuntos variados. Seja uma ida ao cartório, um fim de semana no resort, uma reunião de condomínio, um almoço de família, uma balada sertaneja; seja as redes sociais, aplicativos e novas tecnologias. O único tema repetido vai ser o do “Churrasco”, que é o mais pedido toda vez que falo do Cilada nas redes. Talvez seja o greatest hit.  

  

Ao longo da trama você interpreta vários outros personagens que ajudam a ilustrar a história e trazem um humor muito característico. Qual é o objetivo dessa dinâmica e como foi o processo de construção desses diferentes personagens?  

Sempre fez parte da linguagem do Cilada esses depoimentos, talking heads de personagens variados comentando as situações vividas por Bruno. Dessa vez focamos nos dois personagens que mais marcaram: o pitboy Alexandre Focker e o antropólogo Albênzio Peixoto. Fora isso, existem o que chamamos de “simulações”, as cenas que ilustram o assunto. Para essa parte, agora temos o Pedroca Monteiro, que participa comigo e Debora. Aí podemos emular situações históricas, como JK e Niemeyer construindo Brasília, o naufrágio do Titanic, Dona Flor e seus dois Maridos e até Super Homem num churrasco.  

 

Criada por Bruno Mazzeo, a série Original Globoplay ‘Cilada’ é escrita por Bruno Mazzeo e Rosana Ferrão, com colaboração de Gustavo Gessullo e Bárbara Duvivier. A direção de arte é de Rafael Ronconi, com direção de Felipe Joffily. A produção é de Augusto Casé.    

 


domingo, 19 de maio de 2024

.: Tudo sobre "Pedaço de Mim", primeiro melodrama brasileiro da Netflix


Menino ou menina? Em seu chá revelação, Liana (Juliana Paes) não está animada, verdadeiramente alegre ou sequer tem qualquer tipo de expectativa. Ela já conhece a resposta e a surpresa deste evento é outra: são dois meninos, gêmeos e filhos de pais diferentes – um é de seu marido Tomás (Vladimir Brichta), já o outro é fruto de algo que ela gostaria de esquecer. Em "Pedaço de Mim", primeira série brasileira de melodrama da Netflix, a trama gira em torno de uma pergunta diferente: quantos segredos cabem em uma mãe? 

A história começa com o caso raríssimo de superfecundação heteroparental de Liana – a série é de ficção, mas há cerca de 20 registros reais em todo mundo – e transforma o caminho da protagonista em todos os sentidos, com reviravoltas que passam a impactar os sonhos de toda a família. Liana, uma mulher que deseja ser mãe, fica perdida com a notícia. No meio de uma confusão de sentimentos e num grande dilema moral, é difícil saber se ela conseguirá amar igualmente as duas crianças e manter suas relações familiares da mesma forma. 

Produzida pela A Fábrica, com direção artística de Maurício Farias e criação e roteiro de Angela Chaves, "Pedaço de Mim" ainda conta com Felipe Abib, Palomma Duarte, João Vitti, Jussara Freire, Martha Nowill e Antonio Grassi no elenco. A série, que terá temporada única, estreia em breve na Netflix.

sábado, 18 de maio de 2024

.: Entrevista: Marcelo Faria fala sobre o personagem Jorge em "Alma Gêmea"


Marcelo Faria fala sobre o personagem Jorge na novela escrita por Walcyr Carrasco. Foto: TV Globo / João Miguel Júnior


O ator Marcelo Faria chega em breve aos capítulos de "Alma Gêmea" no "Vale a Pena Ver de Novo", como o personagem Jorge, mas já adianta, em entrevista, como foi realizar esse trabalho que segue um sucesso de audiência. Na trama escrita por Walcyr Carrasco, Jorge foi um homem rico, mas perdeu tudo por uma causa misteriosa. Orgulhoso, esconde os remendos das roupas para se manter elegante. Vive com uma pequena pensão, de origem desconhecida para o público, e mora de aluguel em um pequeno prédio de apartamentos. No decorrer da história, vira um dos pretendentes de Mirna (Fernanda Souza), mas também se envolve com Kátia (Rita Guedes). Abaixo, confira a entrevista com o ator

Como construiu o Jorge de "Alma Gêmea"?
Marcelo Faria - 
Fiz o trabalho com a Katia Achcar, preparadora, e procuramos criar uma personagem meio desastrada como disfarce para a malandragem encoberta por ele, no sentido de ludibriar as mulheres. Foi divertido. Jorge entrou mais para a metade da trama e foi para o núcleo cômico do Emílio Orciollo e da Fernanda Souza,  além do mestre Emiliano Queiroz. Foi um presente do Jorginho e do Walcyr.

 
Qual foi a cena mais difícil de gravar durante "Alma Gêmea"? E a mais divertida?
Marcelo Faria - 
As cenas de chiqueiro eram as mais difíceis, pois tínhamos que ter roupas duplas para gravar. Mas ao mesmo tempo nos divertíamos. O Crispim sempre jogava os pretendentes da Mirna no chiqueiro, o Jorge foi o único que jogou o Crispim lá.

E como foi a parceria com o elenco?
Marcelo Faria - 
Vários amigos faziam parte do elenco: Emílio Orciollo, Du Moscovis, Malvino Salvador, Drica Moraes, Priscila Fantin, Flávia Alessandra e os diretores, Jorge Fernando, Pedro Vasconcelos e Fred Mayrink.
 

A novela fez muito sucesso. Como era a repercussão do personagem?
Marcelo Faria - 
Um sucesso nas ruas e o resultado: a capa do CD internacional. Isso era um presente para o ator. Foi o primeiro personagem que fiz sem ser o galã conquistador.

Quais as principais lembranças que guarda desse trabalho e da rotina de gravação? Alguma curiosidade?
Marcelo Faria - 
A sequência final do Jorge sendo preso após tentar se casar pela nona vez foi marcante. Chegam várias esposas e vários filhos de diferentes lugares do Brasil cobrando o marido. Foi bem engraçado e ele termina expulso da cidade.

Gosta de rever trabalhos antigos? De que forma mexem com você?
Marcelo Faria - 
É sempre nostálgico, mas não procuro assistir as sequências inteiras, os dias são corridos e os projetos nos engolem. Às vezes, procuro determinadas cenas para colocar nas redes sociais.

 
Como foi a parceria com o Walcyr Carrasco?
Marcelo Faria - 
Esta foi a única vez que trabalhei com o Walcyr. Adoro o trabalho dele e a forma que ele escreve. Nos falamos por telefone estes dias para um projeto teatral que estou desenvolvendo com o Pedro Vasconcelos.

 
Quais são seus próximos projetos? Pode adiantar alguma coisa?
Marcelo Faria - 
Estou produzindo a montagem de “Tieta do Agreste” no teatro sem atuar e um longa-metragem chamado “Milhares de Solidões”, que irei protagonizar.


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