Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em maio de 2026
* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Instagram: instagram.com/maryellen.fsm
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Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em abril de 2026
A vida é cíclica e grande parte dos quarentões iguais a mim, aprenderam isso com a animação "O Rei Leão", lá em 1994. Eis que em pleno 2026, um até logo doloroso se concretiza hoje.
Desde quando ouvi um grupo comentando sobre o encerramento, a não aceitação do que a princípio, parecia que aconteceria dia 29 de abril, foi inevitável. Contudo, a colher de chá de mais um dia para conseguir lidar com o amargor da pausa veio como um alento.
Em meio a um atropelo de emoções, o 2º Festival de Cinema Europeu IMOVISION com a exibição de filmes tocantes como "As Cores do Tempo" e "Amiga Silenciosa", que tratam as mudanças ao longo dos séculos, trouxeram um afago. Além de ajudar a viver ao máximo, naquele espaço tão agradável, as histórias sonhadas e transformadas em filmes.
Ao assistir pela terceira vez a cinebiografia tão comentada, "Michael", a linda homenagem musical sobre a vida e carreira do Rei do Pop, Michael Jackson, dirigida por Antoine Fuqua e estrelada por seu sobrinho, Jaafar Jackson, recebi a oportunidade como um brinde que resultou na efervescência emocional ao refletir que logo mais aquele lugar deixaria de existir. Inevitavelmente, lágrimas escorreram ao som de um dos maiores ícones culturais do século XX.
Assim, para a Cineflix Cinemas fica a mensagem final do longa "Michael", "e sua história continua...". Afinal, a produção de Michael: Parte 2 foi oficialmente confirmada.
Portanto, fica um valeu para a cidade de Santos, pois está aí a promessa de novos e melhores ares em Praia Grande. Que venha a evolução do lugar da diversão!
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Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora e criadora do Resenhando.com
Em fevereiro de 2026
Tive a oportunidade de relembrar a história de amor de Catherine Earnshaw e Heathcliff nas telas da Cineflix Cinemas de Santos com a nova adaptação de "O Morro dos Ventos Uivantes", de Emily Brontë. Em meio a algumas sequências aguardadas, -a cena da pedrada na janela-, fiquei encantada com a produção um pouco apimentada e repleta de amor. Assim, recordei da primeira vez que li a obra.
Era uma edição pequena, em papel jornal com letras miúdas que não sei se ainda tenho comigo. Livro usado e com manchas de velhice suficientes para gerar crises de espirros. Foi difícil seguir a leitura, mas dei o meu melhor. Contudo, ao cursar a minha segunda graduação, tive o prazer de ter Rosicler Martins Diniz Monteiro como professora de literatura inglesa e língua inglesa.
Ela, com sua doçura e inteligência, numa aula, contou toda a história em inglês. Lembro de estar na primeira fileira, bem pertinho, anotando e prestando atenção em cada evolução da trama trágica que a professora me fazia recordar, afinal a antiga leitura foi complicada por espirros e olhos lacrimejando.
Assistir a nova produção para o clássico que me marcou com Ralph Fiennes e Juliette Binoche no protagonismo, tem um gostinho de encantamento, mas também traz boas lembranças vividas enquanto leitora e aluna. "O Morro dos Ventos Uivantes", de Emily Brontë é uma história linda e que todos deveriam conhecer.
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Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2024
Não lembro ao acerto quantos anos eu tinha quando meu pai mandou eu olhar bem no pé da árvore de Natal e encontrei o meu primeiro (e único) discman anti-shock recarregável, pretinho, um Panasonic. Veio com um fone de ouvido grande de arco que logo deixei em casa e passei a usar fone de ouvido simples.
Que felicidade! Momento inesquecível. Lembro até hoje a embalagem embrulhada e o meu desejo tornando-se realidade, afinal eu já tinha um walkman de braço e outro que tocava fita.
Eis que estamos em pleno 2024 e o discman segue em pleno uso. Sim! Conecto as caixinhas de som de um outro aparelho, um sonzinho que imitava um mini som, que meu irmão trouxe para mim, de Aparecida do Norte, uma fonte que na tomada e ouço meus CDs. Pois é! Sou dessas. O som é fraquinho, fraquinho a ponto de meu pai dizer que "liguei a ratoeira".
Estamos reformando para nos mudarmos e, domingo, maridão resolveu subir o discman e todo o aparato para ouvirmos melhor o álbum The Best So Far da Whitney Houston. Para fechar o dia, eu tive a "brilhante" ideia de colocá-lo na beirada da janela gradeada e coloquei de volta o CD One of The Boys, da Katy Perry. Tocou.
Contudo, para fechar a janela, pensando em não me aborrecer com a vizinha que vive de olhos voltados para a nosso quintal e o quartinho dos fundos, rapidamente, fechei sem tirar o aparelho da beirada da janela que foi diretamente ao chão. A tampa de um lado, enquanto aparelho em si, seguiu com o CD de Katy como se nada tivesse acontecido.
Maridão logo soltou que se tratava de uma tragédia anunciada. De fato, não tinha onde deixá-lo seguro ali, somente diretamente no chão, porém estávamos passando massa corrida nos rodapés dos quartos. Achei por bem deixá-lo travado entre o beiral e a grade.
A verdade é que fiquei muito, muito chateada. Fosse por minha total estupidez ou por além de ver as partes soltas, tinha ainda um pedacinho pequeno que parecia ser parte da molinha que faz a tampa abrir. Arrasada?! Totalmente.
Peguei um saquinho transparente e coloquei o aparelho com o CD, as caixinhas de som (que somente uma delas funcionar) e a fonte, trouxe tudo para casa. Limpei. Hoje, logo cedo, maridão foi trabalhar e já peguei meu silicone tentando colar o tal pedacinho que parecia segurar a molinha que faz o movimento de a tampa abrir.
Deixei de lado até que resolvi encaixar a tampa de volta, tendo que remover a minha "colagem" de silicone. O fato é que o discman agiu como se nada tivesse acontecido na noite anterior. Assim que conectei tudo e coloquei na tomada, tocou Katy Perry normalmente. Assim, passei a tarde também ao som de Britney Spears, Roxette e Mariah Carey.
Produto antigo?! Com certeza... eu não devia nem ter 18 anos quando o ganhei e hoje tenho 42. Se fiquei feliz?! Ah! Não tenho nem palavras para tanto. Ficou a lição, quando não tiver onde colocar algo delicado e que tenha apreço, mesmo que o chão não esteja como gostaria, forre um pedaço e coloque seu aparelho, pois do chão, ele não vai passar.
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Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em abril de 2024
Mal imaginava eu que uma simples compra iria virar um verdadeiro inferno, sendo que até o presente momento, não há indicação de término. Em janeiro fiz a compra de uma Barbie do filme em macacão rosa, paguei por boleto. Chegou com a caixa amassada. Pedi a troca. Aconteceu.
Eis que dias depois, a mesma boneca baixou R$ 20,00. Optei por pagar em cartão de crédito e foi aí que o meu maior erro começou, em 29 de janeiro. O produto, que veio somente num "plastiquinho" de nada com o símbolo da Amazon, foi entregue na casa dos meus pais. Dias depois fui buscar e, claro, a caixa da boneca colecionável estava amassada -assim como tantas outras compradas via Amazon, recentemente.
Solicitei o código para retirada do produto no site da Amazon, colei com durex a mesma embalagem da Amazon que veio e assim foi deixada para ser retirada. Logo cedo alguém dos Correios a levou, junto com outra boneca, que também havia chegado com a caixa também danificada.
Eis que solicitei a devolução do valor pago, no caso R$ 219,90. Inicialmente, a cobrança do valor foi cancelada. Entrei em contato, eu fui acalmada de que estava tudo certo, pois o reembolso havia sido feito em 19 de fevereiro. O tempo passou -meses- e, certo dia, vendo como estava o reembolso, surgiu a mensagem de que o produto não havia sido devolvido.
Voltei a entrar em contato. Não mais por e-mail -em que as mensagens eram bastante confusas e nada explicativas, uma delas veio até com símbolos misturados no corpo da mensagem-, mas procurei a Amazon no Facebook, quando fui encaminhada a um chat que me tranquilizou, uma vez que o produto havia sido devolvido, sim.
Eis que em abril, recebo um e-mail alegando que pela não devolução do produto, a fatura seria cobrada. De fato, estou sendo cobrada, embora tenha o comprovante dos Correios do item devolvido. O caso está no PROCON e a devolutiva da Amazon (feita à noite, na data limite de resposta, dia 22 de abril) foi de que não devolvi o item. Detalhe: a boneca foi devolvida dia 19 de fevereiro, junto com outra que foi trocada, inclusive.
Respondi que o comprovante foi enviado na reclamação entre os tantos anexos, e que a boneca foi devolvida na mesma embalagem em que foi enviada, assim como destaco em vídeo no canal Photonovelas (publicado em 16 de fevereiro de 2024) sobre o caso. Agora, o próprio PROCON deu uma nova data limite: 03/05/2024.
Resumo: MUITO cuidado ao comprar na Amazon.com.br, pois se enviarem o produto amarrotado e você devolver e pedir reembolso, você pode ser ENROLADO por meses e, passados quase 3 meses, ainda serão capazes de cobrar o produto devolvido alegando a não devolução do item. Atendimento péssimo.
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Em abril de 2024
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Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em dezembro de 2023
Nunca usamos cartão de crédito aqui em casa. No auge dos nossos 41 anos, fomos "intimados" (ainda que se demonstre total desinteresse em possuir ou usar) pelo banco, por conta do parcelamento de um imóvel. Mesmo a contra gosto, fizemos uma comprinha.
Após nos informarmos, no próprio banco, sobre a necessidade de continuar com o cartão de crédito, quando fomos abater certo valor do parcelamento do imóvel, soubemos de que exista um outro cartão de crédito sem taxas. Para nós que não usamos tal forma de pagamento seria uma boa.
Assim, trocamos de cartão de crédito. Passado algum tempo, do próprio banco, vieram questionar sobre o não uso do mesmo, até o momento. Eis que, por livre e espontânea pressão, uma outra compra foi feita, usando o novo cartão.
Acompanhando pelo app, o pagamento da fatura não liberava. E o tempo foi passando. Eis que dia 27 de dezembro, ao consultar o extrato da conta, em picadinhos foram descontados o total de R$ 200,10, referente ao uso do cartão, sendo que a compra chega ao total de R$ 248,40.
Ao entrar em contato com quem nos fez usar o novo cartão, fomos encaminhado a resolver tal problema usando o 0800 que está atrás do próprio cartão de crédito.
Enquanto meu marido tentava explicar, logo foi informado de que, naquele momento não havia sistema. Contudo, tínhamos uma dúvida sobre o tal débito em conta do próprio cartão. Afinal, o que já foi descontado não totaliza o valor da compra, que também constava como em aberto, sendo que, no app, informa que o vencimento acontece dia 28.
Eis que ao repetir a explicação, mais detalhada, meu marido direcionou o telefone para que eu falasse, quando ouvimos: "que falar em nome de terceiros é crime". Do outro lado, ficamos com cara de interrogação, enquanto que meu marido riu daquela fala.
Em que momento, a minha voz feminina, se fez passar por ele ou disse ser portadora dos documentos?
Enfim, ficou claro que a atendente "não quer trabalhar", como destacou me marido. Assim, a bucha segue em aberto para nós resolvermos.
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Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em setembro de 2023
Contudo, num dia, passando por uma loja, decidi entrar e falar a respeito. A vendedora foi extremamente atenciosa. Comprei, mas ela alertou que o produto não era próprio. Demorou, mas chegou.
Com a conclusão do banheirinho, chegou o momento de instalar o lavatório pequenininho, em 1º de setembro. Foi quando os problemas com o produto ficaram mais nítidos. Entrei em contato com a empresa indicando os defeitos, via WhatsApp, que me passou o e-mail do setor.
"Central de Atendimento
(34) 3219-0594 / 34-98863-7760
de Seg. a Sex. das 08h30 às 18h
www.cubasegabinetes.com.br
contato@cubasegabinetes.com.br
Entre em contato com nosso setor de ecommerce. Eles farão as tratativas para que seja feito o processo de garantia e suporte"
Eis que hoje, dia 11 de stembro, nada foi respondido. Solenemente ignorada diante de um lavatório com os mais variados problemas. Assim que um rapaz entregou ao meu marido, conferi e parecia estar tudo ali. Logo notei que a pontinha de um dos quatro lados da tampa faltava. Mostrei para meu marido, que considerou uma tremenda besteira.
Contudo, ao instalar, apareceriam novos defeitos, além de uma das pontas como que lascada. Ao pegar a cuba, por debaixo, há uma marca funda de risco, começando pouco depois da ponta até quase que o meio da pia. Ok. Foi instalada para o lado esquerdo em que não ficaria em destaque o tal problema. No entanto, como não bastasse, o vidro da prateleira debaixo não é do mesmo tom.
Sem comentários! Observando o produto, no geral, ficou nítido que ali estavam peças defeituosas e a sorteada para recebê-los como compradora, fui eu. Infelizmente, ficou claro que a VMEX não é excelência em acabamentos de vidros, seja pela nítida falta de controle de qualidade nos produtos que vende e ainda o falho atendimento ao consumidor.
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Por: Mary Ellen Farias dos Santos
Em agosto de 2023
Vejo cada um dos bichinhos que tenho a honra de cuidar, muito além de serem de minha responsabilidade. Não sou dona, mas uma cuidadora que ama demais. Não sou apenas uma tutora que dá amor, um lugar limpo e comidinha, sinto que são vidinhas as quais tenho gigante responsabilidade por longos anos. Sem dúvida, aqueles seres que são mais do que animais representam bênçãos de quatro patas.
Foram chegando sem avisar e deram alegrias imensuráveis, afinal, cada um tem uma personalidade própria -o que só de observar é engraçado. Como algo tão pequenino pode se diferenciar assim?
Tudo começou com Mumuco há quase 25 anos, até que há uns 15, chegou a Tatá. Apesar das investidas, só em 2018 que a expectativa se tornou realidade. Nascendo finalmente cinco rebentos lindos. Que felicidade!
Depois, em 2020, vieram mais três criaturinhas, sendo a última nascida em 25 de março. Tão, tão pequenino, com pelinha nos olhos e restos da bolsinha de alimentação debaixo do casco. Tinha dificuldade para andar, cresceu pouco em três anos e quase cinco meses. Às vezes, era difícil de convencê-lo a comer. Ao menos, eram raras as vezes que negava um belo pedaço de folha de couve.
Amava comer folhas de amora e, claro, a própria folhinha da árvore. Não era muito fã de banana, mas amava laranja e suas variações. Mordia mamão, curtia muito abacate e se esbaldava no caquizinho, além do pêssego. Ficava quietinho nos banhinhos de água morna e deixava secar cada vãozinho entre as patinhas e o casco. Era inegavelmente fofo.
Contudo, a vida é um sopro e em 5 de agosto a vidinha mais delicada simplesmente se foi. Com direito a despedida na sexta-feira, com o cafuné habitual, respondeu levantamento a cabeça. Foi a última interação nossa.
No dia seguinte, percebi algo de errado. Estava ali como que sem alma, numa pose doce e suave. Não era o mesmo bichinho, estava sem vida num sono profundo. O sono eterno que fica para sempre em nossas memórias cheias de afeto. Adeus, Tchuco, Pitchuco ou Projeto de Jabuti!
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Serviço
"O Guarda-Costas - O Musical"
Temporada até 11 de junho de 2023. Local: Teatro Claro SP – Shopping Vila Olímpia - R. Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia/São Paulo. Capacidade: 799 pessoas Site: teatroclarosp.com.br. Classificação: 12 anos. Duração: 125 minutos. Acessibilidade. Ar-condicionado. Sessões: quinta e sexta-feira, às 21h. Sábado, às 17h30 e 21h. Domingo, às 19h. Ingressos: de R$ 50 a R$ 200. Obs.: confira legislação vigente para meia-entrada. Canais de venda oficiais: www.sympla.com.br - com taxa de serviço. Bilheteria física - sem taxa de serviço. Teatro Claro (Shopping Vila Olímpia). De segunda-feira a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 12h às 20h. Telefone: (11) 3448-5061.