Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Fotos: divulgação
Loja do Resenhando.com traz novos livros para venda no Shopee
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sexta-feira, 28 de agosto de 2026
.: Grupo Equale canta a obra de Aldir Blanc no álbum “Salve, Aldir!”
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Fotos: divulgação
.: Há 92 anos, nascia Sylvia Telles, a voz da Bossa Nova
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Fotos: divulgação
Há 92 anos, nascia no Rio de Janeiro a cantora Sylvia Telles, a voz que serviu como a imagem da Bossa Nova. Com personalidade forte e cativante, ela acabou influenciando várias outras canypras com sua interpretação peculiar e moderna. Sempre a frente de seu tempo. Sylvia D´Atri Telles nasceu em uma família que tinha a música sempre próxima. Embora fosse atraída inicialmente pela dança (ballet clássico) eLa acabou se descobrindo como intérptrete estimulada pelo seu irmão mais velgo, Mario Telles, que tinha discos e já atuava na música.
sábado, 22 de agosto de 2026
.: "Revolver" 60 anos: a arma dos Beatles era a inovação
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
: MPB-4 e Orquestra Petrobras revivem clássicos da nossa música
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
.: Renan Oliveira canta a nova edição de “Os pagodes Que a Gente Gosta”
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação
Em um momento em que o mercado da música redescobre a força dos medleys e da nostalgia como estratégia para conquistar novas gerações, Renan Oliveira segue apostando em um caminho que já virou marca registrada de sua carreira. Depois de a primeira parte do audiovisual “Os Pagodes Que a Gente Gosta – Volume 3”, já ultrapassou de 3 milhões de reproduções nas plataformas digitais em poucas semanas, o cantor lança a segunda etapa do projeto gravado na Quadra da Portela; no Rio de Janeiro, tendo como destaque o encontro inédito com Thiago Soares.
A parceria acontece no medley “Entre a Cruz e a Espada / Namorada Nota Dez / História Combinada”, escolhido como faixa foco do lançamento. O encontro reúne dois artistas identificados com o pagode romântico em um repertório que atravessa diferentes gerações e reforça a proposta do projeto: revisitar clássicos que permanecem vivos na memória afetiva do público, sem abrir mão de uma interpretação contemporânea.
Gravado diante de cerca de quatro mil pessoas na Quadra da Portela, o audiovisual mostra que existe espaço para um pagode que cresce menos pela lógica dos desafios virais e mais pela conexão emocional com o público. O repertório reúne canções que marcaram os anos 1990 e 2000, período considerado um dos mais férteis da história do gênero, e transforma sucessos conhecidos em medleys que mantêm a energia de uma roda de samba.
A nova etapa também consolida o crescimento do projeto “Os Pagodes Que A Gente Gosta”, que já realizou mais de dez edições, passou por diferentes cidades brasileiras, reuniu públicos superiores a 15 mil pessoas e acumula mais de 64 milhões de reproduções considerando os lançamentos anteriore
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
.: Rodrigo Vellozo idealiza álbum que revisita a obra de Benito Di Paula
sexta-feira, 31 de julho de 2026
.: Com mais dez anos de trajetória, Soul de Brasileiro lança o primeiro album
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação
.: O Baú da Hora Fértil": documentário inédito desvenda história dos Tribalistas
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: divulgação
A obra, viabilizada em parceria com o Curta!, chegará ao canal com exclusividade no primeiro semestre de 27. Antes, no entanto, participa de festivais nacionais e internacionais. A produção é da Phonomotor, Kappamakki e Estúdio Morro Dois Irmãos.
Além da pré-estreia, o 4º Curta! Festival realiza na terça, 4, e quarta, 5, atividades presenciais gratuitas abertas ao público com retirada de senhas no Sympla neste link. Serão realizadas masterclasses com o cineasta Jorge Furtado e com o pesquisador de imagens Antônio Venâncio; sessões ‘Sala de Montagem’, com exibição de trechos exclusivos e bate-papo com profissionais das equipes dos longas “Dos à Deux”, de Roberto Bomtempo, “Aqueles Olhos de Carvão Acesso”, de Isabella Poppe, e “Gonzaguinha, da Maior Liberdade”, de Susanna Lira; além de um debate sobre “As Novas Fronteiras da Pós-Produção” reúne os profissionais Marcelo Pedrazzi e Thiago Anjos.
As atividades marcam a última etapa do evento, iniciado com exibição e votação de cerca de 170 produções de ficção e documental, entre filmes e episódios de séries. Os vencedores serão conhecidos na sexta, 7, em evento com transmissão ao vivo pelo youtube do canal: https://www.youtube.com/@canalcurta/streams.
sexta-feira, 24 de julho de 2026
.: Deep Purple segue no hard rock setentista com o lançamento de "Splat!"
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
A banda britânica Deep Purple está com material novo na praça. Na contramão da tendência atual do mercado fonográfico, o veterano grupo apresenta 13 cançoes inéditas no formato de um álbum convencional. E se mantém fiel a sonoridade baseada no hard rock da década de 70. Da formação considerada clássica, há três integrantes: Ian Gillan (vocal), Roger Glover (baixo) e Ian Paice (bateria). Complementam a formação Don Airey (teckados) e Simon McBride. Formação essa, aliás, que mostra um entrosamento incrível nesse novo disco intitulado "Splat!".
O grande acerto nesse álbum foi investir em um material mais básico, com canções mais curtas e diretas e sempre baseadas no rock dos anos 70. Os riffs de guitarra são marcantes e se por um lado o vocal de Ian Gillan já não consegue alcançar os antigos agudos, ele se moatra perfeitamente adaptado a sonoridade atual. Há também os tradicionais duelos de solos da guitarra com o órgão Hammond. Don Airey e Simon McBride são excelentes músicos e conseguem entregar aquilo que o ouvinte fã de hard rock gosta de ouvir. Nem preciso falar das performances de Ian Paice e Toger Glover, ambos mestres em seus respectivos instrumentos.
Há uma parcela dos críticos na imprensa que defende a aposentadoria da banda. Entretanto, se essa mesma parcela ouvir com atenção esse "Splat!" terá a oportunidade de mudar de opinião. Deixem os veteranos seguirem-na trilha do hard rock enquanto eles se sentirem motivados. Os fãs do grupo agradecerão.
Deep Purple - "Arrogant Boy"
sexta-feira, 17 de julho de 2026
.: "Foreign Tongues": Rolling Stones desafiam o tempo em novo álbum
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
A cada novo álbum dos Rolling Stones, o público acaba se surpreendendo de forma positiva. Os seus veteranos integrantes recusam solenemente uma eventual aposentadoria e seguem produzindo ótimas canções que mesclam as suas principais influências musicais, entre elas o blues e a música folk americana, além dos pioneiros do rock como Chuck Berry.
Em "Foreign Tongues", que acaba de ser lançado em formato físico e nas plataformas digitais, a fórmula se repete e da muito certo. A exemplo do que ocorreu no disco anterior, o produtor Andrew Watt manteve intacta a formula dos Stones, sem se preocupar em soar mais contemporâneo. Mick Jagger (vocal ) e Keith Richards (guitarra e backing vocals) assinam a maior parte da autoria das canções, enquanto Ron Wood cumpre seu papel no grupo nos solos e guitarra base.
O disco abre com "Rough And Twisted", um blues rock bem ao estilo dos Stones. E segue com a animada "In The Stars" que tem um forte apelo radiofônico nos riffs e no refrão. Nessas duas faixas o vocal de Jagger esta limpo e impecável, assim como em todas as demais.Steve Jordan (batéria) e Daryl Jones (baixo) complrmentam a banda. Na faixa "Covered In You" o ex-beatle Paul McCartney participa tocando baixo, enquanto Steve Winwood participa de várias faixas tocando teclados. E a banda gravou um cover de "You Know I'm No Good", de Amy Winehouse, que ficou acima da média. Os Stones não são highlanders do rock. Mas é fato que eles seguem desafiando o tempo. Pelo menos enquanto se sentirem capazes de dar conta do recado.
sexta-feira, 10 de julho de 2026
.: Crítica musical: Alceu Valença, 80 anos de genialidade musical
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
Um dos nomes mais importantes da nossa MPB, o pernambucano Alceu Valença completou 80 anos mantendo a mesma disposição para produzir verdadeiras pérolas musicais com aquele tempero nordestino inconfundível e irresistível.
Alceu é um talento multifacetado. Além da música teve passagens marcantes no cinema e até na literatura com um livro de poesias, Mas foi na música que ele se tornou conhecido, mesclando as influências musicais de Luiz Gonzaga e de Jackson do Pandeiro com outras que ele ouvia nas rádios.
Seu primeiro disco foi gravado em parceria com o igualmente genial Geraldo Azevedo em 1973. No ano seguinte lança o disco Molhado de Suor, frequentemente apontado como um de seus melhores trabalhos. E desde então não parou mais.
Basta um breve olhar em sua discografia para perceber a riqueza de sua obra. Álbuns como o "Espelho Cristalino" (1975), "Coração Bobo" (1980), "Cavalo de Pau" (1982). "Anjo Avesso" (1983) e "Mágico" (1985), só pra citar alguns exemplos, reúnem uma coleção de canções antológicas, algumas até se tornaram hits nas rádios, como a irresistível Tropicana.
A genialidade de Alceu se explica pelo fato de ele se manter autèntico, sem se render para concessões comerciais impostas pelas grandes gravadoras. E essa postura só comprovou que sua obra sempre teve o apelo popular. Basta ver seus shows sempre com grande presença de público.
Para nossa felicidade, Alceu segue em pela atividade comemorando merecidamente os seus 80 anos. E tomo emprestado os versos da canção Sete Desejos: E agora penso que a estrada/Da vida, tem ida e volta/Ninguém foge do destino/Esse trem que nos transporta.
"Coração Bobo"
.: “Tomo Controle Contigo”, novidade: Suzy McCalley lança novo single
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
A cantora brasileiro-americana Suzy McCalley está lançando um novo single. Bebendo na fonte das músicas brasileira e americana, Suzy está lançando a música “Tomo Controle Contigo”, pela Ada Brasil Music em todas as plataformas musicais. “A inspiração para essa música é o posicionamento da mulher no momento do flerte, da atração. Ela está entrando num clube, há aquele momento de tensão sexual, e no final é a mulher que escolhe o parceiro”, conta Suzy.
sexta-feira, 3 de julho de 2026
.: Jornalista escreve crônicas sobre a luta contra o alcoolismo
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
sexta-feira, 26 de junho de 2026
.: Música: Prime Vídeo disponibiliza documentário de Paul McCartney
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
O streaming Amazon Prime Video disponibilizou para os assinantes o documentário "Man On The Run" que narra a trajetória do ex-beatle Paul McCartney no período p´pós-Beatles e a criação da banda Wings, até chegar na sua atual carreira solo. O documentário é narrado por McCartney. Mas está longe de ser uma produção tipo chapa branca. Nele são mostrados não só os pontos positivos como também as mancadas homéricas, como a sua prisão em 1980 no Japão por porte de entorpecente.
Ainda que mostre de uma forma superficial, a produção acaba conseguindo mostrarcomo o músico superou a desconfiança inicial da mídia sobre o seu trabalho na época. O Wings teve várias formações. permanecendo o aeu nucleo com McCartney. Linda Eastman e Denny Lane. E deixou gravados álbuns antológicos, como o Band on the Run, de 1973 E Venus And Mars, de 1975.
Além de imagens raras da época, a produção utiliza como trllha sonora as canções clássicas de McCartney, acentuando o clima saudosista. Destaco a gravação de Band on TheRun, que foi realizada na Nigeria com vários problemas técnicos e situações turbulentas. Na prática, o documentário joga uma luz na trajetória vitoriosa do ex-beatle. Comprovando que nem sempre esse caminho foi um mar de rosas. Mas solidifivou o mito e seu talento nato para a música pop mundial.
"Band On The Run"
"My Love"
Trailer de "Man On The Run"
sexta-feira, 19 de junho de 2026
.: Paul McCartney traz suas lembranças em novo disco
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
Prestes a completar 84 anos e realizando mais uma turnê mundial, o ex-beatle Paul McCartney lança um novo disco no qual expõe suas lembranças do período da infância e da adolescência; "The Boys of Dungeon Lane" retrata como era sua vida no tempo em que vivia em Liverpool ainda como aspirante a músico.
E é preciso ressaltar o ato de coragem que McCartney teve ao lançar um álbum no formato tradicional. Isso numa época em que as pessoas envolvidas com música têm dado preferência aos singles que são lançados invariavelmente em doses homeopáticas. Gravar, produzir e lançar um álbum com 14 faixas se tornou uma façanha que poucos conseguem realizar hoje em dia.
Comparando com os discos anteriores, "The Boys of Duingeon Lane" pode ser considerado um álbum conceitual; A voz de McCartney já sente um pouco os inevitáveis efeitos da idade; Em alguns momentos ela soa um pouco trêmula e hesitante. E em outros ele se mostra um melodista competente, que ainda sabe como fazer pulsar uma banda.
Falando das faixas, citaria "The Days We Left Behind", "Montain Top" e "Down South" como destaques, assim como a igualmente ótima "Home Of Us", cantada em dueto com o ex-beatle Ringo Starr. Dessa forms, Ringo retribuiu a gentileza de McCartney que participou de faixas de um de seus discos mais recentes. Na faixa "Momma Gets By", McCartney homenageia o casamento dos seus pais.
Esse novo álbum está longe de ter a densidade de outros discos lançados nos anos 70, como o "Band On The Run". E creio que esse nem era o objetivo de McCartney. Se por um acaso McCartney anunciar uma aposentadoria, esse disco encerraria de forma digna a sua discogrsafis. Porem eu continuo torcendo para ouvir o seu próximo lançamento.
"As You Lie There"
"Ripples In a Pond"
sexta-feira, 12 de junho de 2026
.: Crítica musical: Julie Wein, um talento entre pianos e canções
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural. Foto: Isabela Espindola
sexta-feira, 5 de junho de 2026
.: Crítica musical: os 60 anos dos Afro-Sambas
sexta-feira, 22 de maio de 2026
.: Crítica musical: Sergio Santos lança CD "Todo Samba"
O cantor e violonista Sérgio Santos ao lado do clarinetista Nailor Proveta. Foto de divulgação: Isabela Espíndola
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
Chegou às plataformas o novo álbum do compositor, violonista, cantor e arranjador Sergio Santos. “Todo samba” reúne 13 canções inéditas, baseadas no samba e suas diferentes possibilidades, para o qual Sergio convidou o clarinetista, compositor e arranjador Nailor Proveta, mestre na linguagem do samba e do choro.
As canções de “Todo Samba” (Biscoito Fino) bebem da raiz fundamental, mas cada uma delas foi construída a seu modo, evitando os jargões melódicos e harmônicos. No repertório, “Serenadas Pedras” tem a autoria da melodia dividida com Francis Hime, e letra sensível de Olivia Hime. Quanto à poética, Sergio Santos recorreu à sua parceria com Paulo César Pinheiro, ícone da poesia musical brasileira, com quem já compôs mais de 300 canções. Há também, além de suas próprias letras, a estreia da parceria de Sergio com o escritor e poeta Marcílio Godói.
O trabalho conta ainda com participações especialíssimas, que dividem os vocais com Sergio em três faixas: em "Trate Bem Seu Bem", o compositor canta com Maíra Manga, jovem e talentosíssima cantora de suas Minas Gerais. Já “Inquietude” é dividida com a magnífica Leila Pinheiro. A canção “Preciosas Pedras” conta com a participação impecável dos parceiros Francis Hime e Olivia Hime.
"Todo Samba' é um disco que mostra bem a proposta de trabalho de Sérgio Santos, além de comprovar a genialidade de Nailor Proveta. Vai agradar quem curte a nossa MPB de qualidade.
Senhoras do Samba
A Ordem do Rei
sexta-feira, 15 de maio de 2026
.: Crítica musical: Luis Sérgio Carlini, a essência do rock nacional
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
Se havia alguém que pudesse ser representatiuvo para a essência do nosso rock nacional, creio que o nome de Luis Sérgio Carlini deveria sempre ser lembrado como um dos arquitetos desse estilo musical. Foi mesclando elementos de blues com rock ´n roll e de psicodelia dos anos 60 que ele moldou seu inigualável timbre na guitarra, reconhecido logo no primeiro acorde. A notícia de seu falecimento me pegou de surptesa. Sabia que ele vinha sendo o guitarrista da banda de Guilherme Arantes, com quem já vinha trabalhando desde os anos 80 (vide o disco "Coração Paulista"). Ao que parece, ele vinha enfrentando problemas de saúde há algum tempo.

































