terça-feira, 29 de dezembro de 2020

.: Ex-garimpeiro ensina em livro a ficar milionário em dez anos


Marcos Trombetta cria ferramenta inovadora de desenvolvimento pessoal e lança livro que explica como alcançou o sucesso financeiro.

Você quer saber exatamente quem é e onde quer chegar? Imagine materializar tudo aquilo que desejou e passar a viver a vida dos seus sonhos e aprender com alguém que já chegou lá. É exatamente isso que o livro "Eneamind – Como Construir Uma Nova Realidade com o Poder da Sua Mente" se propõe para ajudar leitores a alcançarem o sucesso que merecem. 

Marcos Trombetta é coach, professor, consultor e mentor. Entre suas inúmeras qualificações é surpreendente ver que, em pouco tempo, ele desenvolveu um currículo vencedor e conquistou independência financeira. Ex-garimpeiro, Trombetta vem de origem humilde. Por 15 anos trabalhou no garimpo e é exemplo de superação. Natural de uma pequena cidade gaúcha, filho de garimpeiro e de dona de casa, ele trabalhava em túneis de até 500 metros de profundidade e, por muitas vezes, colocou a própria vida em risco. 

No livro "Eneamind – Como Construir Uma Nova Realidade com o Poder da Sua Mente", Marcos Trombetta traz para você o Eneamind, um método simples baseado nos nove poderes mentais do Eneagrama. O autor propõe exercícios para que você comece a mudar a sua realidade a partir da mudança dos seus paradigmas. Mais do que uma metodologia, trata-se de uma filosofia de vida que pode ser aplicada por qualquer pessoa que queira ser o arquiteto da própria vida. Em busca de novos horizontes, ele se formou em Letras (ainda como garimpeiro) e, mesmo acreditando que era inapto, inconformado com o garimpo, começou a trabalhar em uma escola de idiomas para mudar de vida.

“Não importa qual seja o seu sonho: você é capaz de conquistar”, afirma ele, que hoje auxilia milhares de pessoas a entender como funciona o percurso do sucesso, e criou um método chamado Eneamind, que tem como base nove poderes mentais do Eneagrama. Em "Eneamind – Como Construir Uma Nova Realidade com o Poder da Sua Mente" publicado pela Luz da Serra Editora, o especialista ensina a liberar essa força para resolver qualquer problema da vida e como usou essa técnica para seu próprio desenvolvimento.

O ex-garimpeiro soma um patrimônio milionário, além de 100 mil alunos ao redor do mundo, três formações em coach, milhões de visualizações na internet e cinco livros escritos. "Eneamind – Como Construir Uma Nova Realidade com o Poder da Sua Mente" é o último deles. O empresário, que viveu no garimpo por 15 anos, é exemplo de superação. Sem férias, com um salário anual de R$ 3,5 mil e que, por muitas vezes, colocou a própria vida em risco. Formou-se em Letras e, mesmo sem muita habilidade com o inglês, fez de tudo para sair “da lama”, como ele mesmo diz, e começou a trabalhar em uma escola de idiomas para mudar de vida. E esse foi o primeiro passo em busca da transformação pessoal e profissional. 

Hoje, Marcos Trombetta auxilia milhares de pessoas a entender como funciona o percurso do sucesso, e criou um método chamado Eneamind, que tem como base nove poderes mentais do Eneagrama. No livro, o especialista ensina a liberar essa força para resolver qualquer problema da vida. Entre os conceitos apresentados no livro, além do Eneagrama, estão a Lei da Atração e uma série de exercícios práticos para a mudança de paradigmas. 

Mais do que uma metodologia, o Eneamind é uma filosofia de vida que pode ser aplicada por qualquer pessoa que queira ser o arquiteto da própria vida! Através dessa técnica, você vai descobrir seus medos primordiais, que começaram a se formar ainda na infância, e também vai conhecer seus desejos e aspirações. Você pode comprar "Eneamind – Como Construir Uma Nova Realidade com o Poder da Sua Mente", de Marcos Trombetta, neste link.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

.: Animação "Soul" provoca estilo "Divertida Mente" e outros Disney Pixar


Por: 
Mary Ellen Farias dos Santos*

Como é do outro lado? Essa dúvida ninguém ainda em vida é capaz de, precisamente, saná-la. Contudo, a nova produção da Disney Pixar ilustra uma possibilidade de como é no pós-vida. A nova animação intitulada "Soul", com vozes de Jamie Foxx, Tina Fey e Angela Basset vai além da ideia de entregar a alma no que faz. 

A trama é sobre Joe Gardner (Jamie Foxx) professor de música que finalmente tem a grande oportunidade de trabalhar como desejou, mas que, diante de tamanha empolgação com seu "dia de sorte", não percebe que a vida dele está por um fio. Falando ao celular enquanto anda, quase é esmagado por tijolinhos vermelhos, atravessa a rua na faixa estando a via em pleno movimento de automóveis, passa na calçada cheia de cascas de bananas e pregos, é ameaçado por um cachorro que late sem parar, quase é atropelado por um motociclista até cair num bueiro e ver diante de si "o grande além".

Ciente de não ter realizado em vida o que tanto sonhou, tocar com Dorothea Williams (Angela Basset), Joe foge da esteira que leva para o grande além e dá o seu melhor para voltar ao corpo. Após tentativas frustradas, assume o posto de mentor da alminha 22 (Tina Fey). Fácil? Nem um pouco! 22 é osso duro de roer e tem como único objetivo não viver na Terra, sendo que ela já teve a mentoria de Madre Teresa de Calcutá, do pugilista Muhammad Ali, da rainha Maria Antonieta e de outros nomes famosos da história universal que nunca foram capazes de fazê-la mudar de opinião.

A apresentação de 22 ao mentor Joe já acontece de modo bastante conturbado e diante de uma ameaça da pequena: "Vou fazer você desejar nunca ter morrido!" Contudo, há muitas dificuldades para que o objetivo de Joe seja concretizado. Algo que por vezes remete ao longa romântico "E Se Fosse Verdade" (2005) com Reese Witherspoon e ‎Mark Ruffalo‎, há até espaço para o navio de um "pirata" hippie navegar na terra do além em busca de almas perdidas -algo no estilo "Yellow Submarine" de The Beatles. Em cena, um homem sem alma é consumido pelo trabalho na bolsa de valores até que recupera a essência e se pergunta sobre o que está fazendo com a própria vida. Bem provocativo!

Nessa brincadeira de ensinar a viver cada minuto, Joe apresenta a dualidade da vida e a do além, tal qual Tim Burton faz brilhantemente em "A Noiva Cadáver", por exemplo. Neste, não há o toque gótico, apenas cores combinadas como rosa, verde, azul e lilás e formas variadas -que remetem ao inesquecível "Divertida Mente"-, enquanto que o lado da vida, mesmo em animação, é cheio de detalhes perfeitos, devido as texturas exatas e uso de cores que remetem a filmagens -a qualidade intocável da Disney Pixar que já estamos acostumados. 

"Soul" é o novo "Viva: A Vida é uma Festa"? Não. Embora trate da vida do outro lado e traga as folhas em um amarelo dourado dando um lindo colorido na tela para o desenrolar da trama. O que dizer? Essa animação é mais um lindo resultado da junção Disney Pixar.

Filme: Soul

Diretor: Pete Docter

Música composta por: Trent Reznor, Jon Batiste, Atticus Ross

Produção: Pete Docter, Dana Murray

Produtoras: Pixar, Walt Disney Pictures

Duração: 1h30 minutos

Gênero: Animação, comédia

Elenco (vozes): Jamie Foxx (Joe Gardner), Angela Basset (Dorothea Williams), Tina Fey (22)

Data de lançamento: 25 de dezembro de 2020

*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm



.: Resenha do livro episódico "Bateia", de Rômulo P. Alvim

Por: Mary Ellen Farias dos Santos*


"Tudo começou com uma pequena dor de barriga e pouco apetite. Melhorou, quase sarou, com alguns chás e remédio pra verme. Piorou de novo: e a dor aumentava. Perdeu muito peso. Certa manhã, viu sangue nas fezes. Depois amarelou o olho. Foi quando deixou de ir trabalhar pela primeira vez em toda a sua vida. Pra ir procurar o médico novo que havia chegado à cidade. E os caminhos da vida se encontraram. E a história começa."

No romance episódico "Bateia", assinado pelo médico e escritor Rômulo P. Alvim, o doutor Emílio Trappo Cascali, descobre as anotações do paciente Vaninho da Banda. É diante das palavras de um homem simples, já morto, que o profissional da medicina promove uma reflexão profunda de autoconhecimento, gerando um encontro com o essencial.

Assim, lições de vida são dadas de um homem comum a um doutor, o único médico do pequeno hospital da pequena cidade. É o garimpeiro das palavras que ensina a importância de viver tudo a seu tempo, ou seja, um dia de cada vez e o valor dos percursos das realizações da vida.

Publicado pela Saíra Editorial, a primeira obra de literatura intimista de 72 páginas traz ilustrações de Mariana Waechter. O livro que agrada a todo leitor, tem como público-alvo os jovens a partir de 16 anos. Você pode comprar o livro "Bateia", de Rômulo P. Alvim, neste link: amzn.to/38IUg7n

Frases retiradas do livro:

"Uma árvore não era uma ponte de tempo entre uma semente e outra?"

"A beleza da flor e a doçura do fruto não começam na raiz fincada no escuro do barro?"

"A lentidão das nuvens era fruto da ausência de rumo, aí sua beleza."

"Compreender a si mesmo pra sentir que a felicidade não nasce das virtudes. É a virtude."

"Se um deserto se cobrisse de flores, não seria mais um deserto."

"Prefiro pelo resto da vida topeçar em estrelas, não nas pedras do caminho. E - quem sabe? - aprender a tropeçar em si mesmo."

Autor: Rômulo P. Alvim nasceu em 1950, na pequena e antiga Rio Preto, cidadezinha mineira, que faz divisa com o estado do Rio de Janeiro, onde ainda reside. É o mais velho de nove irmãos, pai de quatro filhos e avô de nove netos. Formado médico em Juiz de Fora, em 1973, ainda exerce a profissão de clínico-pediatra.


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm

.: Filme brasileiro “Urubus” conquista prêmio internacional de cinema


Dirigida por Claudio Borrelli, obra foi eleita “Melhor filme de longa-metragem internacional” no tradicional Fabrique Du Cinéma Awards

“Urubus”, filme brasileiro dirigido por Claudio Borrelli e com trilha assinada por Silvio Piesco, da Tesis, conquistou o título de “Melhor Filme de Longa-Metragem Internacional” do Fabrique Du Cinéma Awards, realizado pela prestigiada revista italiana Fabrique Du Cinéma. O trabalho foi selecionado como vencedor por um júri presidido pelo ator e cineasta americano Matt Dillon.

“É um filme autêntico, com performances realmente fortes e que nos leva a um universo que a gente geralmente não tem acesso. E tudo isso feito de forma linda, com real talento”, destacou Dillon durante a revelação dos vencedores. Ao total, mais de quatro mil filmes foram inscritos na competição – que por conta da pandemia teve seus resultados anunciados em cerimônia transmitida ao vivo pelos perfis do festival nas redes sociais neste último fim de semana.

“O maior desafio de criar a trilha de ‘Urubus’ foi transitar na tênue barreira entre a tensão social e a delicadeza existente na arte do pixo. A primeira ideia era construí-la com os timbres todos sujos e distorcidos, como um paralelo com o pixo – que tem essa característica até por ser anárquico, agressivo, com a intenção de incomodar o espectador. Mas sob esse primeiro layer, que é o mais visível, existem ainda as sutilezas das relações, a arte e a delicadeza”, reforça Silvio Piesco, sócio e diretor de criação da Tesis.

“Urubus” conta a história do personagem Marcelo Trincheiras, o “Trinchas”, morador de periferia que encontra na pichação uma forma de expressão. O trabalho deve chegar aos cinemas brasileiros em 2021.


.: "Clownstico": projeto artístico desmistifica o ridículo no YouTube

Antonio Ginco em "À Quem do Sentimernto Explodiu"

Desmistificar o ridículo sem medo da exposição e das revoltas desafinadas; sem medo dos protestos contra a consequente injustiça e as infinitas possibilidades do fazer artístico. Esta foi a definição do ator, escritor e diretor teatral Antonio Ginco à “personagem” Clownstico, disponível no YouTube – maior plataforma de compartilhamento de vídeos em nível mundial.

Clownstico é resultado de um projeto inédito que tem por finalidade mover palavras e atos que procuram inspirar e provocar o internauta. “Quando a pandemia nos enclausurou, nossa arte precisou expandir. E como artista, não poderia deixar de me levar pela angustia, impotência ou tédio. Afinal, o artístico é justamente aquilo que sou e faço de melhor”, disse.

Antonio Ginco explicou que a personagem nasceu após um “tempo de maturação” – ou de quarentena, como também costuma defender –, fundamental à elaboração do projeto que desenvolve em parceria com o companheiro Renato Grieco, responsável pela fotografia e edição dos vídeos.

Com a pandemia do coronavírus, que atualmente ainda nos impossibilita de promover a arte (tradicional) presencial, outras formas de existência tiveram que ser adaptadas pelos artistas. Por isso, ante o cancelamento de temporadas de espetáculos teatrais e gravações – cinema e TV –, optamos por algo mais intimista, mas ainda muito provocador”, afirmou.

Clownstico” tem seis episódios no Youtube. No primeiro, Antonio Ginco interpreta “À Quem do Sentimento Explodiu”, que escreveu 41 anos atrás. “Quero muito mais que você quis querer; trancafiei um universo e dele nem o verso me escapará. Sou sincero comigo e não me importa a humanidade; ou me importa a humanidade porque sou sincero comigo”.

Projeto

O ator, escritor e diretor teatral também explicou que pretende ampliar o projeto a fim de garantir a ampla abordagem dos temas culturais, sociais e políticos. A intenção, segundo ele, e promover a análise e a discussão destes temas que passam despercebidos diante de outras “prioridades”.

Clownstico ainda está na fase inicial, mas a ideia é ampliar a produção e, consequentemente, as discussões que tanto parecem nos incomodar. O primeiro episódio deste projeto chegou à plataforma de compartilhamento de vídeos no dia primeiro de outubro e, desde então, estamos escrevendo e nos empenhando em produzir mais vídeos”, finalizou Antonio Ginco.


Instagram

Antonio Ginco: instagram.com/aginco4 | Renato Grieco: instagram.com/griecore

Para ter acesso ao canal do YouTube, clique aqui: bit.ly/Clownstico.



.: Diário de uma boneca de plástico: 28 de dezembro de 2020

Querido diário,

Vim correndo contar para você uma novidade literária. É que estou lendo "Laura Dean Vive Terminando Comigo", da dupla Mariko Tamaki e Rosemary Valero-O´connell e estou amando. Acredita que o livro é um romance todo em quadrinhos? São 304 páginas e, lá no finalzinho, da página 295 em diante há imagens extras e de rascunho. Estou encantada!

Ok! Sou muito, muito bem casada. Graças à Deus, mas estou tão envolvida na leitura desse livro, pois trata de um modo lindo sobre como deixar para trás todo relacionamento tóxico e abrir caminho para o que nos faz bem. Fora que ainda trabalha a valorização da nossa autoestima. Não é tudo? 

Ah! Laura Dean e Freddy são duas meninas, mas eu torço muito pela Freddy. Essa leitura está tudão de bom!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg
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domingo, 27 de dezembro de 2020

.: Papa Francisco afirma que sobreviveu a três Covids em "Vamos Sonhar Juntos"


Por 
Helder Moraes Miranda, editor do Resenhando.

Não há nada mais oportuno no final do ano do que ler um livro que aponta para o que vem por aí. Lançado pela Intrínseca em dezembro "Vamos Sonhar Juntos - O Caminho para Um Futuro Melhor", do Papa Francisco é um livro necessário para um mundo devastado pelo Covid-19. O Resenhando listou dez motivos para ler esse livro e provar o porquê é uma obra necessária até para o mundo pós-pandemia.

1. Livro inspira as pessoas a melhorarem com pequenas atitudes. Muito se pergunta a respeito do mundo depois da pandemia. As pessoas realmente irão melhorar ou o mundo continuará absolutamente igual ao que era antes do Covid-19 se espalhar pelo globo terrestre? Em "Vamos Sonhar Juntos", Papa Francisco explica por que precisamos e como podemos transformar o mundo em um mundo mais justo, seguro e saudável para todos.

2. Obra dá exemplos de superação vividas pelo próprio Papa. Com muita sinceridade, Papa Francisco relata três crises pessoais pelas quais passou e que o transformaram profundamente. Além de conhecer um pouco mais as experiências pessoais do Papa, "Vamos Sonhar Juntos" ensina a lidar com as turbulências de qualquer natureza - e, de quebra, matar um pouco a curiosidade sobre a vida pessoal deste líder religioso.

3. Coragem para mudar. Papa Francisco considera um erro as pessoas tentarem voltar a um estado anterior à pandemia. "Vamos Sonhar Juntos" incentiva a coragem de mudar, pelo próprio bem das pessoas e, consequentemente, da humanidade. Papa Francisco considera essa a oportunidade que faltava para mudarmos - basta ter coragem.

4. Críticas à obsessão pelo lucro e políticos desumanos. Em "Vamos Sonhar Juntos", Papa Francisco tece críticas à economia global que tem obsessão pelo lucro e que, consequentemente, prejudica as pessoas e o meio ambiente. Também critica políticos que utilizam o medo para se fortalecerem em momentos de crise, sem servir aos outros, muito menos as comunidades mais pobres e marginalizadas.

5. Olhar com sensatez e sem o filtro das paixões. Em momentos de crise, o primeiro impulso da maioria das pessoas é recuar. "Vamos Sonhar Juntos", do Papa Francisco, ensina as pessoas a enxergarem com o olhar de sensatez e até com uma visão crítica, desvinculada de paixões. De acordo com ele, usar, exagerar, ou distorcer uma desgraça para se posicionar política e socialmenter é também uma forma grave de abuso que menospreza a dor das vítimas. Todos devem ter muito cuidado com isso.

6. Respeitar a história para não repetir os erros do passado. Papa Francisco, no livro "Vamos Sonhar Juntos", fala a respeito dos protestos que derrubaram estátuas de personagens históricas no início de 2020. Para ele, um povo livre deve ter memória para que sejam reconhecidos os caminhos percorridos, ainda que vergonhosos. Negar essas histórias não apaga o passado, mas simplesmente impede que possamos tirar delas os mesmos ensinamentos... e não cometer os mesmos erros.

7. A importância do silêncio e de evitar "consolos baratos". Quando se passa por uma situação ruim, é comum surgirem pessoas para dizer "vai ficar tudo bem" da boca para fora.  Em "Vamos Sonhar Juntos", o Papa Francisco afirma que as palavras podem ser ditas até com boa intenção, mas que podem soar estúpidas, vazias e que, na prática, não ajudam em nada. Há um ditado indiano que diz: "Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio". O silêncio, muitas vezes, pode contribuir para que as pessoas repensem os seus caminhos.

8. Escolher caminhos que levem a bons lugares. No livro "Vamos Sonhar Juntos", Papa Francisco fala sobre a importância de discernir e escolher. Agir concretamente, segundo ele, é essencial para curar e fazer reparos, que, por sua vez, está diretamente ligado a discernir e escolher caminhos que conduzem ao futuro em detrimentos de outros que não levam a nada e só fazem retroceder. 

9. O livro ensina a olhar o outro com mais profundidade. Pode parecer até redundante, mas "Vamos Sonhar Juntos", do Papa Francisco, é um livro sobre o individual para o coletivo. A respeito de como as minhas, as suas, as nossas ações interferem diretamente na vida do outro até chegar no todo. Em tempos de crise e tribulação, livrar-se de antigos hábitos, aqueles que fazem mal e só prejudicam, é preciso relembrar que fazemos parte de um coletivo e reavaliarmos as prioridades, o que queremos, o que buscamos e o que somos. Esses atos, diretamente vindo de mudanças, podem fazer com que transformemos realidade em sonhos.

10. Os três Covids do Papa Francisco. Em "Vamos Sonhar Juntos", o Papa faz três revelações. De acordo com o religioso, ele sobreviveu a três Covids ao longo de sua vida: a doença, a Alemanha e Córdoba. Mais detalhes sobre essas histórias, você conhecerá a fundo quando ler o livro. Mas há um spoiller: em todos esses Covids metafórios que passou, ele sobreviveu e saiu fortalecido. Hoje está firme, forte e, o que todos já sabem, é o líder religioso mais importante da religião católica.

Você pode comprar  "Vamos Sonhar Juntos - O Caminho para Um Futuro Melhor", do Papa Francisco, neste link.

.: "Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa": filme tocante e imperdível


Por: Mary Ellen Farias dos Santos*


Drama com toque exato de suspense. "Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa" tem os ingredientes perfeitos para dar a agilidade necessária na trama do filme alemão. O longa de quase duas horas de duração, é protagonizado pela jovem e talentosa atriz Riva Krymalowski, que interpreta Anna Kemper, de apenas 9 anos, garotinha que vive ao lado dos pais e irmão. 

Assim, na tela a realidade cruel da vida dos refugiados recebe toques do encanto fascinante da mente infantil. Tudo o que acontece na tela segue o olhar da jovem Anna, seja a despedida da casa na Alemanha, quando ela dá adeus a tudo, incluindo móveis, brinquedos e, especialmente, para a governanta Heimpi (Ursula Werner) ou ainda quando não compreende o que querem dizer sobre o fato de Hitler "querer a cabeça do pai" dela. 

Sendo uma família rica judia-alemã, os Kemper mudam-se de trem para um vilarejo na Suíça. Os filhos, Anna e Max (Marinus Hohmann), -o irmão mais velho da protagonista- são orientados a levar um brinquedo e dois livros cada um. Contudo, a fantasia da menina é despertada em certos momentos do longa por meio das sensíveis entradas do tio Julius (Justus von Dohnányi).

Enquanto Arthur Kemper (Oliver Masucci), tenta vender textos críticos aos jornais locais, para manter a família, diante das negativas, a permanência torna-se mais difícil, o que ameaça a amizade de Anna com Vreneli Zwirn (Hannah Kampichler). O adeus das amiguinhas é mais uma das tantas lindas cenas do longa.

É justamente quando Anna completa 10 anos que uma cena emocionante se faz diante dos olhos do público: Heimpi liga para parabenizar a menina que descobre diversas mudanças irreversíveis. Arthur, o senhor Kemper, busca trabalho em Paris e lá, todos os quatro familiares, juntos, passam a viver em condição ainda mais complicada. Do posto de família rica, os Kemper chegam a dever o aluguel e a ter a luz cortada, tendo que seguir como para Londres como destino final

Assim, em meio a chegadas e partidas, apresentações e despedidas, novos costumes são aprendidos pela família. Para quem assiste, toda a saga da família Kemper como refugiados de país em país, gera uma fotografia espetacular, incluindo os Alpes Suíços. 

Embora "Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosaseja claramente um drama, o suspense paira no ar a todo tempo, principalmente para quem desconhece o livro infantil que leva o mesmo nome do filme, mas tenha lido ou assistido as muitas versões do famoso e triste: "O Diário de Anne Frank". A sensação de quem será o fim da linha para a família sempre está presente.

Com direção de Caroline Link, a produção é baseada no romance semi-autobiográfico da escritora e ilustradora Judith Kerr, que faleceu aos 95 anos, em maio de 2019. "Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa", distribuído pela A2 filmes, está em cartaz nos cinemas.


Filme: Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa

Diretora: Caroline Link

Música composta por: Hauschka

Roteiro: Caroline Link, Judith Kerr, Anna Brüggemann

Produção: Jochen Laube, Clementina Hegewisch, Fabian Maubach

Elenco: Carla Juri (Dorothea Kemper), Oliver Masucci (Arthur Kemper), Marinus Hohmann (Max Kemper), Riva Krymalowski (Anna Kemper), Ursula Werner (Heimpi), Hannah Kampichler (Vreneli Zwirn).

Data de lançamento: 10 de dezembro de 2020 (Brasil)

*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm



.: Grátis: Sesc SP lança "Literatura Livre" - 14 e-books com contos


Ilustração de André Ducci para a capa do livro "Contos Folclóricos Africanos - Vol.1," parte do projeto Literatura Livre

Sesc São Paulo lança "Literatura Livre", projeto que disponibiliza 14 e-books, em edições inéditas e bilíngues, com obras originárias de povos que contribuíram para a formação cultural brasileira o site sescsp.org.br/literaturalivre, os volumes podem ser baixados gratuitamente em formatos compatíveis com todos os leitores digitais

Contos folclóricos africanos, textos fundadores das culturas japonesa e árabe, novelas escritas por judeus em alemão, poloneses em inglês, vivências de uma imigrante chinesa nos Estados Unidos, a opressão atávica dos pobres e nativos da América Latina; o conjunto demonstra os percalços dos "estranhos no ninho" e narrativas de mulheres escritoras que não devem ser esquecidas. Essas são algumas das histórias reunidas no projeto Literatura Livre (sescsp.org.br/literaturalivre), que o Sesc São Paulo lança a partir do dia 22 de dezembro.

A iniciativa consiste numa coleção digital de obras originárias de povos que contribuíram para a formação da sociedade brasileira, seus costumes e seus laços afetivos; e, principalmente, visa despertar a atenção dos brasileiros para as diferenças culturais que enriquecem nossa experiência como cidadãos. Ao todo são 14 e-books disponíveis para download gratuito nos formatos ePub, pdf e Kindle (compatíveis com todos os dispositivos, do computador aos celulares, tablets e leitores digitais).

Cada volume é sempre bilíngue: além da tradução inédita do texto integral para o português, o leitor tem acesso ao texto em domínio público, em seu idioma original. A produção ficou a cargo do Instituto Mojo de Comunicação Intercultural, com tradutores especializados para cada título e ilustrações inéditas criadas por André Ducci, ilustrador curitibano que colabora com publicações do Brasil e do exterior.

"Buscamos reunir textos interessantes e leves, mas também de importância acadêmica, pois o objetivo é que o público não apenas tenha acesso, mas possa conhecer, identificar ou redescobrir raízes características desses povos que se estendem até a contemporaneidade e constituem a nossa sociedade atual", diz Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo. "Existe uma lacuna entre o direito de acesso à obra e as mãos do leitor: a tradução. Embora esses autores e suas obras estejam em domínio público, os originais estão em inglês, alemão, árabe, japonês, e ainda resta o obstáculo da tradução livre a ser vencido. O projeto surge desse contexto", conta Ricardo Giassetti, presidente do Instituto Mojo de Comunicação Intercultural, produtor do Literatura Livre.

Os títulos selecionados dialogam com leitores de todas as idades - crianças, jovens e adultos poderão se interessar, por exemplo, pelas desventuras de Wenzel Strapinski, um alfaiate desempregado e faminto que é confundido com um nobre e cai nas graças dos habitantes da cidade de Goldach. Suíça, Alemanha e Polônia são as nações que se confundem como inspiração para essa história apresentada em "As Roupas Fazem As Pessoas", registrada pelo escritor Gottfried Keller (1819-1890) e desenvolvida como uma narrativa sobre a natureza da sociedade europeia no começo do século 19, sua cegueira preconceituosa e sua leviandade diante das aparências.

Além de "As Roupas Fazem as Pessoas" (1874), compõem o projeto os títulos "Contos de Crianças Chinesas e Sra. Fragância Primaveril" (1912), de Sui Sin Far; "Contos Folclóricos Africanos - Vol.1" e "Contos Folclóricos Africanos - Vol.2" (1901-1012), de Elphinstone Dayrell, George W. Bateman e Robert Hamill Nassau; "Contos Sardos" (1894), de Grazia Deledda; "Coração das Trevas" (1899), de Joseph Conrad; "Crônicas do Japão" (720), de Ō-no-Yassumaro e príncipe Toneri; "El Zarco" (1901), de Ignacio Manuel Altamiro; Histórias do tio Karel (1914), de Sanni Metelerkamp; O Leviatã (1938), de Joseph Roth; "Os Miseráveis" (868), de Aljâhiz; "Pássaros sem Ninho" (1889), de Clorinda Matto de Turner; e "Viagens de Gulliver" (1726), de Jonathan Swift.

A série começa com seis obras, lançadas em dezembro. Em janeiro e fevereiro, novos títulos serão adicionados. Ao final, o site sescsp.org.br/literaturalivre se constituirá com uma biblioteca permanente dos 14 volumes.

Serviço
Literatura Livre (sescsp.org.br/literaturalivre)

Primeiro lançamento: 22 de dezembro
Biblioteca digital com 14 volumes digitais bilíngues, lançados mensalmente, disponíveis para download no site sescsp.org.br/literaturalivre em formatos compatíveis com todos os leitores digitais.

Sobre o Sesc Digital
A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. Por essa razão, o Sesc apresenta o Sesc Digital, sua plataforma de conteúdo. Saiba mais: sescsp.org.br/sescdigital .

Sobre o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural
O projeto de tradução de obras em domínio público está em andamento desde 2018 e conta com diversos títulos, artigos e ensaios acadêmicos, disponíveis gratuitamente no site https://www.mojo.org.br.

.: Livro "Materneasy - O Guia para a Maternidade mais Fácil"

Livro propõe conteúdo, planilhas e checklists para diminuir os medos da maternidade.

A Editora Citadel acaba de anunciar o lançamento do livro "Materneasy - O Guia para a Maternidade mais Fácil". Ele foi escrito por uma dupla de mães fã de planilhas e checklists. Como aplicaram o método na prática e foram muito bem sucedidas, agora elas publicam o guia, incluindo suas planilhas e checklists, para ajudar as mães de primeira viagem a se sentirem mais seguras e tranquilas com a chegada do bebê. 

O livro detalha todas as fases, passo a passo, incluindo o que ninguém conta sobre quando o bebê nasce, todos os planejamentos necessários, novos direitos da gestante e até Imposto de Renda. "Materneasy - O Guia para a Maternidade mais Fácil" detalha o caminho das pedras trilhado por duas mães frequentemente abordadas pelos amigos com frases do tipo “Como vocês conseguiram aproveitar a viagem com um bebê tão pequeno?” ou “Como você consegue fazer ele dormir tanto?”.

Mães de primeira viagem, a gerente de projetos Danielle Mattioly e a analista de sistemas Fernanda Magalhães partiram do que sabiam fazer de melhor para organizarem o projeto da maternidade: planejar e se munir de informações científicas e comportamentais. Em busca de uma gestação e uma maternidade mais fácil, mais simples e mais leve, a dupla compartilhou a jornada do primeiro ano das filhas e acabavam sempre surpreendendo outros pais por uma maternidade tão bem sucedida, mantendo a qualidade de vida e a leveza. 

As grandes questões da maternidade não são novidade para ninguém. Privação de sono, mudança de rotina, muita preocupação… Mas Danielle e Fernanda estavam interessadas mesmo em compilar as informações úteis que tornariam essa etapa mais leve. “Quanto mais informação de qualidade você tem e quanto maior for sua capacidade de se planejar e colocar em prática esse conhecimento, mais tranquilo será esse momento para você. Foi essa premissa que guiou nossa maternidade e que agora publicamos no livro. Um grande guia para organizar, acalmar e garantir que tudo fique bem”, explica Danielle Mattioly, mãe da Júlia.

O livro "Materneasy - O Guia para a Maternidade mais Fácil" é repleto de informações essenciais, fruto de muita pesquisa e estudo, conselhos práticos, percepções realistas e dicas fáceis de usar, como cronogramas e checklists. Além de atualizado com sugestões de livros e de filmes para este momento tão especial, o livro passa por todas as fases, passo a passo, incluindo o que ninguém conta quando o bebê nasce, todos os planejamentos necessários, novos direitos da gestante e até Imposto de Renda.

A analista de sistemas Fernanda Magalhães percebeu que foi muito bem-sucedida na tarefa de transpor técnicas de desenvolvimento e metodologias de projetos no seu, tão especial, projeto de maternidade. Mãe da Maria Victoria e defensora de boas noites de sono, Fernanda teve a ideia de publicar o livro depois de tanto se deparar com mães de primeira viagem que acabavam se perdendo no mar de informações e “sem saber por onde começar”

“Em comparação com a grande maioria das mães, eu dormia bem, trabalhava, tinha tudo dentro do previsto, conseguia curtir momentos de muita tranquilidade e até mesmo viajar com a minha filha ainda bebê. Quando me dei conta que eu era uma exceção, fiz o que sei fazer bem: um novo projeto, com muito conteúdo, planilhas e checklists, para ajudar outras mães a tornarem tudo mais fácil e poderem ter a mesma qualidade de vida que eu tenho”, conta Fernanda. Você pode comprar "Materneasy - O Guia para a Maternidade mais Fácil", de Danielle Mattioly e Fernanda Magalhães, neste link.



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