terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

.: Agenda: "Berlin Alexanderplatz" e "O Charlatão" estreiam nos cinemas

Em fevereiro, a A2 Filmes traz para os cinemas brasileiros os destaques na programação da 44ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, os dramas "Berlin Alexanderplatz" (Berlin Alexanderplatz) e "O Charlatão" (Charlatan).

No dia 18 de fevereiro está prevista a estreia de "Berlin Alexanderplatz" (Berlin Alexanderplatz), do cineasta e roteirista de origem afegã Burhan Qurbani (Nós Somos Jovens. Nós Somos Fortes.) e baseado em um dos maiores romances alemães de Alfred Döblin. Além de participar da Mostra de São Paulo, o filme também foi exibido no Festival de Berlim 2020.

Para o dia 1º de abril, traz aos cinemas o drama 
"O Charlatão" (Charlatan), da cineasta Agnieszka Holland (O Rei dos Ladrões, Na Escuridão e Rastros) e representante da República Checa para concorrer a uma vaga ao Oscar 2021 na categoria de melhor filme estrangeiro. O evento do cinema acontecerá em 21 de abril.



Berlin Alexanderplatz
Alemanha – Holanda | 2020 | 183 min. | Drama | 16 anos

Título Original: Berlin Alexanderplatz
Direção: Burhan Qurbani
Roteiro: Burhan Qurbani, Martin Behnke
Baseados no livro de Alfred Döblin
Elenco: Welket Bungué, Jella Haase, Albrecht Schuch, Joachim Król, Annabelle Mandeng, Nils Verkooijen, Richard Fouofié Djimeli, Thelma Buabeng, Faris Saleh, Michael Davies
Distribuição: A2 Filmes

Sinopse: Francis sobreviveu à sua fuga da África Ocidental. Quando ele acorda em uma praia no sul da Europa, ele está determinado a viver uma vida normal e decente de agora em diante. Mas ele acaba na Berlim atual, onde um apátrida sem permissão de trabalho é tratado tão impiedosamente. O imigrante inicialmente resiste a uma oferta de traficar drogas, mas depois fica sob a influência de Reinhold, seu amigo neurótico e viciado em sexo que o acolhe. Quando Francis conhece Eva, a dona do clube, e a prostituta Mieze, ele sente que encontrou algo que faz sentido pela primeira vez, algo que ele nunca conheceu antes: um pouco de felicidade - que é exatamente o que Reinhold o inveja e fará tudo para destruir. Esta é uma versão contemporânea da obra clássica Berlin Alexanderplatz e também trata da sociedade e dos forasteiros, do desejo e da farsa. Não diferente da versão de Fassbinder, o épico de Qurbani é uma viagem sombria pela "noite escura da alma" - não menos por conta de suas imagens autênticas e atmosféricas da cidade de Berlim. D
estaque na programação da 44ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

LANÇAMENTO NOS CINEMAS: 04 DE FEVEREIRO DE 2021



Charlatão
República Checa – Irlanda – Eslováquia – Polônia | 2020 | 92 min. | Drama – História | 14 anos
Título Original: Charlatan
Direção: Agnieszka Holland
Roteiro: Marek Epstein
Elenco: Jan Vlasák, Joachim Paul Assböck, Ivan Trojan, Juraj Loj, Martin Mysicka, Jana Kvantiková, Claudia Vaseková, Josef Trojan
Distribuição: A2 Filmes

Sinopse: A vida de Jan Mikolášek, um curandeiro tcheco conhecido e bem-sucedido, que diagnosticou e curou pessoas usando sua intuição e sua familiaridade com as plantas. Seus remédios e prescrições, embora principalmente à base de plantas, incluíam mudanças no estilo de vida e na dieta alimentar. Ele curou não apenas pessoas pobres das aldeias, mas também muitas pessoas conhecidas, incluindo o presidente da Checoslováquia, Antonin Zápotocký. Os métodos de diagnóstico e cura notórios de Mikolášek chamaram a atenção do regime comunista tcheco. Ele foi finalmente preso depois que estricnina foi encontrada nos corpos de dois homens que ele havia tratado. 
Destaque na programação da 44ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

LANÇAMENTO NOS CINEMAS: 18 DE FEVEREIRO DE 2021

.: "Loira Suicida": inédito no Brasil, o livro que marcou o feminismo americano


Uma jornada repleta de sexo, angústia e loucura, um relato magnético sobre a grande festa libidinosa que foi a Califórnia do início dos anos 1990.

Publicado pela primeira vez em 1992 e inédito no Brasil, "Loira Suicida" se tornou marco do feminismo libertário americano e ganhou status de clássico cult moderno. Na obra, a escritora e ensaísta Darcey Stenke – autora de cinco romances e dois livros de memórias – cria uma espécie de diário no qual Jesse, uma bela mulher de 29 anos, registra sua incursão pelos domínios mais baixos da San Francisco dos anos 1990.

Filha de um ministro da igreja luterana, a protagonista do romance abre mão dos valores de classe média para seguir, ao lado do namorado bissexual, uma peregrinação por um submundo feito de drogas, bebida e sexo. Em paralelo, Jesse se torna cuidadora e confidente de Madame Pig, uma reclusa excêntrica que pede ajuda para encontrar Madison. A jovem, emaranhada de maneira confusa com o passado de Pig, convida Jesse para um cenário de autodestruição, violência e sadismo.

Influenciada por todo um cânone de escritores marginais (Georges Bataille, Jean Genet, Alexander Trocchi, William S. Burroughs etc.) e dialogando com a literatura queer e noir dos anos 1980 e 1990 — e com autores como Virginie Despentes, Eileen Myles, Jean Rhys, Marguerite Duras, entre outros —, Darcey Steinke arma uma história a um só tempo melodramática e mordaz, honesta e intensa, em que os labirintos do desejo se chocam à euforia de uma época que parecia começar a girar irremediavelmente em falso. Um romance vigoroso sobre uma mulher e os descaminhos de uma furiosa busca por encontrar o seu lugar no mundo. Você pode comprar "Loira Suicida", de Darcey Steinke, neste link.

Darcey Steinke nasceu em Nova York, em 1962. É autora de Easter Everywhere, Flash Count Diary: A New Story About the Menopause e dos romances Milk, Jesus Saves, Up Through the Water e Sister Golden Hair. Escreve regularmente para publicações como New York Times, Vogue, Spin, Guardian e Artforum. 

O que foi dito sobre o livro
“Como muitos artistas natos de visão singular e talento inesgotável, Darcey Steinke escreveu um livro perfeito, que tanto é retrato do seu tempo como resistirá ao tempo.” — Maggie Nelson

“Descritas com particular destreza, por vezes exalando uma cativante nota surreal, as cenas criadas por Steinke expõem uma galeria de tipos paradoxais que patinam entre a frivolidade e o desespero. Um quadro vivo daquele underground habitado por skinheads, viciados, hermafroditas, drag queens e toda sorte de putas. Personagens que parecem ter perdido em rebeldia o que ganharam em angústia, mas que não deixam de nos inquietar.” — Eliane Robert Moraes

“Erótico...prosa lindamente trabalhada.” — Time

“O diário de um desejo de morte...Loira suicida dá algumas lições amargas e valiosas.” — The New Yorker

“Alucinatório, distópico...uma fábula perturbadora e venenosa das terríveis consequências da paixão descarrilada.” — The New York Times

"Steinke tem uma compreensão diabólica da obstinação da decadência, da ambigüidade da sexualidade e da transmutabilidade da identidade. . . . ["Loira Suicida" é um] conto eletrizante com o ambiente de um filme de Warhol ou John Waters. Coisas arrojadas e poderosas.” — Booklist



.: Diário de uma boneca de plástico: 2 de fevereiro de 2021

Querido diário,

Tenho organizado o canal do Photonovelas e das playlists prontinhas para puro entretenimento, estou apaixonada pela sequência de vídeos das Fashionistas: Barbie Fashionistas. São tantas meninas e lá ainda tem os meninos... Só assim para ter noção da quantidade da turma daqui... é muito grande. Embora ouça muito a minha dona dizer: Nossa! Ainda tem tantas para filmar!!

E é verdade!! Mas, eu estou jogando um charminho nela para deixar que essa turma venha me visitar, pelo menos. Eu tenho casa e posso receber todos.

Vejo eles e percebo como é ingrato viver numa cristaleira. 

Ok! Minha dona vive manuseando essas dolls, mas estar pela casa ou passeando com ela é muito melhor. Eu sei bem como é divertido viajar com ela... Tomara que ela me ouça, daí faremos mais fotos no meu insta também!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg

Foto do meu ensaio fotográfico "Livin' On A Prayer": photonovelas.blogspot.com/2016/07/livin-on-prayer.html


.: Nova exposição da Japan House SP explora universo da caligrafia japonesa


Dando continuidade às expressões da filosofia DŌ, essencial para compreensão do Japão, a Japan House São Paulo apresenta de 2 de fevereiro a 28 de fevereiro de 2021, a exposição gratuita e inédita "DŌ: O Caminho de Shoko Kanazawa". Desta vez, a instituição cultural oferece mostras do Shodō, a caligrafia, uma manifestação poética e filosófica extremamente conhecida e popular no Japão. Na mostra serão exibidas obras de Shoko Kanazawa, que utiliza técnicas e saberes milenares e os atualiza, trazendo seus conceitos para a contemporaneidade. 

Os trabalhos da artista desvendam e retratam a filosofia do Shodō (書道) que significa, em japonês, o caminho da escrita, em que "Shō" exprime o ato de representar letras e palavras com métodos e formas variadas. Este trabalho visa dar vazão às emoções através da escrita e é uma arte e disciplina ensinada às crianças japonesas durante a educação primária. É praticada tanto com caracteres ideogramáticos – kanji – quanto com os fonéticos – hiragana e katakana. A caligrafia é conhecida por exigir alta precisão do calígrafo, cada caractere dos kanji devem ser escritos segundo uma ordem de traços específica, aumentando dessa forma a disciplina necessária daqueles que praticam esta arte. A liberdade de cada artista nesse gestual e interpretação é o que determina o estilo individual. 

Escrita com o uso do sumi (tinta preta) e pincéis variados sobre o papel japonês, a arte da caligrafia é considerada uma metáfora para a própria vida. Assim, alternam-se pinceladas fortes com outras mais delicadas, produzindo diferentes efeitos conforme a velocidade, o ritmo, a pressão sobre o papel, o intervalo entre traços e o próprio material utilizado. Na exposição instalada no piso térreo da Japan House São Paulo serão exibidas 11 obras – minuciosamente selecionadas. Dez pergaminhos e um biombo, muitos deles de grande escala com até dois metros de comprimento, que fazem parte do repertório de trabalhos de Kanazawa, que pratica, sobretudo a caligrafia performática, fazendo uso de grandes pincéis que demandam um envolvimento direto de todo seu corpo na aplicação da tinta sumi sobre o papel. 

"As obras de Shoko Kanazawa trazem uma nova perspectiva dentro do Shodō, manifestação artística importante que reflete tão bem a cultura e a estética japonesa. Essa arte milenar, tradicional e extremamente popular no país é explorada pela artista de forma única e significativa, unindo esse caráter performático e corporal com todo o lado conceitual e espiritual do Shodo.  É uma grande honra poder apresentá-la pela primeira vez no Brasil em nossa sede", relata Natasha Barzaghi Geenen, Diretora Cultural da Japan House São Paulo e curadora da mostra. 

Repleta de significados, as obras escolhidas para a mostra valorizam o acaso, os espaços vazios e a expressividade dos traços. As palavras e expressões escolhidas pela artista não são aleatórias, pois possuem conceitos poéticos e subjetivos, com mensagens esperançosas e positivas, e aparecem em destaque com o intuito de trazer a essência da cultura nipônica. Outro elemento importante dessa exposição são os traços fluidos presentes nas obras de Shoko, que exigem o engajamento de todo o corpo assim como o seu compromisso e prática para alcançar leveza, equilíbrio e excelência. 

Artista com síndrome de Down, Kanazawa-san sempre foi inspirada e estimulada por sua mãe, e teve sua primeira exposição aos 20 anos de idade. Em homenagem ao seu trabalho artístico, foi nomeada uma das artistas oficiais da Olimpíada de Tóquio e é uma figura exemplar em lutas pela causa de pessoas com deficiência e também tem ressignificado o Shodo, atraindo cada vez mais jovens a aprenderem essa arte tradicional e estimulando outras pessoas como ela a expressarem-se por meio de sua criatividade. A Japan House São Paulo apresentou seu trabalho pela primeira vez, durante o evento “Sem Barreiras – Festival de Acessibilidade e Artistas com Deficiência’’, realizado em ambiente totalmente virtual em dezembro de 2020.  

Sobre Shoko Kanazawa
Nascida em Tóquio no ano de 1985, Shoko Kanazawa começou a estudar caligrafia aos cinco anos, com sua mãe, que lecionava Shodo para crianças. Ao longo do tempo, foi se destacando e sua produção ganhou notoriedade. Seu domínio das variações mais sutis da linha, das noções de composição e posicionamento das formas e também do uso da tinta, com suas saturações são notáveis. Em 2005, Shoko Kanazawa realizou sua primeira exposição individual, aos 20 anos, chamada "The World of Caligraphy", marco de sua produção, sendo de grande importância para a divulgação de seu trabalho por todo Japão. 

Desde então, exibiu suas obras em templos japoneses muito conhecidos, como Kenchōji (Kamakura), Kenninji (Quioto) e Tōdaiji (Nara). Internacionalmente, já expôs em países como Estados Unidos (The Nippon Gallery, Nova York), República Tcheca e Singapura. Além disso, foi uma das convidadas para realizar um dos posters para a próxima Olimpíada, em Tóquio, e, em 2015, apresentou um discurso na sede da ONU em ocasião do Dia Internacional da Síndrome de Down. 

Serviço
"DŌ: O Caminho de Shoko Kanazawa"
De 2 de fevereiro a 28 de fevereiro
Piso Térreo
Entrada gratuita
Reserva online antecipada (opcional): https://agendamento.japanhousesp.com.br/
Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52 - São Paulo/SP
De terça-feira a domingo, das 11h às 17h.
Entrada gratuita.
※Devido ao coronavírus, estamos funcionando com capacidade reduzida. Para mais informações, acesse o site da Japan House São Paulo. 

.: "BBB 21" é kobra komendo kobra no kombate pelo keridômetro do público

Por Helder Moraes Miranda, editor do Resenhando.

Não sejam ingênuos, keridos amigos. Neste e em qualquer "Big Brother" do mundo é kobra komendo kobra. Ali não tem santo, nem demônio. Portanto, não santifiquem, nem demonizem, ninguém. Muito menos kancelem a kobra, ou as kobras do kombate. Em outras palavras, kancelem o kancelamento, já que é muito cedo para fazer kualkuer tipo de juízo final - estamos apenas a uma semana de jogo, muita água irá rolar e acredito que a narrativa elaborada de "os humilhados serão exaltados" irá prevalecer. 

Karol Konká kaiu "em uma pilha" errada e, à contragosto, como uma luva para o jogo de Lukas. Acredita que está abafando. A audiência, simplesmente, vem komprando a vitimização dele, ke keria se unir para tirar os brancos do confinamento, separando pessoas pela kor que elas têm, não por (falta de) afinidade ou karáter. Não akredito nesse Lukas que fala manso, ele já se mostrou bem agressivo em momentos anteriores, e akredito piamente em olhares e pequenas provocações que as kâmeras não são kapazes de mostrar ao público. 

O que não ker dizer, absolutamente, que na treta com o Lukas, Konká esteja certa. Justamente uma kantora que prega tanto a inclusão com as músikas que interpreta, defender a exclusão de alguém, seja kem ker que seja. Em um confinamento transmitido em rede nacional, isso pega MUITO mal. A redenção para ela é praticamente impossível. Já para ele, involuntariamente ajudado por Karol, é muito fácil. 

Não akreditem em tudo o que as kâmeras revelam, as entrelinhas dessa disputa pela preferência do públiko parecem bem mais interessantes. Kual kobra será a keridinha do público no final do jogo? Será elx mulher, homem, ou kobras não têm sexo e comem umas as outras até que sobre ninguém pelo caminho?



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

.: No "BBB 21", lugar de fala é utilizado para calar as pessoas



No "Big Brother Brasil", lugar de fala é utilizado para calar as pessoas. Chega a ser sintomático que a edição com mais representatividade de tipos físicos de pessoas seja uma avalanche de gente que queira ditar regras no mais fiel estilo do "faça o que eu digo, não faça o que eu faço". Em um mundo que separa pessoas pela cor, não é impossível que a liderança de um reality show também faça isso, e seja comemorada. "Os pretos no VIP, os brancos na xepa, hahahaha!", eram alguns dos comentários no Twitter. Veja a celeuma criada se a ordem dos sujeitos fosse ao contrário. Racismo?

"Não existe racismo reverso!", dizem os sábios da vida real e da internet. Mas existe racismo. Ou o participante que quis juntar todo o elenco preto para se voltar contra os brancos do programa, se não cometeu racismo, cometeu o quê? É uma dúvida sincera e uma discussão que é pertinente mas que, no final das contas, só nos leva a crer que o mundo está muito doente. 

Em um contexto ideal, e que sabe-se que está longe disso, pessoas seriam separadas por afinidade ou falta de. A minha cor não me faz mais ou menos merecedor de nada, as minhas atitudes, sim. O rapper Projota é o verdadeiro destaque dos primeiros dias do confinamento. Falou em poucas palavras que a arte é para unir as pessoas, não para segregar, na cena mais bonita desta primeira semana. A separação vem de pessoas que pregam isso de infinitas maneiras que vão do discurso politicamente incorreto ao negacionismo de situações que prejudicam diretamente a vida de milhares de pessoas mais pobres, sejam elas pretas, brancas, amarelas. 

O Brasil é um país tão carente de tantas coisas que chega a ser bom que um programa feito para  alienar, como o "Big Brother", coloque luz sobre o racismo, um assunto ainda tão longe de ser resolvido. Carla Diaz - "a agressiva", segundo o participante que não reconheceu a intenção dela em ajudá-lo - é uma das que está isolada na casa. Ela é atriz, é olhada torto por ser quem é por mulheres que disseram isso na cara dela. Coisa que Fiuk, que desempenha com um pouco mais de dificuldade a mesma profissão, não sofreu.

"Faça o que eu digo, não faça o que eu faço"... Mas não foi a Karol Conká, na abertura de "Malhação", que disse: "o sangue é da mesma cor, somos todos iguais"? Mas, ao que tudo indica, está julgando outras personalidades da casa. A favor dela, que tem muito a perder com o "moedor de reputações" que é o "Big Brother", ela não está defendendo nenhum personagem. Está escancarando uma série de erros que, ao que tudo indica, podem levá-la a uma trajetória estranha na casa. 

Se somos todos iguais, mesmo, por que a maioria dos participantes está tão preocupada com a cultura do cancelamento? Por que simplesmente não seguem as regras da intuição e jogam um jogo de verdade - seja para ganhar, seja para perder? Por esse lado, Lucas colocou as cartas na mesa na primeira festa. Certo ou errado, ele está mostrando quem é, doa a quem doer. 

.: Diário de uma boneca de plástico: 1 de fevereiro de 2021

Querido diário,

Hoje é o primeiro dia de fevereiro. Huhuhuuu!!

Um mês novinho em folha para mostrar tantas Barbies lá no YouTube do Photonovelas, ficar agarradinha no Auden Pink, ler "Antologia Dark", pedir para a minha dona escrever "Winsherburgs" e também comemorar o aniversário da minha vó no dia 25. 

Ainda estamos em plena pandemia de Covid-19 e os números de mortes aumentaram... muito, muito medo e todo cuidado sendo tomado sempre! Não dá para ficar só em casa, mas sempre que dá... já sabe. É aqui que fico e feliz da vida com maridão, mesmo com esse calor insuportável!! 

Assim como o último dia de janeiro, após assistir o novo vídeo do Photonovelas, da Barbie Fashionistas Rainbow (https://www.youtube.com/watch?v=rrSRRW_P5Nc&t=19s), lá veio o YouTube me sugerir um novo vídeo: o curta "La Luna". Agora, estou pensando... Qual será o novo curta que serei influenciada a assistir? Se continuar nesse jeitinho, eu vou amar de montão!

Calma, diário! Eu amo demais "Cobra Kai", "American Horror Story", "Wandavision", "Stranger Things", "Glee", "Supernatural", mas eu também aaaaaaamo desenhos. Se for Disney... fico dooida de amor. Enfim... kkkkkkk


Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg

Foto do meu ensaio fotográfico "Where The Streets Have No Name": photonovelas.blogspot.com/2012/09/where-streets-have-no-name.html



.: Série "BBB Casos de Polícia" estreia no UOL e promete polêmicas


Novo programa aborda polêmicas marcantes do reality e a evolução de pautas sociais no Brasil.

A casa mais vigiada do Brasil não tem este título à toa. O reality já rendeu histórias memoráveis e recordes surpreendentes, mas se engana quem pensa que as polêmicas envolvem apenas estalecas, sumiço de itens da gaveta ou a fatídica “briga do feijão”. Alguns dos participantes se envolveram, durante o confinamento ou fora dele, em casos que ganharam contorno policial.

A série documental “BBB – Casos de Polícia”, que acaba de estrear, relembra alguns dos casos mais emblemáticos ao longo dos 20 anos de história do programa.  A produção foi criada por MOV.doc, selo de documentários do UOL, ao lado de Splash, nova plataforma de entretenimento da marca. Apresentada em dois episódios, a série resgata incidentes de machismo, violência de gênero, racismo e homofobia para investigar de que forma a repercussão destes casos contribuiu para transformar a sociedade e, ainda, a maneira como o público passou a debater tais questões.

Alguns dos episódios retratados incluem a acusação de Paula Sperling por intolerância religiosa, no BBB 19, e a expulsão de ex-participantes, como Daniel Echaniz (BBB 12), Vanderson Brito (BBB 19) e Marcos Harter (BBB 20) por suspeita de condutas relacionadas à violência de gênero dentro e fora do programa.

Murilo Garavello, Diretor de Conteúdo do UOL, afirma: “A série aborda não apenas as polêmicas mais marcantes do BBB, mas também retrata como a discussão de pautas sociais progrediu no Brasil a partir de casos que surgiram no programa. O reality show certamente teve um papel fundamental na evolução das relações sociais, na representação da luta das minorias e no respeito aos direitos humanos”.

Com entrevistas a personagens que estiveram no centro das atenções ou testemunharam de perto os episódios policiais, “BBB – Casos de Polícia” traz relatos de nomes como Íris Stefanelli (BBB7), Kleber Bambam (BBB 1 e 13), Felipe Prior (BBB 20), Serginho Orgastic (BBB10), Ronan Oliveira (BBB16), Marcelo Dourado (BBB4 e 10), Paula Von Sperling, Danrley Ferreira e Vanderson Brito (BBB19). As entrevistas são conduzidas por Mauricio Stycer, colunista do UOL.

Esta não é a primeira produção da MOV sobre o programa. Lançado em 2020, o documentário “O Lado B do BBB” retratou os altos e baixos de participar de um reality, e teve uma repercussão à altura da fama do Big Brother: foram mais de 1,4 milhão de visualizações no YouTube e mais de 1 milhão no Facebook. Neste título, foram entrevistados os ex-participantes Leka, Vavá, Aline Dahlen, Maria Cláudia e Mara Telles.


.: Clóvis de Barros Filho fala sobre desejo no #Provoca desta terça-feira

A entrevista com o jornalista e professor vai ao ar a partir das 22h, na TV Cultura e no YouTube.

Nesta terça-feira, dia 2, o #Provoca reapresenta mais uma das melhores edições de 2020. Marcelo
Tas entrevista, remotamente, o jornalista e professor Clóvis de Barros Filho. No programa, eles conversam sobre memórias, afetividade, felicidade e as várias faces do desejo - tema explorado por Clóvis em seu livro "Desejo: Inclinações do Corpo, Conjecturas da Alma". Agora em novo horário, vai ao ar às 22h, na TV Cultura e no YouTube.

"Alguns desejos são reveladores de uma certa fragilidade, de uma certa dependência afetiva. E como, no mundo de hoje, revelar as próprias fragilidades é preocupante e é impeditivo de uma série de conquistas, então, para esconder fragilidades, escondemos também inclinações afetivas. Por outro lado, se o desejo for por carreira, subir na vida, ambição, aí já teremos menos pudor em revelá-los, porque a sociedade costuma aplaudi-los", pontua Clóvis. Realização: Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal - Lei de Incentivo à Cultura.

.: As novidades que chegam em fevereiro na Netflix do Brasil


A Netflix, principal serviço de entretenimento por streaming do mundo, divulgou os lançamentos de fevereiro. A plataforma conta com mais de 195 milhões de assinaturas pagas em mais de 190 países com acesso a séries, documentários e filmes de diversos gêneros e idiomas. Quem assina a Netflix pode assistir a quantos filmes e séries quiser, quando e onde quiser, em praticamente qualquer tela com conexão à internet. Assinantes podem assistir, pausar e voltar a assistir a um título sem comerciais e sem compromisso. As datas de estreia estão sujeitas a alteração.                                                                                                                        

SÉRIES

3  de fevereiro
AMIGAS PARA SEMPRE (original da Netflix)
Tully e Kate se conheceram na infância e há 30 anos são amigas inseparáveis, encarando juntas todos os altos e baixos da vida. Com Katherine Heigl e Sarah Chalke.


5  de fevereiro
CIDADE INVISÍVEL (original da Netflix)
Na primeira série em live-action do diretor Carlos Saldanha, um policial ambiental encontra uma estranha conexão entre a morte de sua mulher e o aparecimento de um boto cor-de-rosa morto numa praia carioca. Com Marco Pigossi, Alessandra Negrini, Jessica Córes, Fábio Lago e Wesley Guimarães. 

5  de fevereiro
HACHE (original da Netflix)
TEMPORADA 2
Um ano depois, Hache tem a chance de construir um laboratório para produzir heroína, mas problemas familiares e sócios traidores complicam seus planos.


15 de fevereiro
PIT STOP (original da Netflix)
O chefe de uma equipe da NASCAR tem dificuldade em lidar com os jovens trazidos para modernizar o time. Estrelado por Kevin James.


17 de fevereiro
POR TRÁS DE SEUS OLHOS (original da Netflix)
Uma mãe solo tem um caso com o chefe, faz amizade com a esposa dele e acaba entrando em um jogo perigoso. 


19  de fevereiro
TRIBES OF EUROPA(original da Netflix)
Em 2074, três irmãos lutam para mudar o destino da Europa depois que uma catástrofe global divide o continente em microestados que disputam o poder. 


FILMES

5  de fevereiro
MALCOLM & MARIE (original da Netflix)
Um cineasta (John David Washington) e a namorada (Zendaya) voltam para casa depois da estreia do filme dele e embarcam em um ajuste de contas detonado por tensões latentes e revelações dolorosas.

 

10  de fevereiro
RELATOS DO MUNDO (original da Netflix)
Um veterano da Guerra Civil americana que vaga pelo país lendo as notícias decide fazer uma viagem perigosa pelo Texas para levar uma órfã até sua nova casa. Com Tom Hanks e Helena Zengel.

11 de fevereiro
PONTO VERMELHO (original da Netflix)
Um casal resolve fazer uma viagem para reacender a paixão, mas acaba fugindo de um atirador desconhecido em uma região inóspita no norte da Suécia.


12 de fevereiro
PARA TODOS OS GAROTOS: AGORA E PARA SEMPRE (original da Netflix)19 de fevereiro
O que começou com uma velha carta de amor acabou se transformando em um novo romance. O que o futuro reserva para Lara Jean e Peter? Com Lana Condor e Noah Centineo.


19 de fevereiro
EU ME IMPORTO (original da Netflix)
Uma cuidadora profissional de idosos descobre que um dos clientes não é quem parece ser. Com Rosamund Pike, Peter Dinklage, Dianne Wiest, Chris Messina e Eiza González.


26 de fevereiro
LOUCURA DE AMOR (original da Netflix)
Depois de uma noite intensa juntos, Adri descobre que o único jeito de voltar a ver Carla é se internando no hospital psiquiátrico onde ela vive.


26 de fevereiro
NA MESMA ONDA (original da Netflix)
Uma paixão de verão nascida sob o sol da Sicília, na Itália, rapidamente se transforma em uma dolorosa história de amor que obriga um jovem casal a amadurecer.

PARA OS FÃS DOS CLÁSSICOS

"KARATE KID"
"SCARFACE"
"DE VOLTA PARA O FUTURO"

DOCUMENTÁRIOS E ESPECIAIS

5 de fevereiro
POLE DANCE: DANÇA DO PODER (original da Netflix)
Para tentar recuperar o controle dos próprios corpos, um grupo de mulheres explora os movimentos e expressões em um programa de pole dance.


10 de fevereiro
CENA DO CRIME – MISTÉRIO E MORTE NO HOTEL CECIL (original da Netflix)
O Cecil Hotel ganhou fama quando a hóspede Elisa Lam desapareceu. Do criador de Conversando com um serial killer: Ted Bundy, esta série analisa as cenas dos crimes mais sombrios.

23 de fevereiro
PELÉ (original da Netflix)
Este documentário conta a história de Pelé, a busca pela perfeição e o status de lenda do futebol que o jogador conquistou. Dirigido por David Tryhorn e Ben Nicholas e produzido pelo cineasta Vencedor do Oscar® Kevin Macdonald (Munique, 1972: Um Dia em Setembro)


CRIANÇAS E FAMÍLIA

2 de fevereiro
KID COSMIC (original da Netflix)
Nesta série de animação do criador de As Meninas Superpoderosas, um garoto diferente e criativo ganha superpoderes ao encontrar cinco anéis cósmicos.


2 de fevereiro
MIGHTY EXPRESS (original da Netflix)
TEMPORADA 2
Transportar ossos de dinossauro e um polvo bebê? Encontrar um tesouro? Esta turminha de trens tira tudo de letra! 


16 de fevereiro
VOCÊ RADICAL - SAFÁRI (original da Netflix)
Nesse especial interativo, a cerca de proteção de um santuário de animais na África do Sul fica sem energia e só Bear Grylls pode resolver a situação.


ANIME

18 de fevereiro
ASSIM FALAVA KISHIBE ROHAN (original da Netflix)
Um famoso criador de mangás se envolve em eventos paranormais enquanto viaja pelo mundo para se inspirar.


25 de fevereiro
TENKU SHINPAN - SEM SAÍDA (original da Netflix)
Uma jovem é teletransportada para um terraço nas alturas e precisa escolher entre quatro opções perigosas para sobreviver.


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