quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

.: Dicas: meu amigo jabuti, como cuidar desses cascudinhos

Por: Mary Ellen Farias dos Santos*


Os jabutis são animais extremamente dóceis, logo são tranquilos para conviver com crianças e outros bichinhos. Contudo, dicas de cuidados são essenciais para o trato correto deles. Antes de qualquer outra informação os jabutis são animais silvestres, portanto, para tê-los como animal de estimação é preciso de licença do Ibama. Assim, o correto é encomendar o seu numa reserva legalizada. 

E como é o trato dos jabutis? Esse bichinho parecido com um dinossauro pode vir atraído pela voz do cuidador, mas a interação não vai passar muito disso. Ele gosta de ser acariciado na cabeça e casco, mas não deve passar de mão em mão, pois pode ficar nervoso. Portanto, não espere alguma festinha, como rabinho abanando quando chegar em casa ou se aproximar dele.

Aliás, a junção de jabutis e cachorros não é muito aconselhável. Uma mordida pode até ser fatal. Embora o jabuti pareça ser forte, por conta do casco, não é. E, não... o casco não é a casa dele igual nos desenhos animados, mas o corpinho que protege os órgãos internos -quando novinhos é molinho. A atitude de recolher os membros acontece quando o jabuti se sente ameaçado, então ele comprime todos os órgãos em busca de segurança. 

Deixar jabutis grandes (com pelo menos 15 centímetros) no jardim também não é uma atitude adequada, principalmente se na residência ocorrem frequentes visitas de ratos. Há casos de animais que nasceram perfeitos, mas perderam as patas dianteiras após um roedor machucá-lo severamente. O bichinho usa as patas dianteiras para esconder e proteger a cabeça ou para escurecer o ambiente, para dormir. 

Quando filhotinho, todo o trato deve ser feito dentro de casa, mas é muito importante que tome banho de sol diariamente por pelo menos 15 minutos e até tenha lâmpadas UVB direcionadas para o terrário do animalzinho. Ajuda no aquecimento dele, afinal ele é um réptil. A temperatura ambiente ideal para o jabuti é de 26º a 30ºC, portanto, no inverno, é recomendado colocar o animal, mesmo grande, para dentro de casa, num espaço de temperatura adequada. 

Enquanto forem bebês e até um pouquinho maiores, um terrário é indicado, por ter uma área aberta e toca. Mesmo nele, o animalzinho deve tomar banho de sol. Contudo, a caixa precisa ter substrato próprio para jabutis, fibra de coco. Não coloque pedrinhas para decorar, pois os bichinhos podem se confundir e pensar que são alimentos. No terrário, além da fibra de coco, vão comedouro, bebedouro e toca.

Terrário à venda no Mercado Livre

Quando o recipiente de água para beber é espaçoso, o bichinho ficará dentro. Mas, o jabuti bebê precisa de banho? Assim como nós humanos, ele precisa de hidratação. No entanto, é preciso banhá-lo uma vez por semana e, caso esteja sujo, esfregá-lo. Uma escova de dentes velhinha e macia é o suficiente. Depois, seque-o numa toalhinha e separe para usar após o próximo banho.

O brilho do casco é somente da limpeza no banho com água e somente água. Não passe creme hidratante ou óleo. Por tanto, o filhotinho deverá ser colocado num recipiente com água rasa -altura que bata no queixo dele- por 20 minutos. Ali, ele se hidrata e evacua também. E como fazer em dias frios? Durante o inverno o banhinho também é bem-vindo, mas com água morna. 

Nos dias frios os bichinhos ficam mais recolhidos e comem bem menos, mas após o banho de água morna eles ficam mais ativos e comem bem também. Caso a água esfrie, retire-os da hidratação. Onde é melhor de se fazer isso? No tanque, assim a água vai embora com toda a sujeira e germes.

A alimentação do jabuti deve ser balanceada, portanto priorize as verduras verde-escuras, ofereça junto frutas e legumes. No entanto, uma vez por semana, sirva carne moída misturada com suplemento de cálcio (farinha de cascas de ovos cozidos).


E o que mais ele come? Lá vai a listinha:

- abóbora cozida (sem sal);

- acerola;

- alface (não sirva diariamente, pois causa diarreia no animal);

- amora;

- banana;

- batata cozida (sem sal); 

- carne moída crua, mas salpicada por cascas de ovos cozidos;

- cascas trituradas de ovos cozidos (semelhante a uma farinha, mas de cascas de ovos);

- couve manteiga;

- espinafre;

- goiaba; 

- hibisco (flor e cabinho);

- kiwi;

- laranja;

- maçã;

- melancia;

- melão;

- mamão (não sirva diariamente, pois causa diarreia no animal);

- ovo cozido;

- pepino;

- pera;

- pêssego;

- pitanga;

- ração própria para jabutis;

- tangerina;

Evite servir morangos e tomates, por conta da grande quantidade de agrotóxicos. 

Afinal, qual a porção a ser servida aos cascudinhos? Uma boa medida é considerar o tamanho do casco deles. No caso da carne moída, uma bolinha do tamanho da cabeça é o suficiente e somente uma vez por semana, no máximo. Não se preocupe, pois os jabutis adoram passar por cima da comida e até deitar em cima. Às vezes, chegam a urinar e defecar próximo ou em cima. Não custa nada limpar o local ou recolher o alimento sujo. Fique de olho para logo tirar as fezes, ou o bichinho pode pensar que seja para comer também.

Ame e cuide muito bem do seu amiguinho cascudo, essa relação promete durar pelo menos 80 anos, ou seja, um jabuti pode ser uma herança de família.


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm

.: Diário de uma boneca de plástico: 4 de fevereiro de 2021

Querido diário,

Não sei se é por ser quinta-feira, mas... hoje eu estou tão vintage! Na minha mente não para de tocar a música "Don´t you want me". Ok! Eu ouvia as vozes de Lea Michelle e Darren Chris na série "Glee", mas... não e que essa música é meio estranha?! Eu achei, parece não haver mais amor, ao menos de um dos lados da relação, mas um questiona se o outro não o quer mais... Complicado, né?!

Vou contar... eu já namorei um cara só porque todos diziam que ele gostava demais de mim e que eu iria aprender a amá-lo. Quantas vezes eu ouvi a pergunta: "Você me ama?"

Claro que não deu certo, né?! Afinal, estou casada e muito bem casada com o Auden Pink.

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg

Foto do meu ensaio fotográfico "Where The Streets Have No Name": photonovelas.blogspot.com/2012/09/where-streets-have-no-name.html



.: “Conexões Literárias” é novo projeto da Fundação do Livro e Leitura


Em formato 100% digital, programa debate mensalmente temas importantes na literatura e vai ao ar na plataforma da Fundação, bem como em todas as redes sociais. A apresentação é da produtora cultural Ana Luz.

A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto lançou recentemente mais um projeto cultural com o objetivo de propiciar entretenimento e informação sobre o universo da literatura. O programa “Conexões Literárias” é apresentado pela produtora cultural Ana Luz e disponibilizado mensalmente pela plataforma e redes sociais da instituição. 

A segunda edição do programa foi exibida na última sexta-feira, dia 29, às 16h, e discutirá o tema “Mercado Editorial”, com depoimentos de Victor Rodrigues (poeta, educador e produtor cultural) e Ni Brisant (poeta e editor da Selin Trovoar). O vídeo poderá ser acessado pela plataforma da Fundação (www.fundacaodolivroeleiturarp.com/), YouTube, Instagram e Facebook.

“O programa sempre trará para o debate assuntos e notícias do mundo literário e cultural, e o que está acontecendo no Brasil e no mundo”, explica Ana Luz. Os convidados do programa deste mês debatem financiamento coletivo, mercado editorial independente, grandes e pequenas editoras, além da crise do novo Coronavírus que resultou na migração de boa parte dos livros impressos para o digital. “Os temas sempre serão vinculados à nossa grade da programação mensal de atividades”, afirma a apresentadora.  

A curadora da FIL e vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Adriana Silva, explica que o projeto Conexões Literárias tem a função de fazer ligações entre as pessoas e os assuntos. “A linguagem digital, já há um ano, tem sido nossa estratégia para seguirmos em frente, formando nosso público e difundindo a literatura. Ainda que voltemos a nos encontrar - e voltaremos – vamos precisar fazer conexões literárias”, explica. Segundo ela, com o tempo e ganhando cada vez mais ritmo, o programa irá diminuir os intervalos de cada edição e tem a proposta de se tornar uma referência em jornalismo digital sobre literatura.

Primeira edição
Em dezembro foi ao ar o primeiro programa do “Conexões Literárias” com o tema: “FIL e as Feiras Literárias em 2020”. Esta edição do programa contou com a participação da curadora da FIL - Feira Internacional do Livro, Adriana Silva, da presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Dulce Neves, e da superintendente da Fundação, Viviane Mendonça. O vídeo está disponível nas plataformas da instituição: https://youtu.be/-wjokNkM_RE.

Sobre a Fundação
A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Trata-se de uma evolução da antiga Fundação Feira do Livro, criada em 2004, especialmente para realizar a Feira Nacional do Livro da cidade. Hoje, é considerada a segunda maior feira a céu aberto do país. Em 2020, a Feira tornou-se internacional e entraria na 20ª edição. Por isso, recebeu recentemente nova identidade, apresentando-se como FIL (Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto), mas sua realização foi remarcada para agosto de 2021, devido à pandemia do novo Coronavírus.

Com uma trajetória sólida e projeção nacional e agora internacional, ao longo de seus 20 anos, a entidade ganhou experiência e, atualmente, além da Feira, realiza muitos outros projetos ligados ao universo do livro e da leitura, com calendário de atividades durante todo o ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores, com recursos diretos e advindos das leis de incentivo, em especial do Pronac e do ProAc.

.: Com letra emocionante, Marília Mendonça lança "Troca de Calçada"


Com letra emocionante, Marília Mendonça lança "Troca de Calçada" e traz reflexão sobre preconceito sofrido por profissionais do sexo. Gravado durante a live "Vem Aí" em outubro do ano passado, novo single autoral da artista chega ao YouTube e às plataformas de música. Capa do single "Troca de Calçada" inspirada no quadro de Vincent Van Gogh, "O Terraço do Café à Noite", de 1888.

"Se alguém passar por ela fique em silêncio / Não aponte o dedo, não julgue tão cedo / Ela tem motivos pra estar desse jeito / Isso é preconceito". É com esses versos reflexivos que Marília Mendonça inicia seu novo single autoral, "Troca de Calçada", que chega às plataformas digitais na última sexta-feira, dia 29, pela Som Livre. Com mensagem emocionante, a faixa é cantada do ponto de vista de uma mulher que, por circunstâncias da vida, foi levada a se prostituir e sofre todo o tipo de julgamento por isso.

Gravado durante a live "Vem Aí", realizada em outubro do ano passado, a canção chega também com um clipe no canal da artista no YouTube. Apesar de não ter a melodia tão lenta, a letra forte de "Troca de Calçada" não deixa dúvidas sobre sua dramaticidade ao abordar um tema que tangibiliza uma questão social real. "Essa música conta a história de uma prostituta. Acho que é uma das músicas mais fortes que eu tenho e eu me convenci a gravar por causa do Twitter", diz a artista. O apelo do público veio quando Marília divulgou na rede social um trecho da faixa-guia da canção, o que foi o suficiente para que os fãs fizessem um mutirão pedindo que ela gravasse a sofrência.

Depois de apresentar "Deprê" no dia 4 de dezembro de 2020 e "Foi Por Conveniência" no último dia 15 de janeiro, após "Troca de Calçada" estão previstos ainda os lançamentos de "Rosa Embriagada", no próximo dia 5, e "Nosso Amor Envelheceu", em 12 de fevereiro, completando o ciclo de cinco faixas autorais inéditas que saem como um presente para os fãs da cantora. Neste projeto, com exceção de "Deprê'', as capas de todas as faixas têm inspiração em pinturas de artistas famosos que hoje são de domínio público. "Foi Por Conveniência", por exemplo, retrata "Nighthawks", do artista norte-americano Edward Hopper, pintada em 1942. Já a capa "Troca de Calçada" veio de um clássico de Vincent Van Gogh, "O Terraço do Café à Noite", de 1888.

"Troca de Calçada" - Marília Mendonça


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

.: Entrevista: Kerline Cardoso, a primeira eliminada do "BBB 21"


Primeira eliminada do "BBB 21", Kerline Cardoso afirma que se descobriu uma pessoa altamente sensível dentro do confinamento. Foto: Globo/João Cotta

A emoção à flor da pele e a expressão única da primeira eliminada marcaram a passagem de Kerline Cardoso pelo "Big Brother Brasil 21". Entre amizades e desentendimentos, Kerline não se arrepende de nada que viveu dentro da casa mais vigiada do país. Foram apenas oito dias no "BBB", mas uma experiência que trouxe descobertas pessoais para a ex-sister: “Eu não sabia que eu era desse jeito e me descobri uma pessoa altamente sensível lá dentro. Eu amei os memes porque não foram memes ruins, e sim de emoção. E eu sou essa pessoa que tem muitas caras e bocas, tenho os meus trejeitos. Uma hora estou triste e cinco minutos depois estou rindo da minha própria tristeza”

Cair no paredão na primeira semana da temporada é um dos maiores medos dos participantes, mas a modelo e influenciadora digital diz respeitar os rumos da competição. Eliminada com 83,50% dos votos, Kerline disputou a preferência do público com Rodolffo e Sarah e deixou a casa na última terça-feira. A seguir, ela avalia sua trajetória no "BBB" e conta para quem fica sua torcida. O "BBB 21" tem direção geral de Rodrigo Dourado e apresentação de Tiago Leifert. O programa vai ao ar segundas, terças, quintas, sextas e sábados, após "A Força do Querer", quartas, após o "Segue o Jogo", e domingos, após o "Fantástico".

Como você vê sua breve passagem pelo" BBB 21"?
Kerline Cardoso -
Eu enxergo como um jogo limpo que eu fiz, que sou eu, que me representa. Sou uma pessoa que gosta de ouvir as outras, de trocar ideias. E que pena que foi muito rápido e não tive tantos dias lá. Mas foi incrível enquanto durou (risos).


O que você tira dessa experiência que vai levar para a vida aqui fora?
Kerline Cardoso - 
Com certeza vou levar algo que eu já tinha na minha vida, mas se reforçou lá dentro: ser humana, ter empatia e respeito com o próximo para viver melhor em comunidade. Porque, queira ou não, ali é uma comunidade, uma família, mesmo sendo um programa com jogadores. Acho que para viver bem é necessário, no mínimo, ter respeito, entender o limite de cada um. Isso é muito importante.
 

Por que acredita ter sido eliminada tão cedo do reality?
Kerline Cardoso - 
Porque eu caí no paredão errado, na hora errada, com as pessoas erradas, que na verdade são duas pessoas muito queridas. Isso foi bem difícil. O Rodolffo é um querido, a Sarah também. Tive momentos maravilhosos com ambos dentro da casa, eram pessoas leves, que me traziam tranquilidade, paz, diversão.


Acha que poderia ter feito alguma coisa diferente para ir mais longe no jogo?
Kerline Cardoso - 
Eu acredito muito que Deus tem um propósito para cada um. Se ele escolheu que para mim essa fosse a hora é porque tinha que ser. Se eu tivesse ficado no jogo eu já estaria escrevendo uma nova história. Com a única pessoa que eu tive um desentendimento lá dentro, o Lucas, eu conversei minutos antes da eliminação e selei uma paz. Eu queria estar bem com ele. Acho que a minha trajetória iria zerar se eu voltasse, começaria tudo de novo. Mas o que tinha que acontecer, aconteceu, e eu confio muito nos planos de Deus.


Você se arrepende de algo que tenha feito dentro da casa?
Kerline Cardoso - 
Não. Eu não agi em nenhum momento com má fé com ninguém. Fui muito sincera, honesta com meus sentimentos e respeitei muito os limites das outras pessoas. Por isso eu não vejo as minhas atitudes com arrependimento. Acho que foi um processo de autoconhecimento que eu vou levar para a vida.


Você protagonizou diversos momentos de choro no BBB, que acabaram virando memes nas redes sociais. Você se considera pessoa emotiva ou a experiência despertou esse seu lado?
Kerline Cardoso - 
Eu não sabia que eu era desse jeito (risos)! Me descobri uma pessoa altamente sensível lá dentro. Eu amei os memes porque não foram memes ruins, e sim de emoção. E eu sou essa pessoa que tem muitas caras e bocas, tenho os meus trejeitos. Uma hora estou triste e cinco minutos depois estou rindo da minha própria tristeza... Eu vou tirar muita lição boa disso tudo.


Você recebeu cobra de alguns participantes no queridômetro. Como foi isso para você?
Kerline Cardoso - 
Foi muito tranquilo. Eu sou uma pessoa que procuro dar o que eu quero receber. Em nenhum momento eu dei algo que não fosse coração para alguém. Todos os dias eu dava coração e eu vi logo o quanto isso reverberou. Eu comecei, no início do jogo, com cobra, com poucos corações, uns cinco ou seis. No último dia eu já estava com 13 corações e consegui enxergar que é sobre isso, que eu estava em uma linha de pensamento bacana, do bem.


Que análise você faz do jogo, olhando de fora?
Kerline Cardoso - 
A gente está em uma pandemia. No "BBB", estávamos nos acostumando aos poucos a voltar a viver em comunidade, os nervos estavam muito à flor da pele. Por isso rolaram uns surtos, eu mesma tive vários que eu jamais imaginei que teria. Minha percepção de jogo, agora que eu saí, é de que, se cada um respeitasse pelo menos um pouquinho mais o espaço do outro, esse jogo teria um outro desfecho. Talvez um desfecho mais bonito. Seria um jogo mais limpo, um jogo jogado mesmo. 


Para quem fica a sua torcida a partir de agora?
Kerline Cardoso - 
Eu torço muito pelo Gilberto, quero muito que ele ganhe. Mas acho que o Caio também tem chances. Eu gosto muito dele, é meu amigo, meu irmãozinho. O Caio tem uma visão muito inocente e humana das coisas. O Gil acho que pode se desesperar em alguns momentos, como já aconteceu, e isso prejudicá-lo. Mas é o único fato que pode tirá-lo do prêmio.


Quais são seus planos daqui para frente?
Kerline Cardoso - Eu sou muito workaholic, quero trabalhar horrores (risos). O "BBB" veio para me dar a certeza de que a minha família é tudo, então quero muito batalhar para dar o melhor para eles e poder crescer profissionalmente. Eu estou com uma visão bem aberta sobre isso. Sou modelo, trabalho com redes sociais, mas quero que as coisas sejam dinâmicas, abrir portas para outros tipos de narrativa. Estou de peito e coração abertos para trilhar uma nova história.

.: Literatura: Prêmio Barco a Vapor prorroga inscrições até 21

Uma boa notícia para os escritores de literatura infantil e juvenil: as inscrições para o 17 Prêmio Barco a Vapor foram prorrogadas até o dia 21 de fevereiro. Há 16 anos no Brasil, o Prêmio Barco a Vapor, uma iniciativa internacional da Fundação SM, reconhece e valoriza obras inéditas de autores brasileiros de literatura infantil e juvenil, revelando autores, estimulando a criação literária nacional e proporcionando aos jovens leitores o acesso a textos de qualidade, não só no Brasil, mas em todos os países onde o Grupo SM atua.

O regulamento prevê que qualquer pessoa pode participar, incluindo cidadãos de outras nacionalidades, desde que os originais sejam inéditos, escritos em língua portuguesa, assinados com nome fictício (pseudônimo) - para assegurar a idoneidade do concurso - e que o autor seja maior de 18 anos e more no Brasil. Além do prêmio de R﹩ 40 mil, o vencedor terá seu livro publicado na coleção "Barco a Vapor", da SM Educação. Os interessados podem inscrever textos nos gêneros romance e/ou novela para crianças e jovens através do site http://barcoavapor.smeducacao.com.br/ .

Livro vencedor em 2020: A última edição do Prêmio Barco a Vapor no Brasil contemplou o escritor carioca Guilherme Semionato, com o livro "Nossa Bicicleta", inicialmente intitulado "A Bicicleta Azul". Na narrativa, o autor confere múltiplos sentidos a um objeto cotidiano: uma bicicleta antiga, que pertence à família do protagonista, um menino que adora desenhar e deseja um estojo completo visto numa papelaria próxima. Entre querer e poder, ele acaba tomando uma decisão impensada envolvendo a bicicleta. Na angústia do arrependimento em busca de solução para resolver a situação, o protagonista Daniel toma contato com memórias familiares, fortalecendo seus laços afetivos.

Sobre a SM Educação: Nascida na Espanha, a SM está presente em 10 países e são mais de 2.300 profissionais e voluntários se dedicando a este projeto. Responsabilidade social, inovação e proximidade com a escola pautam o trabalho da entidade, que tem como objetivo promover o desenvolvimento humano e a transformação social para a construção de uma sociedade mais competente, crítica e justa. Atuante no Brasil desde 2004, a SM oferece um amplo catálogo de serviços educacionais, conteúdos didáticos e de literatura infantil e juvenil no país.

.: “Carmen, a Grande Pequena Notável” estreia no CCBB Rio de Janeiro


Estreia do espetáculo “Carmen: A Grande Pequena Notável” que faz temporada de 4 de fevereiro a 28 de março no CCBB RJ (Centro Cultural Banco do Brasil). O musical, que foi sucesso de público e crítica em São Paulo, faz temporada no Rio de Janeiro seguindo todos os protocolos da segurança da OMS (Organização Mundial da Saúde). A peça é inspirada no livro homônimo de Heloisa Seixas e Julia Romeu, com direção de Kleber Montanheiro e traz a atriz Amanda Acosta vivendo Carmen Miranda. Foto: Leekyung Kim.

Sucesso de público e crítica em São Paulo “Carmen: A Grande Pequena Notável” estreia no CCBB Rio de Janeiro. Musical, que conta a trajetória de Carmen Miranda com linguagem do Teatro de Revista, faz temporada no CCBB RJ de 4 de fevereiro à 28 de março. Há pouco mais de 90 anos Carmen Miranda (1909-1955) cantava pela primeira vez na rádio carioca Roquete Pinto. Portuguesa radicada no Brasil, a cantora estava prestes a se tornar um dos maiores símbolos da cultura brasileira para todo o mundo. 

Em comemoração a essa data, “Carmen: A Grande Pequena Notável”, com direção de Kleber Montanheiro, estreia na próxima quinta-feira, dia 4 de fevereiro, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ). O espetáculo fica em cartaz até 28 de março, com apresentações quintas e sextas às 18h e sábados e domingos às 16h. O projeto tem patrocínio do Banco do Brasil.

O musical é inspirado no livro homônimo de Heloisa Seixas e Julia Romeu, que venceu o Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não Ficção em 2015. Quem dá vida à diva é a atriz Amanda Acosta. Para contar essa história, o espetáculo adota a estrutura, a estética e as convenções do Teatro de Revista Brasileiro, no qual Carmen Miranda também se destacou. “Utilizamos a divisão em quadros, o reconhecimento imediato de tipos brasileiros e a musicalidade presente, colaborando diretamente com o texto falado, não como um apêndice musical, mas sim como dramaturgia cantada”, explica o diretor Kleber Montanheiro.

Esse tradicional gênero popular faz parte da identidade cultural brasileira, mas recentemente está em processo de desaparecimento da cena teatral por falta de conhecimento, preconceito artístico e valorização de formas americanizadas e/ou industrializadas de musicais. A encenação tem a proposta de preservar a memória sobre a pequena notável, como a cantora era conhecida, e a época em que ela fez sucesso tanto no Brasil como nos Estados Unidos, entre os anos de 1930 e 1950. Por isso, os figurinos da protagonista são inspirados nos desenhos originais das roupas usadas por Carmen Miranda; já as vestes dos demais personagens são baseadas na moda dessas décadas.

“As interpretações dos atores obedecerão a prosódia de uma época, influenciada diretamente pelo modo de falar ‘aportuguesado’, o maneirismo de cantar proveniente do rádio, onde as emissões vocais traduzem um período e uma identidade específica”, revela Montanheiro. A cenografia reproduz os principais ambientes propostos pelo livro “Carmen: A Grande Pequena Notável”. Esses espaços físicos são o porto do Rio de Janeiro, onde Carmen desembarca criança com seus pais; sua casa e as ruas da Cidade Maravilhosa; a loja de chapéus, onde Carmen trabalhou; o estúdio de rádio; os estúdios de Hollywood e as telas de cinema; e o céu, onde ela foi cantar em 5 de agosto de 1955. Cada cenário traz ao fundo uma palavra composta com as letras do nome da cantora em formatos grandes. Por exemplo, a palavra MAR aparece no porto, e MÃE, na casa dos pais da cantora.

Sinopse
O musical conta a história da cantora Carmen Miranda, de sua chegada ao Brasil ainda criança, passando pelas rádios, suas primeiras gravações em disco, pelo cinema brasileiro e o Cassino da Urca, ao estrelato nos filmes de Hollywood. Inspirado no livro homônimo infanto-juvenil de Heloisa Seixas e Julia Romeu, o espetáculo conta e canta para toda a família os 46 anos de vida dessa pequena notável que levou a música e a cultura brasileira para os quatro cantos do mundo.

Sobre a temporada no CCBB RJ
O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona de quarta à segunda, das 9h às 18h. O CCBB RJ está adaptado às novas medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento on line (eventim.com.br), controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento. No teatro a capacidade foi reduzida para 50%, com higienização completa antes de cada apresentação/sessão, além do distanciamento de 2 metros entre as poltronas.

Sobre Kleber Montanheiro - direção, cenários e figurinos
Produtor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador, Kleber Montanheiro trabalhou como assistente e criador de grandes mestres do teatro nacional: Gianni Ratto, Roberto Lage, Wagner Freire, Antônio Abujamra, Myriam Muniz, Naum Alves de Souza, entre outros.

Como diretor, ganhou os prêmios APCA 2008, por “Sonho de Uma Noite de Verão”; e FEMSA 2009, por “A Odisséia de Arlequino”. Como cenógrafo e figurinista, venceu os prêmios APCA e FEMSA 2012, por “A História do Incrível Peixe Orelha”. Como iluminador, recebeu o prêmio FEMSA 2013, pelo trabalho em “Crônicas de Cavaleiros e Dragões”, de Paulo Rogério Lopes.

As últimas peças dirigidas por ele foram “Alô Alô Theatro Musical Brazileiro” (2017), de sua autoria com Amanda Acosta; “Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo” (2016), de Cassio Pires, a partir da obra de Henrik Ibsen; “Os Dois Cavalheiros de Verona” (2015), de William Shakespeare; “A Lenda do Cigano e O Gigante” (2015) e “Navio Fantasma - O Holandês Voador” (2015), ambos de Paulo Rogério Lopes; e “Sobre Cartas & Desejos Infinitos” (2015), de Ana Luiza Garcia.

Sobre Heloisa Seixas - autora do livro e adaptadora teatral
A carioca Heloisa Seixas trabalhou muitos anos na imprensa do Rio de Janeiro antes de se dedicar exclusivamente à literatura. É autora de mais de 20 livros, incluindo romances, contos, crônicas e obras infanto-juvenis, além de peças de teatro. Foi quatro vezes finalista do prêmio Jabuti, com os livros “Pente de Vênus”, “A Porta”, “Pérolas Absolutas” e “O Oitavo Selo”, este último também finalista do prêmio São Paulo de Literatura e semifinalista do prêmio Oceanos.

Seu livro mais recente é o romance “Agora e na Hora”, lançado em abril pela Companhia das Letras. Além dos musicais “Era no Tempo do Rei” e “Bilac Vê Estrelas”, ambos em parceria com Julia Romeu, Heloisa fez para o teatro a peça “O Lugar Escuro”, uma adaptação de seu livro homônimo sobre a doença de Alzheimer. Este espetáculo rendeu para a atriz Camilla Amado o Prêmio Especial APTR de 2014.

Sobre Julia Romeu - autora do livro e adaptadora teatral
Em parceria com Heloisa Seixas, Julia Romeu escreveu os musicais “Era no Tempo do Rei” (2010), com músicas de Aldir Blanc e Carlos Lyra; e “Bilac Vê Estrelas” (2015), que venceu os prêmios Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro, Shell e APTR, com canções de Nei Lopes. As duas também são autoras do livro “Carmen: A Grande Pequena Notável”, a biografia de Carmen Miranda para crianças, vencedora do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não-Ficção de 2015. Além disso, ela trabalha como tradutora literária há mais de dez anos e é mestre em Literaturas de Língua Inglesa pela UERJ. Instagram oficial do espetáculo: https://www.instagram.com/musicaldacarmen/.

Serviço
“Carmen: A Grande Pequena Notável”
Centro Cultural Banco do Brasil RJ
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – TEATRO I
Temporada: 4 de fevereiro à 28 de março, quintas e sextas às 18h e sábados e domingos às 16h.
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Classificação: livre. Recomendado para crianças a partir de 5 anos
Duração: 70 minutos
Capacidade: 75 lugares
Informações: (21) 3808-2020




.: Diário de uma boneca de plástico: 3 de fevereiro de 2021

Querido diário,

Estava agorinha olhando minhas fotos antigas e fiquei paralisada com a beleza da minha bff  Gavin Boogie Beach. De olhões verdes do tipo gatinha e com um narizinho que... Nossa! Linda demais!! E os cabelões dela? Puro brilho! 

Somos amigas desde quando nos olhamos pela primeira vez. Sabe aquele laço profundo que é criado naturalmente? Amizade é assim... nasce, não é forçada. Ela simplesmente acontece. E é tão lindo!!

Sabe como é o boneco de neve Olaf ao lado da linda Ana? É assim... despretensioso, apenas é.

Calma, diário!! Você também é meu bff, mas a Gavin... é minha grande amiga de longa data.

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg

Foto do meu ensaio fotográfico "BFF: Donatella Fisherburg e Gavin Boogie Beach": photonovelas.blogspot.com/2012/09/bff-donatella-fisherburg-e-gavin-boogie.html


.: Companhia das Letras lança o livro "Os Tais Caquinhos", de Natércia Pontes

"Os Tais Caquinhos" é um romance poderoso e áspero sobre uma família, um apartamento caótico e as dolorosas descobertas da adolescência.

Faltava muita coisa no apartamento 402. Mas sobravam muitas outras: caixas de papelão, bandejas de isopor, cacarecos, baratas, cupins, muriçocas, poeira, copos sujos. Abigail, Berta e Lúcio formam um trio nada convencional. Duas adolescentes dividem o apartamento com o pai, um homem amoroso, idiossincrático, acumulador, pouco afeito à vida prática, que torce para que a morte venha logo lhe buscar e dá conselhos incomuns às filhas: "É muito bom sentir fome".

"Os Tais Caquinhos", que chega às livrarias em fevereiro, é um romance de formação trágico e comovente, capaz de arrancar risos nervosos. Ao descrever o dia a dia de uma família simbiótica em meio à cordilheira de lixo que só faz crescer, Natércia Pontes desenha um fascinante retrato de três pessoas que buscam conviver com seus sonhos e suas fantasias, suas manias e seus anseios, seus medos e suas revelações. Natércia Pontes nasceu em 1980, em Fortaleza, e mora em São Paulo. É autora de "Copacabana Dreams" (Cosac Naify, 2012), finalista do prêmio Jabuti. Você pode comprar "Os Tais Caquinhos", de Natércia Pontes, neste link.

.: Gilberto Gil, Emicida e Krenak em podcast da Natura Musical


A Natura Musical, plataforma de cultura da Natura, lançou o podcast "Nos Encontramos na Música". Na primeira temporada, o programa traz convidados para falar sobre diversidade, ancestralidade, empoderamento, comunidade e discutir o papel fundamental da cultura na construção de um mundo bonito, sustentável, igualitário e inclusivo. O programa chega às plataformas digitais - Spotify, Google Podcasts, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Amazon Music e YouTube - na última quinta-feira, dia 28.

Com apresentação da jornalista Sarah Oliveira, o episódio de estreia do podcast recebe o ambientalista e escritor Ailton Krenak e os músicos Gilberto Gil e Emicida. No bate-papo, batizado como "Música, cultura e o mundo que queremos", os convidados falam a respeito da importância de estar no agora, refletem sobre o que precisamos fazer hoje para não repetir os erros do passado e sobre caminhos para construir um futuro possível. 

"Nós acreditamos nos encontros - musicais e de ideias - como ferramenta para a transformação do mundo. Ao longo desse último ano, nos inspiramos muito com a série Afetos, da Casa Natura Musical, e com os processos colaborativos de construção do edital e da curadoria do Natura Musical", afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding. "Vimos a oportunidade de registrar e disponibilizar algumas conversas e reflexões, para um público mais amplo, em temas urgentes e potentes para projetar o futuro, em um formato acessível e inclusivo", finaliza.

Liderado e produzido pela Virtue, agência criada a partir da Vice e responsável pela comunicação digital de @NaturaMusical, a série foi gravada de forma remota devido ao isolamento social provocado pelo novo Coronavírus. O programa recebe, nas cinco conversas que compõem a temporada, artistas e personalidades fundamentais para a construção e o legado da música e da cultura brasileira, como Linn da Quebrada, Bia Ferreira, Karla Martins e Juçara Marçal. Os próximos episódios, que tratam de temas acerca da ancestralidade, da transformação social a partir da música e da diversidade cultural, serão lançados quinzenalmente, sempre às quintas-feiras.

A retomada da Casa Natura Musical
As lives vão voltar à programação da Casa Natura Musical. Transformado - por conta das orientações de distanciamento social - em um equipamento cultural multiplataforma com uma programação diversa e plural, a Casa prepara novas edições do projeto Afetos. A série traz para o virtual um bate-papo de camarim íntimo e acolhedor compartilhado com o público. As lives do Afetos são transmitidas às quintas, 19h, pelo Instagram @casanaturamusical.

A curadoria das primeiras edições do Afetos em 2021 está baseada em artistas que estabeleceram parcerias em seus trabalhos mais recentes. Para começar o ano, as amigas e parceiras musicais - Linn da Quebrada e Jup do Bairro - conversaram no último dia 28, véspera do Dia da Visibilidade Trans. Jup, que acaba de ganhar o Prêmio APCA de artista revelação, lançou em junho de 2020 o EP Corpo sem Juízo, composto por sete faixas e com participação de artistas como Rico Dalasam, Deize Tigrona e a própria Linn da Quebrada. Já Linn começa 2021 se preparando para o lançamento do projeto multiplataforma "Quem Soul Eu - Trava Línguas, Abre Mentes", contemplado pelo edital Natura Musical.

Já no dia 4 de fevereiro, a conversa será entre a cantora e compositora MC Tha, responsável pelo elogiado disco "Rito de Passá" (2019), e pela multiartista Malka Julieta, que completa 20 anos de carreira em 2021 e atua como produtora musical, tendo idealizado o Trava Bizness, primeiro selo musical do país dedicado a artistas trans.

Luedji Luna, que lançou recentemente o disco "Bom Mesmo É Estar Debaixo D'Água" (2020), conversa no dia 11 de fevereiro com a escritora Conceição Evaristo, um dos grandes nomes da literatura brasileira contemporânea. Conceição participou do disco de Luedji recitando o poema "A Noite Não Adormece nos Olhos das Mulheres", de sua autoria, na faixa "Ain’t Got No", canção original de Nina Simone.

Completando o primeiro ciclo de Afetos, o músico, compositor e cantor Zeca Baleiro conversa no dia 18 de fevereiro com Juliana Linhares, integrante da banda Pietá que está prestes a lançar seu primeiro álbum solo, Nordeste Ficção, com direção de Marcus Preto e que inclui parcerias com Chico César e o próprio Zeca Baleiro, além de outros artistas da MPB.



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