quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

.: MTV anuncia "Acústico MTV: BTS", expoente do K-Pop


O renomado selo global de música da MTV retorna em uma edição inedita com um dos maiores expoentes do K-Pop. Gravado na Coreia do Sul, o "Acústico MTV: BTS" tem estreia mundial no dia 23 de fevereiro, às 23h, com exclusividade na MTV. 

A MTV acaba de anunciar que o grupo BTS se apresentará em uma edição especial da franquia de sucesso Acústico MTV. Com estreia mundial, o "Acústico MTV: BTS v"ai ao ar dia 23 de fevereiro, às 23h, com exclusividade na MTV.

O BTS fará uma performance inédita direto de Seul, na Coreia do Sul - oferecendo a seus fãs um lugar na primeira fila para versões nunca antes vistas dos sucessos mais marcantes da carreira do grupo, além de músicas de seu último álbum BE (Essential Edition), em um ambiente totalmente intimista. O álbum BE alcançou a posição número #1 na parada da Billboard 200 e inclui os singles "Dynamite" e "Life Goes On".

Juntos, MTV e BTS criaram alguns momentos e performances inesquecíveis, incluindo a estreia do grupo no palco do MTV VMA em agosto, onde realizaram a primeira apresentação de "Dynamite", antes de receberem os prêmios de Melhor Artista Pop, Melhor Grupo, Melhor Artista K- pop e Melhor Coreografia.

Em outubro de 2020, Miley Cyrus comandou o sucesso "Acústico MTV: Miley Cyrus Backyard Sessions". Recentemente, a MTV lançou o "Acústico MTV em Casa" para coincidir com o lançamento do Especial #JuntosADistância.

BTS é uma banda sul-coreana que tem conquistado os corações de milhões de fãs em todo o mundo desde sua estreia, em junho de 2013. Os membros do BTS são RM, Jin, SUGA, j-hope, Jimin, V e Jung Kook. Reconhecido pela música autêntica, performances de alto nível e a forma como interage com seus fãs, o grupo se estabeleceu como superstar mundial quebrando incontáveis ​​recordes.

O BTS mobilizou milhões de fãs em todo o mundo (intitulados Army), liderou as principais paradas musicais, apresentou-se em vários shows esgotados em estádios, foi indicado ao Grammy na categoria "Best Pop Duo/Group Performance", além de faturar vários prêmios de prestígio como o Billboard Music Awards, American Music Awards e MTV Video Music Awards.


.: Mateus Carrieri apoia a bissexualidade das filhas de 14 e 15 anos


Mateus Carrieri, ex-participante de "A Fazenda", deu uma entrevista para o programa "Luciana By Night". Foto: Divulgação/RedeTV!

Durante participação no talk show "Luciana By Night"de Luciana Gimenez, na RedeTV!, o ator e modelo Mateus Carrieri enaltece a paternidade e comenta sobre a bissexualidade de suas duas filhas adolescentes, Anna Chiara e Anna Francesca. “Teve gente que as criticou dizendo que são muito novas, que não sabem o que querem. Com 14, 15 anos, elas já estão se descobrindo e por que não podem sentir que o pai, a família, as acolhe?”, diz.

“O que importa são as atitudes delas e se elas têm um bom caráter. Que elas sejam o que quiserem, desde que respeitem a todos, estudem, essas coisas que todos os pais se preocupam”, afirma Mateus, que além das meninas, também é pai de Kaike Carrieri, de 36 anos. “Ser pai é uma de minhas maiores missões de vida”, afirma ele.

Mateus, que participou da última edição de "A Fazenda", revela ter ficado assustado em ir para a roça com MC Mirella. “Ela já tinha milhões de seguidores e eu só 15 mil. Ela era muito mais popular na rede social e eu pensava que isso contava muito”, avalia ele, que recebeu a maioria dos votos para permanecer na atração, eliminando a funkeira. O ator também marcou presença no extinto "Casa dos Artistas", em 2001, e comparando os dois realities diz que sentiu maior abstinência sexual na atração do SBT. “Eu era mais jovem né, brinca Carrieri, hoje aos 54 anos.



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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

.: "Cercado de Psicopatas": como evitar explorações no trabalho e na vida


Autor do best-seller "Cercado de Idiotas", publicado em mais de 20 países, revela em novo livro como se proteger de pessoas manipuladoras.

Em "Cercado de Psicopatas: Como Evitar Ser Explorado pelos Outros no Trabalho e na Vida Pessoal", Thomas Erikson apresenta com fluidez e clareza valiosos ensinamentos para reconhecer pessoas que fazem da manipulação uma arte predatória. O autor sueco utiliza o mesmo método do primeiro livro, "Cercado de Idiotas", de associar cores a personalidades.  

Com base nas pesquisas do psicólogo e criador da personagem Mulher Maravilha, William Moulton Marston, o autor associa o vermelho à dominância, amarelo à influência, verde à estabilidade e azul à análise. A partir destas analogias, ele demonstra como os pontos fortes e fracos destes diferentes tipos de indivíduos podem ser manipulados por estes verdadeiros canibais sociais.

De acordo com o autor, pessoas com este comportamento tóxico estão presentes em todos os âmbitos da vida, do ambiente de trabalho à família. “Os psicopatas mais inteligentes, aqueles que não cometeram crimes graves e violentos, estão entre nós, em meio a todo mundo. São pessoas que não se detêm por nada para conseguir o que querem. E você com certeza já se deparou com alguns deles”, alerta.

A partir de situações cotidianas, Thomas Erikson aborda as principais características e padrões de comportamento dos tipos manipuladores e mostra como eles podem ser extremamente perigosos. Segundo o autor, “um número enorme de pessoas é afetado pelo seu comportamento, porque os efeitos de seus métodos raramente se restringem ao redor dos próprios perpetradores. O dano que causam leva a consequências de longo prazo e sempre arrastam muita gente com eles”.

Ao oferecer uma imersão de autoconhecimento com a compreensão de comportamentos e fraquezas da maioria das pessoas, Erikson ensina quais são as formas mais comuns de manipulação e as melhores maneiras de lidar com elas. Ele apresenta métodos e técnicas que ajudam o leitor a confrontar pessoas controladoras e transformar relações negativas em relações de respeito mútuo.

De fácil compreensão e com projeto gráfico ilustrado e colorido, "Cercado de Psicopatas" é leitura fundamental para evitar os prejuízos causados por pessoas com intenções desonestas e perigosas no trabalho, na vida social e na família. Você pode comprar "Cercado de Psicopatas", de Thomas Erikson, neste link.

Sobre o autor
Thomas Erikson é especialista em comunicação. Nas duas últimas décadas, treinou mais de cinco mil executivos para serem líderes melhores e mais eficientes. Além de "Cercado de Psicopatas", é autor de "Cercado de Idiotas", lançado em agosto de 2020 pela Intrínseca, e "Cercado de Péssimos Chefes", que também será publicado pela editora.

O que foi dito sobre o livro

“Um guia para evitar os manipuladores psicológicos. Com conselhos e advertências sobre a importância da vigilância." — Kirkus Reviews

"Este guia fácil de ler acalmará os medos, munindo os leitores com táticas práticas para aprender a lidar com as estratégias dos psicopatas.” — Booklist


.: Entrevista: Flávia Alessandra revela aprendizado em “Porto dos Milagres”


Atriz relembra sua primeira protagonista em novela lançada há 20 anos e que passa a integrar o projeto de resgate dos clássicos da dramaturgia no Globoplay. Foto: Divulgação/Globo

Acaba de chegar ao Globoplay  “Porto dos Milagres”, mais um grande sucesso que entra para o catálogo do projeto de resgate de clássicos da dramaturgia. Lançada originalmente há 20 anos, a obra  assinada por Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares é uma livre adaptação de “Mar Morto” e “A Descoberta da América Pelos Turcos”, de Jorge Amado. 

A trama se passa na  fictícia cidade de Porto dos Milagres, onde vivem duas classes sociais distintas: a burguesia e os moradores do cais do porto. Guma (Marcos Palmeira) é um pescador que contrapõe a política do inescrupuloso Félix (Antonio Fagundes) e se apaixona por Lívia (Flávia Alessandra), de uma origem completamente diferente da sua. A mitologia e a religiosidade estão presentes na trama através da figura de Iemanjá, a “rainha do mar”, padroeira de Porto dos Milagres e que, de forma fantástica, exerce influência na vida dos habitantes.

“Porto dos Milagres” foi emblemática para atriz Flávia Alessandra, que estreava na época como protagonista em horário nobre com a personagem Lívia Proença. Forte e decidida, Lívia namora com Alexandre Guerreiro (Leonardo Brício), por quem tem carinho, mas não é completamente apaixonada. Criada pelos tios Augusta (Arlete Salles) e Oswaldo (Fulvio Stefanini), e, depois, pela tia Maria Leontina (Louise Cardoso), sabe muito pouco sobre seus pais. Não conhece as origens de sua família. Lívia vai a Porto dos Milagres para trabalhar na empresa de Félix Guerreiro (Antonio Fagundes) e conhece Guma (Marcos Palmeira), por quem se apaixona perdidamente, mudando o rumo de sua história. Nesta entrevista, a Atriz relembra esta fase especial da sua carreira e vida pessoal.

A novela completa 20 anos agora em 2021. Quais são suas principais lembranças deste trabalho?
Flávia Alessandra -
Foi a minha primeira protagonista em horário nobre. E a minha lembrança era de gravar muito (risos). Mas era uma novela muito gostosa de fazer. Eu adorava interpretar a Livia, que era uma mocinha muito forte e interessante. E era uma novela com um elenco muito legal, com uma história que instigou bastante o público. A trama era do Aguinaldo Silva e do Ricardo Linhares e baseada em obra do Jorge Amado. Era um texto muito nobre, rico mesmo.


Tem alguma curiosidade de bastidor que você possa compartilhar com o público?
Flávia Alessandra - 
Sim, eu tinha acabado de dar à luz Giulia. Ela tinha uns três meses quando começamos a gravar. E foi um desafio fazer a novela com uma bebezinha. Mas tive muito apoio. Giulia estava sempre comigo no set. Nós tínhamos uma reprodução da cidade cenográfica lá na Bahia, em Comandatuba, e ficamos gravando uns três meses lá direto. Jujuba amamentava, ficava colada em mim. Eu parava de gravar e amamentava.


Como você define a Lívia?
Flávia Alessandra - 
Ela era uma mocinha bem corajosa e forte. E que se entregou a um amor verdadeiro e forte. E proibido também. Quase um Romeu e Julieta. Ela se apaixonava por um pescador e a família não aceitava, tinha toda uma história do passado. E, por isso, eles enfrentam muitos obstáculos. Ela era uma personagem bastante interessante. E a trilha sonora do casal era deslumbrante, muito linda.


Pode falar algo que você tenha aprendido com sua personagem ou com a novela?
Flávia Alessandra - 
Aprendi  conciliar maternidade e trabalho, algo que faz parte da realidade da maioria das mulheres brasileiras. Até então, nos trabalhos anteriores, eu não tinha filhos. Aprendi ali a ser essa equilibrista, a trabalhar e, ao mesmo tempo, ser e estar presente na vida da minha filha.

.: Entrevista: Marcello Melo Jr. fala sobre "Arcanjo Renegado"


Marcello Melo Jr. fala sobre o trabalho em "Arcanjo Renegado". Foto: Globo/Divulgação

Mikhael (Marcello Melo Jr) é o líder da equipe Arcanjo e Primeiro-Sargento do Bope (Batalhão de Operações Especiais) no Rio de Janeiro. Para ele, não existem desafios. Destemido e extremamente focado, Mikhael comanda a experiente equipe em arriscadas ações, que vão desde o combate ao tráfico de drogas em comunidades cariocas até missões especiais. "Arcanjo Renegado" é um thriller policial criado por José Júnior com direção de Heitor Dhalia que vai ao às quintas-feiras, após o "BBB 21".

Filho de um ex-policial, Sargento Afonso (Marcello Melo), Mikhael ficou órfão ainda criança quando o pai foi assassinado. Por isso, foi obrigado desde muito cedo a encarar as dificuldades da vida e se tornou cada vez mais introspectivo. Ainda assim, ele mantém uma forte ligação com sua irmã Sarah (Erika Januza). Parceiro de Afonso na polícia anos atrás e hoje Comandante-geral da PM, Gabriel (Leonardo Bricio) prometeu ao amigo proteger e cuidar de seus filhos. Desde então, é considerado um guru por Mikhael, que não titubeia em aceitar seus conselhos e missões secretas. 

Quando o filho da deputada Manuela Berengher (Rita Guedes) desaparece é a equipe Arcanjo quem fica designada a resgatar o rapaz. Além da obrigação de manter o sigilo da operação "extraoficial", Mikhael não pode falhar. Mesmo contrariado, o Sargento conclui a operação com louvor. A equipe é condecorada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), após o sucesso da missão de resgate, e Mikhael prepara-se agora para a próxima missão.  

"Arcanjo Renegado" é um thriller policial criado por José Júnior, com direção geral de Heitor Dhalia e direção de André Godoi. A série será exibida sempre às quintas-feiras na TV Globo, após o "BBB 21", e está disponível na íntegra para assinantes Globoplay na plataforma. A obra é uma coprodução do Globoplay e do Multishow com a AfroReggae Audiovisual.  

Como foi para você receber a notícia de que “Arcanjo Renegado" seria exibida na TV?
Marcello Melo Jr. -
Recebi com muita alegria. Acho uma oportunidade maravilhosa para a grande massa assistir à série depois do sucesso no Globoplay. É um projeto bacana e de uma qualidade espetacular. Estava muito ansioso para que fosse exibido na TV. Acho que o público vai curtir muito também.


Qual o diferencial da série? 
Marcello Melo Jr. - 
O diferencial de “Arcanjo” é muito relacionado à construção que o José Junior estabeleceu imprimindo muita verdade no roteiro e tendo o apoio e a participação na obra de muitas pessoas que viveram e fazem parte daquela realidade diariamente.


Que elementos fazem de "Arcanjo" um produto especial?
Marcello Melo Jr. - 
A série apresenta temáticas que estão no dia a dia dos brasileiros como polícia, política, a vida nas favelas. É muito gratificante poder retratar de forma tão verdadeira e próxima da realidade essa história, mesmo sendo uma obra de ficção.


Você fez um árduo processo de composição para viver o Mikhael. Como foi a sua preparação?
Marcello Melo Jr. - 
O "Arcanjo" foi uma forma diferente dos outros trabalhos porque eu interpreto o líder de uma equipe policial muito bem preparada e instruída e que necessita de uma preparação física e mental específicas para o tipo de trabalho que eles enfrentam. Então, tive que investir numa alimentação mais saudável mudando os hábitos alimentares. Foram três semanas de treinamento intensivo para aumentar o condicionamento físico com foco principalmente para as cenas de ação.


Mikhael é seu primeiro protagonista e também a sua estreia num projeto cirado por José Junior. Como surgiu o convite para a série?
Marcello Melo Jr. - 
O José Junior me convidou durante um almoço. Já nos conhecíamos por conta dos projetos do AfroReggae e do Nós do Morro. E fiquei muito lisonjeado quando o Junior me contou que ao escrever a série pensou em mim para dar vida ao Mikhael. Eu me identifiquei de imediato com a história de vida do personagem. Na ocasião, também estava num momento da carreira que eu buscava desafios, algo que exigisse mais de mim. E o Mikhael foi perfeito nesse processo.


Como você define o personagem?
Marcello Melo Jr. -
Eu defino o Mikhael como um brasileiro, um ser humano que busca fazer o certo dentro do possível num mundo em que muitas vezes a gente fica confuso em o que é certo e errado. Ele é um cara introspectivo e que não teve tanto afeto na vida, com uma passagem da infância para a adolescência muito conturbada e isso influencia bastante o psicológico do ser humano. Acredito que isso define muito o caráter e a índole dele. Mikhael tem determinação, foco, mas, ao mesmo tempo, tem um vazio dentro dele.


A série é bastante realista e aborda muitas ações do Bope em comunidades, além de outras situações recorrentes nas comunidades do Rio. Para você, que cresceu e viveu no Vidigal, o que significou interpretar essas cenas de ação no Complexo da Maré?
Marcello Melo Jr. - 
É simplesmente contar uma história de seres humanos singulares. Eu pude conhecer um pouco mais do lado humano da polícia, entender a função e a postura deles dentro do trabalho, o perigo da profissão. Por outro lado, sendo uma pessoa que veio de uma comunidade, também sabemos que é um movimento conduzido pelo sistema. Acima de tudo sou a favor sempre do respeito ao ser humano.

Trailer de "Arcanjo Renegado":


.: Documentário "Covid Diaries NYC" estreia em 17 de março na HBO


Produção acompanha a vida de cinco jovens cineastas durante os primeiros dias da pandemia da Covid-19.

"Covid Diaries NYC", que estreia na quarta-feira, 17 de março, às 22h, segue cinco jovens cineastas, com idades entre 17 e 21 anos, que direcionaram as câmeras para si mesmos com o objetivo de contar as histórias das suas famílias durante a primeira onda da Covid-19 em Nova York. As filmagens, profundamente pessoais, destacam a situação difícil de trabalhadores em serviços essenciais e seus familiares no início da pandemia, enquanto eles enfrentavam o vírus mortal em um país sacudido pelos conflitos sociais. O documentário estará disponível na HBO e via streaming na HBO GO.

Com animação original de Rosemary Colón-Martinez, "Covid Diaries NYC" reúne cinco perfis corajosos, narrados em primeira pessoa e, que em alguns momentos chegam a emocionar. Apresenta com profundidade as experiências desses jovens à medida que eles lidam com os impactos e o significado da pandemia da Covid-19.

"Covid Diaries NYC" é uma produção da DCTV, com direção de Marcial Pilataxi, Aracelie Colón, Camille Dianand, Shane Fleming, Arlet Guallpa e Rosemary Colón-Martinez. A produção é de Jon Alpert, Jesse Perez Antigua, Sade Falebita, Naomi Mizoguchi e Johnny Ramos; e a produção executiva é de Carrie Penner, Perri Peltz e Matthew O’Neill. Abaixo, um resumo de cada episódio:


"The Only Way to Live in Manhattan" ("A Única Maneira de Viver em Manhattan")
acompanha Marcial Pilataxi, que mora com a avó e a ajuda em um edifício onde ela trabalha como zeladora. Eles enfrentam o aumento do lixo dos moradores, por causa do tempo maior passado em casa. Marcial faz entrega de comida e tenta manter a normalidade no relacionamento com os amigos ao mesmo tempo em que a cidade que ele conhecia muda no contexto da pandemia e está dilacerada pelos protestos após o assassinato de George Floyd.


"My Covid Breakdown" ("Meu Pânico Durante a Covid")
 
Mostra como Aracelie Colón lida com a saúde mental enquanto seu pai continua indo trabalhar todos os dias nos correios, em um cenário em que a ameaça do vírus chega cada vez mais perto.


"When My Dad Got Covid" ("Quando Meu Pai Teve Covid")

Acompanha Camille Dianand, que está preocupada com o pai, mecânico do metrô. Depois que um colega de trabalho morreu de Covid-19, seu pai contraiu a doença e a família ficou cara a cara com o pavor da morte.


"No Escape From New York" ("Nova York sem Saída")
Apresenta a história de Shane Fleming. Seus pais perderam os empregos, a família ficou apavorada com o acúmulo das contas para pagar e as dívidas crescendo, e precisava se mudar de Nova York. Eles decidiram pegar a estrada para fugir dos problemas, mas as questões do pai e da mãe vão junto para qualquer lugar.


"Frontline Family" ("Família na Linha de Frente")

Acompanha Arlet Guallpa que, junto com a família, vê a rotina de ambulâncias chegando ao edifício onde moram no bairro de Washington Heights para retirar os corpos de pessoas que morreram de coronavírus. Apesar do medo, seus pais - um motorista de ônibus e uma enfermeira domiciliar- continuam trabalhando e tentam superar a ansiedade decorrente do nível de exposição da família ao vírus.

Trailer de "Covid Diaries NYC"


.: Flipoços Temático traz minicursos e mesas com grandes nomes

 


Lançamento do projeto abre com os clássicos em mesas com convidados ilustres e minicursos supreendentes. Katia Canton participa do Flipoços Clássicos em abril. 

O projeto Flipoços Temático inicia dias 28 e 29 de abril com mais de seis atividades. A curadoria do Festival anuncia algumas já confirmadas, como o minicurso gratuito "História, livros e cinema: do Poderoso chefão aos Vikings" com Guto Mello, onde ele apresenta os autores Mario Puzo e Umberto Eco que só se tornaram conhecidos do grande público após a adaptação cinematográfica de seus romances. 

O curso tem duração de uma hora e meia e poderá ser acessado gratuitamente na sala virtual no YouTube e Facebook do Flipoços. Com o crescimento dos streamings, houve uma indiscutível democratização do acesso às produções audiovisuais, inclusive séries e documentários. Esse minicurso mostra como transformar produções em recurso didático para o ensino da história.

O professor Guto Mello é graduado em Ciências Sociais, com especialização em História do Brasil e em História da Arte. Possui experiência no Ensino Médio e em cursos pré-vestibulares como professor das seguintes disciplinas: História, Sociologia, Filosofia e Literatura. É escritor e membro da Academia Volta-Redondense de Letras.O minicurso acontece dia 28 de abril, às 10h e é um oferecimento da Nós Educação.

Outra atividade que pode ser anunciada pelo Flipoços Clássicos é a mesa "Por que Ler e Ver os Clássicos Hoje?" que vai contar com a ilustre presença de Katia Canton; artista visual, escritora, jornalista, professor e curadora, Vera de Sá, escritora e jornalista e mediação de Cassiano Elek Machado, editor da Editora Planeta. Nessa oportunidade, as jornalista e escritoras, vão falar sobre a Coleção de nove títulos clássicos da literatura luso-brasileira reeditados com novos projetos gráfico e editorial, incluindo capas especialmente criadas por renomados artistas contemporâneos brasileiros, sob curadoria de Katia Canton. 

O projeto interliga literatura clássica e a produção atual de artes plásticas para aproximar de um novo público livros fundamentais da nossa cultura, obras que são parte constitutiva de nossa identidade e essenciais para a compreensão da própria literatura contemporânea em língua portuguesa. A atividade vai acontecer dia 29 de abril, às 15h. 

Os próximos ciclos literários, Flipoços Verde, Flipocinhos e Noir serão divulgados em breve. Todas as atividades vão acontecer nas redes sociais do Flipoços  - Facebook(/flipocos), pelo Instagram (@flipocos) e Canal no YouTube (feira-flipocos). Acessem e curtam as páginas. Para mais informações sobre o Flipoços Temático os interessados podem entrar em contato pelo (35) 3697 1551 na GSC Eventos Especiais, Poços de Caldas e acessar o site www.flipocos.com.

.: Diário de uma boneca de plástico: 9 de fevereiro de 2021

Querido diário,

Você é meu amigo e vou contar mais um segredinho. Estou tentando acompanhar o #BBB21. Bem, eu fico ao lado dos meus donos, ouço e, às vezes, até presto atenção para entender o que acontece ali, mas... não consigo! 

Fui conversar com o meu dono sobre os indicados e ao invés de falar paredão, quis saber quem era que estava na roça. Não que #AFazenda seja algo cultural, muito longe disso, mas... eu ainda assisto e entendo. 

Diário, tem um negócio de monstro, que é um tipo de castigo para duas pessoas. Engraçado, confesso que achei até, mas não entendi a finalidade. Só vi a ridicularização das pessoas, por algumas horas.

Para piorar, lá dentro, grande parte dos participantes, são palestrinhas. Esses são os donos da razão... e extremamente intolerantes, o tempo todo. Ai, tão chato!

Só sei que eu queria continuar tentando assistir por causa da Carla Diaz, a Chiquitita Maria, mas... sei lá! Não estou encontrando forças para aturar aquela gente desagradável.

O Fiuk parece um velho que perambula pela casa, mais perdido do que cachorro em dia de mudança. Tem lá um comediante que faz o público passar raiva e aquela Lumena. Ela é pavorosa de se ouvir. Aliás, ela é chefona dos palestrinhas do #BBB!

Tô percebendo que não vou conseguir continuar ouvindo o que acontece lá nessa tal casa mais vigiada do Brasil, viu!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg


Foto do meu Instagram: instagram.com/donatellafisherburg


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

.: Diário de uma boneca de plástico: 8 de fevereiro de 2021

Querido diário,

Minha dona tem mania de me contar filmes que assistiu no cinema com o maridão dela. Daí, há um tempo ela me contou sobre o filme "Espíritos - A Morte Está Ao Seu Lado". Longa de terror e a história -da alma que não descansa- é tão triste. Para piorar, o final é assustador. Meus donos vivem se referindo ao tal desfecho quando sentem muita dor nas costas e pescoço. Medonho!

Mas, a minha dona comentou, nesse domingo, sobre o filme "Um Crime Americano". Tem até em DVD aqui em casa, que ela recebeu para divulgar no Resenhando.com, na época do lançamento. E eu assisti... Diário, que drama horroroso de forte. 

O longa, apresenta a história da mocinha Sylvia Likens que foi torturada durante três meses por uma mulher que ficou responsável por ela e pela irmã mais nova, Jennie, enquanto os pais foram trabalhar longe e mandavam dinheiro pelo acolhimento e estadia das duas.

No entanto, o tratamento dado pela dona da casa em que Sylvia e a irmã foram deixadas não foi o combinado. A jovem de 16 anos foi torturada até a morte, teve escrito na barriga os dizeres de que era uma prostituta e se orgulhava disso. Até as crianças da vizinhança fizeram Sylvia sofrer. Não há como segurar as lágrimas com esse filme.

E para tornar ainda mais tocante, o elenco do filme de 2007 é demais. Tem Ellen Page -que agora é Elliot Page-, Catherine Keener, James Franco e até Evan Peters, um pouco mais fofinho.

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg

Foto do meu Instagram: instagram.com/donatellafisherburg


.: Lícia Manzo e Jayme Monjardim falam sobre o retorno de "A Vida da Gente"

Ana (Fernanda Vasconcellos), Rodrigo (Rafael Cardoso) e Manuela (Marjorie Estiano) na novela "A Vida da Gente", que volta em edição especial a partir de 1º de março. Foto: TV Globo / Estevam Avellar

“Difícil para mim separar o que escrevo do que sou. A essência de ‘A Vida da Gente’ permanece para mim atual na medida que são assuntos que ainda me mobilizam e me fazem pensar”. A reflexão é da autora da novela, Lícia Manzo, que será reexibida na TV Globo a partir de 1º de março. Jayme Monjardim, diretor da obra, faz coro à fala da companheira de trabalho: “Este é um dos projetos mais importantes que fiz. É uma novela que tem uma relação com a vida e com as emoções muito forte e consistente. É um presente a volta de ‘A Vida da Gente’", reforça.

"A Vida da Gente" estreia em 1º de março, na faixa das seis. A novela é escrita por Lícia Manzo, com direção de núcleo e geral de Jayme Monjardim, e direção geral de Fabrício Mamberti. Felizes com a edição especial da novela, a autora e o diretor falam, na entrevista abaixo, sobre as lembranças que ainda guardam do período em que a obra foi feita, há cerca de 10 anos, e da expectativa para o retorno do trabalho.

"A Vida da Gente" foi escolhida para ser exibida em edição especial e, desde o anúncio, a receptividade do público tem sido muito boa. Como você recebeu a notícia da volta da novela? 
Lícia Manzo:
Fiquei muito feliz que "A Vida da Gente" estará de volta. Quando uma novela termina, vivemos um luto, e é difícil dizer adeus aos personagens. A reprise agora, para mim, é uma chance de reencontrá-los.
Jayme Monjardim: Para mim, este é um dos projetos mais importantes que já fiz. Primeiro pelo texto primoroso da Lícia Manzo. Ela tem uma capacidade impressionante de contar histórias, diálogos. É uma novela muito boa, que tem uma relação com a vida e com as emoções muito forte, muito consistente. Para mim é um presente a volta da novela.

"A Vida da Gente" fala sobre relações – familiares e humanas. E é um trabalho escrito por você há dez anos. Você acredita que rever um trabalho é também uma oportunidade de se rever? Acha que se tivesse escrevendo essa história hoje, seria muito diferente?
Lícia Manzo:
Muito do que penso, sou, acredito está espelhado em "A Vida da Gente". Difícil para mim, para não dizer impossível, separar o que escrevo do que sou. 


Acredita que se tivesse escrevendo essa história hoje, seria muito diferente?
Lícia Manzo: Hoje, talvez tecnicamente, mudasse alguma coisa na novela em termos de estrutura, quem sabe... Mas a essência da novela ou o que está dito permanece para mim atual na medida em que são assuntos que ainda me mobilizam e me fazem pensar.


Você se lembra alguma memória especial daquele período? 
Jayme Monjardim:
Tenho grandes lembranças, maravilhosas. Foram grandes viagens emocionais, grandes cenas gravadas, cenas muito consistentes. Fizemos uma linda viagem para Ushuaia, também para o Sul do Brasil, com cenas lindas. Mas eu acho que ‘A Vida da Gente’ é uma novela que tem, mais do que as viagens que fizemos, uma viagem pelo sentimento das pessoas e, para mim, isso importa muito, me marca.


A obra foi lançada com muitos atores jovens, começando suas carreiras, que despontaram. Na época do lançamento, em 2011, você chegou a falar que era muito importante revelar novos nomes para o grande público. Você já conseguia enxergar naquela época a grande potência daqueles artistas?
Jayme Monjardim:
Essa relação com os atores novos me acompanha em toda a minha carreira. Meu sonho sempre foi lançar pessoas, novos atores. Isso é parte de uma relação muito intensa que tive com Maneco (o autor Manoel Carlos), que também sempre teve esse desejo. E é algo que vem comigo desde "Pantanal", posso dizer que é um pouquinho a minha marca registrada. Acho muito importante a força emocional de cada obra. E trabalhar com atores novos, que nunca foram vistos pelo público, faz com que as pessoas sintam muita verdade. Isso faz muita diferença.


Vocês vão tentar rever a novela também?
Lícia Manzo: É claro que vou rever! Novela é um filho e de filho a gente não se cansa. Verei como uma espectadora, favorecida pela distância, e, nesse sentido, podendo me surpreender também.
Jayme Monjardim: Todas as minhas reexibições eu vejo, sem exceção. Estou aqui cravado em "Flor do Caribe" (novela das seis que está no ar atualmente). Para mim, é uma emoção muito grande rever meu trabalho. Vivo muito intensamente todas as novelas, é uma dedicação muito grande. Acredito que não existem grandes resultados sem grande dedicação, é impossível. Rever é uma forma de reestudar o que fiz, me reavaliar. Isso para mim é muito importante.

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