Sem papas na língua, a protagonista de "A Fazenda 12" soltou o verbo para Daniela Albuquerque. Foto: Divulgação/RedeTV!
Eterna musa da "Banheira do Gugu", Luiza Ambiel comentou em recente entrevista ao programa "Sensacional", apresentado por Daniela Albuquerque na RedeTV!. sobre o romance que teve com Luiz Carlos, vocalista do Raça Negra, na década de 1990, e explicou que a história veio à tona na época graças ao furo dado pelo então apresentador do SBT. “Gugu fazia muita fofoca sobre a minha vida e falou disso no ar, ao vivo. Naquele momento, tanto eu quanto o Luiz estávamos no auge e tudo se tornou público”, detalha.
Em outubro do ano passado, Luiza gerou um verdadeiro alvoroço na internet ao alegar durante sua participação em "A Fazenda" que a música "É Tarde Demais" teria sido feita em sua homenagem. No "Sensacional", a ex-peoa argumentou: “Não foi essa música que ele fez para mim, mas não lembro ao certo qual era. Lembro que falava de amor. Quando nos separamos, bloqueei tudo relacionado a ele da minha mente, mas ele fez a música na minha frente, tirando no violão e dizendo que era para mim”.
Mais de duas décadas após o fim do romance, a modelo opina sobre a beleza do cantor: “Ele é charmoso!”. Solteira, Luiza conta, sem mencionar nomes, que levou “um fora” de seu último affair e falou da movimentação de mensagens privadas nas redes sociais. “Recebo muitos nudes e a maioria é de mulher”, confidencia. Questionada sobre a possibilidade de se relacionar com mulheres, garante: “Não fiquei, mas não posso falar que nunca. E se eu me apaixonar pela pessoa em si, independente do gênero? Não sei”.
Comprado em mais de 35 países, drama psicológico sobre maternidade chega ao Brasil pela Paralela o livro "O Impulso", de Ashley Audrain.
Primeiro livro da canadense Ashley Audrain, "O Impulso" bateu recordes em sua apresentação em 2019, ao ter os direitos comprados por mais de 25 países em duas semanas, tornando-se a estreia mais aguardada de 2021.
Até o momento, a obra já foi vendida em mais de 35 territórios e os direitos para cinema e televisão foram adquiridos pela mesma produtora de filmes como "Era Uma Vez em Hollywood", "História de Um Casamento" e a franquia "Harry Potter". O título chega ao Brasil pela Paralela, selo do Grupo Companhia das Letras.
O drama psicológico gira em torno de Blythe Connor, uma jovem que vem de uma família com maus exemplos maternos, algo que ela está determinada a mudar. Quando sua experiência com a primeira filha, Violet, se mostra muito mais cansativa do que havia imaginado, ela começa a achar que o bebê tem algum problema. Ou a preocupação seria fruto da imaginação da mulher? Seu marido, Fox, diz que ela está imaginando coisas e quanto mais ele descarta seus medos, mais ela começa a questionar a própria sanidade. Ao leitor, pairam dúvidas até a última página.
Quando Sam nasce, a protagonista sente a tão esperada conexão feliz com o filho. Até o momento em que um terrível acidente transforma e desfaz essa jovem família de uma maneira perturbadora. À história central, intercalam-se capítulos que traçam a história da mãe e da avó de Blythe. Com duras experiências de maternidade, entre os anos 60 e 80, as narrativas são marcadas por relações de culpa, rejeição e uma série de questões ligadas à saúde mental das personagens. Você pode comprar "O Impulso", de Ashley Audrain, neste link.
Sobre a autora: Ashley Audrain tem 37 anos e trabalhou anteriormente como diretora de imprensa da Penguin Books Canada. Em 2015, uma crise de saúde com seu filho mais novo a fez se aposentar. Ela descobriu que escrever era uma ocupação que poderia exercer em casa. Hoje vive em Toronto, onde ela e seu parceiro estão criando seus dois filhos pequenos. O impulso é seu primeiro romance.
“Onde Está Você”, o novo livro da escritora Dulce Rangel, é fruto de uma experiência de perda. Voltado para crianças mas também para adultos, “Onde Está Você” trata de temas importantes e essencialmente humanos, como o luto e a saudade (esta palavra tão bela que é encontrada somente na língua portuguesa). Como lidar com a partida de alguém querido? Seja ele um amigo, pai, mãe, avó, irmão, filho, animal de estimação? Como encarar a solidão que vem depois que esse ser amado parte para não voltar?
Autora de obras infanto-juvenis publicadas em várias editoras, com destaque para “Um Amor de Confusão”, lançado em 1994 pela Editora Moderna e atualmente em sua terceira reimpressão, Dulce sempre tentou direcionar seus escritos no sentido de ajudar os leitores a trabalhar algo internamente, seja uma perda, um trauma ou algo que é preciso desenvolver. Em “Onde Está Você”, um livro que nasceu depois que o marido da autora se foi, após anos de luta contra uma doença grave, a ideia foi narrar este lento e trabalhoso processo de reconstrução interna pelo qual ela acabara de passar, e que acontece com tantas pessoas pelo mundo, todos os dias.
Arrependimentos ou sensações de culpa também podem surgir depois que alguém se vai. Será que fiz algo errado, ou deixei de fazer alguma coisa? “Onde Está Você” tenta elaborar emocionalmente as dores e pensamentos que se abatem sobre a criança ou adulto que lida com a ausência de alguém. Os desenhos aquarelados de Maria Diva que acompanham os textos fazem um contraponto delicado e sugestivo a cada fase desse processo, com cores que surgem aos poucos e acompanham o desenvolvimento interno de quem lê, assim como os espaços em branco e os “silêncios” nas páginas do livro. E, gradualmente, descobrimos como encontrar dentro de nós maneiras de resgatar o que de melhor aquele ou aquela que partiu nos legou. Encarando a ausência de modo lúdico e até mesmo mágico, como um jogo para o qual existe solução.
“Onde Está Você” chega ao mundo num momento muito simbólico, no qual a humanidade enfrenta uma pandemia que já tirou a vida de milhares de pessoas e tem afastado outras tantas de seus entes queridos, isolando-as em casa ou em quartos de hospital. Um ano de muito sofrimento, mas também de aprendizado para todos.
Em 2020 tivemos de nos recolher e nos afastar de pessoas queridas a fim de preservar a vida de todos, o que confere a este livro admirável contundência. Ao sentir a falta de alguém que amamos, podemos trabalhar nossos sentimentos e resgatar o que há de mais verdadeiro nos laços afetivos. Como revela sua contracapa, “Onde Está Você” guia o jovem leitor numa jornada interior pelos caminhos da saudade. Você pode comprar “Onde Está Você”, de Dulce Rangel, neste link.
Sobre a autora: Dulce Rangel de Montrigaud é paulistana e reside em Avaré, no interior de São Paulo. É escritora, designer e tem sua obra publicada em editoras como Moderna, Vozes, Kuarup, e ONG Viva e Deixe Viver. Após uma dolorosa, mas vitoriosa experiência pessoal, percebeu a importância da criatividade para a recuperação de crianças e adolescentes em tratamento de saúde. Desde então, muitas de suas criações visam incentivá-los na busca por um viver em harmonia com sua realidade.
Em seus livros, Dulce procura criar textos positivos e que elevem a autoestima dos jovens leitores, permitin do que eles possam buscar um caminho que os estimule em seu crescimento pessoal, através do pensamento positivo e do exercitar dos sonhos. Em 2016, seu marido faleceu após anos de luta contra uma doença grave. “Onde Está Você” é não só uma homenagem e declaração de amor a ele, mas também um alento a todos que passam pela dolorosa perda de um ente querido.
Sobre a ilustradora: Maria Diva Tardivo é natural de Avaré, São Paulo. É psicóloga e designer e trabalha com arteterapia e ilustração, além de ser professora de artes. Em sua ampla área de atuação profissional, utiliza a linguagem artística como forma de facilitar e auxiliar na elaboração de dores emocionais. Em especial para este trabalho, a ilustradora optou pelo uso do desenho e da aquarela, com traços e cores que sugerem orientações para a trajetória individual do leitor.
Hoje faz dois anos que o jornalista Ricardo Boechat faleceu naquele acidente aéreo assustador e pra lá de televisionado. Até a Rede Globo, emissora concorrente da Band, rendeu homenagens.
Boechat, no dia, apresentou o programa na Band News, palestrou e numa aeronave particular, fazendo algo corriqueiro, aconteceu o inesperado...
Logo ele, sem papas na língua, no jornal impresso ou televisionado e na rádio, o melhor representante entre tantos jornalistas.
E, assim, vamos seguindo nesse Brasil que virou uma piada ao ocupar a cobertura do Congresso alegando cobrar centavos, enquanto que, durante em plena pandemia, agora, sem auxílio emergencial e o desemprego garantido para grande parte da população, um representante torra dinheiro público em compra de votos no Centrão para impedir -ou só protelar- o impeachment.
Corrupção, marginalização e sensualidade explodem em cena na peça Sabe Quem Dançou?, em quatro sessões nas sextas-feiras de fevereiro, dias 12, 19 e 26, às 21h. Ao som de músicas de Madonna, peça discute questões atuais. Foto: Ronaldo Gutierrez.
Melhor texto do prêmio Timochenco Wehbi de 1990 e finalista do Shell na mesma categoria no ano seguinte, a peça "Sabe Quem Dançou?" – com o estilista Clodovil Hernandes (1937-2009) como protagonista na época - estreia sua 22ª. temporada nesses seis anos em cartaz. As sessões acontecem nos dias 12, 19 e 26 de fevereiro, às 21h, no Teatro West Plaza.
Criada a partir do intrigante texto de Zeno Wilde (1947-1998), autor responsável por conhecidas obras como "Blue Jeans" e "Zero de Conduta", a montagem atual do diretor Hermes Carpes é produzida pela Primo 88 Produções e conduzida pela companhia teatral Os Tocáveis. "Sabe Quem Dançou?" retorna com Hermes Carpes, Marcondes Lobo, Kalel de Oliveira, Alexandre Amaral e Ronaldo Spedaletti no elenco, além dos atores convidados João Machado e Leal Duarte.
Ambientada no anos 80, a tragicomédia desvenda o universo do expressivo personagem Madonna, esperto receptador de objetos roubados que ampara "rapazes" em sua casa. A narrativa ágil acompanha sua vida e a de outros personagens marginalizados diante dos desafios da sociedade. Sexo, violência e corrupção explodem no palco a partir de potentes interpretações que escancaram - com a ajuda de diálogos ácidos - as mazelas, os tipos, o contexto, a linguagem e as situações que se aplicam perfeitamente aos dias atuais.
A postura realista adotada na peça, conta Hermes, provoca choque e reflexão sobre questões tão conhecidas, mas muitas vezes ignoradas. A peça “atravessou décadas sem perder seu significado e importância e, agora, se destaca ainda mais com seu texto forte e imprescindível para momentos como esse que estamos vivendo em nosso país”. O encenador acredita na força do texto por abordar temas atuais como corrupção, jogo de poder dos políticos e milícias.
A encenação de Hermes Carpes foge da original e aposta na alteração de elenco a cada temporada. Esta característica, para o diretor, é responsável por dar gás e frescor ao espetáculo. “O público sabe que verá sempre uma peça diferente”, conta, ressaltando que o sabor de novidade também permeia o show de boate inserido na montagem. Desde setembro de 2015, quando estreou em Lages, em Santa Catarina, o espetáculo vem sendo apresentado em vários Estados do Brasil como São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas e Rio. Gaúcho de Porto Alegre, o diretor apaixonou-se pelo texto de Zeno Wilde há mais de 15 anos, quando se formou na Cal, no Rio.
Logo no início Hermes optou pela mudança de nome do protagonista. Pediu à filha de Zeno Wilde, herdeira do texto, autorização para alterar de Vanusa (referência à cantora falecida recentemente, ícone da beleza na época, e que na versão original era interpretada por Clodovil) para Madonna. “A mudança deu outra cara ao espetáculo”, diz Hermes, revelando que a viúva de Zeno Wilde, Sandra, e sua filha, deram aval ao espetáculo.
Inspirada num dos maiores ícones da música pop, a personagem principal tem a cantora americana como referência e ídolo. São de Madonna também as músicas da trilha sonora do espetáculo, além de sons urbanos de rua, freadas de carros e gritos. Como cenário, o pequeno e bagunçado estúdio imaginado pelo diretor comporta uma cama, uma mesa, um santuário e um banheiro. Durante dois meses, na fase da pesquisa e laboratório para conceber sua encenação Hermes visitou a Cracolândia, cinemas de filmes pornôs e outros ambientes de prostituição.
Teaser da peça "Sabe Quem Dançou?":
Ficha Técnica Texto: Zeno Wilde. Direção: Hermes Carpes. Elenco: Hermes Carpes, Marcondes Lobo, Kalel de Olveira, Alexandre Amaral e Ronaldo Spedaletti. Atores convidados: João Machado e Leal Duarte. Produção: Hermes Carpes. Produção executiva: Flavia Primo. Figurino e cenário: Carpes Produções. Costureira: Valeria Rocha. Adereços: Marisa Nascto. Maquiagem: Acsa Targino. Fotografia em estúdio: Sérgio Santoian. Fotografia em cena: Ronaldo Gutierrez, Jean Bueno e Deivid R. Purificação. Sonoplastia: Flavio Toda. Desenho de luz e iluminação: Drigo de Lisboa. Contrarregra: Flávio Toda. Idealização e Montagem: Cia. Os Tocáveis. Produção e Realização: Primo 88 Produções e Carpes Produções.
Serviço: Temporada: 12, 19 e 26 de fevereiro de 2021. Horário: sextas-feiras às 21h. Local: Teatro West Plaza Shopping. Endereço: Shopping West Plaza - Av. Francisco Matarazzo - Água Branca. Cidade: São Paulo. Referência: ao lado do Allianz Park e próximo ao metrô Barra Funda. Classificação: 16 anos. Duração: 70 minutos. Gênero: tragicomédia. Informações no Teatro: 11 4858 1421. Funcionamento da bilheteria: terça a domingo, das 14h às 22h. Capacidade: 140 lugares. Contato da produção: (11) 98682-2701. Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia) – R$ 25 (antecipado no www.bilheteriaexpress.com.br). Informações: carpesproducoes@gmail.com.
Com curadoria de Felipe Chaimovich, exposição reúne obras simbólicas do acervo pessoal do artista. Exposição Antonio Dias, 2020. Foto: Karina Bacci
Figura de singular trajetória na arte contemporânea brasileira, Antonio Dias (1944 - 2018) é autor de uma obra multimídia, carregada de engajamento social e político, e de ironia e sensualidade. O público poderá conferir de perto suas instalações, pinturas, filmes e trabalhos em outros suportes na exposição "Antonio Dias: Derrotas e Vitórias", em cartaz até 21 de março de 2021, no Museu de Arte Moderna de São Paulo .
Com curadoria de Felipe Chaimovich e patrocínio do Credit Suisse, a mostra reúne obras emblemáticas, todas elas integrantes do acervo pessoal do artista. "Ao falecer, em agosto de 2018, Antonio Dias reunira uma coleção das próprias obras que recobria toda sua trajetória artística. O conjunto compunha-se tanto de peças de que ele nunca havia se separado, como de outras recompradas de terceiros para quem tinham sido vendidas. Tratava-se, pois, de uma representação de si mesmo intencionalmente construída, mantida e guardada", explica o curador.
Paraibano de Campina Grande, Dias aprendeu técnicas de desenho com seu avô paterno. No final da década 1950, trocou sua cidade natal para viver no Rio de Janeiro e lá trabalhou como artista gráfico. Em 1964, na Escola Nacional das Belas Artes, foi aluno do artista Oswaldo Goeldi (1895-1961), quem lhe ensinou os processos da gravura. Ainda que ao passar dos anos tenha se afastado das composições figurativas com fundo negro, características explícitas nas obras de Goeldi, o artista conservou consigo os trabalhos de seu período de formação.
Entre experimentações, Antonio Dias solidificou sua pesquisa estética na década de 1960, quando decidiu explorar novos meios e suportes para atingir a corporalidade anunciada nos seus primeiros trabalhos. Como muitos artistas de sua geração, tocados pela efervescência política e cultural desses anos, encarnou uma resistência não apenas à opressão política, mas também às tradições de pintura da época. São obras que, permeadas por elementos do Neofigurativismo e da Pop Art, lhe renderam o rótulo de representante da Nova Figuração brasileira e o conduziram à IV Bienal de Paris (1965). Sua prática, no entanto, estabelece um diálogo com a Nova Objetividade Brasileira e com o impulso revolucionário da Tropicália.
Discussões políticas são traços marcante nas obras de Antonio Dias, a exemplo dos trabalhos gráficos, produzidos entre 1964 e 1968. Tomado pela urgência de se opor à Ditadura Militar, o artista participou da coletiva Opinião 65, icônica mostra organizada em 1965, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, pela jornalista Ceres Franco e pelo galerista Jean Boghici, que estabelecia contraponto entre a produção nacional e estrangeira a partir de pesquisas recentes em torno das novas figurações.
Uma rede cultural foi se desenvolvendo naquele momento e culminou na exposição Nova Objetividade Brasileira, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1967. A mostra foi um encontro da vanguarda artística do país e trouxe novos paradigmas para as artes visuais. Entre os marcos do período estão a superação do quadro de cavalete, um maior posicionamento sociopolítico nas obras, a participação do espectador e uma tendência para iniciativas coletivas. "Dias teria sido o responsável por introduzir, nessas investigações da vanguarda, uma agenda de questões éticas, sociais e políticas que conduziram toda uma geração a se reposicionar em função da realidade de seu tempo e lugar", afirma Chaimovich.
Nos anos 1970, Antonio Dias mudou-se para Milão, após negar-se à figuração que presenciou em Paris. Na cidade italiana, se aproximou de expoentes da chamada arte povera (arte pobre, em português) e do conceitualismo europeu. Os traços dessas vanguardas registravam mudanças em seus trabalhos. Logo, as imagens viscerais foram substituídas por obras rígidas, quase sempre em preto e branco, que intensificavam seu carácter enigmático. Sem abrir mão das relações entre linguagem e imagem, o artista reafirmava o desejo de trabalhar com a materialidade, que dá o nome de "corpo da pintura".
"À primeira vista, são pinturas inconciliáveis com tal linguajar - certamente mais que as do período anterior, com seus fragmentos explicitamente corpóreos agitando a superfície dos quadros e frequentemente adquirindo tridimensionalidade", explica o crítico de arte Sérgio Martins, em texto para o catálogo da exposição.
Em "Antonio Dias: Derrotas e Vitórias", as pinturas, desenhos, instalações e filmes apresentados revelam, também, temas existenciais recorrentes na pesquisa do artista e conferem o caráter testemunhal à sua obra. "Portanto, a coleção que ele formou de si mesmo é uma síntese única, tanto pelo percurso que organiza ao longo das várias fases, como pela declaração dos valores éticos norteadores de sua arte", conclui o curador.
Sobre o MAM São Paulo Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.
O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de áudio-guias, vídeo-guias e tradução para a língua brasileira de sinais. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.
Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.
Sobre o Credit Suisse Fundado em 1856, o Credit Suisse, uma das principais instituições de serviços financeiros do mundo, é hoje uma entidade global que atua em mais de 50 países. No Brasil desde 1959, o Credit Suisse apoia - em suas atividades de patrocínio cultural - respeitadas instituições e grandes talentos da música clássica e das artes plásticas. O Credit Suisse tem o orgulho de manter há 15 anos a parceria com o Museu de Arte Moderna de São Paulo e, assim, ajudar a promover algumas das principais exposições e talentos brasileiros.
Serviço: "Antonio Dias: Derrotas e Vitórias" Curadoria: Eder Chiodetto. Visitação: de 13 de outubro de 2020 a 21 de março de 2021. Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo. Endereço: Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portões 1 e 3). Horários: terça à domingo, das 12h às 18h (última entrada às 17h30). Telefone: (11) 5085-1300. Domingo. Gratuito.. Ingresso: R﹩ 20 (inteira) e R﹩10 (meia-entrada para estudantes e professores, mediante identificação). Gratuidade para menores de 10 e maiores de 60 anos, pessoas com deficiência, membros do ICOM, AICA e ABCA com identificação, agentes ambientais, da CET, GCM, PM, Metrô e funcionários da linha amarela do Metrô, CPTM, Polícia Civil, cobradores e motoristas de ônibus, motoristas de ônibus fretados, funcionários da SPTuris, vendedores ambulantes do Parque Ibirapuera, frentistas e taxistas com identificação e até quatro acompanhantes. Os ingressos disponibilizados online www.mam.org.br/ingresso.
"Eu não conseguia falar nem com a Karol, nem com a casa, nem com o Arthur ou a Carla. Porque, do mesmo jeito que eles estavam me esperando, eu estava esperando o oposto, já que tinha saído como o errado na visão de todos.", ARAÚJO, Acrebiano. Foto: Globo/João Miguel Júnior
Arcrebiano Araújo, carinhosamente chamado de Bil, o segundo eliminado do "BBB 21" experimentou os muitos lados do jogo. Ele se envolveu em uma relação amorosa, teve momentos de sorte e confiou em sua intuição na competição. A agilidade fez com que estivesse à frente de decisões importantes ao atender três vezes o Big Fone. Foi o participante mais votado pela casa nos dois paredões da temporada – e escapou do primeiro na prova “Bate e Volta”.
No segundo, Arcrebiano foi à avaliação popular e deixou a casa com 64,89% dos votos numa berlinda disputada com os amigos da Pipoca, Gilberto e Juliette. Antes de sair do programa, o modelo e educador físico sentiu a pressão do game: “Eu queria jogar o mais limpo possível, mas eu estava muito vulnerável: era só eu contra praticamente 15 pessoas; na minha cabeça era isso. Só depois eu consegui acordar um pouco para o jogo”, avalia. Na entrevista a seguir, Arcrebiano conta o que faltou para ir adiante na disputa e o que mais o surpreendeu em relação aos brothers até agora.
Como você avalia sua passagem pelo BBB 21? Arcrebiano Araújo - Foi uma passagem proveitosa, não imaginava que seria tão cheia de aprendizados. Mas um pouco triste também por eu ter sido julgado lá dentro por diversas coisas e, principalmente, pelos amigos que eu achava que tinha. Fiquei decepcionado porque o Nego Di e o Projota eram dois caras que eu respeitava muito. Mas agora eu estou bem melhor do que estava lá dentro. Vou levar isso como aprendizado. Eu queria muito participar do BBB, não à toa me inscrevi quatro vezes, e na quarta deu certo.
Para você, quais foram os pontos altos do reality? Arcrebiano Araújo - Quando eu falava da minha família lá dentro sempre era muito emocionante, e nas festas eu me divertia muito. Também ficam as amizades, que vou trazer para a minha vida. Gil, Lucas, Sarah e Juliette são eternos. Estavam do meu lado, tentando apaziguar as coisas.
Você pretende trazer outras amizades da casa para a vida fora do "BBB"? Arcrebiano Araújo - Além dos quatro, eu gostaria de trazer também a amizade do Arthur. Mas acho que no jogo ele está perdido. Tenho certeza de que ele não daria aquele voto no Gilberto, mas foi influenciado pelo Nego Di, assim como ele tentou fazer comigo na situação do Big Fone. Caio e Rodolffo também são pessoas que eu gostaria de trazer para a minha vida, apesar de achar que o Rodolffo ainda vai se perder no jogo. E o Projota é uma pessoa com quem preciso conversar melhor aqui fora.
Qual era a sua estratégia na casa para levar R$ 1,5 milhão? Arcrebiano Araújo - Eu queria jogar o mais limpo possível, mas eu estava muito vulnerável: era só eu contra praticamente 15 pessoas; na minha cabeça era isso. Depois eu consegui acordar um pouco para o jogo. Foi quando eu conversei com a Sarah, com o Gil e com a Juliette, com quem eu já estava mais entrosado. Ela é bem doidinha, muito engraçada. Fala as coisas por impulso, mas sabe o que fala. Caso eu voltasse do paredão, iria quebrar aquele complô.
Você mencionou que a chegada dos imunes à casa mudaria muito o jogo. Acha que realmente mudou? Arcrebiano Araújo - Mudou para uma pessoa só, para a Juliette. A galera foi toda em cima dela. Mas tomara que dê tudo certo agora para eles, porque ali o paredão seria só eu, Juliette, Gil e Sarah.
Receber o monstro te desestabilizou de alguma forma? Arcrebiano Araújo - Me desestabilizou muito, como pessoa e como jogador. Rodolffo me deu uma desculpa que, no começo, eu entendi, mas foi desagradável. Eu já estava na xepa, perdi estalecas e fui desestabilizado no jogo durante dois dias. Não achei bom e também não devolveria o monstro para ele, se tivesse oportunidade. Ao meu ver, ele deveria ir para quem eu queria tirar do jogo naquele momento. E, levando tantos votos, eu tinha praticamente dez opções.
No seu primeiro paredão, você levou oito votos, mas se salvou na “Bate e Volta”. No segundo, nove votos da casa. Por que acha que foi alvo de tantos votos, em cada um dos casos? Arcrebiano Araújo - No primeiro eu levei oito votos porque pessoas falaram que não tinham afinidade comigo. Carlinha falou algo parecido, depois voltou atrás e eu entendi. O Gil também, mas me pediu desculpas e ficou tudo certo. Eu poderia até colocar alguns deles no paredão quando atendi o Big Fone, depois, só que ali eu estava jogando. Estava vendo muita gente parada no jogo e foi esse o meu critério, por isso indiquei a Thaís. Não entendo afinidade como justificativa quando tinha tanta gente que não colaborava no trabalho coletivo da casa, por exemplo. Já o segundo paredão envolveu toda a situação da Karol. Acho que ela manipulou muito a galera. Talvez eu não fosse tão votado se a questão fosse só a afinidade, porque eu já estava mais perto de muita gente. Mas aí veio a surpresa, toda a situação envolvendo a mim, a Carla e o Arthur, o queridômetro virou uma bagunça e eu fui parar no paredão.
Seu relacionamento com a Karol Conka teve alguns percalços e te fez dizer, inclusive, que preferia sair no paredão de ontem. Quer comentar sobre seu envolvimento com ela? Arcrebiano Araújo - Eu vi na Karol uma pessoa boa, no começo. Espontânea, alegre, sorridente. Era a pessoa que me fazia rir na casa. Eu falei que não estava entrando no "BBB" para fazer casal, mas que poderia acontecer. E aconteceu, logo com essa pessoa que depois eu vi nos vídeos que não era bem assim. Eu imaginava que o relacionamento poderia até ir mais à frente. Só que quando me relaciono com alguém, gosto de analisar um pouco a pessoa. Era o que eu estava fazendo com a Karol, e deixei isso claro para ela. Mas ela meio que se assustou, falou que eu não estava dando atenção. Aí veio a situação envolvendo a Carla e eu fiquei surpreso, me retraí mais ainda. Eu não conseguia falar nem com a Karol, nem com a casa, nem com o Arthur ou a Carla. Porque, do mesmo jeito que eles estavam me esperando, eu estava esperando o oposto, já que tinha saído como o errado na visão de todos. Mas, depois que eu e Karol conversamos, ficou só na amizade.
Ainda próximo do Projota e Nego Di, você atendeu o Big fone e imunizou a Juliette. Naquele momento, a sua intenção era fazer parte do plano de levar apenas o Lucas ao paredão ou foi mesmo pensando em beneficiar a participante? Arcrebiano Araújo - Ela foi beneficiada por duas coisas: para o Lucas não ir ao paredão com ela e, também, porque eu ainda queria vê-la na casa. Eu tinha um carinho muito grande pela Juliette, e as pessoas julgaram muito ela. Até a Karol estava com ciúmes dela, o que também não fazia sentido. A gente brincava muito um com o outro, a Juliette me ofereceu formar um casal “fake” e foi muito engraçado. Depois eu até me aproximei mais do Lucas também, entendi o lado dele. Na festa só dava eu e ele dançando, ele me ensinando os passinhos... Mas sinto que na situação do Big Fone me deixei levar um pouco pela ideia do Nego Di. Só que ele queria que eu mandasse o Gil e a Sarah para o paredão, e foi quando eu vi que a história estava muito errada e não concordei.
No último jogo da discórdia você foi chamado de “leva e traz”. Esse adjetivo te surpreendeu? Arcrebiano Araújo - Muito! Para mim, quem fazia “leva e traz” ali dentro era a Viih. Eu já estava entendendo um pouco o jogo dela. Ela ficavam bem em cima do muro: junto com o nosso grupo e, se desse algo errado, mudava de lado. Se eu fosse “leva e traz” ficaria no grupo em que já estava, nem ligando para o Gil e para a Sarah.
Que aprendizados você tira dessa experiência? Arcrebiano Araújo - Aprendi que eu posso me jogar mais e que tenho que me posicionar mais também. Eu tenho que aprender a falar mais, conversar.
Acha que poderia ter feito alguma coisa diferente para ir mais longe no programa? Arcrebiano Araújo - Eu acho que eu deveria sim ter me jogado mais no jogo, logo de cara. Fiquei mais retraído no começo. Mas estou feliz porque eu estava com uma visão certa, que foi a que coloquei no último Jogo da Discórdia: Karol, Nego Di e Projota como influenciadores e o Arthur e a Lumena como os influenciáveis. E não quis colocar todo mundo na hora, mas também colocaria a Pocah e a Thaís como influenciáveis.
Quem está no caminho certo no game? Arcrebiano Araújo - A Sarah. Ela tem uma ótima visão de jogo, foi quem abriu meus olhos.
Para quem fica a sua torcida? Arcrebiano Araújo - Minha torcida é, em primeiro lugar, para o Gil. Top dois, a Juliette e Top três, a Sarah. Ela até poderia estar em primeiro na minha lista, mas acho que quem merece levar o prêmio é mesmo o Gilberto porque ele está sendo apunhalado. As pessoas estão perseguindo ele como estavam me perseguindo lá dentro.
Quais são seus planos daqui para frente? Arcrebiano Araújo - Quero trabalhar minha cabeça, minha mente. E eu já tinha um projeto de abrir um box de cross fit com um amigo meu. Também vou continuar trabalhando como modelo e com o meu Instagram. Estou gostando muito do acolhimento dos meus seguidores, dessa galera que me abraçou mesmo. Até nomes como Lucas Lucco, de quem sou fã! Imaginei que eu teria no máximo uns 100 mil seguidores, já que estava levando tanto voto na casa e saí no segundo paredão. Mas quando vi os números fiquei impressionado! Hoje são mais de 3 milhões. Estou muito feliz.
Nem só de tretas e palestrinhas vive o "Big Brother Brasil". Há também alguns participantes que entraram para a história do reality show simplesmente porque tiveram a coragem de desistir do programa. Das 337 pessoas que passaram pela edição brasileira do "Big Brother", apenas seis caíram fora.
O último deles, na 21ª edição, foi o ator Lucas Penteado, famoso no Brasil inteiro pela participação na novela "Malhação - Viva a Diferença". Rejeição por parte de outros participantes, coração partido, o temido "Quarto Branco", psicológico abalado, morte na família e até talaricagem fizeram com que os participantes desistissem. O Resenhando fez uma lista com os desistentes do programa e os motivos que os levaram a fazer isso são de cair o queixo.
Dilson Walkarez - "Big Brother Brasil 3" (2003) Na terceira edição do "Big Brother", Dilson Walkarez Rodovalho Filho, que ficou conhecido nacionalmente como "Dilsinho Mad Max", um "bad boy de bom coração" despontava como o favorito ao prêmio de, na época, R$ 500 mil reais. Só que uma paixão não correspondida pela Miss Brasil Joseane Oliveira, que era casada, fez com que ele, que tinha tinha 27 anos, desistisse do prêmio. Na época, com apenas 20 dias de confinamento, ele abandonou a competição que tinha Sabrina Sato entre os participantes e se tornou a musa da edição. A miss, assim que saiu do confinamento, posou nua na edição de março da revista Playboy. Mas a revista mais vendida do ano foi, mesmo, a de Sabrina Sato. No quesito de vendas, a japonesa desbancou até a capa edição de aniversário, estrelada pela atriz Regiane Alves, que na época brilhava como a malvada Dóris da novela "Mulheres Apaixonadas".
Leonardo Jancu - "Big Brother Brasil 9" (2009) O temido "Quarto Branco" levou o empresário paulista Leonardo Jancu a desistir da nona edição do "Big Brother Brasil". Antes de tomar a decisão de desistir do confinamento, ele passou 30 horas trancado no cubículo com outros dois confinados e uma forte luz branca apontada o tempo inteiro para eles. Não aguentou a pressão e teve a coragem de apertar o botão que o eliminou precocemente do jogo.
Kleber de Paula - "Big Brother Brasil 13" (2013) Campeão da primeira edição do "Big Brother Brasil", Kleber de Paula, o Bambam, desistiu da décima terceira edição do programa, que reuniu participantes veteranos e novatos. Antes da primeira eliminação do "BBB 13", após reunir os participantes que estavam confinados com ele e anunciar a saída do programa, Bambam se direcionou ao confessionário. Os participantes tentaram convencê-lo a desistir da ideia, mas ele estava decidido. Bambam era o líder e disse aos outros participantes que não aguentaria a pressão e que outras pessoas mereceriam ganhar. "Eu já fui campeão. Vão ser 90 dias, o meu psicológico não vai aguentar", finalizou.
Tamires Peloso - "Big Brother Brasil 15" (2015) Uma mulher ostenta a saída mais polêmica do jogo. Após ficar com o namorado da amiga de confinamento, que havia sido eliminada, a dentista Tamires Peloso desistiu da décima quinta edição do "Big Brother Brasil" a um mês da grande final. Ela estava entre as favoritas do público ao prêmio de R$1,5 milhão, mas justificou no confessionário que não aguentava mais a saudade de casa e a pressão do confinamento.
A desistência aconteceu na tarde de 8 de março e a grande final aconteceria em 7 de abril de 2015. Devido à proximidade da final do programa, um novo participante não foi escalado para substituir Tamires no jogo. Após a saída de Tamires, uma voz, que supostamente era a de Boninho, teve uma conversa séria com os participantes. "Quem quiser sair é super simples, é fácil, é só botar a malinha lá e vocês entram no confessionário e... PUM!, sumiu da nossa vida, sumiu da nossa história, morreu pra gente. O BBB é super simples e vocês sabem disso. Essa não é uma brincadeira, é um jogo pra valer. Se alguém quiser sair, pode sair. Mas saibam que quem sai é desistente, é perdedor. Quem é eliminado lutou com louvor. Quem pede pra sair é fraco". O site oficial do programa excluiu Tamires da lista de participantes, bem como da ficha técnica, fotos e da abertura do reality show.
No entanto, ela participou do programa "Mais Você" e pôde comparecer à final do programa, diferente de outras edições, quando os desistentes não eram convidados. No programa da final, ela foi reinserida na abertura.
Alan Marinho - "Big Brother Brasil 16" (2016) Doutor em Filosofia, Alan Marinho desistiu da décima sexta edição do "Big Brother Brasil" por conta do grave estado de saúde do pai, que teve um câncer muito agressivo. Antes da desistência, ele foi chamado no confessionário para ser informado sobre o pai, que estava internado em Natal. Ele, então, decidiu deixar o programa. O pai de Alan descobriu um nódulo no pulmão e infartou pouco depois. Alan, no entanto, conseguiu esperar o pai melhorar e ficar um pouco com ele antes de seguir para o Rio de Janeiro, onde é gravado o reality show. O pai de Alan morreu pouco tempo depois de ele ter abandonado o confinamento. "Tenho a certeza de que fiz a coisa certa. O meu sonho era ter ido para o 'BBB', mas minha saída foi providencial. Assim que saí do programa, fiquei um mês e meio com meu pai, praticamente morando no hospital. Tivemos uma despedida justa", disse ele em uma entrevista.
Lucas Penteado - "Big Brother Brasil 21" (2021) O participante Lucas Penteado pediu para deixar a casa da vigésima primeira edição do "Big Brother Brasil". No último domingo, dia 7 de fevereiro, o ator de "Malhação - Viva a Diferença" foi até o confessionário e comunicou à equipe do programa a decisão de abandonar o jogo. Lucas era o favorito ao ganhar o prêmio, após cometer um erro e não ser perdoado pela maioria dos participantes da casa. Alguns telespectadores apontaram o caso como o de tortura psicológica.
Os participantes desta temporada são todas estrelas conhecidíssimas. Foto: Gabriel Cardoso/SBT
O “Bake Off Brasil – Celebridades” chega para provar que lugar de famoso também é na cozinha. A partir do dia 20 de fevereiro, às 22h30, os sábados do SBT ficarão mais doces. Com apresentação de Nadja Haddad e júri da chef confeiteira Beca Milano e do renomado padeiro Olivier Anquier, a atração reúne 16 participantes em uma competição para revelar a “Melhor Celebridade Confeiteira do Brasil”.
Sob direção geral de Marcelo Kestenbaum, o reality, que em outras temporadas contou com a participação de diversas estrelas em seus especiais de fim de ano, agora ganha uma temporada inteira e inédita com duração de nove semanas. Sucesso mundial, "Great Bake Off" é um formato criado pela Love Productions e licenciado pela BBC Studios Distribution.
Os convidados desta edição são Maisa Silva, Gabriel Santana, Fernanda Venturini, Robson Jassa, Marcello Airoldi, Renata Kuerten, Dalton Vigh, Thaís Pacholek, Dony De Nuccio, Renata Dominguez, Rodrigo Cintra, Monalysa Alcântara, Pyong Lee, Padre Alessandro Campos, Julio Cocielo e Maria Gal. A cada semana os artistas irão enfrentar dois desafios: criativo e técnico, sendo o primeiro com uma temática única e receitas exclusivas.
No segundo, todos recebem a mesma receita e deverão segui-la com fidelidade. Ao final de cada episódio, o melhor do dia recebe o cobiçado ‘Avental Azul’ de Mestre Confeiteiro, enquanto outros dois participantes são eliminados. Todos vão ter que sair da “zona de conforto” para entregar os mais incríveis bolos e conquistar os exigentes jurados em 18 desafios de tirar o fôlego. Quem vai conseguir mostrar inspiração, talento e criatividade e levar o título e o troféu de “Melhor Celebridade Confeiteira do Brasil”? Conheça os participantes:
Pyong Lee Paulista, hipnólogo Ilusionista, hipnólogo e youtuber coreano-brasileiro, possui um canal dedicado à hipnose, que conta com mais de sete milhões de inscritos. Em 2018, foi selecionado para a lista under 30, da revista Forbes Brasil. Na televisão, já participou da série “Patrulha Salvadora” (2014), no SBT. Em 2020, integrou o elenco da vigésima edição do “Big Brother Brasil”, na Globo.
Thaís Pacholek Curitibana, atriz Iniciou sua carreira nos palcos paranaenses, aos 9 anos, tendo somado por volta de 15 peças de teatro. Aos 23 anos, entrou para o time do SBT e atuou em 9 novelas. Entre elas, protagonizou “Amigas e Rivais” (2007), participou de “Vende-se um Véu de Noiva” (2009) e também de “Revelação” (2008). Formada em jornalismo, seguiu em paralelo a apresentação de diversos programas. No cinema e no mundo das séries integrou o elenco de outras 5 produções. Casada com o cantor Belutti, Thaís irá provar que também pode se dar muito bem na confeitaria.
Gabriel Santana Carioca, ator Começou sua carreira no SBT, em 2013, fazendo o personagem Mosca, da novela “Chiquititas”. Em 2017 participou da minissérie "Carcereiros” na Rede Globo. Em 2018 Gabriel deu vida ao personagem Paulo na série “Z4”, também no SBT. Voltando à Rede Globo, em 2019, participa de "Malhação, Toda Forma de Amar" no personagem Cléber Braga.
Dony De Nuccio Paulista, jornalista Dony é, também, economista, empreendedor e um dos mais importantes comunicadores do país. Na TV Globo, foi repórter, editor, comentarista de economia e apresentador dos três maiores telejornais do país: “Jornal Hoje”, “Jornal Nacional” e “Fantástico”. Fundou uma produtora audiovisual focada em cursos e treinamentos online, a Primetalk. Atualmente, Dony De Nuccio é sócio e CEO da Primetalk, head de conteúdo da maior corretora independente do Brasil, a Easynvest, e apresentador do canal multiplataforma focado em finanças e investimentos, o InvestNews.
Padre Alessandro Campos Paulista, Padre Alessandro Campos é conhecido como o Padre Sertanejo do Brasil. De roupa branca e chapéu de cowboy, faz shows levando o Evangelho através da música. Estreou na TV em 2013, no comando do programa Aparecida Sertaneja, da TV Aparecida. O sucesso veio em 2014 com o álbum “O que é que eu sou sem Jesus?” (Som Livre). Vendeu mais de 1 milhão de cópias, o que o levou à lista de 50 álbuns mais vendidos do mundo, pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica. O sacerdote ficou na TV Aparecida por 2 anos e, atualmente, apresenta o programa “Viva a Vida”, na Rede Vida de Televisão.
Rodrigo Cintra Paulista, hair stylist Cabeleireiro, passou pelos salões mais renomados do Brasil: Studio W e MG Hair. É fundador do Salão The Art Salon. Um dos profissionais de beleza com maior número de seguidores. Integrante do programa Esquadrão da Moda, no SBT, é também autor dos livros "Como Seu Cabelo Pode Transformar seu Visual" e "Cortes de Cabelo Técnicas e Modelagem”. Além de ser colunista da revista Claudia e portais UOL. Foi eleito, por duas vezes, pela Revista Quem, como melhor cabeleireiro do Brasil, em 2014 e 2015. É embaixador Técnico da Olenka Cosméticos.
Robson Jassa Paulista, hair stylist Robson Jassa atua há 20 anos como especialista em corte, coloração e penteados. Tem formação em grandes escolas como Soho Academy, Toni&Guy, Vidal Sassoon, Jaque Dessange, entre outras. Proprietário de um salão em São Paulo, Jassa também faz parte da equipe de especialistas do Programa do SBT e Discovery Home and Health, “Fábrica de Casamentos”. O hair stylist acredita na importância de transformar, não só a beleza exterior, mas a autoestima feminina.
Maria Gal Baiana, atriz Artista com 15 anos de carreira e colunista da "Vogue Gente", onde assina uma coluna sobre diversidade, audiovisual, feminismo, moda e redes sociais. Atuou em diversos espetáculos teatrais, alguns com apresentações internacionais, como: "Anjo Negro + A Missão" e "Os Sertões", apresentados em Berlim, Alemanha. Em 2017 ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Madrid International Festival pelo filme "A Carga”. Na TV e streaming, estão entre seus trabalhos novelas como "Gabriela” (2012), "Joia Rara" (2013) ambas na TV Globo; “Carrossel” (2012) no SBT; E as séries "Sob Pressão" (2017) na TV Globo e “3%” (2016) na Netflix. No cinema, participou de obras como "Carandiru”, entre outras. Em 2018, de volta ao SBT, interpretou Gleyce na novela “As Aventuras de Poliana”.
Renata Kuerten Catarinense, modelo Começou sua carreira aos 14 anos. Não demorou muito para começar seus trabalhos internacionais. Paris, Milão, Nova Iorque, Hamburgo e Israel foram alguns de seus lugares residentes. Ao longo de sua carreira, Renata estrelou campanhas, editoriais e foi capa das principais revistas da área. Com espontaneidade e desenvoltura nata para as câmeras, a modelo assumiu a apresentação do programa Conexão Models, um programa cheio de jogos com modelos da Mega Model Brasil. Referência de boa forma, Renata têm um lifestyle saudável e ligado a esportes.
Júlio Cocielo Paulista, youtuber Júlio Cocielo, ou simplesmente Cocielo, é um humorista, ator e youtuber, mundialmente famoso por seus vlogs no Youtube e por sua participação no programa “Pânico na Band”. Ficou conhecido após publicar vídeos em seu canal, onde apresenta seu cotidiano em forma de humor. Atualmente conta com 19 milhões de inscritos no YouTube, sendo um dos maiores canais no Brasil.
Fernanda Venturini Paulista, atleta Ícone absoluto do voleibol brasileiro, a ex-jogadora destacou-se na posição de levantadora. Foi 12 vezes campeã brasileira, bicampeã mundial de clubes, campeã espanhola, bicampeã mundial sub 20 pela Seleção Brasileira, disputou 4 Olimpíadas e faturou o bronze nas Olimpíadas de Atlanta. É a única brasileira entre as quatro melhores jogadoras do século XX, de acordo com a Federação Internacional de Vôlei (FIVB).
Dalton Vigh Carioca, ator Um artista que tem na sua filmoteca vários trabalhos. Entre eles, a novela “Os Ossos do Barão” (1997) e “Perola Negra” (1998), ambas no SBT. Antes disso, fez “Tocaia Grande” (1995) e “Xica da Silva” (1996) na extinta TV Manchete. Já na TV Record, participou de “Vidas Cruzadas” (2000). Chegando na Rede Globo, o ator integrou diversas obras, como “Terra Nostra” (1999), “O clone” (2001), “A Casa das Sete Mulheres” (2003), “Duas Caras” (2007), “Fina Estampa” (2011), “Salve Jorge” (2012) entre outras. De volta ao SBT, Dalton interpreta o Sr. Pendleton em “As Aventuras de Poliana” (2018).
Maisa Silva Paulista, apresentadora Presença confirmada na televisão desde pequena, Maísa Silva dispensa apresentações. Apresentadora, atriz, empresária, cantora e influencer, a garota de 18 anos arrasta multidões de pessoas nas redes sociais é uma das personalidades mais respeitadas e de maior credibilidade da mídia.
Renata Dominguez Carioca, atriz A carreira de Renata Dominguez começou bem cedo, aos 12 anos, como apresentadora no Equador. Por lá, a brasileira passou por seis programas em três emissoras diferentes. No Brasil, iniciou, em 2001, sua carreira como atriz, estrelando em “Malhação” (Globo). Renata integrou, também, o elenco de “A Escrava Isaura” (2004) e mais 5 produções da Tv Record. Em 2014 fez sua estreia no cinema e em séries. De volta à Globo, participou de “Malhação” (2016) e “Deus Salve o Rei” (2018).
Monalysa Alcântara Piauiense, modelo Modelo, 21 anos de idade. Monalysa foi Miss Brasil, aos 18 anos, em 2017, como a Miss mais jovem até então, desde a edição de 1995. Representou o Brasil no Miss Universo, onde terminou dentro do TOP 10, marca que não era obtida por uma Brasileira desde 2013. Monalysa investe agora nos frutos de suas conquistas, com projetos como apresentadora e, claro, modelo.
Marcello Airoldi Paulista, ator Marcello Airoldi é ator, diretor, autor e professor de teatro. Atuou em novelas como “Viver a Vida” (2009, ganhando o prêmio de melhor ator coadjuvante pela revista Quem), “A vida da Gente” (2011), “Salve Jorge” (2012), “Geração Brasil” (2014), “Malhação - Seu lugar no mundo” (2015) “Sol Nascente” (2016), “Deus Salve o Rei” (2018) todas na Rede Globo. Interpretou Adoniran Barbosa no especial “Por toda minha vida” (2010, Rede Globo), programa que concorreu ao EMMY. No cinema, recebeu prêmio de melhor ator coadjuvante no Los Angeles Brazilian Film Festival, com o filme “Onde Está a Felicidade?”.
Vivo resmungando pelos cantos de tanta saudade que sinto por não mais viajar. Claro... o vírus da Covid-19 está soltinho por aí e as vacinas até chegarem em mim... Daí, ver essa foto minha e do Auden Pink, em Curitiba, lá no Jardim Botânico, dá uma paz tão boa. Sempre vamos por conta e é tão bom sair com destino, mas sem rumo. Temos a nossa lista de passeios, mas fazemos conforme dá na telha. rsrsrs
Bem, não dá para sair de casa sem motivo, mas há opções de entretenimento no nosso lar doce lar, sim! Assisti na plataforma "Cinema Virtual" o filme grego "O Mistério de Frankenstein". O longa que está disponível em HD e legendado é pura arte que mistura os gêneros suspense, fantasia e ficção científica. Totalmente avesso aos blockbusters, o filme visual, uma bela referência às produções antigas.
Em 1h 32m, no filme em preto e branco e também sépia, uma trupe de teatro chega à cidade para a estreia do espetáculo Frankenstein. Contudo, uma jovem repórter acredita que o romance não seja uma ficção, mas a verdadeira história de um grupo de alquimistas, fundado pelo jovem médico Victor Frankenstein. Determinada, ela investiga o caso e se envolve no universo de monstros. Contudo, uma revelação expõe o segredo de um amor eterno que desafia até a morte.
No elenco do filme dirigido por Costas Zapas estão Andonis Goritsas, Danai Papoutsi, Demetre Georgalas, Dimitra Hatoupi, Elli Tsitsipa, Louis Mandylor, Nikol Drizi, Vassilis Bisbikis.