Querido diário,
Donatella Fisherburg
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Querido diário,
Estrelado por Kristin Scott Thomas e Sharon Horgan, "Unidas Pela Esperança", de Peter Cattaneo ("Ou Tudo ou Nada"), conta a história de um grupo de mulheres de diferentes origens, cujos parceiros estão servindo no Afeganistão. Diante das ausências de seus maridos, namorados e familiares, elas se reúnem para formar o primeiro coral de esposas militares, ajudando umas às outras neste que é um dos momentos mais difíceis de suas vidas. O projeto dá tão certo, que as levam rapidamente ao estrelato internacional. Mas as diferenças em suas personalidades podem colocar tudo a perder.
Há dez anos, um grupo de mulheres prometeu dar apoio umas às outras através da música - e assim foi formado o primeiro Coral de Esposas de Militares, na base do exército de Catterick, no norte de York - Reino Unido. Inspirado pela popularidade do Coral, o longa-metragem de Peter Cattaneo "Unidas Pela Esperança" ("Military Wives") é baseado na história real desse pequeno grupo de mulheres que se uniram e provocaram um movimento mundial - que agora atende a mais de 2300 pessoas em todo o Reino Unido e em suas bases militares no exterior.
O produtor Rory Aitken foi apresentado a este fenômeno através do radialista Gareth Malone, com a popular série de televisão da BBC "The Choir: Military Wives”, que documentou a criação do segundo coro de esposas de militares, em 2011. “Isso me emocionou de uma forma totalmente inesperada”, diz Aitken. “Causou em mim o que os melhores filmes causam. Foi um soco no estômago, o que eles fizeram naquele documentário foi descobrir uma pequena parte da sociedade sobre a qual nunca poderia imaginar, e que realmente passa por um período difícil de suas vidas. E elas aproveitam o poder da música para se erguer. É realmente extraordinário”.
O produtor Ben Pugh recebeu o documentário de Aitken e imediatamente sentiu que o material era perfeito para o cinema. “A combinação da vida real e da luta dessas esposas e namoradas, que ganham voz através do coro, é completamente universal, um pedaço do país que ressoa tanto de forma local como em outros países”, diz.
Peter Cattaneo, indicado ao Oscar® de Melhor Diretor em 1998, por "Ou Tudo ou Nada" ("The Full Monty"), admite que chegou ao projeto sem saber quase nada sobre as vidas das famílias dos militares em serviço. “Fiquei empolgado com um conceito que me permitia explorar um modo de vida que raramente foi visto na tela grande, além de fazer um filme com música e canto em sua essência", lembra. Era essencial para os cineastas que o filme retratasse com precisão o cotidiano dessas mulheres, cujos parceiros estão no exterior arriscando suas vidas a serviço de seu país. "Nossa roteirista Rachel Tunnard se encontrou e conviveu com um grupo de esposas para obter detalhes e histórias sobre o mundo delas”, diz Cattaneo. “Ela teve algumas trocas bastante intensas e comoventes com elas e isso trouxe muita realidade ao roteiro".
Quando Cattaneo começou a conhecer as verdadeiras esposas de militares, ele descobriu dois temas ricos no coração da narrativa: um grupo improvável de pessoas que se uniu através da música e a idéia que se espera de que essas mulheres “mantenham a calma e continuem” encontra ali suas vozes. “Nós conhecemos algumas esposas de militares muito corajosas e sinceras, que compartilharam histórias pessoais muito humildes, às vezes angustiantes e muitas vezes hilárias”, diz ele. "Fiquei impressionado com o seu humor honesto e ‘pé no chão’ e fiquei determinado a rechear o filme com esse tipo de comédia”.
Quando várias das mulheres reais pediram para fazer parte do filme como figurantes, a satisfação delas com o roteiro final ficou evidente. “Temos uma cena em que todos os soldados estão indo para a guerra, na qual nós usamos o maior número possível delas. Então, quando você assistir à essa cena, lembre-se de que são famílias reais de soldados dizendo adeus”. Embora os personagens e grande parte da história sejam ficcionalizados, foram feitos todos os esforços para honrar os enormes sacrifícios que as famílias reais de militares fazem todos os dias, diz o produtor Piers Tempest. "Eu acho que os melhores filmes têm uma verdade profunda neles e é isso que sentimos sobre essa história. Ninguém fala assim sobre elas, mas as esposas dos militares em serviço são as heroínas desconhecidas das Forças Armadas”.
Sinopse do filme
A vida na Base Militar de Flitcroft muda drasticamente quando um grupo de soldados em serviço ativo é enviado para o Afeganistão, devastado pela guerra. Enfrentando seis meses de separação e incerteza, as mulheres que ficam em casa buscam procurar consolo e sororidade entre si.
Kate (Kristin Scott Thomas), esposa do comandante, propõe um calendário de atividades para distrair as mulheres, chamando a atenção de Lisa (Sharon Horgan), a nova diretora do Comitê Social da base, que é a favor de manhãs informais com café e noites regadas a vinho. Quando uma jovem recém-chegada sugere que elas iniciem um coral, Kate e Lisa imediatamente tomam as rédeas da ideia, desde a escolha do material (clássico ou pop) até suas idéias sobre os ensaios. Ainda assim, as mulheres de Flitcroft - incluindo uma jovem recém-casada, uma cabeleireira cuja voz desafia os padrões e uma mãe que traz uma voz inesperadamente doce - aprendem a apoiar uma à outra, à medida que gradualmente desenvolvem uma paixão por cantarem juntas.
Um convite surpresa para se apresentarem no famoso Royal Albert Hall de Londres é a chance de estender a vida do coral, mas à medida que a data se aproxima, uma tragédia inesperada e a inevitável colisão dos estilos de Kate e Lisa ameaçam inviabilizar todo o projeto. Uma celebração à vida do diretor Peter Cattaneo ("Ou Tudo ou Nada"), "Unidas Pela Esperança" é inspirado na verdadeira história do primeiro Coro de Esposas de Militares.
O filme é estrelado por Kristin Scott Thomas ("O Paciente Inglês", "Quatro Casamentos e Um Funeral"), Sharon Horgan ("Catástrofe", "A Noite do Jogo"). No elenco estão Jason Flemyng ("Jamestown"; "Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes"; "O Curioso Caso de Benjamin Button") e Greg Wise ("Razão e Sensibilidade", "The Crown"). A direção é de Peter Cattaneo, com roteiro de Rachel Tunnard ("Adult Life Skills", "Emotional Fusebox") e Rosanne Flynn ("The Labyrinth").
Ficha técnica
Direção: Peter Cattaneo
Elenco: Kristin Scott Thomas, Sharon Horgan, Lara Rossi
Gênero: comédia
País: Reino Unido
Ano: 2020
Duração: 112 minutos
Classificação: 12 anos
Depois de encerrar o ano de 2020 acumulando novos recordes, premiações, milhões de streams e visualizações, a cantora Marília Mendonça lançou o single “Foi Por Conveniência”. Gravada durante a última live que a cantora fez, a canção abre a série de lançamentos da cantora para 2021. A faixa já está disponível em todas as plataformas de áudio e o vídeo, no canal oficial da cantora no YouTube.
“Foi Por Conveniência” é uma das músicas inéditas que Marília apresentou ao público durante a última live, em outubro passado, onde relembrou o início de sua carreira. Época em que escreveu diversas composições e que agora, começa a lançar nesse novo projeto só de inéditas.
O ano de 2021 com certeza será de muito trabalho para Marília. A cantora, assim como todo o mercado do entretenimento, pretende retomar os seus projetos assim que o cenário da pandemia apresentar sinais de melhora. O projeto “Todos os Cantos”, onde a cantora passa pelas principais capitais do país fazendo um show aberto ao público, é uma das prioridades.
Outro plano que Marília já anunciou com entusiasmo é a volta do projeto Patroas, em parceria com a dupla Maiara e Maraisa. As cantoras lançaram um álbum, gravado durante a live Patroas, e foi o maior sucesso. “Quero Você Do Jeito Que Quiser”, uma das faixas do álbum, está entre as 30 músicas mais tocadas no Spotify Brasil há seis meses.
Confira o vídeo da faixa “Foi por Conveniência”:
Com direção geral de Rodrigo Dourado e apresentação de Tiago Leifert, o "Big Brother Brasil 21" tem estreia prevista para 25 de janeiro. O Resenhando listou todos os famosos que estarão no reality show.
Afeiçoada ao trabalho, diz gerenciar ela mesma a própria carreira: cuida da imagem, do audiovisual e dos negócios. Nas horas vagas, gosta de assistir a séries com o filho, Jorge, jogar videogame e brincar de karaokê. Por se considerar uma pessoa bastante organizada, afirma que vai precisar aprender a lidar com a bagunça na casa do BBB – além da fofoca, algo que também a irrita. Chegou a dizer que nunca entraria no programa e hoje vê no reality uma oportunidade de aprender e de absorver novas experiências. Solteira e com os looks preparados para usar na casa, ela ainda avalia que relacionamentos podem acabar tirando seu foco do prêmio, por isso pretende não se apaixonar durante o confinamento: “Não coloquem ninguém interessante lá dentro. Só falta eu morder a língua...", brinca.
Carla Diaz
Atriz, Carla Diaz nasceu na cidade de São Paulo e tem 30 anos. Desde os 2 anos no meio televisivo, atuou em diversos filmes e novelas. Entre elas "O Clone", quando tinha apenas 11 anos, interpretando sua personagem mais marcante, Khadija, a qual homenageou com uma tatuagem na costela. Filha única de pai uruguaio e bastante apegada à família, foi alfabetizada na Argentina enquanto gravava "Chiquititas", do SBT. Está no ar com as reprises de "A Força do Querer" e "Laços de Família", na TV Globo, e em "O Clone", no Globoplay. “Fico muito feliz por estar em três novelas ao mesmo tempo. O que eu posso pedir mais? Entrar no 'BBB', né?”, comemora.
Carla conta que adora viajar, é alto-astral e gosta muito de dançar. Além de ser competitiva, afirma que não suporta injustiças e é protetora com os amigos. Tem lembranças do "BBB" desde criança, quando gravava nos Estúdios Globo, perto da casa em que vai morar temporariamente durante o programa. “Eu falava para a minha mãe: ‘Pede para o tio deixar eu entrar, pede. O tio era o Boninho (risos)”, recorda. Destaca que, apesar de ter emprestado muitas de suas características às personagens, há outras que o público ainda não conhece. E é o que quer mostrar no programa.
Camilla de Lucas
A influenciadora digital Camilla de Lucas tem 26 anos e nasceu em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Criadora de conteúdo há aproximadamente quatro anos, começou no YouTube com vídeos de beleza, dando dicas de cabelo e maquiagem. Chegou a cursar Contabilidade e trabalhou num escritório; garante que era boa de cálculo. Atualmente, além de mostrar a rotina nas redes sociais, seu conteúdo usa o humor como ferramenta para falar de situações corriqueiras, por isso, se intitula “blogueirinha real”. Durante a quarentena, seus vídeos ganharam uma visibilidade expressiva e, hoje, Camilla acumula um total de 7,5 milhões de fãs em suas contas. Em 2020, entrou para a lista da Revista Forbes como uma das jovens mais promissoras do Brasil na categoria “Web”.
Camilla, que hoje praticamente mora com o namorado, diz estar bem segura de si. Afirma que aceitou encarar o BBB pela possibilidade de mudança de vida, tanto sua, quanto da família e dos amigos: “É mesmo para que a minha conta bancária cresça. Tem gente que fala que quer entrar para se conhecer, mas eu já me conheço. Eu me vejo todo dia desde 1994. O que eu quero é ficar milionária”, esclarece. Nega ser “barraqueira” e afirma que o senso de justiça sempre fala mais alto. Disposta a se expor e mostrar sua personalidade, garante, ainda, que vai aparecer bastante no jogo: “Sou assim. Gosto de estar em tudo”.
Nas horas de lazer, Pocah gosta de jogar videogame e adora o agito das festas. Mãe de Vitória, de quatro anos, considera-se uma mulher batalhadora, que faz acontecer. Quando surgiu a oportunidade de participar do ‘Big Brother Brasil’, diz não ter pensado duas vezes. Afirma estar muito a fim de viver o programa e adianta que, quando entrar, vai ter que sentir a casa e as pessoas primeiro, antes de partir para o jogo. Considera que as amizades são parte essencial do reality: “Já quero ter meus BFFs lá dentro”, comenta. Determinada a chegar à final da temporada, avisa: “O que tiver que ser feito eu vou fazer para chegar à decisão. Estou entrando para ser finalista”.
Querido diário,
Os ensinamentos do filósofo grego Epicuro atraíram legiões de adeptos em todo o mundo antigo e influenciaram profundamente o pensamento europeu moderno. Embora tenha enfrentado oposição hostil por séculos após sua morte, Epicuro tem Thomas Hobbes, Thomas Jefferson, Karl Marx e Isaac Newton entre seus muitos admiradores.
Entre os pensadores antigos, ele seria o verdadeiro pai de ideias e tendências filosófico-científicas, como a base materialista do marxismo, o princípio de incerteza da física quântica, a ideia de seleção natural, o problema da vontade livre, a doutrina da vida em comunidade afastada da política e, por fim e não menos importante, o repúdio à crença em castigos após a morte. Talvez ele seja o autor mais antigo no gênero do “manual de autoajuda”.
Em "Cartas e Máximas", que inclui todos os escritos existentes de Epicuro, o leitor encontrará as três cartas dedicadas aos discípulos do filósofo, bem como o conjunto de sentenças e aforismos que sobreviveu até nossa época. Sistema filosófico de importantes desdobramentos tanto no período helenístico como no romano, o epicurismo continua atual.
Epicuro foi um filósofo grego que viveu entre 342 e 270 a.C. e o fundador do epicurismo. Restam apenas alguns fragmentos de suas obras, e muito do que se sabe sobre sua filosofia deriva de seguidores e comentaristas posteriores. Você pode comprar "Cartas e Máximas", de Epicuro, neste link.
A clássica história do boneco de madeira que se transformou em um garoto de verdade chega aos cinemas nacionais pela primeira vez em formato live-action. Dirigido por Matteo Garrone ("Gomorra", "Dogman"), cineasta vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, Pinóquio tem sua estreia nacional apontada para 21 de janeiro de 2021 e a Imagem Filmes é a distribuidora responsável pelo lançamento.
O filme conta a história de Gepeto (Roberto Benigni), um solitário marceneiro que sonhava em ser pai e deseja que Pinóquio (Federico Ielapi), o boneco que acabou de construir, ganhe vida. Seu pedido é atendido, mas a desobediência de Pinóquio faz com que ele se perca de casa e embarque em uma jornada repleta de mistérios e seres fantásticos, que o levará a conhecer de perto os perigos do mundo. Conhecido em todos os países, o boneco de madeira fez sua primeira aparição em 1883, no romance "As Aventuras de Pinóquio", escrito por Carlo Collodi, e, desde então, ganhou adaptações em diversos formatos.
O diretor Garrone promete fazer de seu Pinóquio uma adaptação mais fiel ao personagem original de Collodi, afastando-se da versão que se tornou popular com a clássica animação de 1940. Em uma trama mais sombria, que promete ser a melhor adaptação já vista até hoje do personagem, o diretor afirma que o projeto representou dois sonhos que se tornaram realidade: dirigir uma adaptação de Pinóquio e trabalhar com Benigni, que dá vida a Gepeto no longa. Reconhecido por sua atuação em "A Vida É Bela", filme no qual conquistou o Oscar de Melhor Ator, Pinóquio marca o retorno de Roberto Benigni aos cinemas após um hiato de oito anos.
Sinopse do filme
Conheça a verdade sombria por trás do clássico que marcou gerações. Gepeto (Roberto Benigni) é um solitário marceneiro que sonha em ser pai e deseja que Pinóquio (Federico Ielapi), o boneco que acabou de construir, ganhe vida. Seu pedido é atendido, mas a desobediência de Pinóquio faz com que ele se perca de casa e embarque em uma jornada repleta de mistérios e seres fantásticos, que o levará a conhecer de perto os perigos do mundo.
Trailer de "Pinóquio"
Por esta mesma razão, mesmo estando confinados em casa por pelo menos mais 15 dias, Portugal pode ver limitado ou até mesmo negado o acesso a plataformas de entretenimento como a Netflix, HBO ou YouTube. Até mesmo serviços de jogos online podem ser afetados.
Você já entrou em um submarino? O palco do teatro será o oceano; as cortinas, as paredes do submarino. Poltronas e corredores viram cabines enquanto varas de luz fazem as vezes do equipamento de mergulho. Nesta aventura, atores serão os tripulantes e o público; os passageiros.
A ideia de transformar o teatro num autêntico submarino está na concepção de encenação do novo espetáculo da Cia Solas de Vento, "20.000 Léguas Submarinas" estreia no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil-SP e fecha a trilogia sobre a obra de Júlio Verne. A intenção é mexer com a fantasia do público. A temporada vai até 14 de fevereiro, com sessões aos sábados e domingos às 15 horas. Com os atores Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues, direção de Alvaro Assad.
Um misterioso veículo subaquático. Uma tripulação cheia de segredos. Um monstro assombrando os oceanos. Três tripulantes que acabaram de chegar. E você, já entrou em um submarino? O palco será o oceano; as cortinas, as paredes do submarino. Poltronas e corredores viram cabines enquanto varas de luz fazem as vezes do equipamento de mergulho. Nesta aventura, atores serão os tripulantes e o público; os passageiros.
A ideia de transformar o teatro num autêntico submarino está na concepção de encenação do novo espetáculo da Cia Solas de Vento, formada pelos atores Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues, e assinada pelo diretor convidado Alvaro Assad. "20.000 Léguas Submarinas" fecha a trilogia sobre a obra de Júlio Verne. A intenção é mexer com a fantasia do público. A temporada vai até 14 de fevereiro, com sessões aos sábados e domingos às 15 horas.
Inspirados pelas viagens extraordinárias do escritor francês Júlio Verne (1828-1905), um dos pioneiros do gênero ficção científica, a Cia Solas de Vento deu a largada na apresentação do projeto Viagens Extraordinárias alternando duas criações do repertório do grupo - "A Volta ao Mundo em 80 Dias" (2011) e "Viagem ao Centro da Terra" (2015) -, entre 28 de novembro e 20 de dezembro de 2020. Em seguida, os três espetáculos entram em cartaz simultaneamente de 20 de fevereiro a 11 de abril de 2021, aos sábado, às 11h e às 15h, e domingos às 15h, em um total de 25 sessões. Veja as datas no serviço, ao final do texto.
Júlio Verne, conhecido como o homem que previa o futuro, foi um dos maiores escritores franceses de todos os tempos e um dos mais influentes da literatura mundial. Além de escritor de romances de aventuras, é considerado um dos pais da ficção científica. Seus escritos anteciparam equipamentos que só surgiram muitos anos depois, como televisão, submarino, nave espacial, fax etc. "A Volta ao Mundo em 80 Dias" foi escrita em 1872 e narra uma exótica aposta de um estranho personagem e seu criado ao redor do mundo, contra o tempo.
A montagem
A partir da análise do romance "20.000 Léguas Submarinas", escrito em 1869, o diretor e os atores desenvolveram um repertório de ações, jogos e esboços de cenas, usando os recursos oferecidos pelo vocabulário físico da pantomima e pelo vídeo com elementos que darão forma aos cenários da aventura. O diretor Alvaro Assad enxerga o teatro como um lugar de transformação. “Atravessar os corredores e entrar na plateia diante de um palco é fazer acordo com o imaginário. No teatro para todas as idades, esse lugar é desafiador e rico de simbologias e troca. Júlio Verne nos brinda com as mais significativas viagens no imaginário. Em '20.000 Léguas Submarinas' vamos às profundezas do oceano em um meio de transporte fantástico. Nada melhor do que transformar o espaço do teatro nesse universo. Transportar os espectadores para os elementos subaquáticos”, explica.
Para o encenador, a livre adaptação para o teatro de uma das obras literárias mais famosas de Júlio Verne foi desafiadora, como toda criação de obra cênica. “Principalmente quando trabalhamos com um dos livros mais potentes de Júlio Verne e criamos uma enorme história sem palavras. Desenvolver roteiro em forma de pantomima, junto com elenco e o roteirista/dramaturgo Bobby Baq, faz com que a equipe esteja uníssona nessa concepção. Roteiristas, elenco (André Schulle, Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues), direção e aporte de luxo da música e direção de arte”, conclui.
Cenografia, projeções e técnica de circo
Com a proposta de criar os efeitos aquáticos descritos no romance, a cenografia será elaborada para receber e jogar com as projeções de vídeo. O principal elemento cenográfico é o corpo de cada ator, com seus comportamentos físicos descrevendo a espacialidade ao seu redor. A direção de arte contará com adereços que estarão a serviço da história. As ações executadas pelos atores ao vivo, muitas delas com as técnicas circenses, também serão exibidas, oferecendo ao espectador um efeito de zoom ou um ângulo de visão diferente, recurso que dará uma dimensão fantástica às peripécias, criando ilusões e imagens inusitadas.
Figurino, visagismo, iluminação, trilha sonora
Alvaro Assad acredita que conceber uma encenação é criar a harmonia do diálogo entre todas as áreas da criação. “A direção de arte de Renato Bolelli e Vivianne Kiritani dialoga com figurinos e adereços nesse espaço de tempo fictício, sem perder o humor, necessário para o jogo de cena do elenco”. O diretor conta que o visagismo de Cleber de Oliveira traz um visual fantástico de histórias em quadrinho, tornando, através da maquiagem, próteses e pêlos, o elenco irreconhecível e surpreendentes.
A música original de André Vac, de acordo com Assad, pontua o espetáculo como um cinema mudo, com sua marca em perfeita sintonia com a movimentação em cena e o jogo de projetar que é identidade do Solas de Vento. Compostos a partir da necessidade de desempenho físico dos atores, os figurinos darão a cada personagem características arquetípicas de maneira a enfatizar seus traços psicológicos. A iluminação de Marcel Gilber preencherá os episódios da viagem para além das cores e efeitos e será criada por lanternas e refletores manipulados pelos próprios atores. A música mesclará temas incidentais e a edição da trilha sonora será realizada a partir das partituras de ações dos atores.
Sobre a história
No livro, Verne criou o submarino Náutilus completamente autónomo do meio terrestre, movido somente pela eletricidade. O engenheiro e dono de tal feito é o Capitão Nemo, que, com sua tripulação, cortou qualquer relação com as nações e com a humanidade. Vivem somente do que o mar lhes dá - a comida e a matéria-prima que necessitam para a produção de eletricidade, tudo vem do mar.
Mas a humanidade não conhece a existência da obra-prima de engenharia que o capitão Nemo criou em segredo, e, quando este, com ou sem intenção, começou a provocar desastres em navios e embarcações, o mundo começou a temê-lo, julgando-o um monstro marinho. “Para ressaltar as ideias do autor, tomamos a liberdade de não seguir ao pé da letra a sua narrativa, mas de concentrar na essência da história, ou seja, nas transformações que ocorrem nos personagens, traduzidas e atualizadas para o público de hoje”, informam os atores.
“Um aspecto importante do romance é o constante jogo entre espaços fechados e abertos. Os protagonistas se deparam, ora protegidos por estreitas salas e corredores do submarino Nautilus, ora se aventurando na imensidão do mundo oceânico, frente a uma fauna desconhecida e ameaçadora. O conjunto dos recursos que serão desenvolvidos durante o processo de criação visam recriar cenicamente esses efeitos”, explica Ricardo.
Trajetória da Cia Solas de Vento
Em 2011 o grupo estreou seu primeiro infantil, "A Volta ao Mundo em 80 Dias", com direção de Carla Candiotto. Sucesso de público e crítica, a peça ganhou os prêmios APCA de Melhor Diretora e Ator e FEMSA de Melhor Ator. Em setembro de 2015 veio "Viagem ao Centro da Terra", dirigida pelo premiado Eric Nowinski (Cia Meninas do Conto e Fabulosa Companhia), com indicações pelo ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem nas categorias de Melhor Espetáculo, Melhor Ator e Melhor Trilha Sonora Original.
“A Cia Solas de Vento pesquisa a apropriação de formas de expressão como a dança e as técnicas circenses, para aliar a contextos teatrais. Dessa simbiose de possibilidades corporais, nasce uma linguagem de Teatro Físico onde o corpo do intérprete é o motor principal da dramaturgia. Cada recurso, integrado cuidadosamente à obra, serve como uma lupa para ampliar os sentimentos vividos pelos personagens e alcançar assim uma nova dimensão às peripécias da história”, comentam Ricardo e Bruno sobre o trabalho da Cia. Solas de Vento.
Ficha técnica
Adaptação livre do romance de Julio Verne. Idealização: Cia Solas de Vento. Direção: Alvaro Assad. Elenco: André Schulle, Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues, com participações de Bobby Baq e Marcel Gilber. Dramaturgia: Bobby Baq e Alvaro Assad em colaboração com elenco. Música original: André Vac. Direção de arte e figurinos: Renato Bolelli e Vivianne Kiritani. Visagismo: Cleber de Oliveira. Cenografia: Cia. Solas de Vento e Alvaro Assad. Cenotecnia: Cesar Augusto e Jeremias da Silva. Adereços: Chico Matheus e elenco. Costureira: Judite Lima. Desenho de luz: Marcel Gilber. Design de Vídeo: Rodrigo Gontijo. Operações técnicas: Luana Alves. Arte gráfica: Sato do Brasil. Fotos: Mariana Chama. Vídeos: Cassandra Mello. Produção: Natalia Salles. Assistente de produção: Anna Belinello. Gestão: Doble Cultura e Social. Realização: CCBB SP e Cia Solas de Vento.
"Viagens Extraordinárias – 20.000 Léguas Submarinas" – De 16 de janeiro a 14 de fevereiro de 2021 - sábado e domingo, 15h - dez sessões. "Viagens Extraordinárias - a Trilogia: 20.000 Léguas Submarinas, Viagem ao Centro da Terra e A Volta ao Mundo em 80 Dias" – De 20 de fevereiro a 11 de abril de 2021 - sábado, 11h e 15h, e domingo 15h - 25 Sessões (sessão extra a definir).
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo, São Paulo.
Aberto todos os dias, das 9h às 21h, exceto às terças.
Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô.
Outras informações: (11) 4298-1270.
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja
Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228.
Traslado gratuito até o CCBB (aproximadamente 10 minutoss), das 14h às 23h.
No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô. A van funciona a partir das 14h até o último evento. Valor: R$ 14 pelo período de até 6 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.
Retrospectiva traz audiolivro narrado por Fabio Porchat. Tocalivros Social e Metrô de São Paulo relançam gratuitamente o clássico "O Pequeno Príncipe", obra mais importante de Antoine de Saint-Exupéry.
O Metrô de São Paulo lançou no último mês uma retrospectiva de todos os projetos realizados pela Linha da Cultura em 2020. Entre as ações, está o audiolivro "O Pequeno Príncipe", obra atemporalde Antoine de Saint-Exupéry, narrado pelo apresentador e humorista Fabio Porchat. Essa obra atemporal pode ser ouvida gratuitamente, por meio de uma parceria entre o Metrô e a Tocalivros Social, basta acessar neste link.
"O Pequeno Príncipe" é o terceiro livro mais vendido no mundo, com mais de 130 milhões de exemplares comercializados e traduzido para 220 idiomas e dialetos. É um dos personagens mais queridos de todos os tempos que emociona crianças e adultos com seus ensinamentos inesquecíveis. Além de Fabio, também participam da narração da obra os atores Thati Lopes e Kaik Pereira. O aplicativo da Tocalivros está disponível para iOS e Android na Apple Store e no Google Play ou pelo site www.tocalivros.com.
Ficha técnica
"O Pequeno Príncipe"
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Narração: Fabio Porchat, Thati Lopes, Kaik Pereira
Duração: 01h25m33s
Produção: Tocalivros Studios
Idioma: Português Brasil
Disponível: grátis neste link.
Sobre o autor:
Antoine de Saint-Exupéry foi um escritor, ilustrador e piloto francês, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe. Entre suas obras destaca-se O Pequeno Príncipe ou O Principezinho de 1943, livro de grande sucesso de Saint-Exupéry.
Sobre os narradores:
Fabio Porchat: ator, diretor, dublador, produtor, roteirista, humorista e apresentador de televisão brasileiro. Estreou no palco em 2005, quando montou a peça Infraestruturas. Entre seus trabalhos, em 2012, criou, em conjunto com outras pessoas, uma produtora de vídeos para Internet – a Porta dos Fundos, na qual escreve e atua em esquetes de humor exibidas em canal do YouTube.
Thati Lopes: atriz e humorista brasileira. Começou a sua carreira de atriz aos 10 anos fazendo um curso de interpretação. Aos 13 ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Teatro ARK X de Niterói. Entre seus vários trabalhos, interpretou a golpista Jussara na novela “Boogie Oogie” da Rede Globo.
Kaik Pereira: estreou em 2014 no remake de "Chiquititas" com o mesmo nome, interpretando o personagem Neco. Em 2016 participou do quadro Dance se Puder, sendo o ganhador da edição. Logo depois fez uma participação na telenovela da Record, "Escrava Mãe". Em 2017 estreou na Rede Globo, interpretando Jorge na série "Treze Dias Longe do Sol". Em 2018 estreou como protagonista da nova série do Gloob, "Escola de Gênios".
Querido diário,
Texto de Oswaldo Mendes com direção de Carlos Palma debruça sobre as questões do feminino na ciência, dando foco para quatro mulheres que se tornaram importantes cientistas que revivem em cena suas difíceis entradas e convivências no ambiente predominantemente masculino. Foto: Zuza Blanc
Espetáculo que fez temporada em 2015 com grande acolhida do público estreou de forma online por conta da pandemia. Serão 6 transmissões no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso e, logo na sequência, mais 6 apresentações no Teatro Cacilda Becker. O elenco é composto por Adriana Dham, Leticia Olivares, Monika Plöger, Selma Luchesi, Vera Kowalska e Rogério Romera. O texto é de Oswaldo Mendes e a direção de Carlos Palma.
Na encenação - gravada presencialmente com inserções das atrizes neste momento de isolamento - os dramáticos momentos vividos por Marie Curie (dois prêmios Nobel), que apesar da mais alta premiação passou fome na França; os conflitos de Hipácia com o governador e o bispo de Alexandria sendo morta a pedradas; Bertha Lutz, que, superando dificuldades fez de sua vida uma luta incansável pelos direitos da mulher e Rosalind Franklin, com decisiva pesquisa do DNA, ludibriada pelos laureados Crick e Watson, encerra com a pergunta sempre difícil de responder: afinal o que é a vida?
A produção também homenageia neste trabalho - contemplado pela 10ª Edição do Prêmio Zé Renato para a Cidade de São Paulo - com breve biografia gravada e animada com ilustrações, das mulheres artistas que emprestam seus nomes aos teatros públicos municipais, local de onde serão feitas as transmissões (Canal do Youtube do NucleoACP e Facebook do CCJuventude e Teatro Cacilda Becker).
Sinopse
Uma misteriosa voz masculina insistentemente provoca Marie Curie, Bertha Lutz, Rosalind Franklin e Hipácia de Alexandria a falarem de suas vidas. Numa delicada e instigante instalação de cordas, pedras e luzes, o desnudamento de extremados conflitos vividos por elas vem à tona, num suspense somente rompido pela insubordinação e pela desobediência.
Ficha técnica
Autor: Oswaldo Mendes
Direção e cenografia: Carlos Palma
Assistente de direção: André Falcão
Designer de luz: Rubens Velloso
Trilha sonora: Carlos Palma e Attilio Mastrogiovanni
Figurino: Carolina Semiatzh e Beatriz Rivato
Preparação corporal: Inês Aranha
Elenco: Adriana Dham, Leticia Olivares, Monika Plöger, Selma Luchesi, Vera Kowalska e Rogério Romera
Produção: Núcleo Arte Ciência no Palco Da Cooperativa Paulista de Teatro
Programação visual: Adriana Carui
Edição do vídeo: Cênica Filmes – Zeca Rodrigues
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Streaming: Danilo Bittencourt
Crédito fotográfico: Zuza Blanc
Serviço
Transmissões no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso
Terça-feira, dia 19. às 19h
Transmissões no Teatro Cacilda Becker
Sexta-feira, dia 22 janeiro, às 21h
Sábado, dia 23 janeiro, às 21h
Domingo, dia 24 janeiro, às 19h
Sexta-feira, dia 29 janeiro, às 21h
Sábado, dia 30 janeiro, às 21h
Domingo, dia 31 janeiro, às 19h
Grátis
60 minutos
Após a sessão haverá um debate com os interessados sobre o espetáculo.