quinta-feira, 18 de março de 2021

.: "Amanhã Eu Vou", com Tuna Dwek e Lilian Blanc, estreia nesta sexta-feira


Estreia nesta sexta-feira, dia 19 de março, às 17h, o espetáculo "Amanhã Eu Vou". A peça de Clóvys Torres foi escrita para as atrizes Tuna Dwek e Lilian Blanc, com direção de Cristina Cavalcanti, em curta temporada de seis apresentações, até dia 21, em duas sessões diárias: às 17h e às 20h. Foto: Priscila Prade

"Quando vamos trabalhar juntas?". A pergunta de Tuna Dwek para Lilian Blanc foi o mote da criação de “Amanhã Eu Vou”, que estreia na nesta sexta-feira, dia 19, e faz curta temporada de um fim de semana, seis apresentações gratuitas, duas por dia pela Plataforma Teatro. As atrizes, embora tivessem forte identificação artística e humana, nunca haviam contracenado, integraram no cinema o elenco do filme de Hector Babenco, “Meu Amigo Hindu” e outros filmes, mas no teatro o desejo de ambas persistia. 

Foi no mês de agosto, em plena pandemia que Tuna decidiu entrar em ação e num telefonema para o ator e dramaturgo Clóvys Torres disse: "Eu e Lilian queremos que você escreva uma peça pra gente, pra nós duas". Clóvys pulou da cadeira e repetiu: "Um texto pra vocês duas? Vou escrever o que pra essas duas? Deixa eu pensar aqui", respondeu. "Um belo dia Clovys manda o primeiro ato, de uma forma tímida... E desde a primeira leitura nos debruçamos em lágrimas", diz Tuna.

“O campo da criação dramatúrgica parece ser intocável, entretanto eu acho que é uma ideia romântica, escrever é uma atividade como outra qualquer e escrever para duas atrizes que conheço há muitos anos, que admiro e gosto foi irrecusável”, revela Clovys.

“Eu comecei a engravidar desta ideia e fui potencializando o que estava sentindo. Este texto foi nascendo desta dor e fiquei possuído por essa ideia.... Eu gosto muito do teatro do absurdo e o que estamos vivendo é absurdo em todos os sentidos, não só simbolicamente como na prática, não saber se você vai conseguir respirar, as notícias das mortes claustrofóbicas, as queimadas...", explica.

"Mas o fato é que estamos em um momento sem perspectiva, porém, quero sempre acreditar que há uma saída, fui escrevendo uma coisa devastadora, mas que tinha uma esperança, a esperança de vida que existia na presença da outra, as duas se acolhem nessa devastação toda", completa Torres.

"Para Lilian Blanc o lobo do medo foi enxotado e assim nós reunidos, cada um em sua casa, criarmos um espetáculo que fala de desolação, mas que é, principalmente, um grito de fé e de esperança", finaliza o autor.

Sinopse
Duas mulheres sobreviventes conversam sobre a vida e o que lhes resta em um planeta calcinante, devastado por uma peste. Uma depende da outra, uma quer ir embora, a outra prefere ficar. Conversam o tempo todo sobre fé, Deus, amor, direitos, sonhos. Um jogo de memória que lhes garante a sobrevivência até o dia seguinte e assim vão, sucessivamente num delicioso jogo teatral entre delírios e realidade.

Ficha Técnica:
Espetáculo: "
Amanhã Eu Vou"
Texto: Clóvys Torres
Elenco:
Lilian Blanc e Tuna Dwek
Direção: Cristina Cavalcanti
Iluminação: Rodrigo Menck
Trilha sonora:  Igor Souza
Cenografia: Cristina Cavalcanti
Cenotecnia: Murillo Carraro
Técnica de luz: Sylvie Laila e Jean Marcel
Operação de luz: Sylvie Laila
Assistência de direção e produção: Henrique Pina
Fotografia: Priscila Prade
Assessoria de imprensa: Adriana Monteiro
Redes sociais: Igor Ludac
Captação de vídeo: PDP Filmes
Cinegrafistas: Ícarus Cardoso, Rafael Torres e Raíssa Fiorin
Montagem e finalização: Rodrigo Menck
Mixagem e masterização: Eduardo Aguiar
Apoio à captação de vídeo e streaming: Selene Marinho e SM Arte Cultura
Produção: Clóvys Torres
Realização: Clóvys Torres e Visceral Companhia

Serviço:
Espetáculo: "Amanhã Eu Vou"
Estreia sexta-feira, dia 19 de março, às 17h
Curta temporada de seis apresentações até dia 21, em duas sessões diárias, às 17h e às 20h.
Local: www.plataformateatro.com
Grátis
Duração: 50 minutos

quarta-feira, 17 de março de 2021

.: Entrevista com Projota sobre o "BBB": "Eu que fiz tudo"


"...eu não culpo ninguém além de mim. Eu que escolhi as alianças, eu que falei e deixei de falar quando deveria, eu que fiz tudo."
PROJOTTA. Foto: Globo/João Cotta

Sexto eliminado do "Big Brother Brasil 21", Projota deixou sua marca no reality: uma mistura entre o empenho em vencer e as emoções à flor da pele se manifestaram na figura do cantor, rapper e, especialmente, na pessoa José Tiago Sabino Pereira. Durante a passagem pelo "BBB", traçou estratégias, perdeu aliados e precisou se reinventar para permanecer no jogo. No caminho, buscou novas alianças, mas teve Arthur como parceiro fiel até o último minuto. Deixou a casa na última terça-feira, dia 16, em um paredão contra Pocah e Thaís, em que teve 91,89% dos votos do público. 

Agora fora do programa, ele avalia a experiência: “Independentemente do resultado, foi a coisa mais extraordinária que eu vivi. Não me arrependo. É mágico. Eu não imaginava que o BBB era tão humano, tão verdadeiro, tão visceral quanto foi. Quero contar isso para todo mundo.” Nesta entrevista, Projota ainda fala sobre seus pontos altos e baixos na competição e conta sua visão de como o jogo deve seguir a partir de sua saída. 

O que foi, para você, a experiência de participar do "Big Brother Brasil"?
Independentemente do resultado, foi a coisa mais extraordinária que eu vivi. Não me arrependo. É mágico. Eu não imaginava que o 'BBB' era tão humano, tão verdadeiro, tão visceral quanto foi. Quero contar isso para todo mundo. Sempre que eu encontrar alguém, vou dizer: 'Mano, é de verdade mesmo, é doideira, intenso, muito forte'. Foi especial para mim. Nunca vou esquecer.

O "BBB" era muito diferente do que você imaginava antes de entrar?
Algumas coisas são diferentes, sim. Muitas eu não conseguia nem imaginar que poderiam acontecer. A gente realmente esquece que cada frase, cada conversa está sendo vista, e só vive, fala e faz. Se encontra, se perde, depois se encontra de novo... É uma montanha-russa, tudo muito emocionante e intenso. Eu brincava que, assim como o futebol, o 'BBB' era 'muito moderno, muito rápido', e é mesmo. Todo dia tem uma ação, uma brincadeira, um jogo, uma prova, uma indicação. A cabeça não para um minuto. Não é fácil.

Qual foi sua estratégia de jogo?
Chega a ser engraçado: eu saí de casa falando que iria ficar de boa no 'BBB', queria ficar um mês sem tomar votos. Mas aí a gente percebe como é difícil lutar contra quem a gente é. Algumas questões caem no nosso colo e cada um reage de uma maneira. Eu sempre reajo indo para cima, de alguma forma; nunca passa batido. E a falta do que fazer me instigava muito a pensar, contar, planejar estratégias que, na maioria das vezes, no meu caso, não davam certo (risos). Lá, às vezes você externa alguns pensamentos e depois eles voltam para você igual um bumerangue, te batem pelo lado. Isso aconteceu em muitas das estratégias que eu pensei, que voltaram para mim como um golpe. Eu conto bem, vejo e analiso, mas eu vi que colocar em prática é muito difícil.

Por que acha que foi eliminado?
Por erros meus, falhas de posturas, de omissão, de pensamentos que, talvez, aqui fora, eu não teria tido, mas lá dentro acabei tendo e falando. E pelas minhas alianças. Mas eu não culpo ninguém além de mim. Eu que escolhi as alianças, eu que falei e deixei de falar quando deveria, eu que fiz tudo. 

Você teve algumas viradas na sua trajetória: começou votado pelo público para entrar imune no jogo, depois foi apontado como um dos “vilões” da temporada e, após sair do monstro, optou por um olhar mais humano para o game. A que você atribui essas viradas?
Em primeiro lugar, eu jamais imaginei entrar como um dos favoritos do público. Eu mesmo acharia meio “nada a ver” a minha participação, por não ser desse universo. Eu queria conquistar essa atenção lá dentro. E foi tudo diferente do que eu pensei. Eu achava que estava bem, que era divertido, que eu e meu grupo estávamos sendo legais, fazendo as coisas certas. A única coisa que não foi o contrário do que pensei foi a minha retomada. Quando eu peguei o monstro, me enfiei em um buraco, um poço fundo de tristeza e raiva. Eu falava que se não desse para eu ganhar o programa, era melhor sair. E eu não saí naquele primeiro paredão. Aí eu renasci. Sinto que tudo começou a ser diferente: a minha postura, minhas ideias, minhas vontades. Até a xepa eu passei a aceitar mais. Comecei a enxergar o jogo de uma forma mais saudável. Mas não imaginava qual era a minha situação aqui fora, então tudo que eu podia fazer era jogar. Eu estava entregue nas mãos do público.

Por que a indicação do Fiuk te surpreendeu tanto nesse paredão?
Ele tinha a Pocah para indicar, uma pessoa que votou nele na semana passada. Eu nunca votei nele e isso já tinha sido conversado. Eu não fui até ele conversar sobre esse paredão porque sempre achei muito estranha essa movimentação de tentar se aproximar do líder na semana. Eu enxergaria com maus olhos quem tentasse se aproximar de mim justamente durante a minha liderança. Eu botei fé em tudo que a gente já tinha conversado, em todos os paredões em que eu não votei nele mesmo sendo amigo do Arthur, rival direto do Fiuk. Simplesmente não cogitei a possibilidade de ele votar em mim. Assim como eu, todos ao meu redor acreditavam que o voto dele seria na Pocah, inclusive ela. Nesse sentido, paguei o preço de não ter checado.

Quais foram seus pontos altos e baixos no jogo?
Eu conseguia ler bem os movimentos da casa. Consegui entender como tinha ido parar no grupo de seis imunes, ler algumas pessoas, perceber a formação dos grupos. Isso foi uma qualidade que me ajudou bastante lá dentro. Eu poderia ter saído antes, se não tivesse essas observações. Por outro lado, eu me deixei levar demais por algumas emoções e sensações que tive sobre quem estava errado ou certo. Não lidei da melhor maneira. Quando eu acolhi, acho que fui preciso. Mas quando não acolhi, foi um defeito grande; deixei passar. Em uma conversa importante que tive com a Viih Tube cheguei a mencionar que, depois do monstro, eu parei de ser quem aponta e voltei a ser quem acolhe e tem bons diálogos quando as pessoas estão precisando.

Qual foi o sentimento ao ver seus aliados sendo eliminados?
As eliminações sempre mexiam muito comigo. A gente não estava entendendo bem a visão do público e a saída do Nego Di foi a nossa primeira resposta. Mas, ainda assim, não foi uma resposta que conseguiu me dizer que éramos todos errados. Eu também sempre dizia que eu não estava na mesma caixa que ninguém, que tinha minhas particularidades. Mas hoje, olhando de fora, eu percebo que fui conivente com algumas atitudes e omisso em outras, tomadas por pessoas que estavam ao meu redor, que discordei no momento, mas não falei.
 

Durante o confinamento, você sentiu muita saudade da família. Foi difícil lidar com essa distância?
Isso foi o mais difícil para mim. O pré-confinamento já mexeu muito comigo. E, mesmo na casa, todos os dias batia saudade. Era um sentimento que sempre voltava e me atrapalhava, às vezes. Ao mesmo tempo que podia me humanizar, me cegava. Por exemplo, na prova do anjo em que a gente tinha que memorizar os produtos de um painel. Na reta final, quando eu errei, chorei muito, mas o Caio – que terminou vencedor da prova – também tinha errado a rodada. Ou seja, eu ainda estava no jogo. Só que quando fui tentar de novo, já não consegui mais me estabilizar e acabei perdendo.

A sua relação com a comida resultou em muitos memes aqui fora. Mas, na casa, as restrições da xepa chegaram a ser um desafio para você?
Acho que não. A gente sempre quer sair da xepa, mas eu levava até de boa. Quase sempre tinha arroz, rabada e ovo, então não era um problema para mim.

Você e o Arthur formaram uma dupla muito unida. O que gerou essa conexão entre vocês dois?
Eu sempre falei que seria muito importante que eu encontrasse alguém que me ajudasse a passar pelo desafio do "BBB", a amenizar a dor de não estar com os amigos da minha vida, com a minha família. E a gente se gostou desde o primeiro dia, ficamos juntos o tempo todo. Teve muito a ver com o fato de termos entrado depois na casa principal. Na primeira noite lá, eu e Arthur dormimos no chão do quarto colorido. A gente se sentia um pouco “visita” naqueles primeiros dias lá dentro, então precisamos nos acolher um ao outro. A partir dali virou amizade.

Você bateu na trave em diversas provas antes de vencer esta última do anjo. Qual foi a sensação de ganhar aquela disputa?
Eu tive seis “segundos lugares” antes de vencer essa prova. Isso mexeu um pouco comigo, que sou muito competitivo. Eu vi que era bom nas provas, que tinha chances reais de ganhar. Ter ficado em segundo lugar na prova de resistência da liderança também me deu um orgulho muito grande. Mas ficar em segundo tantas vezes já não dava mais. Quando veio uma prova que não dependia de mais ninguém, só de mim, e ainda era de memorização, eu vi que era a minha hora. Eu tenho mania de decorar até código de barras de conta. Inclusive quando fiz os 15 pontos achei pouco, sabia que dava para ter feito mais. Sei os números de cor até agora (risos)!

Como você analisa o retorno da Carla Diaz ao jogo?
Primeiramente foi um susto o “little dummy” batendo nas portas e acordando todo mundo (risos). Quando ela tirou a máscara foi um choque para mim, mas não tão grande quanto quando ela se ajoelhou e se declarou para o Arthur. Eu não esperava mesmo. Ser um paredão falso a gente já tinha cogitado, mas a relação deles quando ela foi “eliminada”, e eu estive acompanhando de perto, não estava tão boa. Eu até tentei ajudá-los a chegar em um ponto comum, não necessariamente para ficarem juntos, mas para ficarem de boa. Mas acho que o susto foi só meu, por estar muito próximo dos dois; o restante da casa não estranhou. 

Como você imagina que o jogo vai seguir a partir da sua saída?
Eu acho que o Arthur vai acabar saindo, se for ao paredão. Dificilmente ele vai escapar do próximo, a não ser que ganhe uma liderança e consiga se recuperar, ter um crescimento no jogo. E pode acontecer, porque tudo é possível no "BBB", a cada semana tudo muda. O Gil também não deve conseguir escapar desse paredão. Mas tudo depende muito da dinâmica do programa. A gente já entendeu que não sabe nada do que vai acontecer no domingo (risos). A Camilla é uma participante para quem eu torço muito e a Juliette é uma pessoa muito especial; acredito que pelo movimento que cada um estava fazendo nos últimos dias a gente até poderia se reaproximar mais essa semana, se eu tivesse ficado. Mas elas duas e o Gil são pessoas que devem crescer muito.

Quais são seus planos, agora fora do BBB?
Eu não vejo a hora de voltar para casa e pegar minha nenenzinha no colo! Eu tenho muita coisa para repensar e aprender com a minha passagem pelo "Big Brother Brasil", antes mesmo de conseguir colocar no papel planos de carreira. Fui viver essa experiência de peito aberto, sem planos profissionais previstos para a sequência; tudo era possível. Agora vou cuidar de mim primeiro, encontrar minha família e meus amigos. E depois vou fazer música, curtir a vida e o que mais vier!


Quem leva R$ 1,5 milhão para casa?
A Juliette ou a Camilla.


.: Todos os trailers e sinopses dos candidatos a Melhor Filme do Oscar


A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou os indicados ao Oscar 2020 na última segunda-feira, 15 de março. A 93ª cerimônia do Oscar, que precisou ser adiada devido à pandemia de coronavírus, acontecerá no dia 25 de abril, de forma presencial e ao vivo em vários locais, entre eles o tradicional Dolby Theater, em Hollywood, Los Angeles. Para você não perder tempo, o Resenhando divulgou em um só texto todas as sinopses e os trailers dos filmes candidatos a Melhor Filme no Oscar 2021. Agora é só preparar a pipoca e escolher para quem você vai torcer.


Candidatos a Melhor Filme no Oscar 2021:


"Bela Vingança"
Em "Bela Vingança", Cassie (Carey Mulligan) é uma mulher com muitos traumas do passado que frequenta bares todas as noites e finge estar bêbada. Quando homens mal-intencionados se aproximam dela com a desculpa de que vão ajudá-la, Cassie entra em ação e se vinga dos predadores que tiveram o azar de conhecê-la.



'"Judas e o Messias Negro"
Em "Bela Vingança", Cassie (Carey Mulligan) é uma mulher com muitos traumas do passado que frequenta bares todas as noites e finge estar bêbada. Quando homens mal-intencionados se aproximam dela com a desculpa de que vão ajudá-la, Cassie entra em ação e se vinga dos predadores que tiveram o azar de conhecê-la.




"Mank"

A história tumultuada de Herman J. Mankiewicz, roteirista da obra-prima icônica de Orson Welles, "Cidadão Kane" e sua luta contra Welles pelo crédito do texto do grandioso longa-metragem.




"Meu Pai"

Anthony tem 81 anos, mora sozinho em um apartamento em Londres e recusa todos os cuidadores que sua filha, Anne, tenta impor a ele. Mas isso se torna uma necessidade maior quando ela resolve se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco, e não poderá estar com pai todo dia. Fatos estanhos começam a acontecer: um desconhecido diz que este é o seu apartamento. Anne se contradiz, e nada mais faz sentido na cabeça de Anthony. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?




"Minari - Em Busca da Felicidade"
Minari se passa nos anos 80. David (Alan S. Kim), um menino coreano-americano de sete anos de idade, que se depara com um novo ambiente e um modo de vida diferente quando seu pai, Jacob (Steven Yeun), muda sua família da costa oeste para a zona rural do Arkansas.




"Nomadland"
Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (Frances McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos.




"O Som do Silêncio" ("Sound of Metal")
Um jovem bateirista teme por seu futuro quando percebe que está gradualmente ficando surdo. Duas paixões estão em jogo: a música e sua namorada, que é integrante da mesma banda de heavy metal que o rapaz. Essa mudança drástica acarreta em muita tensão e angústia na vida do bateirista, atormentado lentamente pelo silêncio.




"Os 7 de Chicago"
O filme “Os Sete de Chicago” aborda o julgamento de sete ativistas: Abbie Hoffman, Jerry Hubin, David Dellinger, Tom Hayden, Rennie Davis, John Froines e Lee Weiner, por “incitação à violência” e “formação de quadrilha” durante a Convenção Nacional Democrata de 1968.

.: Romance "Quando Você Passar por Mim" chega ao Amazon Kindle


O romance da escritora Marina Machado, "Quando Você Passar por Mim", feito especialmente para o público YA, ou Young Adult, lançado em fevereiro deste ano, acaba de entrar para o catálogo do Amazon Kindle e estará disponível, também, para o Kindle Unlimited, a partir de 15 de março.

Lançado em versão física em fevereiro, inaugurando o selo Dialética Literária, já era sucesso na plataforma de autopublicação da Wattpad, com milhares de leituras. Agora, o livro passa a fazer parte, também, do catálogo do Amazon Kindle e do Kindle Unlimited, ampliando ainda mais as possibilidades de chegar ao público de interesse, os jovens adultos, ou YA (Young Adult). 

"Quando Você Passar por Mim" faz parte do mesmo gênero de sucessos como "Para Todos os Garotos que  Já Amei", "Amor & Gelato" e "As Vantagens de Ser Invisível", todos feitos para o público YA. E todos trazem como característica, também, falar sobre o cotidiano dos jovens na escola e das “primeiras vezes”, mas também retratar temas mais sensíveis dessa fase da vida. No caso de "Quando Você Passar por Mim", é possível encontrar assuntos como autoaceitação e alienação parental, por exemplo.

São assuntos reais e atuais dos jovens e que, por isso, fazem muito sucesso por onde passam. Segundo a autora, as perspectivas mostradas na história se conectam muito ao universo juvenil, criando um elo e trazendo mais pessoas ao universo da leitura. Você pode comprar "Quando Você Passar por Mim", de Marina Machado, neste link.

Sinopse do livro 
Melinda tem apenas 17 anos, mas sente-se mais do que preparada para enfrentar os perrengues mais difíceis do início da vida adulta. Seus objetivos são muito claros: fazer intercâmbio e conseguir uma bolsa em uma universidade estrangeira. Para juntar uma grana e atingir suas metas, ela passeia com alguns cachorros da vizinhança.

Como hobby, Melinda gosta de tirar fotografias de pessoas em momentos de distração, e ela não resiste em fotografar, da janela de seu quarto, seu vizinho recém-chegado, um rapaz conturbado e cheio de segredos que a amedrontam. E a atraem – e isso não estava nos planos!

Mas a foto, que deveria ficar no fundo da gaveta, acaba viralizando e indo parar no celular de todo mundo, deixando a vida de Melinda de pernas para o ar. Nesse romance sobre amadurecimento, Marina Machado apresenta uma divertida reflexão sobre as reviravoltas que a vida nos reserva, especialmente quando nossas maiores certezas se tornam dúvidas e o primeiro amor surge, tirando tudo do lugar.

.: Diário de uma boneca de plástico: 17 de março de 2021

Querido diário,

Na sexta-feira, de noitinha, eu e Auden Pink começamos a assistir "Cidade Invisível". Não é que até domingo terminamos a primeira temporada?! 

O que posso dizer? É um suspense suave e bem gostoso de acompanhar... Do tipo que prende, por despertar muita curiosidade sobre o que irá acontecer. Embora, por vezes, seja possível acertar como será a sequência.

Contudo, ainda assim, é uma série muuuuito boa, diário! Mais brasileira... impossível. 

O folclore do Brasil é resgatado e modernizado em grande estilo. Ok! Tudo acontece no Rio de Janeiro, mas estão diante de seus olhos de público o Curupira, o Boto-cor-de-rosa, o Saci... é muito legal!

Sabe aquelas imagens batidas que cansamos de pintar na escola? Caíram totalmente por terra. 

Eu super recomendo!!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg
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.: "Cantos de Xícaras", solo de Helena Miguel, faz temporada online


Explorando a mistura da linguagem teatral com a linguagem audiovisual, a encenação cria um ambiente estilo casa de vó, onde a artista e o público tomarão um chá da tarde juntos e revisitarão o tempo e suas memórias. Foto: André Vidal


Em um país marcado pelo protagonismo masculino e o machismo, quantas histórias fascinantes de mulheres não chegaram até nós? Inspirado por esta pergunta, o espetáculo volta ao passado e resgata as vozes soterradas de tantas mulheres que não foram ouvidas. "Cantos de Xícaras", solo escrito, interpretado e dirigido por Helena Miguel (com co-direção de Aline Filócomo e Thiago Amaral) faz temporada online de 18 a 27 de março.

"Cantos de Xícaras" é uma "peça-chá-experiência” que nasce do desejo da também idealizadora Helena Miguel: revisitar muitas cartas, canções, cadernos de poesias, matérias de jornais, revistas e fotografias que chegaram até suas mãos por meio de guardados das mulheres de sua família e unir a este material outras histórias e tesouros de outras mulheres, com intuito de tecer uma colcha de retalhos de histórias resgatadas, recriadas, revisitadas e inventadas de tantas vozes que estão à beira do esquecimento. 

Como protagonista, uma xícara centenária, que já foi muito usada, já participou de muitos eventos, e agora jaz esquecida como enfeite em uma estante empoeirada, aguardando angustiada o dia de sua queda, de sua quebra ou de seu abandono. Conduzido pela voz inanimada desta xícara, o público é convidado a regressar a outros tempos, viajar por vários cantos de uma casa e saber das histórias, memórias e canções presentes em muitos chás da tarde entre mulheres.

“Resgatar estas vozes e estes fragmentos de memórias é, na verdade, resgatar as vozes constituintes da nossa história e dar visibilidade às mulheres idosas e um universo de saberes da tradição oral que vão se perdendo com o tempo”, conta Helena.


Sinopse
Esquecida em uma prateleira empoeirada e à beira de entrar na partilha de bens de uma família de São Paulo, uma xícara centenária resolve compartilhar com o público suas reflexões e resgatar as memórias do seu tempo de existência. 

Relíquia resistente ao tempo, ela é a única de uma família de sete xícaras que permaneceu firme depois de tantas décadas. Percebendo que está prestes a ser encaixotada, que não participa mais dos chás de antigamente e a beira do esquecimento, ela resolve revisitar tantas histórias que testemunhou e que guarda no côncavo de sua porcelana, dando voz às memórias das bocas que a beijaram e que a acompanharam em tantas tardes de chá, em noites de frio, em manhãs de sol, com o desejo de que estas vozes permaneçam presentes junto à permanência desta xícara no tempo.


A montagem
Todos os materiais utilizados para elaboração do cenário, figurino e iluminação são usados e impregnados de histórias reais, testemunhas do tempo. O cenário é a própria casa da atriz, ambientada com móveis e objetos de suas ancestrais. Já a maior parte das gravações audiovisuais - que permeiam toda a peça - foram gravadas na casa da avó da atriz, localizada na Av. Rebouças, em São Paulo.

Os figurinos também são confeccionados por meio do aproveitamento de tecidos, anáguas, botões solitários, vestidos de avós, emaranhados de memórias, marcas do tempo e experiências. A iluminação fica por conta de luzes domésticas como abajures, lamparinas e velas. 

Para a concepção musical do trabalho, o ponto de partida foi a tradição oral e a ambiência sonora na qual está inserida a história: vozes que emergem contando casos lá no quintal, portas que se abrem, vitrolas, vassoura que retira o pó do assoalho de jacarandá, a louça recebendo o líquido quente ou se encontrando no brinde de comemorações. 


Sobre Helena Miguel
Atriz, palhaça, diretora e arte educadora. Graduada em Licenciatura em Artes/Teatro pela Unesp e em interpretação pela Escola de Arte Dramática da USP. Na linguagem áudio visual protagonizou a série "Empurrando com barriga", dirigido por Daina Giannecchini; protagonizou o curta metragem "Fel", dirigido por André Muñoz; atuou no longa metragem "13 Andares", dirigido por Eliana Fonseca; interpretou Nair de Teffé no "Programa Retrovisor", dirigido por Paulo Markun, no Canal Brasil, dentre outros.

No teatro atuou em diversos espetáculos como: "Os atores", dramaturgia inédita de Marcelino Freire; "Tentativas Contra Vida dela", apresentado em São Paulo e em Lisboa; o solo de palhaçaria "Cardiograma", apresentado no Festival Internacional de Palhaças Mulheres da Catalunha, Espanha e em São Paulo; "Macunaíma, o herói sem nenhum caráter,um brinquedo", dirigido por Cristiane Paoli Quito, "Cabaré Garcia", dirigido por Renan Tenca, "Exit", dirigido por Bete Dorgam, etc. No exterior teve experiêcias com teatro na Índia, Itália, Espanha e Portugal. É também fundadora e diretora da Associação Cultural Sem Fins Lucrativos Pronto Sorrir que, desde 2012, promove atividades artísticas em hospitais pediátricos de São Paulo.

Ficha técnica:
Espetáculo:
"Cantos de Xícaras"
Concepção, direção, dramaturgia e interpretação: Helena Miguel
Co-direção: Aline Filócomo e Thiago Amaral
Direção musical: Isadora Títto
Direção de fotografia: Sol Faganello
Produção audiovisual e transmissão: Dita Produtora
Direção de arte e design gráfico: Eliza Freire
Produção: Ana Elisa Mello e Samya Enes – Cotiara Produtora
Assessoria de imprensa: Pombo Correio


Serviço
Espetáculo: 
"Cantos de Xícaras"
Dias: 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de março
Horário: no chá da tarde: sempre às 17h.
Onde: via plataforma Zoom (Aos sábados - dias 20 e 27 de março - o espetáculo também será transmitido ao vivo via plataforma do Youtube). 
Duração: 60 minutos.
Classificação: livre.
Ingressos: gratuitos, mas sugerimos que todes tragam suas xícaras para brindarmos juntes ao fim de cada espetáculo.
Contato: Cotiara Produtora
O projeto foi contemplado pela Lei Emergencial Aldir Blanc no edital Proac Lab Expresso 36/2020 do Estado de São Paulo.




.: Performance "Objetos em Redes", de Giselda Fernandes, estreia nesta quinta


Performance de Giselda Fernandes, com oito bailarinos, estreia 18 de março, com transmissão ao vivo do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Foto: Thais Almeida

Giselda Fernandes é bailarina e coreógrafa que há 20 anos investiga e busca sensibilizar o olhar humano para as questões ambientais. No espetáculo inédito, Objetos em Redes, que estreia no dia 18 de março, 5ªf, às 19 horas, com transmissão gratuita e ao vivo direto do Teatro Angel Vianna, via Facebook do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, a diretora convidou oito bailarinos como performers, moradores de diferentes pontos da cidade do Rio de Janeiro, com o desafio de utilizar resíduos plásticos encontrados no seu entorno como parceiros na criação coreográfica que fará parte da composição do cenário de Hilton Berredo, que assina a direção artística e Instalação Cênica.

Reunidos sob a direção de Giselda Fernandes, Casul0, Cayo Almeida, Diogo Nascimento, Luciana Barros, Marlúcia Ferreia, Samuel Castelo, Tais Almeida e Wagner Cria no projeto Objetos em Rede, os bailarinos usam os objetos plásticos como parceiros na criação e em busca de uma resposta artística para as questões sobre as mudanças climáticas: o estado de coisas em que cada indivíduo se vê transformado em seres plásticos que desequilibam o planeta.

“Objetos em Redes” não reconhece as fronteiras entre arte e natureza, entre corpo e objeto, entre cidade formal e informal, entre hoje e amanhã: presencialmente ou on-line nos afetamos e queremos afetar a todos com os desafios de cocriar o mundo das futuras gerações.”, reflete Giselda Fernandes

Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam Objetos em Redes, que conta com o apoio da Prince Claus Fund e da Casa da Palmeira (Cabo Frio-RJ). Esta última, local onde a criadora e elenco se reuniram em imersão criativa, onde ocorreu o processo de pesquisa e ensaios presenciais do espetáculo – em conformidade com todos os protocolos de segurança do Covi-19 no local.

Além das apresentações ao vivo, Objetos em Redes conta ainda a exibição de cinco sessões gravadas nos dias 26, 27 e 28 de março, online e gratuitas. A sessão do dia 26 de março será seguida de bate-papo online com a equipe após a exibição. Também faz parte do projeto duas oficinas ministradas pela coreógrafa (abaixo, serviço completo).

Este projeto tem patrocínio da Lei Aldir Blanc do Estado do Rio de Janeiro - Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Lei Aldir Blanc da Prefeitura do Rio de Janeiro - Secretaria Municipal de Cultural e do Prince Claus Fund. Apoio do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e da Casa das Palmeiras (Cabo Frio – RJ)

Para sensibilizar o olhar humano para as questões ambientais, oito bailarinos convidados como performers. moradores de diferentes pontos da cidade, com o desafio proposto pela coreógrafa de utilizar resíduos plásticos da região de cada um como matéria prima para as apresentações. 


Sobre os artistas
Giselda Fernandes
é uma artista da dança. Bailarina, coreógrafa, produtora e professora, graduou-se em Licenciatura Plena em Dança na Faculdade Angel Vianna em 2004, tendo especialização em ‘Estudos Avançados em Dança Contemporânea: Coreografia e Pesquisa’ (UniverCidade 2006). Em 1992, Giselda fundou Os Dois Cia de Dança, residente para ensaios desde 2004 no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. Após longa carreira como bailarina, em 2000 passa a coreografar desenvolvendo o conceito de objeto-partner na criação de performances e obras para o palco. A Cia. recebeu o Prêmio Funarte Klauss Vianna em 2006, 2009 e 2015, e em 2003 e 2011 foi contemplada com subvenção da Prefeitura do Rio de Janeiro. Atualmente, em parceria com Prince Claus Fund e o Instituto Goethe, a Cia desenvolve o projeto Objetos em Redes.

Hilton Berredo é artista visual, professor universitário e performer. Graduou-se em arquitetura pela Universidade Gama Filho em 1978, é mestre em arquitetura pela UFRJ (2007) e doutor (2012) pela FAU/PROARQ/UFRJ. Com extensa carreira como professor universitário, atualmente leciona na PUC-Rio a disciplina Projeto de Arquitetura Teatral e Projeto do Espaço Residencial 1. Como performer e cenógrafo, desde 1986, Hilton Berredo vem desenvolvendo, com a bailarina Giselda Fernandes, uma linha de pesquisa que inclui dança, performance e intervenções plásticas. Diretor Artístico de Os Dois Companhia de Dança, colabora na conceituação dos espetáculos da companhia. Suas atividades na área de Dança incluem ainda cursos para bailarinos e coreógrafos.


Sobre Os Dois Companhia de Dança
Fundada em 1992, Os Dois Produções Artísticas produz exposições, espetáculos e oficinas de arte contemporânea. A produtora tem a missão de produzir trabalhos de arte contemporânea de forma colaborativa com artistas que estejam disponíveis para projetos elaborados pontualmente ou que tenham continuidade dentro da pesquisa com o objeto-partner, objetos plásticos e sensibilizar o olhar para o uso de objetos que produzidos em série aumenta a poluição de nosso planeta. Tem como diretores Giselda Fernandes e Hilton Berredo. Desde 2001, Giselda Fernandes produz e dirige suas próprias criações coreográficas e performáticas a partir do conceito objeto-partner, desenvolvido por ela. 


Ficha técnica
Concepção, direção geral, direção de movimento e instalação coreográfica: Giselda Fernandes
Direção artística e instalação cênica: Hilton Berredo
Direção de vídeo e edição: Luiz Guilherme Guerreiro
Performer / Criadores: Casul, Cayo Almeida, Diogo Nascimento, Luciana Barros, Marlúcia Ferreira, Samuel Castelo, Tais Almeida e Wagner Cria
Trilha Sonora original: Gabriel Matriciano e João Mello
Iluminação: José Geraldo
Coordenação Técnica: Gil Santos
Assessoria de Imprensa: Silvana Cardoso E. Santo (Passarim Comunicação)   
Gestão da página do projeto em redes sociais e design gráfico: Raquel Oliveira
Produção Executiva e Coordenação Artística: Mana Lobato
Assistente de Direção: Ique Moraes
Assistente de Produção: Eveline Peixinho e Monica Varella
Direção de Produção: Cacau Gondomar
Realização: Os Dois Produções Artísticas
Youtube.com/osdoisciadedança
Site: www.osdois.com


Serviços:
"Objetos em Redes" | Dança Performer
Data:
18, 19, 20 e 21 de março | de quinta-feira a domingo
Horário: quinta a Sábado: 19h | Domingo:18h
Transmissão ao vivo do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro | Teatro Angel Vianna
Online: www.facebook.com/centrocoreografico
Classificação: livre
Duração: 50 minutos
Ingresso: gratuito

"Objetos em Redes" | Versão Gravada
Data:
26, 27 e 28 de março
Onde: www.sympla.com.br/eventos/teatro-espetaculo
Sexta às 19h | com bate-papo online com a equipe criativa após a exibição do espetáculo
Sábado e domingo: 17h e 20h
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Ingresso gratuito

Oficinas online gratuitas (plataforma Zoom)
22 e 24 de março de 2021 | segunda e quarta-feira | 18h | Ique Moraes | Oficina de Dinâmica Muscular Método Ceme Jambay
23 e 25 de março de 2021 | terça e quinta-feira | 15h | Giselda Fernandes | Oficina Objeto Partner
Confirmação através do e-mail: osdois@osdois.com

terça-feira, 16 de março de 2021

.: Diário de uma boneca de plástico: 16 de março de 2021


Querido diário...

Acho que posso me rotular como viciada no aplicativo Reface. Meu Deus! Eu já fiz tantas, tantas montagens com a minha carinha e a do Auden Pink... Já voltei a ser Hilda Furacão, fui... Sandy, do musical "Grease", Mariah Carey, Gamora, Elphaba, Shakira, Sissi, a imperatriz... a lista é looooooonga! 

Até o Auden Pink entrou na brincadeira quando nos coloquei para interpretar Baby e Johnny Castle de "Dirty Dancing". Ah! Claro que fiz ele ser o meu amado Danny Zuko, de "Grease". Ele se acha feio nas montagens, mas eu aaaaamo o maridão. 

Nossa! Ele arrasou como Aquiles em "Tróia"!

Isso, diário, sem contar nas várias outras montagens que minha dona está guardando no celular... e ela se acaba de rir ao rever... o que, inclusive, ela faz muito durante o dia. 

Recentemente, eu virei Mulher Maravilha, Katy Perry, Deborah Blando, Iza, Nicole Scherzinger cantando "Buttons" e tantas outras personalidades. Só falta subir... rsrsrs

Ah! Hoje até postei no meu instagram em diversas possibilidades de releituras para a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci. Muito chique!

Posso dizer que tenho um talento versátil, né?!

Até estou subindo essas vídeo-montagens no meu canal: youtube.com/channel/UCDGRxJYUaoXpEeDpsfRCooQ/videos

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg
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.: "Estas Estórias", de João Guimarães Rosa, enfatiza a vivência sertaneja


Lançamentos da Global Editora, "Estas Estórias" ganha edição com texto de Walnice Nogueira Galvão. A obra enfatiza a vivência sertaneja e seus personagens bastante característicos.

O conto "Estas Estórias", escrito por João Guimarães Rosa, atualmente lançado pela Global Editora, é uma edição importante em diferentes aspectos, tanto por vir com o texto de apoio escrito por Walnice Nogueira Galvão - crítica literária e especialista nas obras de Guimarães - quanto por ser composta a partir de manuscritos encontrados entre os pertences do autor após seu falecimento. O livro já está disponível em pré-venda e logo chegar às livrárias e distribuídores.

Ao total, são oito contos reunidos neste livro, com longas narrativas e a surpresa de conter a "entrevista-retrato" intitulada "Com o Vaqueiro Mariano". Além disso, o exemplar mantém a excelência explanação que marca a escrita rosiana e a linguagem marcadamente popular, motivos que justificam essa publicação em fevereiro.

Em “A Estória do Homem do Pinguelo”, temos a presença simultânea de dois narradores, um de personalidade culta e outro de perfil mais simples, com linguagem marcadamente popular. No conto “Meu Tio o Iauaretê", o narrador-protagonista é um homem do sertão que, ao caçar onças, acaba por se identificar com o universo animal mais do que poderíamos imaginar.

Como citado, ao final da leitura, há o texto "O Impossível Retorno", escrito por Walnice Nogueira Galvão, especialista na obra de Guimarães Rosa e crítica literária. Tal artigo acrescenta valorização a essa edição. Você pode comprar o livro "Estas Estórias", de João Guimarães Rosa, neste link.

Sobre o autor
João Guimarães Rosa nasceu em 27 de junho de 1908, em Cordisburgo, Minas Gerais. Publicou, em 1946, o seu primeiro livro, Sagarana, que foi recebido pela crítica com entusiasmo por sua capacidade narrativa e sua linguagem inventiva. Formado em Medicina, Rosa chegou a exercer o ofício em Minas Gerais e, posteriormente, seguiu carreira diplomática.

Além de Sagarana, constituiu uma obra notável com outros livros de primeira grandeza, como Primeiras Estórias, Manuelzão e Miguilim, Tutameia – Terceiras Estórias, Estas Estórias e Grande Sertão: Veredas. Este último romance levou o autor a ser reconhecido no exterior. Em 1961, Rosa recebeu o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras (ABL) pelo conjunto de sua obra literária. Faleceu em 19 de novembro de 1967, no Rio de Janeiro.

Ficha técnica:
Livro: 
"Estas Estórias"
Autor:
João Guimarães Rosa
ISBN: 978-65-5612-054-6
Número da edição:
Número de páginas: 272
Formato: 16 X 23 cm
Link na Amazon: https://amzn.to/2NrcbJ2

.: Simon Schwartzman: a história das ciências sociais no Brasil em livro


Vencedor do Prêmio Jabuti em 2020 como coautor de "130 Anos: em Busca da República", Simon Schwartzman reconstrói sua trajetória pessoal e intelectual em "Falso Mineiro", que será lançado em março pelo selo História Real, da Intrínseca. O ex-presidente do IBGE revisita suas origens judaicas, a juventude nos tempos da ditadura e a carreira acadêmica, que se confunde com a história das ciências sociais no Brasil.  Neste livro de memórias, o autor faz um estudo das políticas públicas adotadas no Brasil nas últimas décadas, incentivando uma discussão lúcida e embasada sobre o nosso momento atual.

Nascido e criado em Belo Horizonte, filho de imigrantes judeus  - daí o “falso mineiro” do título -, o autor faz parte da geração de cientistas sociais brasileiros que se formou nos anos 1960 e atuou contra o golpe militar, vivendo a experiência do exílio, até a abertura democrática. Esse grupo foi responsável pela modernização das ciências sociais no país, com a introdução de novas perspectivas para o debate em torno da democracia, da pobreza, das desigualdades, da cultura, da ciência e da educação.

Ao refletir sobre as dificuldades do Brasil em conseguir se consolidar como uma sociedade mais democrática, mais justa e economicamente mais produtiva do que a que temos, Simon afirma que estamos presos a uma “armadilha de crescimento médio”. Ele acredita que esta condição “afeta não só a economia, que cresce - quando cresce - a passos de tartaruga, mas também a educação, que praticamente não melhora”.

O autor aborda temas de primeira ordem, como o ressurgimento no mundo do fantasma do fascismo em todas as suas manifestações políticas, intelectuais e sociais, os rumos da democracia e o poder do conhecimento. Em relação às crises institucionais, ele afirma que nos resta a “esperança de que o trauma da pandemia de covid-19 possa criar condições para que o país se reorganize em bases mais sólidas, com políticas sociais mais consistentes e mecanismos institucionais que tornem o governo menos sujeito aos altos e baixos do populismo”.

Um olhar retrospectivo honesto e revelador, que não apenas ajuda a refletir sobre temas importantes da atualidade no Brasil, como também reitera o valor do conhecimento e da razão como os melhores instrumentos para lidar com os conflitos e as questões sociais. Você pode comprar "Falso Mineiro", de Simon Schwartzman, neste link.


Sobre o autor
Simon Schwartzman é pesquisador associado do Instituto de Estudos de Política Econômica – Casa das Garças, no Rio de Janeiro, e membro da Academia Brasileira de Ciências. Sociólogo e cientista político com formação pela Universidade Federal de Minas Gerais, fez mestrado em sociologia pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, no Chile, e doutorado em ciências políticas pela Universidade da Califórnia, Berkeley. 

Professor e acadêmico com passagem por diversas instituições, foi professor de ciência política e diretor científico do Núcleo de Pesquisa sobre Educação Superior da Universidade de São Paulo, presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e pesquisador e presidente do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, no Rio de Janeiro. Colabora como articulista e analista em jornais, como O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo e O Globo, e tem publicadas, como editor e autor, obras científicas, acadêmicas e para o público geral. Simon é casado com Inez Maria Farah e tem quatro filhos.

Ficha Técnica:
Livro:
"Falso Mineiro"
Autor: Simon Schwartzman
Editora: Intrínseca | Selo História Real
Páginas: 400
Link na Amazon: https://amzn.to/38HHOoT

.: Espetáculo “John e Eu”: a história de Mark Chapman, assassino de Lennon


Baseada em fatos reais, a peça de teatro online estreia no dia 18 de março e terá ingressos gratuitos.

Com texto e atuação de Nicolas Trevijano e direção de Marco Antônio Pâmio, “John e Eu” é um mergulho por dentro da mente de Mark Chapman, o assassino de John Lennon.  A peça retrata, a partir de fatos verídicos, um possível diálogo de Mark com John, com sua família e consigo mesmo, momentos antes do crime acontecer.

“Longe de querer condenar ou vitimizar Chapman, a peça vasculha as zonas sombrias de sua psique, relembra sua infância e relações familiares conturbadas, além de identificar as semelhanças entre sua história de vida pessoal e a do próprio Lennon. Ao final dessa jornada interativa entre o protagonista-narrador e seus fantasmas internos, talvez o espectador consiga compreender melhor as razões que o levaram a cometer seu crime – um ato aparentemente inexplicável que chocou e abalou toda uma geração”, comenta o diretor Marco Antônio Pâmio.

Já o intérprete de Mark na peça e autor do espetáculo conta que a ideia surgiu de uma inquietação com o caso. “Para além do astro do Rock que transportou a música a outros patamares, John foi um homem sensível, contestador, político e preocupado com o mundo. Vemos isto nas letras das suas músicas, desenhos, poesias e obviamente em seu discurso. O hino ‘Imagine’ mostra que John sonhou com um mundo melhor do que aquele que estava guardado em seu destino, se é que ele realmente existe. No seu caminho apareceu Mark Chapman. Mas quem é esta pessoa? Por que um ser humano tão brilhante, que apregoava a paz chamou a atenção de Mark? ‘John e Eu’, meu primeiro texto, nasceu em torno destas questões difíceis de responder, e que me inquietam até hoje”, conta Nicolas Trevijano.

Ficha Técnica
Espetáculo:
"John e Eu"
Texto e atuação: Nicolas Trevijano
Direção: Marco Antônio Pâmio
Cenografia e figurino: Cássio Brasil
Iluminação e pós-produção: André Grynwask e Pri Argound (Um Cafofo)
Trilha sonora: Marco Antônio Pâmio
Assessoria dramatúrgica: Juliana Sanches
Filmagem e edição: André Barmak
Programação visual: De Tudo um Pouco
Assessoria de imprensa: Ligia Cavalaro
Produção executiva: Nicolas Trevijano
Produção: Argus Produções Artísticas

Serviço
Espetáculo:
"John e Eu"
Apresentações: De quinta a domingo
Informações: 20h
Temporada online: de 18/03 a 2/5
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos
Ingressos gratuitos
Via: Sympla


.: "Sombras do Interior" traz teatro de sombras inspirado em Ribeirão Preto


A primeira live da Cia. Libélulas será nesta quarta-feira e aborda a discussão sobre o público virtual.

 A Companhia Libélulas se inspirou em Ribeirão Preto para contar três histórias visuais através do teatro de sombras: "Povos do Aquífero Guarani", "O Anão do Palace" e "Os Caiapós e o Velho Diabo". Além dos espetáculos, a Cia. traz duas lives.

A exibição das lives acontece nos dias 17 e 24 de março no Instagram da Cia. Libélulas. Na primeira live com a Companhia Quase Cinema, traz uma conversa sobre o teatro de sombras e a formação de público, considerando o meio virtual.  Na segunda, a Cia. fala sobre a Acessibilidade em Libras, na qual o grupo deseja evidenciar a produção teatral e o acesso ao público surdo, considerando o momento de muito conteúdo acessível na internet. Além do evento ser gratuito, traz também uma comunicação através de Libras.

“Essas duas lives significam bastante para o nosso projeto, tendo em vista que a nossa produção artística será toda em teatro de sombras, e em todos os espetáculos haverá acessibilidade em Libras”, conta Daniele Viola, Atriz-Sombrista e Produtora Executiva da Cia. Libélulas. O projeto “Sombras do Interior: Rastros Expressos em Imagens” foi selecionado pelo Proac Expresso Lei Aldir Blanc 38/2020 e é uma realização do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.


Sobre a Cia. Libélulas
A Cia. Libélulas foi formada em 2015. Hoje a companhia trabalha em dois núcleos, um em Florianópolis (SC) e outro em Ribeirão Preto (SP). Tem em sua trajetória seis espetáculos e a participação em festivais nacionais e internacionais. Atua, principalmente, nas linguagens do Teatro de Sombras, Máscaras Teatrais e Teatro Performativo.


Sobre Ribeirão Preto:

É um dos maiores municípios do Estado de São Paulo, com uma área de 652,2 km² e com mais de 710 mil habitantes. Está há uma distância de 315km da Capital Paulista, numa altitude média de 546,8 m.   Ribeirão Preto foi fundada por fazendeiros em 1856. Em 1883 a cidade teve sua transformação através da plantação de café. Já foi também o maior produtor de açúcar e álcool do mundo. Hoje a cidade é conhecida como a “Capital do Agronegócio”, devido a sua alta produtividade no setor de agronegócio e tecnologia.


Programação: "Sombras do Interior: Rastros Expressos em Imagens"

Lives:
Quarta-feira, dia 17 de março - Tela Compartilhada: Diálogos do Teatro de Sombras e a Formação de Público
19h - Instagram da Cia. Libélulas

24 de março - Tela Compartilhada: Acessibilidade e a Formação de Público
19h -
Instagram da Cia. Libélulas

Saiba mais em: https://m.facebook.com/cialibelulas 
Instagram: 
@cialibelulas
Contato: (48) 9 8815.4131 (WhatsApp)
Onde: YouTube, Facebook e Instagram
Gratuito e online.



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