quarta-feira, 26 de maio de 2021

.: Geração Editorial vence na Justiça e relança “Nos bastidores do Reino”

Livro do ex-pastor Mário Justino, que revela segredos da Igreja Universal do Reino de Deus, teve a primeira edição apreendida em 1995 e esteve por dois anos proibido de circular

 

Quando foi lançado, em 1995, o livro "Nos bastidores do Reino", do ex-pastor Mário Justino, provocou um terremoto na Igreja Universal do Reino de Deus, que enfrentava uma crise institucional, com seu líder – o “bispo” Edir Macedo – envolvido em denúncias graves e debatendo-se com as consequências de uma prisão. Justino chegara a um posto importante na hierarquia da igreja e, desencantado, decidira contar a história de sua vida junto aos principais dirigentes. A igreja conseguiu na justiça a proibição do livro, 22 dias depois de ele ter chegado às livrarias.

É este livro que a Geração Editorial relança agora, com todo o seu conteúdo explosivo, uma nova apresentação do autor e a íntegra da decisão judicial que o liberou. Como escreveu o publisher Luiz Fernando Emediato na apresentação, “este é um livro sobre crimes, purgação e redenção – um livro transformador. Mais que desvendar os segredos da Igreja Universal do Reino de Deus e de alguns de seus  “pastores”, seu autor conta a história de um ser humano – ele mesmo – que sonhou com o paraíso, visitou o inferno e de lá saiu vivo e renovado”.

A reedição transcreve a íntegra da decisão da mesma juíza que o proibiu, Daise Fajardo Nogueira Jacot. Ela reviu sua decisão e concluiu não ter encontrado no relato de Justino nenhuma calúnia, injúria ou difamação.

O escritor não se voltou contra a Igreja nem contra a religião, mas tão-somente denunciou comportamentos, aliás já antes denunciados por outros dissidentes, por intermédio de vários outros meios de comunicação”, afirma a juíza. Na decisão em que revoga a censura, Daise Jacot ressalta também que nenhum dos pastores e bispos citados foi à Justiça exigir reparação. E que Justino escreveu a obra nos limites de sua “liberdade de manifestação de pensamento e expressão”.

A Igreja Universal tentou de todos os modos impedir a circulação do livro. Primeiro – ao saber que seria lançado – ofereceu ao autor, por intermédio de um advogado, um milhão de dólares para ele desistir. Diante da negativa, ofereceu a mesma quantia à editora, para ela “engavetar” o livro até Justino morrer (ele estava com teste positivo para HIV, numa época em que ainda não havia o coquetel anti-Aids).

Qual era o temor do ”bispo” Edir Macedo e seus seguidores? “Eles eram revelados em toda a sua miserável humanidade”, diz Emediato. “Pessoas comuns, cruéis, gananciosas, vendendo ilusões principalmente para pobres e se divertindo, nos bastidores, com a ingenuidade das pessoas que estavam enganando. Mas eles venceram, naquela época, e continuam vencendo. Em 25 anos o império cresceu. A “Igreja” cresceu não só do ponto de vista do negócio, mas também criou braços no Congresso, na economia, nos meios de comunicação. Um verdadeiro polvo.

O livro tinha chegado à editora encaminhado por Marcelo Rubens Paiva, acompanhado de um prefácio entusiasmado. “Ninguém será o mesmo depois de conhecer os detalhes da vida de Mário Justino, mas vale a pena correr o risco”, avisou o autor de Feliz ano velho.

Mais que um simples livro de “denúncias”, Nos bastidores do Reino é um profundo mergulho nos abismos humanos. Inocente, cheio de fé e boa vontade, aos 15 anos o autor trocou os estudos e a casa dos pais pela Universal. Negro, inteligente, casado, dois filhos, ele conquistou os chefes da igreja com sua facilidade de expressão e os fiéis com a Bíblia na mão. Transformou-se num grande motor de arrecadação.

Conheceu a opulência, levou vida de rico – mas logo percebeu a ilusão. Não eram a fé e o amor cristão que moviam a “igreja”, que “nada mais era do que uma empresa com fins lucrativos”. E abre o jogo: “Sexo, dinheiro e drogas se confundem, no mesmo púlpito, com orações e salmos de Davi”.

Com suspeita de ter o vírus da aids, Mário Justino sentiu a dor do abandono: Macedo não o amparou. A família foi dilacerada. Desceu ao inferno na Terra. Viveu nas ruas de Nova York, ao lado de mendigos e marginalizados – um doente e drogado condenado à morte. Com desejos de vingança,   comprou uma arma e pensou em matar Edir Macedo. Teve-o na mira, mas não apertou o gatilho.

Tinha a oportunidade de estourar-lhe os miolos, mas por alguma razão hesitava em fazê-lo”, ele relembra.

O livro teve grande repercussão logo depois de lançado, com notícias sobre suas revelações no Brasil e no exterior. Uma edição foi lançada em Portugal e circulou também na África, onde a Universal estava presente. “A descrição esmiuçada de seu calvário pessoal, com os devidos nomes aos bois, é prova suficiente da sinceridade do autor”, escreveu Barbara Gancia na Folha de S. Paulo. “Em qualquer país sério, essa obra serviria, no mínimo, como estopim para algum tipo de investigação pública”, completou.

 “Quando escrevi 'Nos Bastidores do Reino', em um período de dois meses, em 1993, aos 28 anos, havia em mim certa urgência de contar a história”, diz o autor em nota na reedição do livro. “Com o resultado de um exame de laboratório nas mãos, eu achava que meus dias haviam sido abreviados e que não chegaria aos 30 anos de idade. Pensando assim, eu corria contra o tempo para tentar repor a minha verdade”, acrescenta. Ele completa: “E dessa forma nasceu este livro: como um grito urgente da alma — um desnudamento que, fosse hoje, aos 55 anos, sem o mesmo ímpeto da juventude, talvez não tivesse o ânimo de fazê-lo”.

Mário Justino, que vive em Nova York como exilado político, não pensa mais em vingança. “A princípio, este livro pretendia ser uma denúncia, um clamor por justiça, mas, à medida que foi sendo concebido, foi assumindo a forma daquilo que realmente é: a trajetória de alguém que, buscando o desconhecido, encontrou a si mesmo”, escreveu ele no novo prefácio.

Livro: Nos bastidores do Reino

Autor:   Mário Justino

Gênero: Biografia | Memórias

Acabamento: Brochura

Formato: 15,6×23

Páginas: 208

ISBN: 978-65-5647-015-3

Preço: R$ 48,00

Editora: Geração Editorial  

Compre na Amazon: amzn.to/3fHo3k3

.: Espetáculo “Uma História para Elise” no Maio Cultural de Bragança Paulista

 

Natasha Sahar, Lara Oliver e Kate Dias. Foto: divulgação


A tragicomédia “Uma História para Elise” será apresentada no “Maio Cultural” promovido pela prefeitura de Bragança Paulista. Esta apresentação será no próximo sábado (29), às 20h, em ambiente virtual, com transmissão ao vivo pelo Facebook da administração municipal. O espetáculo irá encerrar a programação das artes cênicas elaborada pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

Produção inédita do PoloAC Campinas, a montagem traz o comovente relato de três artistas da Boate da Rua XII sobre a violência policial; Albertina (Natasha Sahar), Bernardina (Lara Oliver) e Campesina (Kate Dias) precisam “inventar” uma desculpa para amenizar os atos de agressão que sempre resultavam em dores e muitos constrangimentos às artistas desta tradicional casa noturna.

O espetáculo descreve a investigação sobre o sumiço de uma das artistas da Boate da Rua XII, colocando em dúvida o depoimento de Albertina, Bernardina e Campesina, personagens coadjuvantes da casa noturna. “Este espetáculo é resultado de um trabalho de pesquisa cênica que teve como tema central o preconceito contra artistas LGBTs”, disse o autor e diretor Anselmo Dequero.

“Uma História para Elise” descreve parte do cotidiano vivenciado por artistas – duas delas transexuais – de uma boate cujo mistério em relação ao desaparecimento da principal personagem revela a hostilidade e a violência praticadas por um oficial de Justiça. “Antero da Redenção buscava por respostas, mas ignorava o cuidado e o devido respeito às profissionais da boate”, complementou.

 Para assistir, clique aqui.

Sábado (29), às 20h.

Elenco: A montagem do espetáculo reúne as atrizes transexuais Kate Dias – Conservatório Carlos Gomes, em Campinas/SP –, Lara Oliver – formação em teatro burlesco por escolas de arte dramática de Paris – e a drag queen Natasha Sahar, referência no cenário LGBTQI+ no país. “Além do talento, todas conhecem a realidade do cenário artístico retratado pelo espetáculo”, disse Anselmo Dequero.

Para o autor e diretor, a experiência profissional destas artistas pode ser considerada um diferencial na montagem de “Uma História para Elise”. “Na prática, todas trabalham ou já trabalharam em casas e boates destinadas ao público LGBTQI+ do Brasil e exterior. Por isso, trazem, além de toda disposição artística, bagagem para falar sobre os percalços desta linda profissão”, finalizou.

Maio Cultural: O evento é promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da prefeitura de Bragança Paulista. Além das apresentações de teatro, o “Maio Cultural” também oferece à comunidade apresentações musicais, oficinas e workshops. Em atendimento às normas estabelecidas em razão da pandemia do coronavírus, toda a programação está sendo realizada em ambiente virtual. 

.: João Pedro Chaseliov, ex-The Voice Kids, vira fenômeno no Tik Tok

Ex-The Voice Kids, vira fenômeno no TikTok com mais de 4.6 milhões de seguidores, dublando áudios da mãe. Crédito: Pino Gomes/Divulgação


Uma característica muito marcante da minha família é o senso de humor apurado, parece que já vem no DNA. Na época do TVK, o público ainda não conhecia ainda esse meu lado”, destaca o artista do casting da agente Ieda Ribeiro, da ID Actors. 

A pandemia provocada pelo novo coronavírus mudou a vida de todos nós. Cada um se adaptou como pode. Mas uma coisa é certa, todos nós tivemos a rotina afetada pelos novos hábitos e regras de convivência social. Para o ator João Pedro Chaseliov, artista do casting da agente Ieda Ribeiro, da ID Actors, não foi diferente. Acostumado com uma agenda agitada, o artista precisou pisar no freio e se adequar ao momento. E ele fez isso no melhor estilo! Com vídeos curtos e muito divertidos, João Pedro começou a bombar no TikTok e virou um fenômeno, onde já acumula mais de 4.6 milhões de seguidores.

Na quarentena, como tive que ficar em casa, acabei me rendendo ao TikTok. Mas foi algo totalmente despretensioso, para passar o tempo. Tinha uma rotina muito corrida com ensaios e cursos e não estava sabendo o que fazer com tanto tempo ocioso. E, para minha surpresa, deu no que deu! “, conta o jovem de 15 anos.

A inspiração para os vídeos engraçados veio da família. João Pedro dubla os áudios que a mãe envia pelo Whatsapp. O artista, que participou do “The Voice Kids” em 2019, explica que o bom humor está no sangue. “Uma característica muito marcante da minha família é o senso de humor apurado, parece que já vem no DNA. Tudo a gente brinca. Na época do The Voice Kids, eu só publicava vídeos cantando, então o público não conhecia ainda esse meu lado”.

Com o sucesso nas redes, a dedicação aos vídeos aumentou. Esta foi a forma que o artista, acostumado com os palcos, encontrou para se manter perto do público. “Foi uma forma de não pirar, de passar de maneira mais leve por esse período triste que estamos vivendo. E essa rotina de gravações acabou virando um trabalho. E o melhor de tudo é receber diariamente muitas mensagens agradecendo pelas risadas e por deixar a vida mais leve. Eu me alimento disso.”, explica.

Atendendo aos pedidos do internautas, João Pedro planeja novos conteúdos para as redes sociais. “Sempre tento inovar, trazer conteúdos diferentes. O feedback do público é o termômetro para o meu conteúdo. O público tem pedido muito pra eu postar mais covers. Então podem esperar encontrar um pouco de tudo por lá”.

Trabalhador e dedicado, o jovem artista tem planos para a carreira além da internet. “Quero expandir e reinventar cada vez mais a minha arte. Já tive experiências incríveis com teatro musical e adoraria participar de uma novela ou algum programa de TV como apresentador, por exemplo. Gosto de desafios. Quero me organizar pra lançar um álbum musical, atuar em TV, voltar aos palcos e, claro, continuar me dedicando como influencer. Ou seja, preciso de um dia com 72 horas”, brinca. 

.: Duran Duran lança “Invisible” com performance no Billboard Music Awards

Com 40 anos de estrada, inúmeros hits globais e nome marcado na história da música mundial, o Duran Duran celebrou essa jornada no Billboard Music Awards 2021. Em uma das principais premiações do mercado da música, a lendária banda se apresentou no palco do conceituado Hammersmith Apollo, em Londres, com a primeira performance ao vivo de seu novo single “Invisible” e participação especial de Graham Coxon (Blur) nas guitarras. Além disso, eles revisitaram as clássicas “Notorious” e “Hungry like the Wolf”.

Prestes a lançar seu 15° disco de estúdio, o quarteto inova ao trazer primeiro single com um clipe inteiramente realizado por Huxley, um artista criado em inteligência artificial. Tudo o é visto na tela - cada imagem, animações, edição, a forma como os membros da banda aparecem em cena e o que cantam - veio de Huxley, em um processo que permanece intocado por mãos humanas.

Ao criar o vídeo para a banda, Huxley absorveu as letras da música, os vídeos e as fotos, juntamente com informações sobre o grupo e fez uma análise própria do sentimento da música. Essa é a primeira colaboração do tipo na história. Huxley é uma criação do Nested Minds Solutions com base no trabalho inovador do neurocientista Karl Friston.

Esse olhar pro futuro está presente em cada passo deste novo álbum, que será lançado no dia 22 de outubro com o preciso nome de “Future Past”. O primeiro single tem produção de Erol Alkan, conhecido por seu trabalho na cena britânica do disco punk e por colaborações aclamadas com o The Killers e o Ride.

“A arquitetura sonora sempre foi algo importante para nós e sinto que em “Invisible” realmente esculpimos algo do modo como queríamos. Sonoramente, é uma música incomum. Quando você mescla todos os instrumentos juntos, cria um som que talvez traga ao ouvinte a sensação de nunca ter ouvido aquilo antes”, conta o tecladista e fundador do Duran Duran, Nick Rhodes.

Rhodes incorporou ao projeto o trabalho do artista visual japonês Daisuke Yokota, responsável pela capa do single e do disco - ambas disponíveis para aquisição como NFT. Nick o conheceu ao fazer um documentário sobre fotografia japonesa do pós-guerra e a banda se apaixonou pelo trabalho.

Além do artista visual japonês Daisuke Yokota - responsável pela capa do single e do disco Yokota - Coxon e Alkan, “Future Past” traz colaborações que ampliam o universo do Duran Duran. O lendário Giorgio Moroder assina produção de faixas, assim como o aclamado Mark Ronson. Lykke Li canta no álbum e Mike Garson, conhecido por seu trabalho com David Bowie, é um dos instrumentistas.

“Quando entramos em estúdio pela primeira vez, no final de 2018, eu estava tentando convencer os caras que tudo o que precisávamos fazer era escrever duas ou três faixas para um EP. Quatro dias depois, tínhamos a base de 25 canções muito fortes, que precisamos desenvolver com calma. Então aqui nós estamos, em 2021, com nosso 15º álbum de estúdio querendo se libertar. Nós abrimos os trabalhos com “Invisible”, uma música sobre um relacionamento unilateral que se tornou algo maior, sobre uma multidão que não quer ser silenciada ou deixada de lado. Parece algo certo para o agora”, reflete o vocalista Simon Le Bon.


“Future Past” já se encontra em pré-venda via BMG.

Assista ao clipe de “Invisible”: duranduran.lnk.to/InvisibleVideoPR

Ouça “Invisible”: duranduran.lnk.to/InvisiblePR

Faça pré-save e compra do álbum “Future Past”: duranduran.lnk.to/FuturePastPR

Siga Duran Duran: duranduran.com


terça-feira, 25 de maio de 2021

.: Pateta: hoje é aniversário de um dos personagens mais amados da Disney

"O Pateta sempre foi um rapaz modesto e despretensioso, que nunca deixou a fama subir à cabeça", Walt Disney


No dia 25 de maio é o aniversário do Pateta, um dos personagens mais amados da Disney. Com o nome original Goofy, foi chamado inicialmente de Dippy ou também Tribilín em alguns países falantes do espanhol. Já no Brasil, conhecido como Pateta, ficou extremamente popular pela marcante presença nos quadrinhos Disney. Aqui estão mais detalhes para conhecer um dos melhores amigos do Mickey Mouse:

Como é o Pateta?

O Pateta é gentil, um pouco desajeitado e bem-humorado. Ele sempre encontra uma forma de fazer tudo, de esportes e jogos a danças, de uma maneira extremamente errada. Ele tem uma alma bondosa que vê o mundo como um lugar lindo e está sempre pronto para ajudar. Embora o Pateta sempre tenha a melhor das intenções, seus métodos não convencionais podem levá-lo a situações constrangedoras. Os melhores amigos do Pateta são o Mickey e o Donald. Apesar de muitas vezes causas problemas para eles, seu eterno otimismo e bom humor se sobressaem.

Curiosidades sobre o Pateta:

- Walt Disney criou o Pateta depois de ouvir Vance “Pinto” Colvig, um ex-palhaço de circo, narrador e artista da voz, criar uma nova e inovadora risada. A riso foi tão contagiante que inspirou Walt Disney a criar o Pateta.

- Pateta foi originalmente chamado de Dippy Dwag por Walt Disney. Depois ele virou Dippy, o Pateta até que, finalmente, tornou-se somente Pateta.

- Pateta interpretou a si mesmo em aproximadamente 90 curtas-metragens e filmes.

- Pateta já protagonizou dezenas de programas de televisão da Disney e especiais como si mesmo, incluindo o papel principal na série de animação A Turma do Pateta, disponível no Disney+.

Alguns dos conteúdos de maior destaque do Pateta estão no Disney+:

"Pateta: O Filme": O adorável Pateta tenta estreitar sua relação com Max, seu filho adolescente, em uma viagem de carro pelo país. Será que Max vai aprender que não é tão ruim se parecer com seu querido pai, mesmo ele sendo tão desajeitado, distraído, simpático e pateta? Esta comédia repleta de ação e viagens de última hora é a opção ideal para toda a família.

"Pateta 2: Radicalmente Pateta": Pateta volta mais divertido e excêntrico do que nunca neste filme de animação, onde ele se junta a seu filho, Max, para virar mais uma vez um típico garoto universitário... Só que dos anos 70! Quando Max vai para faculdade, Pateta sente tantas saudades que encontra a desculpa perfeita para vê-lo novamente: decide retomar os estudos e, assim, passar mais tempo com seu filho. Ao ritmo das músicas dos anos 70, roupas excêntricas e os penteados mais bizarros, Pateta se tornará o personagem mais popular do campus.

"A Turma do Pateta":  Na série de animação, Pateta é um pai solteiro que vive com seu filho Max em Spoonerville. Os dois acabam morando ao lado de um amigo do Pateta dos tempos da escola: João Bafo-de-Onça, um vendedor de carros, e sua família.

Mickey, Donald e Pateta em "Os Três Mosqueteiros": Os amigos Mickey, Donald e Pateta são faxineiros que sonham em se tornar Mosqueteiros. A vida do trio muda completamente quando Bafo, o capitão dos Mosqueteiros, e a sinistra tenente Clarabela os usam secretamente em um plano para destronar a princesa Minnie. No entanto, Mickey, Donald e Pateta têm uma surpresa para o Bafo.

.: Resenha: "Criança Zumbi", de Ko Moon-young, publicado pela Intrínseca



Por: Mary Ellen Farias dos Santos


"Era alimento 
o que a criança queria?
Ou o calor da mãe?"


Em "Criança Zumbi", escrito pela sul-coreana Jo Young e ilustrado por Jam San, o segundo livro da coleção "It´s okay not to be okay"Ko Moon-young prova que interpretar sentimentos não é uma ação simples, inclusive para mães. A publicação em capa-dura, da Editora Intrínseca, apresenta um novo conto de fadas às avessas

Na trama tudo acontece num pequeno vilarejo, quando nasce um menino de pele pálida e olhos bem grandes. A mãe nota que faltava qualquer sentimento nele, enquanto que sobrava uma fome insaciável. Para garantir o crescimento do pequeno, ela adapta a forma de vida para ofertar o melhor a ele. 

Afinal, quase todos animais se foram devido a uma pandemia. Mergulhada no custe o que custar, a mãe esgota os próprios recursos. Contudo, ao descobrir o calor da mãe, a criança zumbi fala pela primeira vez na vida. Assim, a mãe tem nas lágrimas uma fonte de calor ao filho faminto do mais sublime sentimento. 

Em 24 páginas, a obra de ficção infantojuvenil coreana provoca uma profunda reflexão a respeito do maior sentimento: o amor. Seria amor desmedido aquele impensado a ponto de deixar esvair a vida em favro de outro?! Em meio a provocações, "Criança Zumbi" faz refletir a respeito do que pais precisam, de fato, oferecer a seus filhos. 

Ko Moon-young e suas obras são criações ficcionais do universo do k-drama "It´s Okay Not Be Okay". Você pode comprar "Criança Zumbi", Ko Moon-young aqui: Amazon neste link.

Livro: "Criança Zumbi"
Autor: Ko Moon-young
24 páginas
Ano: 2021
Coleção: It´s OK not to be okay, Livro 2
Editora: Intrínseca
Link de venda: https://amzn.to/3feDFMW


*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm

.: Maestro João Carlos Martins faz palestra online gratuita hoje

A palestra, online e gratuita, é viabilizada através da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério de Turismo


No dia 26 de maio, quarta-feira, às 18h, o Maestro João Carlos Martins faz a palestra/live Os Grandes Compositores da Música Clássica e a Importância da Música no Ensino, que será transmitida com Áudio Descrição e Interprete de Libras no Facebook e Youtube do Maestro, onde, após a transmissão, ficará disponível.

Esta palestra é parte do programa de inclusão social e cultural A Música Venceu, realizado pela Fundação Bachiana, que tem como objetivo ensinar a crianças e jovens os principais conceitos da linguagem musical e o desenvolvimento de novas percepções no aprendizado infantil, contribuindo para o desenvolvimento da sensibilidade, percepção auditiva, atenção e concentração das crianças.

Maestro João Carlos Martins convidou para esta palestra seu companheiro na Bachiana Filarmônica Sesi-SP, o violinista e maestro assistente Heitor Fujinami, que divide com o público sua experiência com a música clássica, iniciada aos 6 anos de idade e que o levou a se destacar em concursos e recitais, até integrar diversas orquestras, como a Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra de Câmara Villa-Lobos e na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – onde ainda atua.

Martins, ao piano, e Fujinami, com seu violino, vão além da teoria e presenteiam o público com intervenções musicais que ilustram a palestra, viabilizada através da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério de Turismo.

Palestra online: Os Grandes Compositores da Música Clássica e a Importância da Música no Ensino

Com Maestro João Carlos Martins e Heitor Fujinami

Data: 26 de maio, quarta-feira, às 18h

Acesso gratuito nos canais do maestro nas redes Facebook e YouTube:

facebook.com/maestrojoaocarlosmartins | youtube.com/JoaoCarlosMartinsOficial

.: "Sempre Vou Te Amar", de Catherine Ryan Hyde: conheça a autora

Depois de cativar os darksiders com "Leve-me com Você", a escritora está de volta


Se tem uma escritora que captura bem a essência do selo DarkLove é Catherine Ryan Hyde. Com suas abordagens otimistas na vida de pessoas comuns, ela traz aos leitores temas como superação de dificuldades ou abuso, jornadas por lugares pitorescos e temas como alcoolismo, dilemas de diversidade sexual e outras causas sociais.

Depois de cativar os darksiders com "Leve-me com Você", a escritora está de volta com "Para Sempre vou te Amar". Aqui, Catherine guia o leitor em uma busca por um lar definitivo e, acima de tudo, por pertencimento. E a busca por seu lugar no mundo nem sempre envolve apenas uma localização, mas sim as pessoas que estão ao nosso lado, que deixam a jornada mais leve.

Autora de mais de 30 livros, Catherine Ryan Hyde conquistou o status de best seller em países como Estados Unidos e Reino Unido. Nascida em uma família de escritores e passando boa parte de sua vida em Buffalo e na cidade de Nova York, ela frequentemente se inspira na metrópole para situar personagens – seja apenas em trechos ou na história completa.

A escritora atribui sua transformação de “a última criança a ser escolhida para o time” a uma autora de sucesso à sua professora preferida, Lenny Horowitz, que a incentivou na literatura. Antes de se dedicar ao mundo das palavras, Catherine trabalhou como treinadora de cães, guia turística e em uma padaria.

Um de seus maiores sucessos, "A Corrente do Bem", acabou ganhando as telonas em um filme estrelado por Helen Hunt. Ela se inspirou em uma experiência pessoal para criar a narrativa: seu carro pegou fogo na “vizinhança ruim” onde morava, como a própria Catherine definia, e duas pessoas completamente desconhecidas lhe ajudaram e foram embora antes mesmo que ela pudesse lhes agradecer.

Entre viagens e o convívio com animais: Em sua vida pessoal, Catherine Ryan Hyde tem duas paixões amplamente conhecidas: animais e viagens com tons de aventura. Aliás, a página sobre ela no site da autora dedica a maior parte do espaço aos seus bichinhos de estimação e às viagens que ela já realizou.

Atualmente, ela possui um gato chamado Jordan, uma cadelinha chamada Chloe, um cavalo chamado Soul (com quem pratica hipismo) e um pônei chamado Opal Moon. Recentemente ela perdeu sua companheira mais antiga: Ella, uma cachorrinha que já tinha 15 anos e cultivava uma bela amizade com Jordan – e que foi amplamente divulgada por Catherine em suas redes.

Sua paixão por escaladas e caminhadas de aventura em diferentes lugares do mundo também recebe destaque no seu site. Ela já escalou duas vezes o Grand Canyon e mochilou pela Trilha Inca para Machu Picchu, no Peru. Em 2016, a escritora viajou ao Nepal para subir a parte mais baixa do Himalaia, chegando a um hotel no caminho para o Everest que fica a quase 4 mil metros de altitude.

Aliás, em suas experiências pelo Himalaia e pelos Andes, a autora concluiu que, por mais que goste das aventuras e das escaladas, nunca mais subirá a altitudes maiores que 4 mil metros. “Respirar é bom, eu dependo disso”, brinca.

O processo de escrita de Catherine Ryan Hyde: Em entrevista ao site Writer at Play, Catherine compartilhou um pouco de seu processo criativo, que lhe ajuda a criar tantas histórias fascinantes. A autora revelou que separa um momento no dia apenas para escrever, geralmente no período da manhã. “Se eu tenho algo pronto, eu sento para escrever de manhã. Acordo, faço um pouco de yoga e alongamentos, um pouco de meditação, bebo uma xícara de café e começo”.

O local escolhido por ela é a sua cadeira na sala de estar, mas nem sempre foi assim. “Quando minha mãe estava viva e dividia a casa comigo na aposentadoria, e minha irmã e os filhos vinham visitar regularmente, nós criamos um estúdio para mim. Ele ficava em cima da garagem”. Agora, com a casa mais silenciosa, ela senta na sua cadeira de gravidade zero, que, segundo ela, “é melhor para as costas do que uma cadeira de escrivaninha”. A escritora possui uma espécie de mesa de colo e escreve em seu laptop.

Apesar de não ter qualquer ritual especial para escrever, Catherine afirmou que gosta de ter uma boa ideia da cena seguinte antes de produzir. “Acho que precisamos tomar um pouco de cuidado ao dizer que ‘precisamos’ escrever. Eu só preciso de uma ideia e estou pronta para escrever”, explica.

Por ser uma escritora tão experiente, Catherine Ryan Hyde tem dicas valiosíssimas para quem também quer seguir esta carreira. Tudo começa com criar um documento digital e se desafiar a escrever a primeira cena. “Se eu tenho algo em andamento, mas não consigo evoluir com o próximo capítulo ou cena, abro o documento para adicionar apenas uma frase ou parágrafo. Quase sempre eu acabo com várias páginas escritas antes de fechar o documento”.

Para aqueles que não conseguem evoluir com a sua obra, ela aconselha que seja dado um passo para trás e reavaliado o verdadeiro interesse do escritor naquela história. Se este for o caso, Catherine recomenda que o projeto seja deixado de lado. “Você deve ter perdido o interesse por um motivo. Não jogue fora. Nunca jogue nada fora. Apenas se permita trabalhar em algo novo. Se não estava te inspirando a escrever, provavelmente terá problemas em inspirar um desconhecido a ler. Tente encontrar um projeto que seja empolgante e que te chame de volta ao trabalho”.


.: Diário de uma boneca de plástico: 25 de maio de 2021

Querido diário,

Hoje é o Dia da Toalha, de puro Orgulho Geek! E como foi que isso tudo começou?!

O nome do dia de hoje está ligado a um ícone antigo da literatura nerd: o escritor Douglas Adams, autor de "O Guia do Mochileiro das Galáxias", livro que foi até adaptado para as telonas do cinema. Adams faleceu em maio de 2001, duas semanas depois da perda, um grupo de fãs decidiu homenageá-lo saindo nas ruas com uma toalha. 

Por que a toalha?! Simples. Conforme o livro de Adams destaca, a toalha é útil para um mochileiro interestelar por ter várias funções, como servir de travesseiro ou agasalho, ser usada em lutas, como proteção contra substâncias tóxicas e, claro, para nos enxugarmos.

Ah! Deixo aí a minha foto no instagram, publicada ano passado. Aguardem a de 2021!!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,


Donatella Fisherburg



.: "E a Nave Vai": estreia experiência audiovisual do Teatro Inominável

Com dramaturgia e direção de Diogo Liberano, a obra reflete sobre a falta de controle do ser humano quando se vê diante dos afetos. No elenco, estão Andrêas Gatto, Gunnar Borges e Márcio Machado. Foto: divulgação


As grandes paixões têm o poder de provocar o descontrole, de tirar o sujeito de seu próprio comando. O filósofo Spinoza chama de servidão essa impotência humana para regular e refrear os afetos. Nesse estado de apaixonamento, quem já não se viu tomando atitudes inusitadas ou mesmo nada saudáveis? Até que ponto é possível domar um afeto e tomar a melhor decisão para si mesmo? São esses questionamentos que acompanham “E a Nave vai”, primeira realização audiovisual do Teatro Inominável, que faz uma curta temporada, de 26 a 29 de maio de 2021, às 19h, no canal do YouTube do grupo (youtube.com/TeatroInominável). Com dramaturgia e direção de Diogo Liberano, o filme apresenta o apaixonamento entre Mocinho e Gatão, que se conhecem e querem estar juntos, mas não pelos mesmos motivos. O projeto tem patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

A primeira encenação teatral de “E a Nave vai” estreou em 2019, na Itália, e foi apresentada em diversas cidades italianas e em Buenos Aires, Argentina. No Brasil, o projeto seria fazer uma temporada presencial em teatros cariocas este ano, mas devido a impossibilidade imposta pela pandemia, o Teatro Inominável optou por compor uma versão audiovisual centrada no problema que se estabelece entre Mocinho e Gatão diante de um encontro marcado por pulsões divergentes. O ator Márcio Machado interpreta Gatão, um homem de quarenta e poucos anos com medo do passado, enquanto Gunnar Borges interpreta Mocinho, um homem com trinta e poucos anos com medo do futuro. Entre eles, porém, há um terceiro personagem interpretado por Andrêas Gato: a Nave, um automóvel com espaço interior para apenas duas pessoas e que, muitas vezes, parece enxergar aquilo que os outros dois não percebem.

A trama de “E a Nave vai” foi inspirada numa história vivida pelo dramaturgo e diretor Diogo Liberano, porém, remodelada poeticamente visando abrir aos espectadores indagações sobre como podemos – ou não – lidar com afetos tão fortes como, por exemplo, aqueles provocados por um apaixonamento. Para a dramaturgista do projeto, Thaís Barros, “foi importante ultrapassarmos o teor biográfico da história para focar no que acontecia entre os personagens. Como dramaturgista, busquei trazer contrapontos para aquilo que os atores e o diretor traziam para o processo criativo.” Nesta nova criação, também o primeiro trabalho audiovisual do Inominável, o desejo é o de apresentar um problema para que, a partir dele, cada espectador(a) possa fazer suas próprias conexões e indagar aquilo que lhe parecer importante. “Queremos que as pessoas se identifiquem, que pensem nas maneiras como os seres humanos se relacionam uns com os outros, e como nos machucamos. A gente confia na sensibilidade do espectador para completar uma história que intencionalmente não se mostra em sua completude”, comenta o diretor.

Todos os ensaios foram realizados pelo Zoom e a equipe só se encontrou durante os três dias de filmagem. “Era importante que a gente conseguisse transmitir todas aquelas emoções pelo Zoom, que a cena acontecesse mesmo que as possibilidades de criações do corpo estivessem limitadas”, lembra o ator Gunnar Borges. “Quando a gente se encontrou ao vivo para filmar foi um desafio, já que a gente ainda não havia contracenado presencialmente, mas já tínhamos estabelecido uma troca bem intensa de afetos nesse período. Então, foi também bastante prazeroso”, acrescenta Márcio Machado. Para o Andrêas Gatto, o mais interessante em interpretar a Nave foi “saber que, durante a ação, eu e o cenário nos confundíamos: eu, a poltrona, o vidro, o retrovisor e a jaqueta éramos a mesma coisa. Foi preciso falar, gesticular, agir, mas também dar espaço para que todos os outros elementos fizessem o mesmo”.

O maior desafio do trabalho foi a criação de uma linguagem nova, que mescla teatro e cinema e que resultou de uma parceria entre diretor, atores e os outros integrantes da equipe criativa, formada por Thaís Barros (dramaturgismo), Felipe Quintelas (direção de fotografia), Fabio de Souza e Luiz Wachelke (direção de arte e figurino), Renato Garcia (som direto), Phil Baptiste e Elisio Freitas (trilha sonora original) e Pedro Capello (edição e finalização). “O mais importante para a gente foi pensar em como a linguagem audiovisual recebe a poeticidade do jogo teatral, e não apenas mostrar, de maneira realista ou literal, aquilo que é contado. Apesar de ser um diretor de teatro, o pensamento e o estudo sobre cinema, sempre fizeram parte da minha trajetória e das minhas pesquisas. Então, agora tive oportunidade de explorar caminhos que já tinha vontade e construir um filme que apresenta outra intensidade no trabalho de atuação e um tempo diferente do teatro”, analisa Liberano.

 “E a Nave vai” surgiu, originalmente, como uma dramaturgia criada por Diogo Liberano durante o projeto internacional BeyondtheSUD (BETSUD), voltado à criação de dramaturgos e diretores teatrais com idade inferior a 35 anos e que, no Brasil, contou com parceria do Complexo Duplo, Complexo Sul e Festival Cena Brasil Internacional. O filme criado a partir dessa dramaturgia fará quatro exibições no YouTube do Teatro Inominável, de quarta-feira a sábado, de 26 a 29 de maio de 2021. No sábado, dia 29 de maio, após a exibição, haverá um bate-papo dos integrantes do Inominável com um psicanalista convidado. 

Sobre o Teatro Inominável: Companhia teatral criada em 2008 na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, atualmente, composta por Andrêas Gatto, Clarissa Menezes, Diogo Liberano, Gunnar Borges, Laura Nielsen, Márcio Machado, Natássia Vello e Thaís Barros. Em seu histórico, além de três edições da Mostra Hífen (2012, 2014 e 2016), destacam-se espetáculos e performances como “Sinfonia Sonho” (2011) e “O Narrador” (2014), indicados aos prêmios Shell, Cesgranrio e Questão de Crítica no Rio de Janeiro.

Em 2019, comemorando 10 anos, o Inominável estreou “dentro” e “YELLOW BASTARD”, peças que ocuparam o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB – Rio de Janeiro), tendo “YELLOW...” recebido patrocínio através do Programa de Patrocínios do Banco do Brasil. Na ocasião, em parceria com a Editora Cobogó, a companhia fez a publicação de dramaturgias de seu repertório escritas por Diogo Liberano: “Sinfonia Sonho” (2011) e “YELLOW BASTARD” (2019).

Com suas criações, realizou inúmeras temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, além de se apresentar em festivais e mostras nacionais como Festival de Teatro de Curitiba (Curitiba/PR), Tempo Festival (Rio de Janeiro/RJ), Mostra Rumos Cultural – Itaú Cultural (São Paulo/SP), Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (São José do Rio Preto/SP), Festival Palco Giratório (Porto Alegre/RS), Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente (Presidente Prudente/SP), Festival Estudantil de Teatro – FETO (Belo Horizonte/MG), Mostra BH in Solos (Belo Horizonte/MG) etc.; e internacionais, como a Volumen. Escena editada em Buenos Aires, na Argentina.


Ficha Técnica:

Direção, Dramaturgia e Produção: Diogo Liberano

Atuação: Andrêas Gatto, Gunnar Borges e Márcio Machado

Dramaturgismo: Thaís Barros

Direção de Fotografia: Felipe Quintelas

Direção de Fotografia Adicional: Thaís Grechi

Assistência de Câmera: Adassa Martins

Edição e Finalização: Pedro Capello

Trilha Sonora Original: Phil Baptiste e Elisio Freitas

Som Direto: Renato Garcia

Direção de Arte e Figurino: Fabio de Souza e Luiz Wachelke

Produção de Figurino: Gustavo Souza

Caracterização: Cora Marinho

Cenotécnica: Elias Ramos de Souza, Marcinho Domingues e Iuri Wander

Legendagem: Daniel Chediek

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Design Gráfico: Diogo Liberano

Conteúdo e Comunicação Online: Diogo Liberano e Thaís Barros

Coordenação Financeira e Prestação de Contas: Patrícia Basílio

Produção Executiva: Tainá Louven

Direção de Produção: Ártemis

Realização: Teatro Inominável


Serviço:

E a Nave vai

Temporada: de 26 a 29 de maio de 2021, quarta a sábado, sempre às 19h.  No dia 29, após a exibição, haverá um bate-papo dos integrantes do Inominável com um psicanalista convidado. 

Ingressos: gratuitos. Exibição pelo canal do Teatro Inominável no YouTube (https://youtube.com/TeatroInominável)

Tempo de duração: 45 minutos

Classificação etária: 14 anos


.: A relação da palavra e o meme em live do Museu da Língua Portuguesa

Criadores de memes, com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram, participam do projeto A Palavra no Agora; live será dia 27, às 19h, no YouTube e Facebook


Sucesso nas redes sociais com a produção e publicação de memes, integrantes do coletivo Saquinho de Lixo (@saquinhodelixo no Instagram) são os convidados de maio para a live "A Palavra no Agora: Conversas", dia 27, a partir das 19h, realizada pelo Museu da Língua Portuguesa - instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. O bate-papo é transmitido no YouTube e Facebook do museu, com tradução simultânea em Libras, a língua brasileira de sinais.

Na conversa, os convidados vão discutir a relação entre a palavra e meme e a influência da internet sobre a linguagem. Participaram do encontro o pesquisador e analista acadêmico Júlio Emílio, a designer e diretora de arte Sofia Carvalho e o professor, cineasta e pesquisador Rodrigo Almeida. Os três são co-fundadores do coletivo. A mediação é do jornalista Mateus Araújo, da equipe de comunicação do Museu da Língua Portuguesa.

Saquinho de Lixo é um coletivo multimidiático, criado em 2018. Borrando os limites entre tecnologia e arte, os memes do grupo saíram do espaço virtual para integrar exposições como Língua Solta, a primeira exposição temporária da reabertura do Museu da Língua Portuguesa.

A série de lives A Palavra no Agora: Conversas tem patrocínio do Itaú Unibanco, por meio da lei federal de incentivo à cultura.

PROJETO

A série de lives "A Palavra no Agora": Conversas acontece uma vez por mês e recebe convidados para debater o papel da palavra no mundo, traduzindo e antecipando questões atuais da nossa sociedade, sobretudo neste momento de pandemia. As conversas fazem parte do projeto "A Palavra no Agora", lançado em julho de 2020, que reúne textos de variados formatos, produzidos por colaboradores de todo o Brasil e disponibilizados gratuitamente em noagora.museudalinguaportuguesa.org.br.

Essa ação surgiu da constatação dos múltiplos prejuízos causados pelo coronavírus: além do trauma pela perda de pessoas queridas, a impossibilidade de realização dos rituais tradicionais de luto, por conta do isolamento social, provoca uma dor ainda maior a familiares e amigos. O site então propõe que as pessoas escrevam sobre a pessoa que se foi, ou sobre os próprios sentimentos, como maneira de lidar com as múltiplas perdas.

Para estimular e inspirar o público, o projeto também disponibiliza trechos de obras literárias que falam sobre o sentimento de perda, além de resenhas de livros e filmes que de alguma maneira abordam o assunto. São áreas abertas para a contribuição de escritores, editoras e do público, que podem tomar a iniciativa de sugerir obras (filmes, livros, músicas) que possam apoiar e inspirar outras pessoas nesse momento.

O site contém ainda informações sobre serviços de apoio para pessoas que estão tendo dificuldades para lidar com o momento da pandemia.

Sobre o Museu da Língua Portuguesa: Atualmente, o Museu está fechado para reconstrução. O Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, concebido e realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. A reconstrução do Museu tem como patrocinador máster a EDP Brasil, como patrocinadores Grupo Globo, Itaú Unibanco e Sabesp e apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Governo Federal, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.


.: Amazon lança concurso nacional de poesia. Inscrição abertas!

Para concorrer a um prêmio em dinheiro, os participantes do concurso nacional de poesia deverão publicar seus poemas em eBook pelo Kindle Direct Publishing (KDP) e preencher formulário do concurso


Neste segundo ano da pandemia, quando ainda precisamos nos manter em distanciamento social, um concurso cultural de âmbito nacional propõe uma reflexão sobre o impacto do isolamento no cotidiano e os planos para o futuro, quando a Covid-19 estiver controlada e as pessoas voltarem às ruas. Depois da bem-sucedida primeira edição em 2020, quando recebeu 400 inscrições de todo o Brasil e reuniu poetas de 110 cidades e 22 Estados, o Concurso Tâmaras, poesias para depois do amanhã chega ao segundo ano. Esta edição 2021 é uma realização da Polo Cultural, por meio da Lei Aldir Blanc estadual, PROAC - expresso do Governo do Estado de São Paulo, com apoio da Amazon.com.br.

As inscrições estão abertas para pessoas de todo o Brasil entre 1 e 31 e maio. Para se inscrever, os autores devem completar duas etapas. A primeira é publicar a obra por meio do KDP (Kindle Direct Publishing) ferramenta de autopublicação da Amazon em http://kdp.amazon.com.br. Realizado de forma virtual, o concurso é aberto a todas as idades, com premiação em dinheiro para os três primeiros lugares de cada uma das categorias – Iniciante (novos autores), Profissional (poetas independentes com reconhecimento no mercado) e Estudante (do Ensino Público). Para participar, é obrigatório o envio da poesia em texto de, no mínimo 5 laudas, e um vídeo com a gravação do poema falado.

Inscrições: Os participantes devem incluir #ConcursoTâmaras no campo de palavras-chave durante o processo de publicação e se registrarem na categoria Poesia. Os títulos têm de ser compostos por poesias originais em português do Brasil que não tenham sido publicados anteriormente e submetidos exclusivamente ao Kindle durante o período do Prêmio, inscrevendo-os no programa KDP Select, e colocando o preço de R$1,99. Os termos e condições do Concurso Tâmaras podem ser vistos em amazon.com.br/concursotamaras

Depois, os concorrentes devem preencher um formulário que estará disponível no site da Polo Cultural em polocultural.com.br. Nesse formulário os autores irão terminar a sua inscrição, colocando o link para a obra publicada pelo KDP e disponível para venda na Amazon, e selecionando em qual categoria que estão se inscrevendo. Além disso, devem incluir também um link para um vídeo público, em qualquer plataforma de vídeo ou rede social com livre acesso, declamando o poema inscrito. Esse formulário é obrigatório, e será a ficha de inscrição para seguir a avaliação das obras.

O KDP é uma forma rápida, gratuita e simples de escritores e editoras publicarem seus livros por conta própria e disponibilizá-los para leitores ao redor do mundo. Com o KDP, os autores têm total controle do processo, do design da capa até a definição do preço, podendo receber até 70% em royalties.

Todos os poemas participantes do Concurso Tâmaras estarão disponíveis na Loja Kindle e no Kindle Unlimited. Os eBooks Kindle podem ser adquiridos e lidos com o aplicativo gratuito Kindle para computadores, tablets e smartphones Android ou iOS, além de e-readers Kindle.

Seleção e prêmios: As obras inscritas serão analisadas em uma primeira fase por uma comissão julgadora composta por coletivos literários indicados pelo Polo Cultural Educação e Arte, levando em conta o texto escrito, o vídeo e o engajamento em mídias sociais. Os critérios de avaliação são: criatividade, desenvolvimento da ideia e linguagem poética (texto), qualidade, performance artística e originalidade (vídeo) e número de visualizações, curtidas e compartilhamento (mídias sociais). Na primeira etapa, os slams vão escolher 30 obras finalistas, 10 em cada categoria. Estes vídeos selecionados serão postados no Youtube e para serem submetidos, numa segunda fase, ao voto popular do internauta.

Quem planta tâmaras não colhe tâmaras: O concurso propõe o semeio das palavras como forma de enfrentar a pandemia: se ainda não há cura ao vírus, que a arte viralize afeto e sonhos para os dias que virão. O nome do prêmio/concurso tem inspiração em um antigo ditado árabe: "Quem planta Tâmaras não colhe Tâmaras". Isso porque em seu processo natural, sem as técnicas de cultivo avançadas, as tamareiras levavam de 80 a 100 anos para frutificar, ou seja, seu plantio era como um exercício de solidariedade, de doação ao próximo, pois se cultivava independente de quem viesse a colher o fruto.

“Propomos aos poetas essa importante e urgente construção, dos poemas para depois do amanhã, onde possamos sonhar o mundo que iremos encontrar no futuro, e os desafios dessa nova relação com o planeta que cada um precisará descobrir e estabelecer. Voltar a circular com os passos certos, com o amor e a coragem que o tempo pedirá”, provoca Marcelo Sollero, da Pólo Cultural, Educação e Arte, realizadora do evento. “Convidamos os amantes das palavras para esse desafio, que surge não só como uma ferramenta de aproximação das pessoas, por meio da troca de experiência nos versos a serem escritos, mas também como um remédio para injetar empatia e esperança no inconsciente coletivo”, finaliza Sollero.

Sobre o Polo Cultural: Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), o Polo Cultural Educação e Arte foi criado em 1998 por iniciativa de um grupo de artistas independentes, com a proposta de impulsionar, criar oportunidades e dar visibilidade a seus trabalhos. Hoje segue com foco na produção destes agentes de cultura que se encontram fora do circuito comercial e desenvolve os seguintes projetos: Arte é Inovação, concurso de poesia Tâmaras, o projeto de literatura Arena da Palavra e o projeto de educação O Palco, que promove oficinas de teatro, dança e poesia a alunos da rede pública e incentiva agentes locais de cultura. Tem sede em São Paulo.

Para Roteiro: Prêmio Tâmaras – Realização Polo Cultural e Amazon. Inscrições entre 1 e 31 de maio por meio do KDP (http://kdp.amazon.com.br.

Os termos e condições do Prêmio Tâmaras podem ser vistos em amazon.com.br/concursotamaras

Os participantes devem incluir #PrêmioTâmaras no campo de palavras-chave durante o processo de publicação e se registrarem sob a categoria Poesia.


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