Espetáculo mistura spoken word, narrativa policial e paisagem sonora para discutir violência de gênero, memória e vulnerabilidade. Foto: Tamara dos Santos
Texto, encenação e performance: Luiza Romão
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Depois de circular por teatros, centros culturais e galerias de arte, o espetáculo "Exausta, em Cena" retorna em temporada em São Paulo no Studio Mistto, novo espaço cultural da Galeria Metrópole, no centro da cidade. Com dramaturgia, concepção e atuação de Carolina Romano e direção de Victoria Ariante, o monólogo será apresentado de 20 a 29 de junho, com sessões aos sábados, domingos e segundas, às 19h30, no Studio Mistto, na Galeria Metrópole.
Inspirado em um filtro viral criado por Carolina Romano nas redes sociais, o espetáculo acompanha a trajetória de uma artista visual que decide abandonar o emprego tradicional após viralizar na internet. O reconhecimento repentino parece finalmente abrir espaço para viver da própria arte, até que a ansiedade reaparece e transforma o processo em um confronto interno sobre pertencimento, aceitação e adoecimento mental.
Por meio do drama, a peça trata da existência exaustiva do jovem adulto moderno e das aflições de uma artista ao buscar pertencimento e reconhecimento por seu trabalho. A peça também discute como as redes sociais atravessam afetos, relações e a percepção de valor de uma geração acostumada a medir aceitação por likes, números e interações.
O projeto “exausta” teve início quando ela conheceu a obra 'Untitled #137', na qual a fotógrafa Cindy Sherman retrata uma mulher com aparência cansada. Então, Carolina começou a refletir sobre a própria exaustão e todo o efeito que o caos político e social do período pré-pandemia teve sobre ela e seus amigos. A partir dessa reflexão, ela lançou, no fim de 2021, o filtro no Instagram que simula o cartaz de um filme, com o título Exausta e a foto do usuário. Ele viralizou de forma inesperada e alcançou mais de 100 mil usuários apenas em sua primeira versão. Motivada pela identificação gerada em milhares de pessoas, a artista passou a inserir a personagem em diferentes cenários. A transição para o palco foi inspirada em grandes atrizes e dramaturgas contemporâneas: Phoebe Waller-Bridge, Micaela Coel, Leandra Leal e Clarice Falcão, além de Gregório Duvivier.
O cruzamento entre diferentes expressões artísticas é uma marca do trabalho de Romano. Formada em 2017 pelo extinto Instituto Stanislavski, em São Paulo, atuou em peças premiadas, performances híbridas e digitais, curtas-metragens e web séries. "Exausta, em Cena" estreou em 2023 no Teatro Pequeno Ato e seguiu em circulação nos anos seguintes com apresentações no Sesc São Caetano, Pinacoteca de São Bernardo do Campo, Hospital do Servidor Público, Teatro OCA e em galerias de arte como Brotero 39 e BR Arte Galeria. Em 2026, o espetáculo inaugura o Studio Mistto, na Galeria Metrópole, reforçando a adaptabilidade estética e artística da montagem.
Ficha técnica
Espetáculo "Exausta, em Cena"
Idealização, concepção, dramaturgia e elenco: Carolina Romano
Direção e concepção: Victoria Ariante
Direção de produção: Carolina Romano
Trilha sonora original: Gui Leal - Despertar
Produção executiva: Brunna Laurino e Rafael Fontenele
Assistente de Produção: Camila Johann
Concepção de luz: Rafa Bernardino
Operação de projeção: Camila Johann
Operação de áudio: Brunna Laurino
Direção de arte, identidade visual e redes sociais: Carolina Romano e Enzo Malaquias
Realização: Studio Mistto
Apoio Cultural: Espaço Co.lab e Studio A Flor da Vida
Nas redes sociais: @exaustaemcena / @_carolinaromano
Serviço
Espetáculo "Exausta, em Cena"
Temporada: de 20 a 29 de junho de 2026. Sábados, domingos e segundas, às 19h30
Abertura da casa: 18h30, com DJ set, bar e lojinha do espetáculo
Studio Mistto, Galeria Metrópole
Rua Basílio da Gama, 148, República
Entrada pela garagem Ingressos: preço único R$ 35
Vendas: https://www.sympla.com.br/produtor/exaustaemcena
Como parte das celebrações de duas décadas da Mega Artesanal, maior feira de produtos e técnicas para arte, artesanato e artes manuais da América Latina, a WR ART Galeria apresenta, de 11 a 15 de julho, no São Paulo Expo, a exposição “20 Textos sob as Luzes de 100 Artistas”, uma mostra coletiva que propõe um diálogo potente entre literatura, memória e criação contemporânea. Idealizado por Wander Mazzotti, o projeto reúne 100 artistas convidados de diferentes regiões do Brasil em torno de um mesmo desafio: transformar palavras em linguagem visual. A curadoria é assinada por Paulo Mattos e pelo próprio Wander.
A exposição parte de 20 textos inéditos, escritos especialmente para o projeto, que funcionam como ponto de partida para as criações. A partir deles, grupos de cinco artistas interpretam livremente personagens históricos, pensadores, artistas e figuras simbólicas, construindo leituras visuais que atravessam cultura, política, arte e o imaginário coletivo.
A mostra propõe um exercício de interpretação contemporânea. Técnicas como bordado, pintura, colagem, assemblagem, fotografia, costura, desenho e escultura se articulam em um grande mosaico visual que explora temas como liberdade, memória e criação. Ao integrar a programação da Mega Artesanal, a exposição reforça o papel da arte manual dentro da economia criativa e seu diálogo com o pensamento contemporâneo.
“Esta exposição traduz muito bem o espírito da Mega ao longo desses 20 anos: um espaço de encontro, troca e valorização da criatividade brasileira. Ao reunir 100 artistas em torno de uma mesma proposta, conseguimos mostrar a força da produção coletiva e como o fazer manual pode dialogar com reflexão, arte e inovação”, afirma Rita Mazzotti, diretora comercial e operacional da WR São Paulo.
“20 Textos sob as Luzes de 100 Artistas” evidencia, ainda, a potência da criação coletiva e a diversidade da produção artística brasileira, aproximando diferentes repertórios, técnicas e trajetórias em uma mesma experiência expositiva. A Mega Artesanal acontece de 11 a 15 de julho, no São Paulo Expo, em São Paulo, e deve receber cerca de 90 mil visitantes em cinco dias de negócios, lançamentos, capacitação e experiências, consolidando-se como um dos principais pontos de encontro do setor no país.
Serviço
Exposição "Mega Artesanal 2026"
Data: até dia 15 de julho de 2026
Local: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5, Água Funda - São Paulo/SP)
Horários: das 10h00 às 18h00
Ingressos: wrsaopaulo.com.br/megaartesanal
Valores: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) até dia 22/06/2026
Restrições: Proibida a entrada de menores de 12 anos (exceto lactentes de até 2 anos) e animais de estimação
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O filme “Linda e selvagem” chega na plataforma de streaming Belas Artes À La Carte, como um daqueles achados que parecem sussurrados pela memória da televisão dos anos 1990. Dirigido por Diane Keaton, em uma incursão rara atrás das câmeras, o filme aposta na observação paciente de relações afetivas que nascem onde antes só havia isolamento. Baseado no livro "Alice", de Sara Flanigan - que também assina o roteiro -, o longa acompanha uma jovem surda e com crises epilépticas, mantida à margem da convivência social por um padrasto violento. A narrativa se passa em 1938 e ganha fôlego quando dois irmãos, vividos por William McNamara e uma ainda iniciante Reese Witherspoon, descobrem a existência da garota e insistem em romper o cerco de abandono que a aprisiona.
Patricia Arquette, em início de carreira, sustenta o filme com uma atuação de entrega física e emocional notável, evitando caricaturas e construindo uma personagem que se comunica pelo olhar, pelo gesto e pela resistência. Há algo de cru em sua presença, uma vulnerabilidade que nunca se rende ao sentimentalismo fácil. Ao redor dela, Beau Bridges e Susan Blakely ajudam a compor um ambiente familiar marcado por tensões e silêncios impostos - ainda que o filme prefira sugerir a violência a explorá-la de forma gráfica.
Diane Keaton conduz tudo com discrição. Sua direção não busca virtuosismo, e sim proximidade. A câmera se mantém atenta às relações, aos pequenos deslocamentos emocionais, aos instantes em que a confiança começa a nascer. Esse olhar encontra eco na fotografia de Janusz Kamiński, anos antes de sua consagração ao lado de Steven Spielberg, já demonstrando cuidado com luz natural e ambientação.
Produzido para a televisão e exibido originalmente nos Estados Unidos em 3 de dezembro de 1991, o filme carrega marcas desse formato - duração mais elástica, ritmo menos urgente -, mas transforma essas limitações em terreno fértil para o desenvolvimento dos personagens. Não por acaso, a obra conquistou duas premiações e acumulou indicações, consolidando-se como um título lembrado pela delicadeza com que aborda temas espinhosos.
Há também um charme adicional em revisitar “Linda e Selvagem” hoje: reconhecer, em estado embrionário, nomes que se tornariam centrais em Hollywood. Reese Witherspoon aparece aqui em sua estreia televisiva, enquanto Patricia Arquette já indica o alcance dramático que marcaria sua trajetória. O filme não tenta reinventar a roda. Prefere girá-la com cuidado, deixando que cada gesto, cada aproximação, construa um caminho possível entre brutalidade e afeto.
Ficha técnica
“Linda e Selvagem” | "Wildflower" (título original) | "Uma Flor Selvagem" (em Portugal)
Gênero: drama, romance. Duração: 120 minutos. Classificação indicativa: não classificado. Ano de produção: 1991. Idioma: inglês. Direção: Diane Keaton. Roteiro: Sara Flanigan. Elenco: Beau Bridges, Susan Blakely, Patricia Arquette, Reese Witherspoon, William McNamara. Distribuição no Brasil: Não disponível comercialmente (filme para televisão). Cenas pós-créditos: não. Assista na plataforma de streaming Belas Artes À La Carte.
O programa "Roda Viva" recebe nesta segunda-feira, dia 15 de junho, ao vivo na TV Cultura, o ator, diretor, dramaturgo e escritor Miguel Falabella. Considerado um dos artistas mais versáteis e multifacetados do Brasil, Falabella construiu uma carreira de sucesso no teatro, no cinema, na televisão e na literatura. Sua trajetória reúne grandes musicais, trabalhos de destaque no audiovisual e personagens inesquecíveis, como o irreverente Caco Antibes, do humorístico Sai de Baixo.
Atualmente, o artista está em cartaz no Rio de Janeiro com o espetáculo Victor ou Victoria. Recentemente, também lançou o livro "A Partilha e Outras Peças Teatrais", publicado pela Matrix Editora, que reúne quatro textos fundamentais de sua dramaturgia, escritos entre 1990 e 2025. Com apresentação de Ernesto Paglia, o "Roda Viva" vai ao ar às 22h00, na TV Cultura, com transmissão simultânea no YouTube e site oficial da emissora. Leia a crítica do livro - "'A Partilha' e Outras Peças Teatrais" é um convite à reflexão profunda - neste link.
A cantora Sandra Sá é a convidada do programa "Bem Brasil" neste domingo, dia 14 de junho, às 12h00, em um show especial transmitido ao vivo pela TV Cultura, a partir do meio-dia, diretamente do Sesc Itaquera, em São Paulo. A apresentação reúne sucessos que marcaram mais de 40 anos de carreira de uma das vozes mais importantes da música brasileira, como "Retratos e Canções", "Joga Fora", "Bye Bye Tristeza" e "Olhos Coloridos".
Com uma trajetória marcada pela mistura de MPB, soul, samba, funk e pop, Sandra Sá leva ao palco canções que evidenciam a diversidade musical de sua obra e sua capacidade de dialogar com diferentes gerações de público. Wandi Doratiotto apresenta o Bem Brasil, que conta ainda com a participação da jornalista Roberta Martinelli, que interage com o público presente no Sesc Itaquera. O programa tem transmissão ao vivo pela TV Cultura, canais da TV Cultura, sesc.tv e no canal do youtube.com/sescsp. O público também pode acompanhar as apresentações do "Bem Brasil" no Sesc Itaquera. Os ingressos são gratuitos.
Sobre o "Bem Brasil"
Reconhecido como um dos mais importantes programas musicais da TV pública brasileira, o "Bem Brasil" voltou à TV Cultura após 18 anos, em 7 de junho, por meio de uma parceria entre a emissora e o Sesc São Paulo. A nova fase da atração tem apresentação de Wandi Doratiotto e participação da jornalista Roberta Martinelli. Ao longo da trajetória, o programa tornou-se um registro vivo da diversidade e da riqueza da música brasileira, contribuindo para a democratização do acesso à música na televisão aberta.
A atração estreou em 5 de maio de 1991, na TV Cultura, com a proposta de levar shows musicais ao vivo à televisão aberta, sempre com plateia presente. O nome do programa foi inspirado no choro Bem Brasil, de Altamiro Carrilho, que também participou da edição de estreia ao lado do grupo Isaías e Seus Chorões. Inicialmente exibido ao vivo do anfiteatro da USP, em São Paulo, o programa rapidamente se consolidou como um palco democrático da música brasileira, reunindo artistas de diferentes estilos e gerações.
Ao longo de sua história, o "Bem Brasil" realizou mais de 600 programas e recebeu artistas como Maria Bethânia, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Djavan, Tim Maia, Gal Costa, Cássia Eller, Chico Science & Nação Zumbi, Zeca Baleiro, Lenine, Elba Ramalho, Alceu Valença, Martinho da Vila e Alcione, entre muitos outros. O programa também abriu espaço para bandas de rock e pop, como Titãs, Os Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho e Skank, além de valorizar o choro, a música instrumental e novas gerações da música brasileira.
Serviço
"Bem Brasil" - TV Cultura
Domingo, dia 14 de junho, às 12h00
Show com Sandra Sá
Sesc Itaquera – Avenida Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 – Itaquera – São Paulo
Ingresso gratuito
Transmissão para São Paulo e Brasil por meio da TV Cultura, afiliadas e canais digitais da emissora, sesc.tv e no canal do youtube.com/sescsp.
O Museu da Língua Portuguesa terá um fim de tarde do próximo sábado, dia 13 de junho, com muita poesia. Nesta data, a partir das 16h00, vai acontecer mais uma edição do Sarau no Museu, com entrada gratuita e microfone aberto para quem quiser participar. Localizado no histórico prédio da Estação da Luz, o Museu, que celebra 20 anos em 2026, é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.
Sob comando do poeta, tradutor e professor da USP Matheus Guménin Barreto, o Sarau no Museu de junho receberá três convidados especiais: Ana Martins Marques, Simone Brantes e Ismar Tirelli Neto. Eles já têm uma série de livros publicados e reconhecimento em importantes premiações, como a APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e o Jabuti.
Mineira de Belo Horizonte, Ana Martins Marques é autora de duas obras que ganharam os prêmios de melhor livro de poesia pela Associação Paulista de Críticos de Arte: "O Livros das Semelhanças" e "Risque Esta Palavra". Simone Brantes é autora dos livros de poemas "Pastilhas Brancas" e "Quase Todas as Noites" - este ganhou o Prêmio Jabuti -, entre outros. Ela também atua como professora de língua portuguesa na educação básica. Autor de "Os Postais Catastróficos e Alguns Dias Violentos", Ismar Tirelli Neto tem textos publicados em jornais como O Globo e Folha de S.Paulo. Ele também ministra oficinas de escrita criativa.
Além de lerem poemas de suas autorias, Matheus, Ismar, Simone e Ana vão falar sobre processos de escrita, revelar quais são algumas de suas influências artísticas e comentar o momento da poesia contemporânea brasileira. O microfone ficará aberto para quem quiser mostrar a própria arte, e haverá tradução em Libras. Com entrada gratuita, o Sarau ocorre no Pátio B.
Serviço
Sarau no Museu com Ana Martins Marques, Simone Brantes e Ismar Tirelli Neto. Mediação de Matheus Guménin Barreto
Sábado, dia 13 de junho, às 16h00
Grátis – com tradução em Libras
Pátio B
Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz, s/nº - Luz – Centro histórico de São Paulo
Com mais de cinco décadas dedicadas às artes cênicas, o ator Paulo Betti sobe ao palco para compartilhar a própria trajetória em um monólogo que mistura memória, emoção e humor. O espetáculo "Autobiografia Autorizada" será apresentado na sexta-feira, 12 de junho, no Sesc Santos, conta com iluminação, figurinos, trilha sonora, cenário e projeções concebidos especialmente para a montagem.
Aos 73 anos, o ator revisita uma história de vida marcada por desafios e superações. Nascido em uma família numerosa, ele foi o décimo quinto filho de uma camponesa analfabeta que deixou o campo para trabalhar como empregada doméstica na cidade. Seu avô, imigrante italiano, trabalhava em regime de parceria para um fazendeiro negro, enquanto seu pai enfrentava a esquizofrenia. Entre dificuldades materiais e afetivas, Betti construiu um percurso improvável: estudou em boas escolas, cursou um Ginásio Industrial em período integral, formou-se pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP) e tornou-se professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
No palco, o artista assume diferentes vozes e personagens que marcaram sua existência. Pai, mãe, avó, irmãos e tantas outras figuras surgem em uma narrativa pessoal que alterna momentos de comicidade, ternura e reflexão. O resultado é um relato profundamente humano, conduzido por quem viveu cada uma das histórias que conta. Segundo Paulo Betti, a ideia do espetáculo nasceu da leitura de anotações acumuladas ao longo de toda a vida. Ao revisitar esses registros, percebeu que sempre esteve se preparando para compartilhar as circunstâncias extraordinárias que lhe permitiram sobreviver e construir sua trajetória.
“Minha fixação pela memória da infância e adolescência, passada num ambiente inóspito e, ao mesmo tempo, poético, talvez mereça ser compartilhada no intuito de provocar emoção, riso, entretenimento e entendimento”, afirma o artista. A montagem dialoga diretamente com um momento especial da carreira dele. Em 2025, Paulo Betti celebrou 50 anos de atuação profissional e lançou sua autobiografia, reunindo histórias presentes no espetáculo e episódios inéditos de sua vida. Paralelamente, prepara o lançamento de “Notas que Tomei”, obra que promete revelar bastidores da teledramaturgia brasileira e reflexões sobre acontecimentos marcantes da vida política nacional. Compre o livro "Autobiografia Autorizada", de Paulo Betti, neste link.
Ficha técnica
Espetáculo "Autobiografia Autorizada"
Texto e interpretação: Paulo Betti
Direção: Juliana Betti e Rafael Ponzi
Elenco: Paulo Betti
Cenário: Mana Bernardes
Figurino: Leticia Ponzi
Iluminação: Dani Sanchez e Luiz Paulo Neném
Direção de movimento: Miriam Weitzman
Programação visual: Mana Bernardes
Trilha sonora: Pedro Bernardes
Fotografia: Mauro Khouri
Coordenador de produção: Fabrício Chianello
Serviço
Espetáculo "Autobiografia Autorizada"
Sexta-feira. dia 12 de junho, às 20h00
Teatro do Sesc Santos
Ingressos: R$ 18,00 (credencial plena) R$ 30,00 (meia-entrada). R$ 60,00 (inteira)
Duração: 80 minutos
Gênero: comédia dramática
Classificação: 10 anos
Venda de ingressos
On-line pelo aplicativo Credencial Sesc SP e no site centralrelacionamento.sescsp.org.br
Presencialmente, nas bilheterias das unidades.
Bilheteria Sesc Santos - Funcionamento
Terça a sexta-feira, das 9h às 21h30 | Sábados e domingos, 10h às 18h30
Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida - Santos/SP
Telefone: (13) 3278-9800