Cantora, compositora e multi-instrumentista, Juvi é conhecida por seus vídeos nas redes sociais, enquanto vai trilhando uma carreira na música, experimentando novos formatos e firmando seu nome na cena. Foto: Juvi
O novo álbum de Juvi, “O Sonho da Lagosta”, tem o conceito inspirado pelo “complexo de lagosta”, metáfora da psicanálise que faz analogia sobre vulnerabilidade e transformação na vida com a forma como o animal precisa quebrar o próprio exoesqueleto e se expor para crescer. É um disco sobre rupturas e recomeços, com um discurso que beira o punk ao abordar relacionamentos amorosos, familiares e de amizade.
Misturando influências do rock psicodélico, Pink Floyd, Frank Zappa e Cream, com referências da música latina que vão de Ca7riel & Paco Amoroso a Tom Zé e Fito Páez, o disco tem forte presença de percussão, efeitos e delays. O repertório ainda conta com uma releitura de “Essa Noite Não” (Lobão/Bernardo Vilhena/Daniele Daumerie/Ivo Meirelles), única música do álbum que não leva a assinatura de Juvi.
Mais orgânico e centrado em instrumentais, “O Sonho da Lagosta” marca uma diferença em relação aos trabalhos anteriores. “É um álbum em que eu me mostro como guitarrista e vocalista. Toquei todos os instrumentos, tem menos efeitos na voz e muitos arranjos instrumentais” afirma Juvi. “É um disco mais sério, o humor aparece como um acidente, não como fio condutor”. “Sonho da Lagosta” tem produção musical, beats, sintetizador, guitarra, baixo, mixagem e masterização assinados por Juvi. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais pela gravadora Deck.













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