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sábado, 4 de julho de 2026

.: 11 motivos para assistir o emocionante musical "Diana - A Princesa do Povo"

Elenco de "Diana - A Princesa do Povo": Sara Sarres, Claudio Lins, Simone Centurione e Giselle de Prattes. Imagem: Sergio Baia


Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em julho de 2026


O aclamado espetáculo musical da Broadway, "Diana - A Princesa do Povo", em cartaz nos palcos brasileiros pela primeira vez, encerra a temporada oficial em São Paulo neste fim de semana, com as últimas sessões em cartaz no Teatro Liberdade. Para que você não perca a montagem impecável sobre a intensa e emocionante trajetória da britânica Lady Di, nós do Resenhando.com elencamos 11 motivos para assistir a produção da Estamos Aqui Produções com direção de Tadeu Aguiar. Programe-se e divirta-se!


1. Retorno triunfal de Sara Sarres: A aclamada soprano, um dos maiores nomes do teatro musical brasileiro (com carreira internacional em produções como "O Fantasma da Ópera", "Os Miseráveis", "Annie, o Musical"), retorna ao Brasil após um hiato de 5 anos para viver o papel-título.

2. Elenco de peso: Ao lado de Sara, a montagem tem grandes estrelas dos palcos brasileiros no elenco, incluindo Claudio Lins no papel do Príncipe Charles, Simone Centurione interpretando a Rainha Elizabeth II e Giselle de Prattes como Camilla Parker Bowles.

3. Versão brasileira "não-réplica": Com liberdade criativa, a direção de Tadeu Aguiar adaptou a obra original da Broadway para a nossa realidade emocional, dando maior profundidade e camadas à narrativa, tornando-a mais próxima e empática para o público nacional.

4. Figurinos deslumbrantes: O espetáculo é um verdadeiro desfile de moda. São mais de 250 figurinos construídos com cerca de 1,5 km de tecidos, recriando fielmente os looks icônicos da Lady Di — incluindo o famoso e ousado "vestido da vingança" e até mesmo o vestido de noiva.

5. Cenografia grandiosa e iluminação de encher os olhos: A montagem conta com dezenas de cenários móveis luxuosos, além de mais de 2.000 pontos de fibra ótica criando diante do público um céu estrelado e lustres monumentais que descem em cena, criando uma atmosfera mágica e imersiva.

6. Coreografias e números musicais: Com direção musical de Thalyson Rodrigues e coreografias de Sueli Guerra, a peça equilibra momentos de forte tensão dramática com coreografias energéticas e memoráveis.

7. Foco no legado humanitário: Longe de ser apenas um drama sobre a realeza, a peça homenageia a força de Diana em causas sociais, como a luta pioneira ao lado de pacientes com o vírus HIV.

8. Trilha sonora tocante: As canções originais foram traduzidas e adaptadas com maestria para a língua portuguesa, emocionado o público com a força das letras e melodias.

9. A mulher por trás da coroa: O texto permite enxergar a complexidade, transformando sofrimento em voz e empatia, assim como as dores e as inseguranças da jovem que tentou viver uma história de amor e acabou no centro dos holofotes mundiais, 

10. Acessibilidade garantida: Pensada para ser "de todos e para todos", a produção oferece recursos como roteiros em Braille, programa em áudio, abafadores de ruído e sessões com tradução simultânea em Libras.

11. Temporada curta na reta final: A temporada em São Paulo é curtíssima e se despede definitivamente dos palcos brasileiros em 5 de julho de 2026.

Serviço

Espetáculo "Diana - A Princesa do Povo"
Local: Teatro Liberdade
Rua São Joaquim, 129 - Liberdade | São Paulo
Temporada até dia 5 de julho de 2026
Sessões: Sextas às 20h00, Sábado às 16h00 e 20h30. Domingos às 15h00 e às 19h30

Ingressos
Plateia Premium 
Sexta-feira, sábado e 1ª sessão de domingo - R$340,00 (Inteira) | R$170,00 (Meia)
Quinta-feira e 2ª sessão de domingo - R$ 280,00 | R$140,00 (Meia)

Plateia 
Sexta-feira, sábado e primeira sessão de domingo - R$250,00 (Inteira) | R$125,00 (Meia)
Quinta-feira e segunda sessão de domingo - R$ 190,00 | R$85,00 (Meia)
Balcão Visão Parcial - R$120,00 (Inteira) | R$60,00 (Meia)
Balcão A - R$170,00 (Inteira) | R$85,00 (Meia)
Balcão B: R$50,00 (Inteira) | R$25,00 (Meia)
Vendas: Site Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/114505) ou Bilheteria local
Gênero: musical
Duração: 150 minutos (com intervalo)
Classificação: 12 anos

Descontos
*Desconto 35%: Obtenha 35% de desconto no ingresso inteiro ao preencher o formulário durante o processo de compra.
Para comprar mais de um ingresso nessa modalidade, basta preencher um formulário por ingresso conforme será solicitado. Desconto disponível para todos os públicos.
*Clientes Glesp: têm 25% de desconto nos ingressos inteiros mediante a aplicação do cupom, limitado a 4 ingressos por cupom. Válido para todos os setores.
*Crianças até 24 meses não pagam entrada e ficam no colo dos responsáveis durante a apresentação. A partir de 02 anos e 1 dia, a criança paga meia-entrada mediante apresentação da carteira de identidade ou certidão de nascimento.

Ingressos
Internet (com taxa de conveniência):
Bilheteria física (sem taxa de conveniência):
Horário de funcionamento de bilheteria:
Atendimento presencial: de terça à sábado das 13h00 às 19h00. Domingos e feriados apenas em dias de espetáculos até o início da apresentação.

Acessibilidade
Deficientes físicos: teatros adequados às normas de acessibilidade, contendo elevador, corrimão, espaço para cadeirantes e acompanhantes, banheiros adaptados.
Deficientes auditivos – Agenda de apresentações com tradução em libras (em construção)
Deficientes visuais - Previsão de que, quando solicitada, a produção disponibilize texto da peça em Braile e resumo descritivo do espetáculo em Braille e em áudio (para cidadãos devidamente identificados)
Deficientes intelectuais – Quatro (quatro) assentos posicionados em local de fácil mobilidade para este público, proporcionando conforto caso haja necessidade de se retirar durante a sessão e, ainda, previsão de que, quando solicitada, a produção disponibilize abafadores de ruído (para cidadãos devidamente identificados)
Este espetáculo contém Luz Estroboscópica (flashes de luz intensa). Este efeito visual é contraindicado para pessoas com epilepsia, sensibilidade à luz ou autismo. Aconselhamos cautela.


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm 



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segunda-feira, 15 de junho de 2026

.: Dez motivos para ler a edição especial de dez anos de "Amor & Gelato"


Por
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, especial para o portal Resenhando.com.

Dez anos depois de conquistar leitores com uma narrativa que mistura perda, desejo e deslocamento, “Amor & Gelato” retorna às livrarias em uma edição especial que aposta no objeto-livro como experiência. Não se trata somente de capa dura, bordas arredondadas ou pintura trilateral - embora tudo isso esteja lá, sedutor. O que chama atenção é a permanência de uma história que continua encontrando leitores, mesmo depois de ter sido adaptada ppela Netflix em 2022.

Publicado originalmente em 2016, o romance de estreia de Jenna Evans Welch atravessou fronteiras com facilidade: entrou na lista do jornal The New York Times, recebeu reconhecimento da Young Adult Library Services Association (YALSA) e se espalhou por cerca de 20 países. No Brasil, ultrapassou a marca de meio milhão de exemplares vendidos - número que ajuda a explicar o relançamento em edição de colecionador pela Intrínseca, agora com conteúdo extra e acabamento caprichado.

A premissa é direta: Lina viaja à Itália para cumprir o último desejo da mãe. O que encontra por lá não cabe no roteiro que imaginava e talvez nem no que gostaria de enfrentar. Um diário, um pai desconhecido, um passado que insiste em reaparecer e uma cidade que parece guardar respostas nas esquinas. A edição especial tem tradução de Helen Pandolfi e Joana Faro, além de um conto exclusivo na perspectiva de um personagem inesperado e carta da autora. Listamos dez motivos para ler - ou revisitar - “Amor & Gelato” com outros olhos. Compre a edição especial de "Amor & Gelato" neste link. 


1. A edição de luxo amplia a experiência de leitura
O conto inédito, narrado por um personagem inesperado, desloca o ponto de vista e reabre a história. A carta da autora acrescenta uma camada pessoal, aproximando o leitor do processo criativo. O objeto livro acompanha essa proposta com acabamento que valoriza o gesto de ler.


2. Começa com uma perda, mas recusa o drama
A morte da mãe da protagonista funciona como ponto de partida, não como muleta emocional. Lina não se entrega a uma dor idealizada: reage com irritação, negação, vontade de fugir. Esse deslocamento evita o sentimentalismo automático e constrói uma protagonista que erra, hesita e cresce aos poucos.


3. A Itália deixa de ser cartão-postal e vira experiência sensorial
Florença e a Toscana aparecem com densidade: ruas, praças, comida, calor, deslocamento linguístico. A autora viveu parte da adolescência na cidade e isso aparece na espontaneidade dos passeios à maneira como os espaços interferem no humor da personagem.


4. O diário da mãe funciona como romance dentro do romance
Ao encontrar os registros da juventude da mãe, Lina passa a ler e a reescrever a própria história. O recurso cria um jogo interessante entre passado e presente, em que cada revelação altera a leitura anterior. Não há estabilidade possível quando a memória entra em cena.


5. A protagonista se basta sozinha
Interesse amoroso da protagonista, Ren surge como figura importante, com carisma suficiente para tensionar o percurso de Lina, mas o livro não se resume a uma história de amor. As relações familiares, os segredos e as escolhas pesam tanto quanto qualquer envolvimento afetivo.


6. Segredos de família ganham camadas e consequências
A narrativa aposta em revelações graduais, sem pressa. Quando os segredos vêm à tona, eles reorganizam vínculos, questionam versões e exigem reposicionamento emocional da protagonista.


7. A paternidade mostrada como algo real
O encontro com o pai da personagem, que motivou a viagem, não resolve nada de imediato. Pelo contrário: cria desconforto, estranhamento e perguntas que podem gerar conversas difíceis e desconfortáveis. A narrativa evita o caminho da reconciliação instantânea e investe em um vínculo que precisa ser construído ou recusado com o tempo.


8. O sucesso não veio por acaso
Figurar entre os mais vendidos e receber reconhecimento institucional ajuda a consolidar o livro, mas o que garante sua permanência é a capacidade de dialogar com leitores jovens e adultos. A narrativa equilibra leveza e conflito sem simplificar demais nenhum dos dois.


9. A adaptação para a Netflix convida à comparação e ao retorno ao texto
O filme, dirigido por Brandon Camp, desloca a ação para Roma e altera aspectos centrais da história. O contraste costuma levar leitores de volta ao livro, seja para reencontrar personagens, seja para recuperar nuances que a adaptação não desenvolve.


10. Um portal para o universo de Jenna Evans Welch
Depois de “Amor & Gelato”, a autora expandiu sua proposta com títulos ambientados em outros cenários - Irlanda, Grécia - mantendo o interesse por deslocamento, pertencimento e descoberta. Este livro funciona como porta de entrada para um projeto literário mais amplo.

sábado, 30 de maio de 2026

.: Dez motivos para não perder "Curto-circuito" com Luiz Fernando Guimarães

Luiz Fernando Guimarães e Leticia Augustin - Foto: Leo Aversa

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em maio de 2026


O espetáculo "Curto-circuito" que celebra os 50 anos de carreira do ator Luiz Fernando Guimarães por meio da comédia inteligente, leva ao palco do Teatro Renaissance o grande nome do humor brasileiro ao lado da atriz Leticia Augustin numa viagem mental hilária. O resultado são reflexões do cotidiano, desde faz um exame médico a uma prova do Enem. Para tanto, nós do Resenhando.com elencamos dez motivos para não perder a montagem dirigida por Gustavo Barchilon e escrita por Gustavo Pinheiro que fica em cartaz até o dia 31 de maio. Confira!

1. A peça de celebração aos 50 anos de carreira de Luiz Fernando Guimarães, que traz de volta aos palcos, externa reflexões hilárias sobre situações do cotidiano por meio do que se passa literalmente na mente de variados personagens. 

2. A homenagem à trajetória de Luiz Fernando Guimarães no teatro e televisão, leva o público a acompanhar a personificação de partes do cérebro em surto com o estresse moderno.

3. Garantindo boas risadas, a peça convida a pensar sobre as pressões que todos enfrentamos diariamente. Situações que chegam a parecer tão particulares, mas são comuns.

4. Assinada por Gustavo Pinheiro, um dos grandes dramaturgos atuais, a peça é inteligente, provocante e ácida.

5. O espetáculo cheio de ritmo e dinamismo tem direção de Gustavo Barchilon, que equilibra o ritmo de cada piada, assim como das pausas dramáticas.

6. A química perfeita entre o veterano Luiz Fernando e a versátil Leticia Augustin dita o tom da dupla afinada nas mais diversas cenas. 

7. A montagem focada nos perrengues cotidianos vai da tensão de fazer uma ressonância magnética, estando preso e sem poder ser mexer, dentro de uma máquina, liderar um grupo passando turbulência durante um voo, lutar contra a implacável insônia e até fazer a prova do Enem e até zerar. Não há como deixar de se identificar com alguma situação-limite.

8. A produção apresenta personagens inusitados em situações absurdas, como por exemplo, uma amígdala cerebral prestes a pedir demissão.

9. As múltiplas personas assumidas em esquetes rápidas pelo mestre do humor Luiz Fernando Guimarães tecem no palco dinamismo e entrosamento perfeito com Leticia Augustin, tendo ainda participações de vozes como Fernanda Montenegro e Fernanda Torres.

10. Numa localização privilegiada, no sofisticado Teatro Renaissance, em São Paulo, o espetáculo de comédia tem ingressos acessíveis que podem ser adquiridos diretamente pelo site oficial.


Serviço
Espetáculo "Curto Circuito"
Local: Teatro Renaissance - Alameda Santos, 2233 – São Paulo / SP
Temporada até dia 31 de maio
Dias e horários: sábados, às 21h00, e domingos, às 18h30


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sexta-feira, 29 de maio de 2026

.: 11 motivos para assistir "Flashdance - O Musical" e se emocionar com clássico

Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com

Em maio de 2026


Um clássico do cinema dos anos 80 está em cartaz no Teatro Claro Mais, em São Paulo numa adaptação cheia de energia coreográfica e muita música. Eis a superprodução brasileira "Flashdance - O Musical", montagem com coreografias que mesclam jazz e ritmos urbanos com movimentos intensos ao apresentar a história da jovem Alex Owens, uma operária que trabalha como soldadora durante o dia e como dançarina em um bar à noite. 

Enfrentando desafios e preconceitos para realizar o sonho de passar em um teste para um prestigiado conservatório de balé quando esbarra numa paixão confusa com um homem poderoso. Para tanto, nós do Resenhando.com listamos 11 motivos para você não perder o espetáculo da produtora 4ACT Entretenimento, com direção geral e idealização de Ricardo Marques!


1. É uma adaptação inédita e oficial do clássico nos palcos brasileiros, com uma roupagem exclusiva feita pela 4Act Entretenimento.

2. Testemunhar tamanha nostalgia no palco, diante dos olhos, é reviver a atmosfera dos anos 80 com uma trilha sonora que marcou gerações.

3. De trilha sonora inesquecível, o espetáculo conta com os maiores sucessos do filme como, "Maniac" e "I Love Rock 'n Roll". E, claro, apresenta uma sequência de tirar o fôlego do público com o hit vencedor do Oscar "Flashdance... What a Feeling".

4. Coreografias intensas e de encher os olhos do público mesclam jazz, dança de rua e balé. Assinadas por Tutu Morasi, as danças combinam a energia contagiante dos anos 80, exigindo uma performance física impressionante do elenco. 

5. A icônica e sensual sequência do banho de água na cadeira é recriada no palco com forte impacto visual, o que emociona muito o público.

6. O elenco talentoso, estrelado por Marisol Marcondes e Rhener Freitas, soma 24 artistas selecionados entre mais de 600 candidatos.

7. O espetáculo com música ao vivo ganha mais peso tendo a banda com seis músicos no fosso, diferente de produções com trilhas gravadas.

8. A trama de inspiração e superação sobre a jornada de Alex Owens, uma jovem operária que luta para realizar o sonho de se tornar bailarina profissional, tem identidade própria, sendo uma releitura autoral brasileira de 4Act Entretenimento. E o que se vê no palco é incrível!

9. A mágica montagem do clássico, com cenário de estrutura metálica industrial, escadas e iluminação azul intensa, emociona demais a ponto de fazer escorrer lágrimas de ver a história do filme clássico acontecer ao vivo, diante dos olhos do público. 

10. As apresentações acontecem no moderno e confortável Teatro Claro MAIS SP, dentro do Shopping Vila Olímpia, com acessibilidade e ingressos a preços democráticos, com diversos benefícios de meia-entrada e combos promocionais.

11. "Flashdance - O Musical"  está encerrando a temporada de apresentações em 31 de maio, sendo a última semana de chance para conferir a obra.


Serviço
"Flashdance, o Musical"

Temporada: 9 de abril a 31 de maio de 2026
Às quintas e sextas-feiras, às 20h; aos sábados, às 16h30 e às 20h30; e aos domingos, às 15h30 e às 19h30.
Teatro Claro Mais SP - Shopping Vila Olímpia - Olimpíadas, 360, 5º Piso - Vila Olímpia, São Paulo - SP, 04551-000
Ingressos: de R$ 25,00 a R$ 250,00
Vendas on-line em https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/flashdance-15824
Bilheteria: de segunda a sábado, das 10h00 às 22h00; e aos domingos e feriados, das 12h00 às 20h00
*Clientes Claro Clube têm 50% de desconto em até quatro ingressos
Classificação: 18 anos
Duração: 120 minutos
Capacidade: 801 lugares
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm 



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domingo, 11 de maio de 2025

.: Lista: as dez mães mais importantes da literatura brasileira no Brasil de hoje


Por Helder Moraes Miranda, editor do portal Resenhando.com.

Da mãe amorosa à ausente, da protetora à transgressora, da silenciosa à revoltada. A literatura brasileira, em suas várias fases e escolas, construiu imagens complexas e simbólicas da figura materna - da mãe abnegada  à mulher que rejeita ou abandona a maternidade. Nesse vasto acervo, algumas personagens se destacam pela intensidade emocional, pela centralidade na trama ou pela originalidade com que encarnam o papel de mãe em seus contextos sociais, históricos ou simbólicos.

Listamos as dez mães mais importantes da ficção brasileira, elencadas em três critérios principais: o primeiro deles é o impacto narrativo - o quanto essa mãe/personagem influencia diretamente os acontecimentos da obra ou a trajetória dos protagonistas. Também consideramos a intensidade emocional, o grau de comoção, dor ou conflito que essa mãe desperta, tanto nos personagens, quanto nos leitores. 

Há, também, a relevância simbólica: o peso que a personagem carrega enquanto representação de tipos sociais, dilemas morais ou rupturas culturais, influenciando o imaginário coletivo ou a crítica literária. A classificação a seguir não pretende ser definitiva, mas oferece um panorama sobre as diferentes formas de maternar na literatura brasileira e no século 21 - com mães silenciosas, feridas, revolucionárias ou até ausentes. Cada uma, à sua maneira, marca o leitor e deixa uma marca na história da ficção brasileira.

10.° A ausência da mãe de Macabéa - "A Hora da Estrela", de Clarice Lispector
Embora a mãe de Macabéa apareça apenas de forma indireta no romance "A Hora da Estrela", escrito por Clarice Lispector, a ausência dela é marcante. Macabéa é uma jovem órfã, criada por uma tia autoritária, e a personalidade apagada e submissa da personagem pode ser vista como resultado de carência de afeto materno. A autora inverte a lógica tradicional: ao invés de exaltar a presença da mãe, mostra como sua ausência molda uma existência vazia. A figura materna no romance é a ausência dolorosa do cuidado, da voz e da identidade. Na história, a mãe de Macabéa é uma jovem alagoana que escolheu o nome "Macabéa" por promessa à Nossa Senhora da Boa Morte. A mãe de Macabéa não criou a filha porque faleceu quando a protagonista do romance era muito pequena. O nome "Macabéa" tem origem judaica e remete à história do povo judeu e à resistência à ocupação grega de Jerusalém. A mãe de Macabéa é uma figura apenas sugerida e rapidamente descartada. Sua ausência é significativa, mas não atua diretamente na narrativa. Está mais como sombra do que como personagem. Apoie o Resenhando.com e compre o livro neste link. 

9.° Vedina - "Véspera", de Carla Madeira
Vedina é uma mãe marcada pelo colapso emocional e pela culpa. Em um momento de desespero causado por um casamento violento e uma vida de traumas familiares, ela abandona o filho pequeno na rua. Ao voltar para buscá-lo, a criança já desapareceu. Esse ato dá início a uma narrativa profunda sobre dor, arrependimento e os efeitos da desestruturação familiar. Contada em dois tempos - o dia do abandono e os dias que o antecederam - a história revela como a violência doméstica, os traumas de infância e a solidão empurram Vedina para o limite no romance "Véspera", escrito por Carla Madeira. Ela não é uma vilã, mas o retrato de uma mulher vencida pelas circunstâncias. Vedina é uma mãe marcante porque rompe com o ideal da mãe abnegada e representa a maternidade atravessada pelo trauma e pela falência emocional. A história da personagem provoca desconforto e empatia, sendo uma das mães mais complexas da ficção recente.Revoluciona a representação da maternidade. O abandono do filho é uma das maiores quebras de tabu da literatura brasileira recente, com forte impacto emocional e ético. Apoie o Resenhando.com e compre o livro neste link.

8.° Dona Antônia - "Casa Velha" (Machado de Assis)
Por muito tempo, "Casa Velha", o livro quase perdido de Machado de Assis, foi considerada uma obra "menor", mas hoje tem sido revisitada por críticos interessados nas estruturas familiares e nas personagens femininas machadianas. Nela está o retrato de uma mãe aristocrática e controladora do século XIX, Dona Antônia, figura marcante pela autoridade moral e por exercer domínio psicológico sobre os membros da casa. Religiosa e tradicional, ela vive em função das convenções da época e tenta manipular o destino do filho, Félix, para que siga a carreira eclesiástica. A influência dela é forte, silenciosa e estratégica - e representa um modelo de maternidade ligado à manutenção da honra, da tradição familiar e do status social. É uma mãe de grande relevância dentro da obra por encarnar o poder matriarcal velado que rege as casas patriarcais. Ela é a guardiã do passado e da reputação - não por meio da violência, mas pelo medo da desaprovação. Representa a tensão entre o afeto materno e os interesses sociais. É um exemplo refinado da crítica machadiana à hipocrisia e à rigidez da moral burguesa. Apoie o Resenhando.com e compre o livro neste link.

7.° Sinhá Vitória - "Vidas Secas", de Graciliano Ramos
Um dos retratos mais comoventes da maternidade na literatura nacional, Sinhá Vitória é uma personagem marcante em "Vidas Secas", de Graciliano Ramos. Ela é a mãe que sonha, que resiste e que carrega a dignidade no meio da miséria. Enquanto o marido, Fabiano, é quase mudo e bruto, ela articula pensamentos, desejos e esperanças, principalmente em relação aos filhos, para quem deseja um futuro menos cruel. A figura dela é um elo entre a sobrevivência física e o desejo de ascensão simbólica. Sinhá Vitória representa a mulher sertaneja que, mesmo no silêncio da opressão, consegue manter aceso o desejo de mudança.Símbolo universal da resistência materna diante da miséria e do abandono social. A força silenciosa desta personagem moldou gerações de leitores e se tornou símbolo da mulher sertaneja. Apoie o Resenhando.com e compre o livro neste link.


6.° Engraçadinha - "Asfalto Selvagem - Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados", de Nelson Rodrigues
No romance-folhetim "Asfalto Selvagem - Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados", o polêmico escritor Nelson Rodrigues constrói uma das figuras maternas mais trágicas e ambíguas da literatura brasileira: Engraçadinha, que após uma juventude entregue aos prazeres do sexo torna-se uma fanática religiosa e se volta para a criação da filha, Cilene, como se tentasse expiar os pecados do passado. Atormentada pela história de incesto e desejo que marcou sua juventude, essa mãe tenta proteger Cilene de um destino que considera inevitável, investindo num cuidado rígido, repressivo e, por vezes, cruel. O amor dela é distorcido por valores morais e culpa, mas ainda assim reconhecível como uma tentativa desesperada de proteger a filha. A maternidade aqui se revela não como fonte de redenção, mas como campo de conflito entre o desejo de liberdade e o peso da tradição. É uma maternidade feita de silêncios, omissões e pânico moral - e, justamente por isso, profundamente humana. Apoie o Resenhando.com e compre o livro neste link.

5.° Dona Glória, mãe de Bentinho - "Dom Casmurro", de Machado de Assis
Em "Dom Casmurro", escrito por Machado de Assis, Dona Glória é a mãe que ama demais e que decide o futuro do filho por promessa religiosa. Ela força Bentinho ao seminário para cumprir uma promessa feita antes do nascimento dele, interferindo diretamente em sua formação emocional. A personagem representa a mãe religiosa, autoritária, mas amorosa - e também a mãe que, sem perceber, gera fraturas no desenvolvimento emocional do filho. A interferência dela é uma das causas do desequilíbrio psicológico do narrador, contribuindo para o tom trágico e ambíguo da obra.Ela influencia o destino psicológico e amoroso do narrador. Sem sua promessa e decisões, a história de Bentinho e Capitu seria outra. Uma mãe simbólica do controle afetivo. Apoie o Resenhando.com e compre o livro neste link.

4.° Cecília - "A Pediatra", de Andréa Del Fuego (Companhia das Letras)
No provocador romance "A Pediatra", e escritora Andréa Del Fuego apresenta Cecília, uma neonatologista que rompe com todas as expectativas sociais sobre a maternidade. Embora trabalhe diretamente com recém-nascidos, Cecília se mostra emocionalmente distante dos bebês e dos pais, desconfiando da idealização do instinto materno. Fria, solitária e crítica, ela é uma personagem que se recusa a performar a doçura que se espera de uma mulher ligada ao cuidado infantil. No entanto, ao se envolver afetivamente com uma criança, ela se vê confrontada com um mundo emocional que havia evitado. A narrativa, conduzida com humor ácido e aguda sensibilidade, mergulha nas ambiguidades da maternidade e mostra que nem toda mulher nasce para ser mãe - e que isso também precisa ser dito e respeitado. Cecília é uma personagem necessária porque escancara o peso das normas sociais e desafia os clichês da figura materna idealizada na literatura e na vida. Apoie o Resenhando.com e compre o livro neste link.

3.° Salustiana e Donana - "Torto Arado", de Itamar Vieira Junior (Editora Todavia)
No romance "Torto Arado", de Itamar Vieira Junior, as personagens Salustiana e Donana são figuras maternas que transcendem a família biológica e assumem papéis fundamentais na sustentação espiritual, emocional e social da comunidade rural de Água Negra. Salustiana, mãe de Bibiana e Belonísia, é parteira, curandeira e referência de força e dignidade. A maternidade dela é representada pela resistência às marcas da escravidão e pela transmissão de saberes tradicionais. Já Donana, avó das meninas, é uma figura ancestral, profundamente ligada à terra, aos ritos e à espiritualidade de matriz africana. Como mãe e avó, ela representa a continuidade do conhecimento, da fé e da luta por justiça. Ambas são mulheres que cuidam, acolhem e ensinam - não apenas suas filhas e netas, mas toda uma comunidade. Com elas, a maternidade se mostra como elo entre gerações e como prática coletiva de resistência, cura e memória. Apoie o Resenhando.com e compre o livro neste link.

2.° Dalva - "Tudo É Rio", de Carla Madeira (Editora Record)
A Dalva de "Tudo É Rio", escrito por Carla Madeira, está entre as mães mais impactantes da literatura brasileira contemporânea. O drama da personagem começa a partir de uma violência com ela e o filho recém-nascido, o que a lança em um luto permanente. Tomada por sentimentos contraditórios - dor, ódio, culpa, amor e desejo de vingança — ela representa a mãe que enlouquece em silêncio e faz do algoz uma vítima, em um jogo de gato e rato. A trajetória de Dalva mostra como o instinto materno pode ser ao mesmo tempo sagrado, violento e profano. Carla Madeira constrói uma personagem intensa, que carrega a maternidade como ferida aberta e, de quebra, mostra a maternidade como maneira de redenção a partir da prostituta Lucy. Figura visceral da dor materna contemporânea. Sua tragédia íntima impacta toda a narrativa. É uma das personagens mais discutidas da nova literatura brasileira. Apoie o Resenhando.com e compre o livro neste link.

1.° Ana e Madalena -"Não Fossem as Sílabas do Sábado", de Mariana Salomão Carrara (Editora Todavia)
Em "Não Fossem as Sílabas do Sábado", a escritora Mariana Salomão Carrara apresenta duas mulheres marcadas pela tragédia: Ana e Madalena, ambas viúvas após um acontecimento que matou seus respectivos maridos. A maternidade de Ana é atravessada pelo luto, pela solidão e pela necessidade de reconstruir a vida sem o pai da filha. Madalena, por sua vez, torna-se uma figura materna complementar, unindo-se a Ana em uma relação de amizade profunda e parceria. Juntas, elas formam uma nova configuração familiar, baseada no afeto, no cuidado mútuo e na ressignificação dos papéis femininos. A obra amplia a noção de maternidade ao mostrar que ela pode ser construída coletivamente, fora dos moldes tradicionais. Ana e Madalena são exemplos de como o amor e o apoio entre mulheres podem criar espaços seguros e afetivos para o crescimento de uma criança - e para a cura de quem cuida. Apoie o Resenhando.com e compre o livro neste link.

segunda-feira, 3 de março de 2025

.: Oscars 2025: e os vencedores foram... inclusive, o nacional "Ainda Estou Aqui"

A cerimônia do mais famoso prêmio do cinema mundial, o Oscars, que aconteceu na noite do dia 2 de março, teve filme nacional na disputa. "Ainda estou aqui", do diretor Walter Salles com três indicações: Melhor Filme, Atriz e Filme Internacional, marcando como a 1ª vez na história que uma produção brasileira disputa a principal categoria. 

Embora na homenagem aos que partiram, o roteirista brasileiro, Cacá Diegues, assim como o ator franco-suíço Alain Delon, não tenham sido inclusos no IN MEMORIAN, a euforia tomou conta dos brasileiros, pois o longa de Walter Salles garantiu a nossa primeira estatueta, entrando assim para a história do país do futebol -que também é do cinema. 

Fernanda Torres concorreu ao Oscar, 26 anos após a indicação de sua mãe, Fernanda Montenegro, por "Central do Brasil" (1998), também dirigido por Walter Salles, mas em 2025 quem levou a estatueta foi a atriz de 25 anos Mikey Madison que interpretou "Anora", no filme de mesmo nome. O grande premiado da noite foi o longa protagonizado por Madison que ganhou também como Melhor Filme.

OUTRAS INDICAÇÕES AO PRÊMIO: O Brasil foi indicado outras quatro vezes na categoria de filmes internacionais, mas nunca venceu. Na categoria Melhor Filme Internacional, o Brasil agora tem cinco indicações: "O Pagador de Promessas", (1963), "O Quatrilho" (1996), "O Que É Isso, Companheiro?" (1998), "Central do Brasil" (1999) e "Ainda Estou Aqui" (2025).

"Ainda estou aqui" adapta o livro de mesmo nome, escrito por Marcelo Rubens Paiva. No filme é apresentada a transformação da mãe do escritor – uma dona de casa dos anos 1970, mãe de cinco filhos – em uma das maiores ativistas dos Direitos Humanos do país após o assassinato do marido, o ex-deputado Rubens Paiva (Selton Mello), pela ditadura militar. Confira a lista dos vencedores!


Melhor Filme

"Anora" - VENCEDOR

"Ainda estou aqui"

"O brutalista"

"Um completo desconhecido"

"Conclave"

"Duna: Parte 2"

"Emilia Pérez"

"Nickel boys"

"A substância"

"Wicked"


Melhor Atriz

Mikey Madison ("Anora") - VENCEDORA

Fernanda Torres ("Ainda estou aqui")

Demi Moore ("A substância")

Karla Sofía Gascón ("Emilia Pérez")

Cynthia Erivo ("Wicked")

Filme Internacional

"Ainda estou aqui" (Brasil) - VENCEDOR

"Emilia Pérez" (França)

"Flow" (Letônia)

"A Garota da Agulha" (Dinamarca)

"A Semente do Fruto Sagrado" (Alemanha)


Ator

Adrien Brody - 'O brutalista' - VENCEDOR

Timothée Chalamet - 'Um completo desconhecido'

Colman Domingo - 'Sing sing'

Ralph Fiennes - 'Conclave'

Sebastian Stan - 'O aprendiz'


Ator coadjuvante

Kieran Culkin - 'A verdadeira dor' - VENCEDOR

Yura Borisov - 'Anora'

Edward Norton - 'Um completo desconhecido' 

Guy Pierce - 'O brutalista'

Jeremy Strong - 'O aprendiz'


Figurino

'Wicked' - VENCEDOR

'Um completo desconhecido'

'Conclave'

'Gladiador 2'

'Nosferatu'


Maquiagem e cabelo

'A substância' - VENCEDOR

'Um homem diferente'

'Emilia Pérez'

'Nosferatu'

'Wicked'


Trilha sonora

'O brutalista' - VENCEDOR

'Conclave'

'Emilia Pérez'

'Wicked'

'O robô selvagem'


Curta-metragem

'I'm not a robot' - VENCEDOR

'A lien'

'Anuja'

The last ranger'

'The man who could not remain silent'


Curta-metragem animado

'In the shadow of cypress' - VENCEDOR

'Beautiful men'

'Magic candies'

'Wander to wonder'

'Yuck!'


Roteiro adaptado

'Conclave' - VENCEDOR

'Um completo desconhecido'

'Emilia Pérez'

'Nickel boys'

'Sing sing'


Roteiro original

'Anora' - VENCEDOR

'O brutalista'

'A verdadeira dor'

'Setembro 5'

'A substância'


Atriz coadjuvante

Zoe Saldaña - 'Emilia Pérez' - VENCEDORA

Monica Barbaro - 'Um completo desconhecido'

Ariana Grande - 'Wicked'

Felicity Jones - 'O brutalista'

Isabella Rossellini - 'Conclave'


Canção original

'El Mal' - 'Emilia Pérez' - VENCEDOR

'The journey' - 'The six triple eight'

'Like a bird' - 'Sing sing'

'Mi camino' - 'Emilia Pérez'

'Never too late' - 'Elton John: Never too late'


Documentário

'No other land' - VENCEDOR

'Black box diaries'

'Porcelain war'

'Soundtrack to a coup d'etat'

'Sugarcane'


Documentário de curta-metragem

The only girl in the orchestra' - VENCEDOR

'Death by numbers'

'I am ready, warden'

'Incident'

'Instruments of a beating heart'

Animação

'Flow' - VENCEDOR

'Divertida mente 2'

'Memórias de um caracol'

'Wallace & Gromit: Avengança'

'O robô selvagem'


Direção de arte

'Wicked' - WICKED

'O brutalista'

'Conclave'

'Duna: Parte 2'

'Nosferatu'


Montagem

'Anora' - VENCEDOR

'O brutalista'

'Conclave'

'Emilia Pérez'

'Wicked'


Som

'Duna: Parte 2' - VENCEDOR

'Um completo desconhecido'

'Emilia Pérez'

'Wicked'

'O robô selvagem'


Efeitos visuais

'Duna: Parte 2' - VENCEDOR

'Alien: Romulus'

'Better Man: A História de Robbie Williams'

'Planeta dos Macacos: O Reinado'

'Wicked'


Fotografia

'O brutalista' - VENCEDOR

'Duna: Parte 2'

'Emilia Pérez'

'Maria Callas'

'Nosferatu'


Design de produção

'Wicked' - VENCEDOR

'O brutalista'

'Conclave'

'Duna: Parte 2'

'Nosferatu'


domingo, 2 de março de 2025

.: Piores: e os vencedores do Framboesa de Ouro 2025 foram...

 

Os piores do cinema em 2025 foram revelados. Os vencedores do Framboesa de Ouro foram divulgados na tarde da sexta-feira, dia 28 de fevereiro, dias antes do Oscar. Confira a lista completa de vencedores no Framboesa de Ouro 2025!


Pior Filme

“Madame Teia” - VENCEDOR

“Borderlands”

“Coringa: Delírio a Dois”

“Megalópolis”

“Reagan”


Ator

Jerry Seinfeld, “A Batalha do Biscoito Pop-Tart” - VENCEDOR

Jack Black, “Querido Papai Noel”

Zachary Levi, “Harold e o Lápis Mágico”

Joaquin Phoenix, “Coringa: Delírio a Dois”

Dennis Quaid, “Reagan”


Atriz

Dakota Johnson, “Madame Teia” - VENCEDORA

Cate Blanchett, “Borderlands”

Lady Gaga, “Coringa: Delírio a Dois”

Bryce Dallas Howard, “Argylle”

Jennifer Lopez, “Atlas”


Ator Coadjuvante

“Jon Voight, “Megalópolis”, “Reagan”, “Shadow Land” e “Strangers” - VENCEDOR

Jack Black, “Borderlands”

Kevin Hart, “Borderlands”

Shia LaBeouf, “Megalópolis”

Tahar Rahim, “Madame Teia”


Atriz Coadjuvante

Amy Schummer, “A Batalha do Biscoito Pop-Tart” - VENCEDORA

Ariana DeBose, “Argylle” e “Kraven, O Caçador”

Leslie Anne Down, “Reagen”

Emma Roberts, “Madame Teia”

FKA Twigs, “O Corvo”


Diretor

Francis Ford Coppola, “Megalópolis” - VENCEDOR

S.J. Clarkson, “Madame Teia”

Todd Phillips, “Coringa: Delírio a Dois”

Eli Roth, “Borderlands”

Jerry Seinfeld, “A Batalha do Biscoito Pop-Tart”


Combo em tela

Joaquin Phoenix e Lady Gaga em “Coringa: Delírio a Dois” - VENCEDOR

Quaisquer dois personagens detestáveis (mas especialmente Jack Black), “Borderlands”

Quais dois “atores cômicos” sem graça, “A Batalha do Biscoito Pop-Tart”

O elenco inteiro de “Megalópolis”

Dennis Quaid e Penelope Ann Miller (como Ronnie e Nancy), “Reagan”


Prequela, refilmagem, cópia ou sequência

“Coringa: Delírio a Dois” - VENCEDOR

“O Corvo”

“Kraven, O Caçador”

“Mufasa: O Rei Leão”

“Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes”


Roteiro

“Madame Teia” - VENCEDOR

“Coringa: Delírio a Dois”

“Kraven, o Caçador”

“Megalópolis”

“Reagan”


Leia +

.: Resenha: "Madame Teia" é bom início para a heroína dos aracnídeos

.: Resenha: "Coringa: Delírio A Dois" é confusão excessivamente musicada

.: Crítica: "Megalópolis" é mega mesmo retratando o poder cíclico da vida

.: Crítica: "Kraven, o Caçador" é um super começo para um tremendo vilão

.: Crítica: "Mufasa - O Rei Leão" é agradável e vale a ida ao cinema

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