sábado, 26 de dezembro de 2020

.: Documentário "Delicadeza É Azul" traz um panorama sobre o autismo


"Delicadeza É Azul", filme que traz um panorama sobre o autismo, ganhou cartaz e trailer. Longa-metragem dirigido por Yasmin Garcez e Sandro Arieta estreia nos cinemas no dia 14 de janeiro

O documentário "Delicadeza É Azul" ganhou cartaz e trailer oficiais. O longa-metragem, dirigido por Yasmin Garcez e Sandro Arieta, traz um panorama sobre o autismo e promove uma reflexão através de depoimentos com famílias que convivem com o Transtorno do Espectro Autista, professores, terapeutas, médicos e artistas. O filme mostra também os desafios, tanto dos familiares, quanto de especialistas, em busca do melhor tratamento, como também questões que abordam a inclusão escolar e na sociedade como um todo. Produzido pela Ubuntu Filmes e coproduzido pela Afinal Filmes, o documentário terá lançamento nos cinemas no dia 14 de janeiro. A distribuição é da Pipa Pictures.

"Delicadeza É Azul" questiona, de forma lúdica, o que significa no mundo de hoje uma comunicação relevante através dos cinco sentidos humanos. Na construção dessa narrativa, artistas convidados explicam sobre o que seria o valor funcional e poético de cada um deles: o cantor Ney Matogrosso fala sobre a audição, Bob Wolfenson, fotógrafo, sobre a visão, Roberta Sudbrack, chef, sobre paladar, a perfumista Veronika Kato sobre olfato e, por fim, a artista plástica Suzana Queirosa conversa sobre o tato. Com muita poesia e emoção, o roteiro vai além das dificuldades práticas da síndrome e chama para uma conscientização cada vez mais urgente de que ser diferente é normal.

O documentário sensibiliza o público para um novo olhar sobre o Transtorno do Espectro Autista. Através de entrevistas com crianças de diferentes níveis do espectro, seus familiares, terapeutas, professores e artistas, o filme questiona ludicamente, o que significa no mundo de hoje, uma comunicação relevante através dos cinco sentidos humanos. Cheio de poesia e emoção, o filme vai além das dificuldades práticas da síndrome, gerando reflexão sobre o valor do respeito, do amor e da delicadeza como elementos transformadores de uma realidade que nos chama para uma conscientização cada vez mais urgente de que ser diferente é normal.

Trailer de "Delicadeza É Azul"


.: Trailer e cartaz: "Um Tio Quase Perfeito 2", com Marcus Majella, estreia

Em clima de férias de verão, "Um Tio Quase Perfeito 2" estreia nos cinemas de todo o país no dia 7 de janeiro. As distribuidoras H2O Films e a Sony Pictures lançam hoje o trailer oficial do filme, com as primeiras cenas divulgadas dessa divertida comédia para toda a família. O filme é estrelado por Marcus Majella, que está de volta como Tio Tony, o carismático personagem que conquistou o Brasil no primeiro filme da franquia.

Na história, Tony aparece mais maduro e responsável: deixou pra trás os trambiques e agora trabalha coordenando uma super colônia de férias. Mas ele perde completamente o juízo quando entra em cena o politicamente correto e todo certinho Beto (Danton Mello), namorado da irmã, Ângela (Leticia Isnard), e candidato a padrasto dos seus amados sobrinhos. O elenco conta com Ana Lúcia Torre, como Cecilia, mãe de Tony e Ângela, e com Eduardo Galvão, em um de seus últimos papeis. O ator, que também fez o primeiro longa da franquia, interpreta Gustavo, ex-marido de Ângela e pai das crianças.

Dirigido por Pedro Antônio, "Um Tio Quase Perfeito 2" é produzido pela Arpoador Audiovisual e coproduzido pela  Sony Pictures, Globo Filmes, Telecine e Morena Filmes. A distribuição é da H2O Films e da Sony Pictures.

Sinopse: Tio Tony (Marcus Majella) reina soberano no coração dos sobrinhos, Patricia (Julia Svacinna), Valentina (Sofia Barros) e João (João Barreto). Ele parece ter se regenerado da vida de trambiqueiro e vive em perfeita harmonia com a família até a chegada de Beto (Danton Mello), que rouba o coração da irmã, Ângela (Letícia Isnard), e, de quebra, encanta os pequenos. Com ciúmes desse intruso e inconformado, Tony  entra numa disputa com Beto e vai armar planos mirabolantes envolvendo os sobrinhos para tentar provar que o futuro cunhado não vale nada.

ELENCO | PERSONAGENS

Tio Tony - Marcus Majella

Beto - Danton Mello

Patrícia - Julia Svacina

João - João Barreto

Valentina - Soffia Monteiro

Rodrigo -  Fhelipe Gomes

Ângela -  Letícia Isnard

Cecilia - Ana Lucia Torre

Gustavo - Eduardo Galvão


FICHA TÉCNICA

Direção - Pedro Antonio

Diretora - Assistente Carolina Durão

Fotografia - Rodrigo Graciosa

Edição - Leonardo Gouvea

Trilha Sonora Original - Lucas Marcier e Fabiano Krieger

Direção de Arte - Dany Espinelli

Figurino - Elisa Faulhaber

Produção de Elenco - Marcela Altberg

Produção Executiva - Tathiana Mourão, UPEX

Direção de Produção - Samantha Queiroz

Maquiagem - Marina Beltrão

Som Direto - Marcel Costa

Edição de Som - Tomás Alem e Bernardo Uzeda

Mixagem - Rodrigo Noronha e Gustavo Loureiro

Produção de Finalização - Thiago Pimentel

Coprodução - Mariza Leão

Produtor Associado - Jorge Peregrino

Produção - Erica Iootty

Produção - Arpoador Audiovisual

Coprodução - Sony Pictures, Globo Filmes, Telecine e Morena Filmes

Distribuição - H2O Films e Sony Pictures



.: Vencedores do “MasterChef” voltam ao programa para disputar final


Apenas um deles vai levar para casa um troféu turbinado e o prêmio de R$ 25 mil 

Todo mundo pediu e eles estão de volta! Os vencedores do "MasterChef Brasil 2020" retornam à cozinha do primeiro e maior talent show de gastronomia do país para disputar o título de melhor cozinheiro amador do ano na próxima terça-feira, dia 29 de dezembro. Dessa vez, é tudo ou nada.

Após conquistarem o paladar dos jurados Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin ao longo da temporada, os competidores terão de provar que estudaram e que estão realmente preparados para mostrar que criatividade, ousadia e técnica fazem parte de um verdadeiro MasterChef.

Na edição especial, os vencedores se dividirão em dois grandes grupos por meio de um sorteio, mas as provas serão individuais. O primeiro grupo terá de preparar um risoto dos deuses, enquanto o outro aguarda no mezanino. Depois, os que estavam assistindo colocam a mão na massa em um prato com carne moída. Quem conseguir sobreviver ao desafio, segue para a prova decisiva e terá de elaborar um cardápio autoral, cheio de personalidade. Um formato Endemol Shine, a versão nacional do MasterChef é produzida pela Endemol Shine Brasil.

Os jurados, é claro, estarão mais exigentes do que nunca e somente o melhor vai colocar as mãos no tão sonhado troféu turbinado "MasterChef 2020". O grande vencedor irá faturar também R$ 25 mil, além de ganhar dispositivos inteligentes da Amazon para automatizar sua casa com a ajuda da Alexa, uma geladeira Brastemp Inverse 4 e vários produtos da Tramontina para equipar a cozinha. 

Neste ano, em virtude da pandemia do coronavírus, a atração teve que se readaptar para atender aos protocolos de segurança recomendados pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O programa chegou à tela da Band diferente de tudo o que já foi visto até aqui, mas com o mesmo tempero e sabor das edições anteriores. “Foi uma temporada mais parecida com o Brasil que nós temos hoje. O país está enfrentando muitos problemas internos e tem passado por muita dor, mas, de alguma maneira, cada brasileiro tentou se reinventar e tornar esse momento mais leve. Foi o que fizemos também. Essas pessoas se viram representadas aqui dentro. Indivíduos que nem sempre têm os melhores ingredientes para cozinhar, a melhor tecnologia e equipamentos modernos, mas que têm muito amor para entregar”, analisa Ana Paula Padrão.

A temporada de 2020 contou com episódios independentes, recebendo oito cozinheiros a cada semana. O cenário também ganhou um novo layout com espaçamento de 1,5m entre as bancadas e mesas, além do mezanino ter sido ampliado. Todas as provas foram realizadas dentro do estúdio, sem gravações externas ou desafios em grupo. O vencedor de cada episódio levou para casa o cobiçado troféu MasterChef 2020 e um prêmio de R$ 5 mil, além de doar uma quantia no mesmo valor para uma instituição de caridade envolvida no combate à covid-19 neste momento em que ter empatia é fundamental. 

“Trabalhamos com ingredientes mais simples, receitas mais populares, e com participantes que em uma peneira mais fina, talvez, não entrassem na competição. Porém, por causa do cuidado sanitário que nós tivemos, cada episódio ganhava oito novos competidores, o que possibilitou que muitas pessoas participassem do programa e o estúdio ficasse com mais cara de Brasil. Acho que de todas temporadas, esta seja a que mais se parece com o nosso país”, afirma a apresentadora.

Para a chef Paola Carosella, a diversidade de participantes fez com que o público se sentisse realmente representado. “Foi uma temporada muito pé no chão, feita com muito esforço. Ter realizado o programa em meio a uma pandemia foi muito difícil. Mas, no final, mostramos como o Brasil cozinha, e muitas pessoas em casa se identificaram. Talvez tenha sido um show de gastronomia sem tantos pratos mirabolantes, porém teve muita receita do cotidiano brasileiro e isso foi muito bonito”.

Segundo o chef Henrique Fogaça, o programa conseguiu transformar a vida de muitas pessoas. “A temporada de 2020 foi diferente, mas julgamos a comida como um todo. Todas as receitas, sejam elas mais elaboradas ou não, precisam estar bem harmoniosas, temperadas e muito bem apresentadas. Não tem muita distinção em cada vertente. O 'MasterChef' é uma porta muito importante de transformação, inspiração e mudança”, acredita. “Às vezes, as coisas mais comuns são as mais difíceis de fazer e valorizar”, emenda Erick Jacquin. “Foi uma temporada muito diferente porque faltou a torcida, mas ao mesmo tempo nós mostramos o dia a dia da família brasileira”, conclui o chef.


.: Ana Paula Padrão apresenta documentário inédito sobre Chatô


Ana Paula Padrão apresenta documentário inédito sobre a vida e obra de Assis Chateaubriand na próxima terça-feira, dia 29 de dezembro. Programa mostra as aventuras, inovações e criações do paraibano que revolucionou a comunicação no Brasil. Ana Paula Padrão mostra acervo de Assis Chateaubriand

Em comemoração aos 70 anos da televisão brasileira, a Band leva ao ar na madrugada de terça para quarta-feira, à 1h30, o documentário inédito "A Figura de Chatô", sobre a vida e obra de Assis Chateaubriand. Apresentado por Ana Paula Padrão, o programa mostra as aventuras, inovações e criações de Chateaubriand, o responsável pela inauguração da TV Tupi, Canal 3 de São Paulo, em 1950. O público vai conhecer a fundo a trajetória do paraibano que revolucionou a comunicação e construiu o maior conglomerado de mídia na América Latina no século XX, os Diários Associados.

Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello – ou, simplesmente, Chatô – era um homem cheio de paixões, que inspirou a biografia "Chatô - O Rei do Brasil", escrita por Fermando Morais. Foi jornalista, advogado, senador, diplomata e até imortal da Academia Brasileira de Letras. Atuou também como um empresário audacioso e visionário, que reuniu um dos acervos de arte mais relevantes da América Latina – percebendo uma janela de oportunidade logo após a Segunda Guerra Mundial – com obras-primas de artistas europeus oferecidas a preços razoáveis. 

Com esses quadros e esculturas, ele criou junto com Pietro Maria Bardi, o Museu de Arte de São Paulo, o MASP, que tem, ainda hoje, suas obras disputadas para empréstimo pelas principais instituições culturais do mundo. "A Figura de Chatô" vai ao ar na terça-feira, à 1h30, logo após o "Jornal da Noite".

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

.: Diário de uma boneca de plástico: 25 de dezembro de 2020



Querido diário,

Hoje é um dia mega especial para mim e muitos... Hoje é Natal! Data em que celebramos o nascimento de Cristo. Foi nesse dia? Não foi? Ah! Não quero discutir sobre isso, não! Só quero que o Filho de Deus continue a nos iluminar.

Esse ano fizemos uma ceia de Natal tão, tão aconchegante. Tivemos frango no grill com um tempero divino, batatas, farofa e arroz. Na mesa quem deu o toaque natalino foi um casal: o Gizmo e a Penny. Sim! Dois Gremlins... e, claro, que não os alimentamos após a meia-noite, nem deixamos um pinguinho de água cair neles ou os expusemos ao Sol. 

O que  posso dizer? Já começou um dia abençoado! Viva Jesus!! Jesus vive!!

Feliz Natal!!

Beijinhos pink cintilantes e até amanhã,

Donatella Fisherburg
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.: Ser bom e ser besta no Natal em atitudes autoexplicativas

Por Helder Bentes*, professor de Língua Portuguesa e Literatura.

Hoje não vou propor nenhuma leitura literária. Quero apenas partilhar com meus leitores uma mensagem de Natal não literária, porém baseada num dos mais belos textos literários da Bíblia, o sermão da montanha. 

O 25 de Dezembro é uma data especial não somente para os cristãos, mas também para todos aqueles que comungam do espírito de solidariedade que se renova nesta época do ano. É tempo de a gente refletir sobre os prós e os contras das nossas ações e entender que um ato não é uma atitude e que um erro na vida não é uma vida de erros. 

Natal significa nascer e, cada vez que você acorda, você é convidado a participar de uma ceia, o grande banquete da existência, onde tudo o que você tiver – não somente bens materiais ou de consumo, mas também suas virtudes e defeitos – deve ser colocado em comum, não apenas para o seu crescimento, mas para o crescimento de todos os que convivem com você no seu dia-a-dia.

Não se trata de ser otário, mas de ser bom. Infelizmente vivemos num mundo em que somos o tempo todo induzidos a confundir o que é ser besta e o que é cultivar a difícil arte de ser bom.

Ser bom é cultivar um coração desprendido de riquezas materiais. Ser besta é aderir à imposição do sistema para lhe transformar numa máquina desejante. 

Ser bom é ser sal da terra e luz do mundo. Ser besta é você achar que, para temperar o mundo, você precisa subtrair o sabor dos outros ou esconder suas lâmpadas embaixo de alqueires.

Ser bom é orientar suas decisões e iniciativas por uma interpretação dialética dos fatos. Ser besta é você decidir por impulso ou, pior, por influência dos outros.

Ser bom é preferir o silêncio a uma forma inadequada de dizer o que pensamos. Ser besta é desperdiçar nossos conteúdos relevantes em formas e momentos impertinentes. 

Ser bom é cultivar pérolas. Ser besta é atirá-las aos porcos.

Ser bom é fazer do amor próprio o seu referencial de amor ao próximo. Ser besta é ser egoísta a ponto de só pensar em si e nunca nos outros. 

Ser bom é entrar em acordo sem demora com quem divide a vida conosco. Ser besta é deixar que o orgulho se associe às ofensas do outro para danificar nossa vida.

Ser bom é cultivar uma consciência crítica. Ser besta é ser maria-vai-com-as-outras.

Ser bom é ter palavra capaz de fazer os outros descansarem. Ser besta é precisar jurar ou prometer para que os outros descansem no que a gente diz.

Ser bom é ser racionalmente misericordioso para perdoar as ofensas. Ser besta é se vingar.

Ser bom é proteger-se do inimigo, torcendo para que ele supere as limitações que o fazem inimigo. Ser besta é responder a essas limitações com as nossas próprias limitações.

Ser bom é fazer boas obras em segredo. Ser besta é ficar tocando a trombeta diante de si, propagando o que se fez e, às vezes, até o que não se fez. 

Ser bom é mudar o foco de visão para contemplar o que não pode ser mudado. Ser besta é ficar reclamando, reclamando, reclamando...

Ser bom é ser Deus para o outro que precisa alimentar-se como as aves do Céu e vestir-se como os lírios do campo. Ser besta é crer que Deus não precisa da gente para prover quem foi vitimado pelo sistema excludente que nós construímos.

Ser bom é dar valor não para o julgamento alheio, mas para o que Deus sabe a seu respeito. Ser besta é sair por aí julgando os outros, como se Deus não soubesse a verdade sobre eles. 

Ser bom é ser natal todos os dias. Ser besta é ser natal só no dia 25 de dezembro.

.: Tradição japonesa: ano novo no Japão busca renovação e purificação


A Organização Nacional do Turismo Japonês (JNTO) apresenta as principais tradições japonesas e locais sagrados em que o novo ano é celebrado

O feriado de Ano Novo no Japão é uma comemoração diferente se comparada às festividades no Brasil. O oshougatsu, como é chamado em japonês, é a principal celebração do calendário do país, e se estende do dia 31 de dezembro ao dia 3 de janeiro. A data é recheada de costumes que buscam renovação e prosperidade para o ano que vai chegar. Conheça as principais tradições japonesas e alguns locais sagrados em que o novo ano é celebrado:

108 badaladas
O oshougatsu é tradicionalmente sereno e reservado. Ao invés de fogos de artifícios e grandes festas, o novo ano no Japão é recebido com as 108 badaladas do ritual budista Joya no Kane, quando os templos batem os sinos na noite do dia 31 em contagem regressiva para afastar os desejos mundanos dos homens. A última badalada acontece exatamente à meia noite e marca a virada do ano e a purificação dos homens. Já nos templos xintoístas, um ritual tradicional de ano novo é o Saitan-sai, realizado na madrugada de 1º de janeiro, com orações pelas bênçãos para o ano novo.

Hatsumode - Templos e santuários
É muito comum que, durante todo o feriado, as pessoas visitem os templos budistas e santuários para rezar por um ano próspero e com saúde. O hatsumode é a tradição da primeira visita do ano a um local sagrado e é comum ver as pessoas com trajes típicos, como o quimono e o hakama. Nesses locais, também é possível adquirir novos talismãs da sorte como o Omamori, Daruma e Maneki Neko, e comprar Omikuji, a “loteria sagrada”, que traz mensagens sorteadas que predizem a sorte para o novo ano.

Conheça alguns templos e santuários tradicionais para o hatsumode, indicados pela Organização Nacional do Turismo Japonês (JNTO). É importante ressaltar que neste ano, devido à pandemia, esta tradição não deve se concretizar, pois os locais costumam atrair muitas pessoas durante o feriado e a recomendação é evitar aglomerações.

Templo Sensoji
O Templo budista Sensoji é um dos mais antigos e tradicionais de Tóquio. Localizado no bairro de Asakusa, o templo foi construído em 645 e abriga a estátua sagrada de Kannon, a deusa da misericórdia. O templo tem imponentes portões, um deles com uma lanterna de 700 quilos e um pagode de cinco andares. No pátio central, um jokoro, um enorme queimador de incenso banha os visitantes com sua fumaça sagrada que acredita-se curar feridas e melhorar o funcionamento do corpo. O local é famoso pelo seu ritual Joya no Kane, no dia 31 de dezembro. Mais informações: https://www.japan.travel/pt/spot/1691/

Santuário Fushimi Inari Taisha
Localizado em Quioto, este santuário xintoísta é dedicado à Inari, a divindade da boa colheita e sucesso nos negócios. É um dos principais cartões postais de Quioto e famoso pelo seu túnel de 10 mil portões torii, que conduzem os visitantes ao topo do Monte Inari, de 233 metros de altura. Durante o oshougatsu, muitas pessoas visitam o local para rezar e, no dia 31 de dezembro, é tradição à meia noite os visitantes também tocarem sinos para dar boas vindas ao novo ano. Mais informações: https://www.japan.travel/pt/spot/1128/

Hatsuhinode
O primeiro dia do ano também é especial na tradição do Ano Novo japonês. O costume de apreciar o primeiro nascer do sol, chamado hatsuhinode, leva muitas pessoas a acordar cedo para apreciar o nascer do sol, de algum lugar especial, para rezar e dar boas vindas ao novo ano. Acredita-se que durante o primeiro nascer do sol, as divindades do ano novo vem ao plano terreno para semear boas energias, sorte e felicidade.

Informações sobre viagens ao Japão
Devido à pandemia, as restrições de viagem estão mudando continuamente e se adaptaram conforme a situação evolui globalmente. A JNTO recomenda visitar seu site para obter as últimas notícias sobre o Japão e as restrições de viagens relacionadas à Covid-19. Acesse: https://www.japan.travel/en/coronavirus/

Sobre a JNTO
A Organização Nacional do Turismo Japonês (JNTO) é um orgão governamental japonês com escritórios em 22 cidades ao redor do mundo. A organização está envolvida em uma ampla variedade de atividades para incentivar turistas internacionais de todo o mundo a visitar o Japão. O JNTO presta consultoria em vendas de pacotes turísticos, sugestões e assistência na criação de itinerários para o Japão, e incentiva associações acadêmicas e industriais a realizar congressos no Japão, além de promovê-lo para as pessoas interessadas. Além disso, publica regularmente estatísticas de turismo e relatórios de mercado.

.: Zeeba lança vídeo interpretando "All I want for Christmas Is You"


O Natal este ano terá um formato diferente, serão festas menores e mais introspectivas. Mas Zeeba lança hoje uma interpretação de “All I want for Christmas Is You”, música da Mariah Carey, para transmitir um pouco de positividade.

Essa canção de amor, lançada em 1994, se tornou a música de Natal mais vendida e solidificada na cultura e na música popular. Nessa nova versão, Zeeba, acompanhado do tecladista Pedro Montagnana, desacelera o andamento e traz no vocal a calma que precisamos para atravessar 2020.

“Eu sempre curti a vibe natalina e as músicas de Natal que embalam nossas ceias. Resolvi então gravar essa interpretação, ali mesmo na sala da minha casa. Isso me deu a ideia de fazer uma live para todos no meu insta”, conta o cantor.

O artista vai fazer uma apresentação intimista para embalar suas comemorações familiares na véspera do Natal. Logo após a ceia, já no dia 25/12, a partir da 00h30, a celebração será transmitida em seu Instagram (@zeeba).

“Espero que essa música traga uma felicidade e um sorriso para quem assistir”, finaliza Zeeba.

Assista:



.: Talentoso ou medíocre - que profissional você será em 2021?

David Braga, CEO da Prime Talent *

Falar de um ano desafiador, incerto e de muitas mudanças, com certeza, é falar de 2020. Foram meses que colocaram à prova governos, empresas e pessoas. Todos tiveram que vivenciar, de fato, a palavra disrupção. Foi necessário revisar planos pessoais, planejamentos corporativos, sonhos, promoções na carreira, casamentos e até mesmo lançamento de produtos ou unidades de negócios. No entanto, os momentos difíceis só são determinantes e cruéis para quem não enxerga as oportunidades. Nas empresas, transformações positivas também surgiram, com destaque para as mudanças na cultura organizacional, o que, por sua vez, ampliou as exigências em relação às competências e habilidades de lideranças e liderados. Sendo assim, este é um bom momento para que os profissionais repensem – se ainda não o fizeram – o caminho em que estão e de que maneira ele os conduzirá para onde desejam. Afinal, você quer ser considerado talentoso ou medíocre em 2021?

Para essa reflexão, é bom lembrar que, do dia 31 de dezembro para 1º de janeiro, muda-se apenas uma data do calendário. Apesar de muitos acreditarem, erroneamente, mas com muita esperança, que tudo vai se resolver e melhorar com essa troca de ano, o poder de transformação está, na verdade, nas atitudes de cada um – aliás, uma das principais características apreciadas pelas empresas. E a autogestão da carreira definirá não apenas o presente, como, também, o futuro dos profissionais no mercado de trabalho. Nesse caso, as iniciativas, a forma com a qual ele lida com as pessoas, o poder de engajamento e de entrega dos resultados continuarão a definir quem mantém a empregabilidade ou quem estará desempregado em breve.

Além disso, está mais claro do que nunca que de nada vale somente ter um título, mesmo que seja da Universidade Harvard, se o indivíduo não possui empatia, escuta ativa e uma liderança sustentável. Aqui, reforçando que sustentabilidade nos negócios vai muito além do meio ambiente: diz respeito ao modo como os colaboradores, fornecedores e parceiros são tratados, a compliance, à governança e à ética. Sem falar de tantos outros atributos que deveriam ser básicos, porém ainda são usados para distinguir o ótimo do medíocre: resiliência, comunicação, persuasão, gestão de conflitos, adaptação ao novo, incluindo à tecnologia, só para dar alguns exemplos.

Do estagiário ao presidente de qualquer porte da organização – familiar, nacional ou internacional –, terão destaque apenas os talentos, ou seja, aqueles que se moldam de acordo com o tempo, das novas necessidades de mercado e de suas habilidades. São profissionais que se desafiam a serem melhores hoje do que foram ontem e, sobretudo, que não tenham medo da mudança. Como diria Albert Eisntein, “a vida é como andar de bicicleta. Para ter equilíbrio, é preciso estar em movimento”. Assim, evidentemente, os que saíram e sairão à frente serão sempre aqueles que, mesmo diante das piores adversidades, criam novos caminhos e têm novas ideias, conseguem pensar de forma criativa e desenvolver novos produtos, novas soluções e se apropriar do melhor da tecnologia, da inteligência artificial e, particularmente, dos indivíduos. Afinal, por mais tecnológica que seja uma empresa, é por meio das pessoas que se obtêm os resultados.

Por fim, discute-se tanto sobre propósito, felicidade no trabalho, legado, espiritualidade, compliance, capitalismo consciente, diversidade e tantos outros temas mais atuais do que nunca. Então, o profissional precisa saber o que quer da vida, seja no âmbito pessoal, seja na carreira. Para ter essa clareza, é vital se conhecer, o que pode ser acelerado por uma terapia ou um processo qualificado de coaching. Dessa forma, é mais fácil ter essa clareza a respeito de quais são suas principais competências e habilidades (soft skills), que pontos ainda precisam ser melhorados e, especialmente, o que deseja da vida. Quando alcançamos esse autoconhecimento, é exatamente quando assumimos o controle das nossas ações – ou o tão falado protagonismo. Portanto, para aquelas pessoas que projetam um 2021 diferente e mais produtivo, esse é o caminho a seguir.

* David Braga é CEO, board advisor e headhunter da Prime Talent, empresa de busca e seleção de executivos de média e alta gestão, que atua em todos os setores da economia na América Latina, com escritórios em São Paulo e Belo Horizonte. É também autor do livro “Contratado ou Demitido – só depende de você” e professor convidado da Fundação Dom Cabral (FDC) para matérias de gestão de pessoas. Ele atua, ainda, como embaixador do ChildFund, eleita, pelo quarto ano consecutivo, uma das 100 melhores ONGs do Brasil, que apoia crianças e adolescentes em extrema vulnerabilidade.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

.: Poliana no SBT e na Netflix, Sophia Valverde vira garota invisível em filme


Estrelada por Sophia Valverde, a Poliana da novela do SBT, a comédia romântica “A Garota Invisível” promete muita música e diversão. O longa-metragem acaba de chegar às plataformas Claro Now, Vivo Play, iTunes, Apple TV, Sky Play, Google Play e YouTube Filmes. Em “A Garota Invisível”, Sophia Valverde é Ariana uma garota que sempre passou despercebida até que, sem querer, posta um vídeo em que se declara para o garoto mais popular da escola. Agora a ex-namorada dele fará de tudo para estragar o romance e fazer com que Ariana volte a ser invisível.

O elenco inclui Matheus Ueta, Bia Jordão, Bianca Paiva, Kaik Pereira e Clarinha Jordão – além da participação especial de Marcelo Várzea, como o professor Chicão. “A Garota Invisível” é dirigido por Maurício Eça (dos filmes “Carrossel”), com roteiro de Livia Alcade e C.Jos Bravo, e produção de Marcelo Braga, da Santa Rita Filmes. 

“A Ariana é uma garota muito inteligente, nerd, e que se sente invisível, porque ela tem um crush no garoto mais popular da escola e ele nem sabe que ela existe. Acho que muitas garotas no Brasil, que estão nessa fase da adolescência, vão se identificar com ela”, explica Sophia Valverde. “O Teo é um garoto muito nerd, muito geek e um amigo fiel. Acho que o pessoal vai se identificar com ele, porque ele está naquela situação de gostar da melhor amiga, mas não ter coragem de assumir”, revela Matheus Ueta, que contracena com Sophia Valverde.

"A Garota Invisível" tem uma vilã que as pessoas vão amar e odiar: Diana. "Ela é bem mimada e faz de tudo para chamar a atenção e ser sempre a primeira. Para criar a Diana, eu me inspirei na Sharpey Evans, de 'High School Musical', que sou muito fã”, explica Mharessa Fernanda.Guilherme Brumatti, por sua vez, é Khaleb no filme. “Eu sou mais reservado e o Khaleb é o popular, que todo mundo idolatra. O que temos de semelhanças é que ele às vezes age sem pensar e gosta muito de música, assim como eu”, revela.

Bianca Paiva interpretará Jade no filme e está ansiosa com a repercussão da personagem. “A Jade foi um dos meus maiores presentes de 2020, ela é luz. É uma menina forte, divertida (do jeitinho dela hahaha) e real com personalidade. Acredito muito que as pessoas vão gostar e se identificar com os momentos, falas e cenas da Jade. Estou super feliz e realizada em viver e conhecer essa história maravilhosa”, comemora a atriz.

Bia Jordão empresta o seu talento para a personagem Patty. “Ela é daquelas meninas que demoram pra processar as informações, tem seu próprio tempo. Por ter se afastado da Ariana, acaba seguindo os conselhos e meio que fazendo o que a Diana pede. Apesar de tudo, ela tem um bom coração. Espero que se divirtam e gostem dela”, torce a artista. Kaik Pereira interpreta Edu no longa-metragem. “Foi incrível fazer o Edu, a gente é bem parecido em algumas coisas. Ele é bem brincalhão, amigo de todo mundo e gosta de distrair o ambiente quando se sente entediado”, finaliza. 

Trailer de "A Garota Invisível"


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