sexta-feira, 25 de junho de 2021

.: "Preta Rainha" é a atração do Teatro Vivo em Casa para este sábado

O solo com Aysha Nascimento será apresentado neste sábado. Foto: André Murrer

A atriz Aysha Nascimento protagoniza o monólogo "Preta Rainha", atração do Teatro Vivo em Casa para este sábado, dia 26, às 21h. A direção é de Flávio Rodrigues, com texto de Jé Oliveira. 

O espetáculo conta a história da personagem "Preta Rainha" que é rainha de bateria de uma escola de samba. O solo propõe uma reflexão sobre políticas de embranquecimento, invisibilidade e a objetificação do corpo da mulher negra. 

A apresentação acontece online, e os ingressos são gratuitos e limitados. Os resgates podem ser realizados na plataforma @vivo.cultura no Instagram. Classificação: 14 anos.

Vivo Cultura
Em 2021, a Vivo completa 17 anos de incentivo permanente à cultura, com investimentos no âmbito das artes cênicas e plásticas, música e cinema em território nacional. Por meio de seus patrocínios e do Teatro Vivo, a marca busca ampliar e democratizar o acesso dos brasileiros à cultura.

Os 19 espetáculos virtuais do Teatro Vivo em Casa apresentados em 2020 foram vistos por mais de 10 mil pessoas, de todas as regiões do país; e a Plataforma @vivo.cultura, também lançada durante a pandemia, teve mais de 1,5 milhão de visualizações. Nesta segunda temporada do Teatro Vivo em Casa de 2021, a Vivo traz espetáculos com temática integralmente voltada à diversidade e cultura negra.


quinta-feira, 24 de junho de 2021

.: "Colônia", do Canal Brasil, é a voz de antepassados que ainda tentam calar

Por: Mary Ellen Farias dos Santos


"Colônia", nova série em 10 episódios, do Canal Brasil, é uma produção brasileira impressionante, principalmente pela forma precisa que apresenta o tipo de história que a sociedade sempre fez questão de esconder bem debaixo do tapete ou esquecer completamente. O seriado que estreia dia 25 de junho, é protagonizado por uma mocinha linda e de família chamada Elisa (Fernanda Marques), quem leva o público para 1971 e para dentro da verdadeira história do hospital que dá o nome do seriado.

Filha do fazendeiro Júlio (Henrique Schafer), Elisa, de rosto angelical, tal qual princesa Disney, engravida do namoradinho e se recusa a seguir com um casamento arranjado pelo pai. Qual a única solução perfeita para o patriarca? Interná-la no hospício como esquizofrênica. Sem defesa de Antonieta, a mãe (Rafaela Mandelli), segue para Barbacena no "Trem de Doido", quando conhece Gilberto (Arlindo Lopes). Por que os dois estão lá? É exatamente esse o ponto que fortalece a trama. 

O lugar que fica em Minas Gerais, reúne os excluídos, ou seja, é um depósito dos que não se enquadravam na sociedade. Tal qual a essência da criação do Brasil quando Portugal largava aqui seus degredados. No Colônia, há jovem grávida antes do casamento ou do patrão, alcólatra, homossexual, deficiente, prostituta, guerrilheiros entre outros. 

Consciente de estar ali devido a gravidez e o não aceite do casamento com um idoso, Elisa, não é o tipo de protagonista boba, permanece no sonho de liberdade e luta para fazer acontecer. No compasso que a história do mocinha se desenrola a cada novos 20 e poucos minutos de episódio, as reviravoltas fazem o público roer as unhas, vibrar com o desfecho de determinada situação ou até mesmo chorar. 

Vale alertar que o episódio 8 e 9 mexem com a emoção, segurar as lágrimas, principalmente aos que se deixam embarcar na trama, é uma missão impossível. Também pudera, no elenco estão Fernanda Marques, Andréia Horta, Augusto Madeira, Naruna Costa, Bukassa Kabengele, Arlindo Lopes, Rejane Faria, Ana Kutner, Henrique Schafer, Rafaela Mandelli, Marat Descartes, Eduardo Moscovis. A reunião de talentos diante das câmeras facilita tamanho envolvimento de quem está do outro lado. É impossível não torcer pela felicidade de algum ou alguns personagens! 

"Colônia", criação de André Ristum, também tem roteiro assinado por ele ao lado de Marco Dutra e Rita Gloria Curvo. A produção, livremente inspirada no livro “Holocausto Brasileiro”, de Daniela Arbex, usa de perfis distintos que se encontram presos. Enquanto que Elisa, a protagonista interpretada por Fernanda Marques apresenta a delicadeza e a busca pela realização do sonho de liberdade, a atriz Rejane Faria, com Wanda, oferta a amizade, experiência de vida dentro daquele ambiente tenebroso. Como não se encantar com a cena emocionante de Wanda com o ratinho? Momento poético tal qual no conto de fadas clássico da "Cinderella"!

No entanto, o laço da amizade entre os personagens não se restringe à dupla citada, mas é belamente amarrado com outros internados: o homossexual Gilberto (Arlindo Lopes), a prostituta Valeska (Andreia Horta), o alcoólatra Arlindo (Bukassa Kabengele), assim como Soraia com mudez. Diferentes, mas juntos e unidos, até a enfermeira Laura de Naruna Costa mostra como vale a pena arriscar-se pelo bem do outro. Em meio a tanto dedo na ferida, "Colônia" encena momentos marcantes, como por exemplo, quando três guerrilheiros, Christian Malheiros (Eduardo), Stephanie de Jongh (Natália), Marat Descartes (Ivan), dão um abraço, há a aproximação de Soraia seguida de outros internados.

Rodada em preto e branco, enquanto constrói um ambiente de suspense que flerta com o terror -as cenas fortes com sangue ficam mais provocantes, justamente por não serem coloridas. Ao retratar de modo nu e cru o oprimido pela sociedade, "Colônia" consegue transbordar delicadeza na tela, mesmo sendo forte o suficiente para retratar gestos extremos que levam à morte de alguns personagens. Com um toque de produção cinematográfica, a rica narrativa de folhetim, brinca ao dar entender, por vezes, que não há melhor rumo para a trama e, então, tira da cartola revivoltas de fazer o queixo cair. 

As mudanças acontecem concomitantemente com o fim da esperança de um personagem ou outro, ali, preso. Nesse processo, convence o público a embarcar nessa ideia, e cria uma situação surpresa que deixa muitos acontecimentos de pernas para o ar. Tais surpresas que fazem o expetador vibrar e dão até arrepios. Sim! É difícil segurar a emoção! Como se não fosse o bastante, ao término de cada episódio são lançados ganchos que provocam total curiosidade a respeito da sequência. Não há como negar, "Colônia" é uma montanha-russa de emoções. 

Envolvente, mas chocante, a série sobre o lugar em que mais de 60 mil pessoas perderam a vida vítimas de maus tratos, eletrochoque, tortura e abandono, apresenta um produto final de dar orgulho a nós, de terras tupiniquins e revela que o Brasil tem muito o que mostrar e sabe como o fazer, basta ter o apoio necessário para a realização. A série é o produto de qualidade final suficiente para caminhar lado a lado, de superproduções gringas, inclusive a série antológica e já consolidada, "American Horror Story".

Torcendo pela punição de Juraci (Augusto Madeira) e Ramires (Marco Bravo), sem perceber, os dez episódios são devorados e até revistos, pois a série, fatalmente, deixa um gostinho de quero mais. E tem tudo para uma segunda temporada, sim! Os assinantes de streaming dos Canais Globo e Globoplay poderão maratonar a série "Colônia", sendo que o primeiro episódio estará disponível para não assinantes por sete dias. Também será possível acompanhar semanalmente no Canal Brasil, às sextas-feiras, às 21h30. Imperdível!

“Colônia” é uma produção de Sombumbo e Tc Filmes, em coprodução com a Gullane, produzida por André Ristum e Rodrigo Castellar, e financiada através do Fundo Setorial do Audiovisual.

Sinopse: A produção apresenta a história de Elisa (Fernanda Marques), uma jovem de vinte anos que chega ao Hospício Colônia no começo dos anos setenta. Ela está grávida de quatro meses de sua grande paixão juvenil e foi enviada para o local pelo pai, Júlio (Henrique Schafer), que fica enfurecido ao descobrir que a filha arruinara seus projetos de casá-la com um rico vizinho de fazendas. Elisa logo se depara com a verdadeira loucura ali presente, mas rapidamente consegue descobrir que, assim como ela, muitas outras pessoas sem nenhum tipo de diagnostico de doença mental estão internadas: o alcoólatra Raimundo (Bukassa Kabengele), a prostituta Valeska (Andréia Horta), o homossexual Gilberto (Arlindo Lopes) e dona Wanda (Rejane Faria), todos para lá enviados por serem considerados incômodos para a sociedade. Elisa se aproxima destas pessoas e cria laços de amizade fundamentais para sobreviver, da maneira mais sã possível, a uma vida de abusos e violência diária.


Colônia (2021)

Classificação: 16 anos

Criação e direção: André Ristum

Roteiro: André Ristum, Marco Dutra e Rita Gloria Curvo

Elenco: Fernanda Marques (Elisa), Augusto Madeira (Juraci), Andréia Horta (Valeska), Rejane Faria (Wanda), Naruna Costa (Laura), Bukassa Kabengele (Raimundo), Arlindo Lopes (Gilberto), Rafaela Mandelli (Antonieta), Aury Porto (Dr. Carlos), Marco Bravo (Ramires), Paulo Américo (Antônio),  Marcelo Laham (Freitas), Teka Romualdo (Amélia), Viviane Monteiro (Soraya), Lulu Pavarin (Germinda), Maria do Carmo (Aparecida), Lilian de Lima (Romilda), Eduardo Moscovis (Major Carvalho), Nicola Siri (Padre João), Vanderlei Bernardino (Prefeito), Christian Malheiros (Eduardo), Stephanie de Jongh (Natália), Marat Descartes (Ivan), Ana Kutner (Rosana), Samuel de Assis (Ricardo) e Henrique Schafer (Julio)

Estreia: sexta, dia 25/06, às 21h30.

Horário: sexta, às 21h30

Alternativos: madrugada de sábado/domingo, 1h55, e madrugada de segunda/terça, 0h55.

*Mary Ellen Farias dos Santos é criadora e editora do portal cultural Resenhando.com. É formada em Comunicação Social - Jornalismo, pós-graduada em Literatura, licenciada em Letras pela UniSantos - Universidade Católica de Santos e formada em Pedagogia pela Universidade Cruzeiro do Sul. Twitter: @maryellenfsm


.: Companhia das Letras promove 2ª edição do festival "Na Janela Reflexos"


Evento contará com a parceria de livrarias de rua e independentes.

De 25 a 27 de junho, a Companhia das Letras promove a segunda edição do festival "Na Janela Reflexos - Diálogos Literários". Na programação, dezesseis escritores falam sobre livros, leituras, carreira e personagens, em oito encontros em que autor entrevista autor, sem mediações.

Entre as principais atrações estão autores de lançamentos recentes, como Daniel Galera (“O Deus das Avencas”), Aline Bei (“Pequena Coreografia do Adeus”), Bernardo Carvalho (“O Último Gozo do Mundo”) e Natércia Pontes (“Os Tais Caquinhos”). A apresentação fica a cargo do jornalista Schneider Carpeggiani e da influenciadora Camilla Dias.

Além disso, o festival é parceiro de uma série de livrarias de rua e independentes, que vão vender os livros dos autores da programação. São elas: Livraria da Vila, Livraria da Travessa, Livraria Martins Fontes, Blooks Livraria, Janela Livraria, Livraria LDM, Livraria Baleia, Livraria Mandarina e Livraria da Tarde. As conversas serão transmitidas ao vivo no canal da Companhia das Letras no YouTube - https://www.youtube.com/user/CompanhiaDasLetras - e replicada também nas outras redes sociais da editora.

Veja abaixo a programação completa:

Sexta-feira, dia 25 de junho
Às 18h - Mesa 1 - 
Tati Bernardi e Sérgio Rodrigues
Às 20h - Mesa 2 - Aline Bei e Natércia Pontes


Sábado, dia 26 de junho
Às 15h - Mesa 3 - Santiago Nazarian
e Michel Laub
Às 17h - Mesa 4 - Fabiane Guimarães e Simone Campos
Ás 19h - Mesa 5 – Lourenço Mutarelli e Carol Bensimon

Domingo, dia 27 de junho
Às 15h - Mesa 6 - João Anzanello Carrascoza
e José Trajano
Às 17h - Mesa 7 - Paulo Henriques BrittoDaniel Galera
Às 19h - Mesa 8 - Bernardo Carvalho e Jeferson Tenório

.: Loja do Resenhando anuncia livro de Lady Di e Cristóvão Rilke. Confira!


O mês de junho é marcado pelas festas juninas e para a loja virtual do Resenhando.com, shopee.com.br/resenhando, não ficar de fora das comemorações, os Resenhanders Helder e Mary Ellen Miranda incluíram novos livros e brinquedos para venda. Já são mais de 100 itens cadastrados e disponibilizados nas prateleiras da lojinha. 

Entre os títulos em destaques está o volume "Uma Questão de Honra - O Mordomo de Lady Di conta toda a verdade". No livro "o mordomo da personagem mais comentada da história da civilização moderna. Paul Burrell, conta como foram os seus dias de trabalho para a rainha Elizabeth, e posteriormente, para a família do príncipe Charles e a querida (ou nem tanto) princesa Diana Spencer, Lady Di. Tom de fofoca? Sim o livro tem um pouco disso. Paul quis 'limpar' a própria a barra perante a imprensa e todo o mundo? Com certeza. Contudo, a história que ele conta pode e deve ter 'invenções', mas é certo que também há muita veracidade". Você pode comprar o livro aqui: "Uma Questão de Honra - O Mordomo de Lady Di conta toda a verdade"!

Além de livros, há também algumas antiguidades, como por exemplo, um exemplar do boneco Jaspion e do carro dele, de fricção, o Spielvan, lançado pela Glasslite, em 1992. Outros atrativos são um kit com três canetas em formato de pizza, pelúcia de um elefante fofo na cor lilás, a dupla Smurfette e Papai Smurf do McDonald´s, o CD + DVD, B´Day Deluxe, da cantora Beyoncé e também os livros de Chico Buarque: "Budapeste" e "Benjamin".

No entanto, ao visitar a loja, você verá que há muitas outras novidades para venda. Está com dúvida sobre como fazer a compra? No Shopee é super fácil, seja via cartão de crédito ou boleto bancário. Antes, caso não tenha, basta preencher um cadastro e usar cupons para frete grátis. 

Acesse os produtos clicando em shopee.com.br/resenhando e confira tudo o que está disponível na nossa loja virtual. Quer saber mais sobre algum item? É só perguntar no chat da lojinha do Resenhando. 

Boas compras em shopee.com.br/resenhando!


Confira os novos livros incluídos na lojinha:

"Aprendiz de inventor", de João Anzanello Carrascosa

"A Teus Pés", de Ana Cristina Cesar

"Benjamim", de Chico Buarque

"Budapeste", de Chico Buarque

"Cartas a um jovem poeta: canção amor morte porta-estandarte Cristóvão Rilke", de Rainer Maria Rilke

"Doença Mental e Psicologia", de Michael Foucault

"História da Bíblia para Jovens", de Regina Drummond

Kit de livros Ferreira Gullar, "Muitas vozes" e "Poema sujo", Editora José Olímpio, livros de poesia

"Monsieur d'eon é Mulher: um caso de intriga política", de Gary Kates

"O Árabe do Futuro 4: uma juventude no Oriente Médio (1987-1992), Riad Sattouf

"O Guia Geek de Cinema: a história por trás de 30 filmes de ficção científica que revolucionaram o gênero"

"O Planeta do Sr. Summer", de Saul Bellow

"O Repouso do Guerreiro", C. Rochefort

"O Salário do Medo", de Georges Arnoud

"Psicologia na Educação", de Cláudia Davis e Zilma de Oliveira

"Quando Me Amei de verdade", de Kim McMillen e Alison McMillen

"Rádio: 24 horas de jornalismo", de Marcelo Parada

"Shackleton: uma lição de coragem", de Margot Morrell e Stephanie Carpparell

"Sonhe Mais", de Jai Push

"Sou louco por você" de Federica Bosco

"Um amor de Cinema", de Victoria Van Tiem

"Walter Benjamin: tradução e melancolia, de Susana Kampff Lages

.: Fenômeno: “Sour”, álbum de estreia de Olivia Rodrigo, coleciona recordes


Com dez das 11 faixas já certificadas no Brasil, o disco permanece sendo o mais ouvido no Spotify desde o lançamento. 

“Sour”, o aguardado primeiro álbum completo de Olivia Rodrigo, lançado no dia 21 de maio, não para de surpreender e fazer história. Além de ter estreado em primeiro lugar na parada semanal de álbuns do Spotify Global, onde segue invicto por quatro semanas consecutivas, “Sour” repetiu o feito no Brasil e deu a Olivia Rodrigo o status de artista internacional que por mais tempo ocupou o primeiro lugar desde que a plataforma passou a divulgar as atualizações semanais do chart de álbuns no país.

No Brasil, “Sour” já atingiu a Certificação Platina Dupla e dez das 11 faixas foram certificadas em apenas um mês de lançamento do álbum. Lançado em 8 de janeiro, o single de estreia, “drivers license” já é Diamante Duplo no país. O segundo e o terceiro singles, “deja vu”, lançado em 1º de abril, e “good 4 u”, lançado uma semana antes do álbum, em 14 de maio, alcançaram o status de Platina Tripla. As faixas “traitor” e “favorite crime”, mesmo não sendo singles, já têm certificação Platina e as faixas “happier”, “brutal”, “jealousy, jealousy”, “enough for you” e “1 step forward, 3 steps back”, já são Ouro no Brasil. A certificação Ouro da faixa “hope ur ok” deve ser confirmada nos próximos dias.

Tendo iniciado sua carreira musical como artista solo em 2021, a estreante Olivia Rodrigo já é de longe a artista internacional mais ouvida do ano no Spotify Brasil, entre homens e mulheres. Olivia também se tornou a artista internacional feminina com o maior número de músicas no Top 200 em um mesmo dia – todas as 11 faixas de “Sour”.

Esses recordes se somam a tantos outros que a artista tem quebrado no mundo inteiro.  O disco debutou em primeiro lugar na Billboard 200 e já obteve o Certificado de Ouro da RIAA em sua primeira semana. Em sua estreia, o álbum ainda conquistou o topo das paradas no Reino Unido, Canadá, Chile, Dinamarca, Irlanda, Noruega, Holanda, Suécia Austrália, Nova Zelândia, Portugal, Espanha, México e no Brasil. 

Apresentado em maio, “Sour” também obteve o maior número de streams de áudio nos EUA para um álbum de estreia feminino de todos os tempos e quebrou o recorde do álbum mais transmitido em uma semana por uma artista feminina na história do Spotify, além de ser o mais rápido a ultrapassar um bilhão de streams.  O disco também estabeleceu um novo recorde de streaming de todos os tempos no Official Chart U.K.

Inteiramente coescrito por Olivia, “Sour” também fez história como o primeiro álbum de estreia a ter duas músicas que entraram no Billboard Hot 100 em Nº 1 - a primeira foi o monumental single de estreia de Rodrigo, “drivers license” (https://umusicbrazil.lnk.to/DriversLicensePR) e a segunda foi o hit “good 4 u”.

Em janeiro de 2021, a chegada do single de estreia recordista de Rodrigo, “drivers license”, revelou o tremendo poder de sua autoafirmação - e finalmente consolidou seu status como a jovem artista mais promissora a surgir neste ano. A canção estreou em primeiro lugar na Billboard Hot 100, mantendo o primeiro lugar por oito semanas consecutivas e se tornando a primeira em 2021 a atingir um bilhão de streams globais totais e a conquistar os Certificados de Ouro, Platina, Platina Dupla e Platina Tripla pela RIAA.

Em abril de 2021, Olivia Rodrigo voltou a fazer história na indústria musical com o lançamento de seu single seguinte, “deja vu”, tornando-se a primeira artista a estrear seus dois primeiros singles no Top 10 da Billboard Hot 100. Uma semana antes de lançar o álbum completo, em maio, Olivia apresentou ao público o single “good 4 u”, com uma sonoridade pop punk, bem diferente das baladas anteriores.

A faixa acumulou mais de 7 milhões de streams em apenas uma semana e chegou ao primeiro lugar do chart global do Spotify, onde se encontra hoje isolada, com uma diferença de mais de 2.9 milhões de reproduções diárias para o segundo lugar. O clipe oficial teve mais de 35 milhões de views na semana de estreia e já superou a marca de 127 milhões de visualizações. 

O que disseram sobre o álbum

'Sour' confirma que este é apenas o começo de sua história, onde ela habilmente passeia pela onda de turbulência adolescente e caos emocional por qualquer caminho que ela escolher” – Rolling Stone

'Sour' é o primeiro passo para insistir que o olhar que mais importa é aquele no espelho, não importa quem mais esteja olhando” – The New York Times

.: "His Dark Materials": 3ª temporada é baseada no último romance da trilogia


Novos mundos acenam para Lyra, Will, Sra. Coulter, Mary Malone e Lord Asriel.

"His Dark Materials" retorna à produção com uma terceira temporada épica da série vencedora do BAFTA, coproduzida pela BBC e HBO, baseada no último romance de Philip Pullman da trilogia "The Amber Spyglass" e produzida pela Bad Wolf. As duas primeiras temporadas estarão disponíveis na HBO Max.

Esta temporada acompanhará Will (Amir Wilson), o portador da Faca Sutil (The Subtle Knife), e Lyra (Dafne Keen), a criança profetizada, em uma viagem por vários mundos para encontrar e proteger um ao outro. O novo elenco inclui Adewale Akinnuoye-Agbaje, como Comandante Ogunwe, e Jamie Ward, como Padre Gomez. Kobna Holdbrook-Smith, Simon Harrison e Chipo Chung são os anjos rebeldes Balthamos, Baruch e Xaphania; enquanto Ama será interpretada por Amber Fitzgerald-Woolfe.

Entre os talentos que estarão de volta, estão Will Keen, como Padre MacPhail, Jade Anouka, como Ruta Skadi, e Ruta Gedmintas, como Serafina Pekkala. Amit Gupta será o diretor dos dois primeiros episódios, seguido por Charles Martin e Weronika Tofilska. A produção será realizada mais uma vez nos palcos de som do Wolf Studios Wales e em locações em todo o País de Gales e na Inglaterra. No final da segunda temporada, Lorde Asriel chamou os anjos para ajudá-lo a travar uma guerra contra o Reino dos Céus, quando a Sra. Coulter sequestrou sua filha Lyra para levá-la para seu próprio mundo.

A terceira temporada começa com Lyra inconsciente, após receber um sonífero de sua mãe, enquanto Will, ainda carregando a Faca Sutil (The Subtle Knife), continua sua busca para encontrá-la. Will é rastreado por dois anjos - Balthamos e Baruch - que desejam levá-lo para se juntar à campanha do Lorde Asriel contra a Autoridade com o Comandante Ogunwe. Mas Will não é o único atrás de Lyra, com o Padre MacPhail ainda na missão de destruir o filho da profecia, empregando a ajuda de seu seguidor mais comprometido, o Padre Gomez.

Enquanto isso, a física de Oxford, Mary Malone, chega a outro mundo paralelo - o dos Mulefas, uma estranha espécie semelhante a um animal. Eles contam a ela sobre um fenômeno cataclísmico em seu mundo. Com vários mundos novos, incluindo a Terra dos Mortos, personagens retornando e apresentando novas criaturas estranhas, os Mulefas e Galivespianos, os novos episódios trarão a obra-prima de Philip Pullman a uma conclusão dramática.

A temporada será mais uma vez comandada pelos produtores executivos Jane Tranter e Dan McCulloch, para Bad Wolf. Os escritores Jack Thorne e Francesca Gardiner também serão os produtores executivos, com Amelia Spencer como roteirista e produtora consultora. Como produtores executivos da série também estão Ryan Rasmussen, Julie Gardner e Joel Collins para Bad Wolf; Philip Pullman, Deborah Forte, Toby Emmerich e Carolyn Blackwood para New Line Cinema; e Ben Irving para a BBC.

Joel Collins retorna como designer de produção e produtor executivo, com Russell Dodgson como supervisor de efeitos visuais da série para Framestore, e Dan May como diretor de arte de efeitos visuais. Kahleen Crawford e Dan Jackson retornam como diretores de elenco, Caroline McCall como figurinista e Claire Williams se junta à equipe criativa vencedora do prêmio BAFTA como estilista de cabelo e maquiagem. O produtor da série é Nick Pitt e o produtor é Stephen Haren.

"'The Amber Spyglass' é o mais complexo dos romances de Philip Pullman para se adaptar à TV, mas com nossa equipe criativa mundial em Cardiff, nenhum desafio é tão assustador. Essa temporada é uma aventura épica e uma história sobre amor e verdade. Os roteiros de Jack, Francesca e Amelia capturam o brilho dos mundos de Philip e nós somos acompanhados por nosso amado elenco e alguns talentos excepcionais novos para a série", afirma a fundadora e produtora executiva da Bad Wolf, Jane Tranter. 

"No momento em que começamos a primeira temporada de 'His Dark Materials', mapeamos todos os três romances para saber a direção que estávamos tomando. Cada detalhe e personagem dentro deste incrível trabalho de ficção foi analisado e discutido por 4 anos, e finalmente chegar aos muitos mundos de The Amber Spyglass é emocionante", diz Dan McCulloch, produtor executivo.

"A extraordinária trilogia de romances de Philip Pullman atinge novos patamares em 'The Amber Spyglass', e essa incrível equipe criativa está à altura do desafio a cada passo do caminho. O público na BBC One e no iPlayer precisará se preparar para outra jornada visual e emocionante com Lyra e Will", comenta Ben Irving, editor de comissionamento da BBC Drama.

"Foi uma alegria ver o público abraçar essa incrível jornada de autodescoberta, amizade e propósito com Lyra nas duas últimas temporadas. Jane, Dan e todos da equipe Bad Wolf fizeram um trabalho tremendo trazendo o mundo amado de Phillip à vida e eu mal posso esperar que os fãs consigam um lugar na primeira fila para tudo o que está reservado nesta temporada final emocionante e comovente", comemora Francesca Orsi, vice-presidente executiva da HBO. 

A premiada trilogia homônima de Philip Pullman é considerada uma obra-prima moderna da ficção e já vendeu mais de 18 milhões de cópias em todo o mundo. "The Amber Spyglass" é o primeiro romance infantil a ganhar o prestigioso Whitbread Book of the Year (em 2001) e o primeiro romance infantil a ser listado há muito tempo para o Prêmio Man Booker.

A segunda temporada de "His Dark Materials" teve em média mais de 6 milhões de telespectadores na BBC One. A primeira e a segunda temporada estão sendo transmitidas agora no iPlayer da BBC. "His Dark Materials" é produzido por Bad Wolf em associação com New Line Cinema para BBC One e HBO, com o apoio de financiamento do governo galês por meio da Creative Wales.


.: Alceu Valença faz live gratuita no YouTube do Teatro Bradesco


O cantor Alceu Valença, um dos nomes mais importantes e revolucionários da música popular brasileira, se apresenta, nesta sexta-feira, dia 25, às 20h, diretamente do palco do Teatro Bradesco, em São Paulo, com transmissão gratuita e exclusiva pelo YouTube do teatro. O espetáculo é inspirado na série de álbuns acústicos lançados pelo artista pernambucano ao longo de 2021. Foto: Leonardo Aversa


Evidenciando ainda mais a proposta em oferecer momentos inesquecíveis para todos os públicos na internet, o Teatro Bradesco, um dos espaços mais importantes e respeitados do entretenimento na América Latina, orgulhosamente acaba de confirmar mais uma grande atração cultural, de forma acessível e gratuita.

O revolucionário cantor e compositor da música popular brasileira Alceu Valença se apresenta, nesta sexta-feira, dia 25 de junho, a partir das 20h, diretamente do palco do Teatro Bradesco, em São Paulo, com transmissão gratuita e exclusiva pelo YouTube do teatro.

Na apresentação, o artista confere novos timbres a sucessos como “Belle de Jour”, “Anunciação”, “Tropicana”, “Táxi Lunar”, “Coração Bobo”, além de recriar joias diversas de seu repertório como “Marim dos Caetés”, “Ladeiras”, “Papagaio do Futuro”, e duas músicas inéditas de sua autoria: “Era Verão” e “Sem Pensar no Amanhã”. Também interpreta temas de Luiz Gonzaga como “Pau-de-Arara”, “Sala de Reboco” e “Sabiá”.

A canção “Anunciação”, inclusive, foi trilha de uma recente campanha do Bradesco que levava uma mensagem leve e sensível, em torno de algo que se tem se falado tanto e que precisa ser praticado diariamente, que é a empatia. Como não há vírus capaz de deter a poesia, as canções se entrelaçam dentro do setlist numa viagem conceitual e geográfica através da sua música e da sua própria identidade.

“Este show é inspirado na série de álbuns de voz e violão que estou lançando este ano. Recrio sucessos, revisito músicas menos conhecidas do meu repertório e apresento outras inéditas. A música nos leva a lugares que a quarentena nos impede de chegar. Esta performance é ao mesmo tempo uma viagem intimista e um filme que compartilho com o público. Gosto de pensar meus shows como o roteiro. É como se a câmera viesse do agreste de Pernambuco, onde nasci, passasse por cidades onde vivi e que tanto me inspiraram como Recife e Olinda. Depois vamos a São Paulo, Rio, Brasília, Lisboa, Paris, tudo através das canções”, relaciona Alceu Valença.

Ao longo do ano, o Teatro Bradesco pretende seguir proporcionando lives em dois formatos: “Teatro Bradesco Apresenta”, com um show musical, e “Teatro Bradesco Bastidores”, que tem como proposta levar um ambiente mais intimista e descontraído ao público, com muita música e histórias, num bate-papo conduzido pelo músico João Marcello Bôscoli e convidados. No Instagram do teatro, haverá conteúdos complementares como dicas de playlists e podcasts, além de vídeos específicos em datas comemorativas.

A programação cultural nas redes sociais do Teatro Bradesco teve início em abril de 2020 no Instagram e em agosto de 2020 no YouTube, após o fechamento do seu espaço físico durante a pandemia. A cada mês, artistas, músicos e palestrantes protagonizaram várias parcerias em formatos inéditos e inusitados no Instagram e no YouTube, como Seu Jorge, Daniel Jobim, Leandro Karnal, Maurício de Sousa e Turma da Mônica, Oswaldo Montenegro, Ana Carolina, Karen Hill e outros.


Projeto Online
Frente aos desafios impostos pela crise do novo coronavírus, o teatro se reinventou e atualmente vem oferecendo programação especial e de qualidade na internet, tendo como pilar trazer sempre artistas, músicos e palestrantes, de diversos perfis e segmentos, em parcerias e formatos inéditos.


Retomada Teatro Bradesco
As atividades presenciais do Teatro Bradesco atendem a todas as recomendações dos órgãos de saúde. A compra dos ingressos deve ser feita de forma exclusiva no site uhuu.com para que os protocolos de distanciamento entre os espectadores sejam respeitados.


Acessibilidade
Todas as transmissões ao vivo contam com recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência. As apresentações no YouTube têm audiodescrição e Libras. Já as lives no Instagram contam com libras e comunicação com a descrição #pracegover e #pratodosverem.


Bradesco e a cultura
Com centenas de projetos patrocinados anualmente, o Bradesco acredita que a cultura é um agente transformador da sociedade. Além do Teatro Bradesco, o banco apoia iniciativas que contribuem para a sustentabilidade de manifestações culturais que acontecem de norte a sul do País, reforçando o seu compromisso com a democratização da arte. São eventos regionais, feiras, exposições, centros culturais, orquestras, musicais e muitos outros.

Assim como o Teatro Bradesco, muitas instituições e espaços culturais apoiados pelo banco promoveram ações para que o público possa continuar se entretendo – ainda que virtualmente – durante a pandemia da Covid-19. Recentemente, o banco lançou o Bradesco Cultura, plataforma digital que reúne conteúdo relacionado às iniciativas culturais que contam com o patrocínio da instituição. Visite em cultura.bradesco.


Opus Entretenimento
Celebrando 45 anos em atividade, a Opus Entretenimento acredita no poder transformador da tríade cultura, conteúdo e experiência, trazendo ao Brasil grandes artistas nacionais e internacionais. Administradora de teatros pelo Brasil nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste, também faz a gestão artística de importantes nomes da música e do entretenimento brasileiro como Luccas Neto, Daniel, Maurício Manieri, Seu Jorge, Alexandre Pires, "Hello Adele Tribute" e "Sinatra 1915 Tribute".

A Opus disponibilizou também uma nova experiência digital com muito mais praticidade e qualidade ao lançar recentemente sites mais rápidos, modernos, otimizados e responsivos, com mais praticidade para pesquisar informações e agilidade na hora de adquirir ingressos para cada evento. Acesse opusentretenimento.com e confira.


.: Disney+: "A Misteriosa Sociedade Benedict" estreia nesta sexta-feira


O Disney+ anunciou que "A Misteriosa Sociedade Benedict" estreará nesta sexta-feira, dia 25 de junho, com dois episódios. Os pôsteres dos personagens também já estão disponíveis.

Após vencer um concurso de bolsa de estudos, quatro órfãos talentosos são recrutados pelo peculiar Sr. Benedict para uma missão perigosa para salvar o mundo de uma crise global conhecida como A Emergência. Reynie, Sticky, Kate e Constance devem se infiltrar no misterioso Instituto L.I.V.E. para descobrir a verdade por trás da crise. Quando Dr. Courtain parece estar por trás desta situação mundial, as crianças da Misteriosa Sociedade Benedict devem traçar um plano para derrotá-lo.

"A Misteriosa Sociedade Benedict" é estrelada por Tony Hale, Kristen Schaal, MaameYaa Boafo, Ryan Hurst, Gia Sandhu, Seth B. Carr, Emmy DeOliveira, Mystic Inscho e Marta Kessler. A série tem produção executiva de Sonar Entertainment, 20th Television, Jamie Tarses, Karen Kehela Sherwood, Deepak Nayar, David Ellender, Matt Loze, James Bobin, Matt Manfredi (roteirista/criador) e Phil Hay (roteirista/criador). Os showrunners da série são Darren Swimmer e Todd Slavkin.

Sobre o Disney+
Disney+ é o lar de streaming dedicado aos filmes e programas Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, e muito mais. Como parte do segmento Disney Media and Entertainment Distribution da Disney, Disney+ está disponível na maioria dos dispositivos conectados à Internet e oferece programação sem comerciais com uma variedade de longas-metragens originais, documentários, live-actions e séries animadas, e conteúdo de curta duração.

Junto com o acesso sem precedentes à incrível biblioteca de entretenimento de cinema e televisão da Disney, o serviço também é o lar de streaming exclusivo para os mais recentes lançamentos da The Walt Disney Studios. O Disney+ está disponível como parte de uma oferta de pacote que dá aos assinantes acesso ao Disney+, Hulu e ESPN+. 

quarta-feira, 23 de junho de 2021

.: Íris Stefanelli, a protagonista de "No Limite", em uma entrevista sem limites


Eliminada no último episódio de "No Limite", a mineira atribui sua eliminação às tretas por banho. Foto: Fábio Rocha

Desde a 7ª edição do "Big Brother Brasil", Íris Stefanelli já não tinha papas na língua. E não foi diferente em "No Limite". Íris falou pelos cotovelos, tretou pra tomar banho e reclamou muito da chuva, mas também encarou o desafio com sangue nos olhos e muita superação. "Estou orgulhosa de ter aguentado os bichos e os mosquitos sem ter medo, ter aguentado a tempestade, o sol! Não tive nem uma dor na unha, não tive nada. Eu acordava disposta e ia para as provas com a força de um leão", conta ela.
 
Logo no início do programa da última noite, dia 22 de junho, a tribo Carcará precisou escolher um de seus competidores para ser mandado para o grupo adversário, em uma votação aberta. Íris até conseguiu empatar com Gui Napolitano em um primeiro momento, com três votos para cada, mas no desempate a loira acabou levando a pior. Já na tribo Calango, após perderem a Prova do Privilégio, Íris chegou no acampamento revelando todos os segredos de seus ex-colegas de time: "Eu estava chateada e acabei contando tudo. Eu queria ter ficado na Carcará. Mas respeito, jogo é isso mesmo", explica.
 
Após após virar o jogo e vencer a Prova da Imunidade, a tribo Carcacá conseguiu passar por mais uma semana sem visitar o Portal e segue no jogo com Viegas, Paula, Zulu, Gui Napolitano e Elana. Já a Calango, que votou pela eliminação de Íris, segue com Kaysar, André, Jéssica e Carol Peixinho. "No Limite" vai ao ar às terças, após "Império", com apresentação de Andre Marques, direção artística de LP Simonetti e direção geral de Angélica Campos. O reality é mais uma parceria da Globo com a Endemol Shine Brasil, com base no "Survivor", um formato original de sucesso.
 

Por que você topou participar do "No Limite"?
Íris Stefanelli - Quando recebi o convite, achei desafiador. Eu pesquisei na internet para ver como foram as outras edições e achei que seria menos pior. Mas quando cheguei, vi o tamanho do desafio. 


Como você avalia a experiência?
Íris Stefanelli - A minha experiência, não vou mentir, foi bem sofrida. Tirei toda a garra que eu tinha do meu interior. e coloquei na minha cabeça que eu ia aguentar. Só não aguentava a falta de banho (risos). Estou orgulhosa de ter aguentado os bichos e os mosquitos sem ter medo, ter aguentado a tempestade, o sol! Não tive nem uma dor na unha, não tive nada. Eu acordava disposta e ia para as provas com a força de um leão.
 

Você teve a oportunidade de conviver com as duas tribos. Como você avalia cada uma?
Íris Stefanelli - A Carcará é muito séria. A tribo toda é muito ligada em esportes, alguns são profissionais, todos muito focados. Eles só foram se soltar com mais de uma semana de convivência, depois de perdermos o luau. Mas eles são bons em tudo: em mira, em força. Nunca vi nada igual. Já na tribo Calango era diferente, eles dançavam, cantavam, eram mais descontraídos. A alegria da Calango, o charme. Mesmo perdendo, eles levantavam brincando, o Kaysar agitava e todo mundo ria, não brigavam uns com os outros.
 

Você chegou na Calango contando tudo. Você se sentiu subestimada pela tribo Carcará?
Íris Stefanelli - No começo, sim, mas acho que era culpa minha porque logo no início, na prova da duna, eu fiquei muito insegura. Eu achei que eu ia passar vergonha e não deveria ter mostrado isso para eles. Eu estava chateada por ter sido votada e acabei contando tudo. Eu queria ter ficado na Carcará. Mas respeito, jogo é isso mesmo.
 

Para quem fica a sua torcida?
Íris Stefanelli - Eu estou entre Paula e André, são os meus preferidos. A Paula é muito focada e tem disciplina no que ela faz. E o André porque, além de ser bom no jogo, ele tem piedade dos que erram (risos).
 

.: "A Premonição", de Michael Lewis, um retrato assombroso sobre a pandemia

Autor de best-sellers como "Moneyball", jornalista americano apresenta cidadãos que atuaram na contramão da política negacionista de Trump frente à pandemia.


Em "O Quinto Risco", lançado no Brasil em 2019 pela IntrínsecaMichael Lewis investiga a atuação do governo de Donald Trump durante os primeiros meses do seu mandato. 

Respaldado por uma rigorosa apuração, o autor revelou um cenário assustador, que se formou logo depois da posse do ex-presidente americano. A equipe de transição do governo demonstrou total desinteresse e despreparo para gerenciar os setores estratégicos que comandariam nas agências federais de energia, comércio e agricultura. Era uma espécie de prólogo do que estava por vir. 

"A Premonição", que chega às lojas em junho pela Intrínseca, parte da gestão desastrosa de Trump no que diz respeito ao combate à pandemia de Covid-19, mas foca nos americanos que não se deixaram levar pelo negacionismo do então presidente dos Estados Unidos, país que ocupa hoje o primeiro lugar no ranking do número absoluto de mortes ― seguido pelo Brasil e pela Índia. 

Quando o novo coronavírus começou a se espalhar pelo mundo, Trump insistiu que não havia nada com que se preocupar, postura também adotada pelo presidente Jair Bolsonaro, no Brasil. Mas, felizmente, ainda podemos contar com os céticos, os que estudam pandemias e os que estão dispostos a examinar com rigor mesmo os piores cenários. Este thriller de não ficção brilhante e tenso contrapõe médicos visionários à resposta oficial negacionista diante da eclosão da Covid-19.

Os personagens apresentados são tão fascinantes quanto inesperados: uma menina de 13 anos cria um projeto escolar sobre a transmissão de um patógeno aerotransportado que se transformaria em um modelo adulto de controle de doenças; uma funcionária da rede de saúde pública usa sua perspectiva para identificar falhas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças e revelar grandes verdades sobre a sociedade americana; uma equipe secreta de médicos dissidentes, apelidados de Wolverines, dispõe de todo o necessário para combater a pandemia — formações brilhantes, laboratórios de ponta, experiência com as ameaças pandêmicas da gripe aviária e suína —, mas não consegue permissão oficial para fazer o próprio trabalho.

Essas pessoas se recusaram a seguir diretivas baseadas em desinformação e na falta de empatia pelo semelhante e Michael Lewis não hesita em chamá-las de heróis. Um retrato preciso e assombroso contra a negligência e a desumanidade que surgiram com uma das maiores crises sanitárias de todos os tempos.


Sobre o autor
Michael Lewis é escritor e jornalista, formado em história da arte pela Universidade de Princeton e mestre em economia pela London School of Economics. Colunista do site Bloomberg View e colaborador da Vanity Fair, já contribuiu também com as revistas The New York Times Magazine, The New Yorker e Sports Illustrated. Publicou pela Intrínseca "O Quinto Risco", "Moneyball: o Homem que Mudou o Jogo", "Flash Boys: Revolta em Wall Street" e "O Projeto Desfazer: a Amizade que Mudou Nossa Forma de Pensar". Atualmente mora nos Estados Unidos com a mulher e os três filhos. 

Ficha técnica:
Livro: 
"A Premonição"
Autor: Michael Lewis
Editora: Intrínseca
Páginas: 352 
Link na Amazon: https://amzn.to/3xJzyiy
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