domingo, 17 de maio de 2015

.: Dois livros para entender as transformações do mundo‏

“A mensagem deste livro é simples mas severa: se o Estado promete muito para muitos, o cinismo cresce e a democracia é enfraquecida. A menos que o inchaço do Estado seja atacado, há o risco de a nossa riqueza murchar e o nosso poder diminuir enquanto regimes mais focados e menos democráticos tomam a dianteira.” - The Wall Street Journal


Na maioria dos Estados do Ocidente, a desilusão com o governo se tornou endêmica. No entanto, como mostram John Micklethwait e Adrian Wooldridge em A quarta revolução, essa é uma visão extremamente limitada das coisas. Segundo os autores, já ocorreram três grandes revoluções políticas e estamos agora passando pela quarta na história do Estado nacional; desta vez, porém, o modelo de Estado ocidental corre o risco de ficar para trás. Os autores oferecem um tour global pelas grandes inovações em curso e mostram que a corrida não é apenas para conquistar eficiência e eficácia, mas também para definir os valores políticos que triunfarão no século XXI. O centro de gravidade está mudando rapidamente, e os interesses em jogo não poderiam ser mais altos.



“As transições e os choques é uma excelente investigação sobre como chegamos ao lamentável estado de coisas atual. As propostas de Wolf para melhorar a situação são valiosas e admiráveis” - Paul Krugman

Muitos livros foram escritos na tentativa de explicar a crise econômica e financeira de 2007 nos Estados Unidos. As transições e os choques não é apenas mais uma história da crise, mas o relato mais abrangente a respeito dos efeitos da crise sobre a economia moderna.

Houve uma reforma depois que o pior passou? Estamos mais protegidos agora? Wolf diz que não. Ele mostra que novas crises estão por vir e que as atuais mudanças políticas fazem da Europa um ambiente instável.

Escrito com a segurança intelectual que fez de Martin Wolf um dos mais influentes colunistas de economia do mundo, As transições e os choques é um livro que nenhum interessado nos rumos da economia mundial poderá ignorar.

sábado, 16 de maio de 2015

.: Do funk ostentação, Léo da Baixada fala sobre o funk consciente

Um dos nomes-símbolo do funk ostentação, o MC Léo da Baixada é o novo convidado do ONErpm Sky Sessions. Com clipes que chegam a 50 milhões de visualizações no YouTube, MC subiu ao topo do sensacional edifício Eiffel, na Praça da República, para apresentar "Ter Uma Noção", que traz uma mensagem bem diferente das tradicionais letras de funk ostentação emplacadas no fluxo.

"Hoje em dia eu faço ostentação porque é o que me trouxe frutos", justificou em entrevista exclusiva à equipe da ONErpm. "Mas meu estilo de música para curtir é o estilo que fala mais sobre a realidade". Para solucionar a equação, Léo investiu em uma letra que une as conhecidas batidas do funk da baixada a letras que refletem sobre a realidade nas favelas. O episódio vai ao ar no canal oficial do artista pela site da Red Bull Music. 



A ONErpm Sky Sessions
A nova temporada da ONErpm Sky Sessions vai ao ar semanalmente no YouTube nos canais dos artistas participantes e na ONErpmTV (youtube.com/ONErpmTV) e no site Red Bull Music. Outros onze artistas de estilos variados tiveram a chance de apresentar seu trabalho em videoclipes e entrevistas intimistas em um jardim gramado, no 25º andar do Edifício Eiffel, de Oscar Niemeyer, na Praça da República.

Além da Léo da Baixada, participaram da temporada Brothers of Brazil, Mc Bola, Fresno, Ah! Mr. Dan, Rashid e Kamau, Rapa da Godoy, Blubell, Mc Sombra, Sampa Crew, Ivan Busic e Supercombo.

Os episódios são divididos em duas partes. A primeira, musical, apresenta versões semi-acústicas e intimistas. A segunda é uma entrevista despojada sobre temas como carreira, mercado musical, a cidade de São Paulo e o tema da música apresentada.

Direção: Wilson Domingues
Roteiro e reportagem: Márcio Cruz
Finalização: Júlian Imayuki

I

.: Lançamento: "À Mesa com o Valor - 50 Personalidades‏"

Zeca Pagodinho já chegou almoçado. Paulo Coelho queria trufas. Fernanda Montenegro só tomou duas xícaras de chá de hortelã. O entrevistado podia tentar controlar a fome ou a sede, mas, diante de uma mesa, a conversa nunca é insossa. O convidado sempre se revela entre rangidos de cadeiras, brindes ou garfadas. O mais frugal com as palavras, como Milton Nascimento, parte a picanha, entra na floresta, chega a Três Pontas. Um dos mais ávidos por elas, como Milton Hatoum, passa o peixe na farofa, sai da floresta e conquista o mundo.

Esse é o espírito de “À Mesa com o Valor”, prestigiada seção que traz uma grande entrevista publicada no suplemento semanal “EU & Fim de Semana” do jornal Valor Econômico. Com um quê de jornalismo literário e combinando 50 personalidades com amplo arco de atividades e pontos de vista (a lista constitui uma espécie de quem é quem no mundo contemporâneo), a proposta aqui é redescobrir a arte de conversar e contar histórias.

Nestas páginas, o leitor tem garantido um lugar privilegiado à mesa, com a possibilidade de compartilhar da intimidade de uma refeição e captar, em alta definição, não só detalhes da vida pessoal e profissional que ajudam a compreender por que essas pessoas chegaram aonde chegaram e fizeram a diferença, mas também a refletir sobre o Brasil e as perspectivas que se apresentam no horizonte.

Entrevistados
Ana Lucia Villela, Antônio Delfim Netto, Armínio Fraga, Carlos Lessa, Drauzio Varella, Eduardo Campos, Emerson Fittipaldi, Eraí Maggi Scheffer, Erick Jacquin, Fábio de Melo, Fernanda Montenegro, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Meirelles, Ferran Adrià, Gal Costa, Glenn Greenwald, Gloria Kalil, Gustavo Kuerten, Hector Babenco, Hermeto Pascoal, Irmãos Campana, Ivo Pitanguy, João Emanuel Carneiro, João Sayad, João Ubaldo Ribeiro, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, José Olympio Pereira Neto, José Roberto Guimarães, Lars Grael, Luis Fernando Verissimo, Luiza Helena Trajano, Lygia Fagundes Telles, Márcio Thomaz Bastos, Maria da Conceição Tavares, Marieta Severo, Marina Silva, Milton Hatoum, Milton Nascimento, Nelson Barbosa, Ney Matogrosso, OSGEMEOS, Paulinho da Viola, Paulo Coelho, Ruy Castro, Sebastião Salgado, Sérgio Bermudes, Tasso Jereissati, Thiago Soares, Valter Hugo Mãe, Zeca Pagodinho.

Organização: Angela Klinke e Robinson Borges.


.: Maria Adelaide Amaral é entrevistada no Roda Viva

Programa inédito vai ao ar nesta segunda-feira (18/05), às 22h, na TV Cultura


O Roda Viva exibe uma entrevista inédita com a escritora, dramaturga e jornalista Maria Adelaide Amaral, na próxima segunda-feira, dia 18 de maio. O programa, apresentado pelo jornalista Augusto Nunes, vai ao ar a partir das 22h, na TV Cultura. 

Durante sua participação, a dramaturga fala, entre outros temas, sobre o desafio e processo criativo de escrever novelas, séries e minisséries para a televisão, além dos trabalhos também no teatro.   

A portuguesa Maria Adelaide Amaral veio para São Paulo aos 12 anos de idade e se instalou com a família no bairro da Mooca. Trabalhou numa fábrica de camisas, como vendedora numa joalheria, bancária no Banco da Lavoura de Minas Gerais e pesquisadora na Editora Abril, para a coleção Teatro Vivo, emblemática publicação dos anos 70.

Iniciou, em 1968, o curso de Ciências Sociais da USP, mas não chegou a concluí-lo. Dez anos depois, formou-se em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero.
      
Seu primeiro texto dramatúrgico, A Resistência, surgiu em 1975. O primeiro a ser encenado, no entanto, foi Bodas de Papel, escrito em 1976 e montado em 1978 em São Paulo. Luisa, Quase uma História de Amor, publicado em 1986, seu primeiro livro, ganhou o Prêmio Jabuti de melhor romance daquele ano. Transformado em peça teatral alguns anos depois, com o nome de De Braços Abertos, com Irene Ravache, Juca de Oliveira e direção de José Possi Neto, o texto recebeu incontáveis prêmios, transformando sua autora em nome nacionalmente conhecido. 

Dentre suas obras, entre romances e textos dramatúrgicos, Maria Adelaide publicou em 1994 a biografia da comediante Dercy Gonçalves; e sua peça Intensa Magia transformou- se em filme em 2004, com o título de Querido Estranho, protagonizado por Daniel Filho. 

Em 2006, com uma bagagem de seis novelas, um seriado, cinco minisséries, doze espetáculos teatrais, três adaptações para teatro, dez traduções, uma biografia e duas dezenas de prêmios, Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira retomaram a já consagrada parceria na minissérie JK, da Rede Globo. Em 2010 foi exibida na emissora a microssérie Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor, sobre a vida da cantora Dalva de Oliveira e do cantor Herivelto Martins. No mesmo ano, entrou no ar o remake da telenovela TiTiTi. Em 2012, escreveu Dercy de Verdade, minissérie produzida pela Globo. No ano seguinte, assinou a novela Sangue Bom, em parceria com Vincent Villari. Em 2014, supervisionou os textos da minissérie Amores Roubados, de George Moura.

Participam da bancada de entrevistadores a atriz Irene Ravache, Maria Eugênia de Menezes (editora do Guia Divirta-Se e crítica de teatro do jornal O Estado de S. Paulo), Paula Dip (jornalista e escritora), Eduardo Figueiredo (diretor de teatro) e Celso Curi (jornalista). Há ainda a participação do cartunista Paulo Caruso.

.: A rica culinária brasileira tempera o Repórter Eco de domingo

Como a arquitetura urbana pode contribuir para a saúde e a plantação do pau-brasil para fabricação de arco de violino são outros assuntos tratados no programa da TV Cultura, que vai ao ar neste domingo (17/5), às 17h30


A diversidade de cores, sabores, aromas e origens fizeram a culinária brasileira ser tão rica e variada. A história da nossa gastronomia é explicada pelo professor João Luis Máximo em matéria do Repórter Eco do próximo domingo (17/5), às 17h30, na TV Cultura. Também na linha da saúde, o programa mostra a relação da arquitetura urbana com a qualidade de vida dos moradores de uma cidade como São Paulo.

Os ingredientes da culinária brasileira vieram dos indígenas, dos europeus e dos africanos. Ao longo do tempo, a mistura étnica e as formas de preparo apimentaram e realçaram a culinária brasileira. O professor de história da gastronomia do Centro Universitário Senac, João Luiz Maximo, conta que a trajetória da nossa cozinha começou com os índios. “Eles já desenvolviam há milênios uma série de plantas domesticadas. Talvez o exemplo maior e o principal para nós seria a mandioca e o milho...” Ele fala sobre a importância da mistura e transformação dos alimentos desde a chegada dos portugueses, africanos, imigrantes de diversos países até a busca atual por ingredientes da nossa biodiversidade, especialmente da Amazônia.

O projeto Olhe o Degrau procura revitalizar as escadarias da cidade como espaço de convivência e não só de passagem. O Repórter Eco mostra essa nova proposta, que vem da ong  Cidade Ativa, criada por uma arquiteta e um médico.  A ideia é promover transformações no espaço urbano para gerar um estilo de vida mais ativo e saudável para a população.

Outra reportagem revela a importância da árvore pau-brasil na fabricação de arco de violino. Mestres especializados na arte de esculpir essa peça decidiram investir no replantio dessa espécie, pois a árvore é a única no mundo capaz reproduzir a qualidade do som exigida pelos músicos.

O Repórter Eco é apresentado pela jornalista Márcia Bongiovanni. Integrante do jornalismo da TV Cultura de São Paulo, está no ar há 23 anos. É exibido aos domingos, às 17h30, com reexibição aos sábados, às 8h05.

.: Circuito Vozes do Corpo tem apresentações de dança grátis

CIRCUITO VOZES DO CORPO é uma mostra anual de dança que reúne diversas ações de fomento e democratização do acesso à produção da dança contemporânea. Os próximos espetáculos apresentados no Sesc Campo Limpo são Terra Trêmula da Cia Dual Cena Contemporânea, no dia 19 de maio, às 19h, e Olho Nu da Cia Híbrida, no dia 26 de maio, às 19h, ambos na terça feira. As apresentações são grátis.

Espetáculo: Terra Trêmula - Cia. Dual Cena Contemporânea: O espetáculo ambienta-se em uma atmosfera que enfatiza contrastes entre claro e escuro. Brasil, início do século XVIII. O eldorado adormecido ergue-se como uma parede resplandecente que cega, contra a luz, aquele que a vê. Um poderoso bater de asas enfrenta afiadas lâminas de espadas: Ogum e São Miguel Arcanjo, encontram-se no Brasil colonial sob os dramáticos contrastes do Barroco. Escravidão, inquisição, mineração e tensões religiosas, presentes na formação da sociedade brasileira, atravessam os séculos e, em forma de conflito, alcançam os dias de hoje.  A trilha sonora, acompanha o percurso da dramaturgia e traça uma ponte entre composições barrocas e influências afro-brasileiras, com instrumentos percussivos, berimbau e canto coral.

Ficha técnica
Direção geral e coreografia: Ivan Bernardelli
Direção de arte: Alícia Peres
Intérpretes-criadores: Ivan Bernardelli, Junior Gonçalves e Mônica Augusto
Preparação corporal: Wellington Campos
Direção musical: Martinho Lutero
Projeto e operação de Luz: Osvaldo Gazotti
Cenografia: Vânia Medeiros
Figurino: Otávio Matias
Projeto Gráfico: Ivan Bernardelli
Produção executiva: DUAL cena contemporânea

Grátis. Não recomendado para menores de 12. Duração: 40 minutos
19/05. Terça, às 19h

Espetáculo: Olho Nu - Com Cia Híbrida
Terceira parte da trilogia sobre a fragilidade no Hip Hop, Olho Nu não se pretende um fechamento e sim, uma aproximação das experiências entre intérpretes e expectadores em um novo nível. Em Olho Nu, há o desejo de oferecer novos ângulos de visão, proporcionados pelo formato de arena (público por todos os lados).  Assim, uma nova construção coreográfica se estabelece, onde o intérprete se torna mais que um artista da cena, se torna um parceiro e o espectador, seu confidente e colaborador. Também há, neste caso, o desejo de desconstruir esteticamente as convenções estabelecidas pelo palco no formato italiano, permitindo novos ângulos para fruição estética dos movimentos, desenhos e especialidades próprias desta linha estética. Há ainda o desejo de desnudar o intérprete, dançarino de rua, investigar nas suas experiências o contraponto da imagem de um dançarino potente.
A Companhia Híbrida foi fundada, em 2007, pelo diretor e coreógrafo Renato Cruz dentro do projeto social Arte É o melhor Remédio. A companhia cresceu e misturando a linguagem da dança de rua à dança contemporânea, recebeu prêmios e deu início à sua trajetória internacional em outubro de 2013 com turnê pela França. A programação internacional continuará com festivais na Alemanha, Costa Rica e Portugal, após a estréia de Olho Nú.
Grátis. Livre.
26/05. Terça, às 19h


Workshop: Figurinos - Com Mariana Farcetta
Grátis. Não recomendado para menores de 12.
19/05. Terça, das 15h30 às 18h30

SERVIÇO
Sesc Campo Limpo
Horário da Unidade: Terça a sábado, das 13h às 22h. Domingos e feriados, das 11h às 20h.
Endereço: Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120.
Campo Limpo – São Paulo/SP
Tel.: (11) 5510-2700
sescsp.org.br/campolimpo
facebook.com/sesccampolimpo | twitter.com/sesccampolimpo

sexta-feira, 15 de maio de 2015

.: Artes visuais são destaques na Casa do Trem e Prodesan

"Casos, Causos e Sonhos" é o nome da exposição individual de pinturas produzidas pelo Padre Valfran dos Santos, que pode ser conferida na Casa do Trem Bélico (Rua Tiro Onze, 11, Centro Histórico). A mostra reúne obras carregadas de cores e formas inspiradas no jeito autêntico de viver em diversos lugares da região. A visitação começa no sábado, 16 de maio, e segue até o dia 30, de terça a sábado, das 11h às 17h. Gratuito.

Outra dica é o "Salão em Homenagem ao Dia das Mães e ao Dia do Artista Plástico", promovido pelo Naclip, disponível para visitação até o próximo dia 22, na Galeria de Arte Nelson Penteado de Andrade (Praça dos Expedicionários, 10, Gonzaga - Prodesan). Abre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Gratuito. Realização: Secretaria de Cultura de Santos (Secult). 

.: "Segundas com Beatles" marca retorno de Roger Henri à guitarra

A história da teledramaturgia brasileira passa pelos sons criados pelo maestro Roger Henri, que já compôs nada menos do que 1600 músicas veiculadas em trilhas sonoras da TV Globo, algumas das quais já fazem parte da memória musical do brasileiro, como o tema de abertura de Supercine. A recém-estreada novela "Babilônia" também tem trilha original assinada por ele, responsável ainda por trabalhos clássicos em minisséries como "Engraçadinha", "Desejo" e "Memorial de Maria Moura", e novelas como "Paraíso Tropical", "Lado a lado" e "Insensato coração", entre tantas outras. 

Para celebrar 40 anos de carreira e 60 de vida, Roger Henri resolveu mostrar ao público um novo lado de seu trabalho, como instrumentista e arranjador, e estreia seu primeiro show solo, "Segundas com Beatles", no dia 25 de maio, às 21h, no Teatro dos 4 (Shopping da Gávea), com direção de Ulysses Cruz e apresentação de Cissa Guimarães.

O repertório, como sugere o título, é totalmente dedicado à obra da mais importante banda de rock da história. Roger tocará guitarra e piano e escreveu novos arranjos para todas as canções, repaginadas em versões que unem rock, jazz e música clássica. 

Ele estará acompanhado por  Wagner Rodrigues e Priscila Rato (violino), Samuel Passos (viola), Paulo Santoro (violoncelo), Claudio Alves (contrabaixo), João Carlos Coutinho (piano), PH Castanheira (baixo), Heitor Lima (bateria), Vidor Santiago (sax/flauta), Altair Martins (trompete), Roberto Marques (trombone), além de um coro: Ciro Fernandes, Daniel Brito, Andressa Inácio e Mariana de Lima. “Busquei um repertório que conheço desde a adolescência, agregando os conhecimentos que adquiri nesses anos de experiência como arranjador, o que para mim é como revisitar o passado, tocando as músicas que mais gosto e me emocionam, dando uma nova roupagem, com orquestração”, explica Roger.

O roteiro inclui alguns dos principais clássicos da carreira dos quatro rapazes de Liverpool, como "A Hard Day´s Night", "Yesterday", "The Fool On The Hill", "Eleanor Rigby", "Here, There And Everywhere" e "Across The Universe", entre tantos outros. Roger conta que se apaixonou pelos Beatles logo na primeira audição. “Na época em que eles apareceram, já estudava música (acordeão, piano e violão, passando para a guitarra quando os ouvi pela primeira vez). Eu já tinha a curiosidade pelas harmonias e arranjos deles, que eram muito diferentes de outras bandas, com vocais, solos e uma variedade de ritmos que as outras não tinham”, exalta.

A razão principal para a criação deste espetáculo celebrando Beatles é homenagear o filho Felipe, que inspirou ainda o retorno de Roger Henri à guitarra, instrumento do qual estava afastado há cerca de 20 anos: “Perdi o Felipe, e ele era um grande fã da banda, talvez por minha influência. Estou fazendo esse show em sua homenagem. Ele também vivia me pedindo para voltar a tocar guitarra e sempre falava: pai, onde está aquela sua alegria de tocar?”. Este show é para ele”, conclui.

Além de assinar as trilhas de algumas das mais importantes obras da TV Globo, Roger Henri também é o autor do arranjo de piano e voz do Hino Nacional, gravado por Fafá de Belém e que se tornou um marco na campanha das Diretas. Ele escreveu ainda um novo arranjo para o "Tema da Vitória", especialmente para a transmissão do enterro de Ayrton Senna. Também contabiliza em seu currículo passagens pelas principais gravadoras (Som Livre, Universal, RGE, e outras), assim como participações em Festivais da Canção. Assinou ainda a direção musical de shows na Sala Funarte e lançou um CD instrumental com suas composições e orquestrações para a novela "Lado a Lado", da TV Globo.

.: MasterChef Brasil em Recife: Elisa Fernandes lança livro

Elisa Fernandes, vencedora do MasterChef Brasil lança livro com a seleção das suas receitas preferidas


Em seu primeiro livro, a vencedora do reality show exibido, no Brasil, pela Band, mostra que é possível evoluir na arte da culinária por meio de receitas que vão das mais simples até às mais elaboradas. E antes de partir para Paris, no início de junho, Elisa segue uma intensa agenda de lançamentos, por sete cidades brasileiras: Ribeirão Preto (16/5), Belo Horizonte (19/5), Recife (21/5), Salvador (25/5), Rio de Janeiro (29/5) e São Paulo (30/5).

Na próxima quinta-feira, dia 21/5, a MasterChef Elisa Fernandes faz o lançamento do seu livro, em Recife, na Livraria Cultura – Paço Alfândega (Rua Madre de Deus, s/n, Recife Antigo / Tel. 81 2102-4033), a partir das 19h. Entrada franca. Da capital pernambucana Elisa parte para Salvador.

Junte uma jovem corajosa, um punhado de talento para misturar ingredientes, tempere com carisma e uma dose, generosa, de determinação. Leve para o reality show MasterChef em fogo alto. Apresente o resultado a exigentes jurados e, voilá! Eis uma Elisa Fernandes, no capricho! Aos 24 anos, a jovem ganhadora da primeira versão do programa no Brasil, lança, pela Editora Planeta, seu primeiro livro de receitas: As receitas de Elisa Fernandes. No livro, que chega às livrarias de todo país a partir da segunda quinzena de maio, ela mostra por que conquistou lugar de prestígio entre as grandes promessas da gastronomia brasileira.

O livro de Elisa sugere ao leitor 50 receitas divididas em cinco níveis de dificuldades: ajudante, cozinheiro, subchef, chef e MasterChef. “O livro é o registro de parte do repertório que tenho reunido antes e durante essa fantástica fase que vivi (no MasterChef Brasil), no contato com alguns dos nomes mais expressivos e respeitados da culinária e da gastronomia nacional e internacional”, resume, orgulhosa, a autora. Outro diferencial do livro é que, por apreciar a alimentação saudável, Elisa fez questão de selecionar receitas que, além de cheias de sabores, também seguissem a linha do “é bom e faz bem”!

Para todos os níveis de chefes – Fã de pratos elaborados a partir de ingredientes frescos e de uma boa “comida de verdade”, Elisa prova que não é preciso ter grandes habilidades para impressionar os amigos. Basta selecionar umas das receitas agrupadas no nível “ajudante” para garantir um bom aperitivo, como o tomate confit. O preparo do prato é simples. “Basicamente consiste em juntar os tomates do tipo cereja, sal, açúcar, alho, tomilho e azeite, nas medidas indicadas, em uma travessa e levar ao forno”, ensina Elisa.

Se o leitor quiser se aventurar um pouco mais, poderá se lançar no preparo da farofa funcional que, além de saborosa, ainda é rica em ingredientes que fazem bem ao organismo, como a quinoa, o farelo de aveia e a linhaça. Massas também são sempre boas escolhas quando o assunto é gastronomia. Entre as receitas agrupadas no nível “subchef” está o nhoque de ricota com molho de tomate rústico. Como a massa é feita a partir de espinafre, ricota, noz-moscada, sementes de girassol e azeite, esse prato pode ser excelente opção para as pessoas adeptas de dietas vegetarianas e/ou com restrições ao glúten.

O porco atolado, um dos pratos que Elisa compartilha no livro, é temperado com memórias afetivas do tempo em que a jovem chef ainda fazia faculdade de filosofia, na cidade de São Carlos, interior de São Paulo. “Naquela época, nas noites frias, comidas de uma só panela me confortavam”, lembra. Para o preparo desse prato, o leitor vai precisar de um pouco mais de intimidade com as panelas, já que ele está entre as receitas de nível “chef”.

Entre as receitas mais complexas, ou seja, as de nível “MasterChef”, está o entrecôte com berinjela, flor de brócolis e chimichurri, que serve quatro pessoas, e o filé mignon de porco com purê de abóbora e farofa de pão. Bolos, pães e sobremesas, além de receitas sem lactose também foram contemplados no livro que apresenta, além disso, uma tabela de conversão, informações sobre cortes e uma receita básica para o preparo de fundos (caldos) de vegetais e carnes.
Elisa na visão dos jurados do programa da Band:

ELISA POR PAOLA CAROSELLA
“Elisa foi quem mais demonstrou ter potencial para seguir uma carreira profissional, não somente cozinhar bem, mas também se desenvolver bem em situações de pressão, ter constância, ter uma linguagem própria.”

ELISA POR HENRIQUE FOGAÇA
“Ela foi concentrada no trabalho, superação dos desafios culinários e emocionais, disciplina e criatividade”.

ELISA POR ERICK JACQUIN
“Elisa manteve uma postura muito boa até a final; mesmo depois de quase ser eliminada, se recuperou bem e sempre acreditou que chegaria na final do programa.”

LANÇAMENTOS MASTERCHEF - ELISA FERNANDES
Quinta-feira, 21 de maio de 2015
19h, em Recife
Livraria Cultura - Paço Alfândega

Segunda-feira, 25 de maio de 2015
19h, em Salvador
Saraiva - Shopping da Bahia

Sexta-feira, 29 de maio de 2015
19h, no Rio de Janeiro
Travessa - Leblon

Sábado, 30 de maio de 2015
14h, em São Paulo
Fnac - Pinheiros

Serviço:
As receitas de Elisa Fernandes
Elisa Fernandes
Editora Planeta
17 x 20 cm / 176 páginas

.: Os artistas de um único hit, por Luiz Gomes Otero

Por Luiz Gomes Otero
Em maio de 2015

No mundo da música pop é comum constatarmos pessoas que alcançam sucessos instantâneos, ganham espaço nas rádios e depois somem sem deixar pistas. Desde os anos 60 até os dias de hoje, alguns artistas e músicos conseguem seus preciosos minutos de fama para depois cair em um ostracismo inexplicável, na maioria das vezes. Há quem diga que o sucesso no mundo pop pode ser efêmero se você não tiver a consistência necessária para permanecer no topo ou pelo menos sob os holofotes da mídia. Ou como bem disse o gaúcho Humberto Gessinger, da banda Engenheiros do Hawaii, "o pop não poupa ninguém". Vamos lembrar aqui alguns casos de hits que conquistaram o público mas não tiveram uma sequência no show business.




"San Francisco" - Scott McKenzie
O hino do chamado flower power, o movimento hippie do final dos anos 60, foi composto por John Phillips (da banda The Mamas & The Papas) e gravado de forma brilhante pelo cantor Scott McKenzie, que nunca mais conseguiu repetir o sucesso estrondoso desse hit clássico.  





"Yellow River" - Christie
O grupo britânico Christie emplacou esse hit certeiro nas rádios. No Brasil, o sucesso foi instantâneo. Mas depois dele,  não veio mais nada de impacto. A banda fazia na verdade um rock mediano, sem muita consistência. Mas Yellow River foi seu momento de glória.




"Venus" - Shocking Blue
Originária da Holanda, a Shocking Blue emplacou Venus no final dos anos 60 de uma forma avassaladora. Sua vocalista, Mariska Veres, tinha uma voz rouca e muito característica. Embora na Europa o grupo tenha feito outros hits, nenhum deles conquistou tanto a mídia como Venus.




"Son Of My Father" - Chicory Tip 
Grupo britânico que emplacou a canção "Son Of My Father" no início dos anos 70. Um  som pop com solos de teclados que eram meio que uma novidade na época. Mas será que alguém lembra de mais uma música dessa banda? Creio que não.




"I Love The Nightlife" - Alicia Bridges
Os anos 70 tiveram um período em que a música dançante predominou, lançando artistas que logo acabariam ficando pelo caminho. A americana Alicia Bridges foi um desses casos. Depois desse hit, que logo ganhou as rádios, não lançou mais nada tão impactante.




"Ring My Bell" - Anita Ward
Outro exemplo dos anos 70, do chamado período da Disco Music (ou discoteca). A americana Anita Ward estourou seu hit em todas as pistas de dança do mundo. E não conseguiu lançar algo do mesmo nível nos anos seguintes.




"Always Something There To Remind Me" - Naked Eyes
Duo formado por Pete Byrne (vocal) e Rob Fisher (teclados), o Naked Eyes regravou com grande sucesso essa canção de Burt Bacharach no início dos anos 80. E depois, mais nada foi produzido de forma impactante.




"I Like Chopin" - Gazebo
Paul Mazzolini, conhecido como Gazebo, é um músico libanês de origem italiana. Estourou na paradas - principalmente no Brasil - nos anos 80 com o hit "I Like Chopin". Mas será que alguém lembra de algum outro hit dele além desse?

.: Museu e Auditório: Programações com temática ambiental na Semana

Para a 13ª edição do evento, as instituições de Campos do Jordão irão propor várias atividades presenciais para públicos de todas as idades, além de uma campanha nas mídias sociais


O Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro, em Campos do Jordão (SP), instituições da Secretaria da Cultura administradas em parceria com a ACAM Portinari, realizarão programas especiais durante a 13ª Semana Nacional de Museus. Entre as atividades presenciais, que acontecem de 19 a 25 de maio, estão workshop, oficinas, tour ecológico, debate e apresentação musical. Para estender o debate ao meio digital, também foi proposta a campanha "Sem Água Não Dá - #SOSH2O”, nas mídias sociais.

Desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Museus, a agenda anual da Semana terá como tema "Museus para uma Sociedade Sustentável".No dia 19/5 (terça-feira), a educadora Simone Navas ministra o workshop “Horta em Vaso”, cujo produto final poderá ser levado pelo participante. Em 20 e 21/5, acontece o “Passeios de Reconhecimento” em que será elaborado um trajeto nas áreas de maior concentração de natureza do Museu. Já o debate “Cadê Nossa Água?” ocorrerá dia 22/5 e abordará o tema tão atual.

Duas outras atividades acontecem em 23/5, uma ensinado como fazer uma composteira doméstica e outra que promoverá o plantio de mudas nativas no entorno dos equipamentos, essa última integra o projeto permanente "Museu Verde", desenvolvido ao longo de todo ano e que prevê medidas sustentáveis, de compensação ambiental e preservação. Para as atividades é necessário agendamento prévio pelo número (12) 3662-6000, pois as vagas são limitadas.

Destinada aos professores, nos dias 20 e 21, será oferecida a oficina “Recursos Lúdicos como Ferramentas para a Educação Ambiental”. As inscrições acontecem na Secretaria Municipal de Educação de Campos do Jordão, pelo (12) 3668-9050.

Para fechar, no dia 24/5, o público poderá se divertir na “Série Chorinho no Museu – Chorões do Vale” em edição especial, a partir das 11h. Formado em 2004, os Chorões do Vale apresentarão um repertório focado nos principais nomes do estilo: Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Ernesto Neto, Pixinguinha, entre outros.

Ação online: Desde abril, os internautas participam da campanha "Sem Água Não Dá”. Ação busca estimular o público a pensar e oferece orientações sobre medidas e atitudes que evitam o desperdício e protegem os recursos hídricos por meio de vídeos compartilhados em suas páginas no Facebook com a #SOSH2O. Os materiais devem ter no máximo um minuto e o prazo de postagem é dia 22 de maio (sexta-feira). Todos os conteúdos serão compartilhados pela Fanpage do Museu e Auditório, após passarem por avaliação de conteúdo de acordo com os princípios éticos das instituições e dos quesitos de viabilidade da ideia e veracidade das informações. Os trabalhos também vão ser apresentados em 24 de maio (domingo), em um telão nas instituições.

A programação completa pode ser conferida no site www.museufelicialeirner.org.br, assim como o regulamento para participação na ação. O Museu Felícia Leirner e o Auditório Claudio Santoro estão localizados à Av. Dr. Luís Arrobas Martins, nº 1880 - Alto da Boa Vista – Campos do Jordão (SP). O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 9h às 18h, e a entrada é gratuita, assim como o estacionamento. 

13ª Semana Nacional de Museus

"Museus para uma Sociedade Sustentável"

De 19 a 24/5/2015

Workshop “Horta em Vaso”
Data: 19/5/2015
Horário: das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30
Vagas: 20 por oficina, mediante inscrição antecipada 

Oficina “Recursos Lúdicos como Ferramentas para a Educação Ambiental”
Datas: 20 e 21/5/2015
Horário: das 18h às 21h30
Informações e inscrições: Secretaria Municipal de Educação de Campos do Jordão: (12) 3668-9050 

“Passeios de Reconhecimento”
Datas: 20 e 21/5/2015
Horário: das 9h30 às 11h e das 14h30 às 16h
Vagas: 30 por oficina, mediante inscrição antecipada 

Debate “Cadê Nossa Água?”
Data: 22/5/2015
Horário: das 14h às 17h
Vagas: 40 vagas, mediante inscrição antecipada 

Oficina “Como Fazer uma Composteira Doméstica”
Data: 23/5/2015
Horário: das 14h às 16h
Vagas: 25 vagas, mediante inscrição antecipada.


Oficina “Sementes do Bem”
Data: 23/5/2015
Horário: das 8h às 12h

“Sem Água Não Dá”
Período: de 24/4 a 24/5/2015

“Série Chorinho no Museu – Chorões do Vale”
Data: 24/5/2015
Horário: das 11h às 12h30
Local: Museu Felícia Leirner - Auditório Claudio Santoro (Av. Dr. Luis Arrobas Martins, nº 1.880 - Campos do Jordão/SP)
Informações e inscrições: (12) 3662-6000
Entrada: gratuita
Obs.: O participante pode optar por contribuir com a doação de mantimentos e agasalhos, que serão encaminhados para a Obra Social Santa Clara.

.: Sambada e Cortejo na Vila Madalena para o #FicaBrincante

Evento neste domingo, 17/05, 18h, busca apoio à campanha de financiamento coletivo para a construção da nova sede do Instituto Brincante


Neste Domingo, o Instituto Brincante realiza mais uma edição da sua tradicional Sambada e, desta vez, a festa será em prol do movimento #FicaBrincante. Por isso, na sequência da Sambada, acontecerá um cortejo pela Vila Madalena pedindo apoio à campanha de financiamento coletivo que visa arrecadar recursos para a construção da nova sede do teatro-escola. A Sambada, como sempre tem entrada franca.

A partir das 18h começa o esquenta no teatro do Instituto (Rua Purpurina, 414). Quem for ao local vai se divertir, confraternizar e coletivizar com muita música brasileira tocada e dançada por professores, alunos e amigos do Brincante. Em seguida, eles iniciam o cortejo pela Vila. O ato lúdico ritmado procura o apoio dos moradores e frequentadores da Vila Madalena, além de chamar a atenção da opinião pública para a questão da especulação imobiliária.

Sobre a Campanha: O Instituto Brincante -teatro escola que existe há 22 anos na Vila Madalena- tem até o fim do ano para desocupar o local em que funciona atualmente. Em mais um golpe da especulação imobiliária, o terreno foi vendido para uma incorporadora no ano passado. Diante disso, a campanha de financiamento coletivo #FicaBrincante pretende arrecadar fundos para a construção de uma nova sede ao lado da atual, em um terreno com duas casinhas de patrimônio do casal que fundou o Instituto, Antonio Nóbrega e Rosane Almeida, e que atualmente servem de abrigo para o acervo e para o escritório do artista.

O projeto para transformar as duas casas em um espaço adequado às aulas e apresentações foi doado pelo arquiteto Thiago Bernardes. O Instituto Alana fará um aporte para a documentação, demolição e parte da reforma. Mas a contribuição da comunidade é essencial para custear, pelo menos, a fundação da estrutura e o acabamento das novas instalações. Sem isso, o Instituto que funciona como um centro de formação, pesquisa e divulgação da cultura brasileira, pode deixar de existir.

A Campanha de financiamento coletivo tem pouco mais de um mês pela frente e está na plataforma Catarse (www.ficabrincante.com.br). O objetivo inicial é chegar a R$ 100 mil reais -- para isso, os apoiadores poderão contribuir com valores a partir de R$ 20,00. Como contrapartida, além da possibilidade de manutenção de um espaço que vai servir a diversas gerações, quem contribuir terá recompensas como participação em oficinas no Instituto Brincante, ingressos para espetáculos da companhia e acesso à discografia de Antonio Nobrega: uma coletânea digital exclusiva está sendo criada para os apoiadores e também ficará à venda no itunes e na plataforma de música digital OneRPM.

Histórico: No primeiro semestre de 2014,  o casal de artistas Antonio Nóbrega e Rosane Almeida recebeu uma notificação para que o espaço onde funciona o Instituto Brincante fosse desocupado, sob pena de ajuizamento de ação de despejo. Seguiram-se meses de disputa judicial, acompanhada de mobilização nas ruas e redes sociais com a campanha #FicaBrincante. O ponto alto foi uma imensa ciranda que reuniu 10 mil pessoas na área externa do Auditório Ibirapuera. No mesmo mês, junto com outros 22 teatros de rua, o Brincante foi considerado patrimônio imaterial pelo Conpresp, o órgão municipal de preservação do patrimônio histórico, cultural e ambiental.

O desfecho sobre a questão do imóvel foi decidido em dezembro de 2014 pela justiça. O Brincante precisa deixar o local onde funciona atualmente até o fim de 2015.  

Serviço:
Sambada e Cortejo do Instituto Brincante
Quando: Domingo, 17 de maio, 18h
Onde: Instituto Brincante, Rua Porpurina, 414, Vila Madalena
Entrada Franca e classificação indicativa livre
Informações: https://www.facebook.com/events/1592961637628740/

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