domingo, 7 de junho de 2015

.: BACKSTAGE traz entrevista com Vinny Appice

O lendário baterista ao lado de Vitão Bonesso no estúdio da KISS FM


A edição nº 1434 é mais uma que entra para o seleto hall de especiais do programa Backstage. O produtor e apresentador Vitão Bonesso recentemente recebeu, no estúdio da KISS FM, o renomado baterista Vinny Appice (Black Sabbath, Dio, Heaven And Hell, Kill Devil Hill, Wami). Além de entrevista, o músico selecionou grandes momentos de sua carreira como “Computer God” (Black Sabbath), “Holy Diver” (Dio), “Strange” (Kill Devil Hill), entre outros.

O Backstage mostra também o lançamento mundial do single “Sorrowful Winter Breeze”, da banda Dark Slumber, que estará no álbum “Dead Inside”, a ser lançado em julho; destaca sons de Machine Head, Anthrax, Saxon, The Skull, Mad Old Lady, Mysteriis, Necromancer, Muqueta Na Oreia e Tellus Terror.  O tradicional bloco “Backstage The Classics”, terá clássicos das bandas Lucifer’s Friend, Styx, e Gamma Ray.

No decorrer do programa, os ouvintes poderão concorrer pelo e-mail radiobackstage@radiobackstage.com, a ingressos para a apresentação do Electric Funeral (Black Sabbath Tribute Band), dia 13 de junho, no Bar Aldeia, em Jundiaí.

O programa Backstage vai ao ar, todo domingo, das 22 às 24 horas, na KISS FM (102,1 MHZ – SP). Curta a página oficial em https://www.facebook.com/RADIOBACKSTAGEOFFICIAL. Ouça pela internet, acessando www.kissfm.com.br.

Programa Backstage – 1988 – 2015 – 27 anos a serviço da música pesada!
Domingo das 22 às 00h 
Kiss FM:
102,1 MHZ - São Paulo e Grande São Paulo 
107,9 MHZ - Campinas e região 
102,9 MHZ - Litoral Paulista 
102,3 MHZ - Brasilia DF e região 
91.9  MHZ – Rio De Janeiro e Região
Ouça pela internet acessando: www.kissfm.com.br ou confira as edições anteriores em www.radiobackstage.com no sistema On demand.
E-mail: radiobackstage@radiobackstage.com 
Rádio Backstage: www.radiobackstage.com – 9 anos transmitindo 24 horas com canais dedicados ao Heavy Rock e ao Classic Rock.

sábado, 6 de junho de 2015

.: Albertina Duarte: gravidez precoce, bullying e drogas no Provocações

Entrevista inédita com a médica vai ao ar nesta terça-feira (9/6), às 23h30, na TV Cultura


Nesta terça-feira, dia 9 de junho, às 23h30, a médica ginecologista Albertina Duarte alerta para a gravidez precoce na adolescência, no Provocações. O programa inédito apresentado por Antônio Abujamra vai ao ar na TV Cultura.

A médica Albertina Duarte, coordenadora do Programa Saúde do Adolescente, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, atende jovens da periferia de São Paulo. “Eu faço vários cursos para que os adolescentes tenham voz, não engravidem sem querer, se libertem, digam não à violência, saibam as metas do milênio”.

Uma das suas grandes preocupações é o aumento crescente da gravidez na adolescência. Ela reafirma que a gravidez interrompe a vida escolar.  “A cada 19 minutos uma menina de 14 anos se torna mãe, ela fica escrava. 28 mil crianças nasceram o ano passado, filhas de crianças. São 28 mil escravas”.

Albertina ressalta a questão do bullying:  “Hoje, os pais não sabem o que está acontecendo com os adolescentes, que é o bullying. Ela ainda completa falando das drogas: “Na classe média nós temos um problema. Nas classes altas temos um problema. Mas é claro que na periferia, o centro, eles precisam de nós. Tem que ter uma força tarefa muito grande, senão o crack vai ganhar”.

.: Aplicativo do Grêmio FBPA oficial ultrapassa 100 mil downloads

O App está entre os mais baixados na categoria Esportes e Clube de futebol

     
O aplicativo oficial do Grêmio, desenvolvido em parceria com a Netco Sports, empresa especializada em estratégia e desenvolvimento de soluções para mobiles e tabletes, ultrapassou nesta semana a marca dos 100 mil downloads. De acordo com a Netco Sports, dentro da rede FootballMAN, voltada à publicidade mobile e que opera exclusivamente em aplicativos oficiais de clubes de futebol, o App do Tricolor é o primeiro a atingir este número no Brasil. Com isso, a ferramenta que oferece estatísticas atualizadas, notícias e conteúdo multimídia relacionados ao dia a dia do Clube e as jornadas esportivas transmitidas pela Grêmio Rádio Umbro, passa a ser o aplicativo mais baixado na categoria.

"Um dos produtos de grande aceitação e que mantem o nosso torcedor diariamente informado sobre tudo o que acontece no Grêmio. A nossa meta é aumentar em mais 50% esse número nos próximos três meses", destaca o executivo de marketing do Tricolor, Beto Carvalho.

De acordo com a diretora comercial da Netco Sports, Karina Tavares, a empresa está trabalhando no desenvolvimento de novos conteúdos para a ferramenta. "Queremos implantar mais soluções de interatividade para o Clube e para o seu torcedor, amparados por um elenco de patrocinadores e anunciantes para o App, de marcas que desejam se aproximar do Tricolor gaúcho de forma mais estratégica".

O aplicativo, lançado em julho de 2013, é disponibilizado gratuitamente pelas lojas virtuais Apple Store e Google Play. A ferramenta conta também com a opção paga para o torcedor que deseja ter acesso ao conteúdo personalizado e exclusivo do Clube. Atualmente, mais de 3 mil usuários utilizam a seção Premium.

O Grêmio foi o primeiro clube no Brasil a fechar contrato com NetcoSport que tem em seu portfólio, projetos desenvolvidos para a UEFA, Paris Saint-Germain, Mônaco, Manchester United, Galatasaray, entre outros.

.: Tecnologia: Acessinha chega a mais cidades

Programa de inclusão digital do Governo de São Paulo para crianças será ampliado na capital e em postos do interior


A capital paulista ganhará este ano mais quatro espaços de inclusão digital para crianças de 4 a 10 anos de idade. Criado em 2013 pelo Governo do Estado, o Acessinha funciona junto aos postos do programa Acessa SP, que oferece internet gratuita e cursos de capacitação para os cidadãos. Cidades do interior também receberão novos postos do Acessinha, projeto que oferece smartphones, tablets, videogame e smart TV com conteúdo educativo.

Até maio estavam em funcionamento 31 postos do Acessinha. Com as unidades em implantação – além dos quatro na capital, serão instalados 19 em cidades do interior –, serão 54 postos até o final do ano. “O Acessinha foi criado para que as crianças usem equipamentos, como smartphones de última geração, e também desenvolvam atividades, por meio de jogos e outros conteúdos digitais”, diz Julio Semeghini, titular da Subsecretaria de Tecnologia e Serviços ao Cidadão, responsável pelo programa Acessa São Paulo.

Para que as crianças usem o espaço e participem das atividades, é necessário que um responsável preencha o cadastro. Os espaços funcionam das 8h às 17h, de segunda à sexta.

Novos postos: O Acessinha receberá quatro novas unidades na capital paulista, sendo no CIC Grajaú, Memorial da América Latina, Poupatempo do Imigrante e Poupatempo Lapa. No interior, serão contemplados os municípios de Atibaia, Auriflama, Capivari, Descalvado, Ibitinga, Iguape, Jacupiranga, Lavínia, Marília, Mococa, Paraíso, Parnaíba, Tremembé, Vinhedo, São Vicente, Sud Menucci, além de unidades dentro dos postos Poupatempo de Limeira, Penápolis e Sertãozinho.

O programa: O Acessa São Paulo é o maior programa de inclusão digital do país, com 850 postos instalados em 600 municípios. Criado em 2000, funciona em espaços do Poupatempo ou de outros serviços do governo, como Metrô, CPTM, ETECs, Rede Bom Prato e CIC (Centro de Integração da Cidadania), ou em parceria com prefeituras. A execução do programa é da Prodesp (empresa Tecnologia da Informação do Governo), que faz a implantação do posto, capacita os monitores e faz a manutenção dos equipamentos; e da Escola do Futuro, núcleo de pesquisa da USP, que desenvolve o conteúdo.

.: Uma carta e um machista cheio de aventuras sem pudores

Max de Castro é um funcionário público insatisfeito com trabalho e com problemas no casamento. Após uma crise de estresse em pleno expediente, incentivado por um psicanalista em um programa de entrevistas, escreve uma carta confessional, que deve ser escondida e destruída em 24 horas, mas a mesma desaparece, antes que ele pudesse fazê-lo.

Começa então o inferno de Max, angustiado pela possibilidade de seus maiores segredos serem descobertos, ou por sua esposa, ou por sua cunhada, a jovem Sophia, por quem se sente fortemente atraído. Uma série de coincidências atinge a vida de Max e ele descobre que nem tudo que ele sabe é verdade, e que todos tem segredos que precisam ficar escondidos a sete chaves.

No romance ‘Uma aventura perigosa’, George dos Santos Pacheco descreve de forma audaciosa e sem pudores as aventuras sexuais do “orgulhoso, impulsivo, e machista” Max de Castro, que se envolve com diversas mulheres ao longo da trama: jovens, universitárias e prostitutas. Com toques de humor e sarcasmo, Pacheco narra a impossibilidade de sair ileso a qualquer relacionamento, garantindo grandes surpresas aos leitores.

Livro: Uma aventura perigosa
Autor: George dos Santos PachecoPáginas: 166
Editora Buriti

Acabamento: brochura
Tamanho: 14 x 21 cm

Clique aqui para comprar: http://editoraburiti.com.br/uma-aventura-perigosa/

sexta-feira, 5 de junho de 2015

.: “MasterChef Brasil” e assédio moral, uma crítica ao 1º episódio


“Todos vocês sairão transformados daqui”. É a promessa que os participantes da segunda temporada de “MasterChef” recebem antes de, realmente, entrarem no programa. E parece piada pronta escrever o primeiro texto sobre o programa depois de três episódios seguidos. 

Na verdade, não entendi a correria dos episódios, com duração de quase duas horas cada, mas que teve a eficácia de separar os 18 participantes, ou o joio do trigo – aqueles que realmente sabem cozinhar do que os que apenas gostam. 

Mas acho perigoso, não considero ninguém, por mais renomado que seja, autoridade em julgar paladar. Cada um responde pelo seu. O que é ruim para mim, pode ser bom para os outros. No terceiro episódio, por exemplo, a chef argentina Paola Carosella elogiou um dos participantes que fez uma farofa de vísceras de frango... gente, que nojo!  Mas ainda estamos aqui para falar sobre o início de tudo, o episódio demasiadamente longo que foi separado em duas partes imensas em que os chefs distribuíram humilhações.

A versão brasileira do programa estreou sua segunda temporada com a promessa de grandes personagens. “Há dois tipos de comida: a boa e a ruim”, disse o chef francês Érick Jacquin. “Seja o melhor, ou volte para casa”, pontuou o tatuado Henrique Fogaça. “Parabéns, você fez o pior prato do dia”, condenou a chef argentina, numa das muitas frases desnecessárias do programa até então. Para procurar um novo talento culinário, em meio a tanta truculência, sobreviverá não o melhor, mas quem souber administrar de uma maneira menos traumática toda a sorte de assédio moral que irão receber ao longo deste programa. 

Mas o que me intriga é que se fosse um emprego de verdade, não um reality de televisão – e não estou considerando nem o prêmio em si – muitos dali teriam jogado a toalha ou, nesse caso, o avental e esfregado na cara de um desses cretinos que julgam e condenam sem a menor necessidade. Mas quem assiste não está ali por isso? O que está por trás de todo esse sadismo de ver pessoas, de todas as classes sociais, sendo humilhadas? Seria isso uma catarse coletiva? Ana Paula Padrão é, para mim, a personificação do sadismo. 

Totalmente desnecessário quando ela aborda alguém que está nervoso, com pressa... e o seu tom de voz entrega certa malícia, aparentemente quer mais é que o circo pegue fogo mesmo.

Em nome de R$ 150 mil em dinheiro, o valor de mil reais por mês durante um ano no cartão de uma rede de supermercados, um carro com capacidade de carga de 650 quilos para carregar tudo para um restaurante, um curso na Le Cordon Bleu, a mais prestigiada escola de gastronomia do mundo, em Paris e o troféu do programa, conhecido e prestigiado no mundo inteiro, os participantes enfrentarão, durante semanas de muita tensão, desafios e toda a sorte de humilhações até restar um por um.

Os gerente de projetos Fernando, de São Paulo, e o capoeirista baiano, Cristiano, como já foi mostrado numa espécie de sneak-peek do programa, prometem render barracos. Um prato cheio para um programa culinário em que a truculência e o sadismo de ver a comida feita pelos outros sendo debochada. Imaginei Rita Cadillac chorando – lembra que ela fazia isso na sexta edição de “A Fazenda”, quando falavam mal das comidas dela?

A blogueira e estudante Clara, a que fez hambúrguer mineiro, foi a primeira das grandes injustiças que serão cometida ao longo desses episódios. Quando a chef argentina questionou se ela trouxe o frango caipira vivo de Minas Gerais, convenhamos, uma pergunta imbecil, Clara teve uma reação automática: “não, tá doida?”. 

Depois destilaram uma série de injustiças – de que o prato serviria umas quatro pessoas, aonde, no restaurante deles que deve servir bem pouquinho? Eu comeria aquilo ali sozinho e, com certeza, iria querer mais. “Isso não é comida mineira”, disse a chef argentina. Aliás, quem é ela, uma estrangeira, para falar o que é, ou não, comida mineira? Só porque, teoricamente, tem um restaurante de sucesso em São Paulo?

Ao longo do programa eu imaginei o que se passa na mente das pessoas que se inscreveram e passaram ao longo dos testes, quando estão fazendo aquele caminho para apresentar o prato aos chefs. Nisso, a baiana Mima me provocou uma espécie de dejavu  - talvez as lágrimas dela durante todo o caminho e a execução do prato, o que tornou uma participante extremamente engraçada e carismática naqueles poucos minutos de tela, fossem as minhas. Outra perda irreparável, mas eles não estavam avaliando a comida? Por esse ponto, sim, ela não apresentou nada memorável.

Mas por outro lado, a história de Lane, a jogadora de voleibol adaptado foi mais levada em conta do que os seus dotes culinários. Ela, que foi elogiada pela própria apresentadora, Ana Paula Padrão, por não ter autopiedade de si mesma, só faltou esfregar na cara dos jurados que não tem uma das mãos. Será uma grande participante, sim, tem carisma o suficiente para levar o programa e angariar uma série de torcedores, também, mas foi muito menos cobrada do que outros que apresentaram pratos melhores e não ganharam o avental do programa.

Outra que se destacou foi Ariela, a filha de Oscar Maroni, que se destacou por ser... a filha do Oscar Maroni? Não achei nada demais, mas promete alguma coisa – ela mesma já afirmou que matava bois e propôs isso em uma prova para testar essa habilidade... bem maluquete. E a última participante, a gordinha Cássia, que afirmou que não gosta de nada. Dava para ver que, para ela, o peso da aprovação seria muito maior para qualquer outro, por, talvez, sempre ter sido nivelada por baixo, mesmo com tão pouca idade: 18 anos. Será que ela segura a onda, a pressão, e chefs insuportáveis sem meter a mão na cara de um deles? Acreditava, sinceramente, que sim... mas ela foi uma das primeiras eliminadas. 

Para o primeiro “MasterChef Brasil”, eles precisavam que alguém com imagem para tal. Não estou colocando nenhum demérito na vitória da primeira “MasterChef” brasileira (alguém tem notícias se algum brasileiro participou de uma edição internacional), Elisa Fernandes, que lançou até livro. Mas acredito que, desta vez, qualquer um possa ganhar, bonitos ou feios. Porque o primeiro vencedor é sempre o mais visado. Agora, a ideia deles é mostrar que todos podem vencer.

.: "Exploração Discovery Kids 2015" estreia em São Paulo

Evento itinerante com atividades protagonizadas por personagens do canal começa no dia 13 de junho no Shopping JK Iguatemi

A edição deste ano do evento itinerante "Exploração Discovery Kids" chega no dia 13 de junho a São Paulo. Até o dia 27 de junho, o Shopping JK Iguatemi abriga o circuito com seis áreas inspiradas nos personagens da programação do canal, uma delas dedicada à série “Festa Hi-5!”. As atividades incentivam o interesse das crianças pelo conhecimento de forma criativa e divertida.

O circuito começa em uma área onde as crianças serão convidadas a se posicionar diante de uma enorme lâmpada do Discovery Kids. Assim que todos se conectarem através de totens de contato, a lâmpada acenderá, dando início à aventura.

Em seguida, Doki e seus amigos recebem os exploradores com um jogo de colorir diferente e interativo, que ensinará sobre as cores primárias e o resultado da mistura entre elas: as cores secundárias. Com a ajuda dos pais, posicionados em bicicletas especiais, as crianças vão depositar tinta em um recipiente adaptado à engenhoca. À medida que a tinta é colocada e o pedal é acionado, as cores vão se misturando e formando desenhos no papel. No final, os pequenos poderão levar suas obras de recordação.

Depois, todos serão convidados a conhecer a Horta do Vovô Pig na área da “Peppa”. As crianças vão colher frutas, hortaliças e legumes e colocá-los em cestas. Após a colheita, Peppa apresentará às crianças os benefícios nutricionais de cada alimento.

Na próxima área, dedicada ao “Show da Luna!”, Luna, Júpiter e Cláudio vão contar com a colaboração das crianças para ajudar várias formiguinhas a estocarem a maior quantidade de comida possível para o inverno. A ideia é fazer com que os pequenos arremessem as comidinhas na entrada correta de cada formigueiro.

Em seguida, a música toma conta do circuito com a atividade do “Festa Hi-5!”. As crianças vão se deparar com grandes teclas de piano e, juntas, terão que acertar os passos, pisando na tecla que emitir luz e som. Logo após, a sequência de notas será reproduzida e todos vão dançar ao som da música tema do programa.

A etapa final, na área da Net, promete surpreender a todos com uma TV gigante. Usando fichas com formatos diferentes e cores, as crianças vão conectar a TV, que sintonizará na programação do Discovery Kids.

Na saída do evento, durante as sextas, sábados e domingos também é possível tirar fotos com um dos personagens do Discovery Kids, Doki ou Mundi.

 Exploração Discovery Kids é um evento realizado pelo canal Discovery Kids, com execução da C+E – Criadores de Experiências. A iniciativa conta com apoio da NET.

Serviço:
Exploração Discovery Kids
Indicado para crianças de 0 a 11 anos, sempre acompanhadas de um adulto responsável.
Local: JK Iguatemi (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi – São Paulo/SP)
Data: 13 a 27 de junho
Horários: Domingo a sexta das 14h às 20h, sábado das 10h30 às 20h
Fotos com personagem (Doki ou Mundi): sextas, sábados e domingos
Duração: aproximadamente 30 minutos
Evento Gratuito
No local: A retirada de ingressos é feita na bilheteria localizada ao lado do evento, de domingo a sexta, a partir das 13h, e aos sábados, a partir das 10h. No site www.discoverykidsbrasil.com é possível reservar ingressos para todos os dias do evento.
Importante: Os ingressos são limitados e válidos somente para o mesmo dia. Não é possível retirar ingressos para dias futuros na bilheteria do evento, apenas no site do canal. A bilheteria fechará após o término dos ingressos do dia.

.: "Broadway Voices" abre vagas para vozes masculinas

O Coro Cênico Broadway Voices está com vagas abertas para homens interessados em integrar o próximo espetáculo que está sendo preparado pelo grupo. 

As inscrições devem ser feitas por e-mail, enviando currículo pessoal e artístico, com foto atual, para a direção musical no endereço fernando.pompeu@gmail.com. O prazo é 15 de junho para agendamento de entrevista e teste vocal.

As vagas são seguintes: quatro para tenores e quatro para baixos. Os requisitos são: ter acima de 19 anos, gostar de espetáculos de teatro musical (internacionais e nacionais), gostar de cantar (se tiver alguma experiência, é melhor), ter as sextas-feiras, das 19h às 22h livres, para os ensaios e conhecer partitura musical (não é obrigatório).

Sobre o Broadway Voices
O Coro Cênico Broadway Voices foi criada a partir da finalização do Projeto “Broadway Voices”, idealizado pelo Maestro Fernando Pompeu e Elizangela Lima, entre agosto de 2012 e fevereiro de 2014, que objetivou a formação de jovens cantores, atores e bailarinos na produção de peças em homenagem aos grandes musicais da Broadway.

A partir de abril de 2014, o Coro Broadway Voices se consolida como coral cênico, dedicado a produção de repertório, medley e arranjo de musicais da Broadway e brasileiros.

Sob a direção musical do Maestro Fernando Pompeu, apoiado por colaboradores nas áreas técnica vocal, expressão corporal, jogos teatrais e dramaturgia, dança e coreografia, o Coro Broadway Voices, objetiva ainda um intenso trabalho de pesquisa nas diferentes linguagens artísticas em complemento ao trabalho de música vocal “à capela” ou com acompanhamento, abrindo espaços e diálogos com músicos instrumentistas.

O coro conta com supervisão técnica vocal de Lizandra Rodrigues Perissinotto, de São Paulo. Na preparação vocal está Liliane Silva e preparação cênica e movimentação Estevão Souza.

No currículo, estão apresentações memoráveis no Festivais de Corais da Pinacoteca Benedicto Calixto, espetáculo “O Sonho Começa” no Teatro Guarany, duas aberturas do CulturalMente Santista, e concertos na capital paulista e outras cidades da Baixada Santista. Conheça mais sobre a história do coral cênico no site www.broadwayvoices.com.br

.: Laerte lança programa primeiro pela internet, depois em TV

Por Helder Miranda
Em maio de 2015

Assim, de surpresa, como quem não quer nada, o cartunista Laerte lançou, na meia-noite de terça-feira, um programa de entrevistas chamado “Transando Com Laerte”. 

Sobre o nome programa, disse que é uma maneira de recuperar o verbo “transar”, que tinha vários significados na década de 70. "Não era só relacionado ao sexo. Tinha aquela coisa da roupa transada. E também uma forma de falar sobre transexualidade. De ser trans", explicou Laerte, que é transexual. 

O episódio de estreia foi lançado primeiro na internet, com a participação da atriz e psicóloga Marisa Orth e mostrou uma conversa livre, leve e solta, com a inteligência como pano de fundo. A íntegra do primeiro episódio pode ser conferida clicando aqui.

.: Steve Tyrell, "That Lovin Feeling" - por Luiz Gomes Otero

Steve Tyrell não é um nome muito conhecido do público brasileiro, apesar de estar na música há décadas. Mas lá fora, no exterior, vem obtendo um bom resultado com discos de conteúdo previsível, que recriam clássicos da música internacional de várias épocas, especialmente as compostas nos anos 50 e 60. Seu estilo clean, assim como os arranjos bem trabalhados, contribuem para que a audição de discos como o mais recente, "That Lovin´ Feeling", seja bem agradável para o ouvinte.

O repertório desse álbum é centrado na música pop dos anos 50, 60 e 70. Começa com a bela "Jazzman", de Carole King, com participação luxuosa do saxofonista de smooth jazz, David Koz. Depois tem outra canção clássica de Carole, "Up On The Roof", que foi lançada pelo grupo vocal The Drifters. Com Tyrell, essa canção virou um standard jazzístico, bem ao estilo das antigas big bands.

O truque de jogar o tempero jazzístico é retomado nas faixas "Be My Baby" (do grupo The Ronettes) e "Good Good Loving". Além do ótimo dueto com Neil Sedaka na balada "Laughter In The Rain", que ganhou um arranjo que até Frank Sinatra aprovaria no final das contas.

Na minha opinião, os duetos com Bill Medley ("You´ve Lost That Lovin Feeling", da dupla Righteous Brothers) e B.J. Thomas (na manjada balada "Rock´n Roll Lullaby", muito conhecida do público brasileiro) são os melhores momentos. Porque não só resgatam a memória de dois excelentes vocalistas (Bill Medley e B.J. Thomas) como também preservaram os arranjos originais. 

"Stand By Me", que fecha o álbum, também teve o arranjo original preservado. Essa faixa, aliás, funciona como um tributo ao cantor que gravou originalmente a canção, Ben E. King, que faleceu recentemente.

"That Lovin Feeling" é um disco que vale a pena ouvir ao lado da pessoa amada, de preferência, acompanhado por um bom vinho. E é bom arrumar um espaço na sala para poder dançar, se houver necessidade.

"Rock´n Roll Lullaby"

"You´ve Lost That Lovin Feeling"

"Laughter In The Rain"

.: O que dizer sobre a campanha de namorados de O Boticário?

Por: Camila Craveiro

Comportamento do Consumidor: o que dizer sobre a campanha de namorados de O Boticário?


Se você acompanha minimamente os posts que se sucedem nas redes sociais, perceberá a repercussão causada por um anúncio da marca O Boticário, cujo tema é o Dia dos Namorados. De maneira sutil - e eu arriscaria dizer, sensível - a empresa buscou representar os diferentes tipos de casais, independentemente da orientação sexual.

Ocorre que houve por parte de alguns segmentos da sociedade demonstrações de indignação, discriminação e preconceito com relação aos casais retratados. Algumas pessoas utilizaram, inclusive, o canal Reclame Aqui, que recebe diariamente reclamações contra empresas, no que tange à entrega do produto/serviço, defeitos, cobrança indevida etc. E muito se bradou acerca de um organizado boicote à marca.

Meu interesse aqui não é adentrar a discussão do viés moral do assunto, apesar de achar que esse seria um ponto importante para se pensar a sociedade brasileira, que guarda ainda traços de preconceito arraigados e disseminados, mas a proposta é discutir se a estratégia da marca foi acertada ou não, pensando a partir dos estudos nos campos do Marketing e do Comportamento do Consumidor.

E o que pode ser inferido a partir destes campos teóricos? Primeiro, que o Departamento de Marketing da empresa seguramente tem dados sofisticados e complexos de pesquisas de comportamento do seu consumidor. Ou seja, O Boticário sabe quem é, o que pensa e como consome o seu público. Variáveis demográficas (faixa etária, renda, estado civil...) e psicográficas (visões de mundo, estilos de vida...). Informações que se juntam para delinear com segurança e clareza aspectos do comportamento desse target, produzindo dados que muito se aproximam da realidade. Portanto, se a empresa sabe com quem fala, sua comunicação não pode ter sido um tiro no escuro.

Mas aí você pode estar se perguntando: e todos aqueles que insurgiram contra a campanha? A resposta é: eles simplesmente não são consumidores da marca. Pode até ser que ocasionalmente comprem um ou outro produto da empresa, mas não são heavy users ou menos ainda fãs da marca. E digo isso porque sendo O Boticário uma marca forte, de abrangência nacional, que apresenta crescimento constante de faturamento e abertura de novos PDVs, não haveria chances de arriscar essa posição alcançada dessagrando seu público-alvo.

Em resumo, com essa estratégia de comunicação, O Boticário ganha três vezes:

- Ganha a simpatia do seu público-alvo, que considera a ação de inclusão, respeito e tolerância à diversidade como sendo mais um aspecto ou uma causa da marca;

- Ganha mídia e gera buzz nas redes sociais, fazendo com que a marca tenha seu nome propagado espontaneamente;

- Ganha mais um nicho de mercado, que busca reverter boicote em apoio (basta ver como alguns militantes do Movimento LGBT começaram a conclamar seus adeptos a comprar produtos da empresa).

Não há espaço para ingenuidade no mercado. Inocente mesmo é quem acha que estratégia de Comunicação é operacionalizada sem planejamento.

Camila Craveiro: Professora da disciplina “Gestão de Comunicação Integrada de Marketing” no MBA em Marketing do Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG). Além disso, é mestre em Comunicação Midiática, doutoranda em Sociologia e consultora na área de Marketing e Vendas.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

.: "Beatles segundo a Cia. Filarmônica" é atração de sábado

Há 12 anos em cartaz, espetáculo traz elementos cênicos para fugir do que tradicionalmente mostram covers de bandas consagradas

Uma interpretação musical e cênica da banda de rock de Liverpool é o que o show "Beatles segundo a Cia. Filarmônica" traz para os fãs de Curitiba, no próximo sábado, dia 13. Com criação e direção de Marco Fentanes, o musical procura fugir do que costumeiramente mostram banda covers de bandas consagradas, ao incluir também adereços e artefatos cênicos inusitados.

Há 12 anos em cartaz, o show "Beatles Segundo a Cia. Filarmônica" já foi visto em diversas cidades do Brasil, totalizando um público superior a 450 mil pessoas. Com duração de 1h30 aproximadamente, o show tem ingressos a R$ 86 (inteira) e R$ 46 (meia).

Para fugir do trivial o grupo tem a ajuda de dois roadies que infernizam o roteiro e até se "incluem" como instrumentistas: em "And I Love Her", Jica toca pauzinhos, rigorosamente seguindo "partitura". Momentos engraçados são emoldurados por infláveis, adereços de submarino, bolhas e até mesmo bonecos gigantes, caricaturas dos Beatles, que remetem aos cabeções do carnaval de Recife.

Composta por músicos consagrados como o baterista Gel Fernandes (Rita Lee/Radio Táxi), a Cia. Filarmônica explora a versatilidade que sua formação permite. Destacam-se também na banda o pianista Flavio Fernandes, o guitarrista Bibo Bueno e o contra baixista Osmar Murad. Os cantores são Aaron Matsumoto e Walter Mourão. O duo de cordas é composto por músicos que pertencem às principais orquestras de São Paulo.

"A seleção das músicas seguiu o critério de encantar e surpreender", diz Fentanes. É o que, por exemplo, em Yesterday, cuja letra é apresentada com "gerador de caracteres" para estimular a platéia a cantar junto, acompanhando a "bolinha dançante".

O repertório reúne ainda Day Tripper, Don’t let me down, Eleanor Rigby, Help, Here comes the sun, Hey, Jude, I want to hold your Hand, Let it be, She loves you, Strawberry fields forever, The long and winding road, Twist and shout e Yellow submarine, entre outras.

Cia. Filarmônica
Orquestra composta por 9 músicos: violino, violoncelo, bateria, guitarra, baixo elétrico, teclado, cantor e 2 atores.
Produção Executiva: Pedro de Assis Fentanes
Direção de Palco: Weto 
Cenários e Objetos de Cena: Elmo Cardoso e Sidney Caria 
Fotografia: Cômodo / Lívia Sagula
Arregimentação: Priscila Mesquita
Iluminação: Sergio Cabral
Sonorização: Sandrão
Direção de Produção: Priscila Mesquita
Criação e Direção: Marco Fentanes
Realização: IT Produções/Cia. Filarmônica

Serviço:
"Beatles segundo a Cia. Filarmônica"
Data: 13 de junho (sábado)
Horário: 21h
Local: Teatro Fernanda Montenegro (Shopping Novo Batel)
Endereço: Rua Coronel Dulcídio, 517, Batel - Curitiba (PR)
Ingressos: R$ 86,00 inteira / R$ 46,00 meia (na bilheteria ou Disk Ingresso)
Duração: 1h30

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