sexta-feira, 19 de junho de 2015

.: Rock brasileiro de 1994 ganha seu primeiro documentário

Que o ano de 1994 foi especial, todo mundo já sabia. Foi o ano da estreia dos Raimundos e de Chico Science & Nação Zumbi, o ano em que o Skank lançou "Calango" para mais de um milhão de compradores, o ano de festivais independentes como Juntatribo, Abril pro Rock e Superdemo, o ano em que revistas e fanzines, programas de rádio e televisão construíram uma cena renovada e forte, o ano em que bandas como Mundo Livre S/A, Planet Hemp e Pato Fu entraram em estúdio para marcar para sempre a história da música pop nacional. 

Se tudo isso já era sabido, com o lançamento de "Sem Dentes: Banguela Records e a Turma de 94", novo filme do jornalista Ricardo Alexandre, a história dessa inesquecível geração pode ser finalmente compreendida e celebrada de forma muito mais clara.

O eixo central do filme, como seu nome diz, é a história do Banguela Records, um selo independente criado pelos Titãs ao lado do produtor Carlos Eduardo Miranda, com financiamento e distribuição da gravadora Warner Music. 

O Banguela teve história curta e marcante, lançando os Raimundos (o primeiro disco de ouro de um selo indie no Brasil), Mundo Livre S/A, Little Quail & The Mad Birds, Maskavo Roots e Graforreia Xilarmônica, além do projeto paralelo dos titãs Branco Mello e Sergio Britto, o barulhentíssimo trio Kleiderman, entre outros. 

Ali também cristalizou-se a identidade musical daquela geração, o cruzamento de influências brasileiras processadas com o que de mais moderno se fazia no rock internacional. E por suas salas passaram quadrinistas, ilustradores, jornalistas, grafiteiros, produtores de shows e malucos em geral, que criaram a geração “mais original, mais rica que o Brasil havia tido até então”, nas palavras de Miranda.

Desde março de 2014 quando começou a ser rodado, a equipe de Sem dentes fez mais de 20 entrevistas com músicos, produtores, jornalistas e gente que construiu a história do selo e da geração do início dos anos 1990. Imagens raras e inéditas misturam-se a vídeos clássicos da época compondo um mosaico divertido, informativo e revelador.

"Sem Dentes" é o quarto documentário do jornalista Ricardo Alexandre, ex-diretor de redação das revistas Bizz, Trip e Época São Paulo, Prêmio Jabuti 2010 pela biografia "Nem Vem Que Não Tem: A Vida e o Veneno de Wilson Simonal". Além de dirigir o filme, Ricardo assina o roteiro ao lado do também jornalista Alexandre Petillo (autor dos livros "A Ira de Nasi" e "Curtindo Música Brasileira", diretor do curta "As Pulgas da Condessa"). Veteranos do jornalismo musical brasileiro, os dois se valeram da grande intimidade com os entrevistados e da fartura de material colhido para imprimir um ritmo ágil ao filme. Outra preocupação da dupla desde o início foi fugir tanto quanto possível do tom saudosista que um trabalho como Sem dentes poderia ter. 

“Estamos muito satisfeitos que todo o filme aponta para o presente e para o futuro, para o que está sendo feito de bom hoje, e usa as lições da turma de 1994 como um incentivo para quem quiser revolucionar tudo de novo”, diz Ricardo Alexandre.

"Sem Dentes: Banguela Records e a Turma de 94" faz sua estreia nacional no dia 4 de julho, às 16h45, no Cine Olido, como parte da programação do In-Edit Brasil - 7º Festival Internacional do Documentário Musical, com a presença do diretor e convidados. Após a sessão, a banda Autoramas faz uma apresentação especial para celebrar o Banguela Records. O filme será reprisado nos dias 5 de julho, domingo, às 17h30, Cinemateca Brasileira, com bate papo com o diretor após a sessão e no dia 10 de julho, sexta, às 20h, no CCSP. Em seguida, será exibido em sessões especiais com a presença de seus realizadores nos dias 18 de julho (no SESC S. José dos Campos e no SESC Jundiaí) e no dia 22 de julho (no SESC Presidente Prudente).

"Sem Dentes: Banguela Records e a Turma de 94". Documentário/musical. 121 minutos. Direção: Ricardo Alexandre; Roteiro: Ricardo Alexandre e Alexandre Petillo; Edição: André Pires, Fabio Tintim, Felipe Boy, Rafael Rezende; Produção executiva: Nadia Pontes, Erick Miranda, Alexandre Petillo. Direção de arte: Eduardo Oikawa e Erick Miranda; Fotografia: André Pires. Com: Carlos Eduardo Miranda, Charles Gavin, Dado Villa-lobos, André Forastieri, Fred 04, Gastão Moreira, Fernanda Takai, Nando Reis, Samuel Rosa, Pena Schmidt e outros.

Sessões In-Edit Brasil do filme "Sem Dentes: Banguela Records e a Turma de 94":
4 de julho, sábado, às 16h45 - Cine Olido + Show Autoramas (19h)
5 de julho, domingo, às 17h30 - Cinemateca Brasileira + Bate papo com o diretor.
10 de julho, sexta, às 20h - Centro Cultural São Paulo

Banda Autoramas
4 de julho, sábado, 19H - Sala Olido 
Autoramas é uma das principais bandas na cena musical independente brasileira.

Com seis álbuns e dois DVDs lançados, além de muitas músicas em singles e coletâneas, o grupo está preparando um novo álbum para 2015. A banda conta com grandes nomes do rock brasileiro: Érika Martins (ex- banda Penélope, que desde 2004 está em carreira solo), Fred (ex-Raimundos) e Melvin (ex-Carbona). Neste show, o grupo faz alusão ao filme “Sem Dentes” sobre o Banguela Records, que está na programação do festival.

Sobre o In-Edit Brasil:
Com patrocínio master da Riachuelo, patrocínio da Petrobras e parceria da Prefeitura Municipal de São Paulo, o evento é uma correalização da In Brasil Produção Cultural, SESC-SP e Governo do Estado de São Paulo / Secretaria da Cultura.

O In-Edit Brasil é o primeiro festival dedicado exclusivamente ao gênero do documentário musical no país. Fundando em 2003 em Barcelona, Espanha, o festival acontece no Brasil desde 2009.

Serviço:
IN-EDIT BRASIL - 7º Festival Internacional do Documentário Musical
de 01 a 12 de julho, em São Paulo.
Salas: Cinesesc, Cine Olido e Centro Cultural São Paulo (CCSP, Sala Paulo Emilio Sales Gomes), Cinemateca Brasileira e Matilha Cultural.
http://www.in-edit-brasil.com

.: Literatura: Maioridade penal é “pano de fundo” para livro Nocaute

Para os jornalistas Anderson Fernandes e Debora Kaoru, “romances também podem ter assuntos complexos como tema central”. Eles, que lançaram em 2014 o livro “Entre Quatro Poderes”, que tinha a política como “pano de fundo”, agora apresentam ao mercado, com previsão de lançamento neste segundo semestre de 2015, a obra literária “Nocaute”, que terá a discussão da maioridade penal como um dos temas centrais do livro.

“Está em franca discussão no Congresso e principalmente no País, a possibilidade da redução da maioridade penal, de 18 para 16 anos. Neste cenário, ‘Nocaute’ conta a história de Antonio Silva, Pitbull, que ainda na infância enfrenta a morte dos pais e acaba sendo direcionado para um orfanato e após alguns crimes, para uma unidade de internação de menores. Neste local, o menino conhece o casal Marcos e Claudia, que o ensinam o sentindo da vida, por meio da educação e do esporte”, explica Fernandes.

Segundo Débora, após enfrentar muitos desafios, Pitbull, um menino pobre e sem perspectiva alguma de vida, consegue se tornar campeão mundial de UFC. Além da maioridade penal, o livro, que está sendo editado pela editora Buriti, debate diversos outros temas, como ECA, suicídio, importância da leitura, uma doença rara chamada Machado Joseph, e principalmente a importância de seguir em frente, mesmo frente aos diversos problemas que aparecem durante a vida.

De acordo com Fernandes, será apresentado ao mercado um livro atual e que aborda temas muito discutidos na sociedade. “Em uma sociedade marcada pela extrema desigualdade social, as populações pobres e negras são as mais vulneráveis às violações de direitos humanos, sendo que as mais graves violações se dão justamente na infância e adolescência e que resultam em consequências muitas vezes irreversíveis. Mesmo sendo um romance, apresentamos o debate desta situação no livro”. 

O jornalista Anderson Fernandes têm 30 anos. É graduado em Comunicação Social – Jornalismo e têm especialização em Comunicação Estratégica pela Universidade Braz Cubas (UBC). Anderson tem passagens pelos jornais Diário de Suzano, Diário do Alto Tietê, Folha Metropolitana de Guarulhos, nas funções de repórter e editor e também realizou trabalhos na ASBS, Top Clip, AV Agência de Comunicação e Prefeitura de Suzano. É criador dos portais de notícia AT11 e Política na Hora e ganhador, em 2011, do prêmio Top Blog, categoria Jornalismo, com o Blog do Fernandes.

A jornalista Débora Kaoru tem 28 anos. É graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Braz Cubas (UBC). Trabalhou como repórter no jornal A Tribuna Suzanense, Rádio Metropolitana e também com Assessoria de Imprensa Política.

.: Tempo: você sabe administrá-lo? Coach oferece dicas

O ditado popular afirma que “tempo é dinheiro”, mas, mais importante que isso, é preciso ressaltar que o tempo também é investimento e qualidade de vida, se for bem gerido. 

Falta de planejamento prévio e de prioridades, excesso de trabalho ao longo do dia (tanto no ambiente profissional quanto no pessoal) e falta de ajuda externa (de colaboradores ou em casa) podem consumir muito o tempo de alguém, causando um estresse que, por diversas vezes, poderia ser evitado.

Segundo Andreia Rego, que trabalha com coaching e psicanálise, é necessário que as pessoas tenham um bom uso de seu tempo, e que podem e devem evitar alguns sintomas que se tornam fatores nocivos à vida, comprometendo os resultados dos negócios e da esfera pessoal. “As consequências da má administração desse tempo são inúmeras e precisam ser observadas no dia a dia de cada empreendedor. Uma pessoa que é estressada, cansada e doente por causa do seu trabalho não pode ter relacionamentos de qualidade”, afirma.

Ela, que é Master Business em Administração com ênfase em Humanas, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), explica que, no processo de coaching, é funcional trabalhar com ferramentas que possibilitam melhor compreensão e gerenciamento do tempo. “Um dos recursos se chama Tríade do Tempo. Ela permite entender sobre três esferas pelas quais todo indivíduo passa: importante, urgente e circunstancial. É possível identificar o resultado dessas três camadas, criando nova consciência e postura”, esclarece. A coach diz que, quando detectada a má administração do tempo, a atitude do empreendedor deve ser a de estar aberto para modificar sua dinâmica de vida, horários e comportamentos viciosos, pois comprometimento e determinação são pontos que colaboram de forma positiva para uma melhora de vida.

Andreia também acredita que uma outra ferramenta, chamada Linha do Tempo, pode ser benéfica para quem precisa aprender a lidar com períodos, fases e ciclos. “No cotidiano, ela auxilia na percepção de como o administrador/empresário/empreendedor está no momento presente da vida, criando ações objetivas e úteis no ‘agora’ para o futuro. Esse método é excelente para se trabalhar com metas, onde cada passo dado representa maior aproximação da gestão do tempo. Os resultados são colocados no dia a dia, de acordo com as percepções e próprias ideias sugeridas pela pessoa”, afirma a coach.

A profissional enfatiza que, com essas dinâmicas, é possível distinguir quais atividades merecem mais atenção, em tempos onde tudo parece urgente. “Buscando melhor entendimento sobre seu tempo, o empreendedor pode traçar metas realistas e ao mesmo tempo ambiciosas, visando manutenção e ampliação dos seus negócios”, pontua. 

Andreia ainda oferece dicas para que o empreendimento e a gestão do tempo se tornem uma parceria de sucesso:

  • Buscar ferramentas que auxiliem na melhor gestão de tempo e organização.
  • Criar metas claras e objetivas, de curto, médio e longo prazo, com início e fim de validade.
  • Construir planos de ações eficazes, priorizando o que é importante.
  • Monitorar cada fase das metas e dos planos de ações para redefinir melhorias.
  • Administrar a organização financeira do empreendimento versus tempo com investimentos.
  • Estabelecer espaços para manter a qualidade de vida pessoal.
  • Criar uma atmosfera onde as relações interpessoais funcionem com maestria, pois atendimento, comunicação, negociação e estratégias emocionais são fundamentais no mercado acirrado e competitivo.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

.: “Estamos falando a mesma coisa há cinco anos”, diz crítico de cinema

“Nos últimos 15 anos, participei de uns 10 debates como este”. As palavras do crítico e pesquisador Luiz Carlos de Oliveira Júnior sinalizam o grau de dificuldade de se discutir a Crítica Cinematográfica Digital, tema abordado na última segunda-feira, dia 15, no Seminário de Cinema de Curitiba, dentro da programação do "Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba".

Segundo Oliveira, a crítica vinda da internet rompeu uma série de armaduras, como o estrangulamento do espaço, o rebaixamento do teto do grau de aprofundamento e da densidade da discussão dos filmes, e o rebaixamento dos voos dos grandes textos críticos. "A internet reinventou um espaço crítico que estava exaurido, pudemos escrever textos enormes de filmes que nem estavam em cartaz, nos livramos das efemérides, e mergulhamos nos cineastas com olhares renovados. Foi um desbravamento”. Mas adverte: “Isso tudo entre 1998 e 2008. Nos últimos anos, porém, estamos tentando e não estamos conseguindo entender o papel do crítico, e estamos falando mais ou menos a mesma coisa há cinco anos”, diz Oliveira.

Filipe Furtado, crítico que mediou o debate, completou: “A internet cumpriu uma função muito importante de dar espaço a um tipo de crítica de cinema que não existia mais nos anos 90 e 2000, abrindo caminho para muita gente”.

Já Rodolfo Strancki, que escreve na revista eletrônica “A Escotilha”, fez uma autocrítica: “Não sei se me considero um crítico de cinema”, e lamenta o fato da crítica atual apenas “reproduzir a lógica de mercado ao exibir uma formatação muito mais de resenha que propriamente de  crítica, muito mais preocupada com aspectos de produção que com a imagem e o olhar estético”. E disparou: “A crítica jornalística na verdade não é crítica. O consumidor de internet está dentro da lógica do cinema comercial. Quem vai às cabines de imprensa não está preocupado com a formação do olhar, pois o círculo vicioso de produção e consumo cinematográfico pode gerar um círculo vicioso de crítica cinematográfica. Talvez eu me enquadre nesta categoria de resenhista”, concluiu.

Oliveira, por sua vez, lembrou que se pegarmos como exemplo a geração da "Revista Cinética", hoje todos em torno de 35 a 40 anos, verificam que pouquíssimos estão atualmente atuando na crítica, dando continuidade a um trabalho cotidiano. "Há muitas revistas de internet formada por jovens, mas as três grandes referências na mídia online hoje já estão na terceira idade: Inácio Araújo, Jean-Claude Bernardet e Eduardo Escorel”.

O representante internacional da Mesa, francês Ariel Schweitzer, esclareceu que o veículo que ele trabalha, a prestigiada "Cahiers du Cinema", não tem e nem terá versão online. Schweitzer cita o texto “Camera Stilo”, escrito pelo crítico de cinema francês Alexandre Astruc em 1948. No artigo, Astruc diz que a câmera 16 mm, novidade na época, criaria um novo estilo de cinema, libertando o cineasta da dependência econômica, e lhe permitindo a utilização da câmera como uma caneta, de forma completamente independente, como um escritor usa sua caneta. A comparação, de acordo com Schweitzer, tem relação com a mídia digital, onde todos podem ser críticos de cinema.

“O Cahiers tem uma espécie de medo de se confrontar com esta democratização. Temos medo de perder a autoridade, temos medo de ser confrontados, mas admito que para mim tudo isso é um grande desafio”, concluiu.

O objetivo do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba foi promover reflexões sobre o cinema e formar novos olhares, por meio de um destaque dado a curtas e longas metragens pouco comuns nas salas de cinema brasileiras. Abrangendo várias expressões culturais, o festival busca uma seleção de filmes que se comuniquem entre si. A intenção é que a combinação de novos talentos, diretores veteranos, convidados prestigiados e o público presentes num mesmo lugar seja a alma do festival.


.: "Projeto Bispo - Tratados Como Bicho, Comportam-se Como Um"

Continua a temporada do "Projeto Bispo - Tratados Como Bicho, Comportam-se Como Um". A produção percorre as ruas do Centro Histórico de Santois para mostrar os dramas de quem não se enquadra num padrão social da vida moderna. Direção: Kadu Veríssimo. Saída da Praça Mauá e término na Casa da Frontaria Azulejada (Rua do Comércio, 96). Classificação: 18 anos. Ingresso: uma lata de leite em pó ou um quilo de alimento não-perecível. Todas as segundas-feiras de junho e julho, às 20h.

.: Fescete, uma programação em cinco notas curtinhas

Fescete 1
O 19º Fescete – Festival de Cenas Teatrais traz o espetáculo "Maio – Sexteto em Mi Bemol Maior", concerto performático com o cantor e compositor Renan Valdez e grupo de câmara, na categoria Processos e Diálogos. Teatro Guarany (Praça dos Andradas, 100, Centro). Ingressos: R$ 20,00. Livre. Sexta-feira, dia 19, às 20h. Confira a programação completa do festival no site www.fescete.com.br.

Fescete 2
O Festival apresenta "Projeto Ler e Contar: Um Prazer de Todos", trabalho de extensão Unimonte, às 14h, com entrada franca, na categoria Processos e Diálogos. Também são apresentados os espetáculos "Prólogo para o Diletante", do Inesperadinhos Grupo Teatral (Santos); "Um Lobo na Cartola", do Presepada Kids (Santos); e "Álbum de Fotos – História de Romão e Julinha", do grupo Quem Avisa amigo É! (Santos), a partir das 15h, com ingressos a R$ 10. Categoria: Mirim. Teatro Guarany (Praça dos Andradas, 100, Centro). Livre.  Sábado, dia 20.

Fescete 3
O festival traz, na categoria Processos e Diálogos, o  "Projeto Ler e Contar: Um Prazer de Todos", às 14h, com entrada franca. Na sequência, na categoria Mirim, são apresentados "A Garota que Amava Gossip Girl", do Presepada Teens (Santos); "Dom Chicote Mula Manca", do Arte e Estudo Juvenil (Santos); "Os Dois Lados de Uma Fazenda", do grupo Presepada Kids (Santos); e "Selando o Selo", do Grupo Seloart (São Paulo), a partir das 15h, com ingressos a R$ 10. Teatro Guarany (Praça dos Andradas, 100, Centro). Livre. Domingo, dia 21.

Fescete 4
O Festival de Cenas apresenta "Folias Galileu", dramaturgia com os atores criadores Rafaela Penteado e Heloísa Cardoso. Concepção cênica de Dagoberto Feliz. Grupo Folias D’Arte (São Paulo). Projeto contemplado pelo ProAc. Categoria: Destaque Espetáculo. Teatro Coliseu (Rua Amador Bueno, 237, Centro). Gratuito, mas pede-se a doação de 1 novelo de lã para a ação beneficente Quadradinhos de Amor. Classificação: 10 anos. Domingo, dia 21, às 16h e 20h.

Fescete 5
A categoria Adulto do festival apresenta "Valsa à Saudade", do Acro de Teatro (Santos); "Os Olhos da Fulana", da Vá de Teatro (Lorena); "Um Sorriso de Um Chorão", do Oficinas Culturais (São Vicente); "Vó e Neta", do Grupo Teatro Delivery (São Paulo); "Velório", do LaminiCac (São José dos Campos); "Vanessa e Virginia", do grupo Vá de Teatro (Lorena); "Querô - Uma Reportagem Maldita", do Dreamers (Santos); e "O Diário de Anne Frank", Cia. Dons de Teatro Musical (São Vicente). Teatro Coliseu (Rua Amador Bueno, 237, Centro). Ingressos: R$ 10. Segunda-feira, dia 22, a partir das 19h.

.: André Rittes ensina gratuitamente como se faz uma tirinha cômica

Professor, jornalista e consultor de Gibiteca, André Rittes ensina como se faz uma tirinha cômica. 

Quem comparecer pode conhecer as técnicas básicas que compõem esse tipo de linguagem. Neste sábado, dia 20, das 10h às 12h, na Gibiteca Marcel Rodrigues Paes, no Posto 5, na orla do Boqueirão, em Santos. 

O curso é livre e gratuito, mas as vagas são limitadas. Outras informações pelo telefone: (13) 3288-1300.

.: "Festa do Livro"homenageia maestro Gilberto Mendes

Em homenagem ao compositor e escritor Gilberto Mendes, a iniciativa reúne autores de Minas Gerais, Distrito Federal, da Capital paulista e da região da Baixada Santista. 

Além das mesas de debates, o evento realiza exibições de música, dança, gastronomia e performance em artes visuais. Outro destaque é a tenda do "Leia Santos – um Incentivo à Leitura", que oferece gratuitamente ao público livros e gibis. 

Neste sábado, dia 20, das 14h às 18h, na Estação da Cidadania - à Av. Ana Costa, 340, Campo Grande, em Santos.

.: Eu proponho... um brinde!!, por Mary Ellen Farias dos Santos

Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em junho de 2015


Para quem não tem muita sorte tudo pode acontecer, portanto proponho um brinde a tudo e todos.

Aos perturbadores de plantão, que fazem de tudo para tirar a paz alheia;

A quem não suporta a felicidade dos que o cercam;

Aquele dia em que se perde a hora, por não ter programado o despertador, os celular, o som...;


A quem combina e, simplesmente, dá a preferência a outros, na surdina;

Ao ser sem luz que faz comentários esdrúxulos em postagens nas redes sociais ou pessoalmente;

Aos maldosos que brincam com o próximo ao bel prazer.

A esperança? É de que tudo um dia... melhore!


* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm 

.: Maíra Labanca disponibiliza álbum gratuitamente na internet

Cantora acaba de fechar contrato com Rick Bonadio


A cantora e compositora mineira Maíra Labanca, revelação da música pop, disponibilizou seu álbum de estreia para download gratuito. “Labanca” pode ser baixado na íntegra no site oficial http://www.mairalabanca.com/.

Com produção e direção musical de PJ, baixista do Jota Quest, em parceria com Cris Simões, o álbum traz onze faixas, sendo seis autorais. A masterização foi realizada no estúdio Sterling Sound (USA) pelo renomado engenheiro de som, Ryan Smith, que já trabalhou com Beyonce, Bon Jovi, Bob Dylan e AC/DC, entre outros. Alguns dos destaques do repertório são: “Amor Não Tem Hora”, parceria inédita de Nelson Motta, Rogério Flausino e PJ, uma versão de “Meu Novo Mundo”​ do Cha​r​lie Brown Jr​. e "Tempo Curto", cujo clipe foi filmado em New York com direção da norte-americana Sofia Szamosi: http://www.youtube.com/watch?v=YdziqES-jyc&feature=youtu.be.

Além disso, Maíra Labanca acaba de ser contratada pelo produtor Rick Bonadio e passa a integrar o cast de artistas da gravadora Midas Music.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

.: "Antologia da Poesia Erótica Brasileira" é aguardada na Flip 2015

A "Antologia da Poesia Erótica Brasileira", lançada pela editora Ateliê Editorial, fruto de rigorosa pesquisa, vem apresentar ao leitor as principais figuras de pensamento e formas de criação que compõem nossa lírica erótica desde o século XVII até os dias de hoje. 

Figuram nela poetas de épocas, estéticas e contextos bastante diversos - de Gregório de Matos a Hilda Hilst, de Gonçalves Dias a Carlos Drummond de Andrade, de Álvares de Azevedo a Ana Cristina César, de Olavo Bilac a Ferreira Gullar, entre muitos outros - cujos versos se alternam entre a sensualidade meramente alusiva e a obscenidade mais provocante. Lado a lado, eles se reúnem aqui para dar voz a um excesso que é, antes de tudo, o da imaginação.

A organização é de Eliane Robert Moraes, que participará da Flip 2015 (Festa Literária Internacional de Paraty). A obra é um dos mais aguardados lançamentos do evento. Compre a "Antologia da Poesia Erótica Brasileira" neste link.

.: "Sábado, Entre 16:30 e 17:50", 1º single de Fábio de Carvalho

Há mais ou menos um ano, o pessoal da banda de loud-rock ou noise-pop ou punk experimental de Belo Horizonte "Lupe de Lupe" recebeu um telefonema do Sérgio Giffoni, do estúdio Giffoni, comentando sobre um garoto de 17 anos que tinha ido gravar uma música por lá. 

Esse garoto, que era fã dos artistas da "Geração", havia contado uma história muito bonita pro Sérgio sobre como músicas da "Lupe de Lupe" tinham dado um rumo pra sua vida. Logo em seguida, o Vitor, da banda, ouviu a música gravada e ligou para Fábio de Carvalho com um convite pra fazer parte do coletivo. 

É a primeira vez que a banda recebeu alguém de fora para fazer parte dos lançamentos deles, mas sentiram que foi a hora certa e o momento certo para isso. Fábio faz parte da "categoria de base" da banda, brincaram. A "Geração Perdida" nunca foi necessariamente um movimento para criar uma panela e se separar das outras bandas e pessoas, por assim dizer. 

Esse movimento tem o objetivo de alcançar essas pessoas que não possuem um lugar em Belo Horizonte, pessoas que não fazem parte da moda do que é produzido nessa cidade, pessoas que se identificam com a Lupe de Lupe" e tem o intuito de produzir, produzir, produzir (e não só ficar fazendo shows). Fábio é uma gema, é o futuro dessa "Geração Perdida". A canção lançada é a primeira que o garoto gravou e a primeira que ouviram. Por isso, é justo ser lançada antes das outras que irão compor seu disco cheio - intitulado "Tudo Em Vão", que sairá dia 27 de junho. Só o tempo dirá se estão lidando com um Messi ou um Bojan, sem querer comparar a banda com o time do Barcelona, é claro.

A música pode ser ouvida aqui: https://fabiodecarvalho.bandcamp.com/track/s-bado-entre-16-30-e-17-50

Lembrando que sábado, o Vitor Brauer abre o show lendário da volta do Ludovic: https://www.facebook.com/events/1604169629826116/
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