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Resenha crítica do arrebatador "Vingadores: Guerra Infinita"

Texto da jornalista Mary Ellen Farias dos Santos

sábado, 26 de maio de 2018

.: Shawn Mendes lança o aguardado terceiro álbum de estúdio

O cantor e compositor Shawn Mendes acaba de lançar o seu aguardado terceiro álbum. O novo trabalho auto-intitulado chega após “Illuminate”, álbum duplo de platina, lançado em 2016, que gerou três singles no Top 10, incluindo o hit #1 "There’s Nothing Holdin’ Me Back", e "Handwritten" de 2014, que incluiu o single "Stitches", sete vezes platina e hit no quadro da Billboard Top 200. 

NME definiu “Shawn Mendes: The Album" como uma nova, ousada e brilhante direção", enquanto a Billboard destacou que o álbum transita "para um mundo mais maduro e brilhante de produção e composições pungentes".

Em antecipação ao álbum, Shawn lançou o hit de verão “Nervous” na quarta-feira, definido pela Billboard como uma “festa alegre”. A faixa, coescrita por Julia Michaels, segue as músicas lançadas anteriormente: “In My Blood”, “Lost in Japan”, "Youth", que conta  com a participação de Khalid, e "Where Were You In the Morning", que traz solos de guitarra de John Mayer.

Entre as faixas do álbum, estão os hits “In My Blood” e “Lost in Japan”, que foram lançados com ótimas críticas e subiram rapidamente para os lugares #1 e #2 no gráfico geral do iTunes nos EUA, e no Top 5 do iTunes em 50 países. Também ocupou os lugares #1 e #2 na playlist New Music Friday, do Spotify. "In My Blood" é atualmente Top 10 na Pop Radio e Top 20 na Billboard Hot 100. O álbum ainda conta com a recém-lançada "Nervous", "Fallin 'All In You", coescrita por Ed Sheeran, "Particular Taste", coescrita por Ryan Tedder (vocalista do One Republic) e "Like To Be You", com Julia Michaels que coescreveu a música, que também traz solo de guitarra de John Mayer, produtor da faixa.

No último final de semana, Shawn prestou uma homenagem às vítimas do Texas durante o Billboard Music Awards de 2018, com uma performance emocionante de "Youth", com Khalid e o coral da escola Marjory Stoneman Douglas High School Show Choir. Essa foi a segunda apresentação do cantor na noite; ele também fez uma performance incrível de "In My Blood" no início da premiação. Shawn também apareceu no programa The Ellen DeGeneres Show e está programado para se apresentar no Today Show Citi Concert Series, no dia 1º de junho, e depois estará por uma semana inteira no programa The Late Late Show com James Corden, de 4 a 7 de junho.

No início deste mês, Shawn anunciou sua terceira turnê mundial. “Shawn Mendes: The Tour” acontecerá com 56 datas em toda a América do Norte, Reino Unido e Europa. E terá início no dia 7 de março de 2019, em Amsterdã. Os ingressos para as etapas norte-americanas e europeia da turnê já estão disponíveis para compra.

.: Tudo sobre "Brasileiro", o mais novo e patriótico álbum de Silva


"Como a gente vai ser brasileiro?", pergunta Silva nos primeiros segundos de seu novo álbum de estúdio, batizado exatamente de "Brasileiro" (slap). Ao longo dos 40 minutos seguintes (que se espalham em 13 faixas inéditas), o compositor traça uma trilha de respostas possíveis para essa pergunta. Uma questão fundamental em duas dimensões: por um lado, para um país que atravessa uma encruzilhada histórica, com horizontes nebulosos; por outro, para um artista que busca reconstruir sua identidade a partir da proximidade com sonoridades de sua terra. Como a gente vai ser brasileiro?

“Quando lancei meu primeiro EP (em 2011), eu tinha uma bagagem forte de música gringa”, conta o músico. “Segui esse caminho, mas aquele universo começou a não dar conta de todos os meus interesses”, completa. Essa consciência levou Silva a buscar um caminho mais pop em "Júpiter" (2015). Mas o que preparou o terreno para que o compositor e cantor chegasse à maturidade de "Brasileiro" foi o mergulho na obra de Marisa Monte para o álbum "Silva Canta Marisa" (2016) - e não só por ter impulsionado a evolução como cantor que ele mostra agora. A forma como Marisa vem lidando, desde o início de sua carreira, com a tradição da música brasileira, sem abrir mão de se afirmar em seu tempo e de dialogar com o pop/popular, inspirou o "gringo" Silva a olhar com mais atenção para o chão de onde veio ("Sou pedaço desse chão", canta ele agora em "Caju").

Seu chão, do qual brota "Brasileiro", traz os discos de João Gilberto ouvidos em casa desde criança - e toda a MPB clássica, exceção de música "do mundo" permitida em seu lar cristão evangélico. Mas traz também o axé cadenciado do início dos anos 1990, de Daniela Marcury, Banda Mel, Cheiro de Amor - familiar ao universo praieiro de seu Espírito Santo natal. E o pagode romântico de Só Pra Contrariar e Raça Negra. E Adriana Calcanhotto. E Marina Lima. E Marisa Monte. Em suma, a canção radiofônica daquele período que formou o músico desde a infância - Silva completa 30 anos em 2018.

"Brasileiro" carrega essas e outras referências com a elegância musical - de cuidado com as melodias e harmonias - que nos acostumamos a ver na obra de Silva desde seu primeiro trabalho. Mas não é um disco dos anos 1990, ou uma mera leitura emepebística, joãogilbertiana, desse universo - a despeito da ausência total de guitarras no disco. As canções - são nove em parceria com seu irmão Lucas Silva, uma com Ronaldo Bastos, outra com Arnaldo Antunes e uma última assinada por Dé Santos sozinho, além de dois temas instrumentais compostos apenas por Silva - conduzem o ouvinte pela mão com leveza e segurança, com a marca da personalidade reconhecível de Silva, agora renovada. Soam como Silva, como rádio (o dueto com Anitta em "Fica Tudo Bem" apenas deixa isso mais evidente), como praia, como política amorosa (e amor político), como samba & pagode, como Bahia - enfim, como música popular brasileira.

Em meio a isso tudo, faz sentido a revelação de que nos alicerces do disco está "O Povo Brasileiro", de Darcy Ribeiro. A obra se tornou o livro de cabeceira não só de Silva, mas de seu irmão Lucas e de André Paste (responsável pela bela capa de "Brasileiro") - trio que, em inúmeras e longas conversas, forjou a concepção do disco. Concepção que virou som   pelas mãos de um time de músicos encabeçado por Silva (piano elétrico, piano acústico, sintetizador, programações, violão, baixo, violino e percussão) e que se completa com Edu Szajnbrum (percussão), Gabriel Ruy (bateria), Hugo Coutinho (percussão e bateria), André Paste (percussão), Hugo Maciel (baixo), Bruno Santos (trompete), Joabe Reis (trombone), Rafael Rocha (trombone) e Roger Rocha (saxofone).

"Brasileiro" abre com "Nada Será Mais Como Era Antes" - que ecoa o "Nada Será Como Antes" de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, não só no título como na afirmação de que o país atravessa um momento definidor. O axé dos anos 1990 se afirma em "A Cor É Rosa", escolhida para ser o primeiro single, com versos que Lucas conta terem sido inspirados em Iansã, a "rainha do entardecer" – assista ao clipe. E se reafirma na preciosa "Guerra de Amor" ("Guerra do bem, eu adoro uma guerra de amor/ Mas não é guerra se eu sou invasor/ O que eu queria é você me querendo também/ Mas se não quer, peraí, tudo bem"). 

Depois da sedução preguiçosa (uma das marcas de "Brasileiro") do pagode romântico "Duas da Tarde", vem a mais densa "Caju", que trata de pertencimento ("Sou nascido e moro nessa terra") e fome ("Guerra é panela sem feijão"), numa trama envolvente de percussão, piano, coro, sopros e violão. "Fica Tudo Bem" traz Anitta e Silva à vontade em conselhos sobre "as coisas do amor" cuja simplicidade é emoldurada por um violão igualmente direto, entremeado pela fineza sem pose de violino e sopros.

"Let me say" é canção de exílio, de quem se viu impulsionado a sair do Brasil - seu arranjo inclusive joga com essa ideia de um Brasil internacionalizado, com sugestões da atmosfera de Bebel Gilberto de "Tanto Tempo", ou das harmonias de Ivan Lins e do suingue de Marcos Valle. Ela é seguida do samba "Sapucaia" (que faz pensar em Paulinho da Viola sob o olhar de Marisa), primeira instrumental do disco - a outra é "Palmeira", com um piano solo contemplativo e litorâneo.

Única do disco não composta por Silva só ou com parceiros, "Prova dos Nove", do estreante Dé Santos, materializa uma bossa-nova-pagode-romântico que diz a que veio desde os primeiros versos ("Quando você anunciou que estava indo embora, amor/ Foi tão difícil, tão difícil de eu compreender/ Que sob o seu olhar eu já não mais cabia/ Que não queria mais comigo envelhecer/ Então fitei o mundo como nunca antes").

"Milhões de Vozes" traz a reflexão de Arnaldo Antunes (serena como a melodia de Silva) sobre o estado de agressividade contemporâneo no debate público ("Tanta ignorância ansiando se mostrar"), de muita grita e pouca escuta. "Eu não me arrebento, deixo o mar arrebentar/ Todo movimento uma hora para", conclui, sábio.

"Ela Voa" pinta nos versos de Ronaldo Bastos o retrato de uma mulher livre que "tá na chuva pra se molhar/ e na vida pra se perder". A presença de Bastos faz sentido no disco não só por escrever os versos de uma canção, na visão de Silva e Lucas, "com a cara do Clube da Esquina", do qual fez parte. Além da já citada referência à sua "Nada Será Como Antes", o disco carrega ecos (voluntários ou não) de "Juventude/ Slow Motion Bossa Nova", clássico álbum dele e de Celso Fonseca de 2002.

Com voz, percussão e palmas como base, "Brasil, Brasil" encerra o disco com terna e ácida ironia. E, assim como a abertura, com uma pergunta: "Quem conhece o Brasil?". E, novamente, não há resposta definitiva. Mas, se Silva não decifra - e nem quer decifrar - as esfinges que propõe, a investigação o leva a seu trabalho mais rico até aqui.

.: Direitos da biografia de Silvio Santos são comprados para o cinema e será filmada em 2019

Sandi Adamiu, Marcia Batista e Marcio Fraccaroli assinam a compra dos direitos autorais
A incrível história do camelô que se tornou o maior comunicador do Brasil e hoje tem uma fortuna de R$ 2,5 bilhões vai, finalmente, virar filme. Márcio Fraccaroli e Sandi Adamiu, da produtora Paris Entretenimento, assinaram, nesta semana, a compra dos direitos autorais do livro "Silvio Santos: A Biografia", de Marcia Batista e Anna Medeiros. A produção vai começar em junho, com a escolha de diretor, roteirista e elenco, e a ideia é filmar no início de 2019.

A cinebiografia de Senor Abravanel vai revelar a vida e a personalidade do "Patrão" de um ponto de vista inédito. É que, para escrever o livro, as autoras partiram de entrevistas com famosos e anônimos que convivem ou conviveram diariamente com ele, de apresentadores de TV a seguranças. A discreta vida em família também tem destaque na trama, assim como momentos traumáticos, como o dia em que o Brasil parou por causa do sequestro de sua filha, Patricia Abravanel.

Silvio Santos só teve acesso ao livro quando estava pronto e, logo que terminou de ler, ligou pessoalmente para Marcia Batista e elogiou o trabalho, dizendo: “O grande diferencial sobre esse livro é ter esses depoimentos, que é uma coisa que nunca ninguém fez. Está muito bom!". O apresentador chegou inclusive a divulgar o livro no próprio SBT. Patricia Abravanel também deu sua opinião nas redes sociais dizendo que estava "amando" a leitura.

Produtora de filmes como "D.P.A. - Detetives do Prédio Azul", "Carrossel 1 e 2", "Meus 15 Anos" e "Um Namorado Para Minha Mulher", entre outros sucessos, a Paris Entretenimento é hoje a que que mais realiza longas nacionais para o cinema. Entre 2016 e 2017 foram dez títulos exibidos em circuito comercial e, para 2018, Marcio Fraccaroli projeta um crescimento de pelo menos 100% em número de produções. 

Além de Silvio Santos, a Paris já tem outros sete longas de ficção já em andamento: "O Doutrinador", filme de super-herois rodado no início do ano e com estreia prevista para setembro; as comédias "Minha Irmã e Eu", com Ingrid Guimarães e Tatá Werneck, e "Dois Mais Dois"; o infanto-juvenil "Adeus Inocência", que junta Maísa Silva e Larissa Manoela no elenco; o infantil "Detetives Do Prédio Azul 2"; "Tudo Bem no Natal Que Vem", previsto para as férias de fim de ano; e "Meu Nome É Gal", cinebiografia da cantora Gal Costa. 

.: Shane Hendrix, a nova promessa da música pop internacional


Já imaginou começar uma carreira musical fazendo colaborações com nomes como Justin Bieber e Nicki Minaj? É o que aconteceu com o cantor belga Shane Hendrix. Ex- participante do "The Voice Bélgica", há dois anos ele se mudou para Los Angeles em busca de adentrar no mercado norte-americano e consequentemente Global. 

Recentemente Shane Hendrix lançou um featuring com Justin Bieber e Poo Bear, em uma nova versão da música “Hard 2 Face Reality” e lançará um single em agosto em parceria com Nicki Minaj. 

Na última sexta-feira, dia 25, Shane lanou seu novo single de trabalho “Sorry, I Can’t Stay” em parceria com o cantor Genuardi. Trata-se de uma música pop, com escrita por Shane, que visita ritmos como trap, hip hop e pop contemporâneo. 

Shane vem trabalhando com produtores de peso, e é aposta da Universal Music americana. Com todas essas parcerias e a qualidade de seu trabalho, com certeza é um nome que veremos bastante na Indústria POP. 

“Sorry, I Can’t Stay”: 

.: Jarbas Homem de Melo vem a Santos em pré-estreia de "Não se Aceitam Devoluções"


Nesta terça-feira, 29 de maio, 21h, na sala 5 do Cine Roxy 5, teremos avant-première do filme "Não Se Aceitam Devoluções", comédia dramática estrelada por Leandro Hassum.  Teremos a presença do ator Jarbas Homem de Melo. Ele chegará por volta de 20h, 20h30. 

No filme, Juca Valente (Leandro Hassum) é dono de um quiosque no litoral de São Paulo e só quer saber de diversão. Eterno namorador, ele detesta grandes responsabilidades e não pensa em ter nada sério com ninguém. 

Mas sua vida toma um rumo totalmente diferente quando uma ex-namorada americana larga um bebê com ele e desaparece. Juca então parte para os Estados Unidos na intenção de devolver a criança, sem imaginar que começaria a gostar da ideia de ser pai.

Direção: André Moraes.
Elenco: Leandro Hassum, Laura Ramos, Jarbas Homem de Melo, Zéu Brito.

Trailer de "Não se Aceitam Devoluções": 


.: "MasterChef": Cozinheiros têm segunda chance com repescagem


Na próxima terça-feira, dia 29 de maio, às 22h30, a cozinha do "MasterChef" recebe novamente os 11 eliminados da temporada para uma repescagem que trará dois cozinheiros de volta para a competição.

Para reconquistar o avental, Ana Luiza, Andressa, Angélica, Aristeu, Brissa, Clarisse, Crisleine, Dalvio, Hugo, Kauê e Tereza precisarão mostrar sentidos muito aguçados. Em um teste de habilidade, eles terão que adivinhar ingredientes de olhos vendados. Dois competidores serão eliminados e um voltará ao MasterChef. Na segunda etapa, os cozinheiros se enfrentarão em duelos, mas apenas um deles conquistará a segunda vaga da repescagem.

O "MasterChef Brasil", formato da Endemol Shine Group, é uma co-produção da Band com o Discovery Home & Health. O programa vai ao ar todas as terças-feiras, às 22h30, na tela da Band (com transmissão simultânea no aplicativo da emissora para smartphones). A atração também vai ao ar às sextas-feiras, às 19h20, no Discovery Home & Health, com reapresentação aos domingos às 18h55. Saiba mais sobre o programa em band.com.br/MasterChef e curta nossa página no Facebook: facebook.com/bandtv. Siga também no Twitter (@bandtv) e Instagram (@bandtv).

.: Resumo do 11º, 12º e 13º capítulo de "As Aventuras de Poliana", do SBT

Começam as aulas na escola Ruth Goulart. Fotos: Gabriel Cardoso/SBT.

"As Aventuras de Poliana"
Capítulo 11, quarta-feira, 30 de maio

Filipa e Yasmin jogam os livros de Poliana no chão e dizem que ela não é bem-vinda ali. Poliana responde que não concorda e vai para a aula. Éric e Hugo caçoam de Luigi. Poliana intervém e acaba sendo amiga do garoto, que apresenta os detalhes da escola. Um som de microfonia começa na apresentação de início de ano. Poliana mexe na mesa de som e os meninos encrenqueiros baixam a cortina expondo Poliana, que é acusada injustamente de premeditar a microfonia por Filipa. Poliana e Kessya se apresentam aos colegas da sexta série. Na sala do ensino médio, Brenda tira sarro de Raquel e Mirela. Guilherme se apresenta para a turma e deixa as meninas interessadas no rapaz. Na comunidade dois rapazes estranhos tentam fazer João, inocentemente, participar dos "negócios" deles. Brenda se aproxima de Guilherme e deixa Mirela e Raquel enciumadas. Guilherme vê João e paga um lanche para enquanto explica que sabe que ele não é ladrão na padaria. Jeferson pede desculpa para João. Poliana assiste um filme com Luísa. Chove e João anda enquanto passa male desmaia no chão. Antônio, que dirige pela região resgata o garoto.

Capítulo 12, quinta-feira, 31 de maio

Antônio leva João até a casa de Luísa. Mirela dança em seu quarto, mas é interrompida por Dona Branca. Ciro chega em casa e Gleyce cobra que o homem seja mais presente em casa. Na escola, Éric e Hugo avisam todos que Luigi é o eleito do ano para ser perseguido por eles. Poliana tem sua primeira aula de dança e comenta com Débora que acha que se Luísa reencontrar seu amor do passado possa ficar mais feliz. Débora induz Poliana a achar que Sr. Pendleton seja esse amor do passado de Luísa. Mirela tem dificuldade com a aula de dança. Éric e Hugo decidem chamar Luigi de "Conde Frácula", devido o garoto passar protetor solar no rosto por ter pele sensível. Poliana diz para Nanci que quer tentar marcar um encontro entre Luísa e Sr. Pendleton.  Lorena pede desculpa para Mário por ter dado uma bolada no garoto, mas os gêmeos aparecem e interrompem tudo. Antônio decide levar João até o hospital, mas o garoto foge do carro com medo de descobrirem que ele está sozinho na cidade. O menino foge dos encrenqueiros da comunidade.

Capítulo 13, sexta-feira, 1º de junho

Lindomar aparece e ajuda João ao afirmar que conhece o garoto e que os rapazes não podem mexer com ele. Lindomar leva João até sua casa, pois o menino está passando mal. Luigi tenta várias alternativas para que Éric e Hugo parem de pegar em seu pé. Mirela tenta ajudar Guilherme com as tarefas, mas percebe que não conseguirá ajudar o garoto por também estar com dificuldade. Lorena tenta fazer o trabalho com Mário e os gêmeos, mas Benício não concorda, mesmo assim, o grupo é formado. Ruth chama Verônica para assinar uma advertência pela grosseria de Guilherme com o professor Salvador. João descobre uma passagem para uma sala abandonada da escola e decide fazer do local seu lugar seguro para morar. Luísa e Sr. Pendleton se cruzam na rua. 

“As Aventuras de Poliana” vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 21h, no SBT. Site oficial da trama: sbt.com.br/asaventurasdepoliana


sexta-feira, 25 de maio de 2018

.: Alison Krauss revisita clássicos no CD "Windy City", por Luiz Gomes Otero


Por Luiz Gomes Otero*, em maio de 2018.

Alison Krauss é uma das artistas que ajudou a quebrar as barreiras entre o bluegrass e a música country. Mas mesmo que as rádios especializadas em música country estivessem dispostas a dar espaço para ela, ela nunca pareceu interessada em conquistar espaços. Sempre seguiu seu próprio caminho criativo e deixou o público vir até ela com sua abordagem madura e aventureira na música acústica.

Trinta anos depois de iniciar sua carreira, Krauss fez seu disco mais especificamente country até o momento. "Windy City " é um tributo polido e cuidadosamente elaborado para os sons dos anos 50 e 60, com uma música que fundia a honestidade emocional e a narrativa pessoal do país (Estados Unidos) com uma produção suave e sofisticada, dominada por pianos e cordas.

O set list foi elaborado a partir de padrões antigos, em vez de composições contemporâneas. O  produtor Buddy Cannon projetou "Windy City" como uma vitrine para a vocalista Alison Krauss, com seu trabalho de violino aparecendo em apenas uma faixa. Números como "Losing You", "You Don´t Know Me" e a faixa-título seguem o lado clássico do chamado "Nashville sound", representado pela cantora Patsy Cline. 

Mesmo quando a música assume uma abordagem mais ambiciosa em "Poison Love" e "It's Goodbye and So Long to You", a produção e os arranjos de Cannon foram inspirados pelos sons do passado. Se a música bluegrass de Alison Krauss sempre soou contemporânea em sua abordagem, "Windy City" representa o som dela avançando para o passado.

E ela acertou a revisitar o passado. A produção de Cannon favoreceu o alcance emocional da voz de Krauss. Ela traz uma paixão calorosa e sutil para músicas como "Gentle on My Mind" e "You Don't Know Me" que faz você esquecer brevemente as gravações definitivas desses clássicos. Resta saber se a "Windy City" é um breve desvio criativo para Alison Krauss ou a primeira experiência de uma nova direção criativa. Uma experiência muito rica e satisfatória para os ouvintes, por sinal.


"You Don´t Know Me"

"Windy City"


"Losing You"


*Luiz Gomes Otero é jornalista formado em 1987 pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Trabalhou no jornal A Tribuna de 1996 a 2011 e atualmente é assessor de imprensa e colaborador dos sites Juicy Santos, Lérias e Lixos e Resenhando.com. Criou a página no Facebook Musicalidades, que agrega os textos escritos por ele.

.: Dia do Orgulho Geek: Quem são os Geeks brasileiros e seus hábitos?

Hoje é o Dia do Orgulho Geek. Nesta mesma data, no ano de 1977, o filme "Star Wars Ep IV: Uma Nova Esperança" fez sua estreia nos cinemas dos Estados Unidos. Neste dia também é comemorado o Dia da Toalha, uma homenagem ao escritor Douglas Adam, do livro: "Guia do Mochileiro das Galáxias".

A MindMiners - empresa referencia em pesquisa digitais aqui no Brasil, em parceria com o Omelete Group, entrevistou 1.000 brasileiros geeks para entender quem são essas pessoas – e para te mostrar que, no fundo, somos todos um pouco geeks. E tinha data melhor do que o Dia do Orgulho Geek para fazer essa pesquisa?

O estudo mapeando quem são os Geeks brasileiros mostrou que hoje, ser Geek é fazer parte de um grupo diverso e complexo, é buscar ser você mesmo e, assim, ser feliz.

Os grupos geeks que definimos: Tech, Gamer e Pop, se misturam. Quem joga videogame, também assiste séries e lê artigos sobre novas tecnologias. Talvez por isso seja tão complexo, para as marcas, dialogar com esse público.
O geek não é mais um público nichado e estereotipado. Apesar do perfil mais jovem, existem pessoas de todas as classes sociais e faixas etárias que são aficionados por cultura pop, games e tecnologia (e que transitam muito bem por esses três universos).

O objetivo desse estudo, foi mapear o perfil do geek brasileiro e mostrar quem são essas pessoas, quais seus hábitos, atitudes e tendências. O mercado geek tem um potencial gigantesco. Cada vez são mais criadores de conteúdos, produtos, eventos e oportunidades.

Para as empresas que fazem parte desse mercado, ou que, de alguma forma, precisam dialogar com os geeks: "May the Force be with you". Afinal, se todos temos um pouco de "geek", o desafio é de todos.


.: “Sinfonia da Violência” provoca brasileiros a sairem da inércia


A cada dez minutos, uma pessoa é assassinada no Brasil. Nos últimos 15 anos foram mais de 850 mil mortes, índice maior que o de países em guerra como Síria e Iraque. Só no último ano, mais de 59 mil pessoas foram assassinadas no país, número maior que Estados Unidos, Canadá, Europa e Oceania juntos.

Mesmo assim, a notícia de um novo crime se tornou tão cotidiana que não choca mais o público brasileiro. Para ajudar a transformar essa percepção, o coletivo Unlockers, a Lucha Libre Áudio e o Drac Studio (EUA) criaram uma experiência completa que provoca novamente essas sensações naturais humanas diante de situações de incômodo intenso.

Cartazes especiais foram produzidos para destacar alguns dos mais recentes assassinatos cometidos no Brasil, como os de Marielle Franco (38), executada com quatro tiros no Rio de Janeiro após sair do trabalho; de João Pedro Engels (72), vítima de quatro disparos quando deixava uma agência bancária em São Paulo; e dos cinco garotos assassinados brutalmente dentro de seu próprio condomínio, também na capital fluminense.

Cada pôster foi baleado com o mesmo número de tiros e o mesmo calibre das armas utilizadas em cada uma dessas ocorrências. O som e as marcas dos disparos, transformadas em partituras, inspiraram a composição da “Sinfonia da Violência – A Música Menos Agradável de se Ouvir”, utilizando ainda recursos sonoros que geram reações físicas reais aos ouvintes. A trilha traz ainda linhas de bateria gravadas pelo integrante do Rock and Roll Hall of Fame Matt Sorum (Guns N’ Roses e Velvet Revolver) logo após seu primeiro contato com o material.

“Este experimento musical foi criada para tirar as pessoas da inércia atual diante da violência no Brasil. Para isso, aliamos os barulhos reais de disparos, sons de baixa frequência, dissonância musical e outros elementos que comprovadamente resultam em sentimentos como ansiedade, tensão e medo – sensações que deveríamos ter diante de situações de violência como as que vivemos e não temos mais”, explica Paulinho Corcione, sócio e produtor da Lucha Libre Áudio. “Esses infrassons, em torno de 18 e 20 hertz, são conhecidos como a ‘frequência do medo’. Eles são produzidos naturalmente por alguns predadores, como os tigres, e chegam a penetrar no cérebro da presa podendo gerar diversas sensações incômodas, inclusive sua paralisação”, reforça o Dr. Roberto Hirsh, neurologista do hospital Albert Einstein que atuou como consultor no projeto.

Pelo site sinfoniadaviolencia.com, é possível fazer uma imersão na experiência, testando suas próprias reações diante da sinfonia. O visitante também é convidado a conferir os cartazes, ler mais informações sobre os crimes e fazer doações para projetos educacionais e instituições que lutam contra a violência no Brasil. Os cartazes reais foram transformados em uma exposição itinerante que já passou por cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e devem ter como destino final Brasília, junto com um convite para que o Ministro da Segurança Pública se junte à causa.

O principal objetivo da Sinfonia da Violência é gerar sensações de tensão e incômodo em seus ouvintes, sentimentos que deveriam ser comuns a qualquer brasileiro diante de uma nova notícia de um assassinato no Brasil. Mantendo o debate vivo até que essas notícias não existam mais.

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