6x10: #AHS explode em sequências inesquecíveis

Resenha crítica de Mary Ellen F. Santos

Roberto Carlos e o flerte com a soul music

Análise do jornalista Luiz Gomes Otero

A trilha sonora de Moana

Saiba mais dessa novidade!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

.: Globo Livros lança "O Livro do Cinema", novo volume da série

"O Livro do Cinema", lançamento da Globo Livros e décimo volume da série "As Grandes Ideias de Todos os Tempos", revela aos cinéfilos e aos amantes da sétima arte os  detalhes dos principais filmes já produzidos desde o começo do século XX, como "Viagem À Lua", do francês Méliès. A edição explora mais de 100 filmes, incluindo obras atuais, como "Gravidade" e "Boyhood", e nacionais, como "Deus e o Diabo na Terra do Sol", "Central do Brasil" e "Cidade de Deus".

Escrito por especialistas em cinema, o livro constrói uma narrativa histórica do cinema e conta com informações sobres personagens, diretores, roteiros, temas-chave e indicação de filmes relacionados. Cada capítulo mostra como um filme surgiu, quais foram suas inspirações e como foi realizado. Com linguagem simples e projeto gráfico sofisticado, a publicação é recheada de imagens icônicas, pôsteres e infográficos.

Para a seleção das obras incluídas no livro, foram consideradas produções que tiveram alguma relevância do ponto de vista da crítica e do público, e também aquelas não consagradas em sua época, mas que foram tomadas como obras-primas décadas depois. 

Ao longo das páginas, filmes de ação convivem com os de faroeste, os românticos com os de neorrealismo e os musicais com os de suspense em uma lista que contempla diversas nacionalidades e línguas. O livro do cinema é uma verdadeira coletânea de símbolos.

Outros livros da coleção publicados pela Globo Livros:
"O Livro da Filosofia", "O Livro da Psicologia", "O Livro da Política", "O Livro da Ciência", "O Livro das Religiões", "O Livro da Economia", "O Livro dos Negócios", "O Livro da Sociologia" e
"O Livro da Literatura".

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

.: A geleca que não temos e nem teremos

Por: Mary Ellen Farias dos Santos*
Em janeiro de 2017



- Quanto está a geleca?

Logo de cara, não entendi a busca de um item como aquele, ainda mais que o questionamento saiu da boca de uma menininha extremamente tímida, mas muito linda.

Embora tenha estranhado a pergunta, rapidamente, fiz um esforço. 

- Como?

A menina encolheu os braços, repetiu a pergunta bem baixinho e ela mesma respondeu, dizendo que não tinha, enquanto deu as costas em ágil saída.

De fato, até seria uma boa trabalhar com esse produto caso os planos não fossem outros. 


*Editora do site cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm

sábado, 14 de janeiro de 2017

.: “Collision Course”: Far From Alaska e Ego Kill Talent divulgam nova faixa

Antes de viajar para os EUA para gravar o segundo disco de inéditas da carreira, a banda de rock Far From Alaska se juntou com os caras do Ego Kill Talent para lançar a faixa colaborativa “Collision Course”. 

A canção, feita em parceria pelos dois grupos, já está disponível em todas as plataformas digitais, via Elemess e com um clipe lançando também hoje no You Tube. O vídeo inclui cenas de shows das duas bandas e dos dias em estúdio durante a produção da faixa.

Clipe de “Collision Course”

Gravado no Family Mob Studios, em São Paulo, o single tem uma sonoridade pesada e furiosa, calcada num stoner rock de arranjo moderno. “A faixa nasceu de uma jam entre as duas bandas, a partir de ideias prontas que cada uma trouxe consigo”, explica Raphael Miranda, baterista do Ego Kill Talent, sobre o processo de criação da música. O grupo lança na semana que vem, no dia 20 de janeiro, seu primeiro disco cheio, Ego Kill Talent.

“Collision Course” traz uma letra que evoca modos de fuga e libertação dos pensamentos nocivos. “A faixa mostra uma discussão entre um casal, uma briga que vai gerando uma explosão. No final, as duas partes percebem que perderam muito tempo brigando e que isso não valeu a pena”, comenta a vocalista Emmily Barreto, da Far From Alaska.


Formada por Emmily Barreto (vocais), Cris Botarelli (Steel Guitar, Sintetizador e vocais), Rafael Brasil (guitarra), Edu Filgueira (baixo) e Lauro Kirsch (bateria), a Far From Alaska é uma banda brasileira de rock formada em Natal (RN) no ano de 2012. Com riffs pesados, fortes elementos eletrônicos e o vocal feminino de Emmily, a FFA se coloca hoje como um dos nomes mais promissores da atual cena do rock brasileiro. O primeiro disco, modeHuman (2014), foi eleito um dos "10 Melhores Álbuns do Ano" pela revista Rolling Stone Brasil. Em 2016, a banda se apresentou em relevantes festivais brasileiros, como o DoSol, João Rock, Maximus Festival e Porão do Rock. A FFA também marcou presença em festivais internacionais, como o norte-americano SXSW (South by Southwest) em Austin, Texas e na feira francesa Midem, onde conquistou o prêmio “We Are the Future” (banda revelação) no Midem Awards.

Formada em 2014, a Ego Kill Talent é uma banda brasileira de rock formada por músicos experientes na cena nacional do gênero, vindos de bandas como Reação em Cadeia, Diesel/Udora e Sepultura. Os integrantes, Jean Dolabella (guitarra), Jonathan Correa (vocal), Raphael Miranda (bateria) e Theo Van Der Loo (guitarra e baixo) já possuem dois EPs lançados: Sublimated (2015) e Still Here (2016). O nome da banda é uma abreviação do ditado “too much ego will kill your talent” [muito ego pode matar seu talento], que também explica a preferência da banda para criações feitas em coletivo. Mesmo com pouco tempo de estrada, a Ego Kill Talent já se apresentou em palcos importantes na cena nacional, entres eles o do festival Lollapalooza Brasil 2016. 


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

.: Crítica de “Morte Acidental de Um Anarquista”

Por Helder Miranda
 Em janeiro de 2017


“Morte Acidental de Um Anarquista” – que teve a última temporada abrigada com sucesso e lotação esgotada no Teatro Folha e reestreia nesta sexta-feira, 13 de janeiro, no Teatro Tuca – é sobre as máscaras sociais que colocamos durante o longo do percurso. O texto do italiano Dario Fo, Prêmio Nobel de Literatura, falecido em outubro do ano passado, ganha vida, e força, com as interpretações de Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Maíra Chasseraux, Marcelo Castro e Rodrigo Bella Dona, além da música ao vivo de Rodrigo Geribello, que é um personagem à parte e, direta ou indiretamente, está presente em todas as cenas.

Assistimos a última apresentação do ano passado no Teatro Folha, esse aconchegante reduto, e o que pudemos ver foi uma explosão de arte. Desde os atores à respiração do público, tudo conspira a favor da história real de um crime que aconteceu, com toques de ficção. Dan Stulbach é um homem que assume diversas personalidades e tipos, um prato cheio para que ele mostre, mais uma vez, que é, indiscutivelmente um bom ator.

Há, nesse espetáculo, a combinação entre talento, bom texto e crítica social salpicada de um humor que abraça. No palco e na plateia, personagens e espectadores que, em um certo momento, deixam de ser público para se tornarem parte da história que está sendo contada.

Cada olhar atento, cada pausa, cada gesto constrói uma espécie de atmosfera que pode ser vista, embora invisível, e poucas vezes vi isso dentro de um espetáculo – talvez até o próprio espaço do Teatro Folha, tão doce, tão aconchegante, tão lindo, tenha contribuído para isso. Dário Fo falou sobre a loucura nossa de cada dia. Dan Stulbach e elenco, por sua vez, brincam com a sanidade, de maneira em que tornam comum o que seria considerado loucura. O texto, os atores, o público, o privado e o espaço, naquele momento, conspiram a favor do teatro: a quarta parede foi quebrada.

História real
A comédia “Morte Acidental de Um Anarquista”, que já foi apresentada em duas temporadas de sucesso em horário alternativo, volta ao palco agora aos finais de semana. A montagem do texto de Dario Fo, prêmio Nobel de Literatura em 1997 e um dos dramaturgos mais importantes da atualidade.

O espetáculo é sobre um louco, cuja doença é interpretar pessoas reais, que é detido por falsa identidade. Na delegacia, se passa por um falso juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. A polícia afirma que ele teria se jogado pela janela do quarto andar. A imprensa e a população acreditam que foi jogado. O que teria acontecido realmente? O louco vai enganando um a um, assumindo várias identidades e brincando com o que é ou não é real.

O autor Dario Fo partiu de um caso verídico, o “suicídio” de um anarquista em Milão em dezembro de 1969. Sua engenhosidade, sua capacidade de escrever diálogos cortantes, de criar tipos diversos dentro de uma mesma peça, representados por um mesmo ator, aliado a um profundo senso cômico, dão dimensão universal ao texto. É sua peça mais conhecida, montada no mundo inteiro. Recentemente em Londres, foi encenada com referências ao caso Jean Charles de Menezes.

26ª edição do Festival de Férias Até dia 29 de janeiro, o Teatro Folha realizará a 26ª edição do Festival de Férias. Considerando a qualidade e diversidade de estilos e linguagens, a programação tem sete peças para as crianças e, pela primeira vez, duas montagens destinadas ao público jovem (“O Alvo Parte 1 – Ser ou Não Ser o Centro das Atenções” e “O Alvo Parte 2 – Hateclub”).

Para o público a partir de 3 anos de idade, o Festival de Férias traz as peças “Os Saltimbancos”, a saga de quatro bichos que formam um grupo musical; “Pluft, o Fantasminha”, um clássico do teatro infantil  brasileiro escrito por Maria Clara Machado; “João e Maria”, encenação da Cia. Le Plat du Jour; e “Branca de Neve”, com trilha sonora reunindo músicas dos Beatles. Também para esta faixa etária haverá a montagem “Os Três Porquinhos”, com direção de Pitty Webo, que fará a estreia no festival e continuará em cartaz até o final de março.

O Festival de Férias também terá duas montagens para crianças na faixa etária a partir de 6 anos de idade: “Watchatchá, Um Viagem Pela Ciência”, produção da Mad Science; e “O Imprevisível Circo da Lua”, um freak show da Cia Paraladosanjos que faz uma homenagem aos primeiros circos da Terra. O Teatro Folha fica no Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 - Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323.

Sobre o críticoHelder Miranda é editor do portal Resenhando há 12 anos. É formado em Comunicação Social - Jornalismo e licenciado em Letras pela UniSantos -Universidade Católica de Santos, e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela USP. Atuou como repórter em vários veículos de comunicação. Lançou, aos 17 anos, o livro independente de poemas "Fuga", que teve duas tiragens esgotadas.

.: Isabella Taviani viaja no som dos Carpenters

Por Luiz Gomes Otero
Em janeiro de 2017
 
Homenagens na música tendem a ter uma certa carga emocional. Isso porque quem presta o tributo já se emocionou em algum momento ao ouvir a voz ou as canções interpretadas pelo artista homenageado. Este é o caso do disco de Isabella Taviani, "Carpenters Avenue", no qual recria de forma delicada e competente as canções do duo de irmãos Carpenters, que predominou durante a década de 70 até o início dos anos 80.

Para quem não conhece, os Carpenters eram basicamente o duo de irmãos Karen e Richard, sendo dele a autoria dos arranjos e de boa parte das canções. Karen tocava bateria inicialmente, mas logo passou para a frente do palco ao soltar a bela voz que tinha. A dupla encerrou as atividades em 1983, depois da morte repentina de Karen nos Estados Unidos.

Isabella Taviani procurou respeitar os arranjos originais. E tem um timbre próximo do de Karen. Mas não pense que o disco parece uma cópia da gravação original. Taviani tem brilho próprio e sabe bem como conduzir uma canção e agradar ouvinte.

O disco tem participação de Dionne Warwick na faixa "Close To You". E a escolha teve um significado especial, pois Dionne era amiga dos irmãos homenageados. Há ainda a participação de Monica Mancini na delicada canção "Sometimes".

Em "For All We Know", Isabela mostra bem como a melodia da canção pode ser reciclada com algumas pequenas nuances no arranjo. Ficou sensacional. "Rainy Days And Mondays", outro hit emblemático do duo, ganhou uma interpretação bonita, assim como a releitura de "Please Mr. Postman", que ficou com toques quase jazzísticos em alguns momentos. O repertório seleto inclui ainda hits como "Only Yesterday", "We´ve Only Just Begun" e "Can´t Smile Without You", entre outras pérolas redescobertas pela brasileira.

O resultado do trabalho ficou muito bom e deve ter orgulhado Richard Carpenter, com certeza. E para nós, só resta agradecer Isabella Taviani por este belo presente. Que venham novos trabalhos de bom gosto para o futuro.

"Close To You"

"Please Mr. Postman"
 
"We´ve Only Just Begun"

"Only Yesterday"

Sobre o autor

Luiz Gomes Otero é jornalista formado em 1987 pela UniSantos - Universidade Católica de Santos. Trabalhou no jornal A Tribuna de 1996 a 2011 e atualmente é assessor de imprensa e colaborador dos sites Juicy Santos, Lérias e Lixos e Resenhando.com. Recentemente, criou a página "Musicalidades", que agrega os textos escritos por ele.



 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

.: Estação da Cidadania recebe lançamento do livro "Cracolândia..."

A Estação da Cidadania, em Santos, recebe neste sábado, 14 de janeiro, das 17h às 19h, o lançamento do livro-reportagem "Cracolândia: Território do Abraço", do jornalista Lincoln Spada, com entrada gratuita. O trabalho tem parceria com a Associação de Desenvolvimento Econômico e Social às Famílias (Adesaf) e a editora Imaginário Coletivo.

A obra, de 192 páginas e baseada em pesquisas acadêmicas, mostra histórias de superação ocorridas na cracolândia paulistana, localizada no bairro Campos Elíseos, onde um rapaz alfabetizado virtualmente reencontra o e-mail da irmã, um idoso refaz suas memórias ao esboçar quadros e uma mãe sai do caminho das pedras por meio da confecção de roupas.

Serviço
Lançamento do livro ‘Cracolândia: Território do Abraço’
Sábado, 14 de janeiro, das 17h às 19h
Estação da Cidadania - Av. Ana Costa, 340, Santos
Entrada gratuita

.: Pequeno recorte das descobertas da vida


Por: Mary Ellen Farias dos Santos*
Em janeiro de 2017


Montar uma loja foi a chance em que pude tornar um sonho antigo, em realidade. O problema é que por mais planejamento que se faça, a prática é muito diferente. Teimosa, a verdade sempre aparece. Por mais cruel que seja. Percebi que contar com amigos não é o melhor item de uma lista. Esse papel somente cabe à família. Não familiares! Por outro lado, boas surpresas também têm oportunidades de surgir. Visitas inesperadas, principalmente daquele que julgava somente ter algum elo distante no Facebook. Novos amigos? Fiz dois, mas bons e que vou levar para sempre.  

*Editora do site cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

.: 6ª FAMA terá livros sobre o Caminho de Santiago


Com seis livros sobre o Caminho de Santiago, o jornalista Luiz Carlos Ferraz estará participando da 6ª edição da FAMA, a Feira de Autores da Mata Atlântica. O evento inicia nesta sexta-feira, 13 de janeiro, e se estenderá até 5 de fevereiro, no piso superior do Shopping Ferry Boat Plaza, em Guarujá, destacando mais de 50 títulos de diferentes gêneros, como romance, poesia, conto e quadrinhos.

Ferraz é atualmente o autor brasileiro que mais livros escreveu sobre a famosa rota de peregrinação cristã às relíquias do apóstolo de Jesus, Tiago Maior, que estão na cripta da Catedral de Santiago de Compostela, na Espanha. Para compor sua obra, ele peregrinou seis diferentes Caminhos de Santiago: Francês, Português, Aragonês, Sanabrês, Primitivo e Inglês, percorrendo a pé mais de 2.000 quilômetros.

“As peregrinações visam um encontro consigo mesmo, uma busca por autoconhecimento, o que é uma parábola de nossa procura diária pela felicidade”, afirma o escritor, ao sintetizar a importância das peregrinações em sua vida, ora tirando dúvidas, ora gerando outros questionamentos, enfim, proporcionando uma nova visão de mundo.

A mais recente peregrinação de Ferraz foi realizada em junho do ano passado e envolveu os 120 quilômetros do Caminho Inglês. O livro, em fase de produção, será lançado em Santos, em 22 de abril. Este ano o jornalista pretende peregrinar o Caminho Lebaniego, na região dos Picos de Europa, na Cantábria, que é uma rota tangencial do Caminho de Santiago.
Estes são os seis livros sobre o Caminho de Santiago:

1. “Pedras do Caminho, Meu Encontro no Caminho de Santiago” relata a peregrinação realizada pelo Caminho Francês em 2009 – cerca de 800 km em 29 dias.
2. “Sentido do Perdão” aborda o Caminho Português e foi peregrinado em 2010 – 240 km em 10 dias.
3. “Busca sem Fim” foca o Caminho Aragonês, peregrinado em 2012 – 180 km em sete etapas.
4. “Descobrindo novos Caminhos, as pedras do Caminho Sanabrês” relata a peregrinação do autor no Caminho Sanabrês, em 2014 – 420 km em 16 dias.
5. “Passos do Amor” resgata a célebre peregrinação de São Francisco, realizada há 800 anos, de Assis a Santiago de Compostela, um itinerário com cerca de 2.500 km.
6. “A Última Peregrinação” é ambientado no Caminho Primitivo, peregrinado em 2015 – 320 km em 13 etapas.

.: Cinema mais moderno da América Latina abre para o público de SP

O público de São Paulo pode agora aproveitar toda a tecnologia e autonomia do primeiro cinema inteiramente equipado com projetores a laser e autoatendimento da América Latina. 

O complexo da Rede Cinesystem Cinemas foi aberto ao público nesta quarta, 11 de janeiro, no Morumbi Town Shopping, marcando assim a chegada da exibidora à capital. Os diferenciais de som e imagem poderão ser percebidos não só nas salas, mas em todos os ambientes do multiplex. Essas inovações só serão possíveis graças à tecnologia da Barco, sua principal parceira nesse projeto e desenvolvedora do conceito Barco Innovation Center (BIC), inédito na América Latina, que une os projetores a laser e o inovador Lobby Domination.

Para inaugurar este, que é seu projeto mais ambicioso, a Rede investiu mais de R$ 16 milhões e contou com empresas parceiras como Barco, Dolby e MasterImage – garantindo assim que todas as tecnologias de ponta do mercado estivessem reunidas em um único cinema. A capacidade total é de 1139 pessoas em lugares numerados e os ingressos, a valores competitivos, variam de R$ 24 a R$ 61 nas entradas inteiras.

Dentre os demais diferenciais do multiplex, estão: salas 3D com tecnologia da MasterImage, que proporciona brilho 20% maior do que o 3D convencional; projeto luminotécnico que melhora a locomoção na sala; sistema Box in Box com padrão THX - impede que até o som mais potente ultrapasse as paredes das salas; Lobby Domination; área reservada para deficientes físicos dentro do Espaço VIP e a sala “CINÉPIC”, a mais tecnológica da exibidora, com tela gigante, som Dolby Atmos® com 31.000 watts de potência - mais que o dobro da potência de outras salas tecnológicas do mercado - e projeção digital a laser com tecnologia 4K e High Frame Rate (HFR).

Com a abertura do novo multiplex, a Rede, que é a quinta maior exibidora do País em número de salas e recentemente foi listada no Bovespa Mais (BM&FBovespa), passa a possuir 151 salas, distribuídas por 26 complexos, em 10 estados brasileiros: Pará, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

.: Pequeno desabafo: Falar alho e fazer bugalho

Por: Mary Ellen Farias dos Santos*
Em janeiro de 2017



Confesso que ainda me surpreendo com certas atitudes confusas, aquelas bem contrárias ao que sai da boca das pessoas. Contudo, hoje em dia, parece ser muito normal agir diferentemente do que se diz. Para a maioria, a pregação de belas palavras é o que vale, enquanto que as ações não correspondem. O que importa? O negócio é falar florido. Apenas! Talvez esteja esperando muito dos outros. Deve ser isso, sim!


*Editora do site cultural www.resenhando.com. É jornalista, professora e roteirista. Twitter: @maryellenfsm

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